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INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE BIOLOGIA
PRINCIPAIS CIÊNCIAS

CITOLOGIA
(cito =célula)

EMBRIOLOGIA
(embrio = embrião)

HISTOLOGIA
(histo = tecido)

ORGANOLOGIA
(organo = órgão)

BOTÂNICA
(botanike = erva)

ANATOMIA
(ana = sem)
(tomo = dividir)

ZOOLOGIA
(zoo =
animal)

LEONEL
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE BIOLOGIA
PRINCIPAIS CIÊNCIAS

FISIOLOGIA ANIMAL

FISIOLOGIA VEGETAL

PARASITOLOGIA

(fisio = função)

(fisio = função)

(parasito = parasita)

PALEONTOLOGIA

GENÉTICA

ECOLOGIA

(paleo = antigo)

(gene = origem)

(oicos = casa)
LEONEL
EVOLUÇÃO CELULAR
proteína solúvel

DNA

RNA m

membrana
lipoprotéica

PPLO

ribossomo

membrana nucleóide parede celular
plasmática

plasmídio

BACTÉRIA

citoplasma

ribossomos

mesossomo

bloco de proteína

SERES PROTOCARIONTE
(proto = primitivo, cario = núcleo e ente = ser)

LEONEL
EVOLUÇÃO CELULAR

TRIPANOSSOMO
UNICELULAR

CÉLULA ANIMAL

(uni = um)

CÉLULA VEGETAL

PLURICELULARES
(pluri = vários)

SERES EUCARIONTES
(eu = próprio, verdadeiro)
LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
ÁGUA

ligações de
Hidrogênio

ESTRUTURA MOLECULAR

65% NO HOMEM
NOS ANIMAIS
95% NA MEDUSA

QUANTIDADE

medusa
homem

85% NAS ÁRVORES
NOS VEGETAIS
+ DE 95% NAS ALGAS
araucária

ulva

LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
ÁGUA

TENSÃO SUPERFICIAL

CAPILARIDADE

desidratação

hidrólise

REAGENTE

MUDANÇA DE ESTADO

SOLVENTE

CALOR ESPECÍFICO

PROPRIEDADES DA ÁGUA
TENSÃO SUPERFICIAL: película na superfície da água devida a atração molecular.
DESIDRATAÇÃO: perda de água e HIDRÓLISE: quebra da molécula pela água.
SOLVENTE: maior componente de uma mistura, que dissolve o soluto.
CAPILARIDADE: capacidade da água de subir através de tubos finos contrariando a gravidade.
ESTADOS DA ÁGUA NA NATUREZA: sólido, líquido e gasoso.
CALOR ESPECÍFICO: capacidade de reter o calor por um período mais longo.
LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
SAIS MINERAIS
ESTRUTURA
ATÔMICA

IÔNICA

QUANDO DISSOLVIDOS EM ÁGUA

MOLECULAR

QUANDO ISOLADOS COMO NO ESQUELETO
hemácia

(plasma)

EQUILÍBRIO OSMÓTICO
(trocas com o meio)

EQUILÍBRIO ELETROQUÍMICO
(condução nervosa)

PROPRIEDADES

EQUILÍBRIO ÁCIDO-BASE
(variação do pH)
esqueleto
membranas
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coagulação do sangue

CÁLCIO
OUTRAS FUNÇÕES

FERRO

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MAGNÉSIO
FÓSFORO
IODO

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ATP E nucleotídeos
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LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
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(moléculas simples)

HEXOSES
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LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
CARBOIDRATOS (GLICÍDIOS)

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OLIGOSSACARÍDIOS
(2 a 10 monossacarídeos)

REAÇÕES

LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
CARBOIDRATOS (GLICÍDIOS)

TIPOS

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(+ de 10 monossacarídios)

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LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
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LIPÍDIOS
TIPOS

GLICERÍDIOS
CERÍDIOS
FOSFOLIPÍDIOS
ESTERÓIDES

COMPOSIÇÃO QUÍMICA

FONTE

ÁCIDOS GRAXOS + GLICEROL
ÁCIDOS GRAXOS + ÁLCOOL (cadeia longa)
ÁCIDO + GLICEROL + FOSFATO
ÁCIDO GRAXOS + ÁLCOOL( de cadeia cíclica)

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HORMÔNIOS E SAIS BILIARES

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(produção de éster)
Ácido graxo + glicerol

Lipídio (triglicerídio)

REAÇÕES
HIDROGENAÇÃO
(introdução de água)

ÁCIDOS GRAXOS
(ácidos com muitos C)
Ácido palmítico

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LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
PROTEÍNAS

