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AS BIBLIOTECAS
MOMENTOS HISTÓRICOS
Curso Téc. Em Biblioteca
EE Antonio Pinto Pereira
Profª MSc Rita Carmem Braga Lima
As primeiras bibliotecas
que se tem notícia são chamadas "minerais",
pois seus acervos eram constituídos
de tabletes de argila: depois vieram
as bibliotecas vegetais e animais,
constituídas de rolos de papiros
e pergaminhos. Essas são as bibliotecas
dos babilônios, assírios, egípcios, persas
e chineses. Com o advento do papel,
fabricado pelos árabes, começam-se
a formar as bibliotecas de papel e, mais
tarde, as de livro propriamente dito.
2
Os historiadores acreditam
que a biblioteca mais antiga
seja a do rei Assurbanipal
(século VII A.C.), acervo formado de placas
de argila escritas em caracteres cuneiformes.
Mas nenhuma foi tão famosa como
a BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA, noEgito.
Ela teria de 40 a 60 mil manuscritos
em rolos de papiro, chegando
a possuir 700 mil volumes. A sua fama
é atribuída, além à grande quantidade de
documentos, também aos três grandes
incêndios de que foi vítima.
3
Outras bibliotecas também
tiveram grande importância,
como as bibliotecas judaicas,
em Gaza; a de Nínive, da Mesopotâmia;
e a biblioteca de Pérgamo,
que foi incorporada à de Alexandria,
antes de sua destruição.
Os gregos também possuíam bibliotecas,
mas as mais importantes
eram particulares de filósofos
e teatrólogos.
4
No Brasil, a biblioteca oficial
foi a atual Biblioteca Nacional
e Pública, do Rio de Janeiro,
que se tornou do Estado em 1825.
Essa biblioteca era constituída dos livros
do rei de Portugal Dom José I
e foi trazida para o Brasil por Dom João VI,
em 1807. Junto à Biblioteca Nacional,
outra de grande importância no Brasil
é a Biblioteca Municipal de São Paulo.
5
A biblioteca mais famosa da Antiguidade
é a da cidade egípcia de Alexandria, célebre até os
dias de hoje por sua grandiosidade.
Foi fundada no ano de 280 a.C,
durante o reinado de Ptolomeu I Soter,
membro da dinastia Ptolomaica
(também chamada Lágida),
que teria sido persuadido a construir
a biblioteca graças à insistência
do filósofo Demétrio de Falera,
que incentivou Ptolomeu I a transformar
a cidade de Alexandria em um pólo cultural capaz
de fazer frente a Atenas, na Grécia, a grande
capital cultural e intelectual da época.
6
O fim da Biblioteca de Alexandria
com o grande ataque e incêndio de 642 d.C.,
ocorreu após quase novecentos anos de atuação,
promovido pelo Califa Omar I.
A destruição da Biblioteca de Alexandria
tem relação com os quatro grandes incêndios,
em que três intencionais e um foi acidental,
o primeiro incêndio, no caso o acidental,
ocorreu em 48 a.C., em que para defender-se
do exército egípcio, Julio César, incendiou
os barcos do porto da cidade, o que acarretou
na destruição de alguns prédios,
incluindo a biblioteca do Templo Mouseion
destruindo cerca de 40 mil rolos.
7
O segundo incêndio ocorreu em 272 d.C.,
no qual o Imperador Aureliano devastou a região
do Bruquíon na guerra contra a Rainha de Palmira.
No terceiro incêndio, ocorrido no ano de 392 d.C.,
o Imperador Teodósio I colaborou com Teófilo,
patriarca de Alexandria, na destruição da biblioteca,
principalmente da menor, localizada no Templo de Serápis
e de outros tantos edifícios pagãos.
O último grande incêndio aconteceu em 642 d. C.,
como já dito, foi obra do Califa Omar I que,
através de um cerco realizado pelo general árabe
Amr Ibn Al As, acabou por conquistar a cidade depois
de um cerco de quatorze meses, dando fim
ao que tinha sido a mais célebre e famosa biblioteca
da Antiguidade, pois, ela já não existia mais, o que havia
restado não lembrava nem de perto
a grandiosidade de outros tempos.
