A República Velha (1889 – 1930) Estrutura Social e Sistema Político Capítulo 53
A estrutura social do Brasil refletia fielmente a realidade econômica
Sociedade: rural e patriarcal
Sociedade Urbana composta por alguns núcleos urbanos “ilhas”  As principais ilhas eram: Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro  concentrava 60% da população, que compunham a burguesia, a classe média e o operariado (que vai crescer durante a República velha)
O grupo mais importante na República Velha era dos grandes proprietários rurais
o poder dos fazendeiros se baseava nos seguintes elementos: A posse das terras e das riquezas por elas produzidas
o poder dos fazendeiros se baseava nos seguintes elementos: Patriarcalismo e Parentela
Atualmente Nepotismo não é permitido
Patriarcalismo  + Parentela ==  Coronelismo  (sistema de poder pelo qual se exercia a política municipal, dominada pelos chefes políticos locais) “coronéis”
 
O coronelismo hoje
Mecanismos políticos do domínio oligárquico A política dos Governadores  == criada por Campos Sales em 1898 Para por em prática o seu plano financeiro (precisava de paz política e apoio integral do Congresso Nacional)  Permuta de favores - os governos estaduais apoiavam o presidente da república e este apoiava o governo estadual.
A política dos Governadores
Para impedir a posse da oposição foi criada a  Comissão Verificadora de Poderes  (formada por deputados federais, que promoviam a “ degola”)
Oligarquias Estaduais Surgiam assim as poderosas oligarquias estaduais (que governavam mais de 20 anos um estado) Ramos  em Santa Catarina  Ponce e Murtinho  em Mato Grosso  Caiado  em Goiás  Rosa e Silva  em Pernambuco  Acciolly  no Ceará (35 anos no poder) Borges de Medeiros   Rio Grande do Sul (foi governador 05 vezes)
Em SP e MG, não eram famílias e sim o  PRP e PRM
A política do Café-com-leite São Paulo e Minas Gerais administrando o Brasil, e as demais oligarquias dos estados aceitavam esse controle. Não era um revezamento SP-MG, e sim manutenção dos interesses desses estados

Capítulo 53 estrutura social e política

  • 1.
    A República Velha(1889 – 1930) Estrutura Social e Sistema Político Capítulo 53
  • 2.
    A estrutura socialdo Brasil refletia fielmente a realidade econômica
  • 3.
  • 4.
    Sociedade Urbana compostapor alguns núcleos urbanos “ilhas” As principais ilhas eram: Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro concentrava 60% da população, que compunham a burguesia, a classe média e o operariado (que vai crescer durante a República velha)
  • 5.
    O grupo maisimportante na República Velha era dos grandes proprietários rurais
  • 6.
    o poder dosfazendeiros se baseava nos seguintes elementos: A posse das terras e das riquezas por elas produzidas
  • 7.
    o poder dosfazendeiros se baseava nos seguintes elementos: Patriarcalismo e Parentela
  • 8.
  • 9.
    Patriarcalismo +Parentela == Coronelismo (sistema de poder pelo qual se exercia a política municipal, dominada pelos chefes políticos locais) “coronéis”
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    Mecanismos políticos dodomínio oligárquico A política dos Governadores == criada por Campos Sales em 1898 Para por em prática o seu plano financeiro (precisava de paz política e apoio integral do Congresso Nacional) Permuta de favores - os governos estaduais apoiavam o presidente da república e este apoiava o governo estadual.
  • 13.
    A política dosGovernadores
  • 14.
    Para impedir aposse da oposição foi criada a Comissão Verificadora de Poderes (formada por deputados federais, que promoviam a “ degola”)
  • 15.
    Oligarquias Estaduais Surgiamassim as poderosas oligarquias estaduais (que governavam mais de 20 anos um estado) Ramos em Santa Catarina Ponce e Murtinho em Mato Grosso Caiado em Goiás Rosa e Silva em Pernambuco Acciolly no Ceará (35 anos no poder) Borges de Medeiros Rio Grande do Sul (foi governador 05 vezes)
  • 16.
    Em SP eMG, não eram famílias e sim o PRP e PRM
  • 17.
    A política doCafé-com-leite São Paulo e Minas Gerais administrando o Brasil, e as demais oligarquias dos estados aceitavam esse controle. Não era um revezamento SP-MG, e sim manutenção dos interesses desses estados