AVE Isquêmico Alunos : Alan Melino (M8) Bernardo Mello (M8)
Fisiopatologia : Uma oclusão aguda de um vaso que reduz o fluxo sanguíneo para a região cerebral que supre.
Etiologia e Frequência
Depende da localização e tamanho da oclusão Carotida comum: Assintomática; Carotida interna: Cegueira ipsilateral, hemiparesia e hemianestesia contralaterais, hemianopsia, afasia ou negação, heminegligência; Cerebral anterior: Hemiparesia Déficit sensitivo Alteração da capacidade de resposta ( Abulia ) Apraxia Quadro Clínico
Cerebral média: Tronco principal Hemiplegia Hemianestesia Henianopsia Afasia ou negação  Heminegligência Divisão superior Hemiparesia Déficit sensitivo Afasia de Broca ou  negação Heminegligência Divisão inferior Afasia de Wernicke Sem hemiparesia
Cerebral posterior: Cortical unilateral Hemianopsia isolada Alexia  Anomia das cores Cortical Bilateral Cegueira cortical Talâmico Anestesias dolorosas N. Subtalamico Hemibalismo Lb temp. Inferior bilat. Amnésia Mesencéfalo Paralisia oculomotora  Outras anormalidades
Cefaléia; Vômitos; Sinais motores e sensitivos em um período de minutos ou horas; Nível de consciência alterado. Emergência
Anamnese Exame físico Exames de imagem Diagnóstico
 
 
Terapia Trombolítica no AVC Agudo Uso do Fator Ativador do Plasminogênio Tecidual Recombinante (rTPA) (I.V.) na lesão  até 3 horas do início dos sintomas. tPA (I.V.) 0.9 – 90mg/kg com ataque de 10% e o restante infundido em 60 min; Excluir AVC hemorrágico ou edema >1/3 ACM*; Manter P.A. <180/110mmHg; Acompanhamento por Tomografia. * Pior prognóstico e maior risco de hemorragia pós-tto.
Terapia Trombolítica no AVC Agudo Uso do Fator Ativador do Plasminogênio Tecidual Recombinante (rtPA) (I.V.) na lesão  entre 3 e 6 horas do início dos sintomas. Não houve benefício para indicação dessa terapia.
Terapia Trombolítica no AVC Agudo Uso da Estreptoquinase (I.V.) na lesão  entre 0 e 6 horas do início dos sintomas. Não é recomendado seu uso => hemorragia.
Terapia Trombolítica no AVC Agudo Trombólise Intra-Arterial com tPA (geralmente 6h após). Catéter infunde a droga diretamente no trombo; Vantagem diagnóstica e terapêutica (dose menor); Desvantagem pela complexidade de recursos e pelo fator humano; Indicado quando há: (1) oclusão da ACM, (2) trombose aguda da artéria basilar; Contra-indicado quando há sinais de infarto (apagamento dos sulcos cerebrais, hipodensidade ou edema).
Sem Indicação de Terapia Trombolítica Tratamento com anticoagulantes Heparina; Heparina de Baixo Peso Molecular; Heparinóides (derivados da heparina); Redução da progressão da lesão e do tromboembolismo recorrente; Prevenção da TVP e do TEP; Recomenda-se : não usar altas doses, pois com a dose menor consegue-se alcançar o efeito anticoagulante sem risco de hemorragias.
Sem Indicação de Terapia Trombolítica Tratamento com antiplaquetários Ácido Acetilsalicílico (AAS); Uso nas primeiras 48hs; Dose de 160 – 325 mg/dl; Associado com heparina subcutânea => prevenção TVP.
Prevenção de TVP e TEP Tratamento com anticoagulantes (baixa dose - SC) Heparina; Heparina de Baixo Peso Molecular; Heparinóides (derivados da heparina); Risco reduzido de TVP e TEP em  60%;
Prevenção de TVP e TEP Heparina de baixo peso (!) X Heparina não-fracionada; Restrita para 24hs após trombolíticos; Se contra-indicada: meias elásticas ou compressão pneumática intermitente; Pacientes com Hematoma Intracraniano => em pacientes estáveis e começar após 2 dias do sangramento.
Em paciente com AIT não cárdioembólico ou AVC Aspirina na dose de 50 – 325 mg / clopidogrel 75 mg /  aspirina 25 mg + dipiridamol 200 mg (!) ; Risco de sangramento? => aspirina baixa dose 50 - 100 mg; Pacientes com história de desordens pró-trombóticas (ex: trombofilia) => anticoagulantes orais. Prevenção do AVC
Em paciente com AVC cardioembólico Fibrilação atrial => anticoagulantes orais prolongados (objetivo =  INR 2.0 – 3.0); Forame Oval Patente ou Insuficiência/Espessamento Valvar => antiplaquetários. Prevenção do AVC
FIM

