CONCENTRAÇÃO
  MEDIÚNICA
Concentrar significa reunir num centro. Fazer
convergir ou tornar mais denso, mais ativo qualquer
  ato. Pode ainda dizer respeito a reunir as forças
   num ponto determinado, aplicar a atenção em
      algum assunto: meditar profundamente.
 Concentração seria o mesmo que união de forças.
Boa concentração exige vida reta. Para os nossos
 pensamentos se congreguem uns aos outros,
 fornecendo o potencial de nobre união para o
                    bem.
Mecanismos da
Concentração
 Mediúnica
Como qualquer outra
atividade, a concentração
se desenvolve pelo
exercício. Assim, o
médium principiante deve
armar-se de paciência e de
perseverança, até que
consiga praticá-la
adequadamente. Para
tanto, o médium deve
aprender a utilizar duas
ferramentas importantes: o
pensamento e a vontade.
O pensamento

(dic.) HOUAISS (s. m.)
1. ação ou faculdade de pensar.
2. conhecimento, inteligência.
3. mente, razão.
4. reflexão, ideia.


     “É energia irradiante...”
     Emmanuel/Chico Xavier , Pão Nosso
“(...) é energia
viva
Construindo
                            “É (...) a energia
paisagens ou
                            coagulante de
formas e
                            nossas
criando centros
                            aspirações e
magnéticos ou
                            desejos.”
ondas, com as
quais emitimos                             Chico Xavier,
                                    Seara dos Médiuns,
a nossa atuação                    Capítulo Ser Médium

ou recebemos
dos outros”.
  Emmanuel /Chico Xavier,
        Roteiro – cap. 28
À medida que o ser humano evolui, aprende a
controlar suas emissões mentais. Esse controle é
administrado pela vontade.
A Vontade




 É o resultado da luta das forças internas contra as
 forças externas.
 A vontade do médium prevalece quando suas forças
 internas vencem as forças externas.
 O bom médium reconhece as forças internas e
 externas, as boas e as más e dá ouvidos para as
 boas forças.
“(...) A vontade não é um ser, uma substância qualquer;
não é, sequer, uma propriedade da matéria mais etérea
que exista. Vontade é atributo essencial do Espírito, é,
do ser pensante.”                        O Livro dos Médiuns,
                                           Allan Kardec item 131




A vontade é, pois, o comando geral de nossa existência.
Ela é a manifestação do ser como individualidade, no
uso do seu livre-arbítrio. Temos a liberdade de escolher,
de optar, mas só o faremos quando usarmos a vontade.
Numa reunião mediúnica, faz-se necessário desenvolver
o controle da emissão mental dos seus participantes, por
meio da ação disciplinadora da vontade. Caso contrário,
 a reunião perde as características que lhes são próprias
   de funcionar como um todo harmônico, em que as
  pessoas vibram em uníssono, em torno de um mesmo
    propósito. A concentração mediúnica só é possível
 quando o médium aprende a controlar suas emanações
   mentais e a administrar as suas emoções, a partir do
   momento em que entra em sintonia com entidades
 espirituais. Quando ocorre a concentração mediúnica,
automaticamente se forma uma corrente mental, entre o
médium e o Espírito comunicante, denominada corrente
                       mediúnica.
Condições propícias
 para a obtenção de
      Concentração
         Mediúnica
Cada componente do grupo
precisa controlar ou
disciplinar sua emissão
mental


Se os pensamentos
forem divergentes,
resultará daí um
choque de ideias
desagradáveis ao
Espírito e, por
conseguinte,
prejudicial à
comunicação.
O médium precisa estar consciente do papel que
desempenha na reunião.
                                             Não basta ver, ouvir ou
                                               incorporar Espíritos
                                           desencarnados, para que
                                           alguém seja conduzido à
                                                  respeitabilidade.




Devemos ter consciência de que ser (...)
médium é ser ajudante do Mundo
Espiritual. E ser ajudante em
determinado trabalho é ser alguém que
auxilia espontaneamente (...).
A reunião deve ser a mais homogênea possível.
                           (...) a fim de que todos
                           esses pensamentos
                           concorram para o
                           mesmo fim, preciso é
                           que vibrem em
                           uníssono; que se
                           confundam, por assim
                           dizer, em um só, o que
                           não pode dar-se sem a
                           concentração.
                           Toda reunião espírita
                           deve, pois, tender para
                           a maior
                           homogeneidade
                           possível.
Concentração

Como fazer:

1.Abstração – Deixa a mente limpa.

     a. Desconcentrar-se dos fatores externos
     (ruídos, etc.).
     b. Retirar de sua mente qualquer pensamento
     que surge,
     c. Fazer um pequeno esforço para cessar o
     pensamento discursivo.
2. Fixação da mente - Objeto

      a. Concentre sua mente no objeto de sua escolha.
      b. Examine-o em todos os detalhes.
      c. Não permita que sua mente salte de um objeto
      para outro, ou para outro pensamento.