ESTRUTURA DO
AMINOÁCIDO

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LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
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(duas carboxilas, dois grupamentos amino ou com enxofre.
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PROTEÍNAS

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DAS PROTEÍNAS

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COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
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ESTRUTURA PRIMÁRIA
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ESTRUTURA QUATERNÁRIA
(estrutura formada por duas ou mais
cadeias de polipeptídios)

ESTRUTURAS DA PROTEÍNA
LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
PROTEÍNAS

FUNÇÕES DAS PROTEÍNAS

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enzimática
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contração
proteção
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estrutural

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amilase, pepsina
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actina, miosina
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insulina, adrenalina
elastina, condroitina

MUTAÇÃO PROTÉICA
(alteração na seqüência
dos aminoácidos)

DESNATURAÇÃO
DA PROTEÍNA
(quebra nas estruturas
da molécula de proteína)
proteína normal

proteína desnaturada
LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
ENZIMAS

centro ativo

AÇÃO DA ENZIMA
(a enzima se une ao substrato
pelo seu centro ativo)

ATIVIDADE ENZIMÁTICA
LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
ENZIMAS

INFLUÊNCIA DA ENZIMA NA REAÇÃO QUÍMICA
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INFLUÊNCIA DA CONCENTRAÇÃO DO
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LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
ENZIMAS
(PTIALINA)

INFLUÊNCIA DATEMPERATURA
NA ATIVIDADE ENZIMÁTICA

NOMENCLATURA
DAS ENZIMAS

INFLUÊNCIA DO Ph NA
ATIVIDADE ENZIMÁTICA

Radical do substrato + ASE ( Ex.: protease, urease, etc.)
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LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
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ESPECIFICIDADE DA ENZIMA

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LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
ENZIMAS

INIBIÇÃO COMPETITIVA DA ENZIMA (o PABA (ácido paraminobenzóico)
é substituído pela SULFA na molécula da enzima)
LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
ENZIMAS
OXIRREDUTASES: - atuam nas reações de oxidação e redução.
- Ex.: citocromoxidase, desidrogenase, etc.
TRANSFERASES: - promovem a transferência de radicais durante
a reação química;
- Ex.: transaminases.
HIDROLASES: - participam das reações de hídrólise.
- Ex.: proteases, carboidrases, lipases, etc.
LIASES: - produzem a degradação ou desnaturação de proteínas.
- Ex.: renina (labfermento) coagula o leite, trombina (coagula o sangue.
LIGASES: - promovem uniões entre os substratos.
- Ex.: DNA-polimerase, RNA- polimerase, etc.
ISOMERASES: - atuam nas reações de isomerização.
- Ex.: fosfo-hexoseisomerase (transforma a glicosefosfato em frutose-fostato).

CLASSIFICAÇÃO DAS ENZIMAS

LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
ÁCIDOS NUCLEICOS

NUCLEOTÍDIOS (modelos)

NUCLEOTÍDIOS
DO DNA
BASES PÚRICAS: adenina e guanina
BASES PIRIMÍDICAS: citosina, timina e uracila

LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
ÁCIDOS NUCLEICOS

MOLÉCULA DO DNA

LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
ÁCIDOS NUCLÉICOS

NUCLEOTÍDIOS DO RNA

MOLÉCULA DO RNA

MOLÉCULA DO RNA
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COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
ÁCIDOS NUCLÉICOS

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COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
ÁCIDOS NUCLÉICOS

DUPLICAÇÃO SEMICONSERVATIVA DO DNA

PRODUÇÃO DO RNA MENSAGEIRO
(a partir da molécula do DNA)
LEONEL
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA
CÓDIGO GENÉTICO
TRINCA

3 NUCLEOTÍDIOS. Ex.:

GENE

SEQÜÊNCIA DE TRINCAS

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G
C
G

ALANINA

TRINCA NO RNAm

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CÓDIGO GENÉTICO

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CITOPLASMA

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COMPONENTES CITOPLASMÁTICOS DA CÉLULA VEGETAL
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ANATOMIA CELULAR
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liso

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(encarregado da circulação celular e
atividade enzimática em sua superfície)
LEONEL
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CITOESQUELETO

MICROTÚBULOS E MICROFILAMENTOS
(estruturas responsáveis pela forma e sustentação da célula e participam
da formação do centríolo, do fuso mitótico, dos cílios e flagelos)
ANATOMIA CELULAR
CENTROCELULAR

cílios

flagelo

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ANATOMIA CELULAR
COMPLEXO DE GOLGIENSE

(Golgiense)

Morfologia do complexo de Golgiense
COMPLEXO GOLGIENSE: é responsável pela
secreção celular ou seja, produz substâncias
para uso interno e para exportação)

