ANÁLISE PRIMÁRIA
E SINAIS VITAIS
ANÁLISE PRIMÁRIA
D- Danger
-Verificar Segurança do Local
-Utilizar EPI adequado
R- Responsivity
-Estabilização da Cabeça
-Verificar Consciência
DR A.B.C.D.E
Apresentar-se
Consciente Perguntar Sobre o Ocorrido
Perguntar Queixa Principal
Inconsciente Chamar Apoio Especializado
Passar Para “A
A- Airway
Extensão Cervical
-Abertura das VAS Elevação da Mandíbula
Tração do Mento
-Inspeção da Cavidade Oral
-Introdução da Cânula
Orofaríngea
B- Breathing
-Verificar Respiração
RESPIRA
Normal
-Qualidade da Respiração Superficial ou Profunda
Rápida ou Lenta
Regular
-Tipo da Respiração Simétrico
Com Ruídos Anormais
- Aplicação do Oxímetro de Pulso
-Ministrar Oxigênio(Oxigenoterapia)
NÃO RESPIRA- Efetuar 2 ventilações e Verificar
circulação “C”
Com Circulação: Iniciar Ventilação
Sem Circulação : Iniciar RCP
C- Circulation
-Checar Pulso
Verificar Temperatura – T-U-C
Quente
Temperatura
Fria
Umidade
Seca
Úmida
Coloração Pálida
Arroxeada
Amarelada
Avermelhada
-Procurar Por Hemorragias
-Checar Perfusão Capilar
PUPILAS
OCULAR
Alerta 4
Verbal 3
Doloroso 2
Nenhum 1
VERBAL
Orientado 5
Confuso 4
Inapropriado 3
Sons e Gemidos 2
Nenhum 1
MOTORA
Obedece Ordens 6
Loc. e tenta reirar 5
Reage a dor 4
Decorticação 3
Descerebração 2
Nenhum 1
MAIOR QUE 5 ANOS
OCULAR
Alerta 4
Verbal 3
Doloroso 2
Nenhum 1
VERBAL
sorriso 5
choro 4
Irrit. persistente 3
Agitação 2
Nenhum 1
MOTORA
Mov. 4 Membros 6
Loc. e Tenta retirar 5
Não Reage a Dor 4
Decorticação 3
Descerebração 2
Nenhum 1
Menor que 5 Anos
ESCALA DE COMA DE GLASGOW
SINAIS VITAIS
Diferença entre sinal e sintoma?
 Sinal – evidência objetiva ou manifestação
da doença. Ex: hipertermia, bradicardia,
edema, vômito...
 Sintoma – fenômeno físico ou mental que
causa queixas, sendo um estado subjetivo:
dor, tontura, mal estar, cefaléia...
Podem ser verificados após anamnese e como parte inicial do exame
físico.
 Devemos verificar: TPRPAO
◦ Temperatura;
◦ Pulso;
◦ Respiração;
◦ Pressão Arterial
◦ Oximetria
TABELA DE PARAMETROS NORMAIS DOS BATIMENTOS CARDÍACOS
FREQUENCIA
ACIMA DE 08 ANOS
NORMAL- 60 A 100 BPM
LENTO – MENOR QUE 60 BPM
RÁPIDO – MAIOR QUE 100 BPM
ENTRE 01 A 08 ANOS
NORMAL- 80 A 140 BPM
LENTO – MENOR QUE 80 BPM
RÁPIDO – MAIOR QUE 140 BPM
ABAIXO DE 1 ANO
NORMAL- 120A 160 BPM
LENTO – MENOR QUE 120 BPM
RÁPIDO – MAIOR QUE 160 BPM
SINAIS VITAIS
PULSO MOTIVADOR DE ALTERAÇÕES
PULSO FORTE Hipertensão, Susto, Medo
PULSO FRACO Hemorragia, desidratação
PULSO AUSENTE Parada Cardíaca, Lesão arterial
TABELA DE PARAMETROS NORMAIS DOS MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS
FREQUENCIA
ACIMA DE 08 ANOS
NORMAL- 12 A 20 MRPM
LENTO – MENOR QUE 12 BPM
RÁPIDO – MAIOR QUE 20 BPM
ENTRE 01 A 08 ANOS
NORMAL- 20 A 40 BPM
LENTO – MENOR QUE 20 BPM
RÁPIDO – MAIOR QUE 40 BPM
ABAIXO DE 1 ANO
NORMAL- 40 A 60 BPM
LENTO – MENOR QUE 40 BPM
RÁPIDO – MAIOR QUE 60 BPM
PULSO LOCAIS DE VERIFICAÇÃO
• Técnica
• Inspeção
• Polpa digital
• Suave
• Aquecer a mão
Pressão arterial
Classificação da pressão arterial de acordo com a
medida casual no consultório (> 18 anos)
 Pressão sistólica(mmHg) x Pressão
diastólica(mmHg)
 Ótima < 120 < 80
 Normal < 130 < 85
 Limítrofe 130-139 85-89
 Hipertensão estágio 1 - 140-159 90-9
 Hipertensão estágio 2 - 160-179 100-109
 Hipertensão estágio 3 - ≥ 180 ≥ 110
 Hipertensão sistólica isolada - ≥ 140 < 90
PELE SITUAÇÃO
36,2 A 36,8 NORMAL
ABAIXO DE 36,2 HIPOTERMIA
ACIMA DE 36,8 HIPERTERMIA (FEBRE)
PELE PROVAVEL PROBLEMA
FRIA E UMIDA Traumatismo, Hemorragia, Estado de Choque.