Ave isquêmico

  • 1.
    AVE Isquêmico Alunos: Alan Melino (M8) Bernardo Mello (M8)
  • 2.
    Fisiopatologia : Umaoclusão aguda de um vaso que reduz o fluxo sanguíneo para a região cerebral que supre.
  • 3.
  • 4.
    Depende da localizaçãoe tamanho da oclusão Carotida comum: Assintomática; Carotida interna: Cegueira ipsilateral, hemiparesia e hemianestesia contralaterais, hemianopsia, afasia ou negação, heminegligência; Cerebral anterior: Hemiparesia Déficit sensitivo Alteração da capacidade de resposta ( Abulia ) Apraxia Quadro Clínico
  • 5.
    Cerebral média: Troncoprincipal Hemiplegia Hemianestesia Henianopsia Afasia ou negação Heminegligência Divisão superior Hemiparesia Déficit sensitivo Afasia de Broca ou negação Heminegligência Divisão inferior Afasia de Wernicke Sem hemiparesia
  • 6.
    Cerebral posterior: Corticalunilateral Hemianopsia isolada Alexia Anomia das cores Cortical Bilateral Cegueira cortical Talâmico Anestesias dolorosas N. Subtalamico Hemibalismo Lb temp. Inferior bilat. Amnésia Mesencéfalo Paralisia oculomotora Outras anormalidades
  • 7.
    Cefaléia; Vômitos; Sinaismotores e sensitivos em um período de minutos ou horas; Nível de consciência alterado. Emergência
  • 8.
    Anamnese Exame físicoExames de imagem Diagnóstico
  • 9.
  • 10.
  • 11.
    Terapia Trombolítica noAVC Agudo Uso do Fator Ativador do Plasminogênio Tecidual Recombinante (rTPA) (I.V.) na lesão até 3 horas do início dos sintomas. tPA (I.V.) 0.9 – 90mg/kg com ataque de 10% e o restante infundido em 60 min; Excluir AVC hemorrágico ou edema >1/3 ACM*; Manter P.A. <180/110mmHg; Acompanhamento por Tomografia. * Pior prognóstico e maior risco de hemorragia pós-tto.
  • 12.
    Terapia Trombolítica noAVC Agudo Uso do Fator Ativador do Plasminogênio Tecidual Recombinante (rtPA) (I.V.) na lesão entre 3 e 6 horas do início dos sintomas. Não houve benefício para indicação dessa terapia.
  • 13.
    Terapia Trombolítica noAVC Agudo Uso da Estreptoquinase (I.V.) na lesão entre 0 e 6 horas do início dos sintomas. Não é recomendado seu uso => hemorragia.
  • 14.
    Terapia Trombolítica noAVC Agudo Trombólise Intra-Arterial com tPA (geralmente 6h após). Catéter infunde a droga diretamente no trombo; Vantagem diagnóstica e terapêutica (dose menor); Desvantagem pela complexidade de recursos e pelo fator humano; Indicado quando há: (1) oclusão da ACM, (2) trombose aguda da artéria basilar; Contra-indicado quando há sinais de infarto (apagamento dos sulcos cerebrais, hipodensidade ou edema).
  • 15.
    Sem Indicação deTerapia Trombolítica Tratamento com anticoagulantes Heparina; Heparina de Baixo Peso Molecular; Heparinóides (derivados da heparina); Redução da progressão da lesão e do tromboembolismo recorrente; Prevenção da TVP e do TEP; Recomenda-se : não usar altas doses, pois com a dose menor consegue-se alcançar o efeito anticoagulante sem risco de hemorragias.
  • 16.
    Sem Indicação deTerapia Trombolítica Tratamento com antiplaquetários Ácido Acetilsalicílico (AAS); Uso nas primeiras 48hs; Dose de 160 – 325 mg/dl; Associado com heparina subcutânea => prevenção TVP.
  • 17.
    Prevenção de TVPe TEP Tratamento com anticoagulantes (baixa dose - SC) Heparina; Heparina de Baixo Peso Molecular; Heparinóides (derivados da heparina); Risco reduzido de TVP e TEP em 60%;
  • 18.
    Prevenção de TVPe TEP Heparina de baixo peso (!) X Heparina não-fracionada; Restrita para 24hs após trombolíticos; Se contra-indicada: meias elásticas ou compressão pneumática intermitente; Pacientes com Hematoma Intracraniano => em pacientes estáveis e começar após 2 dias do sangramento.
  • 19.
    Em paciente comAIT não cárdioembólico ou AVC Aspirina na dose de 50 – 325 mg / clopidogrel 75 mg / aspirina 25 mg + dipiridamol 200 mg (!) ; Risco de sangramento? => aspirina baixa dose 50 - 100 mg; Pacientes com história de desordens pró-trombóticas (ex: trombofilia) => anticoagulantes orais. Prevenção do AVC
  • 20.
    Em paciente comAVC cardioembólico Fibrilação atrial => anticoagulantes orais prolongados (objetivo = INR 2.0 – 3.0); Forame Oval Patente ou Insuficiência/Espessamento Valvar => antiplaquetários. Prevenção do AVC
  • 21.