Charlley Luz
charlley@usp.br
A TECNOLOGIA E A PRESERVAÇÃO !
(DA MEMÓRIA)
APRESENTA
TECNOLOGIA E
INFORMAÇÃO
TECNOLOGIA
INFORMAÇÃO
Ter
informações
de lugares
distantes
Escutar
informações
ao vivo
Ver
informações
ao vivo
Decidir o que
ver, quando ver
e participar da
informação
Publicar
nossa
própria
informação
Ser a
informação
Fonte: Thomas Baekdal - http://www.baekdal.com
INTERNET
INFORMAÇÃO
1971: surge o e-mail
Ray Tomlinson, é o idealizador do correio eletrônico.
1979: nascem os emoticons
Kevin MacKenzie foi o pioneiro a utilizar certas
combinações para indicar sentimentos nos e-mails.
1988: nasce o chat
Jerkko Oikarinen desencove o IRC (Internet Realy
Chat), que permite conversas ao vivo pela rede.
Aristocracia
Colaborativa
INFORMAÇÃO
1991: texto vira hipertexto
Tim Berners-Lee cria os links,
1995: Amazon vende seu primeiro livro
O comércio eletrônico já tem um dos seus grande líderes.
1995: nasce o Yahoo!
Jerry Yang e David Filo criam listas de sites
organizados em categorias e subcategorias.
1997: bem-vindo, blog
Jorn Barrer decide publicar diariamente coisas
interessantes e chama seu site de weblog.
1998: Google
Larry Page e Sergey Brin criam o Google, que se
transforma no maior sistema de buscas.
1999: o Napster faz barulho
Shawn Fanning envia a 30 amigos um programa criado por
ele mesmo para compartilhar arquivos de músicas. Surge a
febre o mp3. Ditadura
ponto.com
INFORMAÇÃO
O povo
no poder
2004: O Facebook mostra sua cara
Mark Zuckerber cria uma rede social para conectar seus colegas
da universidade. Hoje conta com 700 milhões de usuários.
2005: a gente se vê no YouTube
Chad Hurley e Jawed Karim criam o site
revolucionário para as pessoas compartilhar vídeos.
2007: iPhone
A Apple lança seu celular capaz de se conectar
à internet e revoluciona a web móvel.
2001: nasce a Wikipedia
Uma enciclopédia livre e poliglota baseada na colaboração.
É a enciclopédia mais gigantesca da história.
2006: Twitter
Jack Dorsey, Evan Williams e Biz Stone lançam o
revolucionário serviço de microbloging.
INFORMAÇÃO
INFORMAÇÃO + RELACIONAMENTO
WEB 2.0
PARA ONDE
VAMOS?
CRM Portal Corporativo
ERP
Groupware / E-mail
BI
GED
Workflow
Mapas do Conhecimento
Ferramentas de Apoio à Inovação
LMS
Bases de Conhecimento
Blogs
Enquetes
Fóruns
IMs(P2P)
Notícias
Videoconferência
Comunidades
BancodeImagens
Bancodetalentos
Artigos
Sistemas Especialistas
A SOPA DE LETRINHAS DATECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
CMS LMS WCS BI IC CRM ERP GED ECM WF!
AI IM B2B P2P B2P B2C C2C!
SIGAD
TECNOLOGIA
AMBIENTES DIGITAIS
> Websites> Softwares > Intranets > Portais Corporativos > Web 2.0
Aplicações desktop para execução de tarefas
> Softwares
TECNOLOGIA
AMBIENTES DIGITAIS
> Websites> Softwares > Intranets > Portais Corporativos > Web 2.0
Sites internet de acesso aberto
> Websites
TECNOLOGIA
Evolução de intranets,
englobam todos os ambientes
digitais de uma empresa:
intranet, internet e extranet.!
!
Aderentes aos objetivos do
negócio da empresa, fornecem
informações estratégicas e
auxiliam a realização do core-
business da empresa. !
!
Plataformas tecnológicas que
suportam negócios de variadas
fontes, de sistemas diferentes.
Englobam processos como
comunicação, gestão, recursos
humanos e administração.
Sites de acesso restrito
dentro de uma empresa.!
!
