SEMANA DE CAPACITAÇÃO  2010 ENSINO  FUNDAMENTAL II  E MÉDIO COORDENADORA:  PAULA  CARNEIRO
OBJETIVOS: AÇÕES EM CONJUNTO ANÁLISE DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM
PROVA: RECURSO DE VERIFICAÇÃO Não existem pessoas iguais, por isso supõe-se que o educador seja capaz de apreciar tais diferenças. Ele deve ter posse de conhecimentos, técnicas de medidas que lhe permitam colher informações seguras sobre a capacidade do aluno  e a respeito do seu progresso na aprendizagem.
POSSIBILIDADE DE ERROS Numa prova escolar, as notas devem traduzir as diferenças de domínio do assunto. Podem existir erros: Número reduzido de questões (permite a interferência da sorte de saber ou não o que se pergunta); Importância do que é perguntado (temas secundários); Má amostragem do campo ( três questões sobre um só ponto e nenhuma sobre outros); Tempo insuficiente para responder o que sabia; Circunstâncias especiais ( doença/ preocupações graves).
FONTE MAIS SÉRIA DE ERRO Própria prova mal elaborada; Critério de avaliação ( diferentes professores, diferentes avaliações). FUNÇÕES DA PROVA Verificação do rendimento escolar ( avaliação da eficiência e eficácia tanto da aprendizagem quanto do ensino); Diagnóstico ( identificar deficiências).
AVALIAR Avaliar: Atribuir determinados valores a algo para certo fim. **Todos não avaliam igualmente o mesmo objeto, pessoa ou fato.
AVALIAÇÃO: PROCESSO CONTÍNUO E SISTEMÁTICO, QUE EXIGE UMA SÉRIE DE PASSOS. Conhecer a pessoa (objeto  ou fato), o que se procura fazer por  medidas  capazes de lhes traçar um perfil (diagnóstico); Estabelecer fins a buscar; Fixar critérios de valor (que permitam: ordenar os fins por prioridade).
= EFICIÊNCIA + EFICÁCIA Concluída a avaliação precisamos ser também: FLEXÍVEIS Para : Continuar no mesmo caminho; Alterar algum meio, ou até algum objetivo; Abandonar a ação em causa, por parecer ineficaz e ineficiente.
ALGUNS TIPOS DE PROVAS Escritas: Verbais ( escritas ou orais)  alunos : TDH dislexos discalculos Não verbais: gráficas/ desenhos/ prática. Escritas *Resposta aberta ou discursiva o examinando apresentará possíveis diversas respostas certas; o julgamento depende de critérios pessoais dos examinados.
OBJETIVAS *O examinador determina exatamente o que o aluno deve apresentar de conteúdo, havendo uma só resposta certa; o julgamento independe da competência e da coerência da critérios do examinador. DISCURSIVAS *Compreendem as de dissertação (sobre poucos pontos)  o que deixa o fator sorte inserir no resultado. CONSULTA A LIVROS *Exige um roteiro minucioso para a resposta a fim de evitar generalidade ou muitas citações.
AVISO PRÉVIO *Aviso dos grandes problemas que cairão, leva o aluno a preparar-se especialmente para eles, muitas das vezes de respostas memorizadas. PLANEJAMENTO DA PROVA O que a prova pretende medir? Qual o seu propósito? Sondagem; exame final; prova curta de término de unidade, etc...
Esclarecido o propósito prepara-se o  esquema básico. ESQUEMA BÁSICO Nele o professor relaciona tudo que pretende avaliar: conhecimento de fatos, nomenclaturas; domínio de técnicas e processos.
Deve-se preparar um roteiro que facilite a organização de uma prova  adequada ao grupo , em conteúdo e dificuldade relativa. Este esquema é de certa forma a condensação da filosofia de educação do professor, pois ao fazê-lo cabe-lhe resolver o que é mais importante, qual a escala de valores a ser adotada na verificação do rendimento. AONDE PROCURAR ESSE APOIO ??????
Plano do curso; PCNs; Plano de aula. ELABORAÇÃO DA PROVA Planejar a prova com antecedência!
À medida que for cobrindo o programa nas aula vá anotando num caderno especial: Questões que lhe forem ocorrendo; Registre perguntas surgidas da turma; Dúvidas dos alunos; Interpretações errôneas; Erros mais comuns nos exercícios diários. Ações do professor:
PORTANTO: Faça as questões cobrirem toda a matéria e sonde mais pormenorizadamente aquilo que recebeu mais atenção na sala de aula. ASSIM TEREMOS: Questões visando objetivos importantes Resultados de aprendizagem!
NÍVEL DE DIFICULDADE: Decidir se a prova terá: Muitas questões difíceis (seleção para bolsas de estudo); Muito fáceis (todos acertam); Muito difíceis ( ninguém acerta). Escolha do tipo de questão: *Considerar o grupo em exame; mudar de vez em quando p/ evitar que o aluno se habitue a estudar apenas de determinada maneira.