8
A segunda maior e mais importante biblioteca
da Antiguidade é a Biblioteca de Pérgamo.
Fundada por Átalo I e fortificada por seu filho Eumenes II,
Pérgamo tinha o desejo de ser um pólo cultural
do mundo antigo e principalmente da Ásia Menor
sendo que seu fim foi resultado do desejo
do general romano Marco Antônio em presentear sua amante,
a rainha Cleópatra, agregando o acervo dela à Biblioteca
de Alexandria, que tinha sofrido muitas perdas
devido ao incêndio acidental provocado
pelo general romano Julio César.
Assim, Marco Antonio saqueou a biblioteca
e seus duzentos mil volumes e a integrou
ao acervo de Alexandria, no ano de 41 a.C.,
que no fim acabou destruído também.
9
As bibliotecas das cidades
de Alexandria e Pérgamo
são as mais conhecidas da Antiguidade,
mas não as únicas, por isso,
a importância de apresentar
algumas outras importantes bibliotecas
desse período histórico, destaca-se
aqui o relato sobre as instituições
da Babilônia, Mesopotâmia, Síria,
Gaza, Grécia e Roma.
10
A Biblioteca de Nínive foi descoberta
em 1845 por Henry Layard pertencia
ao soberano Rei Assurbanipal II,
que se empenhou em transformá-la
em um marco de sua época, dotando seu acervo
de todos os recursos necessários
para ser digno de ser considerado
um marco cultural da Antiguidade.
Ela tinha um acervo constituído
por placas de argila, que eram cozidas
e possuíam uma escrita que remontam
ao século IX a.C., sendo considerada
a primeira biblioteca catalogada
e indexada da história.
Referente à Biblioteca de Nínive.
11
Tivemos ainda, com os trabalhos
arqueológicos, grandes descobertas sobre a
questão dos arquivos, principalmente
os econômicos, políticos e sociais,
que integravam
seu acervo visto que nesse período
inexistia uma separação clara entre
o arquivo e a biblioteca, inclusive isso
só ocorreria de maneira
efetiva na Roma Antiga.
12
A criação das primeiras bibliotecas
na Mesopotâmia ocorre posteriormente
ao período Uruk IV, correspondente
ao ano de 3300 a.C.; no caso o Uruk III,
temos registros de bibliotecas
em várias cidades como Abu Salabik,
Adab, Fará, Isin, Kis, Lagas, Nippur e Ur (BÁEZ, 2006).
Outras famosas bibliotecas da Antiguidade
são as de origem judaica, presentes
em todas as sinagogas desse período,
elas possuíam vários livros, incluindo os Sagrados
dentro dessa religião, uma grande biblioteca
desse tipo era a existente Gaza, atual Palestina.
13
Temos também a famosa Biblioteca de Ebla
(ou Elba), localizada na Síria,
tendo sua fundação datada do terceiro milênio
a.C., uma instituição que possuía
um acervo organizado de quase quinze mil
tábuas de argila dispostas em estantes.
Essa biblioteca foi localizada através
de pesquisas arqueológicas datadas
do ano de 1975, pelo trabalho do arqueólogo
italiano Paolo Matthiae, durante as escavações
do palácio G de Ebla (BÁEZ, 2006).
14
As bibliotecas da Grécia, não existiam
de maneira tão abundante como
em outras regiões da Antiguidade
A primeira biblioteca Grega
que se tem notícia foi fundada por Pisístrato,
em Atenas, tendo um caráter próximo
do que hoje é compreendido
como uma biblioteca pública.
Tinha a aspiração de reunir obras de autores
importantes daquele período e contrastava
com a maioria das bibliotecas gregas
desse período que eram particulares,
como exemplo, temos as de
Aristóteles e Eurípedes.
15
As bibliotecas de Roma foram criadas
com o objetivo de “aumentar o próprio
prestigio estabelecendo bibliotecas
que contrabalançassem a de Alexandria”
eram distintas das gregas,
constituindo dois grupos:
as particulares e as públicas,
as do primeiro tipo eram compostas
principalmente por acervos provenientes
de saques de guerra, além da aquisição
de materiais através do trabalho
de escravos cultos ou escribas gregos.
