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Aula gest corp 1104-final

  • 1. Transe transire mudança, trânsito de um lugar para outro inquietação, perplexidade fecundidade, potencialidade
  • 4. REALIDADE VIRTUAL INTERNET DAS COISAS WEARABLES BIOENGENHARIA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ROBÓTICA COMPUTAÇÃO COGNITIVA CONSUMO COLABORATIVO PROSUMPTION CORPORATION BIG DATA ECONOMIA COMPARTILHADA TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL (PRODUÇÃO DESCENTRALIZADA ) ATIVISMO SOCIAL TELEPRESENÇA COMUNICÃO OMNICHANNEL CONVERGÊNCIA DE INDUSTRIAS COMPUTAÇÃO EM NUVEM
  • 5. Com o universo na palma da mão
  • 6. Ninguém mais entra na Internet A vida é uma internet
  • 7. Previsão de 25 bilhões de “coisas inteligentes” em 2020. Máquinas, devices e wearables capazes de se comunicar entre si. Internet das Coisas
  • 9. Big Data • 2.5 quintilhões de bytes por dia gerados na Internet • 90% só nos últimos 2 anos • menos de 1% são analisados
  • 10. Computação Cognitiva Hoje, 80% dos dados são desestruturados. Impossível analisar, codificar e organizar este volume de informações sem o auxílio de sistemas inteligentes.
  • 11. Sistemas de computação cognitiva não apenas decupam e organizam dados, mas analisam os contextos e significados por trás das informações. E são capazes de aprender com estas interações, oferecendo soluções cada vez mais rápidas, precisas e estratégicas. Computação Cognitiva
  • 12. “A complexidade do mundo nos coloca num momento em que precisamos de máquinas para apoiar nossas decisões. Antes, a computação era capaz apenas de produzir e distribuir conhecimento. Agora, ela nos dá também meios inteligentes para usá-lo.” Fábio Gandour, cientista-chefe da IBM Brasil O que o seu robô acha disto?
  • 13. “Em 10 anos, quando lembrarmos como essa era do Big Data evoluiu, ficaremos espantados com o quanto éramos desinformados quando tomávamos decisões”. Billy Bosworth, CEO da DataStax Big Intelligence
  • 14. Destruição criativa “A inovação produz uma contínua mutação industrial que revoluciona incessantemente a economia, destruindo incessantemente as velhas estruturas e criando incessantemente uma nova. Esse processo de destruição criativa é o fato essencial do capitalismo”. Joseph Schumpeter, Capitalismo, Socialismo e Democracia (1942)
  • 15. Do it Yourself Boom de start-ups
  • 16. “O mais revolucionário não é a aceleração da inovação tecnológica, mas a democratização da tecnologia. Que promove a criatividade e o empreendedorismo em grande escala, multiplicando novas ideias de aplicações”. Chris Anderson, autor de A Cauda Longa, Grátis e Makers: a nova revolução industrial Cultura Makers
  • 18. “Uber, a maior companhia de táxis do mundo, não possui nenhum veículo. Facebook, a mídia mais popular do mundo, não cria nenhum conteúdo. Alibaba, o varejista mais valioso, não possui nenhum estoque. E Airnb, o maior provedor de acomodações do mundo, não possui nenhuma propriedade. Algo interessante está acontecendo”. Tom Goodwin, VP Estratégia e Inovação da Havas Media
  • 19. Consumo colaborativo Você precisa de uma furadeira ou de um furo?
