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Por: Rangel de Oliveira Costa
Em 30-10-2013
Variabilidade Climática e Mudanças Climáticas
O tempo e o clima
Para falarmos de mudanças climáticas e variabilidade climática é importante sabermos a diferença
entre o tempo e o clima. É muito comum haver confusão entre o que é tempo e o que é clima. Porém,
estes são dois fenômenos diferentes, mesmo que se encontrem inter-relacionados. No dia-a-dia, a previsão
do tempo é a estimativa do que se espera que ocorra em termos de temperatura e de precipitação pluvial
em um curto período. Nesse sentido o tempo está constantemente mudando: em um certo dia pode fazer
sol pela manhã, mas chover pela noite ou podemos ter uma semana chuvosa e outra ensolarada. Já a
sucessão dos tipos de tempo registrados por um determinado período é o clima. Assim, para definir o
clima com maior exatidão, é necessário considerar a média das variáveis climáticas em um longo período.
De acordo com Mozar de Araújo Salvador, meteorologista da Coordenação Geral de
Desenvolvimento e Pesquisa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), para fazer a média do clima
são utilizados dados do período médio de 30 anos. “Já a previsão do tempo é questão de dias, semanas”.
Para o nosso tema, cabe destacar que a mudança do clima influencia a frequência e a intensidade desses
eventos (temperatura, chuvas, etc.).
Mudanças Climáticas
Mudanças climáticas em escala global, sejam naturais ou devidas à atividade humana, podem ser
iniciadas por processos que modificam tanto a quantidade de energia absorvida do Sol quanto a
quantidade de energia infravermelha emitida de volta para o espaço.
Mudanças climáticas podem, portanto, ser iniciadas por variações na energia recebida do Sol,
mudanças nas quantidades e características dos gases de efeito estufa, partículas e nuvens, ou mudanças
na refletividade da superfície da Terra. O desequilíbrio entre a radiação absorvida e emitida como
resultado dessas mudanças pode ser chamado de "forçamento climático" (também conhecido como
"forçamento radiativo") e em unidades de W/m². Um clima com forçamento positivo tenderá a provocar
um aquecimento e um forçamento negativo um resfriamento. Mudanças climáticas agem no sentido de
restabelecer o equilíbrio entre a energia absorvida do Sol e da energia infravermelha emitida para o
espaço.
Em princípio, mudanças climáticas em uma ampla escala de tempo podem surgir a partir de
variações dentro do próprio sistema climático, devido, por exemplo, às interações entre os oceanos e a
atmosfera; colocadas aqui como "variabilidade interna do clima". Tal variabilidade interna pode ocorrer
porque o clima é um exemplo de um sistema caótico: que pode apresentar variações internas complexas
imprevisíveis, mesmo na ausência de forçamentos climáticos discutidos no parágrafo anterior.
Há evidências muito fortes para indicar que mudanças climáticas ocorreram em uma ampla
variedade de ritmos diferentes, de décadas a milhões de anos, e que a atividade humana é uma adição
relativamente recente à lista de possíveis causas das mudanças climáticas.
A alternância entre períodos glaciais e interglaciais, nos últimos poucos milhões de anos, acredita-se
terem sido uma resposta às mudanças nas características da órbita da Terra em torno do Sol. Enquanto
estas levaram a pequenas variações no total de energia recebida do Sol, resultaram em mudanças
significativas na sua distribuição geográfica e sazonal. As grandes mudanças do clima, na movimentação
para dentro e para fora de períodos glaciais, são provas da sensibilidade do clima a mudanças no balanço
energético da Terra, quer sejam atribuíveis a causas naturais ou à atividade humana.
Uma questão central no debate sobre as mudanças climáticas globais é se é possível atribuir o claro
aumento observado de temperatura às atividades antropogênicas e às emissões de gases de efeito estufa.
Nota-se, por intermédio de medidas experimentais, que para todas as regiões do globo os valores
registrados de temperatura somente podem ser explicados a partir da ação das chamadas forçantes
antropogênicas somadas às forçantes naturais. De acordo com os cientistas, esse fato mostra claramente
que as emissões de gases de efeito estufa são os principais responsáveis pelo aumento observado nas
temperaturas das diversas regiões do planeta.