16
Não era incomum na casa
dos mais abastados a existência
de bibliotecas particulares, citamos
como exemplo as de Cícero,
Consentio e a da Vila dos Papiros;
e as públicas que tiveram sua concepção
a partir das idéias do imperador
Julio César, um homem que gostava
de escrever suas conquistas e que
desejava ter leitores para apreciá-las.
17
Com a sua morte, o orador Asínio Pólio
assume a realização desse projeto,
instalando no ano de 39 a.C.,
a primeira biblioteca pública
no Templo Romano da Liberdade,
seguida da construção de outras duas,
no Templo de Apolo e no Templo da Paz,
obras dos Imperadores Augusto e Vespasiano,
sendo que a mais famosa obra de Roma
foi a Ulpiana, formada por Trajano.
É importante lembrar que todas foram
destruídas quando o caos se instaurou
no Império Romano.
18
19
Nas bibliotecas da fase final da Antiguidade
e nas dos mosteiros do inicio da Idade Média,
em que os usuários liam em voz alta,
o som de cada leitor funcionava
como barreira fisiológica, ou seja,
atrapalhava leitores vizinhos.
Humberto de Romans,
no De instructionis officialium,
exigia que cada convento dominicano
tivesse uma sala de leitura comum
na qual o silêncio fosse absoluto.
Em Oxford, o regulamento de 1431 reconhecia a
biblioteca como local de silêncio.
O trabalho executado pelos monges
no trabalho com o livro era visto
como algo sagrado e investia a atividade
leitora de um exercício religioso profundo;
para tal, havia uma ferrenha defesa do silêncio,
posto que entrar em uma biblioteca
equivaleria a adentrar em um ambiente sagrado,
que exigia o respeitoso
ato de ficar calado.
20
BIBLIOTECAS MODERNAS:
O ADVENTO DAS BIBLIOTECAS PÚBLICAS
O século XVI é apontado como o início
da existência das bibliotecas modernas,
elas apresentam quatro características
fundamentais que se integram:
laicização, democratização,
especialização e a socialização.
A biblioteca passa cada dia mais
a responder novas necessidades e questões,
tendo uma concepção voltada
para uma constante democratização
21
Organismo antes reservado a uns poucos,
que deviam procurá-la e solicitar-lhe os favores,
a biblioteca moderna não apenas
abriu largamente as portas, mas ainda
sai à procura de leitores; não apenas
quer servir ao individuo isolado,
proporcionando-lhe a leitura, o instrumento,
a informação de que necessita, mas ainda
deseja satisfazer às necessidades do grupo,
assumindo voluntariamente o papel
de um órgão sobrecarregado,
dinâmico e multiforme da coletividade
22
Nesse processo de fragmentação,
temos as bibliotecas públicas, instituições
que apresentam uma complexa
delimitação conceitual e institucional,
mas pode-se compreendê-la como
uma instituição que possui um caráter social,
sendo financiada e seguindo regulamentações
estatais, facilitando o acesso
da população a informação
em seus mais variados suportes,
permitindo a construção de uma sociedade
mais justa e melhor para quem a utiliza.
23
Tem-se assim três pontos importantes:
a questão do livre acesso, fornecimento
de serviços gratuitos e uma variedade
de suportes informacionais integrando o acervo.
A UNESCO e seu famoso Manifesto
das Bibliotecas Públicas, que é apresentada
com as seguintes funções:
-assegurar o acesso à informação
nos mais variados suportes informacionais
e a todos os sujeitos que a solicitem;
24
- subsidiar ações e informações que permitam uma
melhor (e real) participação dos sujeitos leitores nas suas
ações; permitir uma ampliação dos acessos a suportes de
leitura variados e as novas tecnologias;
-contribuir para a formação continuada dos sujeitos-
leitores; contribuir para o fortalecimento da economia das
comunidades que atende, principalmente da indústria
editorial;
25
- e servir como um centro difusor de informações para a
comunidade.