  • 20. Comunicação e marketing em transe Multiplicação das mídias e mobilidade Fragmentação das “audiências” Redes sociais e apoderamento dos públicos
  • 23. Do protagonismo das marcas para Eco -sistema de valor FORMADORES DE OPINIÃO MÍDIA CONSUMIDORES SOCIEDADE PARCEIROS GOVERNO TERCEIRO SETOR ACADEMIA FUNCIONÁRIO INFLUENCIADORES DIGITAIS MARCAS
  • 26. Marketing na era da disrupção data intelligence / análises preditivas e prescritivas  competências digitais  arco do engajamento marketing integrado  experiências holísticas  user centriticy “Temos que nos tornar math men, em vez de mad men. Trabalhar com análise de dados em vez de intuição”. CMO de empresa australiana de varejo www-935.ibm.com/services/c-suite/study/studies/cmo-study/
  • 27. Era da experiência “Experiências representam o quarto segmento de produção de valor na economia, além das commodities, bens industriais e serviços. (...) A indústria precisa parar de desenhar seus produtos focando apenas a sua funcionalidade interna (...) e começar a valorizar a experiência dos usuários”. Joseph Pine e James Gilmore, autores de The Experience Economy , Work is Theatre and Every business is a stage
  • 28. User centricity UX user experience Chegou a sua vez !
  • 30. “Não dispute pelo momento. Dispute pelo significado. Se você está disputando pelo momento, você é irrelevante”. Brian Solis, autor de Engage: The Complete Guide for Brands and Businesses to Build, Cultivate and Measure Success in the New Web
  • 32. Da big idea para a big estrategy
  • 33. CANAIS / INICIATIVAS Hotsite Redes Sociais Livro Vídeos Anúncio Eventos Com. Interna Ações Apoio Alinh. Visual OBJETIVOS PÚBLICOS Consolidar a integração da sustentabilidade à estratégia de negócios como o maior valor da empresa. Reforçar o novo posicionamento de negócios da Alcoa. Fortalecer a imagem e a reputação das marcas junto aos seus públicos de interesse. Acionistas Colaboradores Comunidade Clientes Fornecedores Parceiros Governo Relações Institucionais Imprensa Público Final DISCIPLINAS Conteúdo Digital Ativação Propaganda Experiências de marcas KPI´s e Aprendizados MatrizConceitual MatrizdeRelacionamento MatrizdeConteúdo MARCA
  • 35. OBJETIVOS PÚBLICOS Acionistas Colaboradores Comunidade Clientes Fornecedores Parceiros Governo Relações Institucionais Imprensa Público Final Consolidar a integração da sustentabilidade à estratégia de negócios como o maior valor da empresa. Reforçar o novo posicionamento de negócios da Alcoa. Fortalecer a imagem e a reputação das marcas junto aos seus públicos de interesse. MARCA
  • 36. OBJETIVOS PÚBLICOS Consolidar a integração da sustentabilidade à estratégia de negócios como o maior valor da empresa. Reforçar o novo posicionamento de negócios da Alcoa. Fortalecer a imagem e a reputação das marcas junto aos seus públicos de interesse. Acionistas Colaboradores Comunidade Clientes Fornecedores Parceiros Governo Relações Institucionais Imprensa Público Final MARCA DISCIPLINAS Conteúdo Digital Ativação Propaganda Experiências de marcas
  • 37. CANAIS / INICIATIVAS Hotsite Redes Sociais Livro Vídeos Anúncio Eventos Com. Interna Ações Apoio Alinh. Visual OBJETIVOS PÚBLICOS Consolidar a integração da sustentabilidade à estratégia de negócios como o maior valor da empresa. Reforçar o novo posicionamento de negócios da Alcoa. Fortalecer a imagem e a reputação das marcas junto aos seus públicos de interesse. Acionistas Colaboradores Comunidade Clientes Fornecedores Parceiros Governo Relações Institucionais Imprensa Público Final MARCA DISCIPLINAS Conteúdo Digital Ativação Propaganda Experiências de marcas
  • 38. CANAIS / INICIATIVAS Hotsite Redes Sociais Livro Vídeos Anúncio Eventos Com. Interna Ações Apoio Alinh. Visual OBJETIVOS PÚBLICOS Consolidar a integração da sustentabilidade à estratégia de negócios como o maior valor da empresa. Reforçar o novo posicionamento de negócios da Alcoa. Fortalecer a imagem e a reputação das marcas junto aos seus públicos de interesse. Acionistas Colaboradores Comunidade Clientes Fornecedores Parceiros Governo Relações Institucionais Imprensa Público Final DISCIPLINAS Conteúdo Digital Ativação Propaganda Experiências de marcas MatrizConceitual MatrizdeRelacionamento MatrizdeConteúdo MARCA