Apóiam a comunicação
entre os funcionários,
proporcionam acesso a
arquivos compartilhados e a
serviços como self-service de
RH, calendário de eventos,
entre outros. !
!
Intranets devem funcionar
como ferramenta de trabalho,
apoiando os processos da
empresa.
AMBIENTES DIGITAIS
> Websites> Softwares > Intranets > Portais Corporativos > Web 2.0> Intranets > Portais Corporativos
TECNOLOGIA
AMBIENTES DIGITAIS
> Websites> Softwares > Intranets > Portais Corporativos > Web 2.0
Perfil de empresas em redes sociais
Ambientes colaborativos
> Web 2.0
TECNOLOGIA
Colaboração
corporativa
Participação em
workflows
Contribuição
para as bases de
conhecimento
Hosted Service
Aplicações
corporativas
Repositórios de
documentos
Serviços Digitais
World Wide
Web
Intranet / Portal
Corporativo
Gerenciamento
Corporativo
Atendimento a
clientes
AMBIENTES DIGITAIS: MÚLTIPLAS INTERFACES
TECNOLOGIA
Evolução(e(atualização((
•"Definição"dos"procedimentos"
•"Criação"e"publicação"de"conteúdo"
•"Controle"das"demandas""
•"Atendimento"e"suporte"ao"público"
•"Ações"de"relacionamento"
•"Ações"de"endomarke;ng"
•"Ações"de"incen;vo"
Planejamento(
•"Sensibilização"dos"colaboradores"
•"Equacionamento"áreas"e"diretoria"
•"Arquitetura"de"Informação"e"interface"
•"Governança"do"portal"
•"Gestão"de"Conteúdo"
•"Escolha"de"ferramenta"
•"Plano"de"Adoção"
Desenvolvimento
Equipe
manutenção
evolutiva
Consultoria
Planejamento
planejar construir manter
Criação(e(Desenvolvimento(
•"Portais"Corpora;vos"
•"Sistemas"Web"
•"Workflows"
•"BPM"
•"Search"
•"Ambientes"colabora;vos"
Consultores" Desenvolvedores"
Nosso papel num projeto de ambiente digital
TECNOLOGIA
ARQUITETURA DE
INFORMAÇÃO
O gráfico histórico de Charles Joseph Minard mostra a evolução do exército francês ao longo da
campanha, e a respectiva quantidade de homens, bem como as condições atmosféricas
AI
O gráfico histórico de Charles Joseph Minard mostra a evolução do exército francês ao longo da
campanha, e a respectiva quantidade de homens, bem como as condições atmosféricas
AI
ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO
O termo arquitetura de informação foi
criado pelo arquiteto/designer Saul
Wurman, em 1976. !
!
O conceito de Wurman tinha relação
com a organização da grande quantidade
de informação produzida pelo homem
diariamente, sem grande preocupação
com a ordem. !
!
Wurman estabeleceu o propósito da AI
em guias de viagem, com mapas de
regiões, organizando o conteúdo por
categorias de lugares para visitar.
AI
ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO
Representação abstrata do metrô de
Tóquio. Nela,Wurman mostra:
A seleção dos principais prédios ou
pontos turísticos perto de cada estação.
As conexões entre os dois tipos de
estações.
As estações que cruzam a cidade.
Como ajuda de orientação, o Palácio
Imperial.
As estações externas.Ao invés de
respeitar a geografia da cidade, se
concentrou no que é mais importante
para os usuários: saber a sequência das
estações.
AI
ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO
Representação abstrata do metrô de
Tóquio. Nela,Wurman mostra:
A seleção dos principais prédios ou
pontos turísticos perto de cada estação.
As conexões entre os dois tipos de
estações.
As estações que cruzam a cidade.
Como ajuda de orientação, o Palácio
Imperial.
Destaque: o mapa está dentro do
design do yin-yang, algo importante na
filosofia oriental.
As estações externas.Ao invés de
respeitar a geografia da cidade, se
concentrou no que é mais importante
para os usuários: saber a sequência das
estações.
AI
ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO
Nos anos 90, a arquitetura de
informação passa a ser usada no
planejamento de websites. !
!
”Livro do urso polar” (Information
Architecture for the World Wide Web,
1998).Atualmente em terceira edição,
continua sendo a “bíblia” dos AIs.