A biblioteca pública ganhou força no século XIX,
principalmente pelos ideais democráticos, tendo grande
destaque em países da Europa e nos Estados Unidos. De
acordo com Arruda a biblioteca pública é datada como
tendo sua origem em 1850 na Inglaterra, motivada por
questões como a Revolução Francesa, Industrial e
Liberal, essas três revoluções tem papéis importantes na
criação das bibliotecas públicas, cabe ressaltar o auxilio
de magnatas na manutenção e subsidiamento dessas
instituições em seu inicio,
26
sendo grandes mantenedores das mesmas,
que também tinha sua concessão
através de lutas sociais na busca
de melhorias da qualidade educacional
dos bairros pobres de países
que vinham se consolidando
como expoentes econômicos
dos tempos modernos, apenas após
muitas pressões dos trabalhadores
é que no inicio do século XX alguns
governos de alguns países como
os Estados Unidos iniciam o repasse
de verbas que subsidiam
a existência dessas instituições.
27
A biblioteca pública tem um caráter
social e com base em uma regulação
estatal, que permita o acesso aos mais
diferentes suportes de informação,
buscando sempre satisfazer as necessidades
do público que pretende atender,
adquirindo e separando materiais
que tenham esse perfil, atuando
sempre em um caminho de ajuda ao
que os sujeitos-leitores necessitam,
auxiliando na melhoria de vida dos mesmos.
28
Observa-se que nos países
desenvolvidos
temos uma biblioteca que
possui identificações
e laços fortes com a comunidade.
29
Nos países subdesenvolvidos
as relações são diferentes, a começar
pela pouca proximidade das comunidades
com essas instituições, não existe
uma identificação com aquele espaço.
30
A ausência de bibliotecas escolares
impede a formação de sujeitos-leitores,
quando saem da escola ao invés
de continuarem a buscar a leitura
e efetivarem-se como leitores
31
Existe um número elevado de analfabetos
no nosso país, cerca de 35 milhões de
pessoas,
a maioria dos não leitores é proveniente
das classes mais pobres. Essa situação
complica-se com a ausência de espaços
efetivos de leitura, torna-se impraticável com
a estrutura vigente,
em que inexistem bibliotecas escolares
nas escolas e, quando existem, repetem
práticas domesticadoras.
32

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Bibliotecas pelo Mundo - Histórico

  • 1. AS BIBLIOTECAS MOMENTOS HISTÓRICOS Curso Téc. Em Biblioteca EE Antonio Pinto Pereira Profª MSc Rita Carmem Braga Lima
  • 2. As primeiras bibliotecas que se tem notícia são chamadas "minerais", pois seus acervos eram constituídos de tabletes de argila: depois vieram as bibliotecas vegetais e animais, constituídas de rolos de papiros e pergaminhos. Essas são as bibliotecas dos babilônios, assírios, egípcios, persas e chineses. Com o advento do papel, fabricado pelos árabes, começam-se a formar as bibliotecas de papel e, mais tarde, as de livro propriamente dito. 2
  • 3. Os historiadores acreditam que a biblioteca mais antiga seja a do rei Assurbanipal (século VII A.C.), acervo formado de placas de argila escritas em caracteres cuneiformes. Mas nenhuma foi tão famosa como a BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA, noEgito. Ela teria de 40 a 60 mil manuscritos em rolos de papiro, chegando a possuir 700 mil volumes. A sua fama é atribuída, além à grande quantidade de documentos, também aos três grandes incêndios de que foi vítima. 3
  • 4. Outras bibliotecas também tiveram grande importância, como as bibliotecas judaicas, em Gaza; a de Nínive, da Mesopotâmia; e a biblioteca de Pérgamo, que foi incorporada à de Alexandria, antes de sua destruição. Os gregos também possuíam bibliotecas, mas as mais importantes eram particulares de filósofos e teatrólogos. 4