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NÚCLEO: informação genética.
RER: síntese de proteínas.
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MITOCÔNDRIA EM CORTE LONGITUDINAL
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BIOENERGÉTICA

MOLÉCULAS ENERGÉTICAS

TROCAS ENERGÉTICAS

RELAÇÃO ENTRE FOTOSSÍNTESE E RESPIRAÇÃO

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BIOENERGÉTICA

FERMENTAÇÃO

GLICOSE
6C
C6H12O6

ÁLCOOL
ETÍLICO
2C

GLICOSE
6C

ÁLCOOL
ETÍLICO
2C

FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA

ÁCIDO
LÁTICO

GLICOSE
6C

GLICÓLISE

3C
ÁCIDO
LÁTICO
3C

FERMENTAÇÃO LÁTICA

GLICÓLISE: é quebra da molécula de glicose com a produção de 2 ATP.
FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA: transformação de glicose, por leveduras, em álcool etílico com
produção de 2 ATP e liberação de gás carbônico.
FERMENTAÇÃO LÁTICA: transformação da glicose, em nossa musculatura, em ácido lático
com
produção de 2ATP, sem liberação de gás carbônico.
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BIOENERGÉTICA

RESPIRAÇÃO AERÓBICA

GLICÓLISE (ocorre no hialoplasma)

FAD2

CICLO DE KREBS (ocorre na matriz mitocondrial)
Na FERMENTAÇÃO o NADP2 da GLICÓLISE é usado para reduzir o ácido Pirúvico a ácido Lático
ou álcool Etílico e na RESPIRAÇÃO AERÓBICA ele é usado para produzir a ACETIL CoA.

CADEIA RESPIRATÓRIA
(ocorre nas cristas mitocondriais)

LEONEL
BALANÇO ENERGÉTICO D RESPIRAÇÃO AERÓBICA

OBS.: NADH2
FADH2

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BIOENERGÉTICA

CATABOLISMO DE OUTRAS MOLÉCULAS ORGÂNICAS
LEONEL
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FOTOSSÍNTESE

FATORES LIMITANTES DA FOTOSSÍNTESE
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4 - CONCENTRAÇÃO DE
CO2 NO AR

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6- INTENSIDADE
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LEONEL
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LEONEL
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CROMOSSOMOS HOMÓLOGOS
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CÉLULA DIPLÓIDE
(possue o número normal de
cromossomos da espécie)

CÉLULA HAPLÓIDE
(possue metade dos
cromossomos da espécie)
LEONEL
ANATOMIA CELULAR

CROMOSSOMOS SEXUAIS

CROMOSSOMOS

CROMOSSOMOS POLITÊNICOS

CROMOSSOMOS PLUMULADOS

CROMOSSOMOS GIGANTES

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IDIOGRAMA HUMANO
(montagem do cariótipo de acordo com o tipo de
cromossomo e a ordem decrescente em tamanho

PLOIDIAS

NÚMERO DE CROMOSSOMOS DE ALGUMAS ESPÉCIES

LEONEL
DIVISÃO CELULAR

IMPORTÂNCIA DA DIVISÃO CELULAR

ETAPAS DA DIVISÃO CELULAR

LEONEL
DIVISÃO CELULAR

DURAÇÃO DA DIVISÃO CELULAR
(estimativa)
LEONEL
DIVISÃO CELULAR
MITOSE

Centríolos duplicados
Inicia a formação do fuso.

Condensação máxima dos cromossomos.
Surge a placa equatorial (cromossomos
presos ao fuso pelo centrômero).

Fibras polares contínuas empurram
os centríolos para pólos opostos.
Condensação inicial dos cromossomos.

Os cromossomos se dividem separando
as duas cromátides irmãs e são puxados
para os pólos com a retração do fuso.

Desaparecem carioteca e os nucléolos.
Formam-se as fibras cromossômicas.

A carioteca e os nucléolos se reorganizam.
Os cromossomos descondensam e as fibras
desaparecem. Ocorre a citocinese.

LEONEL
DIVISÃO CELULAR
MITOSE

Célula animal – citocinese centrípeta
- cêntrica e astral.

Célula vegetal – citocinese centrífuga
- acêntrica e anastral

PLEUROMITOSE EM BACTÉRIA
LEONEL
DIVISÃO CELULAR
MITOSE

DURAÇÃO APROXIMADA DA MITOSE

VARIAÇÃO NA QUANTIDADE DE DNA.
VARIAÇÃO NA PLOIDIA
LEONEL
DIVISÃO CELULAR
MEIOSE

ETAPAS RESUMIDAS

ESQUEMA DA MEIOSE
LEONEL
DIVISÃO CELULAR

Duplicação dos DNAs e
dos cromossomos

Cromossomos duplicados
Iniciam a espiralização.