FRIA E SECA Exposição ao frio (Hipotermia)
QUENTE E SECA Hipertermia (Febre), Insolação.
QUENTE E ÚMIDA Hipertermia (Febre), Intermação.
COLORAÇÃO PROVAVEL PROBLEMA
PÁLIDA Choque Hemodinâmico, Ataque Cardíaco,Hemorragia.
CIANÓTICA (Arroxeada)
Deficiência Respiratória, Arritimia Cardíaca, Hipóxia,
Doenças Pulmonares, Envenenamentos.
ICTERÍCIA Doença Hepática (Fígado)
HIPEREMIA (Avermelhada) Hipertensão, Insolação, Alergias, Diabetes, Choque
anafilático.
PELE
OVACE - OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS POR CORPO
ESTRANHO
SE A VÍTIMA ESTIVER CONSCIENTE
Bata 4 vezes com a mão espalmada nas costas da vítima. Se isso não for suficiente para expelir o corpo
estranho, comece a Manobra de Heimlich.
Em adultos e crianças grandes: Coloque-se atrás da vítima, abraçando-
a pela cintura, com o polegar voltado para a barriga dela e a outra mão
segurando a primeira. Firme os punhos entre as costelas a cicatriz
umbilical. Puxe-a em sua direção e para cima, simultaneamente, de forma
rápida e vigorosa.
Em crianças pequenas: coloque-á
inclinada com a cabeça mais baixa que o
corpo, apoiando a região ventral da
criança em seu antebraço, como na figura
abaixo e dê tapinhas com a mão
espalmada em suas costas. Se não
resolver, vire-á e tente aspirar
delicadamente posicionando sua boca
sobre a boca e o nariz da criança.
Em vítimas gestantes ou obesas:
Quando não é possível abraçar a
vítima por trás ou quando isso for
contraindicado (no caso de gestantes
ou pós-operados, por exemplo),
realizar as compressões sobre o
externo (o mesmo local onde se
realiza massagem cardíaca)
Se você engasgar e estiver sozinho:: Realize compressões em
seu abdome. Caso são consiga empregar a força necessária,
posicione-se atrás do espalfar de uma cadeira e colocando-o entre
suas costelas e umbigo e solte o peso do corpo sobre ela...
SE A VÍTIMA ESTIVER INCONSCIENTE
O procedimento para vítimas inconscientes foi alterado, não sendo mais utilizado
o procedimento abaixo...
Procedimento atualizado de acordo com as Diretrizes da American
Heart Association:
1-Abrir as vias aéreas da vítima (inclinação da cabeça para trás e elevação do
queixo, em casos em que não se suspeite de trauma:
2. Inspecionar a cavidade oral, retirando objeto se visível ou alcançável;
3. Ventilar uma vez e se o ar não passar, reposicionar a cabeça (pois as vias aéreas
podem não ter sido abertas adequadamente);
4. Ventilar outra vez e se o ar ainda não passar;
5. Realizar 30 compressões torácicas;
6. Após as 30 compressões inspecionar a cavidade oral, retirando objetos, se
visíveis e alcançáveis;
7. Realizar uma ventilação, observando se o tórax expande (se o ar entra). Se não
entrar, repetir a sequência á partir do item 5, até o ar passar, ou até o socorro
chegar e assumir.
