SlideShare uma empresa Scribd logo
Page 1
CONCENTRAÇÃO


          Concentração é o ato pelo
         qual fechamos as portas da
             mente ao exterior e
         orientamos nossa atividade
             interiormente para
            determinado objetivo.
                          Page 2
Ela é muito importante no trabalho mediúnico,
para alcan­çar a comunhão com o plano
espiritual, individual ou coleti­vamente.
                                     Page 3
PARA UMA BOA
 CONCENTRAÇÃO

Uma boa concentração não
   se improvisa, pois é o
resultado do pensamento
    e da vontade bem
  exercitados usualmente.
                            Page 4
Para chegar a um bom nível de
     concentração, é recomen­dável.
Constantemente
Cultivar bons hábitos, leituras e diversões sadias
(evitar leituras, filmes, ou programas de televisão
de teor negativo, isto é, fúteis, imorais,
deprimentes), procurar tudo que favo­reça a
elevação da mente, exercitar os bons sentimentos.
                                          Page 5
No dia da reunião
Desde o levantar, de manhã, usar a prece; ter
em mente o trabalho espiritual de que irá
participar mais tarde e a impor­tância desse
compromisso; evitar emoções violentas,
atritos, contrariedades e discussões que
levam à exaltação de ânimo (para tanto,
exercitar a paciência e a humildade); fugir ao
que pode levar à tensão, procurar manter o
equilíbrio físico e espiritual.         Page 6
Na hora da reunião
1) Quanto ao físico
Estar higienizado e vestido com discrição e
sobriedade; evitar roupas e calçados que
apertem, e perfumes fortes (para não perturbar
os outros).

                                       Page 7
Sentar­se em posição cômoda, sem contrair
músculos, e respirar calmamente. (O objetivo é
facilitar o bem­estar físi­co, nunca, porém, o
desalinho de atitudes, o relaxamento das boas
maneiras).
Evitar mexer­se muito, bocejar ou fazer
movimentos e ruídos que incomodem os demais
participantes.
                                       Page 8
2) Quanto ao psíquico
a) Abstrair­se dos estímulos exteriores (sons,
luzes, movi­mentos);
b) Serenar o íntimo, esquecendo preocupações
pessoais;
c) Sentir­se fraterno e solidário com os demais
participan­tes;
                                        Page 9
d) Focalizar os objetivos da reunião;
­ Pensar na importância e responsabilidade do
ato de, voluntariamente, ativar o intercâmbio
mediúnico;
­ Lembrar que o objetivo da sessão é aprender e
servir, socorrer e socorrer­se, dentro das leis
divinas.
e) Orar e buscar sintonia com os espíritos
superiores.                                  Page 10
Com a concentração, pouco a pouco, se acalmam
as in­quietudes e agitações e passam a ser
liberados fluidos e ener­gias positivos, que as
mentes de encarnados e desencarnados, em
união, trabalham e conduzem num único
sentido.

                                        Page 11
Quando a conjugação atinge o nível necessário,
estabele­ceu­se a ligação entre o Céu e a Terra,
num sublime fluxo de forças fluídicas.
                                          Page 12
O intercâmbio mediúnico         se faz, então,
ensejando a en­carnados e       desencarnados o
conforto e o esclarecimento,    o despertar e a
renovação, o dar e o receber.
                                        Page 13
A esse processo de ligação espiritual é que
popularmente se chama "formar a corrente".
Ela não depende de fórmulas, rituais, vestes
especiais ou lugares determinados ao redor da
mesa. Somente quando ela se faz é que a
reunião em verdade foi "aberta", pois somente
então se inicia a comunhão harmo­niosa entre
os dois planos.
                                      Page 14
Quem estiver em
                       concentração, oração e
                      doação, tornar­ se­á um
                        elo vivo na corrente
                        espiritual formada.
Quem se alhear, refratário e improdutivo, dela
não participará, ainda que fisicamente se
encontre no recinto e, até mesmo, senta­do à
mesa mediúnica.                        Page 15
Mantendo a vibração
"Aberta" a reunião, o ambiente fluídico
precisará ser man­tido, sustentado em todo o
decorrer do trabalho.
                                      Page 16
Para tanto, cada participante deve:
*Cuidar de estar sempre concentrado nos
objetivos da reunião;
*Orar e doar vibrações quer em favor dos
companheiros do grupo, quer em apoio ao
trabalho dos bons espíritos, quer em socorro a
entidades espirituais necessitadas.
                                       Page 17
Um bom meio é:
1 ­ Mentalizar as criaturas ligadas à reunião,
encarnadas ou desencarnadas, endereçando­
lhes pensamentos bons e envolvendo­as em
sentimentos fraternos;


                                       Page 18
2­ Ficar meditando em tudo que é bom e digno
diante de Deus (caridade, fé, esperança, alegria,
resignação etc.) e pro­curar emanar forças
fluídicas benéficas, que os bons espíritos
utilizarão em benefício geral.


                                          Page 19
*Concentrar­se e manter a vibração
normalmente não can­sa, porque produz um
estado de alma elevado, no qual rece­
bemos permuta de fluidos superiores pelos que
emitimos; e podemos ir variando o tema de
nossas vibrações.

                                      Page 20
*Se sentirmos cansaço, é porque alguma falha
há em nosso modo de concentrar e vibrar
(estamos tensos, aflitos etc.), ou então o ambiente
sofre grandes interferências contrárias.



                                           Page 21
Avaliação:
1. Que é concentração?
2. Por que ela é importante no trabalho
mediúnico?
3. Que fará você, quanto ao psíquico, na
hora da reunião, para se concentrar?
                                  Page 22
Bibliografia:




                Page 23
 
AURA E IRRADIAÇÃO

                 Tão natural e
             automaticamente como
             absorvemos os flui­dos,
            também os emanamos, os
                  irradiamos.


                              Page 24
 AURA ­ Com os seus
   pensamentos e sentimentos
      habituais, o es­pírito
(encarnado ou não) influi sobre
 os fluidos do seu perispírito e
lhes dá características próprias.

 Como está sempre emanando esses fluidos, eles o
 envol­vem e o acompanham em todos os seus
 movimentos.
                                        Page 25
É o que chamamos de aura, ou "atmosfera
individual" (Allan Kardec), ou, ainda, como
diz André Luiz: "túnica de forças
eletromagnéticas", "hálito mental".