          3. Silenciar a mente.

          a. Esvazie sua mente de todos os pensamentos.
          b. A única coisa que você deve fazer é manter sua
          mente focada no objeto.
          c. A mente é apenas um espelho de cristal, sua única
          atividade é refletir o objeto em todas as suas cores e
          detalhes.

Concentração

  • 1.
  • 2.
    Concentrar significa reunirnum centro. Fazer convergir ou tornar mais denso, mais ativo qualquer ato. Pode ainda dizer respeito a reunir as forças num ponto determinado, aplicar a atenção em algum assunto: meditar profundamente. Concentração seria o mesmo que união de forças.
  • 3.
    Boa concentração exigevida reta. Para os nossos pensamentos se congreguem uns aos outros, fornecendo o potencial de nobre união para o bem.
  • 4.
  • 5.
    Como qualquer outra atividade,a concentração se desenvolve pelo exercício. Assim, o médium principiante deve armar-se de paciência e de perseverança, até que consiga praticá-la adequadamente. Para tanto, o médium deve aprender a utilizar duas ferramentas importantes: o pensamento e a vontade.
  • 6.
    O pensamento (dic.) HOUAISS(s. m.) 1. ação ou faculdade de pensar. 2. conhecimento, inteligência. 3. mente, razão. 4. reflexão, ideia. “É energia irradiante...” Emmanuel/Chico Xavier , Pão Nosso
  • 7.
    “(...) é energia viva Construindo “É (...) a energia paisagens ou coagulante de formas e nossas criando centros aspirações e magnéticos ou desejos.” ondas, com as quais emitimos Chico Xavier, Seara dos Médiuns, a nossa atuação Capítulo Ser Médium ou recebemos dos outros”. Emmanuel /Chico Xavier, Roteiro – cap. 28
  • 8.
    À medida queo ser humano evolui, aprende a controlar suas emissões mentais. Esse controle é administrado pela vontade.
  • 9.
    A Vontade Éo resultado da luta das forças internas contra as forças externas. A vontade do médium prevalece quando suas forças internas vencem as forças externas. O bom médium reconhece as forças internas e externas, as boas e as más e dá ouvidos para as boas forças.
  • 10.
    “(...) A vontadenão é um ser, uma substância qualquer; não é, sequer, uma propriedade da matéria mais etérea que exista. Vontade é atributo essencial do Espírito, é, do ser pensante.” O Livro dos Médiuns, Allan Kardec item 131 A vontade é, pois, o comando geral de nossa existência. Ela é a manifestação do ser como individualidade, no uso do seu livre-arbítrio. Temos a liberdade de escolher, de optar, mas só o faremos quando usarmos a vontade.
  • 11.
    Numa reunião mediúnica,faz-se necessário desenvolver o controle da emissão mental dos seus participantes, por meio da ação disciplinadora da vontade. Caso contrário, a reunião perde as características que lhes são próprias de funcionar como um todo harmônico, em que as pessoas vibram em uníssono, em torno de um mesmo propósito. A concentração mediúnica só é possível quando o médium aprende a controlar suas emanações mentais e a administrar as suas emoções, a partir do momento em que entra em sintonia com entidades espirituais. Quando ocorre a concentração mediúnica, automaticamente se forma uma corrente mental, entre o médium e o Espírito comunicante, denominada corrente mediúnica.
  • 14.
    Condições propícias paraa obtenção de Concentração Mediúnica
  • 15.
    Cada componente dogrupo precisa controlar ou disciplinar sua emissão mental Se os pensamentos forem divergentes, resultará daí um choque de ideias desagradáveis ao Espírito e, por conseguinte, prejudicial à comunicação.
  • 16.
    O médium precisaestar consciente do papel que desempenha na reunião. Não basta ver, ouvir ou incorporar Espíritos desencarnados, para que alguém seja conduzido à respeitabilidade. Devemos ter consciência de que ser (...) médium é ser ajudante do Mundo Espiritual. E ser ajudante em determinado trabalho é ser alguém que auxilia espontaneamente (...).
  • 17.
    A reunião deveser a mais homogênea possível. (...) a fim de que todos esses pensamentos concorram para o mesmo fim, preciso é que vibrem em uníssono; que se confundam, por assim dizer, em um só, o que não pode dar-se sem a concentração. Toda reunião espírita deve, pois, tender para a maior homogeneidade possível.
  • 19.
    Concentração Como fazer: 1.Abstração –Deixa a mente limpa. a. Desconcentrar-se dos fatores externos (ruídos, etc.). b. Retirar de sua mente qualquer pensamento que surge, c. Fazer um pequeno esforço para cessar o pensamento discursivo.
  • 21.
    2. Fixação damente - Objeto a. Concentre sua mente no objeto de sua escolha. b. Examine-o em todos os detalhes. c. Não permita que sua mente salte de um objeto para outro, ou para outro pensamento. 3. Silenciar a mente. a. Esvazie sua mente de todos os pensamentos. b. A única coisa que você deve fazer é manter sua mente focada no objeto. c. A mente é apenas um espelho de cristal, sua única atividade é refletir o objeto em todas as suas cores e detalhes.