MEIOSE I

Ocorrem as sinapses ou
emparelhamento.

Ocorre terminalização dos

Formam-se as TÉTRADES e em seguida pode Os cromossomos homólogos QUIASMAS..
se afastam mas ficam ligados
ocorrer a PERMUTA ou CROSSING-OVER.
por QUIASMAS que é a região
onde ocorreu a permuta.

PROFASE I

LEONEL
MEIOSE I

DIVISÃO CELULAR

A carioteca e os nucléolos se
dissolvem e os centríolos atingem
os pólos da célula formando o fuso.

Os cromossomos se ligam ao fuso
pelo centrômero formando uma
PLACA EQUATORIAL dupla.

Separam-se os cromossomos
homólogos que possuem duas
cromátides cada um..

INTERCINESE
Recomposição das células

Ocorre citocinese e as duas células formadas
possuem n cromossomos, porém 2n cromátides
Os cromossomos desespiralizam, os nucléolos
e a carioteca reaparecem e o fuso se desfaz.
LEONEL
DIVISÃO CELULAR

MEIOSE II

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DIVISÃO CELULAR

VARIAÇÃO NA QUANTIDADE DE DNA

MEIOSE II

VARIAÇÃO NA PLOIDIA
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COMPARATIVO ENTRE METÁFASE DA MITOSE
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Citologia (versão para aula)

