O documento discute infecções congênitas pelo citomegalovírus, sendo o principal grupo de risco o contato com crianças menores de 3 anos. Apesar das alterações ultrassonográficas predizerem o acometimento fetal, a sensibilidade do método é baixa, fazendo repensar a necessidade de rastreamento. A imunoglobulina mostrou-se eficaz na redução de sintomas ao nascer.