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BoaA CIDADE
WEBERSIAN/ACIDADE
LIVRE
PARA
CORRER
O hair stylist Felippe Mariotto está entre os
ribeirão-pretanos que têm na corrida, para
além de um treino físico, uma fonte de prazer,
saúde, qualidade de vida e amizades
SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
BoaA CIDADE
NESTA EDIÇÃO
BOA VIAGEM
CONFIRA ALGUNS DESTINOS
DE INVERNO NO INTERIOR DE
SÃO PAULO, SUL DE MINAS E NA
SERRA GAÚCHA
PÁGINA 10
BOM GOSTO
ECONOMIA E NOVAS RELAÇÕES
DE TRABALHO CONSOLIDAM O
FORMATO DO COWORKING
PÁGINA 14
BOM APETITE
TRADICIONAL OU VEGANA,A
FEIJOADA VAI BEM COM AS
TEMPERATURAS DO INVERNO
PÁGINA 16
A CIDADEDESDE 1905 INTEGRANTE DAS
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Antonio Carlos Coutinho Nogueira
José Bonifácio Coutinho Nogueira Filho
André Coutinho Nogueira
José Bonifácio Coutinho Nogueira Neto
Marcos Frateschi
Fernando Corrêa da Silva
DIRETOR DE JORNAIS
E MÍDIAS DIGITAIS
Josué Suzuki
EDITOR EXECUTIVO
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MATHEUSURENHA/ACIDADE
2 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
CORRA!É o que dez entre dez praticantes de corrida aconselham a quem pergunta sobre a atividade,
que, além de melhorar as condições física e cardíaca, promove bem-estar, estimula hábitos mais
saudáveis de vida e, ainda por cima, traz ganhos sociais. Entenda porque nas páginas a seguir
BEM-ESTAR
MATHEUSURENHA/ACIDADE
3A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
BEM-ESTAR
PRAZERE
QUALIDADE
DEVIDASão alguns dos benefícios que a prática da corrida proporciona
a seus adeptos, além de condicionamento físico e interação social
VALESKA MATEUS
valeska@jornalacidade.com.br
Há cinco anos o hair
stylist Felippe Mariotto
trocou os campos de
futebol pelo asfalto e
descobriu na corrida uma
nova paixão. No início,
corria sozinho, sem muita
dedicação ou técnica.
Após ser convidado a
participar de um grupo
de corredores, o esporte
ganhou outra dimensão
em sua vida. “Quando se
começa a correr e ver os
resultados, a satisfação
lhe leva, automaticamen-
te, a adotar um estilo de
vida mais saudável. Hoje
me sinto muito melhor
comigo mesmo. Além do
bem-estar, tem o ganho
mental, com a disciplina,
foco, persistência e deter-
minação”, diz Mariotto.
Ele atribui esses
resultados à assessoria
esportiva que acabou
adotando. “Ela organiza
o volume do treino de
acordo com seu objetivo,
ensina técnicas, como a
postura, que melhora o
desempenho, e previne
as lesões. Com um coach
[treinador], consegui-
mos nos desenvolver de
maneira adequada. A
integração com as pesso-
as ainda traz benefícios
sociais”, define.
Além de Mariotto, a
corrida ganhou muitos
adeptos na cidade na
última década. A maio-
ria começa em busca de
emagrecimento, melhoria
de performance ou de
treinos específicos para
provas e passa a compor
grupos ou assessorias
esportivas. Para o edu-
cador físico e consultor
da assessoria esportiva
Acahdre Running Club
(ARC) Tom Osório, a cor-
rida teve um “boom” por
conta da qualidade de
vida, bem-estar e saúde
que proporciona.
Para ele, é uma
atividade completa, que
utiliza todos os grupos
musculares. “Por isso os
resultados da corrida
aparecem mais rápido do
que em outras modalida-
des”, explica.
Porque a corrida é
um esporte de impacto,
um check-up e a orien-
tação de um profissio-
nal são pré-requisitos
para iniciar a prática,
segundo o educador
físico Tom Osório. O
objetivo é evitar lesões.
“O aumento de
volume semanal [de
corrida] deve ser de
10% a 15%, nunca
superior a isso. Além
da necessidade de fazer
um fortalecimento
muscular, com a práti-
ca de musculação. Se
correr sem orientação,
a pessoa vai se lesionar.
Pode até demorar, mas
uma hora vai aconte-
cer”, alerta Osório. Até
porque a prática é pra-
zerosa e melhora as con-
dições física e cardíaca,
levando a pessoa a
ultrapassar rapidamen-
te o volume semanal.
Por exemplo, a pessoa
corre 5 km em um dia
e, por se sentir bem,
repete no dia seguinte.
Passados três dias, corre
8 km. A parte cardio
pode corresponder, mas
a estrutural - ligamentos
e tendões - nem sempre
estarão preparados.
Por isso é neces-
sária uma evolução da
valência física, tanto
da resistência aeróbica
quanto da parte mus-
cular.
“A pessoa se en-
contra na corrida,
que acaba sendo uma
válvula de escape, seja
para aliviar o estresse
do dia a dia, do traba-
lho, ou pelo próprio
prazer ou convívio com
outros corredores. Mas
é preciso não acelerar
o processo”, comenta
Osório.
Rumo à maratona
Dos três dias por
semana que corria no
início e os dois dedica-
dos ao fortalecimento,
Mariotto hoje dedica
quatro à corrida e
passou a praticar Tria-
thlon. “As intensidades,
velocidades e distâncias
aumentaram. Já parti-
cipei de meia marato-
na (21 km) do Rio de
Janeiro e meu foco é
fazer uma maratona (42
km). É parte integran-
te do corredor traçar
sempre novos objetivos,
como correr a mesma
distância em um tempo
mais curto ou maiores
distâncias”, revela.
Para Mariotto,
as corridas de rua
são importantes pela
integração, energia e
porque permitem testar
as habilidades adquiri-
das no treinamento. “A
prova é o auge, o teste,
onde se pode desafiar
as metas pessoais. É
vencer você com você
mesmo, alcançar seus
objetivos”, define.
Assessoriaéfundamental
4 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
SUPERAÇÃO PESSOAL,
ALEGRIA E AUTO-ESTIMA
Adepta dos exercícios físicos desde sempre,
a fisioterapeuta Thais Cerquetane (foto à
esquerda) começou a levar a corrida a sério
há dois anos, com o objetivo de reduzir seu
percentual de gordura corporal. Treinando
sozinha, decidiu, após quatro meses de
prática, participar de uma meia maratona, que
conseguiu completar com muita dificuldade.
Os excessos fizeram surgir dores no quadril.
Logo percebeu que algo estava errado, mas
nunca pensou em desistir. Ao contrário,
buscou a evolução com técnica. “Procurei uma
assessoria esportiva para preparar uma planilha
com volume de treino, nutricionista para passar
o acompanhamento nutricional e cardiologista
para teste ergométrico. Daí para frente minha
evolução foi rápida e sem lesão nem dores. Hoje
faço também um trabalho de fortalecimento
com personal trainer”, detalha.
Com treino elaborado, Thais já participou de
várias meias-maratonas e das maratonas de
Buenos Aires e Rio de Janeiro.
Hoje, acha que vale a pena acordar 5h aos
sábados para correr e abdicar de muitas coisas
em favor da rotina de treinos. “A corrida me traz
muitos benefícios e qualidade de vida. Além da
sensação muito boa, ela atua como se fosse
uma terapia e proporciona novas as amizades
que fazemos no grupo”, define.
Para Thais, a corrida trouxe uma superação
pessoal, que mudou sua vida pessoal e
profissional. “Mostra que se é capaz e
que é possível completar aquela distância
estabelecida, seja no treino ou em uma prova.
Não há adversário, o único é você mesmo. Ela
me trouxe benefícios além da forma física, como
alegria e auto-estima”, conclui.
“Hoje me sinto muito melhor comigo mesmo, me sinto bem com o corpo que vejo.
Querendo ou não, a corrida traz um ganho estético. Agora é parte fundamental da minha
vida. Mesmo em viagem e férias levo meu tênis e dou uma corrida. Meu dia fica melhor”
Felippe Mariotto
Hair stylist e corredor
PLANILHA DEFINE TREINO DE ACORDO
COM A META DE CADA CORREDOR
As assessorias esportivas montam planilhas de corrida para os corredores. Ela é fundamental para que a pessoa
consiga treinar sem chegar à exaustão e ao mesmo tempo evoluindo na performance. “As planilhas são montadas
de acordo com o objetivo do aluno e seguem uma periodização. Nela são determinadas quantas sessões de treino
e o volume de quilômetros serão realizados na semana, quantos treinos de musculação, quantos treinos educativos
e dias de descanso”, explica Osório. Esse conjunto de atividades, distribuídas de forma planejada e equilibrada,
resultará em um melhor resultado para quem busca saúde e performance.
WEBER SIAN / A CIDADE
MATHEUS URENHA / A CIDADE
5A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
BEM-ESTAR
Técnicas
otimizam
performance
As técnicas de corrida
são essenciais para poten-
cializar o exercício e evitar
lesões. Daí a importância
dos treinos educativos e de
coordenação motora para
que sejam colocadas em
prática.
“A periodização para
corredores envolve não so-
mente os treinos específi-
cos de corrida propriamen-
te ditos. Atividades com-
plementares são de suma
importância para alcançar
resultados. Os treinos
de musculação, aulas de
alongamentos, treinos edu-
cativos e de corrida não
podem faltar neste planeja-
mento”, explica o educador
físico Tom Osório.
Por conta disso, ele
ressalta que a mescla de
treinos de corrida na rua e
indoor (na esteira) podem
auxiliar, como no controle
de cadência/ritmo, além
de propiciarem um menor
impacto nas articulações.
Entre as técnicas está a
postura correta. A indica-
ção é que o olhar busque
o horizonte, com a mandí-
bula relaxada e os ombros
soltos. “Já a movimentação
dos braços deve ser entre
a cintura e a parte inferior
do peito e os cotovelos,
com flexão de 90 graus.
Os punhos não podem ser
fechados totalmente e ao
mesmo tempo, r as mãos
não podem permanecer
abertas por completo”,
detalha Osório.
A passada deve seguir
o movimento preciso. De
acordo com o educador
físico, os pés não devem
produzir barulho na ater-
rissagem de cada passada.
“Uma passada silenciosa é
sinal de que a corrida está
sendo executada de manei-
ra adequada”, afirma.
Corrida traz condicionamento
para o tênis e novas amizades
A gerente comercial
Eliane Buda descobriu
a corrida há sete anos,
após mudar de academia.
“Fazia musculação e fui
estimulada pelo professor
e por uma amiga”, lembra.
No início teve resistência.
“Achava que não ia con-
seguir e não entendia os
benefícios da corrida. Co-
mecei um pouco de cada
vez, tanto indoor como
outdoor”, conta.
Tenista, Eliane
passou a ter na corrida
um meio de ganhar con-
dicionamento, “fôlego e
pulmão”, além de quali-
dade de vida e amizades.
Segundo ela, para
cumprir o desafio de
continuar praticando,
correr com outras pesso-
as faz toda a diferença.
“Embora seja um esporte
individual, é bom ter
um companheiro com
o mesmo objetivo para
servir de incentivo, que
tenha o mesmo ritmo, o
mesmo ‘pace’. Isso foi im-
portante para eu apren-
der a gostar”, ressalta.
Hoje, Eliane corre
duas vezes por semana,
sempre pela manhã e
afirma que o mais difícil
é a doutrina em relação
ao horário do treino
(por conta do clima) e a
alimentação regrada. “Se
condicionar ao que a cor-
rida lhe pede exige muita
disciplina”, diz.
Ela já participou
de provas de 5, 7 e 10
quilômetros, inclusive
da Corrida Integração,
promovida pelo grupo
EPTV, mas revela que
atingiu seu limite de
extensão de prova. “O
condicionamento pra
mim é cérebro. Não
consigo superar o per-
curso maior por conta do
tempo que ele envolve de
corrida, além do condi-
cionamento necessário.
Este é o meu limite e já
me trouxe muitos benefí-
cios”, afirma.
“Vale a pena correr! Embora o início seja difícil, o
corpo acostuma. Independente do objetivo - praticar
o esporte como modalidade ou correr uma marato-
na -, traz benefícios para o corpo e para mente. É
um momento seu, que lhe permite pensar em tudo”
Eliane Buda
Gerente comercial
ARQUIVO PESSOAL
WEBERSIAN/ACIDADE
INDOOR O educador físico Tom Osório orienta treino: postura e passadas devem seguir técnicas
6 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
• LOMBALGIA AGUDA
Dor na coluna lombar
causada por lesão em um
músculo ou ligamento.
4ª CORRIDA INTEGRAÇÃO TRAZ
NOVIDADES NO TRAJETO
Termina neste domingo (8/7) o prazo de inscrições para a 4ª edição da Corrida
Integração, que ocorre em 22 de julho, em Ribeirão Preto, com dois percursos
diferentes para três modalidades de participantes: das corridas 5k e 10k e
da caminhada 5k. Este ano há novidades no trajeto. O de 5k será no sentido
USP-Centro, e a volta usará uma faixa no sentido contrário. “Essa alteração foi
feita para que os participantes não sejam prejudicados pela falta de espaço na
chegada. O participante do 10k volta na pista USP-Centro, enquanto a chegada
do 5k se dá pelo Centro-USP”, explica Paulo Brasileiro, diretor de Relações
Institucionais do Grupo EPTV. A retirada do kit deve ser feita no Centro Médico do
RibeirãoShopping, nos dias 20 e 21 de julho. As inscrições devem ser feitas pelo
site http://projetos.eptv.com.br/corridaintegracao/default.aspx, com taxas que
variam de R$ 60 a R$ 100. “É um incentivo à pratica de esportes. Nós queremos
que a corrida faça parte do calendário dos atletas e da cidade. Também é uma
integração dos corredores de Ribeirão Preto e da região, já que recebemos
gente de Minas Gerais e Goiás. Além de ser um domingo com muita festa e
comemoração para atender toda a família”, explica Brasileiro. (ACidade ON)
NÃO ‘CORRA’ RISCOS
APESAR DOS INÚMEROS BENEFÍCIOS, A CORRIDA TAMBÉM PODE CAUSAR LESÕES
SE NÃO PRATICADS DE FORMA ADEQUADA, TANTO EM TERMOS DE TÉCNICA,
QUANTO DE TREINOS E EQUIPAMENTOS ADEQUADOS. “OS MAIORES ERROS
SÃO POSTURA ERRADA, FALTA DE TÊNIS APROPRIADO, DE ALONGAMENTO,
DE FORTALECIMENTO E DE DESCANSO E EXCESSO DE TREINOS”,
RESSALTA O EDUCADOR FÍSICO TOM OSÓRIO.
ELE CITA AS LESÕES MAIS COMUNS:
• FASCITE PLANTAR
Inflamação do tecido
chamado fáscia
plantar, localizado
na sola do pé, que
conecta o calcâneo
(osso que forma
o calcanhar) aos
dedos. Provoca dor
forte próxima ao
calcanhar;
• TENDINITE DE CALCÂNEO
Lesão do tendão de Aquiles, que fica na parte
de trás do pé e conecta os músculos da
panturrilha aos ossos do calcanhar. Lesionado
provoca dor no calcanhar e no tendão durante
prática de atividades simples;
• CANELITE
Inflamação do
osso da canela, da
tíbia, seus tendões
ou músculos. É
caracterizada por dor
na canela durante
exercício físico;
• ENTORSE DE TORNOZELO
É umas das principais lesões esportivas
e ocorre, na maioria das vezes, devido
à inversão do pé, que provoca dor,
inchaço e instabilidade do tornozelo;
• CONDROMALACEA
PATELAR:
Desgaste na
cartilagem do joelho,
uma doença crônica
e muito dolorosa;
RENATO LOPES / ESPECIAL - 02.JUL.2017
FONTE: TOM OSÓRIO - EDUCADOR FÍSICO DA ASSESSORIA ESPORTIVA ACAHDRE RUNNING CLUB (ARC)
7A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
BOA IDEIA
MATEMÁTICA DEVE SE
APROXIMAR DO ALUNO
Cofundadora da Cross Reality, Erica Stamato consi-
dera importante que, desde cedo, a criança acredite
em sua capacidade de resolver desafios para apren-
der matemática. “Ela também precisa explorar um
bom repertório de problemas que lhe permita avan-
çar no processo de formação de conceitos. Mas
é importante que cada criança tenha o seu ritmo
respeitado”, afirma.
Formada em Letras, com especialização em Psico-
pedagogia Institucional, Erica diz que uma alternativa
é aproximar a matemática apresentada na escola do
dia a dia da criança. “Utilizar estratégias de apren-
dizado baseado em jogos (games-based learning)
torna esse desafio mais envolvente e ainda auxilia
professores a detectarem quais são os pontos de
maiores dificuldades dos seus alunos”, conclui.
QUEMDISSEQUEAPRENDER
MATEMÁTICAÉDIFÍCIL?
JOSÉ MANUEL LOURENÇO
jornalismo@jornalacidade.com.br
Uma plataforma de
ensino desenvolvida por
uma startup de Ribei-
rão Preto, com base na
inteligência artificial, está
tornando mais fácil o
aprendizado de matemá-
tica em escolas públicas
e privadas. O segredo? O
uso de jogos como forma
de exorcizar os demônios
da matemática como um
bicho de sete cabeças.
A plataforma Educa-
cross (www.educacross.
com.br) foi desenvolvida
pela startup Cross Reali-
ty, que está instalada no
Centro de Negócios do
Supera Parque de Inova-
ção e Tecnologia.
A ferramenta tem
cerca de 1,5 mil jogos
disponíveis para alunos
do 1º ao 7º ano do ensino
fundamental. De acordo
com informações da
empresa, cerca de 14 mil
alunos em oito estados
brasileiros já utilizam
essa plataforma de apren-
dizagem, em um total de
mais de 20 milhões de
questões resolvidas.
Alunos e professores
De acordo com Regi-
naldo Gotardo, diretor-
-executivo da Educacross,
o uso da plataforma traz
benefícios tanto para os
alunos como para os pro-
fessores, que têm o seu
papel ampliado. Segundo
ele, os alunos interagem
com jogos em um am-
biente digital lúdico, ao
mesmo tempo em que
um conjunto de algorit-
Startup de Ribeirão Preto cria plataforma de ensino baseada em jogos, que tem como meta ensinar a disciplina
de forma lúdica; ferramenta já é utilizada por cerca de 14 mil alunos, distribuídos por oito estados brasileiros
mos, técnicas estatísticas
e ferramentas analíticas
permitem aos professores
a avaliação contínua da
evolução das competên-
cias deles.
“A proposta é trans-
formar a tradicional
avaliação no formato
prova em um processo de
acompanhamento contí-
nuo, observando e acom-
panhando o desenvolvi-
mento de habilidades do
aluno. No modelo antigo,
um professor trazia o
conhecimento para a sala
de aula. Hoje, esse conhe-
cimento é amplamente
disponibilizado graças às
novas tecnologias. Com
isso, o papel do profes-
sor se torna ainda mais
importante, a partir do
instante em que ele passa
a ser um gestor desse
processo, ganhando uma
nova responsabilidade,
que deve ser compartilha-
da com os pais e dirigen-
tes de escolas”, afirmou
Gotardo, que é doutor
em Inteligência Artificial.
A Educacross conta
atualmente com cinco
produtos: Olimpíadas de
Jogos Matemáticos, Tri-
lhas da Aprendizagem,
Programa32, Learning
Analytics e a Ilha da Ma-
temática. Ainda está em
fase de desenvolvimento
e testes a Ilha de Língua
Portuguesa.
WEBER SIAN / A CIDADE
JOGOS
Erica Stamato e Reginaldo Gotardo são os fundadores da startup Cross Reality, que criou a plataforma de
ensino Educacross; empresa está instalada no Centro de Negócios do Supera Parque
8 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
Pais podem
acompanhar
evolução dos filhos
A evolução dos alunos
é acompanhada tanto por
professores como pelos
pais. De acordo com Eri-
ca Stamato, no caso dos
professores, o sistema se
adapta às competências
esperadas para a idade
de cada aluno e, ao mes-
mo tempo, recomenda ao
professores diversas for-
mas de intervenção didá-
tico-pedagógica.
Em paralelo, a plata-
forma emite relatórios
contínuos de avaliação,
que permitem ao pro-
fessor acompanhar o de-
sempenho dos alunos.
A navegação dos estu-
dantes pela plataforma é
livre, mas esse processo é
acompanhado pelos pro-
fessores, cabendo a eles
conduzir essa autonomia.
Assim como os profes-
sores, o acompanhamen-
to dos pais também es-
tá previsto na platafor-
ma. Eles podem verificar
que tarefas os filhos estão
fazendo e acompanhar
a evolução na resolução
dos problemas de mate-
mática.
COMO TUDO SURGIU
Erica Stamato e Reginaldo Gotardo têm uma relação de
infância com os jogos, que hoje são usados como a base
de ensino do Educacross. “Eu sempre estive envolvida com
eles, porque, nas reuniões de família, há muito tempo, o
meu avô gostava muito de jogos. Então, quando eu e os
meus primos nos reuníamos na casa dele, eram horas e
horas de jogos. Eu praticamente cresci jogando Batalha
Naval, Combate, War, esses tipos de jogos”.
Assim como Erica, Reginaldo teve a infância e
adolescência ligadas a um tipo de jogo: damas. Ele
foi campeão paulista da modalidade em três ocasiões,
por equipes. “Assim, era praticamente natural que nós
acabássemos por nos envolver em algum tipo de projeto
que tivesse a ver com o uso de jogos”, disse Erica.
EXEMPLOS
Nas fotos acima, capturas de telas de alguns jogos presentes na plataforma de ensino Educacross
PRÊMIO
2016foi o ano em que a Cross Reality
- startup que criou a plataforma
de ensino Educacross - recebeu
o Prêmio Lide. Um ano antes,
foi eleita uma das startups mais
promissoras e, no ano passado,
entrou para o programa BizSpark,
de apoio da Microsoft
JOGOS
1,5 MILé a quantidade que integra a
plataforma de ensino Educacross.
