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Elis Monteiro
ECONOMIA
DIGITAL
VAMOS PENSAR
POR QUÊ? POR QUÊ?Quem é o líder?
Como ele pensa?
O que ele prioriza?
Como é o seu processo?
Qual é seu diferencial?
Por que ele é líder e outros não o são?
TED - SIMON SIMEK
Termo cunhado por Nicholas Negroponte em
1985 (Livro Being Digital) *
O CONCEITO
* Há controvérsias. Há quem diga que o termo Economia Digital foi cunhado por Don Tapscott,
no livro “Economia Digital: promessas e perigos na era das redes inteligentes” (“The Digital
Economy: promise and peril in the Age of Networked Intelligence”, 1995).
Em Being Digital, Negroponte usa uma metáfora da passagem do modelo
do átomo (matéria, massa, transporte) para o modelo de bits de
processamento (imponderabilidade, virtualidade, instantaneidade e
globalização). 
Nesta nova economia, as redes e infraestruturas de comunicação digital
fornecem uma plataforma global na qual pessoas e organizações definem
estratégias, interagem, comunicam, colaboram e procuram informações para
atuações coletivas (crowdsoucing crowdfunding etc). 
LEMBRANDO QUE...
ARPANET - 1969 (Advanced Research Projects Agency Network) -
primeira rede operacional de computadores
TCP/IP - nasce em 1974 e é adotado em 1983 - Transmission
Control Protocol/Internet Protocol - conjunto de protocolos de
comunicação entre computadores em rede
INTERNET CHEGA AO MUNDO: FIM DA DÉCADA DE 80
INÍCIO DOS ANOS 90: NASCE A WEB
Vint Cerf - pai
do TCP/IP
Economia digital = Economia
baseada em tecnologias
digitais
CENÁRIOS
E-GOVERNMENTE-GOVERN
• Se fosse um país, a economia da
internet seria o QUINTO maior do
CARACTERÍSTICAS
• CONVERGÊNCIA - de tecnologias, de mercados, de indústrias, de setores, de parceiros
comerciais;
• INTANGÍVEL - é o que mais valor tem hoje no mercado; implica pensar nos novos multiplicadores
de valor: ideias, informação, saber, relações;
• SABER - fator de produção por excelência; surge um novo grupo fundamental na força de
trabalho das nações e das empresas - o dos trabalhadores do conhecimento;
• GLOBALIZAÇÃO: a geografia deixa de limitar as fronteiras do mercado;
• UM NOVO CONSUMIDOR: mais exigente, participativo, com menos tempo;
•
NOVAS NECESSIDADES: infraestrutura, organização, conexão, velocidade;
• INTERAÇÃO DIGITAL passa a ter um peso relevante no negócio;
•
NOVAS FORMAS DE FAZER MARKETING: de anunciar, informar e se relacionar com o público.
Surgem novas modalidades de relacionamento com o cliente e novas métricas.
Foco na produção de informação em vez de matéria-
prima
Conhecimento e inovação como diferenciais
Capital intelectual
A nova economia está sendo construída com base na convergência e
integração das quatro principais forças de TI:
1 - Redes sociais
2 - Mobilidade
3 - Nuvem
4 - Informação
e ainda...
5 - A internet das Coisas, combinando mundo físico e virtual
• Gartner: os pontos fundamentais nas mudanças que já se desenham:
Todas as empresas se tornam empresas de tecnologia - dispositivos inteligentes vão
produzir um enorme volume de dados e o desafio das companhias será transformá-lo em
oportunidades de negócios, oferecendo serviços personalizados.
Orçamentos de todas as áreas da empresa se tornam orçamentos de TI. Há 12 anos os
gastos que não eram de TI representavam 20% do total do orçamento de tecnologia. Em
2019, representará 90%. Grande parte dessa mudança é atribuída à “digitalização” de receita
e serviços.
• As organizações estão trocando gastos de marketing analógico
para digital, e seu serviço para clientes está cada vez mais digital.
Os líderes de negócios se tornam líderes digitais. Tais profissionais deixarão de se
concentrar na infraestrutura, sistemas e processos e evoluir para a posição de facilitadores
de negócios, pensando em estratégias e inovação.