  • 39. CANAIS / INICIATIVAS Hotsite Redes Sociais Livro Vídeos Anúncio Eventos Com. Interna Ações Apoio Alinh. Visual OBJETIVOS PÚBLICOS Consolidar a integração da sustentabilidade à estratégia de negócios como o maior valor da empresa. Reforçar o novo posicionamento de negócios da Alcoa. Fortalecer a imagem e a reputação das marcas junto aos seus públicos de interesse. Acionistas Colaboradores Comunidade Clientes Fornecedores Parceiros Governo Relações Institucionais Imprensa Público Final DISCIPLINAS Conteúdo Digital Ativação Propaganda Experiências de marcas KPI´s e Aprendizados MatrizConceitual MatrizdeRelacionamento MatrizdeConteúdo MARCA
  • 40. O NOVO COMUNICADOR • Chief listener officer ( inteligência de dados) • Estratégico e consultivo • Curador de competências e articulador de redes (orquestrador) • Chief connection officer ( integrador) • Contextualizador ( negócio, sociedade, cultura...) • Mensura resultados para processos iterativos • Trabalha com UX design para criar UX experiences
  • 41. Qual o seu propósito ?
  • 42. Estamos aqui para transformar. Para aproximar pessoas e ideias, criar experiências inspiradoras. Para gerar conhecimento e valor. E assim tornar a vida mais inteligente, significativa e livre. Estamos aqui para entender, simplificar, solucionar, pertencer, aprender, evoluir. Ser uma ponte que une forças, transforma negócios e vidas. Nossa visão nos faz gigantes, com os pés no chão, a cabeça nas estrelas e as mãos no possível. Porque acreditamos no talento de cada um. Mas sabemos que, unidos, somos muito maiores do que a soma de todos. Somos a transformação que queremos ver em nossos clientes. E nos clientes de nossos clientes. E na família e amigos dos clientes de nossos clientes. Uma transformação exponencial. Porque a transformação depende de todos nós. Não queremos ser os mesmos de ontem. Somos o que queremos ser amanhã.
  • 43. Abrace a destruição criativa! Obrigada! selma@grupotv1.com.br SlideShare: www.slideshare.net/GrupoTV1

Notas do Editor

  1. Os andróides estão chegando. Robôs, parte mais surpreendente de uma grande onda aceleração tecnológica a que estamos assistindo . Inovações vão acontencendo gradualmente até que se chega a um ponto de inflexão. Em que as mudanças não aumentam apenas de foram quantitativa. Há uma mudança de qualidade, na natureza das tecnologias e comportamentos , na sociedade, na economia e na cultura. O ponto de inflexão , conceito do Fritjof Captra . Elas se auto -fertilizam – são tecnologias transformacionais , exponenciais.
  2. Paralelamente, a grande revolução trazida pela disseminação do acesso à Internet e da mobilidade – Mais da metade do mundo(3 bi e mio) e mais da metade dos brasileiros conectados (IBGE, 54,9% dos lares brasileiros) . A sociedade em rede , que o sociólogo Manuel Castells projetou num estudo clássico. E cujas implicações estamos apenas começando a visualizar ( as primaveras árabes e a polarização brasileira ) Sabemos pela história da tecnologia que as inovações de ruptura promovem mudanças profundas e abrangentes em todas as dimensões da vida (vide imprensa / prensa de Gutemberg)
  3. Revolução digital mudança profunda nos comportamentos – alguns dizem até na configuração neural do cérebro .
  4. E essas mudanças vão se aprofundar , à medida em que ficaremos cada vez mais conectados . Vamos interagir mais e mais com as máquinas, e elas vão conversar entre elas. Comunicação M2M (Consultoria Gartner)
  5. Esse crescimento vai explodir daqui em diante. Se tudo o que fazemos online gera dados, imagine daqui para a frente. Questões de privacidade, mas há tb benefícios potenciais muito significativos (ex: wearables saúde)
  6. Bando de dados - metáfora do lago e da represa. Como tirar inteligência destes dados ? IBM Studies
  7. Humanamente impossível . Mas teremos sistemas capazes de interpretar, analisar e significar grandes volumes com rapidez e precisão.