No total, segundo informações
da startup, a plataforma já é
utilizada por mais de 14 mil
alunos, distribuídos por oito
estados, que já resolveram mais
de 20 milhões de questões
9A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
BOA VIAGEM
TEMPORADAFRIA
DestinosdeinvernoCidades de São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais são opções de
viagens para quem curte programas típicos das baixas temperaturas
FOLHAPRESS
Já é inverno no
Brasil, mas o frio não
chega em todas as
regiões. Para quem está
disposto a encarar as
temperaturas baixas,
algumas cidades são
conhecidas por apro-
veitar essa estação para
oferecer experiências
incríveis aos seus visi-
tantes.
A região sul é uma
delas. Canela e Bento
Gonçalves são dois
dos destinos famosos
por acolherem turis-
tas no inverno. «Já fui
a Canela durante o
mês de julho em duas
oportunidades. Tudo
começa pelo o visual.
Nos dias de mais frio, é
possível acordar com a
paisagem, que é linda,
cheia de neve», conta
a assistente adminis-
trativa Luara Baptista,
48 anos. Ela, que é
pernambucana, achou
o frio da cidade agra-
dável. «Meu marido é
gaúcho e sempre me
chamava para ir lá no
inverno. Eu não ia, com
medo de ser um frio
desconfortável. Mas
não achei. Pelo contrá-
rio», conta.
O grande destaque
de Canela fica para os
restaurantes. Principal-
mente à noite, quando
as temperaturas são
ainda mais baixas do
que o habitual, os tu-
ristas buscam um local
acolhedor. E os lugares
gastronômicos são uma
boa pedida. Há, claro,
as tradicionais churras-
carias, que oferecem,
entre outras opções, o
churrasco com a brasa
no chão. Mas Canela
é eclética em relação
aos gostos culinários,
e é possível encontrar
diversos pratos.
Além de Canela,
Bento Gonçalves
também agrada ao pa-
ladar dos viajantes que
rumam ao sul. A cidade
ainda tem outro atra-
tivo para a época: suas
vinícolas. As bebidas
produzidas por elas são
elogiadas por especia-
listas e também caem
muito bem no frio.
«Os vinhos locais
são de fato especiais e
os restaurantes de lá se
preocupam em, além de
alimentar, saciar a visão
e o olfato. Tudo isso faz
valer a pena encarar o
frio e sair do hotel», diz
o administrador João
Cunha, 53 anos.
Outra opção de
viagem no Brasil são
algumas cidades do sul
de Minas Gerais. Com
relevo alto, essa região
também mistura o
prazer da boa comida
ao aconchego só aquele
friozinho pode propor-
cionar.
SERRA NEGRA
A vista da cidade de quem está no Cristo Redentor,
que tem como um de seus acessos o teleférico
DIVULGAÇÃOPIXABAY
GERSON CORDEIRO / DIVULGAÇÃO
10 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
O sul de Minas
Gerais também sabe
unir o charme do frio a
bons passeios.
Municípios como Gon-
çalves e São Lourenço
têm ótima estrutura
para receber turistas e,
ao mesmo tempo, ofe-
recem o clima tranqui-
lo das cidades típicas
do interior.
O produtor artístico
Fabio Cardoso, 39 anos,
vai constantemente a
Gonçalves e diz que
o melhor de lá é a
comida. “Recomendo
a loja A Senhora das
Especiarias, que tem
excelentes geleias arte-
sanais. Também valem
a pena o bolo de cacau
do empório Degustare
e o restaurante Liber-
tas. E ainda há a cacha-
çaria Três Barras, com
mais de 50 opções de
cachaça, todas artesa-
nais.”
Cardoso também res-
salta a hospitalidade do
povo. “As pessoas são
bastante amáveis com
qualquer um”, lembra.
Sensação que também
pode ser encontrada
em São Lourenço,
outra que aposta no
turismo rural e na
gastronomia caseira.
Tudo unido à estrutura
de uma cidade média
e sem as confusões en-
contradas nas grandes
metrópoles.
São Lourenço, inclu-
sive, tem uma famosa
Maria-Fumaça (lo-
comotiva), que visita
pontos importantes da
história da cidade
Climadeinterioreboa
estruturaemMinas
INTERIOR DE SÃO PAULO
TAMBÉM TEM OS SEUS ATRATIVOS
Para os paulistas que pretendem fazer viagens de inverno mais curtas, o interior
do estado tem belas oportunidades. Serra Negra também segue o costume de
agradar ao paladar dos visitantes. “Também gostei dos opções de roupas de frio
que são vendidas. São bonitas e bem diferentes do que se costuma encontrar nas
lojas daqui”, lembra a assistente administrativa Luara Baptista, 48 anos.
Águas de Lindoia, próxima a Serra Negra, tem os seus tradicionais parques
aquáticos com águas quentes e, em julho, organiza um festival de inverno com
apresentações musicais, espetáculos teatrais e outras manifestações artísticas.
GONÇALVES
A Pedra Chanfrada é uma das atrações do
município mineiro
ÁGUAS DE LINDÓIA
Uma das praças da cidade paulista conhecida pelos parques
aquáticos com águas quentes; julho tem festival de inverno
SÉRGIO MOURÃO / DIVULGAÇÃO ACERVO SETUR MG
DIVULGAÇÃO TRI TÁXI AÉREO
11A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
BOA VIAGEM
SERRAGAÚCHA
Voesobrecachoeiras
epouseemumvale
Passeio de helicóptero mostra outros ângulos para observar
as belas paisagens na região de Gramado e Canela
FOLHAPRESS
Um fim de semana
é definitivamente pouco
para esgotar as possibili-
dades de um dos destinos
clássicos do inverno brasi-
leiro: as “irmãs” Gramado
e Canela, no Rio Grande
do Sul.
Assim, uma boa
maneira de aproveitar
a visita, limitando as
chances de frustração, é
acionar o modo contem-
plativo: o turista apenas
observa e se deixa levar,
sem correria. As paisa-
gens cuidam do restante.
Vale se posicionar
em diferentes ângulos.
Por exemplo, o Le Jardin
Parque de Lavanda, em
Gramado, espaço de 3,5
hectares que reúne diver-
sas variedades de flores,
demanda uma visita com
os pés no chão. A cascata
do Caracol, em Canela,
de cima, em um sobrevoo
de helicóptero.
A queda d’água de
131 metros, localizada
no parque de mesmo
nome, é o ponto alto de
um giro que totaliza
26 quilômetros e passa
pelos blockbusters da
região: do lago Negro,
em Gramado, à Catedral
de Pedra, em Canela,
passando pela avenida
Borges de Medeiros,
que concentra bares e
restaurantes na primeira
cidade, a maior delas.
Para aqueles que
preferirem observar a
fotogênica cascata sem
sair do chão, o parque
do Caracol conta com
um mirante – o ingresso
inteiro custa R$ 20; crian-
ças de até cinco anos não
pagam.
Quem realiza o
sobrevoo é a Tri Táxi
Aéreo, companhia fun-
dada em 2015 na pró-
pria Canela pelos sócios
Marcio Irion e Tiago
Esmeraldino.
O passeio custa
R$ 419 por pessoa. Há
a opção de sobrevoar
apenas Gramado (R$
319), em um roteiro de 23
quilômetros que também
inclui a cascata do Cara-
col, e só Canela (R$ 219).
O agendamento pode ser
feito pelo telefone (54)
99999-1636 ou pelo site
voetri.com. A aeronave
comporta até quatro pas-
sageiros (mínimo de três
pessoas).
Os voos partem do
aeroporto de Canela, na
avenida José Luiz Correa
Pinto, 100.
TRITÁXIAÉREO/DIVULGAÇÃO
DESCANSO PARA A RETINA
Ainda pelo alto, também em um helicóptero, há a
possibilidade de fitar os principais cânions da vizinha
Cambará do Sul: Fortaleza e Itaimbezinho. Nada de
trilhas. O trabalho todo fica com os olhos.
Partindo de Canela, em poucos minutos a aeronave
entra em um espaço de paisagens neutras – não
há nada que chame especialmente a atenção do
passageiro, apenas fazendas, pequenas aglomerações
de casas e áreas verdes.
É apenas um descanso para a retina. Logo em seguida,
chega-se à área dos cânions.
A aeronave não adentra as formações, já que elas
estão localizadas em áreas de parques nacionais – da
Serra Geral e de Aparados da Serra, respectivamente.
Mas, mesmo assim, os turistas conseguem pairar na
boca das fendas e encarar, frente a frente, toda a sua
extensão.
As janelas amplas garantem a todos os ocupantes
uma boa visão dos gigantes – com ligeira vantagem
para aquele que estiver do lado esquerdo. Ou seja, o
debate sobre quem senta onde é desnecessário.
Nesse momento do passeio, é chegada a hora da
primeira de duas paradas, um pouso para piquenique
na beira do cânion Cambajuva. É chegada a hora
também do dilema: foco nos pães, frutas, queijos,
embutidos e espumante que compõem a pequena
refeição ou na vista que se estende até o litoral do
estado, chegando à pequena cidade de Torres?
A resposta é: ocupe as duas mãos e saia para uma
pequena caminhada. Ou enrole-se em uma das
mantas trazidas pelo piloto – venta muito na área – e
sente-se voltado para o mar. Nesse momento e nessa
localização, tanto faz.
12 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
ALMOÇO
De volta ao helicóptero para a
próxima pausa, distante alguns
minutos: o hotel Parador Casa da
Montanha, na própria Cambará do
Sul, onde será servido o almoço.
Lá, a recepção é à base de
chimarrão. Pegue uma cuia e vá
até a varanda, com vista para o rio
Camarinhas, e aguarde a hora de
comer (de novo).
O menu do restaurante é sazonal.
Para o inverno, as opções de pratos
principais vão de pato assado com
molho cítrico e arroz selvagem com
palha de aipim a truta em crosta
crocante de pinhão e ervas.
Todos a bordo novamente. Na
próxima vez em que tocar o chão, o
visitante estará de volta a Canela.
O passeio também é organizado
pela Tri Táxi Aéreo e custa R$ 6.390
para quatro pessoas, com todas as
refeições (R$ 6.190 para um casal).
O roteiro todo dura
aproximadamente três horas.
Sozinha, a viagem aos cânions, ida
e volta, toma uma hora e meia.
LE JARDIN:
FLORIDO O
ANO TODO
Perto da hora do pôr do sol,
siga para Gramado, onde fica o
Le Jardin Parque de Lavanda (à
esquerda), um jardim com 3,5
hectares distribuídos em diferen-
tes níveis. Além da flor que batiza
o lugar, há cactos, suculentas,
petúnias e danúbios-azuis, entre
outras variedades. De acordo
com os donos, o local fica florido
o ano todo. Na saída, uma lojinha
vende sabonetes e águas perfu-
madas de lavanda.
DIVULGAÇÃO
DIVULGAÇÃO TRI TÁXI AÉREO
DIVULGAÇÃO
CANELA
A Catedral de Pedra vista de cima
GRAMADO
O Lago Negro é um dos
‘blockbusters’ turísticos da região
13A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
BOM GOSTO
COWORKING
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comestilo
Com as novas relações de trabalho e a
busca por espaços mais elaborados a um
bom custo, o compartilhamento de espaços
por mais de uma atividade, conhecido como
coworking, cresce e torna-se sinônimo de
criatividade, inovação e possibilidade de
desenvolvimento profissional
VALESKA MATEUS
valeska@jornalacidade.com.br
Com as novas re-
lações de trabalho, o
conceito de espaços com-
partilhados está cada vez
mais se difundido pelo
mundo corporativo e seu
visual e configuração
vem ganhando moldes
cada vez mais arrojados.
Esses espaços não
estão restritos a um local
para se trabalhar e têm
como vantagens, além do
custo mais acessível (leia
mais nesta página), a con-
vivência diária dos mais
diferentes perfis de pro-
fissionais, o que estimula
troca de experiências.
Alguns espaços de
coworking têm modelo
focado no network [rede
de trabalho numa tradu-
ção literal], com tecnolo-
gias de ponta que inte-
gram os usuários, pro-
jetos arquitetônicos que
promovam essas relações
entre os profissionais e
eventos de capacitação e
aproximação de empre-
sas - pontos que ajudam
a alavancar negócios.
“Temos parte de des-
compressão, espaço de
café centralizado para as
pessoas conversarem e in-
teragirem e promovemos
eventos internos”, cita
Sendy Cristani, diretora
de marketing e opera-
ções do COPA Network,
com sede em São Paulo e
Brasília.
Esses fatores permi-
tem muitas possibilidades
para quem está começan-
do como Empreendedor
Individual. “O home
officce nem sempre
funciona em termos de
produtividade. O fato de
se estar em um ambiente
corporativo já melhora o
desempenho, além de ter
espaços bem equipados,
como uma sala de reuni-
ões, que vão impactar o
cliente e dar credibilida-
de”, ressalta Sendy.
Para a diretora de
marketing, mais do que
novas relações de traba-
lho, a geração atual de
profissionais valoriza o
coworking. “Se se pensar
no público mais novo, ele
é altamente empreende-
dor, gosta de mais liber-
dade de trabalho e de
espaços flexíveis”, diz.
AO PÉ DA LETRA
Coworking é um modelo de trabalho que se baseia no
compartilhamento de espaço e em recursos de escritório.
CONECTIVIDADE É
A PALAVRA-CHAVE
Naomi Rodrigues, psicóloga
e consultora em coworking,
defende que o mais interessante
é a conectividade que esses
espaços proporcionam. “No
coworking tem um gestor da
comunidade, que trabalha o
público que está usando o
espaço independente do setor,
promovendo a conexão dos
profissionais”, comenta ela, que
prestou consultoria no Corp
Working, em Ribeirão.
Para Naomi, o coworking é um
ambiente muito importante
para o empreendedor, que
permite o crescimento da
empresa, “através da troca
de relacionamento e de
experiências e a economia de
uma sala compartilhada, que
possibilita o uso fracionado de
acordo com a necessidade e
etapa empresarial que a pessoa
se encontra.” Daí, segundo ela,
a importância de apoio aos
profissionais, com a promoção
de consultoria e mentorias mais
individualizadas, com cursos ou
palestras. Mesmo quem ainda
não tem faturamento para uso
diário pode utilizar o endereço
comercial para estabelecer
negócios e usar apenas a sala
de reunião ou espaço de evento
para atender clientes. “Vai
adequando o uso de acordo
com o crescimento
do negócio”, diz.
NOVOS TEMPOS
Para Sendy Cristani, diretora de marketing e operações do
COPA Network, com sede em São Paulo e Brasília, a geração
atual valoriza o formato
FOTOS DIVULGAÇÃO COPA NETWORK
14 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
JORNALISTA DESTACA CUSTO
ACESSÍVEL E CONVIVÊNCIA
A jornalista Francine Micheli montou um espaço compartilhado de
trabalho em 2015: A Casinha, na Vila Toscana, em Ribeirão Preto (foto
à esquerda). “Estava à procura de uma opção mais em conta. Como
sou autônoma, não fazia sentido alugar um escritório só pra mim e
arcar com mil contas. Para mim é óbvio dividir o espaço com outros
profissionais, quando se tem a oportunidade de compartilhamento”,
comenta. Para Francine, o coworking é uma realidade, mas falta
consciência ainda de que são possíveis novos modelos de trabalho,
com novas configurações. “Não tem sentido a quantidade de
dinheiro que geralmente se gasta, sem necessidade, em um escritório
particular. É muito mais simples do que se pensa”, opina.
Embora não se trata de uma empresa que lucra com o subaluguel
de espaços corporativos, Francine afirma que pode ser considerado
um coworking. “Somos profissionais autônomos que acreditam na
economia colaborativa, em dividir contas, responsabilidades... e
apreciamos a companhia uns dos outros”, explica. Para a jornalista,
é difícil pensar de forma um pouco mais coletiva quando se é
ensinado o tempo todo a pensar de maneira individual. “É uma
quebra de paradigmas”, considera a coworker. E o que representa
para ela o dia a dia em um espaço profissional compartilhado?
“Liberdade é a palavra”, responde.
Na hora de fazer o projeto decorativo e layout do coworking,
deve-se ter como prioridade a flexibilidade. “O fluxo de pessoas
e usos diversos que acontecem em um espaço de coworking
indicam essa prioridade no projeto”, comenta o arquiteto José
Calijuri Hamra, co-fundador do Wikilab Coworking.
Ele destaca que a infraestrutura e o mobiliário devem estar
aptos a serem transformados de maneira rápida e simples,
para usos diferentes que podem ocorrer em uma mesma tarde.
“Eletrocalhas, infraestrutura aparente e mobiliário adaptável são
soluções que facilitam essa dinâmica”, cita.
• Os espaços disponíveis em um coworking podem variar, mas
a maioria possui auditório, sala de reuniões, estações de
trabalho, salas privativas, cozinha equipada, pátios internos e
jardim de descompressão.
• A alma de um coworking é a integração entre os membros,
que normalmente acontece no café. Prepare um ambiente
agradável para esse momento.
• Nas áreas de longa permanência, uma paleta de cores suave
ajuda a manter a calma. Lembre-se que os coworkers estarão
nesse ambiente durante muitas horas por dia.
• Plantas são fundamentais, amenizam o stress e criam uma
atmosfera mais humanizada no espaço.
• Pense em áreas de descompressão e espaços ao ar livre, para
que os coworkers consigam mudar de ambiente dentro do
próprio espaço.
• Nos espaços para eventos, pense em toda a infraestrutura de
som, imagem, mobiliário e área de recepção e coffee break.
• Mobiliários ergonômicos e confortáveis fazem a diferença em
todos os ambientes.
• Cada coworking desenvolve uma dinâmica própria dos
coworkers com o espaço, esteja atenta ao dia-a-dia para fazer
pequenas alterações e melhorias.
Economiaconsolidaformato
Usado por empresas
e profissionais autôno-
mos que buscam escritó-
rios estruturados e bem
elaborados a custo aces-
sível, o coworking movi-
mentou R$ 82 milhões
nos últimos cinco anos,
segundo dados do Censo
Coworking Brasil 2017,
deixando de ser apenas
uma tendência no Brasil
e tornando-se realidade.
“Pode parecer que
não, mas ainda é um
assunto recente. De 2014
para cá ficou muito forte
e depois, com a crise
imobiliária, várias em-
presas do mesmo ramo
de atividade se aprovei-
taram desse momento
para fazer boas nego-
ciações em imóveis, que
aqueceram o mercado”,
comenta Sendy, do COPA
Network.
Com a busca pela
elasticidade, tão marcan-
te entre as empresas, o
coworking surge como
solução para atender
de uma a cem pessoas/
funcionários. “A pessoa
paga somente sobre o
que ela usar no espaço,
sem surpresas nas contas
no final do mês e sem
vínculos de contratos
longos. Ainda conta
com uma melhor estru-
tura, que envolveria um
investimento muito alto
por parte do empreende-
dor. No dia a dia, temos
desde uma única pessoa
que está desenvolvendo
uma startup, empresas
de cinco pessoas na
operação ou de vários
colaboradores. Além
das maiores e até multi-
nacionais que utilizam
o espaço para eventos”,
explica Sendy. Segundo
ela, a economia de se tra-
balhar em um coworking
em relação à um escritó-
rio próprio e individual
chega a 30%.
PONTOS ESSENCIAIS
FLEXIBILIDADE DEVE NORTEAR O PROJETO
ARQUITETÔNICO DO COWORKING
FONTE: SENDY CRISTANI - DIRETORA DE MARKETING E OPERAÇÕES DO COPA NETWORK
• Flexibilidade
• Inovação
• Modernidade
• Criatividade
• Colaboração
• Tecnologia
• Praticidade
• Leveza
HUGO BATTAGLION / DIVULGAÇÃO
WEBER SIAN / A CIDADE
GESTÃO
Para a psicóloga Naomi Rodrigues (de frente, à direita), que
prestou consultoria para a Corp Working, em Ribeirão, tem que
haver um gestor trabalhando para o público que usa o espaço
15A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
BOM APETITE
FEIJOADA
Comousemcarne...
brasileiríssima!De origens presumidamente portuguesa, esse prato forte e tradicional tornou-se típico
de nosso país e combina com o cardápio das temperaturas mais amenas do inverno
VALESKA MATEUS
valeska@jornalacidade.com.br
Feijão preto cozido
com pedaços e embutidos
de porco, mais carne seca
compõem a tradicional
feijoada, prato com a
cara do Brasil que vai cai
bem com as temperaturas
mais amenas do inverno.
“É um prato que
agrada ao paladar por ser
completa, com feijão e
carnes, e por ter a possi-
bilidade de ser guarne-
cida por tantas opções
de outros sabores, como
farofa, vinagrete com
pimenta, bacon, couve
refogada e laranja”, opina
a banqueteira Miriam Pa-
terno, gerente do Restau-
rante Athenas, do Stream
Palace Hotel.
A paixão nacional é
mais consumida no Su-
deste, principalmente no
Rio de Janeiro e em São
Paulo, segundo ela.
Não se sabe ao certo
a origem exata do prato,
mas reza a lenda que foi
criado pelos escravos,
com sobras da carne de
porco servida aos nobres
portugueses. “Mas isso
não é o correto, mesmo
porque, naquela época,
essas partes do animal
não eram consideradas
menos importantes”, co-
menta Miriam. Para ela,
provavelmente, a feijoa-
da é uma adaptação do
cozido português. “Com
o passar do tempo e a
evolução dos costumes,
teria sido acrescentado
o feijão preto, criando
assim a feijoada”, acredita
a banqueteira.
O que certo é que
a feijoada tornou-se um
símbolo de brasilidade.
“Tem todas as carac-
terísticas da culinária
brasileira: a presença do
feijão preto e da farinha
de mandioca - ambos
originários da América
do Sul. E, acompanhada
do nosso drinque mais
brasileiro, a famosa
caipirinha, ganha ainda
mais destaque nacional”,
comenta Miriam.
Costela, lombo,
orelha, rabo, língua,
joelho e pé de porco,
carne seca (ou carne de
sol), paio, linguiça e até
bacon não podem faltar
na feijoada. Tradicionais,
essas carnes dão o sabor
característico ao prato.
