Retrospectiva histórica do Brasil Colônia Profº Fábio Augusto Oliveira
O Brasil pré-colonial Nas três primeiras décadas do século XVI, o litoral do Brasil permaneceu uma espécie de terra de ninguém. Da mesma forma que em relação à costa africana, foram sucessivas as expedições que dominaram as condições de navegação, reconheceram e batizaram os acidentes geográficos e estabeleceram relações com os indígenas.
Corsários franceses invadiam freqüentemente terras no Brasil para fazer comércio com os índios. Como a França era inimiga de Portugal na época, a amizade dos corsários com algumas tribos indígenas dificultou a vida dos colonos portugueses.
Faltavam recursos para proceder de maneira mais sistemática. Envolvidos pelo comércio altamente lucrativo com a Índia, nem a Coroa nem os particulares portugueses mobilizaram capitais e homens para, colonizar o novo território.
O mapa do mundo acima ficou conhecido como  Carta del Cantino  e, provavelmente, foi reproduzido por um cartógrafo português para Alberto Cantino, um “agente secreto italiano”. Esta foi uma das primeiras cartas com o desenho do território brasileiro no início do século XVI, e a primeira a retratar a linha do Tratado de Tordesilhas.
 
Mapa do Brasil dando destaque ao pau-brasil, primeira riqueza da colônia.
O pau-brasil era usado para criar tinturas na Europa e foi largamente extraído da costa brasileira no início da colonização. A ilha do Brasil: o embarque da madeira brasileira; cortando e transportando madeira brasileira, autor anônimo (escola francesa).
O início da colonização  portuguesa no Brasil A terceirização da colonização A colonização de exploração
 
Capitania de São Vicente (1631). Obra de  João Teixeira Albernaz, O Velho (fl.1602-1666).
 
O Pacto Colonial Metrópole Colônia Produtos Manufaturados Matéria - prima
O Ciclo do Açúcar O primeiro grande ciclo econômico brasileiro foi a produção do açúcar através do cultivo da cana.
A produção  do açúcar centrada no Nordeste litorâneo
O engenho de açúcar na primeira fase agrícola da colonização.
A importância do açúcar para esta região foi tamanha que alguns mapas eram ilustrados com engenhos e plantações .  Gravura baseada em desenho de Frans Post, ilustração do livro de Gaspar Barleus, Rervm per Octennivm in Brasilia et alibir nuper gesterum sub Illustrissimi Comitis I. Mavriti, Nassoviae… (Amsterdam, J. Blaeu, 1647).
 
 
Família de índios botocudos. A população e a cultura indígena foi pouco a pouco desmantelada. Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa
Tamoios atacam portugueses (ou espanhóis) recém-chegados. Os tamoios tinham uma aliança muito forte com os franceses durante as primeiras décadas de colonização. Obras raras da reitoria da USP.
A figura do século XVII mostra escravos africanos no Brasil em um momento de descontração . Gravura extraída do livro de Johan Nieuouf, "Voyage and Travels into Brazil, and east Indies containing an exact description of the Dutch Brazil, and Divers ports of the east Indies". Londres, Aconsham and John Churchill, 1703. Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro .  
Maus tratos infligidos sobre escravos africanos. Gravura na obra de Théodore de Bry, Americae Pars Qvinta. Nobilis & admiratione plena Hieronymi Bezoni Mediolanensis... Frankfurt AM Main, 1634  
União Ibérica (1580-1640)  Domínio Espanhol sobre Portugal D. Sebastião desapareceu em 1578 sem deixar herdeiros. Museu das Janelas Verdes. Filipe II rei da Espanha, é coroado rei de Portugal
 