“A arte e ciência de estruturar e
classificar websites e intranets para
ajudar pessoas a encontrar e gerenciar
informações.”
AI
ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO
Basicamente, um arquiteto de
informação:

Organiza conteúdos dentro de
um ambiente digital - websites,
intranets, softwares !
!
Cria estruturas informacionais
e planeja caminhos de navegação
dentro destes ambientes.
AI
DIGITALIZAÇÃO PARA
PRESERVAÇÃO E ACESSO
QUAIS OS MOTIVOS PARA DIGITALIZAR?
DIGITALIZAÇÃO
QUAIS OS MOTIVOS PARA DIGITALIZAR?
DIGITALIZAÇÃO
Tomada de
decisão
Leis e
Normas
Memória
Estar na
Rede
Demandas
Sociais
DITADURA
DITADURA
DITADURA
DITADURA
DITADURA
DITADURA
DITADURA
DITADURA
DITADURA
DITADURA
DITADURA
DITADURA
Sayão (2007, p.15)
Preservação física -
preservação das
mídias e renovação;
Preservação lógica -
hardware e software
para manter legíveis e
interpretáveis os bits;
F L
Preservação
intelectual - foco o
conteúdo intelectual e
sua autenticidade e
integridade;
Preservação de
metadados – necessária
para localizar, recuperar
e representar a
informação digital;
i A
Monitoramento e instrumentalização da comunidade alvo -
acompanhamento do público para garantir que ele possa
compreender a informação no momento do seu acesso.
!
M
PRESERVAÇÃO COMO ACESSIBILIDADE
PRESERVAÇÃO
O QUE PRECISA PARA DIGITALIZAR?
1. Análise do contexto e do documento
2. Autorização para efetuar a digitalização
3. Equipamentos
4. Softwares
5. Pessoas capacitadas
6. Estrutura de armazenamento
DIGITALIZAÇÃO
COMO INICIAR A ORGANIZAÇÃO DA
DIGITALIZAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO?
Identificação Documentos físicos organizados Documentos digitais preservados e compartilhados
DIGITALIZAÇÃO
Levantamento
Classificação
Seleção
Eliminação
Ordenamento
Indexação
DIGITALIZAÇÃO
PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO
DIGITALIZAÇÃO
DIGITALIZAÇÃO
• Entender o contexto documental antes de
qualquer coisa;
• Preservar o fundo arquivístico;
• Atentar para a suposta organização que
há dentro da desorganização;
• Não desprezar informações constantes na
situação originalmente encontrada;
• Acreditar que documento classificado de
forma errada dificilmente será localizado.
O BOM ARQUIVISTA VAI…
SIGAD E
METADADOS
metadados
NÍVEL CONCEITUAL
NÍVEL LÓGICO
NÍVEL FÍSICO
Metadados, OAIS
TIF, JPG, PHP, ASP, NUVEM
interface, Navegacão, DC, E-ARQ
•  OAIS - (Open Archival Information System) - ISO 14.721, Sistema Aberto para
Arquivamento de Informação (SAAI), um Modelo de Referência, é uma infraestrutura
conceitual para um arquivo digital.
•  O Modelo estabelece terminologia e conceitos relevantes para o arquivamento digital;
identifica os componentes chave e processos inerentes à maioria das atividades de
arquivo, e propõe um modelo de informação para objetos digitais e seus metadados
associados.
metadados
Modelo de Requisitos para
Sistemas Informatizados de
Gestão Arquivística de
Documentos, elaborado pela
Câmara Técnica de
Documentos Eletrônicos do
Conselho Nacional de Arquivos.
!
metadados
SIGAD:!
fase corrente e
intermediária!
Descrição
Arquivística:!
SepiaDES, ICA-
ATOM!
Instrumentos de
pesquisa: guias,
catálogos!
Repositórios Digitais: DSpace, FEDORA, Eprints,
Archivemática (OAIS)!
metadados
empresas
mídia
trabalho
ensino
relacionamentos
=
HOJE
O FIM DE UMA INDÚSTRIA
IMPRE(N)SA
MÍDIA
PUBLICIDADE
HOJE
Obrigado!
Charlley Luz
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Vamos ficar em contato.

Preservação digital - abordagem 2.0