Há quem torça o
nariz para algumas delas,
como o pé de porco, mas,
para Miriam, é uma das
carnes mais tradicional
na receita. “Agrega sabor
e untuosidade à feijoada”,
rebate.
GUARNIÇÕES
ACENTUAM
SABOR E
AJUDAM NA
DIGESTÃO
As guarnições
fundamentais da feijoada
são couve - que pode
ser preparada com alho,
cebola e pequenos cubos
de bacon fritos -, farofa,
vinagrete apimentado e
laranja. Segundo Miriam
Paterno, acredita-se
que o hábito de comer
feijoada com laranja
tenha vindo da Europa,
onde, entre os séculos
16 e 18, era comum
comer pratos quentes e
secos com frutas úmidas
e frias, para misturar os
sabores. “Mais tarde,
descobriu-se que a
laranja tem vitamina C,
substância que ajuda
na absorção do ferro do
feijão e da couve, além
de conter fibras, boas
para a digestão. Além
disso, o sabor agridoce
da laranja combina
com o sabor das carnes
de porco”, explica a
banqueteira.
FOTOSMATHEUSURENHA
16 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
HEF
edientes
scos e
respeite seus tempos
de preparo, sem
acelerar ou encurtar
os processos. Isso
faz uma grande
diferença no final.
Para acompanhar
o prato, adicione
uma farofa de coco e
cebola caramelizada e
o arroz vermelho com
abobrinha (como na
foto), que são opções
também veganas”
Filipe Malia, Chef
DICA DO CH
“Use ingre
muito fres
EM CADA REGIÃO
No Brasil, o modo de fazer a feijoada varia de um Estado
para outro. Alguns usam o feijão mulatinho ao invés do
preto. Outros preferem carne fresca ao invés das matura-
das, como a carne seca ou carne de sol.
SEGREDINHO
Para uma boa feijoada é preciso capricho e paciência para
preparar bem todos os ingredientes e guarnições - que são
muitos. Outro segredo é caprichar nos temperos, como
cebola e alho. Além disso, acrescentar um copo de cacha-
ça e suco de laranja ao caldo oferece um sabor especial.
FEIJOADA VEGANA
INGREDIENTES
• 700g de feijão preto
• 2,5 lt de água
• 200g de tofu
• 300g de abóbora cabotiá
• 400g de beterraba
• 200g de cebola roxa
• 150g de vagem
• 200g de cogumelo Paris
• 2 folhas de louro
• 50g de alho poró
• 50g de salsa
• 50g de salsão
• 50g de cebolinha
• 100g de alho
• Cominho, paprica defumada, doce
e picante a gosto
• Sal a gosto
• 15 ml de shoyu
• Azeite a gosto
PREPARO
Cozinhe o feijão com o louro na
água por 30 minutos - ou até ficar
macio. Reserve. Higienize todos os
vegetais, descasque e pique em
cubos - as vagens ao meio. Reserve.
Pique o tofu em cubos e separe em
duas partes. Misture metade com
a páprica defumada. Junte a outra
metade à beterraba e marine com
shoyu, páprica e cominho por, no
mínimo, 2 horas. Pique o alho, a
cebola, o salsão e o alho poró bem
pequenos. Refogue e reserve. Em
uma panela, refogue em fogo baixo
os demais legumes até ficarem
macios. Junte o feijão e os demais
ingredientes e acerte o sal. No final,
adicione a salsinha e a cebolinha.
VERSÃOVEGANA
Semcarne,
mascomsabor
Os veganos têm
sua própria versão de
feijoada. “Além de ser
um prato sem nenhum
derivado animal, é bem
mais leve, feito sem sal re-
finado e um preparo que
mantém o máximo dos
nutrientes”, comenta o
chef Filipe Malia, do Club
Life To Go Ribeirão.
A base continua
sendo o feijão preto, mas
as carnes cedem lugar ao
tofu (queijo de soja) e ao
cogumelo como fontes
de proteína. Na vegana
é um mix especial de
temperos que garante o
sabor. “Fazemos uma ma-
rinada com o tofu. Esse
mix realça o sabor do
cogumelo e ajuda muito
a incorporar bem os
ingredientes, lembrando
o gostinho defumado da
feijoada”, explica Malia.
A receita ainda leva
legumes, como abóbora,
beterraba e vagem, que
ajudam a valorizar a tex-
tura. Mas o chef ressalta
que, por não ter proteína
animal, há diferença no
sabor em relação à feijoa-
da tradicional. “Ela segue
uma vertente diferente
e tem um sabor único. É
extremamente saborosa,
um prato com texturas
e sabores marcantes”,
define.
FEIJOADATRADICIONAL
INGREDIENTES
• 5 kg de feijão
• 1 kg de rabo de porco
• 1 kg de pé de porco
• ½ kg de orelha de porco
• 1 kg de linguiça calabresa
• 1 kg de paio
• 3 kg de carne seca
• 2 kg de costelinha de porco
• 2 kg de lombo de porco
• 1 kg de língua de porco
• 200 ml de óleo
• 6 dentes de alho
PREPARO
Tire o sal de todas as carnes dois
dias antes. Lave o feijão. Coloque
óleo e alho na panela e refogue o
feijão (ainda sem cozinhar) com
rabo, pé, orelha, carne seca, lombo
e costelinha (sem cozinhar) por
aproximadamente 15 minutos.
Acrescente um copo americano
de cachaça e um copo e meio de
suco de laranja. Adicione um galho
de louro grande. Cubra com água
uns 10 cm acima dos ingredientes.
Quando ferver, acrescente o paio e
a calabresa. Vá acrescentando água,
se necessário. Dos 5 kg de feijão
cozidos, separe aproximadamente
2 kg para bater e fazer caldo com
parte da água do cozimento. Coe
o caldo que se formou e refogue-o
com alho e óleo. Pegue uma cebola
média e espete cravo. Jogue-a
dentro desse caldo. Incorpore as
carnes e o feijão a esse caldo
batido.
17A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
BOM PROGRAMA
CINEMA
Estreias
HOMEM-FORMIGA E A VESPA
EUA, 2018. Dir.: Peyton Reed. Com Paul Rudd,
Evangeline Lilly e Michael Douglas. Scott Lang tem
que lidar com as consequências de seus atos após
os acontecimentos de ‘Capitão América: Guerra
Civil’. Em paralelo, precisa lutar contra uma nova vilã
e salvar Janet Van Dyne do tamanho sub-atômico.
12 anos. 2h.
2D DUBLADO
UCI RibeirãoShopping sala 6: 13h30, 16h, 21h
Cinépolis Santa Úrsula sala 5: 17h45 e 20h45
Cinemark Novo Shopping sala 9: 12h20 e 20h50
Moviecom Jaraguá Araraquara sala 5: 14h, 16h30, 19h e 21h30
Star Cine Sertãozinho sala 2: 15h10,19h10 e 21h30
2D LEGENDADO
UCI RibeirãoShopping sala 6: 18h30
Cinépolis Iguatemi sala 6: 18h30 (menos sexta)
Moviecom Jaraguá Araraquara: 0h05 (só 5/7 - quarta p/ quinta)
3D LEGENDADO
UCI RibeirãoShopping sala 2 Imax: 19h
Cinépolis Santa Úrsula sala 6: 23h15
Cinépolis Iguatemi sala 1 Macro XE: 22h
Cinépolis Iguatemi sala 2: 14h45, 17h50 e 20h45
Cinemark Novo Shopping sala 9: 18h
Moviecom Jaraguá Araraquara sala 4: 21h50
3D DUBLADO
UCI RibeirãoShopping sala 2 Imax: 14h, 16h30 e 21h30
UCI RibeirãoShopping sala 10: 15h (menos 6/7), 17h30 (menos 6/7), 20h e 22h30
Cinépolis Santa Úrsula sala 6: 13h, 16h, 19h e 22h
Cinépolis Santa Úrsula sala 7: 13h30, 16h30, 19h30 e 22h30
Cinépolis Iguatemi sala 1 Macro XE: 13h, 16h e 19h
Cinemark Novo Shopping sala 1 XD: 13h10 (menos sexta), 15h50 (menos sexta), 18h45
e 21h30
Cinemark Novo Shopping sala 3: 11h45 (só sábado e domingo), 14h30 (menos sexta),
17h20, 20h10 e 23h (só sábado)
Cinemark Novo Shopping sala 9: 15h10 (menos sexta)
Moviecom Jaraguá Araraquara sala 4: 14h20, 16h50, 19h20 e 0h (só 5/7 – quarta p/
quinta)
Star Cine Sertãozinho sala 1: 15h, 19h e 21h20
ELLA & JOHN
ITA/FRA, Dir.: Paolo Virzì. Com Helen Mirren, Donald
Sutherland, Christian McKay. Para desespero dos
filhos, o casal de septuagenários aposentados Ella
e John decide fazer uma última viagem pelo país
sem eu trailer, tendo como destino a antiga casa de
Ernest Hemingway, na Flórida. 1h52.
2D LEGENDA
Cinépolis Santa Úrsula sala 2: 14h15 (menos sexta)
Em cartaz
ALÉM DO HOMEM
Brasil, 2018. Dir.: Willy Biondani. Com Sergio Guizé,
Débora Nascimento, Otávio Augusto. Alberto Luppo
é um escritor brasileiro que mora em Paris há
anos e desde então renega suas raízes tropicais.
Quando um famoso antropólogo francês desaparece
na cidade de Milho Verde, Minas Gerais, ele volta
para sua terra natal e inicia uma investigação para
descobrir o paradeiro do velho amigo. No entanto,
durante a viagem, ele se encanta pela cultura
brasileira, assim como suas terras e sua gente, algo
até então impossível para ele. 14 anos. 1h32.
2D NACIONAL
UCI RibeirãoShopping sala 8: 15h35, 19h45 e 21h45
COPA DO MUNDO FIFA 2018
Exibição do jogo da Copa do Mundo de 2018 na
Rússia, Brasil x Bélgica
2D DUBLADO
UCI RibeirãoShopping sala 10: 14h (só 6/7)
Cinépolis Santa Úrsula sala 2: 15h (só 6/7)
Cinemark Novo Shopping sala 8: 14h (só 6/7)
CINEMAS
• Cinemark Novo Shopping: (16) 3617-3263
• Cinépolis Shopping Santa Úrsula: (16) 3632-0568
• Cinépolis Iguatemi: (16) 3913-3675
• UCI RibeirãoShopping: (16) 2138-8888
• Cineclube Cauim: (16) 3941-5025
• Cine Lupo Araraquara: (16) 3333-5544
• Moviecom Araraquara: (16) 3335-4258
• Star Cine Sertãozinho: (16) 3942-1275
HEREDITÁRIO
EUA, 2018. Dir.: Ari Aster. Com Toni Collette, Gabriel
Byrne, Alex Wolff. Após a morte da reclusa avó, a
família Graham começa a desvendar algumas coisas.
Mesmo após a partida da matriarca, ela permanece
como se fosse um sombra sobre a família, espe-
cialmente sobre a solitária neta adolescente, Charlie,
por quem ela sempre manteve uma fascinação não
usual. Com um crescente terror tomando conta da
casa, a família explora lugares mais escuros para
escapar do infeliz destino que herdaram. 16 anos.
2h06.
2D DUBLADO
UCI RibeirãoShopping sala 4: 13h45, 19h05 e 21h45
2D LEGENDADO
UCI RibeirãoShopping sala 4: 16h25
OS INCRÍVEIS 2
EUA, 2018. Dir.: Brad Bird. Com Craig T. Nelson,
Holly Hunter, Brad Bird. Quando Helena Pêra é
chamada para voltar a lutar contra o crime como
a super-heroína Mulher-Elástica, cabe ao seu
marido, Roberto, a tarefa de cuidar das crianças,
especialmente o bebê Zezé. O que ele não esperava
era que o caçula da família também tivesse super-
poderes, que surgem sem qualquer controle. Livre.
1h58.
2D DUBLADO
UCI RibeirãoShopping sala 5: 13h35, 18h55 e 21h35
Cinépolis Santa Úrsula sala 3: 14h45, 17h45 e 21h
Cinépolis Santa Úrsula sala 4: 13h15, 19h15 e 22h15
Cinépolis Santa Úrsula sala 5: 12h30, 15h15 e 18h15
Cinépolis Iguatemi sala 3: 13h30, 16h30, 19h30 e 22h30
Cinépolis Iguatemi sala 6: 12h30 (menos sexta) e 15h30 (menos sexta)
Cinemark Novo Shopping sala 4: 11h20 (só sábado), 14h15 (menos sexta), 17h10, 20h
e 22h50 (só sexta e sábado)
Cinemark Novo Shopping sala 6: 13h40, 16h30 (menos sexta), 19h20 e 22h10
Moviecom Jaraguá Araraquara sala 3: 14h10, 16h40 e 19h10
2D LEGENDADO
UCI RibeirãoShopping sala 5: 16h15
Moviecom Jaraguá Araraquara sala 3: 21h40
3D DUBLADO
UCI RibeirãoShopping sala 1: 13h, 15h40, 18h20 e 21h05
UCI RibeirãoShopping sala 11: 14h05, 16h45, 19h25 e 22h05
Cinépolis Santa Úrsula sala 8: 14h, 16h50, 20h15 e 23h
Cinépolis Iguatemi sala 4: 14h15, 17h15, 20h05 e 23h (só de quinta a domingo)
Cinemark Novo Shopping sala 2: 12h15, 15h (menos sexta), 17h50 e 20h40
Moviecom Jaraguá Araraquara sala 1: 15h20, 17h50 e 20h20
SEXY POR ACIDENTE
EUA, China, 2018. Dir.: Abby Kohn, Marc Silverstein.
Com Amy Schumer, Michelle Williams, Rory Scovel.
Renee, uma mulher comum, luta diariamente com
sua insegurança. Depois de cair de bicicleta e bater
a cabeça, ela de repente acorda acreditando ser a
mulher mais capaz e bonita do mundo. E com isso
Renee começa a viver a vida mais confiante e sem
medo das falhas. 12 anos. 1h50.
2D DUBLADO
UCI RibeirãoShopping sala 9: 13h05
Cinépolis Santa Úrsula sala 2: 18h30
Cinemark Novo Shopping sala 8: 13h35 (menos sexta) e 22h
2D LEGENDADO
UCI RibeirãoShopping sala 9: 18h05
Cinépolis Iguatemi sala 6: 21h15
DIVULGAÇÃO DISNEY
18 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
Cinemark Novo Shopping sala 5: 12h50, 15h40 (menos sexta) e 21h50
Cinemark Novo Shopping sala 7: 11h10 (só sábado e domingo), 14h, 16h50 (menos
sexta), 19h40 e 22h30
Cinemark Novo Shopping sala 8: 16h15 (menos sexta) e 19h10
Moviecom Jaraguá Araraquara sala 2: 13h45, 16h20 e 19h05
OITO MULHERES E UM SEGREDO
EUA, 2017. Dir.: Gary Ross. Com Sandra Bullock,
Cate Blanchett, Anne Hathaway, Rihanna. Recém-Recém-
-saída da prisão, Debbie Ocean planeja executar o
assalto do século em pleno Met Gala, em Nova York,
com o apoio de Lou, Nine Ball, Amita, Constance,
Rose, Daphne Kluger e Tammy. 14 anos. 01h50.
2D LEGENDADO
UCI RibeirãoShopping sala 3: 17h50 e 22h25
2D DUBLADO
UCI RibeirãoShopping sala 3: 13h10, 15h30 e 20h10
TALVEZ UMA HISTÓRIA DE AMOR
Brasil, 2018. Dir.: Rodrigo Bernardo. Com Mateus
Solano, Thaila Ayala, Bianca Comparato. Quando
chega em casa, depois de mais um dia corriqueiro
no trabalho, Virgílio liga a secretária eletrônica e
ouve um recado perturbador. É uma mensagem de
Clara, comunicando o término do relacionamento
dos dois. Virgílio, contudo, não faz a menor ideia
de quem é Clara. Agora, ele precisa encontrar essa
mulher misteriosa. 10 anos. 1h45.
2D NACIONAL
UCI RibeirãoShopping sala 8: 13h25 e 17h35
Ribeirão Preto
ARTES VISUAIS
Centro de Arte Contemporânea W
O CAC W inaugura três exposições: “Alocasia Negra
em Flora Brasiliensis”, composta por pinturas,
desenhos e esculturas de Helen Faganello; “Hora
do Levante”, que reconfigura o espaço do CAC
W com ações de Rodrigo Bueno, que interferem
na arquitetura do jardim com plantas de poder,
louros, arrudas, babosa, espada de São Jorge,
cultivadas pelos cantos e bancadas; e a instalação
“Transcurso”, de Weimar Amorim, composta por
cartas transcritas e registros de áudios, objetos
pessoais, retratos. Quando: até 18/8, às quintas e
sextas, das 14h às 18h, e sábados das 10h às 14h.
Onde: Centro de Arte Contemporânea W (rua Nélio
Guimarães, 1.300). Grátis. Inf.: (16) 3623-2466.
As Quatro Estações
Coleção de performances e pinturas corporais
fotografadas por de Luca Zanella que expressam
visualmente o sentido de letras de músicas contem-
porâneas, regendo as fases dos relacionamentos
amorosos, se dividindo nas estações da natureza.
Quando: até 1º/8, de segunda a sexta, das 9h às
16h. Onde: ECEU - Espaço Cultural e de Extensão
Universitária da USP (Avenida Nove de Julho, 980).
Grátis. Inf.: (16) 3602-0695.
CINEMA ALTERNATIVO
O Choro - A Roda e Suas Relações
Dir. e Roteiro: Matheus Doninha. BRA, 2018. No coração
de Ribeirão Preto, um grupo de amigos se reúne em
praça pública em torno de uma paixão, o Choro. Uma
roda se forma todas as segundas de maneira espontânea
e democrática.Após a exibição, ocorre um bate-papo
com o diretor e representantes do projeto. Quando:
8/7 (domingo), 15h. Onde: Espaço Galpão do Sesc (rua
Tibiriçá, 50) . Grátis. (retirada de ingressos com 1h de
antecedência). Inf.: (16) 3977-4477.
Tango Livre
Dir. Frederic Fonteyne. Bélgica, França, Luxemburgo,
2012. Filme em exibição pelo projeto “Cinema
de Terça”, do Sesc. Jean-Christophe é guarda
penitenciário e se encanta com uma mulher que
conhece na aula semanal de tango. Eles se reen-
contram quando ela vai visitar o marido, preso onde
JC trabalha, acaba envolvido. Quando: 17/7 (terça),
das 20h às 22h. Onde: Espaço Galpão do Sesc (rua
Tibiriçá, 50). Ingressos gratuitos (retirada a partir de
1h antes). Censura 10 anos. Inf.: (16) 3977-4477.
A Ovelha Negra
Dir. Grímur Hákonarson. Islãndia, 2016. Filme em
exibição pelo projeto Cinema de Terça, do Sesc.
Após ser derrotado no concurso anual do melhor
cordeiro, o fazendeiro Gummi decide investigar o
animal vencedor e logo desconfia que ele tenha
scrapie, uma doença contagiosa. Quando a ameaça
se confirma, todas as fazendas das redondezas são
obrigadas a matar suas ovelhas, o que para muitos
é considerado uma verdadeira tragédia. Mas Gummi
elabora um plano. Quando: 24/7 (terça), das 20h às
22h. Onde: Espaço Galpão do Sesc (rua Tibiriçá, 50).
Ingressos gratuitos (retirada a partir de 1h antes).
Censura 14 anos. Inf.: (16) 3977-4477.
Cinema
Pequeno milagre
tunisiano
Descrito como “pequeno
milagre” pela crítica
especializada, o longa de
estreia da tunisiana Leyla
Bouzid, “Assim que Abro
Meus Olhos”, programado
no projeto Cinema de Terça,
do Sesc Ribeirão, conjuga
força, beleza e urgência.
O título é cantado pela
protagonista, a jovem Farah
(Baya Medhaffar), em protesto
contra o governo de Zine
el-Abidine Ben Ali (“assim
que abro meus olhos, eu
vejo aqueles privados de
trabalho e de comida”). Em
uma Tunísia às vésperas
da Revolução do Jasmim
(2010), que desencadearia
a Primavera Árabe, Farah
sonha em ser cantora, mas
sofre grande pressão por um
futuro promissor estudando
medicina. Neste sentido, é
igual a milhares de garotas ao
redor do mundo, rebelando-
-se contra instituições e
imposições da família. Mas
a narrativa é enriquecida por
cores locais e particularidades
acrescentadas pela diretora.
Assim Que Abro
Meus Olhos
Dir. Leyla Bouzid. França,
Tunísia, Bélgica, 2017. Em
exibição pelo projeto Cinema
de Terça, do Sesc. Situado
em 2010, pouco antes da
Revolução de Jasmim na
Tunísia, que desencadeou
a Primavera Árabe, o filme
acompanha uma jovem
que sonha em ser cantora.
Quando: 10/7 (terça), 20h.
Onde: Espaço Galpão do Sesc
(rua Tibiriçá, 50). Ingressos
gratuitos (retirada a partir de
1h antes). Censura 14 anos.
Inf.: (16) 3977-4477.
DIVULGAÇÃO SUPO MUNGAM FILMS
JURASSIC WORLD: REINO AMEAÇADO
EUA, 2017. Dir.: Juan Antonio Bayona. Com Chris
Pratt, Bryce Dallas Howard, Rafe Spall. Quatro anos
após o fechamento do Jurassic Park, um vulcão
prestes a entrar em erupção põe em risco a vida
dos dinossauros que vivem livremente na ilha Nubar.
Decidida a resgatá-los, Claire convoca Owen a
retornar à ilha com ela. 10 anos. 2h08.