Invasão Holandesa no Brasil Maio de 1624- A Bahia, capital do Brasil, foi escolhida pela Companhia das Índias Ocidentais para a sua primeira investida colonizadora nas terras da América. A esquadra holandesa, trazia 1.600 homens de armas e marinheiros, divididos em 25 navios e em três iates armados com cerca de 500 peças de artilharia.  A esquadra Holandesa em Frente a Salvador, Coleção P. M. Bardi, São Paulo.  
OS HOLANDESES EM PERNAMBUCO Baseados em sua força naval e em bem armados exércitos de terra, os holandeses foram batendo a resistência e ampliando seus domínios. Os luso-brasileiros passaram a fazer emboscadas, obtendo bons resultados para sua causa.  Museu do Estado, Recife, PE.
Governo de Maurício de Nassau A chegada do conde João Maurício de Nassau-Siegen a Pernambuco, em 1637, deu um novo impulso à colônia instalada pela Companhia das Índias Ocidentais no nordeste brasileiro.
Seu governo foi marcado pela tolerância Incentivou a produção açucareira, vendendo a créditos os engenhos abandonados,incentivando melhores técnicas na produção Embelezou Recife e fundou uma nova cidade - Maurícia Incentivou a vinda de cientistas, intelectuais, artistas para o Brasil. Maurício de Nassau
A RESTAURAÇÃO PORTUGUESA  (1640)   D. João IV no trono português após a campanha pela restauração Museu Militar, Lisboa  
Insurreição Pernambucana No monte dos Guararapes foram travadas duas batalhas decisivas para o destino dos holandeses no Brasil: a primeira foi em 19 de abril de 1648 e a segunda, em 19 de fevereiro de 1649.
 
Segundo grande ciclo econômico A descoberta de ouro na região de Minas Gerais, foi uma realização dos bandeirantes 90% do ouro encontrado no mundo era fruto de extração brasileira
Bandeirantes O primeiro objetivo dos bandeirantes paulistas foi a captura de índios para serem vendidos como escravos. Ciclo da Caça ao Índio, Henrique Bernardelli, Museu Paulista, São Paulo.
A segunda metade do século XVII foi marcada por conflitos entre jesuítas e colonos, que cobiçavam as reservas de mão-de-obra indígena das aldeias e reduções. Museu Histórico Nacional .  
Sertanismo de Contrato Domingos Jorge Velho Domingos Jorge Velho, bandeirante nascido na Capitania de São Vicente, tornou-se famoso combatendo os índios do Norte e vencendo, em 1694, os negros dos Quilombos dos Palmares. Domingos Jorge Velho, Benedito Calixto,  Museu Paulista, São Paulo.
A descoberta do ouro em Minas Gerais pelos bandeirantes paulistas foi responsável pelo povoamento daquela região. A Vila Rica do Ouro Preto foi fundada a 8 de julho de 1711 pelo governador da recém-criada Capitania de São Paulo e Minas do Ouro, Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho. "Vila Rica", Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro .  
Contrato de direito que autorizava a busca de ouro em Minas Gerais. Museu Paulista
Vida cultural no Ciclo do Ouro Centros urbanos Rica ornamentação, manifestada nas igrejas, na pintura e nas esculturas Barroco Arcadismo com influência do Iluminismo Música clássica
 
 
 