PRINCÍPIOS GERAIS DA ELABORAÇÃO DAS QUESTÕES. Quanto ao conteúdo: Abordar apenas assuntos de importância, evite incluir: questões de pura memorização; com pormenores sem maior valor. **Abster-se de fazer perguntas sobre questões controvertidas e quando isso ocorrer, solicite a opinião de determinada escola, autor, assim: “segundo Cândido...”
*Levar em conta a reação dos alunos quanto a alguns tipos de questões: Evite uma pergunta tola ou capciosa que possa provocar irritação na turma; Perguntas ciladas que concorram para o desinteresse e insatisfação do aluno; Palavras escritas incorretamente, que perturbem o sossego da turma. PREVER APENAS UMA RESPOSTA CERTA PARA CADA QUESTAÕ. COLOCAR A DIFICULDADE NO CONTEÚDO E NÃO NA FORMA DE ELABORAÇÃO DA QUESTÃO.
Fazer a crítica da prova em sala: Ao entregá-las corrigidas, comente-as. Nessa oportunidade os alunos manifestam-se podendo-se detectar as interpretações distorcidas da matéria. Prova: Deve conter as  Instruções: O professor deverá deixar claro ao aluno o que deve ou não fazer na prova. Em caso de ausência do professor as instruções são de grande ajuda ao aplicador da prova.
Precisão; Objetividade; Adequação ao grupo; Facilidade de aplicação; Simplicidade de julgamento; Sensibilidade para distinguir alunos bons de médios e estes de fracos. Verificar até que ponto foram atendidas as qualidades de uma boa prova escolar quanto à:  Montagem final da prova :
OUTROS CUIDADOS: Apurar se a prova não contém erros de conteúdo ou linguagem (ortografia/concordância) Certificar-se de que as questões estão distribuídas de acordo com o esquema básico inicial, ou seja: **CORRESPONDAM A UMA AMOSTRAGEM ADEQUADA DO QUE SE QUER EXAMINAR. **ELIMINAR QUESTÕES QUE SONDAM REPETITIVAMENTE O MESMO PONTO. **Questões que sejam difíceis ou fáceis demais para o que se pretende.
Fontes bibliográficas: Provas Objetivas, Discursivas, Orais e Práticas: Técnicas de Construção. Ethel Bauzer Medeiros.

Avaliação

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    SEMANA DE CAPACITAÇÃO 2010 ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO COORDENADORA: PAULA CARNEIRO
  • 2.
    OBJETIVOS: AÇÕES EMCONJUNTO ANÁLISE DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM
  • 3.
    PROVA: RECURSO DEVERIFICAÇÃO Não existem pessoas iguais, por isso supõe-se que o educador seja capaz de apreciar tais diferenças. Ele deve ter posse de conhecimentos, técnicas de medidas que lhe permitam colher informações seguras sobre a capacidade do aluno e a respeito do seu progresso na aprendizagem.
  • 4.
    POSSIBILIDADE DE ERROSNuma prova escolar, as notas devem traduzir as diferenças de domínio do assunto. Podem existir erros: Número reduzido de questões (permite a interferência da sorte de saber ou não o que se pergunta); Importância do que é perguntado (temas secundários); Má amostragem do campo ( três questões sobre um só ponto e nenhuma sobre outros); Tempo insuficiente para responder o que sabia; Circunstâncias especiais ( doença/ preocupações graves).
  • 5.
    FONTE MAIS SÉRIADE ERRO Própria prova mal elaborada; Critério de avaliação ( diferentes professores, diferentes avaliações). FUNÇÕES DA PROVA Verificação do rendimento escolar ( avaliação da eficiência e eficácia tanto da aprendizagem quanto do ensino); Diagnóstico ( identificar deficiências).
  • 6.
    AVALIAR Avaliar: Atribuirdeterminados valores a algo para certo fim. **Todos não avaliam igualmente o mesmo objeto, pessoa ou fato.
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    AVALIAÇÃO: PROCESSO CONTÍNUOE SISTEMÁTICO, QUE EXIGE UMA SÉRIE DE PASSOS. Conhecer a pessoa (objeto ou fato), o que se procura fazer por medidas capazes de lhes traçar um perfil (diagnóstico); Estabelecer fins a buscar; Fixar critérios de valor (que permitam: ordenar os fins por prioridade).
  • 8.
    = EFICIÊNCIA +EFICÁCIA Concluída a avaliação precisamos ser também: FLEXÍVEIS Para : Continuar no mesmo caminho; Alterar algum meio, ou até algum objetivo; Abandonar a ação em causa, por parecer ineficaz e ineficiente.
  • 9.
    ALGUNS TIPOS DEPROVAS Escritas: Verbais ( escritas ou orais) alunos : TDH dislexos discalculos Não verbais: gráficas/ desenhos/ prática. Escritas *Resposta aberta ou discursiva o examinando apresentará possíveis diversas respostas certas; o julgamento depende de critérios pessoais dos examinados.