2D LEGENDADO
UCI RibeirãoShopping sala 9: 15h25 e 20h45
Cinépolis Santa Úrsula sala 1: 21h45
Cinépolis Iguatemi sala 5: 15h45
Cinemark Novo Shopping sala 5: 18h40
Moviecom Jaraguá Araraquara sala 2: 21h45
2D DUBLADO
UCI RibeirãoShopping sala 7: 13h40, 16h20, 19h10 e 21h50
Cinépolis Santa Úrsula sala 1: 12h45, 15h45 e 18h45
Cinépolis Santa Úrsula sala 2: 17h (menos sexta), 20h e 22h40 (só sexta e sábado)
Cinépolis Iguatemi sala 5: 12h45, 18h45 e 21h40
19A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
BOM PROGRAMA
CIRCO
Piatofatto
Espetáculo de circo-teatro com o Coletivo Pernalta.
Um banquete cômico e completamente interativo
tem sua ordem cênica definida pelo público, através
de um gigantesco menu, no qual a plateia seleciona
os pratos que montam a ordem do espetáculo.
Quando: 7/7 (sábado), 16h. Onde: Espaço
Convivência do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Grátis. Inf.:
(16) 3977-4477.
HUMOR
Thiago Ventura
Em seu segundo show solo, Thiago faz piadas e
conta histórias engraçadas sobre os seus últimos
anos como comediante de stand up. Quando: 13/7
(sexta), 20h. Onde: Theatro Pedro II (Álvares Cabral,
370). Ingressos: R$ 60 a R$ 70 (conforme setor).
Inf.: (16) 3977- 8111.
UTC – Não Pode Rir
Apresentado pelos Castro Brothers, o UTC (Ultimate
Trocadilho Championship) - Não Pode Rir é um
campeonato realizado no formato mata-mata, onde
dois oponentes se enfrentam com o objetivo de fazer
o outro rir. Quem ri, perde. Quando: 14/7 (sábado),
21h. Onde: Teatro Municipal de Ribeirão Preto (Alto
do morro do São Bento, s/nº). Ingressos: R$ 60
(antecipado) e R$ 70. Inf.: (16) 3625-6841.
LITERATURA
Muito Barulho Por Nada
Contação de “Histórias de Shakespeare” para
crianças. Nesta comédia o tema central se passa
em torno das confusões amorosas de um casal
italiano. Os dois vivem discutindo e brigando para
não assumirem suas paixões (atividade com inter-
pretação em Libras por Lucas Rafael). Quando: 15/7
(domingo), 15h. Onde: Quintal do Sesc Ribeirão (rua
Tibiriçá, 50). Grátis. Inf.: (16) 3977-4455.
Romeu e Julieta
Contação de “Histórias de Shakespeare” para
crianças. A briga de duas famílias não consegue
afastar o jovem casal que protagonizou a mais
conhecida história de amor (atividade com inter-
pretação em Libras por Lucas Rafael). Quando: 22/7
(domingo), 15h. Onde: Quintal do Sesc Ribeirão (rua
Tibiriçá, 50). Grátis. Inf.: (16) 3977-4455.
MÚSICA
Diogo Nogueira
Show com o sambista, que apresenta seu primeiro
álbum inteiramente autoral, “Munduê”. Quando: 7/7
(sábado), 21h. Onde: Theatro Pedro II (rua Álvares
Cabral, 370). Ingressos: de R$ 70 a R$ 140
(conforme setor). Inf.:(16) 3977- 8111.
Roda de Choro
Roda de choro com os músicos participantes do
Projeto Choro da Casa e participação especial de
Luizinho 7 cordas e Agnaldo Luz. No repertório,
apresentações de choros clássicos de Pixinguinha,
Jacob do Bandolim, entre outros, além de algumas
composições autorais do grupo. Quando: 8/7
(domingo), 16h. Onde: Espaço Convivência do Sesc
(rua Tibiriçá, 50). Grátis. Inf.: (16) 3977-4477.
Bia Moretti - Essas Mulheres
Show em que a cantora Bia Moretti homenageia
as maiores cantoras Brasileiras da MPB, que
fizeram uma grande diferença na construção de sua
carreira. Vai de Carmem Miranda a contemporâneas
como Roberta Sá. Quando: 10/7 (terça), 20h.
Onde: Theatro Pedro II (rua Álvares Cabral, 370).
Ingressos: R$ 30. Inf.: (16) 3977- 8111.
Refazenda - Tributo a Gilberto Gil
O grupo formado por Dimi Zumquê, Pedrinho
Brown, Pedro Sossego, Sudu Lisi e Thiago Carreri
homenageia um dos maiores artistas da música
brasileira. Quando: 13/7 (sexta), 20h30. Onde:
Espaço Convivência do Sesc (rua Tibiriçá, 50).
Grátis. Inf.: (16) 3977-4477.
Quem Não Tem Cão, Caça Com Whats
A apresentação fala sobre o comportamento pessoal
e interpessoal na era digital. As reais possibilidades
do agora real e o agora virtual. Quando: 17/7
(terça), 20h. Onde: Theatro Pedro II (rua Álvares
Cabral, 370). Ingressos: R$ 30. Inf.: (16) 3977-
8111.
Danilo Caymmi convida Eder Giaretta
Acompanhado do violonista Davi Mello, Danilo
Caymmi cantará seus grandes sucessos, como
“Andança”, “Casaco Marrom”, “O bem e o mal”,
além do repertório do pai, que inclui “Mara-
cangalha”, “Você já foi a Bahia?”, “Marina”, “Suíte
do Pescador”, entre outros. A outra parte do
espetáculo contará com a participação do quarteto
do renomado pianista Eder Giaretta. Quando: 18/7
(quarta), 20h30. Onde: Espaço Auditório do Sesc
(rua Tibiriçá, 50). Ingressos: R$ 17 (inteira); R$
8,50 (aposentado, maior de 60 anos, pessoa com
deficiência, estudante e servidor de escola pública);
R$ 5 (credencial plena). Inf.: (16) 3977-4477.
Gafieira de Luxo
O cantor e trombonista Mauro Zacarias e Banda
apresenta um show de gafieira recheado de boa
música e diversão para todos. Quando: 19/7
(quinta), 17h. Onde: Espaço Convivência do Sesc
(rua Tibiriçá, 50). Grátis. Inf.: (16) 3977-4477.
Jota Quest
Novo show é baseado no CD/DVD homônimo
gravado ao vivo em São Paulo. No repertório,
clássicos como “Dias Melhores”, “Amor Maior”, “Só
Hoje”, “Do Seu Lado”, “Fácil”, “Vem Andar Comigo”,
“Dentro De Um Abraço”, “Blecaute”, “Mandou
Bem”, “As Dores Do Mundo”, entre outros sucessos
repaginados para o formato acústico. Quando: 21/7
(sábado), 22h. Onde: Recreativa Cidade (Avenida
Nove de Julho, 299). Ingressos: de R$ 80 a R$ 600
(conforme setor/mesa. Evento open bar). Inf.: (16)
4141-3138.
TEATRO
O Voo do Menino
Peça infantil com a Cia. Casa Amarela. A história do
pequeno Alberto, um menino inteligente e sensível,
que sonha em voar! Quando: 14/7 (sábado), 16h.
Onde: Espaço Galpão do Sesc (rua Tibiriçá, 50).
Ingressos: R$ 17 (inteira); R$ 8,50 (aposentado,
Sesc Ribeirão apresenta
Caetano Ribeiro Quinteto
Na próxima quarta-feira, a partir das
20h30, o auditório do Sesc Ribeirão
recebe show de lançamento do primeiro
CD, “Core”, de Caetano Ribeiro Quinteto
– mais um do selo local Blaxtream.
O guitarrista e seu quinteto passeiam
por estilos diversos, como jazz, bossa
nova e rock. Também violonista e
compositor, o músico ribeirão-pretano
radicado em São Paulo graduou-se em
música pela Unicamp. Nos tempos de
universidade, formou o Casa7, grupo
que desenvolve um trabalho de canção
majoritariamente autoral, tendo lançado
os CDs “Casa7” (2012) e “Caminho do
Meio” (2017), com participações de Izabel
Padovani, Lívia Nestrovski, Marcus Teixeira
e Ceumar.
No âmbito da música instrumental, Ribeiro
ainda integra o sexteto do contrabaixista
Daniel Coelho - que em breve lança seu
CD, além de liderar seu próprio quinteto.
Caetano Ribeiro Quinteto
Show de lançamento do primeiro CD,
“Core”, do quinteto liderado pelo músico
ribeirão-pretano radicado em São Paulo
Caetano Ribeiro. Quando: 11/7 (quarta),
20h30. Onde: Espaço Auditório do Sesc
(rua Tibiriçá, 50). Ingressos: R$ 17 (inteira);
R$ 8,50 (aposentado, maior de 60
anos, pessoa com deficiência, estudante
e servidor de escola pública); R$ 5
(credencial plena). Inf.: (16) 3977-4477.
DIVULGAÇÃO
20 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
maior de 60 anos, pessoa com deficiência,
estudante e servidor de escola pública); R$ 5
(credencial plena). Grátis para crianças até 12
anos. Inf.: (16) 3977-4477.
O Misterioso Fim de Pamela Sanches
Peça com a Cia. Balaco do Bacco. É dia de festa de
aniversário de Pamela na mansão Dumond Sanches.
Tudo parece estar muito tranquilo, a família toda
reunida, uma noite provavelmente glamourosa. Será?
Quando: 19/7 (quinta), 19h e 21h. Onde: Espaço
Galpão do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Ingressos: R$ 17
(inteira); R$ 8,50 (aposentado, maior de 60 anos,
pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola
pública); R$ 5 (credencial plena). Inf.: (16) 3977-4477.
A Pequena Sereia
O conto tem uma nova adaptação para os palcos,
totalmente desvinculada da conhecida versão Disney.
Disposta a conquistar o amor do Príncipe Henry,
a Pequena Sereia cede aos encantos da Bruxa do
Mar e entrega sua bela voz em troca de um par de
pernas, que a torne humana. Ao se tornar humana,
a Sereia encontra com o príncipe, que se apaixona
por sua graça e beleza, mesmo estando ela muda,
iniciando assim uma divertida e romântica aventura.
Quando: 21/7 (sábado), 17h. Onde: Theatro Pedro
II (Álvares Cabral, 370). Ingressos: R$ 70 a R$ 90
(conforme setor). Inf.: (16) 3977- 8111.
Portinari Pé de Mulato
Peça infantil com a Cia. Articularte. Uma aventura de
perseguição, depois que a boneca Denise derruba
uma sacaria de café, sem querer querendo! Um belo
passeio por coloridas e importantes obras plásticas
de Portinari que se transformam em bonecos
surpreendentes ou formas animadas. Quando:
21/7 (sábado), 16h. Onde: Espaço Galpão do Sesc
(rua Tibiriçá, 50). Ingressos: R$ 17 (inteira); R$
8,50 (aposentado, maior de 60 anos, pessoa com
deficiência, estudante e servidor de escola pública);
R$ 5 (credencial plena). Grátis para crianças até 12
anos. Inf.: (16) 3977-4477.
Araraquara
CINEMA ALTERNATIVO
Ratatouille
Dir.: Brad Bird. EUA, 2007. Em exibição pelo projeto
Especial Sensacine, do Sesc. Em Paris, Remy é um
rato que sonha se tornar um chefe de cozinha. Um
dia, nos esgotos, ele fica bem embaixo do famoso
restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau.
Ele decide visitar o lugar e lá conhece Linguini, um
atrapalhado ajudante que precisa manter o emprego
a qualquer custo. Remy e Linguini realizam então
uma parceria: sob o chapéu de Linguini, Remy indica
como ele deve cozinhar. A partir de quatro anos.
Quando: 7/7 (sábado), 19h. Onde: Espaço Garimpo
do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis
(retirada de ingressos a partir das 9h30 do dia 7/7,
limitados a 2 por pessoa). Inf.: (16) 3301-7500.
De Volta
Dir.: Jihane Chouaib. Líbano/ Bélgica/ França/ Suíça,
2018. Em exibição pelo projeto Tela Delas, do Sesc.
Nada retornou para casa, ou pelo menos é o que
ela achava. De volta ao Líbano, percebe que é uma
estrangeira em seu próprio país. No entanto, ainda
há um lugar que ela pode chamar de lar: uma
casa abandonada, em ruínas e assombrada pela
presença do avô que desapareceu misteriosamente
durante a guerra civil. Censura 14 anos. Quando:
8/7 (domingo), 14h. Onde: Teatro Sesc Araraquara
(rua Castro Alves, 1.315). Grátis (retirada de
ingressos 1 hora antes do início da sessão). Inf.:
(16) 3301-7500.
REFAZENDA O músico Dimi Zumquê participa de show em homenagem a Gilberto Gil na próxima sexta-feira
F.L.PITON/ACIDADE-26.SET.2016
CREDITO / A CIDADE
ANIMAÇÃO Cena de ‘Ratatouille’, longa com exibição programada para este sábado (7), no Sesc Araraquara
21A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
BOM PROGRAMA
Tudo Que Eu Amo
Dir.: Jacek Borcuch
Polônia | 2011 | 95 min. Filme em exibição pelo
projeto Araraquara Rock, do Sesc. Quatro amigos
tentam montar uma banda de punk rock, mas as
diferentes realidades dos integrantes são afetadas
pela crise social no país. Um filme sobre juventude,
revolução e política. 16 anos. Quando: 15/7
(domingo), 14h. Onde: Teatro do Sesc Araraquara
(rua Castro Alves, 1.315). Grátis (retirada de
ingressos 1 hora antes do início da sessão). Inf.:
(16) 3301-7500.
O Sétimo Selo
Dir.: Ingmar Bergman. Suécia, 1957. Em exibição
pela Mostra o Lobo à Espreita:
Uma Homenagem ao Centenário de Ingmar
Bergman, do Sesc. Século 14. Depois de dez anos
nas Cruzadas, um cavaleiro volta a seu país e o
encontra assolado pela Peste Negra. A Morte surge
diante dele e quer levá-lo consigo. O cavaleiro
pede um adiamento da pena, durante o qual jogará
uma partida de xadrez com a Morte. Censura 12
anos. Quando: 17/7 (terça), 20h. Onde: Teatro do
Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis
(retirada de ingressos 1 hora antes do início da
sessão). Inf.: (16) 3301-7500.
Morangos Silvestres
Dir.: Ingmar Bergman. Suécia, 1957. Filme em
exibição pelo projeto Mostra o Lobo à Espreita:
Uma Homenagem ao Centenário de Ingmar
Bergman, do Sesc. Velho professor de medicina
reavalia a vida enquanto viaja para a universidade
em que se formou para receber um título de
doutor honoris causa. Viajando com sua estranha
nora, revisita marcos do passado, em especial
as memórias de sua família e de Sara, paixão
da juventude. Censura 10 anos. Quando: 22/7
(domingo), 14h. Onde: Teatro do Sesc Araraquara
(rua Castro Alves, 1.315). Grátis (retirada de
ingressos 1 hora antes do início da sessão). Inf.:
(16) 3301-7500.
MÚSICA
Elizabeth Viana Recebe Rappin’ Hood -
Meus 50
Nesta turnê comemorativa, a cantora navega pelos
hits emplacados nas décadas de carreira, lança
canções inéditas de Jorge Ben e Luis Vagner (feitas
especialmente para ela) e conta com a participação
especial do amigo Rappin’ Hood, que lança a inédita
versão resposta de “Meu Guarda-Chuva”. Quando:
8/7 (domingo), 16h. Onde: Espaço Convivência do
Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis.
Inf.: (16) 3301-7500.
Mogiano e Mogianinho
A dupla apresenta repertório dos grandes sucessos
que marcaram a carreira de Tonico & Tinoco,
com os quais conviveram e realizaram diversas
apresentações na década de 70. Quando: 9/7
(segunda), 16h.Onde: Espaço Convivência do Sesc
Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis. Inf.:
(16) 3301-7500.
Fat Family
Na abertura do Baile do Carmo 2018 o convidado é
o grupo Fat Family, que chamou a atenção do Brasil
no final da década de 90 com suas coreografias
sincronizadas e capelas inspiradas em grupos
vocais norte-americanos. Ainda nos dias de hoje,
é conhecido pelos hits “Jeito Sexy”, “Onde Foi
Que Eu Errei” e “Fim de Tarde”. Quando: 11/7
(quarta), 20h. Onde: Espaço Convivência do Sesc
Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis. Inf.:
(16) 3301-7500.
Inocentes
Na abertura do Araraquara Rock , o grupo Inocentes
apresenta grandes clássicos e muitas surpresas
que há tempos não eram revisitados pelo quarteto.
São 37 anos de uma trajetória que nasceu no seio
do movimento punk paulistano e segue mais viva
do que nunca. Quando: 12/7 (quinta), 20h. Onde:
Espaço Convivência do Sesc Araraquara (rua Castro
Alves, 1.315). Grátis. Inf.: (16) 3301-7500.
Jica Y Turcão
Com canções que primam pela diversidade de ritmos
e crítica do cotidiano, Jica y Turcão, com a força da
sua musicalidade aliada a performances e paródias,
apresentam um show enxuto, musical e divertido.
Quando: 13/7 (sexta), 20h. Onde: Espaço Garimpo
do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315).
Grátis. Inf.: (16) 3301-7500.
Uma Roda de Samba para Roberto
Ribeiro
O grupo apresenta repertório de sambas inter-
pretados por Dermerval Miranda Maciel, mais
conhecido como Roberto Ribeiro, um dos maiores
intérpretes de samba de todos os tempos. Quando:
15/7 (domingo), 16h. Onde: Espaço Garimpo do
Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis.
Inf.: (16) 3301-7500.
Miolo Mole: Wandi Daratiotto, Swami Jr
e Danilo Moraes
A banda ecoa um pouco da tradição da grande
música brasileira, com um pezinho na gandaia.
Apresenta composições autorias e pretende
engrossar o coro das possibilidades timbrísticas
diferenciadas. Quando: 20/7 (sexta), 20h. Onde:
Espaço Garimpo do Sesc Araraquara (rua Castro
Alves, 1.315). Grátis. Inf.: (16) 3301-7500.
Grupo Triii
Com shows que reúnem músicas, brincadeiras
e performances, a proposta do Triii é interagir
com crianças e pais através da música, de forma
divertida e sempre muito criativa. Quando: 22/7
(domingo), 16h. Onde: Espaço Garimpo do Sesc
Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis. Inf.:
(16) 3301-7500.
Daniela Mercury
Neste show, a cantora apresenta músicas que
ela gostaria de regravar, clássicos da MPB e
canções inéditas que estarão no seu próximo
álbum. Quando: 26/7 (quinta), 21h. Onde: Espaço
Ginásio do Sesc Araraquara (rua Castro Alves,
1.315). Ingressos: R$12 (Credencial Plena);
R$20; (aposentado, maior de 60 anos, pessoa
com deficiência, estudante e servidor de escola
pública); R$40 (Inteira / Credencial Atividades). Obs.:
Ingressos limitados a dois por pessoa. Inf.: (16)
3301-7500.
CÉLIA SANTOS / DIVULGAÇÃO
ELA VEM AÍ OE no final do mês a cantora Daniela Mercury vem a Araraquara apresentar seu show no ginásio do Sesc
22 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
BOM PAPO
MAS
QUE
RAIO!
Diga lá, querida leitora e
prezado leitor: quanto você
aceita pagar por um brigadeiro
gourmet? Talvez seja melhor,
antes de responder, fazer as
contas e descobrir o valor de
uma receita básica de brigadeiro,
que deve render, por baixo, até
25 docinhos do tamanho de um
bola de gude – ou biroca, como
também é chamado o brinquedo
em algumas cidades na região
de Ribeirão Preto. Entrego a
rapadura: você vai gastar, con-
siderando que vai comprar os
ingredientes no lugar mais caro
da cidade, por volta de R$ 6,00
(seis reais!!); se encontrar uma
promoção de leite condensado –
ou comprar uma “marca barban-
te”, sem aqueeeela qualidade –,
fica ainda mais barato.
Agora, some a este valor
uma colher de sopa de raspas
de limão – siciliano, como agora
está na moda, como se o velho e
bom tahiti transmitisse alguma
doença incurável – e duas colhe-
res de chá de xarope culinário,
também de limão. Depois de
pronto, considere que os doci-
nhos – um quase nada maiores
que a querida bola de gude
– sejam passados em um cho-
colate granulado (ou flocos de
chocolate, como também está na
moda dizer) mais bem nascido
que as marcas nacionais, como
uma variedade belga ou suíça,
por exemplo. Pronto! Teremos
docinhos com um preço final
que pode variar entre R$ 9 e R$
12. É ou não é de fazer o briga-
deiro Eduardo Gomes desafinar
a harpa lá no céu? É.
Herói da II Guerra Mundial
e, como se dizia à época, homem
“muito bem apanhado” (além de
solteiro, o que fazia brotar mil
pretendentes por onde passas-
se), Gomes foi candidato, pela
falecida UDN, a presidente da
República na eleição de 1945.
Perdeu para Eurico Gaspar
Dutra (casado e que, em matéria
de beleza, era o próprio déficit
ambulante), mas ganhou um
imenso fã-clube feminino, que
adotou o mantra “vote no briga-
deiro, é bonito e é solteiro”. Para
ajudar na campanha, criaram o
“docinho do brigadeiro”, que era
trocado por donativos (emprei-
teiras estavam fora de questão)
em dinheiro, quer dizer, cara-
minguás, que pingavam na conta
do honesto Gomes.
Com o tempo, virou apenas
brigadeiro. Com um tantinho
mais de tempo, virou item
gourmet, atingido pelo tal “raio
gourmetizador, uma expressão
feliz até dizer chega, que está na
boca de todos os que acreditam,
com gosto, que o cenário descon-
troladamente esnobe e a lista da
direita dos cardápios são motivos
mais que justos, muito justos, jus-
tíssimos para ficarmos arrepia-
dos diante do mais puro exagero
no capítulo dos comes e bebes.
O docinho, em sua nova versão,
inaugurou uma nova profissão
e fez abrir centenas de lojas
especializadas em produzir uma
receita que, a rigor, tem apenas
Com o
tempo,
virou apenas
brigadeiro.
Com um
tantinho mais
de tempo,
virou item
gourmet,
atingido pelo
tal “raio
gourme-
tizador,
uma
expressão
feliz até
dizer chega.
quatro ingredientes – mas a
roupa nova custa caríssimo.