 
Mudanças de ares 1808: a chegada da família real portuguesa, fugindo das invasões napoleônicas.
A 8 de março de 1808, após desembarcarem no cais do Largo do Paço, Rio de Janeiro, D. João, D. Carlota Joaquina e a comitiva real dirigiram-se para a Sé, onde caminharam por toda a Irmandade do Rosário. Chegada do Princípio D. João à Igreja do Rosário, Armando Viana, Museu da Cidade, Rio de Janeiro
Junto ao Paço dos Vice-reis, que foi entregue pelo Conde dos Arcos ao príncipe D. João, a Rua Direita ganhou uma enorme importância com o estabelecimento da corte no Rio de Janeiro. Lá estava a Igreja do Carmo, que, ligada ao Paço através de um passadiço, passou a ser a Capela Real. Rua Direita, Lauvergne, Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro.
A "agitação" urbana após a chegada da Família Real. Biblioteca Nacional.  
Realizações de Dom João D. João, orientado pelo economista Luz José da Silva Lisboa,  instituiu na Carta Régia de 1808 a abertura dos portos a “todas as nações amigas”.  A medida  encerrava o antigo pacto colonial
A vida cultural, em especial, ganhou impulso  Em 13 de maio de 1808, criou-se a  Imprensa Régia , saindo alguns meses depois a luz o primeiro periódico publicado no Brasil - a Gazeta do Rio de Janeiro. Entre 1808 e 1822 a Imprensa Régia publicou cerca de 1.085 títulos, sem contar as leis, cartas e alvarás avulsos .
Foi ainda criada a  Biblioteca Real,  origem da atual Biblioteca Nacional, com os livros trazidos de Portugal e que somavam cerca de 14 mil volumes, além de quase 6 mil manuscritos
Alvará de  criação  do  Banco Brasil .  Criação  do  Banco do Brasil.  Sua principal função não era promover o desenvolvimento econômico, mas captar recursos para pagar as despesas do Estado .  Mesmo assim, ele permitiu a ampliação dos créditos para fazendeiros e comerciantes.
Jardim Botânico Sua  inauguração foi em 13 de junho de 1808. Em 11 de outubro passou a ser chamado de Horto Real.
Criação do Museu Nacional
Bandeira do reino Unido Portugal, Brasil e Algarves Em 1815, a administração joanina elevou o Brasil à condição de Reino Unido. Essa nova nomeação extinguiu politicamente a condição colonial   do país.  Elevação do Brasil a reino Unido de Portugal e Algarves
A  Missão Artística Francesa  , com pintores, arquitetos, artífices ao deslocar-se para o Brasil no início do século XIX , revolucionou o panorama das Belas-Artes no país.
A ida de D.João VI para Portugal e a resistência das cortes brasileiras à perda de status dificultaram a ação de D. Pedro como príncipe regente do Brasil.  J.B. Debret, Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, E.106 P.9.