                 No desencarnado, a aura
                 é resultante das emanações
                   perispirituais, somente.
                                    Page 26
No encarnado, o perispírito
               não fica circunscrito pelo corpo,
               irradia ao seu derredor,
               formando como que um halo ao
               redor do corpo físico.
A aura do encarnado, então, é o resultado da
difusão dos campos energéticos que partem do
perispírito, envolvendo­se com o manancial de
irradia­ções das células físicas.    Page 27
Segundo o Dr. Walter Kilner (The Human
Aura), citado por Hermínio C. Miranda, os
cadáveres não apresentam a aura nem as pessoas
em hipnose (estão em desdobramento), e ela perde
a nitidez em pessoas enfermas ou desmaiadas.
                                        Page 28
Exame de aura
Normalmente, a aura é um campo biológico bem
estrutu­rado e apresenta um sistema ordenado de
emissão e recepção.
                     Sua tonalidade, forma,
                  luminosidade, sensações que
                    cau­sa, guardam relação
                     com a situação física ou
                 espiritual de quem a produz.
                                       Page 29
Para avaliar as condições dos
   encarnados como dos desen­
carnados, é possível examinar
a aura, seja por clarividên­cia
   (fenômeno anímico) ou por
   vidência (via mediúnica).

                                  Page 30
É preciso lembrar, porém, que nossa
observação da aura pode retratar
um estado momentâneo, que talvez
logo venha a se modificar, porque
as irradiações da aura variam
no aspecto, cor, amplitude, em face:

                                       Page 31
­ dos graus evolutivos;
­ dos estados anormais (transe) e
patológicos;
­das condições emocionais de
sensibilidade, percep­ção e doação
magnética.
 
                             Page 32
*Observações:
Nas alterações causadas por distúrbios nervosos
tran­sitórios (ciática, herpes etc.), após a cura, a
aura gra­dualmente se refaz, retorna ao
normal.
Mas em algumas doenças nervosas severas
(epilepsia, histeria, hemiplegia), se instaladas, as
alterações da aura podem ser permanentes.
                                           Page 33
Também influem sobre a aura todos os hábitos
que aviltem a mente ou esgotem os nervos
(alimentação ina­dequada, álcool, drogas etc.).
                                        Page 34
Para verificar a aura dos encarnados, existe a
kirliangrafia (processo de fotografias feitas em
campos de alta frequência, descoberto e
desenvolvido pelo casal Kirlian, em Alma­Ata,
na Rússia).
                                         Page 35
Todavia é um processo ainda em fase de
pesquisas e defi­nições.
Não devemos confundir aura com efeito
corona (fenô­meno eletrofísico comum), que é
observado até nos mine­rais e resulta da fuga da
alta frequência e voltagem para as bordas da
superfície do corpo material em que incide, e que
não apresenta as imensas variações do campo
áurico huma­no (opacidade, brilhos e cores).
                                          Page 36
De aura para aura
     Cada pessoa está sempre
 irradiando o que realmente é e
  impregnando com seu fluido
particular as coisas, o ambiente, e
influindo sobre quem lhe aceite a
      tonalidade energética.
                                      Page 37
Por meio das irradiações de sua aura, a
criatura "estende a própria influência
que, à feição do campo proposto por Einstein,
diminui com a distância do fulcro
consciencial emissor", ou seja, o próprio
ser "tornando­se cada vez me­nor, mas a
espraiar­se no Universo infinito". (André
Luiz, Mecanismos da Mediunidade, cap. X.)
                                      Page 38
As diferentes auras
  encontram­se, cruzam­se,
     misturam­ se sem,
contudo, se confundirem.



                    Page 39
E, pelas qualidades particulares dos seus fluidos,
se har­monizam ou se repelem, causando
impressão agradável ou desagradável (ex.:
simpatia ou antipatia).

    Certos espíritos são
atraídos e imantados pela
   aura do en­carnado.
                                         Page 40
Percepção fluídica
    Ao tomar contato com a
   irradiação, com a aura de
  alguém, as pessoas sensíveis
podem perceber se os fluidos são
 bons ou não e, até, captar suas
     intenções e sentimentos.
                                   Page 41
Pode­se perceber, também, o ambiente fluídico
local, isto é, o conjunto formado pelas emanações
fluídicas dos encarna­dos e desencarnados
presentes.                                Page 42
PROJETO IMAGEM




No médium em transe, essa percepção ocorre em
maior grau, porque se acentua a exteriorização do
seu perispírito, suas faculdades espirituais estão
mais livres e ele está em maior vibração.
                                          Page 43
 
Como distinguir os fluidos
A prática nos ensinará a diferenciar
os vários tipos de espíritos, segundo
      os fluidos que irradiam.



                                        Page 44
De modo geral, porém:
­ os bons fluidos são
leves, agradáveis, suaves,
calmos; dão sensação de
bem­estar geral e euforia
espiritual;
 
                   Page 45
­ os maus fluidos são
  pesados, desagradáveis,
violentos, desarmônicos; dão
sensação de mal­estar geral,
  ansiedade, desassossego,
 nervosismo, cabeça pesada,
   pálpebras chum­badas,
bocejos frequentes e arrepios.
                      Page 46
*Observação:
Às vezes, a pessoa sente mal­estar assim por
sua própria desarmonia, sem que espírito
algum a esteja perturbando.



                                      Page 47
Assimilação fluídica
 Não basta perceber e identificar
   os tipos de fluidos. É preciso
 saber como absorvê­los, quando
bons, e rechaçá­los, quando maus.


                                    Page 48
Para absorver os fluidos,
basta vibrarmos na mesma fai­
  xa. Para repelir fluidos
maus: firmar o pensamento no
  bem e irradiar bons fluidos.


                                 Page 49
*Observação:
Haverá casos em que, embora os fluidos sejam
maus, o médium precisa servir de intermediário
ao espírito, para que seja socorrido, esclarecido.
Nesse caso, não o rechaçará, mas, embora
sentindo­lhe a atmosfera fluídica difícil,
procurará manter seu próprio equilíbrio es­
piritual e envolver o comunicante em vibração
fraterna, mas firme.
                                          Page 50
 
Irradiação a distância
Podemos fazer uma irradiação
consciente e voluntaria­mente,
projetando nosso pensamento e
  sentimento, movi­mentando
 forças psíquicas, em favor de
 alguém. E podemos fazer
 isso, mesmo a distância.
                                 Page 51
Condições de quem irradia
Somente pode dar alguma coisa
   boa aquele que a possui.

 Os bons sentimentos, os bons pensamentos,
   os bons atos vão plasmando na "atmosfera
espiritual" da pessoa uma tonali­dade vibratória e
uma quantidade de fluidos agradáveis e sa­lutares
que poderão ser mobilizados, pela vontade dirigida.
                                          Page 52
As condições básicas para se realizar uma boa
irradiação são as mesmas que para os passistas:
frugalidade na alimen­tação, abster­se dos
vícios (álcool, fumo etc.); evitar conver­sação de
baixo palavreado e de imagens pouco dignas;
domi­nar os sentimentos passionais e
instintivos; procurar ter com­portamento
cristão. Assim, disporá de elementos fluídicos de
boa qualidade para transmitir aos necessitados.
                                          Page 53
Técnica a ser seguida
Quem vai fazer a irradiação
deve:
1­Concentrar­se e orar (para ficar
em condições de agir e obter
assistência espiritual superior).