Uso o exemplo do brigadei-
ro porque está, digamos, mais
à mão de semear – quem, sem
nenhum tipo de restrição ou
promessa, fica indiferente diante
de uma bandeja com aquelas
delícias?
Mas vamos pegar o exemplo
do sal temperado. Não aquele
que avozinhas fofas não entre-
gam a receita nem sob tortura,
embora todos saibam que ali
estão o alho, a cebola, a pimenta
vermelha e mais duas ou três
ervas aromáticas. Falo daqueles
temperados com “ervas finas”,
que trazem tudo explicadinho
no rótulo, em embalagens de
míseras 150 gramas, que chegam
a custar R$ 30,00 (trinta reais!!).
Se você, querida leitora e preza-
do leitor, seguir o rótulo e for
ao varejão, mercearia ou super-
mercado certo – ou apanhar por
aí galhinhos de manjericão ou
alfavaca, alecrim, poejo, hortelã
e sálvia – vai quebrar a cabeça
para entender como eles chega-
ram a um preço final tão desati-
nado.
E as notícias não são boas:
quase tudo foi atingindo pelo
tal raio. Da esfiha milenar ao
hambúrguer bossa nova, do ovo
cozido ao peito de frango, do
macarrão da mamma ao espe-
tinho de “carne de gato” (sim,
chegou até ao clássico das ruas
brasileiras), nada parece esca-
par da sanha de ser rebatizado
com o acréscimo da palavrinha
“gourmet”, um abuso óbvio e
que não faz o menor sentido se
considerarmos a própria origem
da palavra, que agora é usada
sem o menor critério, apenas
para enfeitar uma preparação
que todo mundo conhece.
Como o dinheiro é de cada
um, nada a fazer. Mas, pense
bem: gourmet por gourmet, o
que pode ser mais sensacional
do que um feijão bem feito, um
arroz soltinho – e não um risoto,
a incrível e insuperável receita
italiana, transformada em prín-
cipe abestalhado da categoria
gourmet –, ou uma fatia de goia-
bada cascão, com um belo naco
do estupendo queijo curado de
Patrocínio Paulista? Nada.
FERNANDO KASSAB É JORNALISTA
DAS AFILIADAS EPTV E DA RÁDIO
CBN RIBEIRÃO
Fernando KassabF
23A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
PRINCIPAIS
BENEFÍCIOS
DA CORRIDA
• Redução da pressão arterial
• Ganho de força
• Ganho de resistência
cardiorrespiratória e muscular
• Melhora do sono
• Maior longevidade
• Redução do estresse
• Melhora da autoestima
• Alívio da ansiedade
• Melhora das relações sociais
FONTE: TOM OSÓRIO - EDUCADOR FÍSICO DA ASSESSORIA
ESPORTIVA ACAHDRE RUNNING CLUB (ARC)
PARTICIPE DA
4ª CORRIDA
INTEGRAÇÃO
FAÇA SUA INSCRIÇÃO
LEIA NAS PÁGINAS 3 A 7
24 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018

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Caderno BOA _ Jornal A Cidade

  • 1. BoaA CIDADE WEBERSIAN/ACIDADE LIVRE PARA CORRER O hair stylist Felippe Mariotto está entre os ribeirão-pretanos que têm na corrida, para além de um treino físico, uma fonte de prazer, saúde, qualidade de vida e amizades SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 2. BoaA CIDADE NESTA EDIÇÃO BOA VIAGEM CONFIRA ALGUNS DESTINOS DE INVERNO NO INTERIOR DE SÃO PAULO, SUL DE MINAS E NA SERRA GAÚCHA PÁGINA 10 BOM GOSTO ECONOMIA E NOVAS RELAÇÕES DE TRABALHO CONSOLIDAM O FORMATO DO COWORKING PÁGINA 14 BOM APETITE TRADICIONAL OU VEGANA,A FEIJOADA VAI BEM COM AS TEMPERATURAS DO INVERNO PÁGINA 16 A CIDADEDESDE 1905 INTEGRANTE DAS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Antonio Carlos Coutinho Nogueira José Bonifácio Coutinho Nogueira Filho André Coutinho Nogueira José Bonifácio Coutinho Nogueira Neto Marcos Frateschi Fernando Corrêa da Silva DIRETOR DE JORNAIS E MÍDIAS DIGITAIS Josué Suzuki EDITOR EXECUTIVO Angelo Davanço angelo@jornalacidade.com.br GERENTE DE PUBLICIDADE Marco Vallim marco.vallim@jornalacidade.com.br GERENTE DE MARKETING Fernanda Freitas fernanda.freitas@jornalacidade.com.br EDIÇÃO Silvia Pereira REPORTAGENS Valeska Mateus e José Manuel Lourenço EDITOR DE ARTE Daniel Torrieri EDIÇÃO DE FOTOGRAFIA E TRATAMENTO DE IMAGENS Mariana Martins REDAÇÃO Rua Javari, 3.099, Ipiranga Fone (16) 3977-2175 CEP 14060-640 - Ribeirão Preto (SP) DIVULGAÇÃO WIKIPEDIA DIVULGAÇÃO COPA NETWORK MATHEUSURENHA/ACIDADE 2 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 3. CORRA!É o que dez entre dez praticantes de corrida aconselham a quem pergunta sobre a atividade, que, além de melhorar as condições física e cardíaca, promove bem-estar, estimula hábitos mais saudáveis de vida e, ainda por cima, traz ganhos sociais. Entenda porque nas páginas a seguir BEM-ESTAR MATHEUSURENHA/ACIDADE 3A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 4. BEM-ESTAR PRAZERE QUALIDADE DEVIDASão alguns dos benefícios que a prática da corrida proporciona a seus adeptos, além de condicionamento físico e interação social VALESKA MATEUS valeska@jornalacidade.com.br Há cinco anos o hair stylist Felippe Mariotto trocou os campos de futebol pelo asfalto e descobriu na corrida uma nova paixão. No início, corria sozinho, sem muita dedicação ou técnica. Após ser convidado a participar de um grupo de corredores, o esporte ganhou outra dimensão em sua vida. “Quando se começa a correr e ver os resultados, a satisfação lhe leva, automaticamen- te, a adotar um estilo de vida mais saudável. Hoje me sinto muito melhor comigo mesmo. Além do bem-estar, tem o ganho mental, com a disciplina, foco, persistência e deter- minação”, diz Mariotto. Ele atribui esses resultados à assessoria esportiva que acabou adotando. “Ela organiza o volume do treino de acordo com seu objetivo, ensina técnicas, como a postura, que melhora o desempenho, e previne as lesões. Com um coach [treinador], consegui- mos nos desenvolver de maneira adequada. A integração com as pesso- as ainda traz benefícios sociais”, define. Além de Mariotto, a corrida ganhou muitos adeptos na cidade na última década. A maio- ria começa em busca de emagrecimento, melhoria de performance ou de treinos específicos para provas e passa a compor grupos ou assessorias esportivas. Para o edu- cador físico e consultor da assessoria esportiva Acahdre Running Club (ARC) Tom Osório, a cor- rida teve um “boom” por conta da qualidade de vida, bem-estar e saúde que proporciona. Para ele, é uma atividade completa, que utiliza todos os grupos musculares. “Por isso os resultados da corrida aparecem mais rápido do que em outras modalida- des”, explica. Porque a corrida é um esporte de impacto, um check-up e a orien- tação de um profissio- nal são pré-requisitos para iniciar a prática, segundo o educador físico Tom Osório. O objetivo é evitar lesões. “O aumento de volume semanal [de corrida] deve ser de 10% a 15%, nunca superior a isso. Além da necessidade de fazer um fortalecimento muscular, com a práti- ca de musculação. Se correr sem orientação, a pessoa vai se lesionar. Pode até demorar, mas uma hora vai aconte- cer”, alerta Osório. Até porque a prática é pra- zerosa e melhora as con- dições física e cardíaca, levando a pessoa a ultrapassar rapidamen- te o volume semanal. Por exemplo, a pessoa corre 5 km em um dia e, por se sentir bem, repete no dia seguinte. Passados três dias, corre 8 km. A parte cardio pode corresponder, mas a estrutural - ligamentos e tendões - nem sempre estarão preparados. Por isso é neces- sária uma evolução da valência física, tanto da resistência aeróbica quanto da parte mus- cular. “A pessoa se en- contra na corrida, que acaba sendo uma válvula de escape, seja para aliviar o estresse do dia a dia, do traba- lho, ou pelo próprio prazer ou convívio com outros corredores. Mas é preciso não acelerar o processo”, comenta Osório. Rumo à maratona Dos três dias por semana que corria no início e os dois dedica- dos ao fortalecimento, Mariotto hoje dedica quatro à corrida e passou a praticar Tria- thlon. “As intensidades, velocidades e distâncias aumentaram. Já parti- cipei de meia marato- na (21 km) do Rio de Janeiro e meu foco é fazer uma maratona (42 km). É parte integran- te do corredor traçar sempre novos objetivos, como correr a mesma distância em um tempo mais curto ou maiores distâncias”, revela. Para Mariotto, as corridas de rua são importantes pela integração, energia e porque permitem testar as habilidades adquiri- das no treinamento. “A prova é o auge, o teste, onde se pode desafiar as metas pessoais. É vencer você com você mesmo, alcançar seus objetivos”, define. Assessoriaéfundamental 4 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 5. SUPERAÇÃO PESSOAL, ALEGRIA E AUTO-ESTIMA Adepta dos exercícios físicos desde sempre, a fisioterapeuta Thais Cerquetane (foto à esquerda) começou a levar a corrida a sério há dois anos, com o objetivo de reduzir seu percentual de gordura corporal. Treinando sozinha, decidiu, após quatro meses de prática, participar de uma meia maratona, que conseguiu completar com muita dificuldade. Os excessos fizeram surgir dores no quadril. Logo percebeu que algo estava errado, mas nunca pensou em desistir. Ao contrário, buscou a evolução com técnica. “Procurei uma assessoria esportiva para preparar uma planilha com volume de treino, nutricionista para passar o acompanhamento nutricional e cardiologista para teste ergométrico. Daí para frente minha evolução foi rápida e sem lesão nem dores. Hoje faço também um trabalho de fortalecimento com personal trainer”, detalha. Com treino elaborado, Thais já participou de várias meias-maratonas e das maratonas de Buenos Aires e Rio de Janeiro. Hoje, acha que vale a pena acordar 5h aos sábados para correr e abdicar de muitas coisas em favor da rotina de treinos. “A corrida me traz muitos benefícios e qualidade de vida. Além da sensação muito boa, ela atua como se fosse uma terapia e proporciona novas as amizades que fazemos no grupo”, define. Para Thais, a corrida trouxe uma superação pessoal, que mudou sua vida pessoal e profissional. “Mostra que se é capaz e que é possível completar aquela distância estabelecida, seja no treino ou em uma prova. Não há adversário, o único é você mesmo. Ela me trouxe benefícios além da forma física, como alegria e auto-estima”, conclui. “Hoje me sinto muito melhor comigo mesmo, me sinto bem com o corpo que vejo. Querendo ou não, a corrida traz um ganho estético. Agora é parte fundamental da minha vida. Mesmo em viagem e férias levo meu tênis e dou uma corrida. Meu dia fica melhor” Felippe Mariotto Hair stylist e corredor PLANILHA DEFINE TREINO DE ACORDO COM A META DE CADA CORREDOR As assessorias esportivas montam planilhas de corrida para os corredores. Ela é fundamental para que a pessoa consiga treinar sem chegar à exaustão e ao mesmo tempo evoluindo na performance. “As planilhas são montadas de acordo com o objetivo do aluno e seguem uma periodização. Nela são determinadas quantas sessões de treino e o volume de quilômetros serão realizados na semana, quantos treinos de musculação, quantos treinos educativos e dias de descanso”, explica Osório. Esse conjunto de atividades, distribuídas de forma planejada e equilibrada, resultará em um melhor resultado para quem busca saúde e performance. WEBER SIAN / A CIDADE MATHEUS URENHA / A CIDADE 5A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 6. BEM-ESTAR Técnicas otimizam performance As técnicas de corrida são essenciais para poten- cializar o exercício e evitar lesões. Daí a importância dos treinos educativos e de coordenação motora para que sejam colocadas em prática. “A periodização para corredores envolve não so- mente os treinos específi- cos de corrida propriamen- te ditos. Atividades com- plementares são de suma importância para alcançar resultados. Os treinos de musculação, aulas de alongamentos, treinos edu- cativos e de corrida não podem faltar neste planeja- mento”, explica o educador físico Tom Osório. Por conta disso, ele ressalta que a mescla de treinos de corrida na rua e indoor (na esteira) podem auxiliar, como no controle de cadência/ritmo, além de propiciarem um menor impacto nas articulações. Entre as técnicas está a postura correta. A indica- ção é que o olhar busque o horizonte, com a mandí- bula relaxada e os ombros soltos. “Já a movimentação dos braços deve ser entre a cintura e a parte inferior do peito e os cotovelos, com flexão de 90 graus. Os punhos não podem ser fechados totalmente e ao mesmo tempo, r as mãos não podem permanecer abertas por completo”, detalha Osório. A passada deve seguir o movimento preciso. De acordo com o educador físico, os pés não devem produzir barulho na ater- rissagem de cada passada. “Uma passada silenciosa é sinal de que a corrida está sendo executada de manei- ra adequada”, afirma. Corrida traz condicionamento para o tênis e novas amizades A gerente comercial Eliane Buda descobriu a corrida há sete anos, após mudar de academia. “Fazia musculação e fui estimulada pelo professor e por uma amiga”, lembra. No início teve resistência. “Achava que não ia con- seguir e não entendia os benefícios da corrida. Co- mecei um pouco de cada vez, tanto indoor como outdoor”, conta. Tenista, Eliane passou a ter na corrida um meio de ganhar con- dicionamento, “fôlego e pulmão”, além de quali- dade de vida e amizades. Segundo ela, para cumprir o desafio de continuar praticando, correr com outras pesso- as faz toda a diferença. “Embora seja um esporte individual, é bom ter um companheiro com o mesmo objetivo para servir de incentivo, que tenha o mesmo ritmo, o mesmo ‘pace’. Isso foi im- portante para eu apren- der a gostar”, ressalta. Hoje, Eliane corre duas vezes por semana, sempre pela manhã e afirma que o mais difícil é a doutrina em relação ao horário do treino (por conta do clima) e a alimentação regrada. “Se condicionar ao que a cor- rida lhe pede exige muita disciplina”, diz. Ela já participou de provas de 5, 7 e 10 quilômetros, inclusive da Corrida Integração, promovida pelo grupo EPTV, mas revela que atingiu seu limite de extensão de prova. “O condicionamento pra mim é cérebro. Não consigo superar o per- curso maior por conta do tempo que ele envolve de corrida, além do condi- cionamento necessário. Este é o meu limite e já me trouxe muitos benefí- cios”, afirma. “Vale a pena correr! Embora o início seja difícil, o corpo acostuma. Independente do objetivo - praticar o esporte como modalidade ou correr uma marato- na -, traz benefícios para o corpo e para mente. É um momento seu, que lhe permite pensar em tudo” Eliane Buda Gerente comercial ARQUIVO PESSOAL WEBERSIAN/ACIDADE INDOOR O educador físico Tom Osório orienta treino: postura e passadas devem seguir técnicas 6 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 7. • LOMBALGIA AGUDA Dor na coluna lombar causada por lesão em um músculo ou ligamento. 4ª CORRIDA INTEGRAÇÃO TRAZ NOVIDADES NO TRAJETO Termina neste domingo (8/7) o prazo de inscrições para a 4ª edição da Corrida Integração, que ocorre em 22 de julho, em Ribeirão Preto, com dois percursos diferentes para três modalidades de participantes: das corridas 5k e 10k e da caminhada 5k. Este ano há novidades no trajeto. O de 5k será no sentido USP-Centro, e a volta usará uma faixa no sentido contrário. “Essa alteração foi feita para que os participantes não sejam prejudicados pela falta de espaço na chegada. O participante do 10k volta na pista USP-Centro, enquanto a chegada do 5k se dá pelo Centro-USP”, explica Paulo Brasileiro, diretor de Relações Institucionais do Grupo EPTV. A retirada do kit deve ser feita no Centro Médico do RibeirãoShopping, nos dias 20 e 21 de julho. As inscrições devem ser feitas pelo site http://projetos.eptv.com.br/corridaintegracao/default.aspx, com taxas que variam de R$ 60 a R$ 100. “É um incentivo à pratica de esportes. Nós queremos que a corrida faça parte do calendário dos atletas e da cidade. Também é uma integração dos corredores de Ribeirão Preto e da região, já que recebemos gente de Minas Gerais e Goiás. Além de ser um domingo com muita festa e comemoração para atender toda a família”, explica Brasileiro. (ACidade ON) NÃO ‘CORRA’ RISCOS APESAR DOS INÚMEROS BENEFÍCIOS, A CORRIDA TAMBÉM PODE CAUSAR LESÕES SE NÃO PRATICADS DE FORMA ADEQUADA, TANTO EM TERMOS DE TÉCNICA, QUANTO DE TREINOS E EQUIPAMENTOS ADEQUADOS. “OS MAIORES ERROS SÃO POSTURA ERRADA, FALTA DE TÊNIS APROPRIADO, DE ALONGAMENTO, DE FORTALECIMENTO E DE DESCANSO E EXCESSO DE TREINOS”, RESSALTA O EDUCADOR FÍSICO TOM OSÓRIO. ELE CITA AS LESÕES MAIS COMUNS: • FASCITE PLANTAR Inflamação do tecido chamado fáscia plantar, localizado na sola do pé, que conecta o calcâneo (osso que forma o calcanhar) aos dedos. Provoca dor forte próxima ao calcanhar; • TENDINITE DE CALCÂNEO Lesão do tendão de Aquiles, que fica na parte de trás do pé e conecta os músculos da panturrilha aos ossos do calcanhar. Lesionado provoca dor no calcanhar e no tendão durante prática de atividades simples; • CANELITE Inflamação do osso da canela, da tíbia, seus tendões ou músculos. É caracterizada por dor na canela durante exercício físico; • ENTORSE DE TORNOZELO É umas das principais lesões esportivas e ocorre, na maioria das vezes, devido à inversão do pé, que provoca dor, inchaço e instabilidade do tornozelo; • CONDROMALACEA PATELAR: Desgaste na cartilagem do joelho, uma doença crônica e muito dolorosa; RENATO LOPES / ESPECIAL - 02.JUL.2017 FONTE: TOM OSÓRIO - EDUCADOR FÍSICO DA ASSESSORIA ESPORTIVA ACAHDRE RUNNING CLUB (ARC) 7A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 8. BOA IDEIA MATEMÁTICA DEVE SE APROXIMAR DO ALUNO Cofundadora da Cross Reality, Erica Stamato consi- dera importante que, desde cedo, a criança acredite em sua capacidade de resolver desafios para apren- der matemática. “Ela também precisa explorar um bom repertório de problemas que lhe permita avan- çar no processo de formação de conceitos. Mas é importante que cada criança tenha o seu ritmo respeitado”, afirma. Formada em Letras, com especialização em Psico- pedagogia Institucional, Erica diz que uma alternativa é aproximar a matemática apresentada na escola do dia a dia da criança. “Utilizar estratégias de apren- dizado baseado em jogos (games-based learning) torna esse desafio mais envolvente e ainda auxilia professores a detectarem quais são os pontos de maiores dificuldades dos seus alunos”, conclui. QUEMDISSEQUEAPRENDER MATEMÁTICAÉDIFÍCIL? JOSÉ MANUEL LOURENÇO jornalismo@jornalacidade.com.br Uma plataforma de ensino desenvolvida por uma startup de Ribei- rão Preto, com base na inteligência artificial, está tornando mais fácil o aprendizado de matemá- tica em escolas públicas e privadas. O segredo? O uso de jogos como forma de exorcizar os demônios da matemática como um bicho de sete cabeças. A plataforma Educa- cross (www.educacross. com.br) foi desenvolvida pela startup Cross Reali- ty, que está instalada no Centro de Negócios do Supera Parque de Inova- ção e Tecnologia. A ferramenta tem cerca de 1,5 mil jogos disponíveis para alunos do 1º ao 7º ano do ensino fundamental. De acordo com informações da empresa, cerca de 14 mil alunos em oito estados brasileiros já utilizam essa plataforma de apren- dizagem, em um total de mais de 20 milhões de questões resolvidas. Alunos e professores De acordo com Regi- naldo Gotardo, diretor- -executivo da Educacross, o uso da plataforma traz benefícios tanto para os alunos como para os pro- fessores, que têm o seu papel ampliado. Segundo ele, os alunos interagem com jogos em um am- biente digital lúdico, ao mesmo tempo em que um conjunto de algorit- Startup de Ribeirão Preto cria plataforma de ensino baseada em jogos, que tem como meta ensinar a disciplina de forma lúdica; ferramenta já é utilizada por cerca de 14 mil alunos, distribuídos por oito estados brasileiros mos, técnicas estatísticas e ferramentas analíticas permitem aos professores a avaliação contínua da evolução das competên- cias deles. “A proposta é trans- formar a tradicional avaliação no formato prova em um processo de acompanhamento contí- nuo, observando e acom- panhando o desenvolvi- mento de habilidades do aluno. No modelo antigo, um professor trazia o conhecimento para a sala de aula. Hoje, esse conhe- cimento é amplamente disponibilizado graças às novas tecnologias. Com isso, o papel do profes- sor se torna ainda mais importante, a partir do instante em que ele passa a ser um gestor desse processo, ganhando uma nova responsabilidade, que deve ser compartilha- da com os pais e dirigen- tes de escolas”, afirmou Gotardo, que é doutor em Inteligência Artificial. A Educacross conta atualmente com cinco produtos: Olimpíadas de Jogos Matemáticos, Tri- lhas da Aprendizagem, Programa32, Learning Analytics e a Ilha da Ma- temática. Ainda está em fase de desenvolvimento e