  • 10.
    OBJETIVAS *O examinadordetermina exatamente o que o aluno deve apresentar de conteúdo, havendo uma só resposta certa; o julgamento independe da competência e da coerência da critérios do examinador. DISCURSIVAS *Compreendem as de dissertação (sobre poucos pontos) o que deixa o fator sorte inserir no resultado. CONSULTA A LIVROS *Exige um roteiro minucioso para a resposta a fim de evitar generalidade ou muitas citações.
  • 11.
    AVISO PRÉVIO *Avisodos grandes problemas que cairão, leva o aluno a preparar-se especialmente para eles, muitas das vezes de respostas memorizadas. PLANEJAMENTO DA PROVA O que a prova pretende medir? Qual o seu propósito? Sondagem; exame final; prova curta de término de unidade, etc...
  • 12.
    Esclarecido o propósitoprepara-se o esquema básico. ESQUEMA BÁSICO Nele o professor relaciona tudo que pretende avaliar: conhecimento de fatos, nomenclaturas; domínio de técnicas e processos.
  • 13.
    Deve-se preparar umroteiro que facilite a organização de uma prova adequada ao grupo , em conteúdo e dificuldade relativa. Este esquema é de certa forma a condensação da filosofia de educação do professor, pois ao fazê-lo cabe-lhe resolver o que é mais importante, qual a escala de valores a ser adotada na verificação do rendimento. AONDE PROCURAR ESSE APOIO ??????
  • 14.
    Plano do curso;PCNs; Plano de aula. ELABORAÇÃO DA PROVA Planejar a prova com antecedência!
  • 15.
    À medida quefor cobrindo o programa nas aula vá anotando num caderno especial: Questões que lhe forem ocorrendo; Registre perguntas surgidas da turma; Dúvidas dos alunos; Interpretações errôneas; Erros mais comuns nos exercícios diários. Ações do professor:
  • 16.
    PORTANTO: Faça asquestões cobrirem toda a matéria e sonde mais pormenorizadamente aquilo que recebeu mais atenção na sala de aula. ASSIM TEREMOS: Questões visando objetivos importantes Resultados de aprendizagem!
  • 17.
    NÍVEL DE DIFICULDADE:Decidir se a prova terá: Muitas questões difíceis (seleção para bolsas de estudo); Muito fáceis (todos acertam); Muito difíceis ( ninguém acerta). Escolha do tipo de questão: *Considerar o grupo em exame; mudar de vez em quando p/ evitar que o aluno se habitue a estudar apenas de determinada maneira.
  • 18.
    PRINCÍPIOS GERAIS DAELABORAÇÃO DAS QUESTÕES. Quanto ao conteúdo: Abordar apenas assuntos de importância, evite incluir: questões de pura memorização; com pormenores sem maior valor. **Abster-se de fazer perguntas sobre questões controvertidas e quando isso ocorrer, solicite a opinião de determinada escola, autor, assim: “segundo Cândido...”
  • 19.
    *Levar em contaa reação dos alunos quanto a alguns tipos de questões: Evite uma pergunta tola ou capciosa que possa provocar irritação na turma; Perguntas ciladas que concorram para o desinteresse e insatisfação do aluno; Palavras escritas incorretamente, que perturbem o sossego da turma. PREVER APENAS UMA RESPOSTA CERTA PARA CADA QUESTAÕ. COLOCAR A DIFICULDADE NO CONTEÚDO E NÃO NA FORMA DE ELABORAÇÃO DA QUESTÃO.
  • 20.
    Fazer a críticada prova em sala: Ao entregá-las corrigidas, comente-as. Nessa oportunidade os alunos manifestam-se podendo-se detectar as interpretações distorcidas da matéria. Prova: Deve conter as Instruções: O professor deverá deixar claro ao aluno o que deve ou não fazer na prova. Em caso de ausência do professor as instruções são de grande ajuda ao aplicador da prova.
  • 21.
    Precisão; Objetividade; Adequaçãoao grupo; Facilidade de aplicação; Simplicidade de julgamento; Sensibilidade para distinguir alunos bons de médios e estes de fracos. Verificar até que ponto foram atendidas as qualidades de uma boa prova escolar quanto à: Montagem final da prova :
  • 22.
    OUTROS CUIDADOS: Apurarse a prova não contém erros de conteúdo ou linguagem (ortografia/concordância) Certificar-se de que as questões estão distribuídas de acordo com o esquema básico inicial, ou seja: **CORRESPONDAM A UMA AMOSTRAGEM ADEQUADA DO QUE SE QUER EXAMINAR. **ELIMINAR QUESTÕES QUE SONDAM REPETITIVAMENTE O MESMO PONTO. **Questões que sejam difíceis ou fáceis demais para o que se pretende.
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    Fontes bibliográficas: ProvasObjetivas, Discursivas, Orais e Práticas: Técnicas de Construção. Ethel Bauzer Medeiros.