  • 1. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE BIOLOGIA PRINCIPAIS CIÊNCIAS CITOLOGIA (cito =célula) EMBRIOLOGIA (embrio = embrião) HISTOLOGIA (histo = tecido) ORGANOLOGIA (organo = órgão) BOTÂNICA (botanike = erva) ANATOMIA (ana = sem) (tomo = dividir) ZOOLOGIA (zoo = animal) LEONEL
  • 2. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE BIOLOGIA PRINCIPAIS CIÊNCIAS FISIOLOGIA ANIMAL FISIOLOGIA VEGETAL PARASITOLOGIA (fisio = função) (fisio = função) (parasito = parasita) PALEONTOLOGIA GENÉTICA ECOLOGIA (paleo = antigo) (gene = origem) (oicos = casa) LEONEL
  • 3. EVOLUÇÃO CELULAR proteína solúvel DNA RNA m membrana lipoprotéica PPLO ribossomo membrana nucleóide parede celular plasmática plasmídio BACTÉRIA citoplasma ribossomos mesossomo bloco de proteína SERES PROTOCARIONTE (proto = primitivo, cario = núcleo e ente = ser) LEONEL
  • 4. EVOLUÇÃO CELULAR TRIPANOSSOMO UNICELULAR CÉLULA ANIMAL (uni = um) CÉLULA VEGETAL PLURICELULARES (pluri = vários) SERES EUCARIONTES (eu = próprio, verdadeiro) LEONEL
  • 5. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ÁGUA ligações de Hidrogênio ESTRUTURA MOLECULAR 65% NO HOMEM NOS ANIMAIS 95% NA MEDUSA QUANTIDADE medusa homem 85% NAS ÁRVORES NOS VEGETAIS + DE 95% NAS ALGAS araucária ulva LEONEL
  • 6. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ÁGUA TENSÃO SUPERFICIAL CAPILARIDADE desidratação hidrólise REAGENTE MUDANÇA DE ESTADO SOLVENTE CALOR ESPECÍFICO PROPRIEDADES DA ÁGUA TENSÃO SUPERFICIAL: película na superfície da água devida a atração molecular. DESIDRATAÇÃO: perda de água e HIDRÓLISE: quebra da molécula pela água. SOLVENTE: maior componente de uma mistura, que dissolve o soluto. CAPILARIDADE: capacidade da água de subir através de tubos finos contrariando a gravidade. ESTADOS DA ÁGUA NA NATUREZA: sólido, líquido e gasoso. CALOR ESPECÍFICO: capacidade de reter o calor por um período mais longo. LEONEL
  • 7. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA SAIS MINERAIS ESTRUTURA ATÔMICA IÔNICA QUANDO DISSOLVIDOS EM ÁGUA MOLECULAR QUANDO ISOLADOS COMO NO ESQUELETO hemácia (plasma) EQUILÍBRIO OSMÓTICO (trocas com o meio) EQUILÍBRIO ELETROQUÍMICO (condução nervosa) PROPRIEDADES EQUILÍBRIO ÁCIDO-BASE (variação do pH) esqueleto membranas contração muscular coagulação do sangue CÁLCIO OUTRAS FUNÇÕES FERRO hemoglobina citocromos MAGNÉSIO FÓSFORO IODO clorofila ATP E nucleotídeos hormônios LEONEL
  • 8. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA CARBOIDRATOS (GLICÍDIOS) PENTOSES (5 carbonos) MONOSSACARÍDIOS (moléculas simples) HEXOSES (6 carbonos) LEONEL
  • 9. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA CARBOIDRATOS (GLICÍDIOS) TIPOS OLIGOSSACARÍDIOS (2 a 10 monossacarídeos) REAÇÕES LEONEL
  • 10. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA CARBOIDRATOS (GLICÍDIOS) TIPOS POLISSACARÍDIOS (+ de 10 monossacarídios) REAÇÕES LEONEL
  • 11. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA LIPÍDIOS LIPÍDIOS TIPOS GLICERÍDIOS CERÍDIOS FOSFOLIPÍDIOS ESTERÓIDES COMPOSIÇÃO QUÍMICA FONTE ÁCIDOS GRAXOS + GLICEROL ÁCIDOS GRAXOS + ÁLCOOL (cadeia longa) ÁCIDO + GLICEROL + FOSFATO ÁCIDO GRAXOS + ÁLCOOL( de cadeia cíclica) GORDURAS E ÓLEOS CERAS MEMBRANAS CELULARES HORMÔNIOS E SAIS BILIARES (COLESTEROL) ESTERIFICAÇÃO (produção de éster) Ácido graxo + glicerol Lipídio (triglicerídio) REAÇÕES HIDROGENAÇÃO (introdução de água) ÁCIDOS GRAXOS (ácidos com muitos C) Ácido palmítico Ácido esteárico LEONEL
  • 12. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA PROTEÍNAS ESTRUTURA DO AMINOÁCIDO síntese hidrólise LIGAÇÃO PEPTÍDICA (ligação entre o radical amino de um aminoácido e o ácido de outro) LEONEL
  • 13. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA PROTEÍNAS PRODUÇÃO DO ÁCIDO GLUTÂMICO (aminoácido) TRANSAMINAÇÃO (produção da alanina) LEONEL