Brasil colonial

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    Retrospectiva histórica doBrasil Colônia Profº Fábio Augusto Oliveira
  • 2.
    O Brasil pré-colonialNas três primeiras décadas do século XVI, o litoral do Brasil permaneceu uma espécie de terra de ninguém. Da mesma forma que em relação à costa africana, foram sucessivas as expedições que dominaram as condições de navegação, reconheceram e batizaram os acidentes geográficos e estabeleceram relações com os indígenas.
  • 3.
    Corsários franceses invadiamfreqüentemente terras no Brasil para fazer comércio com os índios. Como a França era inimiga de Portugal na época, a amizade dos corsários com algumas tribos indígenas dificultou a vida dos colonos portugueses.
  • 4.
    Faltavam recursos paraproceder de maneira mais sistemática. Envolvidos pelo comércio altamente lucrativo com a Índia, nem a Coroa nem os particulares portugueses mobilizaram capitais e homens para, colonizar o novo território.
  • 5.
    O mapa domundo acima ficou conhecido como Carta del Cantino e, provavelmente, foi reproduzido por um cartógrafo português para Alberto Cantino, um “agente secreto italiano”. Esta foi uma das primeiras cartas com o desenho do território brasileiro no início do século XVI, e a primeira a retratar a linha do Tratado de Tordesilhas.
  • 6.
  • 7.
    Mapa do Brasildando destaque ao pau-brasil, primeira riqueza da colônia.
  • 8.
    O pau-brasil erausado para criar tinturas na Europa e foi largamente extraído da costa brasileira no início da colonização. A ilha do Brasil: o embarque da madeira brasileira; cortando e transportando madeira brasileira, autor anônimo (escola francesa).
  • 9.
    O início dacolonização portuguesa no Brasil A terceirização da colonização A colonização de exploração
  • 10.
  • 11.
    Capitania de SãoVicente (1631). Obra de João Teixeira Albernaz, O Velho (fl.1602-1666).
  • 12.
  • 13.
    O Pacto ColonialMetrópole Colônia Produtos Manufaturados Matéria - prima
  • 14.
    O Ciclo doAçúcar O primeiro grande ciclo econômico brasileiro foi a produção do açúcar através do cultivo da cana.
  • 15.
    A produção do açúcar centrada no Nordeste litorâneo
  • 16.
    O engenho deaçúcar na primeira fase agrícola da colonização.
  • 17.
    A importância doaçúcar para esta região foi tamanha que alguns mapas eram ilustrados com engenhos e plantações . Gravura baseada em desenho de Frans Post, ilustração do livro de Gaspar Barleus, Rervm per Octennivm in Brasilia et alibir nuper gesterum sub Illustrissimi Comitis I. Mavriti, Nassoviae… (Amsterdam, J. Blaeu, 1647).
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  • 19.
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    Família de índiosbotocudos. A população e a cultura indígena foi pouco a pouco desmantelada. Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa
  • 21.
    Tamoios atacam portugueses(ou espanhóis) recém-chegados. Os tamoios tinham uma aliança muito forte com os franceses durante as primeiras décadas de colonização. Obras raras da reitoria da USP.
  • 22.
    A figura doséculo XVII mostra escravos africanos no Brasil em um momento de descontração . Gravura extraída do livro de Johan Nieuouf, "Voyage and Travels into Brazil, and east Indies containing an exact description of the Dutch Brazil, and Divers ports of the east Indies". Londres, Aconsham and John Churchill, 1703. Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro .  
  • 23.
    Maus tratos infligidossobre escravos africanos. Gravura na obra de Théodore de Bry, Americae Pars Qvinta. Nobilis & admiratione plena Hieronymi Bezoni Mediolanensis... Frankfurt AM Main, 1634  
  • 24.
    União Ibérica (1580-1640) Domínio Espanhol sobre Portugal D. Sebastião desapareceu em 1578 sem deixar herdeiros. Museu das Janelas Verdes. Filipe II rei da Espanha, é coroado rei de Portugal
  • 25.
  • 26.
    Invasão Holandesa noBrasil Maio de 1624- A Bahia, capital do Brasil, foi escolhida pela Companhia das Índias Ocidentais para a sua primeira investida colonizadora nas terras da América. A esquadra holandesa, trazia 1.600 homens de armas e marinheiros, divididos em 25 navios e em três iates armados com cerca de 500 peças de artilharia. A esquadra Holandesa em Frente a Salvador, Coleção P. M. Bardi, São Paulo.  
  • 27.
    OS HOLANDESES EMPERNAMBUCO Baseados em sua força naval e em bem armados exércitos de terra, os holandeses foram batendo a resistência e ampliando seus domínios. Os luso-brasileiros passaram a fazer emboscadas, obtendo bons resultados para sua causa. Museu do Estado, Recife, PE.
  • 28.
    Governo de Mauríciode Nassau A chegada do conde João Maurício de Nassau-Siegen a Pernambuco, em 1637, deu um novo impulso à colônia instalada pela Companhia das Índias Ocidentais no nordeste brasileiro.
  • 29.
    Seu governo foimarcado pela tolerância Incentivou a produção açucareira, vendendo a créditos os engenhos abandonados,incentivando melhores técnicas na produção Embelezou Recife e fundou uma nova cidade - Maurícia Incentivou a vinda de cientistas, intelectuais, artistas para o Brasil. Maurício de Nassau