testes a Ilha de Língua Portuguesa. WEBER SIAN / A CIDADE JOGOS Erica Stamato e Reginaldo Gotardo são os fundadores da startup Cross Reality, que criou a plataforma de ensino Educacross; empresa está instalada no Centro de Negócios do Supera Parque 8 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 9. Pais podem acompanhar evolução dos filhos A evolução dos alunos é acompanhada tanto por professores como pelos pais. De acordo com Eri- ca Stamato, no caso dos professores, o sistema se adapta às competências esperadas para a idade de cada aluno e, ao mes- mo tempo, recomenda ao professores diversas for- mas de intervenção didá- tico-pedagógica. Em paralelo, a plata- forma emite relatórios contínuos de avaliação, que permitem ao pro- fessor acompanhar o de- sempenho dos alunos. A navegação dos estu- dantes pela plataforma é livre, mas esse processo é acompanhado pelos pro- fessores, cabendo a eles conduzir essa autonomia. Assim como os profes- sores, o acompanhamen- to dos pais também es- tá previsto na platafor- ma. Eles podem verificar que tarefas os filhos estão fazendo e acompanhar a evolução na resolução dos problemas de mate- mática. COMO TUDO SURGIU Erica Stamato e Reginaldo Gotardo têm uma relação de infância com os jogos, que hoje são usados como a base de ensino do Educacross. “Eu sempre estive envolvida com eles, porque, nas reuniões de família, há muito tempo, o meu avô gostava muito de jogos. Então, quando eu e os meus primos nos reuníamos na casa dele, eram horas e horas de jogos. Eu praticamente cresci jogando Batalha Naval, Combate, War, esses tipos de jogos”. Assim como Erica, Reginaldo teve a infância e adolescência ligadas a um tipo de jogo: damas. Ele foi campeão paulista da modalidade em três ocasiões, por equipes. “Assim, era praticamente natural que nós acabássemos por nos envolver em algum tipo de projeto que tivesse a ver com o uso de jogos”, disse Erica. EXEMPLOS Nas fotos acima, capturas de telas de alguns jogos presentes na plataforma de ensino Educacross PRÊMIO 2016foi o ano em que a Cross Reality - startup que criou a plataforma de ensino Educacross - recebeu o Prêmio Lide. Um ano antes, foi eleita uma das startups mais promissoras e, no ano passado, entrou para o programa BizSpark, de apoio da Microsoft JOGOS 1,5 MILé a quantidade que integra a plataforma de ensino Educacross. No total, segundo informações da startup, a plataforma já é utilizada por mais de 14 mil alunos, distribuídos por oito estados, que já resolveram mais de 20 milhões de questões 9A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 10. BOA VIAGEM TEMPORADAFRIA DestinosdeinvernoCidades de São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais são opções de viagens para quem curte programas típicos das baixas temperaturas FOLHAPRESS Já é inverno no Brasil, mas o frio não chega em todas as regiões. Para quem está disposto a encarar as temperaturas baixas, algumas cidades são conhecidas por apro- veitar essa estação para oferecer experiências incríveis aos seus visi- tantes. A região sul é uma delas. Canela e Bento Gonçalves são dois dos destinos famosos por acolherem turis- tas no inverno. «Já fui a Canela durante o mês de julho em duas oportunidades. Tudo começa pelo o visual. Nos dias de mais frio, é possível acordar com a paisagem, que é linda, cheia de neve», conta a assistente adminis- trativa Luara Baptista, 48 anos. Ela, que é pernambucana, achou o frio da cidade agra- dável. «Meu marido é gaúcho e sempre me chamava para ir lá no inverno. Eu não ia, com medo de ser um frio desconfortável. Mas não achei. Pelo contrá- rio», conta. O grande destaque de Canela fica para os restaurantes. Principal- mente à noite, quando as temperaturas são ainda mais baixas do que o habitual, os tu- ristas buscam um local acolhedor. E os lugares gastronômicos são uma boa pedida. Há, claro, as tradicionais churras- carias, que oferecem, entre outras opções, o churrasco com a brasa no chão. Mas Canela é eclética em relação aos gostos culinários, e é possível encontrar diversos pratos. Além de Canela, Bento Gonçalves também agrada ao pa- ladar dos viajantes que rumam ao sul. A cidade ainda tem outro atra- tivo para a época: suas vinícolas. As bebidas produzidas por elas são elogiadas por especia- listas e também caem muito bem no frio. «Os vinhos locais são de fato especiais e os restaurantes de lá se preocupam em, além de alimentar, saciar a visão e o olfato. Tudo isso faz valer a pena encarar o frio e sair do hotel», diz o administrador João Cunha, 53 anos. Outra opção de viagem no Brasil são algumas cidades do sul de Minas Gerais. Com relevo alto, essa região também mistura o prazer da boa comida ao aconchego só aquele friozinho pode propor- cionar. SERRA NEGRA A vista da cidade de quem está no Cristo Redentor, que tem como um de seus acessos o teleférico DIVULGAÇÃOPIXABAY GERSON CORDEIRO / DIVULGAÇÃO 10 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 11. O sul de Minas Gerais também sabe unir o charme do frio a bons passeios. Municípios como Gon- çalves e São Lourenço têm ótima estrutura para receber turistas e, ao mesmo tempo, ofe- recem o clima tranqui- lo das cidades típicas do interior. O produtor artístico Fabio Cardoso, 39 anos, vai constantemente a Gonçalves e diz que o melhor de lá é a comida. “Recomendo a loja A Senhora das Especiarias, que tem excelentes geleias arte- sanais. Também valem a pena o bolo de cacau do empório Degustare e o restaurante Liber- tas. E ainda há a cacha- çaria Três Barras, com mais de 50 opções de cachaça, todas artesa- nais.” Cardoso também res- salta a hospitalidade do povo. “As pessoas são bastante amáveis com qualquer um”, lembra. Sensação que também pode ser encontrada em São Lourenço, outra que aposta no turismo rural e na gastronomia caseira. Tudo unido à estrutura de uma cidade média e sem as confusões en- contradas nas grandes metrópoles. São Lourenço, inclu- sive, tem uma famosa Maria-Fumaça (lo- comotiva), que visita pontos importantes da história da cidade Climadeinterioreboa estruturaemMinas INTERIOR DE SÃO PAULO TAMBÉM TEM OS SEUS ATRATIVOS Para os paulistas que pretendem fazer viagens de inverno mais curtas, o interior do estado tem belas oportunidades. Serra Negra também segue o costume de agradar ao paladar dos visitantes. “Também gostei dos opções de roupas de frio que são vendidas. São bonitas e bem diferentes do que se costuma encontrar nas lojas daqui”, lembra a assistente administrativa Luara Baptista, 48 anos. Águas de Lindoia, próxima a Serra Negra, tem os seus tradicionais parques aquáticos com águas quentes e, em julho, organiza um festival de inverno com apresentações musicais, espetáculos teatrais e outras manifestações artísticas. GONÇALVES A Pedra Chanfrada é uma das atrações do município mineiro ÁGUAS DE LINDÓIA Uma das praças da cidade paulista conhecida pelos parques aquáticos com águas quentes; julho tem festival de inverno SÉRGIO MOURÃO / DIVULGAÇÃO ACERVO SETUR MG DIVULGAÇÃO TRI TÁXI AÉREO 11A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 12. BOA VIAGEM SERRAGAÚCHA Voesobrecachoeiras epouseemumvale Passeio de helicóptero mostra outros ângulos para observar as belas paisagens na região de Gramado e Canela FOLHAPRESS Um fim de semana é definitivamente pouco para esgotar as possibili- dades de um dos destinos clássicos do inverno brasi- leiro: as “irmãs” Gramado e Canela, no Rio Grande do Sul. Assim, uma boa maneira de aproveitar a visita, limitando as chances de frustração, é acionar o modo contem- plativo: o turista apenas observa e se deixa levar, sem correria. As paisa- gens cuidam do restante. Vale se posicionar em diferentes ângulos. Por exemplo, o Le Jardin Parque de Lavanda, em Gramado, espaço de 3,5 hectares que reúne diver- sas variedades de flores, demanda uma visita com os pés no chão. A cascata do Caracol, em Canela, de cima, em um sobrevoo de helicóptero. A queda d’água de 131 metros, localizada no parque de mesmo nome, é o ponto alto de um giro que totaliza 26 quilômetros e passa pelos blockbusters da região: do lago Negro, em Gramado, à Catedral de Pedra, em Canela, passando pela avenida Borges de Medeiros, que concentra bares e restaurantes na primeira cidade, a maior delas. Para aqueles que preferirem observar a fotogênica cascata sem sair do chão, o parque do Caracol conta com um mirante – o ingresso inteiro custa R$ 20; crian- ças de até cinco anos não pagam. Quem realiza o sobrevoo é a Tri Táxi Aéreo, companhia fun- dada em 2015 na pró- pria Canela pelos sócios Marcio Irion e Tiago Esmeraldino. O passeio custa R$ 419 por pessoa. Há a opção de sobrevoar apenas Gramado (R$ 319), em um roteiro de 23 quilômetros que também inclui a cascata do Cara- col, e só Canela (R$ 219). O agendamento pode ser feito pelo telefone (54) 99999-1636 ou pelo site voetri.com. A aeronave comporta até quatro pas- sageiros (mínimo de três pessoas). Os voos partem do aeroporto de Canela, na avenida José Luiz Correa Pinto, 100. TRITÁXIAÉREO/DIVULGAÇÃO DESCANSO PARA A RETINA Ainda pelo alto, também em um helicóptero, há a possibilidade de fitar os principais cânions da vizinha Cambará do Sul: Fortaleza e Itaimbezinho. Nada de trilhas. O trabalho todo fica com os olhos. Partindo de Canela, em poucos minutos a aeronave entra em um espaço de paisagens neutras – não há nada que chame especialmente a atenção do passageiro, apenas fazendas, pequenas aglomerações de casas e áreas verdes. É apenas um descanso para a retina. Logo em seguida, chega-se à área dos cânions. A aeronave não adentra as formações, já que elas estão localizadas em áreas de parques nacionais – da Serra Geral e de Aparados da Serra, respectivamente. Mas, mesmo assim, os turistas conseguem pairar na boca das fendas e encarar, frente a frente, toda a sua extensão. As janelas amplas garantem a todos os ocupantes uma boa visão dos gigantes – com ligeira vantagem para aquele que estiver do lado esquerdo. Ou seja, o debate sobre quem senta onde é desnecessário. Nesse momento do passeio, é chegada a hora da primeira de duas paradas, um pouso para piquenique na beira do cânion Cambajuva. É chegada a hora também do dilema: foco nos pães, frutas, queijos, embutidos e espumante que compõem a pequena refeição ou na vista que se estende até o litoral do estado, chegando à pequena cidade de Torres? A resposta é: ocupe as duas mãos e saia para uma pequena caminhada. Ou enrole-se em uma das mantas trazidas pelo piloto – venta muito na área – e sente-se voltado para o mar. Nesse momento e nessa localização, tanto faz. 12 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 13. ALMOÇO De volta ao helicóptero para a próxima pausa, distante alguns minutos: o hotel Parador Casa da Montanha, na própria Cambará do Sul, onde será servido o almoço. Lá, a recepção é à base de chimarrão. Pegue uma cuia e vá até a varanda, com vista para o rio Camarinhas, e aguarde a hora de comer (de novo). O menu do restaurante é sazonal. Para o inverno, as opções de pratos principais vão de pato assado com molho cítrico e arroz selvagem com palha de aipim a truta em crosta crocante de pinhão e ervas. Todos a bordo novamente. Na próxima vez em que tocar o chão, o visitante estará de volta a Canela. O passeio também é organizado pela Tri Táxi Aéreo e custa R$ 6.390 para quatro pessoas, com todas as refeições (R$ 6.190 para um casal). O roteiro todo dura aproximadamente três horas. Sozinha, a viagem aos cânions, ida e volta, toma uma hora e meia. LE JARDIN: FLORIDO O ANO TODO Perto da hora do pôr do sol, siga para Gramado, onde fica o Le Jardin Parque de Lavanda (à esquerda), um jardim com 3,5 hectares distribuídos em diferen- tes níveis. Além da flor que batiza o lugar, há cactos, suculentas, petúnias e danúbios-azuis, entre outras variedades. De acordo com os donos, o local fica florido o ano todo. Na saída, uma lojinha vende sabonetes e águas perfu- madas de lavanda. DIVULGAÇÃO DIVULGAÇÃO TRI TÁXI AÉREO DIVULGAÇÃO CANELA A Catedral de Pedra vista de cima GRAMADO O Lago Negro é um dos ‘blockbusters’ turísticos da região 13A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 14. BOM GOSTO COWORKING Compartilhar comestilo Com as novas relações de trabalho e a busca por espaços mais elaborados a um bom custo, o compartilhamento de espaços por mais de uma atividade, conhecido como coworking, cresce e torna-se sinônimo de criatividade, inovação e possibilidade de desenvolvimento profissional VALESKA MATEUS valeska@jornalacidade.com.br Com as novas re- lações de trabalho, o conceito de espaços com- partilhados está cada vez mais se difundido pelo mundo corporativo e seu visual e configuração vem ganhando moldes cada vez mais arrojados. Esses espaços não estão restritos a um local para se trabalhar e têm como vantagens, além do custo mais acessível (leia mais nesta página), a con- vivência diária dos mais diferentes perfis de pro- fissionais, o que estimula troca de experiências. Alguns espaços de coworking têm modelo focado no network [rede de trabalho numa tradu- ção literal], com tecnolo- gias de ponta que inte- gram os usuários, pro- jetos arquitetônicos que promovam essas relações entre os profissionais e eventos de capacitação e aproximação de empre- sas - pontos que ajudam a alavancar negócios. “Temos parte de des- compressão, espaço de café centralizado para as pessoas conversarem e in- teragirem e promovemos eventos internos”, cita Sendy Cristani, diretora de marketing e opera- ções do COPA Network, com sede em São Paulo e Brasília. Esses fatores permi- tem muitas possibilidades para quem está começan- do como Empreendedor Individual. “O home officce nem sempre funciona em termos de produtividade. O fato de se estar em um ambiente corporativo já melhora o desempenho, além de ter espaços bem equipados, como uma sala de reuni- ões, que vão impactar o cliente e dar credibilida- de”, ressalta Sendy. Para a diretora de marketing, mais do que novas relações de traba- lho, a geração atual de profissionais valoriza o coworking. “Se se pensar no público mais novo, ele é altamente empreende- dor, gosta de mais liber- dade de trabalho e de espaços flexíveis”, diz. AO PÉ DA LETRA Coworking é um modelo de trabalho que se baseia no compartilhamento de espaço e em recursos de escritório. CONECTIVIDADE É A PALAVRA-CHAVE Naomi Rodrigues, psicóloga e consultora em coworking, defende que o mais interessante é a conectividade que esses espaços proporcionam. “No coworking tem um gestor da comunidade, que trabalha o público que está usando o espaço independente do setor, promovendo a conexão dos profissionais”, comenta ela, que prestou consultoria no Corp Working, em Ribeirão. Para Naomi, o coworking é um ambiente muito importante para o empreendedor, que permite o crescimento da empresa, “através da troca de relacionamento e de experiências e a economia de uma sala compartilhada, que possibilita o uso fracionado de acordo com a necessidade e etapa empresarial que a pessoa se encontra.” Daí, segundo ela, a importância de apoio aos profissionais, com a promoção de consultoria e mentorias mais individualizadas, com cursos ou palestras. Mesmo quem ainda não tem faturamento para uso diário pode utilizar o endereço comercial para estabelecer negócios e usar apenas a sala de reunião ou espaço de evento para atender clientes. “Vai adequando o uso de acordo com o crescimento do negócio”, diz. NOVOS TEMPOS Para Sendy Cristani, diretora de marketing e operações do COPA Network, com sede em São Paulo e Brasília, a geração atual valoriza o formato FOTOS DIVULGAÇÃO COPA NETWORK 14 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 15. JORNALISTA DESTACA CUSTO ACESSÍVEL E CONVIVÊNCIA A jornalista Francine Micheli montou um espaço compartilhado de trabalho em 2015: A Casinha, na Vila Toscana, em Ribeirão Preto (foto à esquerda). “Estava à procura de uma opção mais em conta. Como sou autônoma, não fazia sentido alugar um escritório só pra mim e arcar com mil contas. Para mim é óbvio dividir o espaço com outros profissionais, quando se tem a oportunidade de compartilhamento”, comenta. Para Francine, o coworking é uma realidade, mas falta consciência ainda de que são possíveis novos modelos de trabalho, com novas configurações. “Não tem sentido a quantidade de dinheiro que geralmente se gasta, sem necessidade, em um escritório particular. É muito mais simples do que se pensa”, opina. Embora não se trata de uma empresa que lucra com o subaluguel de espaços corporativos, Francine afirma que pode ser considerado um coworking. “Somos profissionais autônomos que acreditam na economia colaborativa, em dividir contas, responsabilidades... e apreciamos a companhia uns dos outros”, explica. Para a jornalista, é difícil pensar de forma um pouco mais coletiva quando se é ensinado o tempo todo a pensar de maneira individual. “É uma quebra de paradigmas”, considera a coworker. E o que representa para ela o dia a dia em um espaço profissional compartilhado? “Liberdade é a palavra”, responde. Na hora de fazer o projeto decorativo e layout do coworking, deve-se ter como prioridade a flexibilidade. “O fluxo de pessoas e usos diversos que acontecem em um espaço de coworking indicam essa prioridade no projeto”, comenta o arquiteto José Calijuri Hamra, co-fundador do Wikilab Coworking. Ele destaca que a infraestrutura e o mobiliário devem estar aptos a serem transformados de maneira rápida e simples, para usos diferentes que podem ocorrer em uma mesma tarde. “Eletrocalhas, infraestrutura aparente e mobiliário adaptável são soluções que facilitam essa dinâmica”, cita. • Os espaços disponíveis em um coworking podem variar, mas a maioria possui auditório, sala de reuniões, estações de trabalho, salas privativas, cozinha equipada, pátios internos e jardim de descompressão. • A alma de um coworking é a integração entre os membros, que normalmente acontece no café. Prepare um ambiente agradável para esse momento. • Nas áreas de longa permanência, uma paleta de cores suave ajuda a manter a calma. Lembre-se que os coworkers estarão nesse ambiente durante muitas horas por dia. • Plantas são fundamentais, amenizam o stress e criam uma atmosfera mais humanizada no espaço. • Pense em áreas de descompressão e espaços ao ar livre, para que os coworkers consigam mudar de ambiente dentro do próprio espaço. • Nos espaços para eventos, pense em toda a infraestrutura de som, imagem, mobiliário e área de recepção e coffee break. • Mobiliários ergonômicos e confortáveis fazem a diferença em todos os ambientes. • Cada coworking desenvolve uma dinâmica própria dos coworkers com o espaço, esteja atenta ao dia-a-dia para fazer pequenas alterações e melhorias. Economiaconsolidaformato Usado por empresas e profissionais autôno- mos que buscam escritó- rios estruturados e bem elaborados a custo aces- sível, o coworking movi- mentou R$ 82 milhões nos últimos cinco anos, segundo dados do Censo Coworking Brasil 2017, deixando de ser apenas uma tendência no Brasil e tornando-se realidade. “Pode parecer que não, mas ainda é um assunto recente. De 2014 para cá ficou muito forte e depois, com a crise imobiliária, várias em- presas do mesmo ramo de atividade se aprovei- taram desse momento para fazer boas nego- ciações em imóveis, que aqueceram o mercado”, comenta Sendy, do COPA Network. Com a busca pela elasticidade, tão marcan- te entre as empresas, o coworking surge como solução para atender de uma a cem pessoas/ funcionários. “A pessoa paga somente sobre o que ela usar no espaço, sem surpresas nas contas no final do mês e sem vínculos de contratos longos. Ainda conta com uma melhor estru- tura, que envolveria um investimento muito alto por parte do empreende- dor. No dia a dia, temos desde uma única pessoa que está desenvolvendo uma startup, empresas de cinco pessoas na operação ou de vários colaboradores. Além das maiores e até multi- nacionais que utilizam o espaço para eventos”, explica Sendy. Segundo ela, a economia de se tra- balhar em um coworking em relação à um escritó- rio próprio e individual chega a 30%. PONTOS ESSENCIAIS FLEXIBILIDADE DEVE NORTEAR O PROJETO ARQUITETÔNICO DO COWORKING FONTE: SENDY CRISTANI - DIRETORA DE MARKETING E OPERAÇÕES DO COPA NETWORK • Flexibilidade • Inovação • Modernidade • Criatividade • Colaboração • Tecnologia • Praticidade • Leveza HUGO BATTAGLION / DIVULGAÇÃO WEBER SIAN / A CIDADE GESTÃO Para a