Assim o aumento na concentração de gases de efeito estufa e aerossóis na atmosfera – aliado às
profundas alterações no uso do solo – fornece evidências fortes de que as mudanças ambientais
observadas nos últimos 100 anos são resultantes de uma complexa inter-relação entre ações humanas e
causas naturais. Supõe-se que esses mecanismos estejam alterando de forma contundente os ciclos
biogeoquímicos e afetando o sistema climático do planeta.
As mudanças do clima e o aquecimento global estão inter-relacionados, mas não são o mesmo
fenômeno. Como vimos, é natural que a Terra passe por alterações climáticas, esfriando e esquentando
em diferentes momentos. Em séculos passados, lagos ficaram anos congelados na Europa e longos
períodos de clima estável foram sucedidos por glaciações. Outra confusão comum é pensar que qualquer
evento atípico ou extremo é resultado da mudança do clima. Se, por exemplo, há um inverno muito
rigoroso, ou um período muito quente, isso não significa que esteja ocorrendo uma mudança climática,
pois na história do planeta sempre houve extremos de frio e de calor, independentemente desse tipo de
fenômeno. O maior e mais rápido aumento do nível do mar é provavelmente o que terá profundas
implicações para as comunidades costeiras e nos ecossistemas.
Não é possível determinar exatamente o quanto a Terra vai aquecer ou exatamente como o clima vai
mudar no futuro, mas estimativas cuidadosas das potenciais mudanças e das incertezas associadas têm
sido feitas. Os cientistas continuam a trabalhar para diminuir estas áreas de incerteza. A incerteza pode
funcionar nos dois sentidos, pois as mudanças e seus impactos podem ser menores ou maiores do que os
previstos.
Variabilidade Climática
É importante esclarecer o conceito de variabilidade climática. A ciência descobriu que o clima varia
naturalmente, independentemente das ações antrópicas, ou seja, mesmo que o ser humano não habitasse o
planeta as estações do ano não teriam sempre as mesmas temperaturas. Isso porque, antes de qualquer
coisa, o clima é dependente da intensidade da radiação solar.
A aproximação e o afastamento entre o Sol e a Terra, em determinados ciclos, determinam o maior
ou menor grau de incidência de radiação solar e, portanto, o grau de aquecimento ou resfriamento da
Terra ao longo de períodos históricos.
Especialistas destacam que o impacto da variabilidade climática não é uniforme e que, ao mesmo
tempo em que em algumas partes do planeta há aquecimento, em outras pode estar ocorrendo
esfriamento. Assim, em determinadas regiões, o resultado das mudanças climáticas que estão ocorrendo
atualmente pode ser o de temperaturas mais baixas em algumas épocas do ano. Mesmo assim, a média de
temperatura anual pode ser mais alta. Da mesma forma, em alguns lugares pode chover mais e em outros
menos.
As alterações na temperatura dos oceanos influenciam diretamente a variabilidade climática do
planeta. O fenômeno El Niño-Oscilação do Sul (ENOS), também chamado de Oscilação Decanal do
Pacífico – um ciclo mais longo, que leva de 20 a 30 anos e resulta na variação de temperatura do oceano –
é, atualmente, a principal fonte conhecida de variabilidade climática de curto prazo, escalas estacional e
interanual, com atuação em todo o globo. Destacando-se: as anomalias climáticas extremas relacionadas
com as fases quente (El Niño) e fria (La Niña) do ENOS que apresentam um padrão coerente de
persistência (12 a 18 meses). O ENOS influencia, no caso do Brasil, a parte norte da Região Nordeste e a
parte leste da Amazônia (na faixa tropical) e a Região Sul (na faixa extratropical). Tendo em vista a
possibilidade de quantificação da variabilidade climática associada às fases do fenômeno ENOS,
vislumbra-se uma série de aplicações dessas informações no manejo de culturas, voltadas a reduzir riscos
ou a melhorar o aproveitamento de condições climáticas favoráveis.