  8. Sistemas que serão capazes de aprender com estas interações, de forma muito semelhante ao cérebro humano, oferecendo soluções cada vez mais rápidas, precisas e estratégicas.
  9. As máquinas se tornarão indispensáveis para a tomada de decisões na gestão pública, nas organizações, nas cidades. Competência de analitycs será crucial. Analytics– análises preditivas e prescritivas Mas as tecnologias cognitivas não substituem inteligência humana, elas a potencializam
  10. Ponto de inflexão do avanço tecnológico. Mas a mudança principal não é a da tecnologia . É o impacto disruptivo e transformador de tudo isto na vida. Apoderamento das pessoas pela tecnologia e acesso ao conhecimento. A historia da tecnologia mostra como grandes ondas de inovação sempre potencializaram o homem , mas traz a destruição do antigo para que pudesse surgir o novo – ludistas, antiuber etc. Ideia do Schumpeter, biografia O profeta da Inovação, volta a moda. Circulo virtuoso – Não é só a tecnologia, é a convergência de transformações se auto-reforçando. A tecnologia mais acessível e barata apodera as pessoas e as pessoas produzem mais conhecimento e transformação tecnológica.
  11. Empreendedorismo Microcircuitos ou processadores pequenos e baratos como o Arduíno ou o Raspberry Pi, com acessórios, sensores e circuitos que se compra online permitem que qualquer um crie seus próprios hardwares , seus eletrônicos, com apoio de comunidades de desenvolvedores que trocam conhecimento em plataformas colaborativas.
  12. Essa revolução silenciosa propiciadas pela tecnologia – espiral virtuosa da inovação
  13. Tecnologia permitirá a descentralização da produção. Impressoras 3D vão se tornar cada vez mais acessíveis e potentes , qualquer pessoa poderá produzir objetos customizados em casa. Exemplo: Submarino na Campus Party
  14. Disrupção total dos mercados, novos modelos de negócios baseados na economia de compartilhamento – reduz intermediários e agrega outro tipo de valor
  15. Rachel Botsman, especialista em consumo colaborativo – uso em vez da posse, alugar em vez de comprar filmes, softwares, carros... E prosumption corporation
  16. Implosão do modelo baseado na propaganda e emissão de mensagens , comunicação de massa para audiências passivas. Diluição do protagonismo das marcas que detinham acesso aos meios de comunicação.
  17. Revolução digital trouxe tb maior transparência e riscos à reputação. Vai ficando inviável manter um gap entre os discurso e a promessa das marcas e a prática das empresas/a entrega. Como as audiências deixaram de ser passivas e cada um é uma própria mídia – mídias pessoais e sociais - nova realidade . Não adianta mais focar só em branding e esquecer a gestão de reputação e de relacionamentos Valorização da Comunicação Corporativa e das relações públicas
  18. Empresas tem papel social . Marcas empáticas X marcas simpáticas Livro do John Davis , ex presidente da Havas e fundador do Young One World : Empresas que cuidam prosperam – porque os negócios que praticam o bem são os melhores negócios
  19. Desafio das marcas tornou-se mais complexo : Além de falar de volta, os diferentes públicos estão trocando informações entre si, não há mais divisão entre publico interno e externo, consumidores ou formadores de opinião.
  20. Mais complexidade infinidade de meios para se comunicar e relacionar com estes vários públicos. Tb mais oportunidade, Para conhecê-los (data intelligence), entender os seus contextos e assegurar uma comunicação mais eficaz. Revalorização, mas tb reinvenção as RP. RP muito baseada na AI perde força. Agora, qualquer pessoa é um influenciador potencial, com capacidade de impactar positiva ou negativamente a imagem e o valor de uma marca.