  • 5. No Brasil, a biblioteca oficial foi a atual Biblioteca Nacional e Pública, do Rio de Janeiro, que se tornou do Estado em 1825. Essa biblioteca era constituída dos livros do rei de Portugal Dom José I e foi trazida para o Brasil por Dom João VI, em 1807. Junto à Biblioteca Nacional, outra de grande importância no Brasil é a Biblioteca Municipal de São Paulo. 5
  • 6. A biblioteca mais famosa da Antiguidade é a da cidade egípcia de Alexandria, célebre até os dias de hoje por sua grandiosidade. Foi fundada no ano de 280 a.C, durante o reinado de Ptolomeu I Soter, membro da dinastia Ptolomaica (também chamada Lágida), que teria sido persuadido a construir a biblioteca graças à insistência do filósofo Demétrio de Falera, que incentivou Ptolomeu I a transformar a cidade de Alexandria em um pólo cultural capaz de fazer frente a Atenas, na Grécia, a grande capital cultural e intelectual da época. 6
  • 7. O fim da Biblioteca de Alexandria com o grande ataque e incêndio de 642 d.C., ocorreu após quase novecentos anos de atuação, promovido pelo Califa Omar I. A destruição da Biblioteca de Alexandria tem relação com os quatro grandes incêndios, em que três intencionais e um foi acidental, o primeiro incêndio, no caso o acidental, ocorreu em 48 a.C., em que para defender-se do exército egípcio, Julio César, incendiou os barcos do porto da cidade, o que acarretou na destruição de alguns prédios, incluindo a biblioteca do Templo Mouseion destruindo cerca de 40 mil rolos. 7
  • 8. O segundo incêndio ocorreu em 272 d.C., no qual o Imperador Aureliano devastou a região do Bruquíon na guerra contra a Rainha de Palmira. No terceiro incêndio, ocorrido no ano de 392 d.C., o Imperador Teodósio I colaborou com Teófilo, patriarca de Alexandria, na destruição da biblioteca, principalmente da menor, localizada no Templo de Serápis e de outros tantos edifícios pagãos. O último grande incêndio aconteceu em 642 d. C., como já dito, foi obra do Califa Omar I que, através de um cerco realizado pelo general árabe Amr Ibn Al As, acabou por conquistar a cidade depois de um cerco de quatorze meses, dando fim ao que tinha sido a mais célebre e famosa biblioteca da Antiguidade, pois, ela já não existia mais, o que havia restado não lembrava nem de perto a grandiosidade de outros tempos. 8
  • 9. A segunda maior e mais importante biblioteca da Antiguidade é a Biblioteca de Pérgamo. Fundada por Átalo I e fortificada por seu filho Eumenes II, Pérgamo tinha o desejo de ser um pólo cultural do mundo antigo e principalmente da Ásia Menor sendo que seu fim foi resultado do desejo do general romano Marco Antônio em presentear sua amante, a rainha Cleópatra, agregando o acervo dela à Biblioteca de Alexandria, que tinha sofrido muitas perdas devido ao incêndio acidental provocado pelo general romano Julio César. Assim, Marco Antonio saqueou a biblioteca e seus duzentos mil volumes e a integrou ao acervo de Alexandria, no ano de 41 a.C., que no fim acabou destruído também. 9
  • 10. As bibliotecas das cidades de Alexandria e Pérgamo são as mais conhecidas da Antiguidade, mas não as únicas, por isso, a importância de apresentar algumas outras importantes bibliotecas desse período histórico, destaca-se aqui o relato sobre as instituições da Babilônia, Mesopotâmia, Síria, Gaza, Grécia e Roma. 10
  • 11. A Biblioteca de Nínive foi descoberta em 1845 por Henry Layard pertencia ao soberano Rei Assurbanipal II, que se empenhou em transformá-la em um marco de sua época, dotando seu acervo de todos os recursos necessários para ser digno de ser considerado um marco cultural da Antiguidade. Ela tinha um acervo constituído por placas de argila, que eram cozidas e possuíam uma escrita que remontam ao século IX a.C., sendo considerada a primeira biblioteca catalogada e indexada da história. Referente à Biblioteca de Nínive. 11