O clima de um local ou região varia, em geral, ao longo do ano como consequência do movimento de
translação em torno do Sol - variabilidade sazonal. Muitos elementos climáticos (temperatura e umidade
do ar, por exemplo) apresentam também marcada variação diurna, associada ao movimento de rotação da
Terra. Para além da variabilidade de tipo cíclico associada a movimentos astronômicos, muito
aproximadamente periódicos, o clima apresenta uma variabilidade natural interna, não periódica, muito
complexa, que faz com o clima num dado ano seja diferente do de anos anteriores e de anos seguintes.
Sabe-se que este tipo de variabilidade pode, em parte, ser provocada por variações da intensidade da
radiação solar e por variações na transparência da atmosfera associadas, por exemplo, às erupções
vulcânicas. No entanto, existiria variabilidade climática mesmo que não existisse este tipo de variações no
forçamento pela radiação solar. De fato, existe variabilidade climática que está apenas associada a
fenômenos de interação, com realimentação, entre a atmosfera (componente de variação rápida do sistema
climático, com mudanças sucessivas do estado do tempo) e os restantes componentes do sistema
climático, de resposta mais lenta, designadamente os oceanos, os gelos e a cobertura de neve. Porque
existe variabilidade climática os valores observados dos elementos climáticos não são constantes. Ao
longo do tempo ocorrem valores diversos com diversas probabilidades, definidas pelas respectivas
funções de distribuição.
Referências Bibliográficas
Pesquisa. Mudanças Climáticas na Imprensa Brasileira. ANDI e Embaixada Britânica
The Royal Society. Mudanças climáticas: um resumo da ciência. Setembro - 2010.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mudan%C3%A7a_do_clima
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20130925075124AAukNzP
http://www.suapesquisa.com/clima/mudancas_climaticas.htm
http://www.mudancasclimaticas.andi.org.br/
http://www.entrouaprendeu.com.br/2009/04/aprenda-sobre-variacoes-climaticas.html

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Climatologia variabilidade climática e mudanças climáticas - rangel de oliveira costa - 30-10-2013--

  • 1. Por: Rangel de Oliveira Costa Em 30-10-2013 Variabilidade Climática e Mudanças Climáticas O tempo e o clima Para falarmos de mudanças climáticas e variabilidade climática é importante sabermos a diferença entre o tempo e o clima. É muito comum haver confusão entre o que é tempo e o que é clima. Porém, estes são dois fenômenos diferentes, mesmo que se encontrem inter-relacionados. No dia-a-dia, a previsão do tempo é a estimativa do que se espera que ocorra em termos de temperatura e de precipitação pluvial em um curto período. Nesse sentido o tempo está constantemente mudando: em um certo dia pode fazer sol pela manhã, mas chover pela noite ou podemos ter uma semana chuvosa e outra ensolarada. Já a sucessão dos tipos de tempo registrados por um determinado período é o clima. Assim, para definir o clima com maior exatidão, é necessário considerar a média das variáveis climáticas em um longo período. De acordo com Mozar de Araújo Salvador, meteorologista da Coordenação Geral de Desenvolvimento e Pesquisa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), para fazer a média do clima são utilizados dados do período médio de 30 anos. “Já a previsão do tempo é questão de dias, semanas”. Para o nosso tema, cabe destacar que a mudança do clima influencia a frequência e a intensidade desses eventos (temperatura, chuvas, etc.). Mudanças Climáticas Mudanças climáticas em escala global, sejam naturais ou devidas à atividade humana, podem ser iniciadas por processos que modificam tanto a quantidade de energia absorvida do Sol quanto a quantidade de energia infravermelha emitida de volta para o espaço. Mudanças climáticas podem, portanto, ser iniciadas por variações na energia recebida do Sol, mudanças nas quantidades e características dos gases de efeito estufa, partículas e nuvens, ou mudanças na refletividade da superfície da Terra. O desequilíbrio entre a radiação absorvida e emitida como resultado dessas mudanças pode ser chamado de "forçamento climático" (também conhecido como "forçamento radiativo") e em unidades de W/m². Um clima com forçamento positivo tenderá a provocar um aquecimento e um forçamento negativo um resfriamento. Mudanças climáticas agem no sentido de restabelecer o equilíbrio entre a energia absorvida do Sol e da energia infravermelha emitida para o espaço. Em princípio, mudanças climáticas em uma ampla escala de tempo podem surgir a partir de variações dentro do próprio sistema climático, devido, por exemplo, às interações entre os oceanos e a atmosfera; colocadas aqui como "variabilidade interna do clima". Tal variabilidade interna pode ocorrer porque o clima é um exemplo de um sistema caótico: que pode apresentar variações internas complexas imprevisíveis, mesmo na ausência de forçamentos climáticos discutidos no parágrafo anterior.