OBRIGADO !

Aula sinais vitais

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    D- Danger -Verificar Segurançado Local -Utilizar EPI adequado R- Responsivity -Estabilização da Cabeça -Verificar Consciência DR A.B.C.D.E
  • 4.
    Apresentar-se Consciente Perguntar Sobreo Ocorrido Perguntar Queixa Principal Inconsciente Chamar Apoio Especializado Passar Para “A A- Airway Extensão Cervical -Abertura das VAS Elevação da Mandíbula Tração do Mento -Inspeção da Cavidade Oral -Introdução da Cânula Orofaríngea
  • 5.
    B- Breathing -Verificar Respiração RESPIRA Normal -Qualidadeda Respiração Superficial ou Profunda Rápida ou Lenta Regular -Tipo da Respiração Simétrico Com Ruídos Anormais - Aplicação do Oxímetro de Pulso -Ministrar Oxigênio(Oxigenoterapia) NÃO RESPIRA- Efetuar 2 ventilações e Verificar circulação “C” Com Circulação: Iniciar Ventilação Sem Circulação : Iniciar RCP
  • 6.
    C- Circulation -Checar Pulso VerificarTemperatura – T-U-C Quente Temperatura Fria Umidade Seca Úmida Coloração Pálida Arroxeada Amarelada Avermelhada -Procurar Por Hemorragias -Checar Perfusão Capilar
  • 7.
  • 8.
    OCULAR Alerta 4 Verbal 3 Doloroso2 Nenhum 1 VERBAL Orientado 5 Confuso 4 Inapropriado 3 Sons e Gemidos 2 Nenhum 1 MOTORA Obedece Ordens 6 Loc. e tenta reirar 5 Reage a dor 4 Decorticação 3 Descerebração 2 Nenhum 1 MAIOR QUE 5 ANOS OCULAR Alerta 4 Verbal 3 Doloroso 2 Nenhum 1 VERBAL sorriso 5 choro 4 Irrit. persistente 3 Agitação 2 Nenhum 1 MOTORA Mov. 4 Membros 6 Loc. e Tenta retirar 5 Não Reage a Dor 4 Decorticação 3 Descerebração 2 Nenhum 1 Menor que 5 Anos ESCALA DE COMA DE GLASGOW
  • 9.
    SINAIS VITAIS Diferença entresinal e sintoma?  Sinal – evidência objetiva ou manifestação da doença. Ex: hipertermia, bradicardia, edema, vômito...  Sintoma – fenômeno físico ou mental que causa queixas, sendo um estado subjetivo: dor, tontura, mal estar, cefaléia...
  • 10.
    Podem ser verificadosapós anamnese e como parte inicial do exame físico.  Devemos verificar: TPRPAO ◦ Temperatura; ◦ Pulso; ◦ Respiração; ◦ Pressão Arterial ◦ Oximetria
  • 11.
    TABELA DE PARAMETROSNORMAIS DOS BATIMENTOS CARDÍACOS FREQUENCIA ACIMA DE 08 ANOS NORMAL- 60 A 100 BPM LENTO – MENOR QUE 60 BPM RÁPIDO – MAIOR QUE 100 BPM ENTRE 01 A 08 ANOS NORMAL- 80 A 140 BPM LENTO – MENOR QUE 80 BPM RÁPIDO – MAIOR QUE 140 BPM ABAIXO DE 1 ANO NORMAL- 120A 160 BPM LENTO – MENOR QUE 120 BPM RÁPIDO – MAIOR QUE 160 BPM SINAIS VITAIS
  • 12.
    PULSO MOTIVADOR DEALTERAÇÕES PULSO FORTE Hipertensão, Susto, Medo PULSO FRACO Hemorragia, desidratação PULSO AUSENTE Parada Cardíaca, Lesão arterial
  • 13.
    TABELA DE PARAMETROSNORMAIS DOS MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS FREQUENCIA ACIMA DE 08 ANOS NORMAL- 12 A 20 MRPM LENTO – MENOR QUE 12 BPM RÁPIDO – MAIOR QUE 20 BPM ENTRE 01 A 08 ANOS NORMAL- 20 A 40 BPM LENTO – MENOR QUE 20 BPM RÁPIDO – MAIOR QUE 40 BPM ABAIXO DE 1 ANO NORMAL- 40 A 60 BPM LENTO – MENOR QUE 40 BPM RÁPIDO – MAIOR QUE 60 BPM
  • 14.