  • 12. Tivemos ainda, com os trabalhos arqueológicos, grandes descobertas sobre a questão dos arquivos, principalmente os econômicos, políticos e sociais, que integravam seu acervo visto que nesse período inexistia uma separação clara entre o arquivo e a biblioteca, inclusive isso só ocorreria de maneira efetiva na Roma Antiga. 12
  • 13. A criação das primeiras bibliotecas na Mesopotâmia ocorre posteriormente ao período Uruk IV, correspondente ao ano de 3300 a.C.; no caso o Uruk III, temos registros de bibliotecas em várias cidades como Abu Salabik, Adab, Fará, Isin, Kis, Lagas, Nippur e Ur (BÁEZ, 2006). Outras famosas bibliotecas da Antiguidade são as de origem judaica, presentes em todas as sinagogas desse período, elas possuíam vários livros, incluindo os Sagrados dentro dessa religião, uma grande biblioteca desse tipo era a existente Gaza, atual Palestina. 13
  • 14. Temos também a famosa Biblioteca de Ebla (ou Elba), localizada na Síria, tendo sua fundação datada do terceiro milênio a.C., uma instituição que possuía um acervo organizado de quase quinze mil tábuas de argila dispostas em estantes. Essa biblioteca foi localizada através de pesquisas arqueológicas datadas do ano de 1975, pelo trabalho do arqueólogo italiano Paolo Matthiae, durante as escavações do palácio G de Ebla (BÁEZ, 2006). 14
  • 15. As bibliotecas da Grécia, não existiam de maneira tão abundante como em outras regiões da Antiguidade A primeira biblioteca Grega que se tem notícia foi fundada por Pisístrato, em Atenas, tendo um caráter próximo do que hoje é compreendido como uma biblioteca pública. Tinha a aspiração de reunir obras de autores importantes daquele período e contrastava com a maioria das bibliotecas gregas desse período que eram particulares, como exemplo, temos as de Aristóteles e Eurípedes. 15
  • 16. As bibliotecas de Roma foram criadas com o objetivo de “aumentar o próprio prestigio estabelecendo bibliotecas que contrabalançassem a de Alexandria” eram distintas das gregas, constituindo dois grupos: as particulares e as públicas, as do primeiro tipo eram compostas principalmente por acervos provenientes de saques de guerra, além da aquisição de materiais através do trabalho de escravos cultos ou escribas gregos. 16
  • 17. Não era incomum na casa dos mais abastados a existência de bibliotecas particulares, citamos como exemplo as de Cícero, Consentio e a da Vila dos Papiros; e as públicas que tiveram sua concepção a partir das idéias do imperador Julio César, um homem que gostava de escrever suas conquistas e que desejava ter leitores para apreciá-las. 17
  • 18. Com a sua morte, o orador Asínio Pólio assume a realização desse projeto, instalando no ano de 39 a.C., a primeira biblioteca pública no Templo Romano da Liberdade, seguida da construção de outras duas, no Templo de Apolo e no Templo da Paz, obras dos Imperadores Augusto e Vespasiano, sendo que a mais famosa obra de Roma foi a Ulpiana, formada por Trajano. É importante lembrar que todas foram destruídas quando o caos se instaurou no Império Romano. 18
  • 19. 19 Nas bibliotecas da fase final da Antiguidade e nas dos mosteiros do inicio da Idade Média, em que os usuários liam em voz alta, o som de cada leitor funcionava como barreira fisiológica, ou seja, atrapalhava leitores vizinhos. Humberto de Romans, no De instructionis officialium, exigia que cada convento dominicano tivesse uma sala de leitura comum na qual o silêncio fosse absoluto. Em Oxford, o regulamento de 1431 reconhecia a biblioteca como local de silêncio.