  • 14. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA PROTEÍNAS AMINOÁCIDO GLICINA FÓRMULA ESTRUTURAL AMINOÁCIDO FÓRMULA ESTRUTURA ÁCIDO ASPÁRTICO ALANINA ÁCIDO GLUTÂMIC O VALINA LISINA LEUCINA ARGININA TIPOS DE AMINOÁCIDOS LEONEL
  • 15. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA PROTEÍNAS TIPOS DE AMINOÁCIDOS (duas carboxilas, dois grupamentos amino ou com enxofre. LEONEL
  • 16. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA PROTEÍNAS CLASSIFICAÇÃO DAS PROTEÍNAS LEONEL
  • 17. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA PROTEÍNAS ESTRUTURA PRIMÁRIA (ligação entre aminoácidos) ESTRUTURA TERCIÁRIA (dobras formadas por pontes de Hidrogênio e de Dissulfeto) ESTRUTURA SECUNDÁRIA (alfa-hélice formada por pontes de H) ESTRUTURA QUATERNÁRIA (estrutura formada por duas ou mais cadeias de polipeptídios) ESTRUTURAS DA PROTEÍNA LEONEL
  • 18. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA PROTEÍNAS FUNÇÕES DAS PROTEÍNAS ATIVIDADE enzimática transporte contração proteção hormonal estrutural EXEMPLOS amilase, pepsina hemoglobina, mioglobina actina, miosina anticorpos, fibrinogênio insulina, adrenalina elastina, condroitina MUTAÇÃO PROTÉICA (alteração na seqüência dos aminoácidos) DESNATURAÇÃO DA PROTEÍNA (quebra nas estruturas da molécula de proteína) proteína normal proteína desnaturada LEONEL
  • 19. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ENZIMAS centro ativo AÇÃO DA ENZIMA (a enzima se une ao substrato pelo seu centro ativo) ATIVIDADE ENZIMÁTICA LEONEL
  • 20. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ENZIMAS INFLUÊNCIA DA ENZIMA NA REAÇÃO QUÍMICA (diminui a quantidade de energia necessária para a ativação) INFLUÊNCIA DA CONCENTRAÇÃO DO SUBSTRATO NA ATIVIDADE ENZIMÁTICA LEONEL
  • 21. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ENZIMAS (PTIALINA) INFLUÊNCIA DATEMPERATURA NA ATIVIDADE ENZIMÁTICA NOMENCLATURA DAS ENZIMAS INFLUÊNCIA DO Ph NA ATIVIDADE ENZIMÁTICA Radical do substrato + ASE ( Ex.: protease, urease, etc.) Tipo de reação enzimática (Ex.: hidrolase, desidrogenase, etc.) Coenzima: substância que ativa uma enzima (Ex.: vitaminas) Co-fator: metal que ativa uma enzima (Ex.: Fe, Zn, Mg, etc.) LEONEL
  • 22. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ENZIMAS ESPECIFICIDADE DA ENZIMA TRIPSINOGÊNIO (INATIVO) REVERSIBILIDADE DA ENZIMA PRODUTOS FINAIS ENTEROQUINASE POLIPETÍDIO TRIPSINA (Enzima ativa) SUBSTRATO TRIPSINA LIVRE TRANSFORMAÇÃO DA ENZIMA INATIVA EM ENZIMA ATIVA LEONEL
  • 23. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ENZIMAS INIBIÇÃO COMPETITIVA DA ENZIMA (o PABA (ácido paraminobenzóico) é substituído pela SULFA na molécula da enzima) LEONEL
  • 24. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ENZIMAS OXIRREDUTASES: - atuam nas reações de oxidação e redução. - Ex.: citocromoxidase, desidrogenase, etc. TRANSFERASES: - promovem a transferência de radicais durante a reação química; - Ex.: transaminases. HIDROLASES: - participam das reações de hídrólise. - Ex.: proteases, carboidrases, lipases, etc. LIASES: - produzem a degradação ou desnaturação de proteínas. - Ex.: renina (labfermento) coagula o leite, trombina (coagula o sangue. LIGASES: - promovem uniões entre os substratos. - Ex.: DNA-polimerase, RNA- polimerase, etc. ISOMERASES: - atuam nas reações de isomerização. - Ex.: fosfo-hexoseisomerase (transforma a glicosefosfato em frutose-fostato). CLASSIFICAÇÃO DAS ENZIMAS LEONEL
  • 25. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ÁCIDOS NUCLEICOS NUCLEOTÍDIOS (modelos) NUCLEOTÍDIOS DO DNA BASES PÚRICAS: adenina e guanina BASES PIRIMÍDICAS: citosina, timina e uracila LEONEL
  • 26. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ÁCIDOS NUCLEICOS MOLÉCULA DO DNA LEONEL
  • 27. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ÁCIDOS NUCLÉICOS NUCLEOTÍDIOS DO RNA MOLÉCULA DO RNA MOLÉCULA DO RNA LEONEL