                                     Page 54
2­Focalizar com o pensamento o objeto de sua
irradia­ção (pessoa, coletividade, local).
3­Pela vontade, emitir o que deseja transmitir
(paz, con­forto, coragem, saúde, equilíbrio,
paciência etc.).
*Se a irradiação for feita em grupo, é preciso que
todos ajam ao mesmo tempo e para o mesmo fim.
                                         Page 55
Quanto aos resultados da
irradiação
Não será por pedirmos e
mentalizarmos em favor de mui­
tos que conseguiremos atendimento
em tudo e para todos, porque:

                                    Page 56
Embora cada um de nós movimente uma certa
quanti­dade de fluidos ou forças magnéticas,
psíquicas e espirituais, de que pode dispor para
doar; e essas forças possam ser ajuntadas com
as do mundo espiritual e depois carreadas para
o seu objetivo; elas também estão submetidas à
lei das proporções e seus efeitos têm limites
naturais.
                                         Page 57
Mas as irradiações feitas com
 amor e boa vontade sem­pre são
 benéficas. Sua maior ou menor
assimilação, porém, dependerá da
  pessoa por quem irradiamos.


                                   Page 58
PROJETO IMAGEM



Numa vibração geral (em que não se determina
alguém como beneficiário), o potencial fluídico
oferecido será apro­veitado pelos bons espíritos
no que for mais necessário e conveniente,
segundo as leis divinas.
                                         Page 59
Avaliação:
1­Que é aura?
2­Como se distinguem os fluidos bons dos
maus?
3­Como reagir aos maus fluidos?

                                   Page 60
Bibliografia:




                Page 61
Bibliografia:
De Hermínio C. Miranda:
­Diversidade dos Carismas, vol. II.
De Marlene R. S. Nobre:
­A Obsessão e Suas Máscaras, parte 2, cap. V.
De Ostolfo Olegário de Oliveira Filho:
­"As Radiações e Sua Técnica", O Imortal,
abril/1996.
De Therezinha Oliveira
­Fluidos e Passes, Segunda Unidade, 12ª aula. 62
                                              Page
Page 63

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Os sete chakras no espiritismo e em nossa saúde
Os sete chakras no espiritismo e em nossa saúdeOs sete chakras no espiritismo e em nossa saúde
Os sete chakras no espiritismo e em nossa saúde
Marcel Jefferson Gonçalves
 
Curso passes ( Leonardo Pereira),
Curso passes ( Leonardo Pereira), Curso passes ( Leonardo Pereira),
Curso passes ( Leonardo Pereira),
Leonardo Pereira
 
Desencarne na visão espírita
Desencarne na visão espíritaDesencarne na visão espírita
Desencarne na visão espírita
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Primeiro Módulo - Aula 15 - Emancipação da alma
Primeiro Módulo - Aula 15 - Emancipação da almaPrimeiro Módulo - Aula 15 - Emancipação da alma
Primeiro Módulo - Aula 15 - Emancipação da alma
CeiClarencio
 
Obsessão
ObsessãoObsessão
Obsessão
paikachambi
 
Obsessão e influenciação espiritual
Obsessão e influenciação espiritualObsessão e influenciação espiritual
Obsessão e influenciação espiritual
grupodepaisceb
 
Sintonia e vibração
Sintonia e vibraçãoSintonia e vibração
Sintonia e vibração
Louis Oliver
 
Fluidos e perispirito-rosana_c
Fluidos e perispirito-rosana_cFluidos e perispirito-rosana_c
Fluidos e perispirito-rosana_c
carlos freire
 
Centros de força
Centros de forçaCentros de força
Centros de força
Wilma Badan C.G.
 
08 o ectoplasma
08   o ectoplasma08   o ectoplasma
08 o ectoplasma
jcevadro
 
06 perespirito e mediunidade
06   perespirito e mediunidade06   perespirito e mediunidade
06 perespirito e mediunidade
carlos freire
 
Aula - Reencarnação e Lei de Causa e Efeito - Rosana De Rosa
Aula - Reencarnação e Lei de Causa e Efeito - Rosana De Rosa Aula - Reencarnação e Lei de Causa e Efeito - Rosana De Rosa
Aula - Reencarnação e Lei de Causa e Efeito - Rosana De Rosa
Rosana De Rosa
 
Emancipação da Alma - Desdobramento
Emancipação da Alma - DesdobramentoEmancipação da Alma - Desdobramento
Emancipação da Alma - Desdobramento
contatodoutrina2013
 
CORPO FÍSICO - ESPIRITISMO
CORPO FÍSICO - ESPIRITISMOCORPO FÍSICO - ESPIRITISMO
CORPO FÍSICO - ESPIRITISMO
Denise Aguiar
 
Materializacao
MaterializacaoMaterializacao
Materializacao
Ceile Bernardo
 
Espírito E Matéria
Espírito E MatériaEspírito E Matéria
Espírito E Matéria
Grupo Espírita Cristão
 
Livro os mensageiros sinopse
Livro os mensageiros sinopseLivro os mensageiros sinopse
Livro os mensageiros sinopse
Solange Montosa
 
2.9.6 acao dos espiritos sobre os fenomenos da natureza
2.9.6   acao dos espiritos sobre os fenomenos da natureza2.9.6   acao dos espiritos sobre os fenomenos da natureza
2.9.6 acao dos espiritos sobre os fenomenos da natureza
Marta Gomes
 
Resumo dos Pontos Principais Doutrina Espírita
Resumo dos Pontos Principais Doutrina EspíritaResumo dos Pontos Principais Doutrina Espírita
Resumo dos Pontos Principais Doutrina Espírita
Graça Maciel
 
Fluidos e Perispírito
Fluidos e PerispíritoFluidos e Perispírito
Fluidos e Perispírito
igmateus
 

Mais procurados (20)

Os sete chakras no espiritismo e em nossa saúde
Os sete chakras no espiritismo e em nossa saúdeOs sete chakras no espiritismo e em nossa saúde
Os sete chakras no espiritismo e em nossa saúde
 
Curso passes ( Leonardo Pereira),
Curso passes ( Leonardo Pereira), Curso passes ( Leonardo Pereira),
Curso passes ( Leonardo Pereira),
 
Desencarne na visão espírita
Desencarne na visão espíritaDesencarne na visão espírita
Desencarne na visão espírita
 
Primeiro Módulo - Aula 15 - Emancipação da alma
Primeiro Módulo - Aula 15 - Emancipação da almaPrimeiro Módulo - Aula 15 - Emancipação da alma
Primeiro Módulo - Aula 15 - Emancipação da alma
 
Obsessão
ObsessãoObsessão
Obsessão
 
Obsessão e influenciação espiritual
Obsessão e influenciação espiritualObsessão e influenciação espiritual
Obsessão e influenciação espiritual
 
