O documento explora a obra de Thomas Kuhn sobre a estrutura das revoluções científicas, enfatizando a importância do contexto cultural e das tradições na prática científica. Kuhn argumenta que a ciência não é apenas uma construção lógica, mas também um fenômeno social que depende de convenções, crenças e controle social. As inovações científicas surgem em resposta a crises nas teorias existentes, levando à mudança de paradigmas e à incomensurabilidade entre diferentes modelos de entendimento.