Descrição Arquivística – Aula 4




GESTÃO DE DOCUMENTOS DE
        ARQUIVO
 Aula 4 – Descrição Arquivística
        . A normatização e as diretrizes para a
      elaboração de instrumentos de pesquisa.
   Instrumentos de pesquisa: como chegar a eles.
                Esmiuçando a ISAD-G
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Classificação de Documentos de Arquivo

    “ Determinação das categorias ou dos
      grupos entre os quais devem ser
           distribuídos logicamente e
       sistematicamente os dossiês em
      grupos ou categorias de assuntos
     segundo uma ordem para facilitar a
                    utilização”.
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    Os princípios de classificação
• a classificação é uma representação da realidade
  e como tal uma aproximação. É necessário definir
  níveis de tolerância;
  – Inesgotabilidade (nenhuma classificação é tão
    exaustiva que será capaz de englobar tudo);
• Provisoriedade.
• a classificação persegue um objetivo;
• a classificação tem por trás um mecanismo
  classificador que executa as operações
  necessárias (denominação, hierarquia,
  subordinação);
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• a classificação necessita de
  um princípio de                               Alunos
  classificação ou de divisão;          Descrição Arquivísticas

• o princípio de classificação é
  natural quando é o mais
  adequado (aproximado) ao
  conjunto;

                                   Masculino                 Feminino




                                   Princípio de Classificação: Sexo
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                  Relações entre Conceitos

•   Relação hierárquica                                  Árvore
    (gênero/espécie) –
    se dois conceitos
    diferentes possuem
    características
    idênticas e um deles
    possui uma                      Árvore                                Árvore de
    característica a mais          Frutífera                                Nozes
    do que o outro,
    então entre eles se
    estabelece a relação
    hierárquica ou
    gênero/espécie.
                            macieira       pessegueiro            amendoeira      nogueira
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          Relações entre Conceitos
• Relação
                                   Árvore
  partitiva
  (todo/parte)
  – a relação
  partitiva
  existe entre   Raízes   Tronco            Galhos         Folhas
  um todo e
  suas partes.
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            Relações entre Conceitos

•   Relações
    Funcionais –
    aplicam-se,
                    Produção → Produto → Produtor → Comprador
    sobretudo, a
    conceitos que
    expressam
    processos.
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Exercicio Monte o Arranjo da
Atividade Meio
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    Instrumentos de Pesquisa
Instrumentos de pesquisa completam o
trabalho de um arquivo com a finalidade de
propiciar o acesso aos documentos, consulta e
divulgação do acervo e se apresentam em
vários formatos e cada um possui
características próprias, que vão atender as
necessidades dos pesquisadores
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Outros instrumentos de Pesquisa




            E online?
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Observações importantes:
•Na tarefa de elaboração dos instrumentos de pesquisa é necessário saber, em primeiro
lugar, em que nível de sintonia se encontram as atividades de descrição em relação às de
classificação.

•Por exemplo: se durante a ordenação interna dos documentos de uma série for possível a
anotação das datas-limite, no momento da descrição não será necessário voltar àqueles
documentos.

•Infelizmente essa situação nem sempre ocorre e os arquivistas acostumaram-se a
descrever a posteriori os conjuntos documentais já classificados.

•Independentemente de se efetuar a descrição no mesmo momento ou após a
classificação, é necessário estabelecer uma sistemática de coleta de informações do
acervo e de seus documentos.