Sintonia e vibração
Sintonia e vibraçãoSintonia e vibração
Sintonia e vibração
 
Fluidos e perispirito-rosana_c
Fluidos e perispirito-rosana_cFluidos e perispirito-rosana_c
Fluidos e perispirito-rosana_c
 
Centros de força
Centros de forçaCentros de força
Centros de força
 
08 o ectoplasma
08   o ectoplasma08   o ectoplasma
08 o ectoplasma
 
06 perespirito e mediunidade
06   perespirito e mediunidade06   perespirito e mediunidade
06 perespirito e mediunidade
 
Aula - Reencarnação e Lei de Causa e Efeito - Rosana De Rosa
Aula - Reencarnação e Lei de Causa e Efeito - Rosana De Rosa Aula - Reencarnação e Lei de Causa e Efeito - Rosana De Rosa
Aula - Reencarnação e Lei de Causa e Efeito - Rosana De Rosa
 
Emancipação da Alma - Desdobramento
Emancipação da Alma - DesdobramentoEmancipação da Alma - Desdobramento
Emancipação da Alma - Desdobramento
 
CORPO FÍSICO - ESPIRITISMO
CORPO FÍSICO - ESPIRITISMOCORPO FÍSICO - ESPIRITISMO
CORPO FÍSICO - ESPIRITISMO
 
Materializacao
MaterializacaoMaterializacao
Materializacao
 
Espírito E Matéria
Espírito E MatériaEspírito E Matéria
Espírito E Matéria
 
Livro os mensageiros sinopse
Livro os mensageiros sinopseLivro os mensageiros sinopse
Livro os mensageiros sinopse
 
2.9.6 acao dos espiritos sobre os fenomenos da natureza
2.9.6   acao dos espiritos sobre os fenomenos da natureza2.9.6   acao dos espiritos sobre os fenomenos da natureza
2.9.6 acao dos espiritos sobre os fenomenos da natureza
 
Resumo dos Pontos Principais Doutrina Espírita
Resumo dos Pontos Principais Doutrina EspíritaResumo dos Pontos Principais Doutrina Espírita
Resumo dos Pontos Principais Doutrina Espírita
 
Fluidos e Perispírito
Fluidos e PerispíritoFluidos e Perispírito
Fluidos e Perispírito
 

Semelhante a Concentração Aura e Irradiação

Irradiação
IrradiaçãoIrradiação
Irradiação
Luciano Portilho
 
Diversidade dos Carismas - Aura (segunda parte)
Diversidade dos Carismas - Aura (segunda parte)Diversidade dos Carismas - Aura (segunda parte)
Diversidade dos Carismas - Aura (segunda parte)
Patricia Farias
 
Apelos de cura1
 Apelos de cura1 Apelos de cura1
Apelos de cura1
Rosangela Coltre
 
Parte ii chacras principais
Parte ii   chacras principaisParte ii   chacras principais
Parte ii chacras principais
Lívia Maria Pereira
 
Universalismo crstico apostila - 013 - 2011 - lar
Universalismo crstico   apostila - 013 - 2011 - larUniversalismo crstico   apostila - 013 - 2011 - lar
Universalismo crstico apostila - 013 - 2011 - lar
Instituto de Psicobiofísica Rama Schain
 
Da Oração
Da OraçãoDa Oração
Da Oração
Prof. Paulo Ratki
 
Apostila obsessão lar rubataiana -doc - 01 doc
Apostila obsessão   lar rubataiana -doc - 01 docApostila obsessão   lar rubataiana -doc - 01 doc
Apostila obsessão lar rubataiana -doc - 01 doc
Instituto de Psicobiofísica Rama Schain
 
Mecanismo das comunicações - Afinidade - Sintonia
Mecanismo das comunicações - Afinidade  - SintoniaMecanismo das comunicações - Afinidade  - Sintonia
Mecanismo das comunicações - Afinidade - Sintonia
jcevadro
 
Aula 1 - Introdução ao Estudo sobre o Mundo Espiritual - Força do Pensameto
Aula 1 - Introdução ao Estudo sobre o Mundo Espiritual - Força do PensametoAula 1 - Introdução ao Estudo sobre o Mundo Espiritual - Força do Pensameto
Aula 1 - Introdução ao Estudo sobre o Mundo Espiritual - Força do Pensameto
Breno Ortiz Tavares Costa
 
Aparelhos utilizados em reunião mediunica.pptx
Aparelhos utilizados em reunião mediunica.pptxAparelhos utilizados em reunião mediunica.pptx
Aparelhos utilizados em reunião mediunica.pptx
M.R.L
 
SONO E SONHOS VISÃO ESPIRITA
SONO E SONHOS VISÃO ESPIRITASONO E SONHOS VISÃO ESPIRITA
SONO E SONHOS VISÃO ESPIRITA
ARMAZÉM DE ARTES TANIA PAUPITZ
 
Assistência espiritual, obsessão e desobsessão
Assistência espiritual, obsessão e desobsessãoAssistência espiritual, obsessão e desobsessão
Assistência espiritual, obsessão e desobsessão
Rivaldo Guedes Corrêa. Jr
 
1a. aula o que é umbanda e amaci
1a. aula  o que é umbanda e amaci1a. aula  o que é umbanda e amaci
1a. aula o que é umbanda e amaci
zenluz
 
Seminário Perispírito II USE Piracicaba
Seminário Perispírito II USE PiracicabaSeminário Perispírito II USE Piracicaba
Seminário Perispírito II USE Piracicaba
Alan Diniz Souza
 
3 ano cem
3 ano cem3 ano cem
3 ano cem
3 ano cem3 ano cem
Estudo Sistematizado da Mediunidade
Estudo Sistematizado da Mediunidade Estudo Sistematizado da Mediunidade
Estudo Sistematizado da Mediunidade
Leonardo Pereira
 
Reiki nivel-i-shoden-ic1
Reiki nivel-i-shoden-ic1Reiki nivel-i-shoden-ic1
Reiki nivel-i-shoden-ic1
Liliana Rui Vieira Conde
 
24 fluidos-percepção e análise
24 fluidos-percepção e análise24 fluidos-percepção e análise
24 fluidos-percepção e análise
Antonio SSantos
 
Magia E Os Tipos De Rituais
Magia E Os Tipos De RituaisMagia E Os Tipos De Rituais
Magia E Os Tipos De Rituais
HOME
 

Semelhante a Concentração Aura e Irradiação (20)

Irradiação
IrradiaçãoIrradiação
Irradiação
 
Diversidade dos Carismas - Aura (segunda parte)
Diversidade dos Carismas - Aura (segunda parte)Diversidade dos Carismas - Aura (segunda parte)
Diversidade dos Carismas - Aura (segunda parte)
 
