COMUNICAÇÃO E O
TERCEIRO SETOR
DISCENTES
ADILES GOES

GABRIELA DIAS
GRAZIELE PINHEIRO
KELLY LEAL

LAIANE SANTANA
Em 2010, havia 290,7 mil Fundações Privadas e
Associações sem Fins Lucrativos no Brasil e estavam
empregadas, em 2010, 2,1 milhões de pessoas.
(fonte: IBGE).

Laiane Santana
TERCEIRO SETOR
É composto de organizações sem fins lucrativos criadas e
mantidas com participação voluntária, dando continuidade
ás práticas tradicionais de caridade, à incorporação do
conceito de cidadania, atuando a serviço dos interesses
coletivos.

Laiane Santana
O terceiro setor se destina a enfrentar os grandes problemas
nacionais, por outro lado...

Apontam-se essa proposta como artimanha para abrandar as
responsabilidades que cabem ao Estado e ás própria
empresas dentro de suas áreas de competências.
Laiane Santana
COMUNICAÇÃO DE EMPRESAS COM O TERCEIRO
SETOR
São incluídos os Institutos, fundações, os programas sociais desenvolvidos (ou

apoiados) diretamente por empresas
(“responsabilidade social” ou “empresa
cidadã”).
-Uma boa estratégia para superar a performance
da concorrência e manter confortavelmente
a geração de lucros.

Laiane Santana
COMO SEPARAR OS INTERESSES MERCADOLÓGICOS
DAS INTITUIÇÕES SOCIAIS QUE AS EMPRESAS MANTÊM?

Em resumo é impossível separar os interesses
mercadológicos daqueles enunciados sendo
necessário observar as intenções unicamente
voltadas para o interesse público que escondem
as verdadeiras motivações das grandes
corporações.

Laiane Santana
COMUNICAÇÃO DOS PODERES PÚBICOS COM O
TERCEIRO SETOR
Passou a fornecer informações em abundância (assessorias de comunicação,
canais de televisão legislativa, do judiciário e do governo federal) e também
abriu canais para ouvir a sociedade que facilita a participação popular
(ouvidorias, discussões públicas, programas de comunicação e cultura).

O poder público tem obrigação de prestar contas à sociedade e ao cidadão,
razão de sua existência.

Laiane Santana
Há quem diga também...

Que muitos políticos (governo) tem usado as organizações sem fins
lucrativos para desviar verbas, para ter boa imagem... Enfim por
interesses próprios....

Laiane Santana
COMUNICAÇÃO DAS ONGS, MOVIMENTOS SOCIAIS,
ASSOCIAÇÕES COMUNITÁRIAS E SIMILARES
Desenvolvem atividades de promoção humana que vão da caridade e filantropia até

programas que incentivam o desenvolvimento da cidadania individual e coletiva em
todas as suas dimensões.

São centradas no compromisso com a redução das desigualdades, de modo a resolver,
ou pelo menos, amenizar problemas graves que afetam grandes segmentos
populacionais.

Laiane Santana
DIVERSIDADES E PERSPECTIVAS

No que se refere à comunicação, os projetos
sociais de empresas e das fundações por
ela mantidas, as motivações não se
resumem a “fazer o bem” ou a
“cumular responsabilidade social”.

Adiles Goes
DIVERSIDADE E PERSPECTIVAS
Técnicas Comunicacionais: Podem tornar
mais efetivas as atividade é ética empresarias;
Importância e vantagens do uso da comunicação por organizações da

sociedade civil sem fins
lucrativos;

Adiles Goes
COMUNICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES E MOVIMENTOS
SOCIAS-PROCESSO COMUNICATIVO

Nesse processo, a comunicação, especialmente as relações
públicas, se concretiza nos relacionamentos dentro das
organizações e também com os outros tipos de público.

Adiles Goes
PROCESSO COMUNICATIVO VISAM:
 Mobilizar

os segmentos beneficiário da ação;

 Efetivar as

mudanças pretendidas;

 Angariar apoio
 Instruir e

e recursos financeiros;

motivar a ação de voluntários;

 Prestar

contas das atividades desenvolvidas e das
conquistas obtidas;

Adiles Goes
ESTRATÉGIAS DA COMUNICAÇÃO NO TERCEIRO SETOR

Os espaços da comunicação no âmbito das organizações do
terceiro são:
Comunicação institucional – Das organizações para seus
públicos e a sociedade.

Comunicação mobilizadora – Se entrelaça às atividades
concretas de promoção da cidadania.
ESTRATÉGIAS DA COMUNICAÇÃO NO TERCEIRO SETOR

Estratégia é a transformação da sociedade,
mas para sua efetivação é necessário dar
passos concretos na direção da ação
coletiva social por meio do conhecimento

especializado e dos canais de comunicação.