  • 28. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ÁCIDOS NUCLÉICOS TIPOS DE RNA LEONEL
  • 29. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA ÁCIDOS NUCLÉICOS DUPLICAÇÃO SEMICONSERVATIVA DO DNA PRODUÇÃO DO RNA MENSAGEIRO (a partir da molécula do DNA) LEONEL
  • 30. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA CÓDIGO GENÉTICO TRINCA 3 NUCLEOTÍDIOS. Ex.: GENE SEQÜÊNCIA DE TRINCAS CÓDON CODIFICAÇÃO DOS AMINOÁCIDOS G C G ALANINA TRINCA NO RNAm ANTICÓDON TRINCA NO RNAt TABELA DE CÓDONS ( 64 códons) LEONEL
  • 31. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA CÓDIGO GENÉTICO PARTICIPAÇÃO DOS RIBOSSOMOS ESQUEMA DA TRANSCRIÇÃO E TRADUÇÃO LEONEL
  • 32. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA SÍNTESE DE PROTEÍNAS ANTICÓDON CÓDON TRADUÇÂO SIMPLIFICADA LEONEL
  • 33. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA SÍNTESE DE PROTEÍNAS MECANISMO DA SÍNTESE DE PROTEÍNAS LEONEL
  • 34. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA SÍNTESE DE PROTEÍNAS ESQUEMA DO CONTROLE DA SÍNTESE PROTEICA LEONEL
  • 35. ANATOMIA CELULAR CITOPLASMA mitocôndria flagelo peroxissomo núcleo centríolos retículo endoplasmático rugoso ribossomo lisossomo complexo de Golgiense retículo endoplasmático liso COMPONENTES CITOPLASMÁTICOS DA CÉLULA ANIMAL LEONEL
  • 36. ANATOMIA CELULAR CITOPLASMA Complexo deGolgiense COMPONENTES CITOPLASMÁTICOS DA CÉLULA VEGETAL LEONEL
  • 37. ANATOMIA CELULAR RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO E RIBOSSOMO ribossomos Retículo endoplasmático liso Reticulo endoplasmático rugoso RIBOSSOMOS RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO (responsável pela síntese proteica) (encarregado da circulação celular e atividade enzimática em sua superfície) LEONEL
  • 38. ANATOMIA CELULAR CITOESQUELETO MICROTÚBULOS E MICROFILAMENTOS (estruturas responsáveis pela forma e sustentação da célula e participam da formação do centríolo, do fuso mitótico, dos cílios e flagelos)
  • 40. ANATOMIA CELULAR COMPLEXO DE GOLGIENSE (Golgiense) Morfologia do complexo de Golgiense COMPLEXO GOLGIENSE: é responsável pela secreção celular ou seja, produz substâncias para uso interno e para exportação) ETAPAS DA SECREÇÃO NÚCLEO: informação genética. RER: síntese de proteínas. C.GOLGIENSE: secreção e empacotamento de vesículas lisossômicas ou de exportação) LEONEL
  • 42. ANATOMIA CELULAR MITOCÔNDRIAS MITOCÔNDRIA EM CORTE LONGITUDINAL MITOCÔNDRIAS: organelas responsáveis pela produção de energia na forma de ATP LEONEL
  • 43. ANATOMIA CELULAR CLOROPLASTOS CORTE DE CLOROPLASTO CLOROPLASTOS: organelas responsáveis pela fotossíntese. LEONEL
  • 44. BIOENERGÉTICA MOLÉCULAS ENERGÉTICAS TROCAS ENERGÉTICAS RELAÇÃO ENTRE FOTOSSÍNTESE E RESPIRAÇÃO LEONEL
  • 45. BIOENERGÉTICA FERMENTAÇÃO GLICOSE 6C C6H12O6 ÁLCOOL ETÍLICO 2C GLICOSE 6C ÁLCOOL ETÍLICO 2C FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA ÁCIDO LÁTICO GLICOSE 6C GLICÓLISE 3C ÁCIDO LÁTICO 3C FERMENTAÇÃO LÁTICA GLICÓLISE: é quebra da molécula de glicose com a produção de 2 ATP. FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA: transformação de glicose, por leveduras, em álcool etílico com produção de 2 ATP e liberação de gás carbônico. FERMENTAÇÃO LÁTICA: transformação da glicose, em nossa musculatura, em ácido lático com produção de 2ATP, sem liberação de gás carbônico. LEONEL
  • 46. BIOENERGÉTICA RESPIRAÇÃO AERÓBICA GLICÓLISE (ocorre no hialoplasma) FAD2 CICLO DE KREBS (ocorre na matriz mitocondrial) Na FERMENTAÇÃO o NADP2 da GLICÓLISE é usado para reduzir o ácido Pirúvico a ácido Lático ou álcool Etílico e na RESPIRAÇÃO AERÓBICA ele é usado para produzir a ACETIL CoA. CADEIA RESPIRATÓRIA (ocorre nas cristas mitocondriais) LEONEL
  • 47. BALANÇO ENERGÉTICO D RESPIRAÇÃO AERÓBICA OBS.: NADH2 FADH2 3 ATP 2 ATP LEONEL
  • 48. BIOENERGÉTICA CATABOLISMO DE OUTRAS MOLÉCULAS ORGÂNICAS LEONEL