psicóloga Naomi Rodrigues (de frente, à direita), que prestou consultoria para a Corp Working, em Ribeirão, tem que haver um gestor trabalhando para o público que usa o espaço 15A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 16. BOM APETITE FEIJOADA Comousemcarne... brasileiríssima!De origens presumidamente portuguesa, esse prato forte e tradicional tornou-se típico de nosso país e combina com o cardápio das temperaturas mais amenas do inverno VALESKA MATEUS valeska@jornalacidade.com.br Feijão preto cozido com pedaços e embutidos de porco, mais carne seca compõem a tradicional feijoada, prato com a cara do Brasil que vai cai bem com as temperaturas mais amenas do inverno. “É um prato que agrada ao paladar por ser completa, com feijão e carnes, e por ter a possi- bilidade de ser guarne- cida por tantas opções de outros sabores, como farofa, vinagrete com pimenta, bacon, couve refogada e laranja”, opina a banqueteira Miriam Pa- terno, gerente do Restau- rante Athenas, do Stream Palace Hotel. A paixão nacional é mais consumida no Su- deste, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo, segundo ela. Não se sabe ao certo a origem exata do prato, mas reza a lenda que foi criado pelos escravos, com sobras da carne de porco servida aos nobres portugueses. “Mas isso não é o correto, mesmo porque, naquela época, essas partes do animal não eram consideradas menos importantes”, co- menta Miriam. Para ela, provavelmente, a feijoa- da é uma adaptação do cozido português. “Com o passar do tempo e a evolução dos costumes, teria sido acrescentado o feijão preto, criando assim a feijoada”, acredita a banqueteira. O que certo é que a feijoada tornou-se um símbolo de brasilidade. “Tem todas as carac- terísticas da culinária brasileira: a presença do feijão preto e da farinha de mandioca - ambos originários da América do Sul. E, acompanhada do nosso drinque mais brasileiro, a famosa caipirinha, ganha ainda mais destaque nacional”, comenta Miriam. Costela, lombo, orelha, rabo, língua, joelho e pé de porco, carne seca (ou carne de sol), paio, linguiça e até bacon não podem faltar na feijoada. Tradicionais, essas carnes dão o sabor característico ao prato. Há quem torça o nariz para algumas delas, como o pé de porco, mas, para Miriam, é uma das carnes mais tradicional na receita. “Agrega sabor e untuosidade à feijoada”, rebate. GUARNIÇÕES ACENTUAM SABOR E AJUDAM NA DIGESTÃO As guarnições fundamentais da feijoada são couve - que pode ser preparada com alho, cebola e pequenos cubos de bacon fritos -, farofa, vinagrete apimentado e laranja. Segundo Miriam Paterno, acredita-se que o hábito de comer feijoada com laranja tenha vindo da Europa, onde, entre os séculos 16 e 18, era comum comer pratos quentes e secos com frutas úmidas e frias, para misturar os sabores. “Mais tarde, descobriu-se que a laranja tem vitamina C, substância que ajuda na absorção do ferro do feijão e da couve, além de conter fibras, boas para a digestão. Além disso, o sabor agridoce da laranja combina com o sabor das carnes de porco”, explica a banqueteira. FOTOSMATHEUSURENHA 16 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 17. HEF edientes scos e respeite seus tempos de preparo, sem acelerar ou encurtar os processos. Isso faz uma grande diferença no final. Para acompanhar o prato, adicione uma farofa de coco e cebola caramelizada e o arroz vermelho com abobrinha (como na foto), que são opções também veganas” Filipe Malia, Chef DICA DO CH “Use ingre muito fres EM CADA REGIÃO No Brasil, o modo de fazer a feijoada varia de um Estado para outro. Alguns usam o feijão mulatinho ao invés do preto. Outros preferem carne fresca ao invés das matura- das, como a carne seca ou carne de sol. SEGREDINHO Para uma boa feijoada é preciso capricho e paciência para preparar bem todos os ingredientes e guarnições - que são muitos. Outro segredo é caprichar nos temperos, como cebola e alho. Além disso, acrescentar um copo de cacha- ça e suco de laranja ao caldo oferece um sabor especial. FEIJOADA VEGANA INGREDIENTES • 700g de feijão preto • 2,5 lt de água • 200g de tofu • 300g de abóbora cabotiá • 400g de beterraba • 200g de cebola roxa • 150g de vagem • 200g de cogumelo Paris • 2 folhas de louro • 50g de alho poró • 50g de salsa • 50g de salsão • 50g de cebolinha • 100g de alho • Cominho, paprica defumada, doce e picante a gosto • Sal a gosto • 15 ml de shoyu • Azeite a gosto PREPARO Cozinhe o feijão com o louro na água por 30 minutos - ou até ficar macio. Reserve. Higienize todos os vegetais, descasque e pique em cubos - as vagens ao meio. Reserve. Pique o tofu em cubos e separe em duas partes. Misture metade com a páprica defumada. Junte a outra metade à beterraba e marine com shoyu, páprica e cominho por, no mínimo, 2 horas. Pique o alho, a cebola, o salsão e o alho poró bem pequenos. Refogue e reserve. Em uma panela, refogue em fogo baixo os demais legumes até ficarem macios. Junte o feijão e os demais ingredientes e acerte o sal. No final, adicione a salsinha e a cebolinha. VERSÃOVEGANA Semcarne, mascomsabor Os veganos têm sua própria versão de feijoada. “Além de ser um prato sem nenhum derivado animal, é bem mais leve, feito sem sal re- finado e um preparo que mantém o máximo dos nutrientes”, comenta o chef Filipe Malia, do Club Life To Go Ribeirão. A base continua sendo o feijão preto, mas as carnes cedem lugar ao tofu (queijo de soja) e ao cogumelo como fontes de proteína. Na vegana é um mix especial de temperos que garante o sabor. “Fazemos uma ma- rinada com o tofu. Esse mix realça o sabor do cogumelo e ajuda muito a incorporar bem os ingredientes, lembrando o gostinho defumado da feijoada”, explica Malia. A receita ainda leva legumes, como abóbora, beterraba e vagem, que ajudam a valorizar a tex- tura. Mas o chef ressalta que, por não ter proteína animal, há diferença no sabor em relação à feijoa- da tradicional. “Ela segue uma vertente diferente e tem um sabor único. É extremamente saborosa, um prato com texturas e sabores marcantes”, define. FEIJOADATRADICIONAL INGREDIENTES • 5 kg de feijão • 1 kg de rabo de porco • 1 kg de pé de porco • ½ kg de orelha de porco • 1 kg de linguiça calabresa • 1 kg de paio • 3 kg de carne seca • 2 kg de costelinha de porco • 2 kg de lombo de porco • 1 kg de língua de porco • 200 ml de óleo • 6 dentes de alho PREPARO Tire o sal de todas as carnes dois dias antes. Lave o feijão. Coloque óleo e alho na panela e refogue o feijão (ainda sem cozinhar) com rabo, pé, orelha, carne seca, lombo e costelinha (sem cozinhar) por aproximadamente 15 minutos. Acrescente um copo americano de cachaça e um copo e meio de suco de laranja. Adicione um galho de louro grande. Cubra com água uns 10 cm acima dos ingredientes. Quando ferver, acrescente o paio e a calabresa. Vá acrescentando água, se necessário. Dos 5 kg de feijão cozidos, separe aproximadamente 2 kg para bater e fazer caldo com parte da água do cozimento. Coe o caldo que se formou e refogue-o com alho e óleo. Pegue uma cebola média e espete cravo. Jogue-a dentro desse caldo. Incorpore as carnes e o feijão a esse caldo batido. 17A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 18. BOM PROGRAMA CINEMA Estreias HOMEM-FORMIGA E A VESPA EUA, 2018. Dir.: Peyton Reed. Com Paul Rudd, Evangeline Lilly e Michael Douglas. Scott Lang tem que lidar com as consequências de seus atos após os acontecimentos de ‘Capitão América: Guerra Civil’. Em paralelo, precisa lutar contra uma nova vilã e salvar Janet Van Dyne do tamanho sub-atômico. 12 anos. 2h. 2D DUBLADO UCI RibeirãoShopping sala 6: 13h30, 16h, 21h Cinépolis Santa Úrsula sala 5: 17h45 e 20h45 Cinemark Novo Shopping sala 9: 12h20 e 20h50 Moviecom Jaraguá Araraquara sala 5: 14h, 16h30, 19h e 21h30 Star Cine Sertãozinho sala 2: 15h10,19h10 e 21h30 2D LEGENDADO UCI RibeirãoShopping sala 6: 18h30 Cinépolis Iguatemi sala 6: 18h30 (menos sexta) Moviecom Jaraguá Araraquara: 0h05 (só 5/7 - quarta p/ quinta) 3D LEGENDADO UCI RibeirãoShopping sala 2 Imax: 19h Cinépolis Santa Úrsula sala 6: 23h15 Cinépolis Iguatemi sala 1 Macro XE: 22h Cinépolis Iguatemi sala 2: 14h45, 17h50 e 20h45 Cinemark Novo Shopping sala 9: 18h Moviecom Jaraguá Araraquara sala 4: 21h50 3D DUBLADO UCI RibeirãoShopping sala 2 Imax: 14h, 16h30 e 21h30 UCI RibeirãoShopping sala 10: 15h (menos 6/7), 17h30 (menos 6/7), 20h e 22h30 Cinépolis Santa Úrsula sala 6: 13h, 16h, 19h e 22h Cinépolis Santa Úrsula sala 7: 13h30, 16h30, 19h30 e 22h30 Cinépolis Iguatemi sala 1 Macro XE: 13h, 16h e 19h Cinemark Novo Shopping sala 1 XD: 13h10 (menos sexta), 15h50 (menos sexta), 18h45 e 21h30 Cinemark Novo Shopping sala 3: 11h45 (só sábado e domingo), 14h30 (menos sexta), 17h20, 20h10 e 23h (só sábado) Cinemark Novo Shopping sala 9: 15h10 (menos sexta) Moviecom Jaraguá Araraquara sala 4: 14h20, 16h50, 19h20 e 0h (só 5/7 – quarta p/ quinta) Star Cine Sertãozinho sala 1: 15h, 19h e 21h20 ELLA & JOHN ITA/FRA, Dir.: Paolo Virzì. Com Helen Mirren, Donald Sutherland, Christian McKay. Para desespero dos filhos, o casal de septuagenários aposentados Ella e John decide fazer uma última viagem pelo país sem eu trailer, tendo como destino a antiga casa de Ernest Hemingway, na Flórida. 1h52. 2D LEGENDA Cinépolis Santa Úrsula sala 2: 14h15 (menos sexta) Em cartaz ALÉM DO HOMEM Brasil, 2018. Dir.: Willy Biondani. Com Sergio Guizé, Débora Nascimento, Otávio Augusto. Alberto Luppo é um escritor brasileiro que mora em Paris há anos e desde então renega suas raízes tropicais. Quando um famoso antropólogo francês desaparece na cidade de Milho Verde, Minas Gerais, ele volta para sua terra natal e inicia uma investigação para descobrir o paradeiro do velho amigo. No entanto, durante a viagem, ele se encanta pela cultura brasileira, assim como suas terras e sua gente, algo até então impossível para ele. 14 anos. 1h32. 2D NACIONAL UCI RibeirãoShopping sala 8: 15h35, 19h45 e 21h45 COPA DO MUNDO FIFA 2018 Exibição do jogo da Copa do Mundo de 2018 na Rússia, Brasil x Bélgica 2D DUBLADO UCI RibeirãoShopping sala 10: 14h (só 6/7) Cinépolis Santa Úrsula sala 2: 15h (só 6/7) Cinemark Novo Shopping sala 8: 14h (só 6/7) CINEMAS • Cinemark Novo Shopping: (16) 3617-3263 • Cinépolis Shopping Santa Úrsula: (16) 3632-0568 • Cinépolis Iguatemi: (16) 3913-3675 • UCI RibeirãoShopping: (16) 2138-8888 • Cineclube Cauim: (16) 3941-5025 • Cine Lupo Araraquara: (16) 3333-5544 • Moviecom Araraquara: (16) 3335-4258 • Star Cine Sertãozinho: (16) 3942-1275 HEREDITÁRIO EUA, 2018. Dir.: Ari Aster. Com Toni Collette, Gabriel Byrne, Alex Wolff. Após a morte da reclusa avó, a família Graham começa a desvendar algumas coisas. Mesmo após a partida da matriarca, ela permanece como se fosse um sombra sobre a família, espe- cialmente sobre a solitária neta adolescente, Charlie, por quem ela sempre manteve uma fascinação não usual. Com um crescente terror tomando conta da casa, a família explora lugares mais escuros para escapar do infeliz destino que herdaram. 16 anos. 2h06. 2D DUBLADO UCI RibeirãoShopping sala 4: 13h45, 19h05 e 21h45 2D LEGENDADO UCI RibeirãoShopping sala 4: 16h25 OS INCRÍVEIS 2 EUA, 2018. Dir.: Brad Bird. Com Craig T. Nelson, Holly Hunter, Brad Bird. Quando Helena Pêra é chamada para voltar a lutar contra o crime como a super-heroína Mulher-Elástica, cabe ao seu marido, Roberto, a tarefa de cuidar das crianças, especialmente o bebê Zezé. O que ele não esperava era que o caçula da família também tivesse super- poderes, que surgem sem qualquer controle. Livre. 1h58. 2D DUBLADO UCI RibeirãoShopping sala 5: 13h35, 18h55 e 21h35 Cinépolis Santa Úrsula sala 3: 14h45, 17h45 e 21h Cinépolis Santa Úrsula sala 4: 13h15, 19h15 e 22h15 Cinépolis Santa Úrsula sala 5: 12h30, 15h15 e 18h15 Cinépolis Iguatemi sala 3: 13h30, 16h30, 19h30 e 22h30 Cinépolis Iguatemi sala 6: 12h30 (menos sexta) e 15h30 (menos sexta) Cinemark Novo Shopping sala 4: 11h20 (só sábado), 14h15 (menos sexta), 17h10, 20h e 22h50 (só sexta e sábado) Cinemark Novo Shopping sala 6: 13h40, 16h30 (menos sexta), 19h20 e 22h10 Moviecom Jaraguá Araraquara sala 3: 14h10, 16h40 e 19h10 2D LEGENDADO UCI RibeirãoShopping sala 5: 16h15 Moviecom Jaraguá Araraquara sala 3: 21h40 3D DUBLADO UCI RibeirãoShopping sala 1: 13h, 15h40, 18h20 e 21h05 UCI RibeirãoShopping sala 11: 14h05, 16h45, 19h25 e 22h05 Cinépolis Santa Úrsula sala 8: 14h, 16h50, 20h15 e 23h Cinépolis Iguatemi sala 4: 14h15, 17h15, 20h05 e 23h (só de quinta a domingo) Cinemark Novo Shopping sala 2: 12h15, 15h (menos sexta), 17h50 e 20h40 Moviecom Jaraguá Araraquara sala 1: 15h20, 17h50 e 20h20 SEXY POR ACIDENTE EUA, China, 2018. Dir.: Abby Kohn, Marc Silverstein. Com Amy Schumer, Michelle Williams, Rory Scovel. Renee, uma mulher comum, luta diariamente com sua insegurança. Depois de cair de bicicleta e bater a cabeça, ela de repente acorda acreditando ser a mulher mais capaz e bonita do mundo. E com isso Renee começa a viver a vida mais confiante e sem medo das falhas. 12 anos. 1h50. 2D DUBLADO UCI RibeirãoShopping sala 9: 13h05 Cinépolis Santa Úrsula sala 2: 18h30 Cinemark Novo Shopping sala 8: 13h35 (menos sexta) e 22h 2D LEGENDADO UCI RibeirãoShopping sala 9: 18h05 Cinépolis Iguatemi sala 6: 21h15 DIVULGAÇÃO DISNEY 18 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 19. Cinemark Novo Shopping sala 5: 12h50, 15h40 (menos sexta) e 21h50 Cinemark Novo Shopping sala 7: 11h10 (só sábado e domingo), 14h, 16h50 (menos sexta), 19h40 e 22h30 Cinemark Novo Shopping sala 8: 16h15 (menos sexta) e 19h10 Moviecom Jaraguá Araraquara sala 2: 13h45, 16h20 e 19h05 OITO MULHERES E UM SEGREDO EUA, 2017. Dir.: Gary Ross. Com Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway, Rihanna. Recém-Recém- -saída da prisão, Debbie Ocean planeja executar o assalto do século em pleno Met Gala, em Nova York, com o apoio de Lou, Nine Ball, Amita, Constance, Rose, Daphne Kluger e Tammy. 14 anos. 01h50. 2D LEGENDADO UCI RibeirãoShopping sala 3: 17h50 e 22h25 2D DUBLADO UCI RibeirãoShopping sala 3: 13h10, 15h30 e 20h10 TALVEZ UMA HISTÓRIA DE AMOR Brasil, 2018. Dir.: Rodrigo Bernardo. Com Mateus Solano, Thaila Ayala, Bianca Comparato. Quando chega em casa, depois de mais um dia corriqueiro no trabalho, Virgílio liga a secretária eletrônica e ouve um recado perturbador. É uma mensagem de Clara, comunicando o término do relacionamento dos dois. Virgílio, contudo, não faz a menor ideia de quem é Clara. Agora, ele precisa encontrar essa mulher misteriosa. 10 anos. 1h45. 2D NACIONAL UCI RibeirãoShopping sala 8: 13h25 e 17h35 Ribeirão Preto ARTES VISUAIS Centro de Arte Contemporânea W O CAC W inaugura três exposições: “Alocasia Negra em Flora Brasiliensis”, composta por pinturas, desenhos e esculturas de Helen Faganello; “Hora do Levante”, que reconfigura o espaço do CAC W com ações de Rodrigo Bueno, que interferem na arquitetura do jardim com plantas de poder, louros, arrudas, babosa, espada de São Jorge, cultivadas pelos cantos e bancadas; e a instalação “Transcurso”, de Weimar Amorim, composta por cartas transcritas e registros de áudios, objetos pessoais, retratos. Quando: até 18/8, às quintas e sextas, das 14h às 18h, e sábados das 10h às 14h. Onde: Centro de Arte Contemporânea W (rua Nélio Guimarães, 1.300). Grátis. Inf.: (16) 3623-2466. As Quatro Estações Coleção de performances e pinturas corporais fotografadas por de Luca Zanella que expressam visualmente o sentido de letras de músicas contem- porâneas, regendo as fases dos relacionamentos amorosos, se dividindo nas estações da natureza. Quando: até 1º/8, de segunda a sexta, das 9h às 16h. Onde: ECEU - Espaço Cultural e de Extensão Universitária da USP (Avenida Nove de Julho, 980). Grátis. Inf.: (16) 3602-0695. CINEMA ALTERNATIVO O Choro - A Roda e Suas Relações Dir. e Roteiro: Matheus Doninha. BRA, 2018. No coração de Ribeirão Preto, um grupo de amigos se reúne em praça pública em torno de uma paixão, o Choro. Uma roda se forma todas as segundas de maneira espontânea e democrática.Após a exibição, ocorre um bate-papo com o diretor e representantes do projeto. Quando: 8/7 (domingo), 15h. Onde: Espaço Galpão do Sesc (rua Tibiriçá, 50) . Grátis. (retirada de ingressos com 1h de antecedência). Inf.: (16) 3977-4477. Tango Livre Dir. Frederic Fonteyne. Bélgica, França, Luxemburgo, 2012. Filme em exibição pelo projeto “Cinema de Terça”, do Sesc. Jean-Christophe é guarda penitenciário e se encanta com uma mulher que conhece na aula semanal de tango. Eles se reen- contram quando ela vai visitar o marido, preso onde JC trabalha, acaba envolvido. Quando: 17/7 (terça), das 20h às 22h. Onde: Espaço Galpão do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Ingressos gratuitos (retirada a partir de 1h antes). Censura 10 anos. Inf.: (16) 3977-4477. A Ovelha Negra Dir. Grímur Hákonarson. Islãndia, 2016. Filme em exibição pelo projeto Cinema de Terça, do Sesc. Após ser derrotado no concurso anual do melhor cordeiro, o fazendeiro Gummi decide investigar o animal vencedor e logo desconfia que ele tenha scrapie, uma doença contagiosa. Quando a ameaça se confirma, todas as fazendas das redondezas são obrigadas a matar suas ovelhas, o que para muitos é considerado uma verdadeira tragédia. Mas Gummi elabora um plano. Quando: 24/7 (terça), das 20h às 22h. Onde: Espaço Galpão do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Ingressos gratuitos (retirada a partir de 1h antes). Censura 14 anos. Inf.: (16) 3977-4477. Cinema Pequeno milagre tunisiano Descrito como “pequeno milagre” pela crítica especializada, o longa de estreia da tunisiana Leyla Bouzid, “Assim que Abro Meus Olhos”, programado no projeto Cinema de Terça, do Sesc Ribeirão, conjuga força, beleza e urgência. O título é cantado pela protagonista, a jovem Farah (Baya Medhaffar), em protesto contra o governo de Zine el-Abidine Ben Ali (“assim que abro meus olhos, eu vejo aqueles privados de trabalho e de comida”). Em uma Tunísia às vésperas da Revolução do Jasmim (2010), que desencadearia a Primavera Árabe, Farah sonha em ser cantora, mas sofre grande pressão por um futuro promissor estudando medicina. Neste sentido, é igual a milhares de garotas ao redor do mundo, rebelando- -se contra instituições e imposições da família. Mas a narrativa é enriquecida por cores locais e particularidades acrescentadas pela diretora. Assim Que Abro Meus Olhos Dir. Leyla Bouzid. França, Tunísia, Bélgica, 2017. Em exibição pelo projeto Cinema de Terça, do Sesc. Situado em 2010, pouco antes da Revolução de Jasmim na Tunísia, que desencadeou a Primavera Árabe, o filme acompanha uma jovem que sonha em ser cantora. Quando: 10/7 (terça), 20h. Onde: Espaço Galpão do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Ingressos gratuitos (retirada a partir de 1h antes). Censura 14 anos. Inf.: (16) 3977-4477. DIVULGAÇÃO SUPO MUNGAM FILMS JURASSIC WORLD: REINO AMEAÇADO EUA, 2017. Dir.: Juan Antonio Bayona. Com Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Rafe Spall. Quatro anos após o fechamento do Jurassic Park, um vulcão prestes a entrar em erupção põe em risco a vida dos dinossauros que vivem livremente na ilha Nubar. Decidida a resgatá-los, Claire convoca Owen a retornar à ilha com ela. 10 anos. 2h08. 