  • 2. Há evidências muito fortes para indicar que mudanças climáticas ocorreram em uma ampla variedade de ritmos diferentes, de décadas a milhões de anos, e que a atividade humana é uma adição relativamente recente à lista de possíveis causas das mudanças climáticas. A alternância entre períodos glaciais e interglaciais, nos últimos poucos milhões de anos, acredita-se terem sido uma resposta às mudanças nas características da órbita da Terra em torno do Sol. Enquanto estas levaram a pequenas variações no total de energia recebida do Sol, resultaram em mudanças significativas na sua distribuição geográfica e sazonal. As grandes mudanças do clima, na movimentação para dentro e para fora de períodos glaciais, são provas da sensibilidade do clima a mudanças no balanço energético da Terra, quer sejam atribuíveis a causas naturais ou à atividade humana. Uma questão central no debate sobre as mudanças climáticas globais é se é possível atribuir o claro aumento observado de temperatura às atividades antropogênicas e às emissões de gases de efeito estufa. Nota-se, por intermédio de medidas experimentais, que para todas as regiões do globo os valores registrados de temperatura somente podem ser explicados a partir da ação das chamadas forçantes antropogênicas somadas às forçantes naturais. De acordo com os cientistas, esse fato mostra claramente que as emissões de gases de efeito estufa são os principais responsáveis pelo aumento observado nas temperaturas das diversas regiões do planeta. Assim o aumento na concentração de gases de efeito estufa e aerossóis na atmosfera – aliado às profundas alterações no uso do solo – fornece evidências fortes de que as mudanças ambientais observadas nos últimos 100 anos são resultantes de uma complexa inter-relação entre ações humanas e causas naturais. Supõe-se que esses mecanismos estejam alterando de forma contundente os ciclos biogeoquímicos e afetando o sistema climático do planeta. As mudanças do clima e o aquecimento global estão inter-relacionados, mas não são o mesmo fenômeno. Como vimos, é natural que a Terra passe por alterações climáticas, esfriando e esquentando em diferentes momentos. Em séculos passados, lagos ficaram anos congelados na Europa e longos períodos de clima estável foram sucedidos por glaciações. Outra confusão comum é pensar que qualquer evento atípico ou extremo é resultado da mudança do clima. Se, por exemplo, há um inverno muito rigoroso, ou um período muito quente, isso não significa que esteja ocorrendo uma mudança climática, pois na história do planeta sempre houve extremos de frio e de calor, independentemente desse tipo de fenômeno. O maior e mais rápido aumento do nível do mar é provavelmente o que terá profundas implicações para as comunidades costeiras e nos ecossistemas. Não é possível determinar exatamente o quanto a Terra vai aquecer ou exatamente como o clima vai mudar no futuro, mas estimativas cuidadosas das potenciais mudanças e das incertezas associadas têm sido feitas. Os cientistas continuam a trabalhar para diminuir estas áreas de incerteza. A incerteza pode funcionar nos dois sentidos, pois as mudanças e seus impactos podem ser menores ou maiores do que os previstos.