  • 20. O trabalho executado pelos monges no trabalho com o livro era visto como algo sagrado e investia a atividade leitora de um exercício religioso profundo; para tal, havia uma ferrenha defesa do silêncio, posto que entrar em uma biblioteca equivaleria a adentrar em um ambiente sagrado, que exigia o respeitoso ato de ficar calado. 20
  • 21. BIBLIOTECAS MODERNAS: O ADVENTO DAS BIBLIOTECAS PÚBLICAS O século XVI é apontado como o início da existência das bibliotecas modernas, elas apresentam quatro características fundamentais que se integram: laicização, democratização, especialização e a socialização. A biblioteca passa cada dia mais a responder novas necessidades e questões, tendo uma concepção voltada para uma constante democratização 21
  • 22. Organismo antes reservado a uns poucos, que deviam procurá-la e solicitar-lhe os favores, a biblioteca moderna não apenas abriu largamente as portas, mas ainda sai à procura de leitores; não apenas quer servir ao individuo isolado, proporcionando-lhe a leitura, o instrumento, a informação de que necessita, mas ainda deseja satisfazer às necessidades do grupo, assumindo voluntariamente o papel de um órgão sobrecarregado, dinâmico e multiforme da coletividade 22
  • 23. Nesse processo de fragmentação, temos as bibliotecas públicas, instituições que apresentam uma complexa delimitação conceitual e institucional, mas pode-se compreendê-la como uma instituição que possui um caráter social, sendo financiada e seguindo regulamentações estatais, facilitando o acesso da população a informação em seus mais variados suportes, permitindo a construção de uma sociedade mais justa e melhor para quem a utiliza. 23
  • 24. Tem-se assim três pontos importantes: a questão do livre acesso, fornecimento de serviços gratuitos e uma variedade de suportes informacionais integrando o acervo. A UNESCO e seu famoso Manifesto das Bibliotecas Públicas, que é apresentada com as seguintes funções: -assegurar o acesso à informação nos mais variados suportes informacionais e a todos os sujeitos que a solicitem; 24
  • 25. - subsidiar ações e informações que permitam uma melhor (e real) participação dos sujeitos leitores nas suas ações; permitir uma ampliação dos acessos a suportes de leitura variados e as novas tecnologias; -contribuir para a formação continuada dos sujeitos- leitores; contribuir para o fortalecimento da economia das comunidades que atende, principalmente da indústria editorial; 25
  • 26. - e servir como um centro difusor de informações para a comunidade. A biblioteca pública ganhou força no século XIX, principalmente pelos ideais democráticos, tendo grande destaque em países da Europa e nos Estados Unidos. De acordo com Arruda a biblioteca pública é datada como tendo sua origem em 1850 na Inglaterra, motivada por questões como a Revolução Francesa, Industrial e Liberal, essas três revoluções tem papéis importantes na criação das bibliotecas públicas, cabe ressaltar o auxilio de magnatas na manutenção e subsidiamento dessas instituições em seu inicio, 26
  • 27. sendo grandes mantenedores das mesmas, que também tinha sua concessão através de lutas sociais na busca de melhorias da qualidade educacional dos bairros pobres de países que vinham se consolidando como expoentes econômicos dos tempos modernos, apenas após muitas pressões dos trabalhadores é que no inicio do século XX alguns governos de alguns países como os Estados Unidos iniciam o repasse de verbas que subsidiam a existência dessas instituições. 27
  • 28. A biblioteca pública tem um caráter social e com base em uma regulação estatal, que permita o acesso aos mais diferentes suportes de informação, buscando sempre satisfazer as necessidades do público que pretende atender, adquirindo e separando materiais que tenham esse perfil, atuando sempre em um caminho de ajuda ao que os sujeitos-leitores necessitam, auxiliando na melhoria de vida dos mesmos. 28
  • 29. Observa-se que nos países desenvolvidos temos uma biblioteca que possui identificações e laços fortes com a comunidade. 29
  • 30. Nos países subdesenvolvidos as relações são diferentes, a começar pela pouca proximidade das comunidades com essas instituições, não existe uma identificação com aquele espaço. 30
  • 31. A ausência de bibliotecas escolares impede a formação de sujeitos-leitores, quando saem da escola ao invés de continuarem a buscar a leitura e efetivarem-se como leitores 31
  • 32. Existe um número elevado de analfabetos no nosso país, cerca de 35 milhões de pessoas, a maioria dos não leitores é proveniente das classes mais pobres. Essa situação complica-se com a ausência de espaços efetivos de leitura, torna-se impraticável com a estrutura vigente, em que inexistem bibliotecas escolares nas escolas e, quando existem, repetem práticas domesticadoras. 32