  21. Referência do IBM CEO study 2015 com 5,247 top executives de marketing (www-935.ibm.com/services/c-suite/study/studies/cmo-study/) In the Midst of the Storm / The age of disruption
  22. Colocar link
  23. 20123 –agencia de eventos do Grupo virou TV1 experience Disney, Las Vegas, Starbucks – hoje padrão Lojas viraram shoppertainement - valorização do live marketing, marketing ao vivo
  24. Você no centro . Até agora, consumidores tinham que adequar seus comportamentos à lógica de produção as empresas, (fabricação em larga escala de bens padronizados. Inversão radical desta lógica devido a novas tecnologias e comportamentos. Design de produtos e serviços – e de experiências de comunicação, terá que obedecer ao interesse e comportamento de consumo dos usuários para entregar experiências relevantes Case indiana Jabong – online clothing retailer. Qdo consumidores reclamaram das embalagens, criou um hackaton incluindo designers, engenheiros e consumidores para bolar uma solução melhor
  25. User centricity e US na Comunicação significa o que? Valorização da Comunicação Corproativa – necessidade de falar com todos os públicos e gerir reputação. Mas que comunicação? Por mto tempo encantados com os meios , os canais, como se a C fosse um fim em si mesma. Comunicação como meio para construção de relacionamentos. Mas não apenas diálogos / racionais. Temos que valorizar e contemplar a dimensão emocional da comunicação. Sem perder a clareza dos objetivos . Marcas empáticas X marcas simpáticas
  26. Diretor da Future Works, agencia renomada do Vale do Silicio. Uma das maiores autoridades na revolução das midias sociais e reinvenção das relações publicas no mundo dos influenciadores .
  27. Uma pista – começar com o por que ? Conceito desenvovlido para a gestão , mas que tem extrema utilidade Artigo no M&M sobre o Ciruclo Dourado da Comunicaão
  28. Mudança de mapa mental – pensamos em ações pontuais, como campanhas de propaganda. Precisiamos pensar nas estrategias , na sustentação, no monitoramento da estrategia para evolução, processo iterativo
  29. Metodologia que traz a possibilidade de definição de KPIs, como métrica de sucesso em cada caso , usando estes resultados e aprendizados , para a evolução da estratégia ( processo iterativo)
  30. Seja um planejamento estratégico de comunicação ou uma campanha pontual , partimos sempre do conhecimento das marcas e negócios – posicionamento, atributos, contexto mercado. O olhar do branding é o filtro para analisar e definir os objetivos ...
  31. Em seguida , o conhecimento dos públicos e seu contexto, priorização – afinal o foco tem que ser as pessoas , não mais a marca
  32. Vamos buscar a contribuição das disciplinas , ou mix de disciplinas, que podem ser mais relevantes para a solução proposta. Pela ótica de RP, conteúdo, digital, ativação etc combinam-se numa equação mais eficaz, tudo modelado sob medida.
  33. Só então olhamos para os canis,/ mídias ou iniciativas. Proposta mídia agnóstica . Olhamos primeiro o Por que? Depois o Como.
  34. Nesta metodologia, conforme o caso trabalhamos com matrizes – conceitual, de relacionamento e conteúdo ( ativos da marca) que ajudam a alinhar todas as iniciativas em torno dos objetivos e proposito da marca
  35. Metodologia que traz a possibilidade de definição de KPIs, como métrica de sucesso em cada caso , usando estes resultados e aprendizados , para a evolução da estratégia ( processo iterativo)
  36. CHA Conhecimentos , Habilidades e Atitudes – um novo mind set Referencia do PE TV1
  37. conhece em profundidade as jornadas dos clientes dos clientes projeta e entrega experiências de alto impacto em múltiplos pontos de interação da marca, sobretudo os emergentes pelas novas tecnologias. venda consultiva/provocativa com elevado entendimento de contexto ( conhece o negócio do cliente e as características e expectativas de seus públicos ) antecipa soluções em linha com as estratégias dos clientes customização da oferta e entrega equipe sênior e antenada em tendências (gerais, setoriais) 
  38. Convite