•
Nascerá o cargo de Chief Digital Officer: até 2015, 25% das organizações terão este
novo executivo, cuja função será ajudar no processo de transformação de empresa analógica para
digital.
• Em 2020, todos os líderes serão ‘digital officers’ e conduzirão
organizações digitais.
Da fábrica para o computador
PRA GRAVAR
• Sociedade da Informação
Pra gravar
• Sociedade do
Conhecimento
EXERCÍCIO
COMO COMBINADO:
Pegue um post it e escreva
a palavra que vier à mente -
imagine que inovações
virão em 2015 na área de
Marketing Digital.
Depois escolha outra. E
outra.
Até esvaziar a sua mente.
O que já há
CASES. CASES. FAILS
PRIMEIRA PARTE
Halls
Skol
Fraldas Pompom
FAIL
Nokia: perdi meu amor na balada Belvedere Vodka
FAIL
NÃO ERA AMOR
PARTE 1
ERA NOKIA. PARTE 2
MIROU ERRADO
Jornal do Brasil
O CASO IKEAEm 2009, a Ikea, marca escandinava de
móveis, com o objetivo de reduzir custos, mudou
a fonte oficial da marca da empresa de Futura
para Verdana. Os consumidores se enfureceram
e usaram o Twitter para mostrar o
descontentamento.
Não é considerado um case de fracasso de
comunicação, mas de reconhecimento que há
muito mais por trás da marca que apenas uma
logo. Há raízes emocionais.
“Quando a missão da marca cria raízes na
mente, no coração e no espírito dos
consumidores, eles passam a ser seus
proprietários”
Kotler, Philip
Marketing 3.0
GAP E SANDY
• No dia 30 de outubro, a marca de roupas norte americana Gap foi
infeliz ao twittar uma mensagem para seus seguidores dizendo que
eles deveriam permanecer seguros durante a passagem do furacão
Sandy, e que poderiam aproveitar o momento para fazer várias
compras por meio da loja virtual da marca. O varejista se desculpou
por meio de outro tweet.
BURGER KING Uma foto postada em julho
DE 2012 no 4Chan complicou
a vida da rede de fast food
Burger King. A imagem
mostrava um funcionário
pisando, de sapatos, nas
bandejas de alface, e a
legenda ainda dizia: "Essa é a
alface que você come no
Burger King".
Não demorou para que a foto
se espalhasse pela web.
Mas os funcionários que
realizaram a postagem
esqueceram de desativar o
serviço de geolocalização, e
logo descobriram que o ato
havia partido do BK que fica
em Mayfield Heights, Ohio
(EUA). Três funcionários foram
demitidos.
VISOU
AREZZO
LAMBA AQUI
DANETTE
BEIJIM NO OMBRO
PÉ NA COVA X BOATE KISS
Como consumidor, mais ciente dos seus direitos;
Conhece fóruns virtuais;
Consegue simpatia de outros consumidores;
Reclama em tempo real;
Compartilha experiências – negativas e positivas (mais destaque para as
negativas).
O CLIENTE DO CLIENTE
AS FERRAMENTAS
CAUDA LONGA
WEB 1.0
E-BAY, (1995
AMAZON.COM (1995)
NETFLIX (1997)
GOOGLE.COM (1998)
ITUNES (2003)
Foi popularizada por Chris Anderson em artigo na revista Wired em
outubro de 2004, no qual ele mencionou Amazon.com, Apple e Netflix
como exemplos de empresas que aplicam esta estratégia.
Chris então elaborou o conceito no seu livro “A Cauda Longa - do
mercado de massa para o mercado de nicho”.
A CAUDA LONGA
Os baixos custos de distribuição e armazenamento de empresas que aplicam esta estratégia
com sucesso (por exemplo, com a distribuição digital), as permitem obter uma quantidade
significativa de lucro vendendo produtos incomuns para várias pessoas, ao invés de se limitar
aos poucos produtos populares que vendem em maior quantidade. O conjunto das vendas
desta grande quantidade de produtos não populares é chamada de Cauda Longa.
O que é?
conceitos
Focar o Mercado de Nicho (a
cauda)
Vender pouco para muitos
Mundo físico (custo alto) x Mundo
Virtual (custo baixo)
Uso da tecnologia para facilitar o
processo
Conceitos fundamentais
VOCÊ SABIA QUE...