Apelos de cura1
 Apelos de cura1 Apelos de cura1
Apelos de cura1
 
Parte ii chacras principais
Parte ii   chacras principaisParte ii   chacras principais
Parte ii chacras principais
 
Universalismo crstico apostila - 013 - 2011 - lar
Universalismo crstico   apostila - 013 - 2011 - larUniversalismo crstico   apostila - 013 - 2011 - lar
Universalismo crstico apostila - 013 - 2011 - lar
 
Da Oração
Da OraçãoDa Oração
Da Oração
 
Apostila obsessão lar rubataiana -doc - 01 doc
Apostila obsessão   lar rubataiana -doc - 01 docApostila obsessão   lar rubataiana -doc - 01 doc
Apostila obsessão lar rubataiana -doc - 01 doc
 
Mecanismo das comunicações - Afinidade - Sintonia
Mecanismo das comunicações - Afinidade  - SintoniaMecanismo das comunicações - Afinidade  - Sintonia
Mecanismo das comunicações - Afinidade - Sintonia
 
Aula 1 - Introdução ao Estudo sobre o Mundo Espiritual - Força do Pensameto
Aula 1 - Introdução ao Estudo sobre o Mundo Espiritual - Força do PensametoAula 1 - Introdução ao Estudo sobre o Mundo Espiritual - Força do Pensameto
Aula 1 - Introdução ao Estudo sobre o Mundo Espiritual - Força do Pensameto
 
Aparelhos utilizados em reunião mediunica.pptx
Aparelhos utilizados em reunião mediunica.pptxAparelhos utilizados em reunião mediunica.pptx
Aparelhos utilizados em reunião mediunica.pptx
 
SONO E SONHOS VISÃO ESPIRITA
SONO E SONHOS VISÃO ESPIRITASONO E SONHOS VISÃO ESPIRITA
SONO E SONHOS VISÃO ESPIRITA
 
Assistência espiritual, obsessão e desobsessão
Assistência espiritual, obsessão e desobsessãoAssistência espiritual, obsessão e desobsessão
Assistência espiritual, obsessão e desobsessão
 
1a. aula o que é umbanda e amaci
1a. aula  o que é umbanda e amaci1a. aula  o que é umbanda e amaci
1a. aula o que é umbanda e amaci
 
Seminário Perispírito II USE Piracicaba
Seminário Perispírito II USE PiracicabaSeminário Perispírito II USE Piracicaba
Seminário Perispírito II USE Piracicaba
 
3 ano cem
3 ano cem3 ano cem
3 ano cem
 
3 ano cem
3 ano cem3 ano cem
3 ano cem
 
Estudo Sistematizado da Mediunidade
Estudo Sistematizado da Mediunidade Estudo Sistematizado da Mediunidade
Estudo Sistematizado da Mediunidade
 
Reiki nivel-i-shoden-ic1
Reiki nivel-i-shoden-ic1Reiki nivel-i-shoden-ic1
Reiki nivel-i-shoden-ic1
 
24 fluidos-percepção e análise
24 fluidos-percepção e análise24 fluidos-percepção e análise
24 fluidos-percepção e análise
 
Magia E Os Tipos De Rituais
Magia E Os Tipos De RituaisMagia E Os Tipos De Rituais
Magia E Os Tipos De Rituais
 

Mais de Graça Maciel

Missao dos Espiritas
Missao dos EspiritasMissao dos Espiritas
Missao dos Espiritas
Graça Maciel
 
Regeneração da humanidade
Regeneração da humanidadeRegeneração da humanidade
Regeneração da humanidade
Graça Maciel
 
Regeneração da humanidade
Regeneração da humanidadeRegeneração da humanidade
Regeneração da humanidade
Graça Maciel
 
Obsessão por fascinação - parte 4
Obsessão por fascinação - parte 4Obsessão por fascinação - parte 4
Obsessão por fascinação - parte 4
Graça Maciel
 
Obsessão por fascinação - parte 3
Obsessão por fascinação - parte 3Obsessão por fascinação - parte 3
Obsessão por fascinação - parte 3
Graça Maciel
 
Obsessão por fascinação - parte 2
Obsessão por fascinação - parte 2Obsessão por fascinação - parte 2
Obsessão por fascinação - parte 2
Graça Maciel
 
Obsessão por fascinação - parte 1
Obsessão por fascinação - parte 1Obsessão por fascinação - parte 1
Obsessão por fascinação - parte 1
Graça Maciel
 
Missão dos espíritas
Missão dos espíritasMissão dos espíritas
Missão dos espíritas
Graça Maciel
 
Não vim destruir a lei
Não vim destruir a leiNão vim destruir a lei
Não vim destruir a lei
Graça Maciel
 
Pecado por pensamento
Pecado por pensamentoPecado por pensamento
Pecado por pensamento
Graça Maciel
 
Amai os vossos inimigos
Amai  os  vossos  inimigosAmai  os  vossos  inimigos
Amai os vossos inimigos
Graça Maciel
 
Ação da prece
Ação da preceAção da prece
Ação da prece
Graça Maciel
 
Pressentimentos
PressentimentosPressentimentos
Pressentimentos
Graça Maciel
 
Adoração
AdoraçãoAdoração
Adoração
Graça Maciel
 
Ajuda-te a ti mesmo que o céu te ajudará
Ajuda-te a ti mesmo que o céu te ajudaráAjuda-te a ti mesmo que o céu te ajudará
Ajuda-te a ti mesmo que o céu te ajudará
Graça Maciel
 
Pensamento benévolo
Pensamento benévoloPensamento benévolo
Pensamento benévolo
Graça Maciel
 
Missão dos Pais
Missão dos PaisMissão dos Pais
Missão dos Pais
Graça Maciel
 
Obsessão nos grupos espíritas
Obsessão nos grupos espíritasObsessão nos grupos espíritas
Obsessão nos grupos espíritas
Graça Maciel
 
Consolador prometido
Consolador prometidoConsolador prometido
Consolador prometido
Graça Maciel
 
O mau pensamento como se reconhece
O mau pensamento como se reconheceO mau pensamento como se reconhece
O mau pensamento como se reconhece
Graça Maciel
 

Mais de Graça Maciel (20)

Missao dos Espiritas
Missao dos EspiritasMissao dos Espiritas
Missao dos Espiritas
 
Regeneração da humanidade
Regeneração da humanidadeRegeneração da humanidade
Regeneração da humanidade
 
Regeneração da humanidade
Regeneração da humanidadeRegeneração da humanidade
Regeneração da humanidade
 
Obsessão por fascinação - parte 4
Obsessão por fascinação - parte 4Obsessão por fascinação - parte 4
Obsessão por fascinação - parte 4
 
Obsessão por fascinação - parte 3
Obsessão por fascinação - parte 3Obsessão por fascinação - parte 3
Obsessão por fascinação - parte 3
 