    PULSO LOCAIS DEVERIFICAÇÃO • Técnica • Inspeção • Polpa digital • Suave • Aquecer a mão
  • 15.
    Pressão arterial Classificação dapressão arterial de acordo com a medida casual no consultório (> 18 anos)  Pressão sistólica(mmHg) x Pressão diastólica(mmHg)  Ótima < 120 < 80  Normal < 130 < 85  Limítrofe 130-139 85-89  Hipertensão estágio 1 - 140-159 90-9  Hipertensão estágio 2 - 160-179 100-109  Hipertensão estágio 3 - ≥ 180 ≥ 110  Hipertensão sistólica isolada - ≥ 140 < 90
  • 16.
    PELE SITUAÇÃO 36,2 A36,8 NORMAL ABAIXO DE 36,2 HIPOTERMIA ACIMA DE 36,8 HIPERTERMIA (FEBRE) PELE PROVAVEL PROBLEMA FRIA E UMIDA Traumatismo, Hemorragia, Estado de Choque. FRIA E SECA Exposição ao frio (Hipotermia) QUENTE E SECA Hipertermia (Febre), Insolação. QUENTE E ÚMIDA Hipertermia (Febre), Intermação. COLORAÇÃO PROVAVEL PROBLEMA PÁLIDA Choque Hemodinâmico, Ataque Cardíaco,Hemorragia. CIANÓTICA (Arroxeada) Deficiência Respiratória, Arritimia Cardíaca, Hipóxia, Doenças Pulmonares, Envenenamentos. ICTERÍCIA Doença Hepática (Fígado) HIPEREMIA (Avermelhada) Hipertensão, Insolação, Alergias, Diabetes, Choque anafilático. PELE
  • 17.
    OVACE - OBSTRUÇÃODE VIAS AÉREAS POR CORPO ESTRANHO SE A VÍTIMA ESTIVER CONSCIENTE Bata 4 vezes com a mão espalmada nas costas da vítima. Se isso não for suficiente para expelir o corpo estranho, comece a Manobra de Heimlich.
  • 18.
    Em adultos ecrianças grandes: Coloque-se atrás da vítima, abraçando- a pela cintura, com o polegar voltado para a barriga dela e a outra mão segurando a primeira. Firme os punhos entre as costelas a cicatriz umbilical. Puxe-a em sua direção e para cima, simultaneamente, de forma rápida e vigorosa.
  • 19.
    Em crianças pequenas:coloque-á inclinada com a cabeça mais baixa que o corpo, apoiando a região ventral da criança em seu antebraço, como na figura abaixo e dê tapinhas com a mão espalmada em suas costas. Se não resolver, vire-á e tente aspirar delicadamente posicionando sua boca sobre a boca e o nariz da criança. Em vítimas gestantes ou obesas: Quando não é possível abraçar a vítima por trás ou quando isso for contraindicado (no caso de gestantes ou pós-operados, por exemplo), realizar as compressões sobre o externo (o mesmo local onde se realiza massagem cardíaca)
  • 20.
    Se você engasgare estiver sozinho:: Realize compressões em seu abdome. Caso são consiga empregar a força necessária, posicione-se atrás do espalfar de uma cadeira e colocando-o entre suas costelas e umbigo e solte o peso do corpo sobre ela...
  • 21.
    SE A VÍTIMAESTIVER INCONSCIENTE O procedimento para vítimas inconscientes foi alterado, não sendo mais utilizado o procedimento abaixo... Procedimento atualizado de acordo com as Diretrizes da American Heart Association:
  • 22.
    1-Abrir as viasaéreas da vítima (inclinação da cabeça para trás e elevação do queixo, em casos em que não se suspeite de trauma: 2. Inspecionar a cavidade oral, retirando objeto se visível ou alcançável; 3. Ventilar uma vez e se o ar não passar, reposicionar a cabeça (pois as vias aéreas podem não ter sido abertas adequadamente); 4. Ventilar outra vez e se o ar ainda não passar; 5. Realizar 30 compressões torácicas; 6. Após as 30 compressões inspecionar a cavidade oral, retirando objetos, se visíveis e alcançáveis; 7. Realizar uma ventilação, observando se o tórax expande (se o ar entra). Se não entrar, repetir a sequência á partir do item 5, até o ar passar, ou até o socorro chegar e assumir.
  • 23.