Uma porção significativa das
vendas da Amazon.com são
provenientes de livros
obscuros que não estão
disponíveis em lojas físicas?
A cauda se torna maior e mais
comprida em novos mercados (linha
vermelha). Enquanto revendedores
tradicionais se limitam à área à
esquerda do gráfico, livrarias online
conseguem uma receita maior à
partir da área à direita.
O CASO
NETFLIX
• Uma locadora de filmes tradicional possui um espaço de prateleira
limitado, o qual é atribuído um certo custo para se manter; para
maximizar os lucros, a locadora deve estocar apenas os filmes
mais populares para garantir que nenhum espaço na prateleira será
desperdiçado.
• Já o Netflix, que mantém seus filmes em formato digital, possui um
custo de armazenamento extremamente inferior, e o custo de
distribuição é o mesmo para um filme, seja ele popular ou não.
NETFLIX HOJE
• Tem mais de 44 milhões de assinantes em mais de
40 países assistindo a mais de um bilhão de horas de
filmes, séries de TV e produções originais por mês.
WEB SOCIAL - 2.0
Wikipedia (2001)
MySpace (2003)
Linkedin (2003)
Facebook (2004)
Youtube (2005)
Twitter (2006)
WEB 3.0
DADOS
INTERLIGAÇÃO
IDENTIFICAÇÃO
WEB SEMÂNTICA
INTERNET DAS COISAS
RESUMO
PARA AS EMPRESAS
• COMER WEB ALIMENTAR A WEB
E NO BRASIL?
E- GOV BR: MAL NA FITA
• ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) e
Boston Consulting Group (BCG) avaliaram onde há + barreiras impedindo pessoas e
empresas de desfrutar dos benefícios da economia da internet.
• No ranking de 65 países, o Brasil ficou na 52a posição, atrás de Argentina, África do
Sul e México e uma posição acima da China.
• Primeiros lugares: Suécia, Finlândia, Dinamarca e Suíça.
Índice de e-fricção
Foram usados como critérios 55
fatores em 4 categorias:
infraestrutura, com metade do peso,
diz respeito ao acesso, custo e
velocidade das conexões
Com peso de 1/6 cada, entram obstáculos internos das indústrias (como falta
de mão-de-obra qualificada) e do ponto de vista do consumidor (sistemas de
pagamento ruins e falta de proteção aos dados), além dos obstáculos "de
informação", como a quantidade de material disponível na língua do país e o
compromisso dos governos com a liberdade dos conteúdos.
E-COMMERCE:• Em 2013, movimentou R$ 28,8
bilhões, segundo dados da
consultoria E-bit.
• Mas o potencial é muito maior: o
faturamento dos micro, pequenos e
médios negócios é em torno de 10
vezes mais do que o comércio virtual.
Pesquisa “Mapa do E-commerce no Brasil”,
realizada pela Conversion (empresa de SEO):
analisou mais de 100 milhões de visitas em
lojas virtuais nacionais.
Descoberta: empresas que atuam com e-
commerce no Brasil devem atingir o patamar de
130 milhões de pedidos até o final do ano
A expectativa de faturamento do setor é de R$ 39 bilhões em 2014 (ABComm).
E-LEARNING
Entre 2009 a 2012 o crescimento do mercado foi de 11%. Os
cursos presenciais cresceram 6,45%;
O MEC permite até 20% de sua grande no formato e-Learning;
São 142 instituições credenciadas;
São 990 mil alunos matriculados (em 2003 tínhamos apenas 5
mil matrículas);
Há 1.044 cursos em andamento
Há 7.511 pólos EAD credenciados pelo MEC para aplicar avaliações
nos alunos;
A taxa de desistência do modelo EAD é de 13,7%; a dos cursos
tradicionais é de 57%. Fonte: O Globo
SEGUNDA PARTE
Novos tempos
Globalização M-Commerce
Social Commerce
Uma nova moeda
Novos mandantes
Ativos intangíveis
Estoque baixo
Cadeia menor de
fornecedores
Uso massivo de
dados pessoais
TRIBUTAÇÃO?