  • 3. Variabilidade Climática É importante esclarecer o conceito de variabilidade climática. A ciência descobriu que o clima varia naturalmente, independentemente das ações antrópicas, ou seja, mesmo que o ser humano não habitasse o planeta as estações do ano não teriam sempre as mesmas temperaturas. Isso porque, antes de qualquer coisa, o clima é dependente da intensidade da radiação solar. A aproximação e o afastamento entre o Sol e a Terra, em determinados ciclos, determinam o maior ou menor grau de incidência de radiação solar e, portanto, o grau de aquecimento ou resfriamento da Terra ao longo de períodos históricos. Especialistas destacam que o impacto da variabilidade climática não é uniforme e que, ao mesmo tempo em que em algumas partes do planeta há aquecimento, em outras pode estar ocorrendo esfriamento. Assim, em determinadas regiões, o resultado das mudanças climáticas que estão ocorrendo atualmente pode ser o de temperaturas mais baixas em algumas épocas do ano. Mesmo assim, a média de temperatura anual pode ser mais alta. Da mesma forma, em alguns lugares pode chover mais e em outros menos. As alterações na temperatura dos oceanos influenciam diretamente a variabilidade climática do planeta. O fenômeno El Niño-Oscilação do Sul (ENOS), também chamado de Oscilação Decanal do Pacífico – um ciclo mais longo, que leva de 20 a 30 anos e resulta na variação de temperatura do oceano – é, atualmente, a principal fonte conhecida de variabilidade climática de curto prazo, escalas estacional e interanual, com atuação em todo o globo. Destacando-se: as anomalias climáticas extremas relacionadas com as fases quente (El Niño) e fria (La Niña) do ENOS que apresentam um padrão coerente de persistência (12 a 18 meses). O ENOS influencia, no caso do Brasil, a parte norte da Região Nordeste e a parte leste da Amazônia (na faixa tropical) e a Região Sul (na faixa extratropical). Tendo em vista a possibilidade de quantificação da variabilidade climática associada às fases do fenômeno ENOS, vislumbra-se uma série de aplicações dessas informações no manejo de culturas, voltadas a reduzir riscos ou a melhorar o aproveitamento de condições climáticas favoráveis. O clima de um local ou região varia, em geral, ao longo do ano como consequência do movimento de translação em torno do Sol - variabilidade sazonal. Muitos elementos climáticos (temperatura e umidade do ar, por exemplo) apresentam também marcada variação diurna, associada ao movimento de rotação da Terra. Para além da variabilidade de tipo cíclico associada a movimentos astronômicos, muito aproximadamente periódicos, o clima apresenta uma variabilidade natural interna, não periódica, muito complexa, que faz com o clima num dado ano seja diferente do de anos anteriores e de anos seguintes. Sabe-se que este tipo de variabilidade pode, em parte, ser provocada por variações da intensidade da radiação solar e por variações na transparência da atmosfera associadas, por exemplo, às erupções vulcânicas. No entanto, existiria variabilidade climática mesmo que não existisse este tipo de variações no forçamento pela radiação solar. De fato, existe variabilidade climática que está apenas associada a fenômenos de interação, com realimentação, entre a atmosfera (componente de variação rápida do sistema climático, com mudanças sucessivas do estado do tempo) e os restantes componentes do sistema
  • 4. climático, de resposta mais lenta, designadamente os oceanos, os gelos e a cobertura de neve. Porque existe variabilidade climática os valores observados dos elementos climáticos não são constantes. Ao longo do tempo ocorrem valores diversos com diversas probabilidades, definidas pelas respectivas funções de distribuição. Referências Bibliográficas Pesquisa. Mudanças Climáticas na Imprensa Brasileira. ANDI e Embaixada Britânica The Royal Society. Mudanças climáticas: um resumo da ciência. Setembro - 2010. http://pt.wikipedia.org/wiki/Mudan%C3%A7a_do_clima http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20130925075124AAukNzP http://www.suapesquisa.com/clima/mudancas_climaticas.htm http://www.mudancasclimaticas.andi.org.br/ http://www.entrouaprendeu.com.br/2009/04/aprenda-sobre-variacoes-climaticas.html