Adiles Goes
NOÇÕES DE PÚBLICOS NAS ORGANIZAÇÕES SEM FINS
LUCRATIVOS
São categorias específicas para a definição de públicos “metas”, para a preparação de

estratégias de comunicação ou seja “para quem” está se dirigindo a mensagem.

Público Provedor (Doadores, apoiadores, fornecedores, reguladores).
Público Interno (Funcionários, e seus familiares)

Público Agente (Voluntários, conselheiros, parceiros, fornecedores).

Gabriela Dias
Público Externo (Clientes e público em geral).
Público Meio (Equipe, voluntários e membros).
Público Alimentador (Provedores de recursos e de legitimidade)
Público Fim (Os “clientes” ou “consumidores” dos serviços e produtos da
OSC).

Gabriela Dias
NOÇÕES DE PÚBLICAS NAS ORGANIZAÇÕES SEM
FINS LUCRATIVOS
Classificações dos Públicos de uma organização da sociedade civil sem
fins lucrativos - Natureza do vínculo:
A)

Beneficiários: Pessoas e instituições que podem ser localizadas dentro
do âmbito espacial que o projeto delimita para sua atuação.

B)

Legitimadores: grupo de pessoas ou instituições que, localizadas
dentro do âmbito espacial do projeto, não apenas se beneficiam com o
seus resultados, mas também, possuindo informações acerca de sua
existência e operação, são capazes de reconhecê-lo e julgá-lo como
útil e importante, podendo se converter em colaboradores diretos em
qualquer tempo.
Kelly Leal
Kelly Leal
NOÇÕES DE PÚBLICOS NAS ORGANIZAÇÕES SEM FINS
LUCRATIVOS

Classificações dos Públicos de uma organização da sociedade civil sem fins
lucrativos – quanto a representatividade:
A) Beneficiários: pessoas a quem a ação direta da organização se destina, ou melhor,
são a razão de ser da mesma;
B) Colaboradores: funcionários, voluntários e suas famílias;
C) Vizinhança: comunidade, onde estão inseridas a sede e a ação principal da
organização;

Kelly Leal
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Como se pode observar, há grande diversidade de iniciativas no empreendedorismo
no âmbito do terceiro setor, que vão da aplicação do “marketing social” direto de
empresas e passa pela ação política de institutos empresarias empenhados em mudar

a mentalidade arcaica de empresários e até mesmo provocar ações “ de responsabilidade
social”, visando minimizar as carências da população para que a “modernidade” e o “
progresso” sejam alcançados.
A falta de conhecimento técnicos e conceituais levam as organizações do terceiro
setor a enfrentar sérias dificuldades financeiras e administrativas, a planejamentos
errados.
Kelly Leal