Obsessão por fascinação - parte 2
Obsessão por fascinação - parte 2Obsessão por fascinação - parte 2
Obsessão por fascinação - parte 2
 
Obsessão por fascinação - parte 1
Obsessão por fascinação - parte 1Obsessão por fascinação - parte 1
Obsessão por fascinação - parte 1
 
Missão dos espíritas
Missão dos espíritasMissão dos espíritas
Missão dos espíritas
 
Não vim destruir a lei
Não vim destruir a leiNão vim destruir a lei
Não vim destruir a lei
 
Pecado por pensamento
Pecado por pensamentoPecado por pensamento
Pecado por pensamento
 
Amai os vossos inimigos
Amai  os  vossos  inimigosAmai  os  vossos  inimigos
Amai os vossos inimigos
 
Ação da prece
Ação da preceAção da prece
Ação da prece
 
Pressentimentos
PressentimentosPressentimentos
Pressentimentos
 
Adoração
AdoraçãoAdoração
Adoração
 
Ajuda-te a ti mesmo que o céu te ajudará
Ajuda-te a ti mesmo que o céu te ajudaráAjuda-te a ti mesmo que o céu te ajudará
Ajuda-te a ti mesmo que o céu te ajudará
 
Pensamento benévolo
Pensamento benévoloPensamento benévolo
Pensamento benévolo
 
Missão dos Pais
Missão dos PaisMissão dos Pais
Missão dos Pais
 
Obsessão nos grupos espíritas
Obsessão nos grupos espíritasObsessão nos grupos espíritas
Obsessão nos grupos espíritas
 
Consolador prometido
Consolador prometidoConsolador prometido
Consolador prometido
 
O mau pensamento como se reconhece
O mau pensamento como se reconheceO mau pensamento como se reconhece
O mau pensamento como se reconhece
 

Último

Especialidade Arqueologia Bíblica.pptx
Especialidade  Arqueologia  Bíblica.pptxEspecialidade  Arqueologia  Bíblica.pptx
Especialidade Arqueologia Bíblica.pptx
AlexandreJr7
 
grabovoi apostila.pdf FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
grabovoi apostila.pdf  FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃOgrabovoi apostila.pdf  FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
grabovoi apostila.pdf FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
luartfelt
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - RevidesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Ricardo Azevedo
 
Angelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.ppt
Angelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.pptAngelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.ppt
Angelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.ppt
mfixa3824
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
Marta Gomes
 
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptxBatismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
nadeclarice
 
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptxO MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
valneirocha
 
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Celso Napoleon
 
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdfauxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
EzeirAlvesdaSilva
 
3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia
3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia
3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia
OBrasilParaCristoRad
 
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
PIB Penha
 
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdfBiblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
AndreyCamarini
 
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
AlailzaSoares1
 
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.pptEncontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
SanturioTacararu
 
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
DavidBertelli3
 
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
Nilson Almeida
 
3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)
3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)
3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)
PIB Penha
 
5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...
5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...
5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...
PIB Penha
 
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyugcontrole-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
AntonioMugiba
 
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
PIB Penha
 

Último (20)

Especialidade Arqueologia Bíblica.pptx
Especialidade  Arqueologia  Bíblica.pptxEspecialidade  Arqueologia  Bíblica.pptx
Especialidade Arqueologia Bíblica.pptx
 
grabovoi apostila.pdf FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
grabovoi apostila.pdf  FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃOgrabovoi apostila.pdf  FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
grabovoi apostila.pdf FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - RevidesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
 
Angelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.ppt
Angelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.pptAngelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.ppt
Angelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.ppt
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
 
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptxBatismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
 
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptxO MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
 
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
 
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdfauxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
 
3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia
3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia
3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia
 
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
 
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdfBiblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
 
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
 
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.pptEncontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
 
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
 
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
 
3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)
3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)
3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)
 
5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...
5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...
5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...
 
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyugcontrole-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
 