•A utilização de fichas eficientes, informatizadas ou manuais, é muito importante. Também
é fundamental a realização de um bom controle sobre o preenchimento e o
processamento das fichas, a fim de se garantir uma padronização rigorosa.
•A criação de manuais de preenchimento e a revisão sistemática são imprescindíveis.
•Igualmente importante é ter controle do vocabulário e das siglas utilizadas.
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Metadados
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Metadados
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Receitinha
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          Como chegar a eles:
• 1 - planejamento e definição de prioridades
• 2 - estabelecimento do conteúdo do
  instrumento
• 3 - preparação para o recolhimento das
  informações
• 4 - recolhimento das informações
• 5 - confecção e divulgação do instrumento de
  pesquisa
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Passo 1 - planejamento e definição de
   prioridades:
· escolha do material a ser descrito;
· escolha do tipo de instrumento;
· definição da forma de divulgação do
   instrumento;
· definição dos recursos materiais, humanos e
   financeiros;
· estabelecimento de cronograma;
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Passo 2 - estabelecimento do conteúdo do
   instrumento:
· definição das informações a serem
   apresentadas;
· definição do modo pelo qual as informações
   serão
apresentadas;
· estabelecimento do sistema de coleta e de
processamento dos dados;
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Passo 3 - preparação para o recolhimento das
    informações:
· definição dos elementos do sistema informatizado
    (se for o caso);
· elaboração de fichas para coleta da informação;
· elaboração de manuais para o preenchimento das
    fichas a fim de se garantir sua correta utilização
    e a manutenção de um padrão;
· teste das fichas e do manual em uma parte do
    acervo;
· finalização das fichas e do manual;
· treinamento do pessoal técnico responsável pelo
    preenchimento das fichas;
· escolha de um técnico responsável pelo
    preenchimento (será o revisor das fichas, com o
    objetivo de garantir a padronização das
    informações);
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Passo 4 - recolhimento das informações:
· preenchimento das fichas;
· revisão das fichas;
Passo 5 - confecção do instrumento de pesquisa e divulgação do
    instrumento de pesquisa.

       Escrever, escrever e escrever.
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  Normatização da Descrição Arquivistica
• A preocupação com a descrição arquivística é recente, surge por volta do
  final da década de 1980, com o início do processo de construção de
  normas de descrição de documentos arquivísticos.

• Em 1992 foi produzida a primeira versão da ISAD(G), sua publicação
  ocorreu em 1993, sendo decidido que após 5 anos seria novamente
  revista. Ainda em 1992 foi proposta a elaboração de outra norma, a ISAAR
  (CPF), porém sua publicação ocorreu somente em 1996.

• A ISAD (G) padroniza a descrição arquivística em fundos como um todo e
  em suas partes e contém regras gerais que podem servir como base para
  a criação de normas locais ou ser usada em conjunto destas se já
  existirem.
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• Vamos conhecer mais da ISAD (G)
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   a de
Dic e
  hoj
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• Vamos ver o trabalho de vocês?
• 2 itens:

  – Apresentação do acervo (História Administrativa-
    Biografia e História Arquivística)

  – Quadro de arranjo.

