O documento trata do aumento do IPTU no Cabo de Santo Agostinho, alegado como abusivo por meio de representação popular. A promotoria conclui que não possui legitimidade para questionar tributos e determina o arquivamento do processo, ressaltando que a atualização do valor venal dos imóveis era necessária e que as alíquotas do IPTU são inferiores às de outros municípios. A prefeitura argumenta que a atualização não era realizada desde 2001, violando a lei de responsabilidade fiscal.