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
 

Concentração Aura e Irradiação

  • 2. CONCENTRAÇÃO Concentração é o ato pelo qual fechamos as portas da mente ao exterior e orientamos nossa atividade interiormente para determinado objetivo. Page 2
  • 3. Ela é muito importante no trabalho mediúnico, para alcan­çar a comunhão com o plano espiritual, individual ou coleti­vamente. Page 3
  • 4. PARA UMA BOA CONCENTRAÇÃO Uma boa concentração não se improvisa, pois é o resultado do pensamento e da vontade bem exercitados usualmente. Page 4
  • 5. Para chegar a um bom nível de concentração, é recomen­dável. Constantemente Cultivar bons hábitos, leituras e diversões sadias (evitar leituras, filmes, ou programas de televisão de teor negativo, isto é, fúteis, imorais, deprimentes), procurar tudo que favo­reça a elevação da mente, exercitar os bons sentimentos. Page 5
  • 6. No dia da reunião Desde o levantar, de manhã, usar a prece; ter em mente o trabalho espiritual de que irá participar mais tarde e a impor­tância desse compromisso; evitar emoções violentas, atritos, contrariedades e discussões que levam à exaltação de ânimo (para tanto, exercitar a paciência e a humildade); fugir ao que pode levar à tensão, procurar manter o equilíbrio físico e espiritual. Page 6
  • 7. Na hora da reunião 1) Quanto ao físico Estar higienizado e vestido com discrição e sobriedade; evitar roupas e calçados que apertem, e perfumes fortes (para não perturbar os outros). Page 7
  • 8. Sentar­se em posição cômoda, sem contrair músculos, e respirar calmamente. (O objetivo é facilitar o bem­estar físi­co, nunca, porém, o desalinho de atitudes, o relaxamento das boas maneiras). Evitar mexer­se muito, bocejar ou fazer movimentos e ruídos que incomodem os demais participantes. Page 8
  • 9. 2) Quanto ao psíquico a) Abstrair­se dos estímulos exteriores (sons, luzes, movi­mentos); b) Serenar o íntimo, esquecendo preocupações pessoais; c) Sentir­se fraterno e solidário com os demais participan­tes; Page 9
  • 10. d) Focalizar os objetivos da reunião; ­ Pensar na importância e responsabilidade do ato de, voluntariamente, ativar o intercâmbio mediúnico; ­ Lembrar que o objetivo da sessão é aprender e servir, socorrer e socorrer­se, dentro das leis divinas. e) Orar e buscar sintonia com os espíritos superiores. Page 10
  • 11. Com a concentração, pouco a pouco, se acalmam as in­quietudes e agitações e passam a ser liberados fluidos e ener­gias positivos, que as mentes de encarnados e desencarnados, em união, trabalham e conduzem num único sentido. Page 11
  • 12. Quando a conjugação atinge o nível necessário, estabele­ceu­se a ligação entre o Céu e a Terra, num sublime fluxo de forças fluídicas. Page 12
  • 13. O intercâmbio mediúnico se faz, então, ensejando a en­carnados e desencarnados o conforto e o esclarecimento, o despertar e a renovação, o dar e o receber. Page 13
  • 14. A esse processo de ligação espiritual é que popularmente se chama "formar a corrente". Ela não depende de fórmulas, rituais, vestes especiais ou lugares determinados ao redor da mesa. Somente quando ela se faz é que a reunião em verdade foi "aberta", pois somente então se inicia a comunhão harmo­niosa entre os dois planos. Page 14
  • 15. Quem estiver em concentração, oração e doação, tornar­ se­á um elo vivo na corrente espiritual formada. Quem se alhear, refratário e improdutivo, dela não participará, ainda que fisicamente se encontre no recinto e, até mesmo, senta­do à mesa mediúnica. Page 15
  • 16. Mantendo a vibração "Aberta" a reunião, o ambiente fluídico precisará ser man­tido, sustentado em todo o decorrer do trabalho. Page 16
  • 17. Para tanto, cada participante deve: *Cuidar de estar sempre concentrado nos objetivos da reunião; *Orar e doar vibrações quer em favor dos companheiros do grupo, quer em apoio ao trabalho dos bons espíritos, quer em socorro a entidades espirituais necessitadas. Page 17
  • 18. Um bom meio é: 1 ­ Mentalizar as criaturas ligadas à reunião, encarnadas ou desencarnadas, endereçando­ lhes pensamentos bons e envolvendo­as em sentimentos fraternos; Page 18
  • 19. 2­ Ficar meditando em tudo que é bom e digno diante de Deus (caridade, fé, esperança, alegria, resignação etc.) e pro­curar emanar forças fluídicas benéficas, que os bons espíritos utilizarão em benefício geral. Page 19
  • 20. *Concentrar­se e manter a vibração normalmente não can­sa, porque produz um estado de alma elevado, no qual rece­ bemos permuta de fluidos superiores pelos que emitimos; e podemos ir variando o tema de nossas vibrações. Page 20
  • 21. *Se sentirmos cansaço, é porque alguma falha há em nosso modo de concentrar e vibrar (estamos tensos, aflitos etc.), ou então o ambiente sofre grandes interferências contrárias. Page 21
  • 22. Avaliação: 1. Que é concentração? 2. Por que ela é importante no trabalho mediúnico? 3. Que fará você, quanto ao psíquico, na hora da reunião, para se concentrar? Page 22
  • 23. Bibliografia: Page 23
  • 24.   AURA E IRRADIAÇÃO Tão natural e automaticamente como absorvemos os flui­dos, também os emanamos, os irradiamos. Page 24
  • 25.  AURA ­ Com os seus pensamentos e sentimentos habituais, o es­pírito (encarnado ou não) influi sobre os fluidos do seu perispírito e lhes dá características próprias. Como está sempre emanando esses fluidos, eles o envol­vem e o acompanham em todos os seus movimentos. Page 25
  • 26. É o que chamamos de aura, ou "atmosfera individual" (Allan Kardec), ou, ainda, como diz André Luiz: "túnica de forças eletromagnéticas", "hálito mental". No desencarnado, a aura é resultante das emanações perispirituais, somente. Page 26
  • 27. No encarnado, o perispírito não fica circunscrito pelo corpo, irradia ao seu derredor, formando como que um halo ao redor do corpo físico. A aura do encarnado, então, é o resultado da difusão dos campos energéticos que partem do perispírito, envolvendo­se com o manancial de irradia­ções das células físicas. Page 27
  • 28. Segundo o Dr. Walter Kilner (The Human Aura), citado por Hermínio C. Miranda, os cadáveres não apresentam a aura nem as pessoas em hipnose (estão em desdobramento), e ela perde a nitidez em pessoas enfermas ou desmaiadas. Page 28
  • 29. Exame de aura Normalmente, a aura é um campo biológico bem estrutu­rado e apresenta um sistema ordenado de emissão e recepção. Sua tonalidade, forma, luminosidade, sensações que cau­sa, guardam relação com a situação física ou espiritual de quem a produz. Page 29
  • 30. Para avaliar as condições dos encarnados como dos desen­ carnados, é possível examinar a aura, seja por clarividên­cia (fenômeno anímico) ou por vidência (via mediúnica). Page 30
  • 31. É preciso lembrar, porém, que nossa observação da aura pode retratar um estado momentâneo, que talvez logo venha a se modificar, porque as irradiações da aura variam no aspecto, cor, amplitude, em face: Page 31
  • 32. ­ dos graus evolutivos; ­ dos estados anormais (transe) e patológicos; ­das condições emocionais de sensibilidade, percep­ção e doação magnética.   Page 32
  • 33. *Observações: Nas alterações causadas por distúrbios nervosos tran­sitórios (ciática, herpes etc.), após a cura, a aura gra­dualmente se refaz, retorna ao normal. Mas em algumas doenças nervosas severas (epilepsia, histeria, hemiplegia), se instaladas, as alterações da aura podem ser permanentes. Page 33
  • 34. Também influem sobre a aura todos os hábitos que aviltem a mente ou esgotem os nervos (alimentação ina­dequada, álcool, drogas etc.). Page 34
  • 35. Para verificar a aura dos encarnados, existe a kirliangrafia (processo de fotografias feitas em campos de alta frequência, descoberto e desenvolvido pelo casal Kirlian, em Alma­Ata, na Rússia). Page 35
  • 36. Todavia é um processo ainda em fase de pesquisas e defi­nições. Não devemos confundir aura com efeito corona (fenô­meno eletrofísico comum), que é observado até nos mine­rais e resulta da fuga da alta frequência e voltagem para as bordas da superfície do corpo material em que incide, e que não apresenta as imensas variações do campo áurico huma­no (opacidade, brilhos e cores). Page 36
  • 37. De aura para aura Cada pessoa está sempre irradiando o que realmente é e impregnando com seu fluido particular as coisas, o ambiente, e influindo sobre quem lhe aceite a tonalidade energética. Page 37
  • 38. Por meio das irradiações de sua aura, a criatura "estende a própria influência que, à feição do campo proposto por Einstein, diminui com a distância do fulcro consciencial emissor", ou seja, o próprio ser "tornando­se cada vez me­nor, mas a espraiar­se no Universo infinito". (André Luiz, Mecanismos da Mediunidade, cap. X.) Page 38
  • 39. As diferentes auras encontram­se, cruzam­se, misturam­ se sem, contudo, se confundirem. Page 39
  • 40. E, pelas qualidades particulares dos seus fluidos, se har­monizam ou se repelem, causando impressão agradável ou desagradável (ex.: simpatia ou antipatia). Certos espíritos são atraídos e imantados pela aura do en­carnado. Page 40
  • 41. Percepção fluídica Ao tomar contato com a irradiação, com a aura de alguém, as pessoas sensíveis podem perceber se os fluidos são bons ou não e, até, captar suas intenções e sentimentos. Page 41
  • 42. Pode­se perceber, também, o ambiente fluídico local, isto é, o conjunto formado pelas emanações fluídicas dos encarna­dos e desencarnados presentes. Page 42
  • 43. PROJETO IMAGEM No médium em transe, essa percepção ocorre em maior grau, porque se acentua a exteriorização do seu perispírito, suas faculdades espirituais estão mais livres e ele está em maior vibração. Page 43  
  • 44. Como distinguir os fluidos A prática nos ensinará a diferenciar os vários tipos de espíritos, segundo os fluidos que irradiam. Page 44
  • 45. De modo geral, porém: ­ os bons fluidos são leves, agradáveis, suaves, calmos; dão sensação de bem­estar geral e euforia espiritual;   Page 45
  • 46. ­ os maus fluidos são pesados, desagradáveis, violentos, desarmônicos; dão sensação de mal­estar geral, ansiedade, desassossego, nervosismo, cabeça pesada, pálpebras chum­badas, bocejos frequentes e arrepios.   Page 46
  • 47. *Observação: Às vezes, a pessoa sente mal­estar assim por sua própria desarmonia, sem que espírito algum a esteja perturbando. Page 47
  • 48. Assimilação fluídica Não basta perceber e identificar os tipos de fluidos. É preciso saber como absorvê­los, quando bons, e rechaçá­los, quando maus. Page 48
  • 49. Para absorver os fluidos, basta vibrarmos na mesma fai­ xa. Para repelir fluidos maus: firmar o pensamento no bem e irradiar bons fluidos. Page 49
  • 50. *Observação: Haverá casos em que, embora os fluidos sejam maus, o médium precisa servir de intermediário ao espírito, para que seja socorrido, esclarecido. Nesse caso, não o rechaçará, mas, embora sentindo­lhe a atmosfera fluídica difícil, procurará manter seu próprio equilíbrio es­ piritual e envolver o comunicante em vibração fraterna, mas firme. Page 50  
  • 51. Irradiação a distância Podemos fazer uma irradiação consciente e voluntaria­mente, projetando nosso pensamento e sentimento, movi­mentando forças psíquicas, em favor de alguém. E podemos fazer isso, mesmo a distância.   Page 51
  • 52. Condições de quem irradia Somente pode dar alguma coisa boa aquele que a possui. Os bons sentimentos, os bons pensamentos, os bons atos vão plasmando na "atmosfera espiritual" da pessoa uma tonali­dade vibratória e uma quantidade de fluidos agradáveis e sa­lutares que poderão ser mobilizados, pela vontade dirigida. Page 52
  • 53. As condições básicas para se realizar uma boa irradiação são as mesmas que para os passistas: frugalidade na alimen­tação, abster­se dos vícios (álcool, fumo etc.); evitar conver­sação de baixo palavreado e de imagens pouco dignas; domi­nar os sentimentos passionais e instintivos; procurar ter com­portamento cristão. Assim, disporá de elementos fluídicos de boa qualidade para transmitir aos necessitados. Page 53
  • 54. Técnica a ser seguida Quem vai fazer a irradiação deve: 1­Concentrar­se e orar (para ficar em condições de agir e obter assistência espiritual superior). Page 54
  • 55. 2­Focalizar com o pensamento o objeto de sua irradia­ção (pessoa, coletividade, local). 3­Pela vontade, emitir o que deseja transmitir (paz, con­forto, coragem, saúde, equilíbrio, paciência etc.). *Se a irradiação for feita em grupo, é preciso que todos ajam ao mesmo tempo e para o mesmo fim. Page 55
  • 56. Quanto aos resultados da irradiação Não será por pedirmos e mentalizarmos em favor de mui­ tos que conseguiremos atendimento em tudo e para todos, porque: Page 56
  • 57. Embora cada um de nós movimente uma certa quanti­dade de fluidos ou forças magnéticas, psíquicas e espirituais, de que pode dispor para doar; e essas forças possam ser ajuntadas com as do mundo espiritual e depois carreadas para o seu objetivo; elas também estão submetidas à lei das proporções e seus efeitos têm limites naturais. Page 57
  • 58. Mas as irradiações feitas com amor e boa vontade sem­pre são benéficas. Sua maior ou menor assimilação, porém, dependerá da pessoa por quem irradiamos. Page 58
  • 59. PROJETO IMAGEM Numa vibração geral (em que não se determina alguém como beneficiário), o potencial fluídico oferecido será apro­veitado pelos bons espíritos no que for mais necessário e conveniente, segundo as leis divinas. Page 59
  • 60. Avaliação: 1­Que é aura? 2­Como se distinguem os fluidos bons dos maus? 3­Como reagir aos maus fluidos? Page 60
  • 61. Bibliografia: Page 61
  • 62. Bibliografia: De Hermínio C. Miranda: ­Diversidade dos Carismas, vol. II. De Marlene R. S. Nobre: ­A Obsessão e Suas Máscaras, parte 2, cap. V. De Ostolfo Olegário de Oliveira Filho: ­"As Radiações e Sua Técnica", O Imortal, abril/1996. De Therezinha Oliveira ­Fluidos e Passes, Segunda Unidade, 12ª aula. 62 Page