Aula 4 Descrição Arquivística 2013

  • 1.
    Descrição Arquivística –Aula 4 GESTÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO Aula 4 – Descrição Arquivística . A normatização e as diretrizes para a elaboração de instrumentos de pesquisa. Instrumentos de pesquisa: como chegar a eles. Esmiuçando a ISAD-G
  • 2.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Classificação de Documentos de Arquivo “ Determinação das categorias ou dos grupos entre os quais devem ser distribuídos logicamente e sistematicamente os dossiês em grupos ou categorias de assuntos segundo uma ordem para facilitar a utilização”.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Os princípios de classificação • a classificação é uma representação da realidade e como tal uma aproximação. É necessário definir níveis de tolerância; – Inesgotabilidade (nenhuma classificação é tão exaustiva que será capaz de englobar tudo); • Provisoriedade. • a classificação persegue um objetivo; • a classificação tem por trás um mecanismo classificador que executa as operações necessárias (denominação, hierarquia, subordinação);
  • 10.
    Descrição Arquivística –Aula 4 • a classificação necessita de um princípio de Alunos classificação ou de divisão; Descrição Arquivísticas • o princípio de classificação é natural quando é o mais adequado (aproximado) ao conjunto; Masculino Feminino Princípio de Classificação: Sexo
  • 11.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Relações entre Conceitos • Relação hierárquica Árvore (gênero/espécie) – se dois conceitos diferentes possuem características idênticas e um deles possui uma Árvore Árvore de característica a mais Frutífera Nozes do que o outro, então entre eles se estabelece a relação hierárquica ou gênero/espécie. macieira pessegueiro amendoeira nogueira
  • 12.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Relações entre Conceitos • Relação Árvore partitiva (todo/parte) – a relação partitiva existe entre Raízes Tronco Galhos Folhas um todo e suas partes.
  • 13.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Relações entre Conceitos • Relações Funcionais – aplicam-se, Produção → Produto → Produtor → Comprador sobretudo, a conceitos que expressam processos.
  • 14.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Exercicio Monte o Arranjo da Atividade Meio
  • 15.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Instrumentos de Pesquisa Instrumentos de pesquisa completam o trabalho de um arquivo com a finalidade de propiciar o acesso aos documentos, consulta e divulgação do acervo e se apresentam em vários formatos e cada um possui características próprias, que vão atender as necessidades dos pesquisadores
  • 16.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Outros instrumentos de Pesquisa E online?
  • 17.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Observações importantes: •Na tarefa de elaboração dos instrumentos de pesquisa é necessário saber, em primeiro lugar, em que nível de sintonia se encontram as atividades de descrição em relação às de classificação. •Por exemplo: se durante a ordenação interna dos documentos de uma série for possível a anotação das datas-limite, no momento da descrição não será necessário voltar àqueles documentos. •Infelizmente essa situação nem sempre ocorre e os arquivistas acostumaram-se a descrever a posteriori os conjuntos documentais já classificados. •Independentemente de se efetuar a descrição no mesmo momento ou após a classificação, é necessário estabelecer uma sistemática de coleta de informações do acervo e de seus documentos. •A utilização de fichas eficientes, informatizadas ou manuais, é muito importante. Também é fundamental a realização de um bom controle sobre o preenchimento e o processamento das fichas, a fim de se garantir uma padronização rigorosa. •A criação de manuais de preenchimento e a revisão sistemática são imprescindíveis. •Igualmente importante é ter controle do vocabulário e das siglas utilizadas.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Como chegar a eles: • 1 - planejamento e definição de prioridades • 2 - estabelecimento do conteúdo do instrumento • 3 - preparação para o recolhimento das informações • 4 - recolhimento das informações • 5 - confecção e divulgação do instrumento de pesquisa
  • 22.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Passo 1 - planejamento e definição de prioridades: · escolha do material a ser descrito; · escolha do tipo de instrumento; · definição da forma de divulgação do instrumento; · definição dos recursos materiais, humanos e financeiros; · estabelecimento de cronograma;
  • 23.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Passo 2 - estabelecimento do conteúdo do instrumento: · definição das informações a serem apresentadas; · definição do modo pelo qual as informações serão apresentadas; · estabelecimento do sistema de coleta e de processamento dos dados;
  • 24.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Passo 3 - preparação para o recolhimento das informações: · definição dos elementos do sistema informatizado (se for o caso); · elaboração de fichas para coleta da informação; · elaboração de manuais para o preenchimento das fichas a fim de se garantir sua correta utilização e a manutenção de um padrão; · teste das fichas e do manual em uma parte do acervo; · finalização das fichas e do manual; · treinamento do pessoal técnico responsável pelo preenchimento das fichas; · escolha de um técnico responsável pelo preenchimento (será o revisor das fichas, com o objetivo de garantir a padronização das informações);
  • 25.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Passo 4 - recolhimento das informações: · preenchimento das fichas; · revisão das fichas; Passo 5 - confecção do instrumento de pesquisa e divulgação do instrumento de pesquisa. Escrever, escrever e escrever.
  • 26.
    Descrição Arquivística –Aula 4 Normatização da Descrição Arquivistica • A preocupação com a descrição arquivística é recente, surge por volta do final da década de 1980, com o início do processo de construção de normas de descrição de documentos arquivísticos. • Em 1992 foi produzida a primeira versão da ISAD(G), sua publicação ocorreu em 1993, sendo decidido que após 5 anos seria novamente revista. Ainda em 1992 foi proposta a elaboração de outra norma, a ISAAR (CPF), porém sua publicação ocorreu somente em 1996. • A ISAD (G) padroniza a descrição arquivística em fundos como um todo e em suas partes e contém regras gerais que podem servir como base para a criação de normas locais ou ser usada em conjunto destas se já existirem.
  • 27.
    Descrição Arquivística –Aula 4 • Vamos conhecer mais da ISAD (G)
  • 28.
    Descrição Arquivística –Aula 4 a de Dic e hoj
  • 29.
    Descrição Arquivística –Aula 4 • Vamos ver o trabalho de vocês? • 2 itens: – Apresentação do acervo (História Administrativa- Biografia e História Arquivística) – Quadro de arranjo.