2D LEGENDADO UCI RibeirãoShopping sala 9: 15h25 e 20h45 Cinépolis Santa Úrsula sala 1: 21h45 Cinépolis Iguatemi sala 5: 15h45 Cinemark Novo Shopping sala 5: 18h40 Moviecom Jaraguá Araraquara sala 2: 21h45 2D DUBLADO UCI RibeirãoShopping sala 7: 13h40, 16h20, 19h10 e 21h50 Cinépolis Santa Úrsula sala 1: 12h45, 15h45 e 18h45 Cinépolis Santa Úrsula sala 2: 17h (menos sexta), 20h e 22h40 (só sexta e sábado) Cinépolis Iguatemi sala 5: 12h45, 18h45 e 21h40 19A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 20. BOM PROGRAMA CIRCO Piatofatto Espetáculo de circo-teatro com o Coletivo Pernalta. Um banquete cômico e completamente interativo tem sua ordem cênica definida pelo público, através de um gigantesco menu, no qual a plateia seleciona os pratos que montam a ordem do espetáculo. Quando: 7/7 (sábado), 16h. Onde: Espaço Convivência do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Grátis. Inf.: (16) 3977-4477. HUMOR Thiago Ventura Em seu segundo show solo, Thiago faz piadas e conta histórias engraçadas sobre os seus últimos anos como comediante de stand up. Quando: 13/7 (sexta), 20h. Onde: Theatro Pedro II (Álvares Cabral, 370). Ingressos: R$ 60 a R$ 70 (conforme setor). Inf.: (16) 3977- 8111. UTC – Não Pode Rir Apresentado pelos Castro Brothers, o UTC (Ultimate Trocadilho Championship) - Não Pode Rir é um campeonato realizado no formato mata-mata, onde dois oponentes se enfrentam com o objetivo de fazer o outro rir. Quem ri, perde. Quando: 14/7 (sábado), 21h. Onde: Teatro Municipal de Ribeirão Preto (Alto do morro do São Bento, s/nº). Ingressos: R$ 60 (antecipado) e R$ 70. Inf.: (16) 3625-6841. LITERATURA Muito Barulho Por Nada Contação de “Histórias de Shakespeare” para crianças. Nesta comédia o tema central se passa em torno das confusões amorosas de um casal italiano. Os dois vivem discutindo e brigando para não assumirem suas paixões (atividade com inter- pretação em Libras por Lucas Rafael). Quando: 15/7 (domingo), 15h. Onde: Quintal do Sesc Ribeirão (rua Tibiriçá, 50). Grátis. Inf.: (16) 3977-4455. Romeu e Julieta Contação de “Histórias de Shakespeare” para crianças. A briga de duas famílias não consegue afastar o jovem casal que protagonizou a mais conhecida história de amor (atividade com inter- pretação em Libras por Lucas Rafael). Quando: 22/7 (domingo), 15h. Onde: Quintal do Sesc Ribeirão (rua Tibiriçá, 50). Grátis. Inf.: (16) 3977-4455. MÚSICA Diogo Nogueira Show com o sambista, que apresenta seu primeiro álbum inteiramente autoral, “Munduê”. Quando: 7/7 (sábado), 21h. Onde: Theatro Pedro II (rua Álvares Cabral, 370). Ingressos: de R$ 70 a R$ 140 (conforme setor). Inf.:(16) 3977- 8111. Roda de Choro Roda de choro com os músicos participantes do Projeto Choro da Casa e participação especial de Luizinho 7 cordas e Agnaldo Luz. No repertório, apresentações de choros clássicos de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, entre outros, além de algumas composições autorais do grupo. Quando: 8/7 (domingo), 16h. Onde: Espaço Convivência do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Grátis. Inf.: (16) 3977-4477. Bia Moretti - Essas Mulheres Show em que a cantora Bia Moretti homenageia as maiores cantoras Brasileiras da MPB, que fizeram uma grande diferença na construção de sua carreira. Vai de Carmem Miranda a contemporâneas como Roberta Sá. Quando: 10/7 (terça), 20h. Onde: Theatro Pedro II (rua Álvares Cabral, 370). Ingressos: R$ 30. Inf.: (16) 3977- 8111. Refazenda - Tributo a Gilberto Gil O grupo formado por Dimi Zumquê, Pedrinho Brown, Pedro Sossego, Sudu Lisi e Thiago Carreri homenageia um dos maiores artistas da música brasileira. Quando: 13/7 (sexta), 20h30. Onde: Espaço Convivência do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Grátis. Inf.: (16) 3977-4477. Quem Não Tem Cão, Caça Com Whats A apresentação fala sobre o comportamento pessoal e interpessoal na era digital. As reais possibilidades do agora real e o agora virtual. Quando: 17/7 (terça), 20h. Onde: Theatro Pedro II (rua Álvares Cabral, 370). Ingressos: R$ 30. Inf.: (16) 3977- 8111. Danilo Caymmi convida Eder Giaretta Acompanhado do violonista Davi Mello, Danilo Caymmi cantará seus grandes sucessos, como “Andança”, “Casaco Marrom”, “O bem e o mal”, além do repertório do pai, que inclui “Mara- cangalha”, “Você já foi a Bahia?”, “Marina”, “Suíte do Pescador”, entre outros. A outra parte do espetáculo contará com a participação do quarteto do renomado pianista Eder Giaretta. Quando: 18/7 (quarta), 20h30. Onde: Espaço Auditório do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Ingressos: R$ 17 (inteira); R$ 8,50 (aposentado, maior de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública); R$ 5 (credencial plena). Inf.: (16) 3977-4477. Gafieira de Luxo O cantor e trombonista Mauro Zacarias e Banda apresenta um show de gafieira recheado de boa música e diversão para todos. Quando: 19/7 (quinta), 17h. Onde: Espaço Convivência do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Grátis. Inf.: (16) 3977-4477. Jota Quest Novo show é baseado no CD/DVD homônimo gravado ao vivo em São Paulo. No repertório, clássicos como “Dias Melhores”, “Amor Maior”, “Só Hoje”, “Do Seu Lado”, “Fácil”, “Vem Andar Comigo”, “Dentro De Um Abraço”, “Blecaute”, “Mandou Bem”, “As Dores Do Mundo”, entre outros sucessos repaginados para o formato acústico. Quando: 21/7 (sábado), 22h. Onde: Recreativa Cidade (Avenida Nove de Julho, 299). Ingressos: de R$ 80 a R$ 600 (conforme setor/mesa. Evento open bar). Inf.: (16) 4141-3138. TEATRO O Voo do Menino Peça infantil com a Cia. Casa Amarela. A história do pequeno Alberto, um menino inteligente e sensível, que sonha em voar! Quando: 14/7 (sábado), 16h. Onde: Espaço Galpão do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Ingressos: R$ 17 (inteira); R$ 8,50 (aposentado, Sesc Ribeirão apresenta Caetano Ribeiro Quinteto Na próxima quarta-feira, a partir das 20h30, o auditório do Sesc Ribeirão recebe show de lançamento do primeiro CD, “Core”, de Caetano Ribeiro Quinteto – mais um do selo local Blaxtream. O guitarrista e seu quinteto passeiam por estilos diversos, como jazz, bossa nova e rock. Também violonista e compositor, o músico ribeirão-pretano radicado em São Paulo graduou-se em música pela Unicamp. Nos tempos de universidade, formou o Casa7, grupo que desenvolve um trabalho de canção majoritariamente autoral, tendo lançado os CDs “Casa7” (2012) e “Caminho do Meio” (2017), com participações de Izabel Padovani, Lívia Nestrovski, Marcus Teixeira e Ceumar. No âmbito da música instrumental, Ribeiro ainda integra o sexteto do contrabaixista Daniel Coelho - que em breve lança seu CD, além de liderar seu próprio quinteto. Caetano Ribeiro Quinteto Show de lançamento do primeiro CD, “Core”, do quinteto liderado pelo músico ribeirão-pretano radicado em São Paulo Caetano Ribeiro. Quando: 11/7 (quarta), 20h30. Onde: Espaço Auditório do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Ingressos: R$ 17 (inteira); R$ 8,50 (aposentado, maior de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública); R$ 5 (credencial plena). Inf.: (16) 3977-4477. DIVULGAÇÃO 20 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 21. maior de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública); R$ 5 (credencial plena). Grátis para crianças até 12 anos. Inf.: (16) 3977-4477. O Misterioso Fim de Pamela Sanches Peça com a Cia. Balaco do Bacco. É dia de festa de aniversário de Pamela na mansão Dumond Sanches. Tudo parece estar muito tranquilo, a família toda reunida, uma noite provavelmente glamourosa. Será? Quando: 19/7 (quinta), 19h e 21h. Onde: Espaço Galpão do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Ingressos: R$ 17 (inteira); R$ 8,50 (aposentado, maior de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública); R$ 5 (credencial plena). Inf.: (16) 3977-4477. A Pequena Sereia O conto tem uma nova adaptação para os palcos, totalmente desvinculada da conhecida versão Disney. Disposta a conquistar o amor do Príncipe Henry, a Pequena Sereia cede aos encantos da Bruxa do Mar e entrega sua bela voz em troca de um par de pernas, que a torne humana. Ao se tornar humana, a Sereia encontra com o príncipe, que se apaixona por sua graça e beleza, mesmo estando ela muda, iniciando assim uma divertida e romântica aventura. Quando: 21/7 (sábado), 17h. Onde: Theatro Pedro II (Álvares Cabral, 370). Ingressos: R$ 70 a R$ 90 (conforme setor). Inf.: (16) 3977- 8111. Portinari Pé de Mulato Peça infantil com a Cia. Articularte. Uma aventura de perseguição, depois que a boneca Denise derruba uma sacaria de café, sem querer querendo! Um belo passeio por coloridas e importantes obras plásticas de Portinari que se transformam em bonecos surpreendentes ou formas animadas. Quando: 21/7 (sábado), 16h. Onde: Espaço Galpão do Sesc (rua Tibiriçá, 50). Ingressos: R$ 17 (inteira); R$ 8,50 (aposentado, maior de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública); R$ 5 (credencial plena). Grátis para crianças até 12 anos. Inf.: (16) 3977-4477. Araraquara CINEMA ALTERNATIVO Ratatouille Dir.: Brad Bird. EUA, 2007. Em exibição pelo projeto Especial Sensacine, do Sesc. Em Paris, Remy é um rato que sonha se tornar um chefe de cozinha. Um dia, nos esgotos, ele fica bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau. Ele decide visitar o lugar e lá conhece Linguini, um atrapalhado ajudante que precisa manter o emprego a qualquer custo. Remy e Linguini realizam então uma parceria: sob o chapéu de Linguini, Remy indica como ele deve cozinhar. A partir de quatro anos. Quando: 7/7 (sábado), 19h. Onde: Espaço Garimpo do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis (retirada de ingressos a partir das 9h30 do dia 7/7, limitados a 2 por pessoa). Inf.: (16) 3301-7500. De Volta Dir.: Jihane Chouaib. Líbano/ Bélgica/ França/ Suíça, 2018. Em exibição pelo projeto Tela Delas, do Sesc. Nada retornou para casa, ou pelo menos é o que ela achava. De volta ao Líbano, percebe que é uma estrangeira em seu próprio país. No entanto, ainda há um lugar que ela pode chamar de lar: uma casa abandonada, em ruínas e assombrada pela presença do avô que desapareceu misteriosamente durante a guerra civil. Censura 14 anos. Quando: 8/7 (domingo), 14h. Onde: Teatro Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis (retirada de ingressos 1 hora antes do início da sessão). Inf.: (16) 3301-7500. REFAZENDA O músico Dimi Zumquê participa de show em homenagem a Gilberto Gil na próxima sexta-feira F.L.PITON/ACIDADE-26.SET.2016 CREDITO / A CIDADE ANIMAÇÃO Cena de ‘Ratatouille’, longa com exibição programada para este sábado (7), no Sesc Araraquara 21A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 22. BOM PROGRAMA Tudo Que Eu Amo Dir.: Jacek Borcuch Polônia | 2011 | 95 min. Filme em exibição pelo projeto Araraquara Rock, do Sesc. Quatro amigos tentam montar uma banda de punk rock, mas as diferentes realidades dos integrantes são afetadas pela crise social no país. Um filme sobre juventude, revolução e política. 16 anos. Quando: 15/7 (domingo), 14h. Onde: Teatro do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis (retirada de ingressos 1 hora antes do início da sessão). Inf.: (16) 3301-7500. O Sétimo Selo Dir.: Ingmar Bergman. Suécia, 1957. Em exibição pela Mostra o Lobo à Espreita: Uma Homenagem ao Centenário de Ingmar Bergman, do Sesc. Século 14. Depois de dez anos nas Cruzadas, um cavaleiro volta a seu país e o encontra assolado pela Peste Negra. A Morte surge diante dele e quer levá-lo consigo. O cavaleiro pede um adiamento da pena, durante o qual jogará uma partida de xadrez com a Morte. Censura 12 anos. Quando: 17/7 (terça), 20h. Onde: Teatro do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis (retirada de ingressos 1 hora antes do início da sessão). Inf.: (16) 3301-7500. Morangos Silvestres Dir.: Ingmar Bergman. Suécia, 1957. Filme em exibição pelo projeto Mostra o Lobo à Espreita: Uma Homenagem ao Centenário de Ingmar Bergman, do Sesc. Velho professor de medicina reavalia a vida enquanto viaja para a universidade em que se formou para receber um título de doutor honoris causa. Viajando com sua estranha nora, revisita marcos do passado, em especial as memórias de sua família e de Sara, paixão da juventude. Censura 10 anos. Quando: 22/7 (domingo), 14h. Onde: Teatro do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis (retirada de ingressos 1 hora antes do início da sessão). Inf.: (16) 3301-7500. MÚSICA Elizabeth Viana Recebe Rappin’ Hood - Meus 50 Nesta turnê comemorativa, a cantora navega pelos hits emplacados nas décadas de carreira, lança canções inéditas de Jorge Ben e Luis Vagner (feitas especialmente para ela) e conta com a participação especial do amigo Rappin’ Hood, que lança a inédita versão resposta de “Meu Guarda-Chuva”. Quando: 8/7 (domingo), 16h. Onde: Espaço Convivência do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis. Inf.: (16) 3301-7500. Mogiano e Mogianinho A dupla apresenta repertório dos grandes sucessos que marcaram a carreira de Tonico & Tinoco, com os quais conviveram e realizaram diversas apresentações na década de 70. Quando: 9/7 (segunda), 16h.Onde: Espaço Convivência do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis. Inf.: (16) 3301-7500. Fat Family Na abertura do Baile do Carmo 2018 o convidado é o grupo Fat Family, que chamou a atenção do Brasil no final da década de 90 com suas coreografias sincronizadas e capelas inspiradas em grupos vocais norte-americanos. Ainda nos dias de hoje, é conhecido pelos hits “Jeito Sexy”, “Onde Foi Que Eu Errei” e “Fim de Tarde”. Quando: 11/7 (quarta), 20h. Onde: Espaço Convivência do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis. Inf.: (16) 3301-7500. Inocentes Na abertura do Araraquara Rock , o grupo Inocentes apresenta grandes clássicos e muitas surpresas que há tempos não eram revisitados pelo quarteto. São 37 anos de uma trajetória que nasceu no seio do movimento punk paulistano e segue mais viva do que nunca. Quando: 12/7 (quinta), 20h. Onde: Espaço Convivência do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis. Inf.: (16) 3301-7500. Jica Y Turcão Com canções que primam pela diversidade de ritmos e crítica do cotidiano, Jica y Turcão, com a força da sua musicalidade aliada a performances e paródias, apresentam um show enxuto, musical e divertido. Quando: 13/7 (sexta), 20h. Onde: Espaço Garimpo do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis. Inf.: (16) 3301-7500. Uma Roda de Samba para Roberto Ribeiro O grupo apresenta repertório de sambas inter- pretados por Dermerval Miranda Maciel, mais conhecido como Roberto Ribeiro, um dos maiores intérpretes de samba de todos os tempos. Quando: 15/7 (domingo), 16h. Onde: Espaço Garimpo do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis. Inf.: (16) 3301-7500. Miolo Mole: Wandi Daratiotto, Swami Jr e Danilo Moraes A banda ecoa um pouco da tradição da grande música brasileira, com um pezinho na gandaia. Apresenta composições autorias e pretende engrossar o coro das possibilidades timbrísticas diferenciadas. Quando: 20/7 (sexta), 20h. Onde: Espaço Garimpo do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis. Inf.: (16) 3301-7500. Grupo Triii Com shows que reúnem músicas, brincadeiras e performances, a proposta do Triii é interagir com crianças e pais através da música, de forma divertida e sempre muito criativa. Quando: 22/7 (domingo), 16h. Onde: Espaço Garimpo do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Grátis. Inf.: (16) 3301-7500. Daniela Mercury Neste show, a cantora apresenta músicas que ela gostaria de regravar, clássicos da MPB e canções inéditas que estarão no seu próximo álbum. Quando: 26/7 (quinta), 21h. Onde: Espaço Ginásio do Sesc Araraquara (rua Castro Alves, 1.315). Ingressos: R$12 (Credencial Plena); R$20; (aposentado, maior de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública); R$40 (Inteira / Credencial Atividades). Obs.: Ingressos limitados a dois por pessoa. Inf.: (16) 3301-7500. CÉLIA SANTOS / DIVULGAÇÃO ELA VEM AÍ OE no final do mês a cantora Daniela Mercury vem a Araraquara apresentar seu show no ginásio do Sesc 22 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 23. BOM PAPO MAS QUE RAIO! Diga lá, querida leitora e prezado leitor: quanto você aceita pagar por um brigadeiro gourmet? Talvez seja melhor, antes de responder, fazer as contas e descobrir o valor de uma receita básica de brigadeiro, que deve render, por baixo, até 25 docinhos do tamanho de um bola de gude – ou biroca, como também é chamado o brinquedo em algumas cidades na região de Ribeirão Preto. Entrego a rapadura: você vai gastar, con- siderando que vai comprar os ingredientes no lugar mais caro da cidade, por volta de R$ 6,00 (seis reais!!); se encontrar uma promoção de leite condensado – ou comprar uma “marca barban- te”, sem aqueeeela qualidade –, fica ainda mais barato. Agora, some a este valor uma colher de sopa de raspas de limão – siciliano, como agora está na moda, como se o velho e bom tahiti transmitisse alguma doença incurável – e duas colhe- res de chá de xarope culinário, também de limão. Depois de pronto, considere que os doci- nhos – um quase nada maiores que a querida bola de gude – sejam passados em um cho- colate granulado (ou flocos de chocolate, como também está na moda dizer) mais bem nascido que as marcas nacionais, como uma variedade belga ou suíça, por exemplo. Pronto! Teremos docinhos com um preço final que pode variar entre R$ 9 e R$ 12. É ou não é de fazer o briga- deiro Eduardo Gomes desafinar a harpa lá no céu? É. Herói da II Guerra Mundial e, como se dizia à época, homem “muito bem apanhado” (além de solteiro, o que fazia brotar mil pretendentes por onde passas- se), Gomes foi candidato, pela falecida UDN, a presidente da República na eleição de 1945. Perdeu para Eurico Gaspar Dutra (casado e que, em matéria de beleza, era o próprio déficit ambulante), mas ganhou um imenso fã-clube feminino, que adotou o mantra “vote no briga- deiro, é bonito e é solteiro”. Para ajudar na campanha, criaram o “docinho do brigadeiro”, que era trocado por donativos (emprei- teiras estavam fora de questão) em dinheiro, quer dizer, cara- minguás, que pingavam na conta do honesto Gomes. Com o tempo, virou apenas brigadeiro. Com um tantinho mais de tempo, virou item gourmet, atingido pelo tal “raio gourmetizador, uma expressão feliz até dizer chega, que está na boca de todos os que acreditam, com gosto, que o cenário descon- troladamente esnobe e a lista da direita dos cardápios são motivos mais que justos, muito justos, jus- tíssimos para ficarmos arrepia- dos diante do mais puro exagero no capítulo dos comes e bebes. O docinho, em sua nova versão, inaugurou uma nova profissão e fez abrir centenas de lojas especializadas em produzir uma receita que, a rigor, tem apenas Com o tempo, virou apenas brigadeiro. Com um tantinho mais de tempo, virou item gourmet, atingido pelo tal “raio gourme- tizador, uma expressão feliz até dizer chega. quatro ingredientes – mas a roupa nova custa caríssimo. Uso o exemplo do brigadei- ro porque está, digamos, mais à mão de semear – quem, sem nenhum tipo de restrição ou promessa, fica indiferente diante de uma bandeja com aquelas delícias? Mas vamos pegar o exemplo do sal temperado. Não aquele que avozinhas fofas não entre- gam a receita nem sob tortura, embora todos saibam que ali estão o alho, a cebola, a pimenta vermelha e mais duas ou três ervas aromáticas. Falo daqueles temperados com “ervas finas”, que trazem tudo explicadinho no rótulo, em embalagens de míseras 150 gramas, que chegam a custar R$ 30,00 (trinta reais!!). Se você, querida leitora e preza- do leitor, seguir o rótulo e for ao varejão, mercearia ou super- mercado certo – ou apanhar por aí galhinhos de manjericão ou alfavaca, alecrim, poejo, hortelã e sálvia – vai quebrar a cabeça para entender como eles chega- ram a um preço final tão desati- nado. E as notícias não são boas: quase tudo foi atingindo pelo tal raio. Da esfiha milenar ao hambúrguer bossa nova, do ovo cozido ao peito de frango, do macarrão da mamma ao espe- tinho de “carne de gato” (sim, chegou até ao clássico das ruas brasileiras), nada parece esca- par da sanha de ser rebatizado com o acréscimo da palavrinha “gourmet”, um abuso óbvio e que não faz o menor sentido se considerarmos a própria origem da palavra, que agora é usada sem o menor critério, apenas para enfeitar uma preparação que todo mundo conhece. Como o dinheiro é de cada um, nada a fazer. Mas, pense bem: gourmet por gourmet, o que pode ser mais sensacional do que um feijão bem feito, um arroz soltinho – e não um risoto, a incrível e insuperável receita italiana, transformada em prín- cipe abestalhado da categoria gourmet –, ou uma fatia de goia- bada cascão, com um belo naco do estupendo queijo curado de Patrocínio Paulista? Nada. FERNANDO KASSAB É JORNALISTA DAS AFILIADAS EPTV E DA RÁDIO CBN RIBEIRÃO Fernando KassabF 23A CIDADESÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018
  • 24. PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DA CORRIDA • Redução da pressão arterial • Ganho de força • Ganho de resistência cardiorrespiratória e muscular • Melhora do sono • Maior longevidade • Redução do estresse • Melhora da autoestima • Alívio da ansiedade • Melhora das relações sociais FONTE: TOM OSÓRIO - EDUCADOR FÍSICO DA ASSESSORIA ESPORTIVA ACAHDRE RUNNING CLUB (ARC) PARTICIPE DA 4ª CORRIDA INTEGRAÇÃO FAÇA SUA INSCRIÇÃO LEIA NAS PÁGINAS 3 A 7 24 A CIDADE SÁBADO,DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA,7,8 E 9 DE JULHO DE 2018