Notas do Editor

  1. *Hermínio Correa de Miranda nasceu no dia 5 de janeiro de 1920, em Volta Redonda-RJ. Formou-se em ciências contábeis e trabalhou na Companhia Siderúrgica Nacional até se aposentar. Seu trabalho o levou a viver cinco anos em Nova Iorque, EUA, onde aprimorou seu inglês e tornou-se exímio tradutor dessa língua. Seu primeiro livro, Diálogo com as sombras, foi publicado em 1976. Depois vieram mais trinta títulos. A maioria se tornou best-seller e seus direitos autorais foram cedidos a instituições filantrópicas. Hermínio é um respeitado pesquisador, escritor, tradutor e homem de bem. *Algumas obras de "Miranda, Hermínio C." na loja: Cátaros e a Heresia Católica, Os Com Quem tu Andas? Diálogo com as Sombras Diversidade dos Carismas - Volume Único Hatte - A História Triste Vol. II Jesus - A História Triste Vol. III Mãos de Minha Irmã, As (Histórias que os Espíritos Contaram) Memória e o Tempo, A Nossos Filhos São Espíritos Panda - A História Triste Vol. I
  2. Efeito corona: O efeito corona normalmente aparece nas superfícies dos condutores das linhas de transmissões de energia elétrica, em conseqüência dos níveis de tensões de operação, das configurações de fixação dos condutores e das condições climáticas onde estão construídas. Esse efeito ocorre devido às partículas de ar, de poeiras e a alta umidade (vapor dágua) encontrada em torno dos condutores, que quando submetido a um campo elétrico muito elevado e intenso, tornam-se ionizadas e, como conseqüências, emitem   luz.