  • 30.
    A RESTAURAÇÃO PORTUGUESA (1640)   D. João IV no trono português após a campanha pela restauração Museu Militar, Lisboa  
  • 31.
    Insurreição Pernambucana Nomonte dos Guararapes foram travadas duas batalhas decisivas para o destino dos holandeses no Brasil: a primeira foi em 19 de abril de 1648 e a segunda, em 19 de fevereiro de 1649.
  • 32.
  • 33.
    Segundo grande cicloeconômico A descoberta de ouro na região de Minas Gerais, foi uma realização dos bandeirantes 90% do ouro encontrado no mundo era fruto de extração brasileira
  • 34.
    Bandeirantes O primeiroobjetivo dos bandeirantes paulistas foi a captura de índios para serem vendidos como escravos. Ciclo da Caça ao Índio, Henrique Bernardelli, Museu Paulista, São Paulo.
  • 35.
    A segunda metadedo século XVII foi marcada por conflitos entre jesuítas e colonos, que cobiçavam as reservas de mão-de-obra indígena das aldeias e reduções. Museu Histórico Nacional .  
  • 36.
    Sertanismo de ContratoDomingos Jorge Velho Domingos Jorge Velho, bandeirante nascido na Capitania de São Vicente, tornou-se famoso combatendo os índios do Norte e vencendo, em 1694, os negros dos Quilombos dos Palmares. Domingos Jorge Velho, Benedito Calixto, Museu Paulista, São Paulo.
  • 37.
    A descoberta doouro em Minas Gerais pelos bandeirantes paulistas foi responsável pelo povoamento daquela região. A Vila Rica do Ouro Preto foi fundada a 8 de julho de 1711 pelo governador da recém-criada Capitania de São Paulo e Minas do Ouro, Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho. "Vila Rica", Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro .  
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    Contrato de direitoque autorizava a busca de ouro em Minas Gerais. Museu Paulista
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    Vida cultural noCiclo do Ouro Centros urbanos Rica ornamentação, manifestada nas igrejas, na pintura e nas esculturas Barroco Arcadismo com influência do Iluminismo Música clássica
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    Mudanças de ares1808: a chegada da família real portuguesa, fugindo das invasões napoleônicas.
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    A 8 demarço de 1808, após desembarcarem no cais do Largo do Paço, Rio de Janeiro, D. João, D. Carlota Joaquina e a comitiva real dirigiram-se para a Sé, onde caminharam por toda a Irmandade do Rosário. Chegada do Princípio D. João à Igreja do Rosário, Armando Viana, Museu da Cidade, Rio de Janeiro
  • 46.
    Junto ao Paçodos Vice-reis, que foi entregue pelo Conde dos Arcos ao príncipe D. João, a Rua Direita ganhou uma enorme importância com o estabelecimento da corte no Rio de Janeiro. Lá estava a Igreja do Carmo, que, ligada ao Paço através de um passadiço, passou a ser a Capela Real. Rua Direita, Lauvergne, Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro.
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    A "agitação" urbanaapós a chegada da Família Real. Biblioteca Nacional.  
  • 48.
    Realizações de DomJoão D. João, orientado pelo economista Luz José da Silva Lisboa, instituiu na Carta Régia de 1808 a abertura dos portos a “todas as nações amigas”. A medida encerrava o antigo pacto colonial
  • 49.
    A vida cultural,em especial, ganhou impulso Em 13 de maio de 1808, criou-se a Imprensa Régia , saindo alguns meses depois a luz o primeiro periódico publicado no Brasil - a Gazeta do Rio de Janeiro. Entre 1808 e 1822 a Imprensa Régia publicou cerca de 1.085 títulos, sem contar as leis, cartas e alvarás avulsos .
  • 50.
    Foi ainda criadaa Biblioteca Real, origem da atual Biblioteca Nacional, com os livros trazidos de Portugal e que somavam cerca de 14 mil volumes, além de quase 6 mil manuscritos
  • 51.
    Alvará de criação do Banco Brasil . Criação do Banco do Brasil. Sua principal função não era promover o desenvolvimento econômico, mas captar recursos para pagar as despesas do Estado . Mesmo assim, ele permitiu a ampliação dos créditos para fazendeiros e comerciantes.
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    Jardim Botânico Sua inauguração foi em 13 de junho de 1808. Em 11 de outubro passou a ser chamado de Horto Real.
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    Bandeira do reinoUnido Portugal, Brasil e Algarves Em 1815, a administração joanina elevou o Brasil à condição de Reino Unido. Essa nova nomeação extinguiu politicamente a condição colonial do país. Elevação do Brasil a reino Unido de Portugal e Algarves
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    A MissãoArtística Francesa , com pintores, arquitetos, artífices ao deslocar-se para o Brasil no início do século XIX , revolucionou o panorama das Belas-Artes no país.
  • 56.
    A ida deD.João VI para Portugal e a resistência das cortes brasileiras à perda de status dificultaram a ação de D. Pedro como príncipe regente do Brasil. J.B. Debret, Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, E.106 P.9.