  • 49. BIOENERGÉTICA FOTOSSÍNTESE FATORES LIMITANTES DA FOTOSSÍNTESE FATORES INTRÍNSECOS 1 – DISPONIBILIDADE DE PIGMENTOS 2 – DISPONIBILIDADE DE ENZIMAS E CO-FATORES 3 – QUANTIDADE DE CLOROPLASTOS FATORES EXTRÍNSECOS 4 - CONCENTRAÇÃO DE CO2 NO AR 5 - TEMPERATURA CLOROFILAS A E B 6- INTENSIDADE LUMINOSA 7 – COMPRIMENTO DE ONDA LEONEL
  • 54. BIOENERGÉTICA FOTOSSÍNTESE INTERAÇÃO ENTRE OS PROCESSOS FOTOQUÍMICOS LEONEL
  • 56. BIOENERGÉTICA QUIMIOSSÍNTESE Ferribactérias 4 FeO + O2 2 Fe2O3 4 2 NH3 + 7 O2 4 NO2 NO2 + + 6 O2 2 NO3 H2O QUIMIOSSÍNTESE: é a produção de glicose, por bactérias, utilizando a energia de reações exergônicas, espontâneas. LEONEL
  • 57. ANATOMIA CELULAR NÚCLEO NÚCLEO INTERFÁSICO ESTRUTURA DO NÚCLEO HETEROCROMATINA: LEONEL
  • 58. ANATOMIA CELULAR NÚCLEO NÚMERO E FORMA DOS NÚCLEOS MEROTOMIA DE BALBIANI LEONEL
  • 59. ANATOMIA CELULAR NÚCLEO TRANSCRIÇÃO DE MENSAGEM GENÉTICA PARA O RNAt PRODUÇÃO DE RIBOSSOMOS A PARTIR DO NUCLÉOLO ATIVIDADES FISIOLÓGICAS DO NÚCLEO LEONEL
  • 60. ANATOMIA CELULAR CROMOSSOMOS ORGANIZAÇÃO DE UM CROMOSSOMO CROMOSSOMOS QUANTO A POSIÇÃO DO CENTRÔMERO 2n = 6 CROMOSSOMOS HOMÓLOGOS (cromossomos transmitidos pelo pai e pela mãe formando pares) CÉLULA DIPLÓIDE (possue o número normal de cromossomos da espécie) CÉLULA HAPLÓIDE (possue metade dos cromossomos da espécie) LEONEL
  • 61. ANATOMIA CELULAR CROMOSSOMOS SEXUAIS CROMOSSOMOS CROMOSSOMOS POLITÊNICOS CROMOSSOMOS PLUMULADOS CROMOSSOMOS GIGANTES ESPÉCIES IDIOGRAMA HUMANO (montagem do cariótipo de acordo com o tipo de cromossomo e a ordem decrescente em tamanho PLOIDIAS NÚMERO DE CROMOSSOMOS DE ALGUMAS ESPÉCIES LEONEL
  • 62. DIVISÃO CELULAR IMPORTÂNCIA DA DIVISÃO CELULAR ETAPAS DA DIVISÃO CELULAR LEONEL
  • 63. DIVISÃO CELULAR DURAÇÃO DA DIVISÃO CELULAR (estimativa) LEONEL
  • 64. DIVISÃO CELULAR MITOSE Centríolos duplicados Inicia a formação do fuso. Condensação máxima dos cromossomos. Surge a placa equatorial (cromossomos presos ao fuso pelo centrômero). Fibras polares contínuas empurram os centríolos para pólos opostos. Condensação inicial dos cromossomos. Os cromossomos se dividem separando as duas cromátides irmãs e são puxados para os pólos com a retração do fuso. Desaparecem carioteca e os nucléolos. Formam-se as fibras cromossômicas. A carioteca e os nucléolos se reorganizam. Os cromossomos descondensam e as fibras desaparecem. Ocorre a citocinese. LEONEL
  • 65. DIVISÃO CELULAR MITOSE Célula animal – citocinese centrípeta - cêntrica e astral. Célula vegetal – citocinese centrífuga - acêntrica e anastral PLEUROMITOSE EM BACTÉRIA LEONEL
  • 66. DIVISÃO CELULAR MITOSE DURAÇÃO APROXIMADA DA MITOSE VARIAÇÃO NA QUANTIDADE DE DNA. VARIAÇÃO NA PLOIDIA LEONEL
  • 68. DIVISÃO CELULAR Duplicação dos DNAs e dos cromossomos Cromossomos duplicados Iniciam a espiralização. MEIOSE I Ocorrem as sinapses ou emparelhamento. Ocorre terminalização dos Formam-se as TÉTRADES e em seguida pode Os cromossomos homólogos QUIASMAS.. se afastam mas ficam ligados ocorrer a PERMUTA ou CROSSING-OVER. por QUIASMAS que é a região onde ocorreu a permuta. PROFASE I LEONEL
  • 69. MEIOSE I DIVISÃO CELULAR A carioteca e os nucléolos se dissolvem e os centríolos atingem os pólos da célula formando o fuso. Os cromossomos se ligam ao fuso pelo centrômero formando uma PLACA EQUATORIAL dupla. Separam-se os cromossomos homólogos que possuem duas cromátides cada um.. INTERCINESE Recomposição das células Ocorre citocinese e as duas células formadas possuem n cromossomos, porém 2n cromátides Os cromossomos desespiralizam, os nucléolos e a carioteca reaparecem e o fuso se desfaz. LEONEL
  • 71. DIVISÃO CELULAR VARIAÇÃO NA QUANTIDADE DE DNA MEIOSE II VARIAÇÃO NA PLOIDIA LEONEL
  • 72. DIVISÃO CELULAR ANÁLISE DA ATIVIDADE CROMOSSÔMICA NA MITOSE E NA MEIOSE I COMPARATIVO ENTRE METÁFASE DA MITOSE E METÁFASE I DA MEIOSE COMPARATIVO ENTRE ANÁFASE DA MITOSE E ANÁFASE I DA MEIOSE LEONEL