Comunicaçao

  • 1.
  • 2.
    DISCENTES ADILES GOES GABRIELA DIAS GRAZIELEPINHEIRO KELLY LEAL LAIANE SANTANA
  • 3.
    Em 2010, havia290,7 mil Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos no Brasil e estavam empregadas, em 2010, 2,1 milhões de pessoas. (fonte: IBGE). Laiane Santana
  • 4.
    TERCEIRO SETOR É compostode organizações sem fins lucrativos criadas e mantidas com participação voluntária, dando continuidade ás práticas tradicionais de caridade, à incorporação do conceito de cidadania, atuando a serviço dos interesses coletivos. Laiane Santana
  • 5.
    O terceiro setorse destina a enfrentar os grandes problemas nacionais, por outro lado... Apontam-se essa proposta como artimanha para abrandar as responsabilidades que cabem ao Estado e ás própria empresas dentro de suas áreas de competências. Laiane Santana
  • 6.
    COMUNICAÇÃO DE EMPRESASCOM O TERCEIRO SETOR São incluídos os Institutos, fundações, os programas sociais desenvolvidos (ou apoiados) diretamente por empresas (“responsabilidade social” ou “empresa cidadã”). -Uma boa estratégia para superar a performance da concorrência e manter confortavelmente a geração de lucros. Laiane Santana
  • 8.
    COMO SEPARAR OSINTERESSES MERCADOLÓGICOS DAS INTITUIÇÕES SOCIAIS QUE AS EMPRESAS MANTÊM? Em resumo é impossível separar os interesses mercadológicos daqueles enunciados sendo necessário observar as intenções unicamente voltadas para o interesse público que escondem as verdadeiras motivações das grandes corporações. Laiane Santana
  • 9.
    COMUNICAÇÃO DOS PODERESPÚBICOS COM O TERCEIRO SETOR Passou a fornecer informações em abundância (assessorias de comunicação, canais de televisão legislativa, do judiciário e do governo federal) e também abriu canais para ouvir a sociedade que facilita a participação popular (ouvidorias, discussões públicas, programas de comunicação e cultura). O poder público tem obrigação de prestar contas à sociedade e ao cidadão, razão de sua existência. Laiane Santana
  • 11.
    Há quem digatambém... Que muitos políticos (governo) tem usado as organizações sem fins lucrativos para desviar verbas, para ter boa imagem... Enfim por interesses próprios.... Laiane Santana
  • 12.
    COMUNICAÇÃO DAS ONGS,MOVIMENTOS SOCIAIS, ASSOCIAÇÕES COMUNITÁRIAS E SIMILARES Desenvolvem atividades de promoção humana que vão da caridade e filantropia até programas que incentivam o desenvolvimento da cidadania individual e coletiva em todas as suas dimensões. São centradas no compromisso com a redução das desigualdades, de modo a resolver, ou pelo menos, amenizar problemas graves que afetam grandes segmentos populacionais. Laiane Santana
  • 14.
    DIVERSIDADES E PERSPECTIVAS Noque se refere à comunicação, os projetos sociais de empresas e das fundações por ela mantidas, as motivações não se resumem a “fazer o bem” ou a “cumular responsabilidade social”. Adiles Goes
  • 15.
    DIVERSIDADE E PERSPECTIVAS TécnicasComunicacionais: Podem tornar mais efetivas as atividade é ética empresarias; Importância e vantagens do uso da comunicação por organizações da sociedade civil sem fins lucrativos; Adiles Goes
  • 16.
    COMUNICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕESE MOVIMENTOS SOCIAS-PROCESSO COMUNICATIVO Nesse processo, a comunicação, especialmente as relações públicas, se concretiza nos relacionamentos dentro das organizações e também com os outros tipos de público. Adiles Goes
  • 17.
    PROCESSO COMUNICATIVO VISAM: Mobilizar os segmentos beneficiário da ação;  Efetivar as mudanças pretendidas;  Angariar apoio  Instruir e e recursos financeiros; motivar a ação de voluntários;  Prestar contas das atividades desenvolvidas e das conquistas obtidas; Adiles Goes
  • 19.
    ESTRATÉGIAS DA COMUNICAÇÃONO TERCEIRO SETOR Os espaços da comunicação no âmbito das organizações do terceiro são: Comunicação institucional – Das organizações para seus públicos e a sociedade. Comunicação mobilizadora – Se entrelaça às atividades concretas de promoção da cidadania.
  • 20.
    ESTRATÉGIAS DA COMUNICAÇÃONO TERCEIRO SETOR Estratégia é a transformação da sociedade, mas para sua efetivação é necessário dar passos concretos na direção da ação coletiva social por meio do conhecimento especializado e dos canais de comunicação. Adiles Goes
  • 21.
    NOÇÕES DE PÚBLICOSNAS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS São categorias específicas para a definição de públicos “metas”, para a preparação de estratégias de comunicação ou seja “para quem” está se dirigindo a mensagem. Público Provedor (Doadores, apoiadores, fornecedores, reguladores). Público Interno (Funcionários, e seus familiares) Público Agente (Voluntários, conselheiros, parceiros, fornecedores). Gabriela Dias
  • 22.
    Público Externo (Clientese público em geral). Público Meio (Equipe, voluntários e membros). Público Alimentador (Provedores de recursos e de legitimidade) Público Fim (Os “clientes” ou “consumidores” dos serviços e produtos da OSC). Gabriela Dias
  • 23.
    NOÇÕES DE PÚBLICASNAS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS Classificações dos Públicos de uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos - Natureza do vínculo: A) Beneficiários: Pessoas e instituições que podem ser localizadas dentro do âmbito espacial que o projeto delimita para sua atuação. B) Legitimadores: grupo de pessoas ou instituições que, localizadas dentro do âmbito espacial do projeto, não apenas se beneficiam com o seus resultados, mas também, possuindo informações acerca de sua existência e operação, são capazes de reconhecê-lo e julgá-lo como útil e importante, podendo se converter em colaboradores diretos em qualquer tempo. Kelly Leal
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  • 26.
    NOÇÕES DE PÚBLICOSNAS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS Classificações dos Públicos de uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos – quanto a representatividade: A) Beneficiários: pessoas a quem a ação direta da organização se destina, ou melhor, são a razão de ser da mesma; B) Colaboradores: funcionários, voluntários e suas famílias; C) Vizinhança: comunidade, onde estão inseridas a sede e a ação principal da organização; Kelly Leal
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    CONSIDERAÇÕES FINAIS Como sepode observar, há grande diversidade de iniciativas no empreendedorismo no âmbito do terceiro setor, que vão da aplicação do “marketing social” direto de empresas e passa pela ação política de institutos empresarias empenhados em mudar a mentalidade arcaica de empresários e até mesmo provocar ações “ de responsabilidade social”, visando minimizar as carências da população para que a “modernidade” e o “ progresso” sejam alcançados. A falta de conhecimento técnicos e conceituais levam as organizações do terceiro setor a enfrentar sérias dificuldades financeiras e administrativas, a planejamentos errados. Kelly Leal