UMA NOVA MOEDA
UM NOVO MERCADO
NOVOS CAMPEÕES
EMPRESAS MAIS
SUSTENTÁVEIS
23o lugar
A provocação
O embate
O vencedor
MAIS “HUMANAS”?
PALAVRA DE ORDEM
• INTERAÇÃO!
QUE MAGIA É ESSA?
É O SEGUINTE...
SOCIAL COMMERCE
OPORTUNIDADES
PC Siqueira - maspoxavida
Daniel Furlan – TV Quase
FORMADORES DE OPINIÃO
NOVAS QUESTÕES.
MUITAS DÚVIDAS
MARKETING/TECNOLOGIA
Comunicação integrada
Comunicação direcionada
Social CRM
Comércio Social
Retargeting
Tudo novo na publicidade
online
Mobile
Big Data
Cloud Computing
PRODUTOS DE MARKETING
E-mail marketing
Produção de conteúdo para sites
Produção de conteúdo para blogs corporativos/pessoais (celebridades)
Produção de conteúdo para Redes Sociais
Produção de conteúdo para intranets
Produção de conteúdo para redes sociais corporativas
Produção de conteúdo para comunicação interna
Ações de endomarketing
Gestão de canais digitais - Youtube, Facebook, Twitter, Instagram etc
Gestão de crises em redes sociais
Produção/edição/roteirização de vídeos curtos para Web/aplicativos
Produção de conteúdo para aplicativos (via CMSs específicos)
Monitoramento de redes sociais (na mão e/ou via software)
BIG DATA
conceitos
ANÁLISE DE SENTIMENTO
• A IBM lançou uma ferramenta de análise de sentimento em rede
social chamada FAMA, nome inspirado na deusa grega
responsável pela propagação de mensagens. A palavra fama vem do
grego e significa o que é exposto, revelado, divulgado através da
palavra.
A explosão de dados nas redes sociais tornou-se uma mina de ouro para as
empresas. Consumidores se tornaram formadores de opinião, compartilhando
publicamente, entre centenas de amigos e milhares de usuários, seus
pensamentos com relação a eventos, produtos e serviços.
Para explorar tais dados valiosos, as empresas têm usado a análise de sentimentos
para entender a preferência dos clientes, tendências e reconhecimento da sua marca pelo
mercado.
Resumo da ópera: a voz pública pode
revelar bem mais do que imaginamos.
RETARGETING
SOCIAL CRM
ENGAJAMENTO
CIÊNCIA
UMA NOVA PUBLICIDADE
PUBLICIDADE X REDES SOCIAIS
• O relatório com o nome de “Confiar na  Publicidade 2013“, revela que cada vez mais os
consumidores de todo o mundo buscam informações online sobre marcas e empresas.
Ainda segundo essa pesquisa a publicidade online é o segundo formato mais confiável,
com 69% de aprovação em 2013. Um salto de 9% desde 2007 quando estava ranqueado
em quarto lugar.
• A boa e velha indicação boca-a-boca de amigos, familiares e conhecidos ainda aparece
como a forma mais confiável e influente de publicidade com 84% de aprovação.
• Em terceiro lugar com 68% de aprovação ficou a opinião de consumidores online, as
recomendações tiveram um aumento de 7 pontos percentuais comparado com 2007.  A
publicidade online com o formato de newsletter  também cresceu na confiança dos
consumidos, 56% enquanto que em 2007 apenas 49% votaram neste formato como
confiável.
• Os anúncios nos resultados de pesquisa como Adwords, vídeos online e redes sociais
apareceram com 48% de confiabilidade.  Já os banners online foram escolhidos por
42% dos entrevistados contra 26% em 2007. Esta é uma boa notícia para os anunciante,
pois investiram 26% a mais nesta forma de publicidade no primeiro trimestre do ano.
• Por fim, 45% dos entrevistados afirmaram que sentem confiança em anúncios exibidos
em dispositivos móveis, em comparação com 37 % que confiam em anúncios de texto.
• O que podemos perceber através da análise desses dados é que o investimento nestas
plataformas online deve aumentar cada vez mais, assim como foi com os banners. É uma
ótima oportunidade para quem quer ser a ponte entre anunciantes e consumidores.
NOVO
CONSUMO
MOBILE
conceitos
Pesquisa do IDC chamada
“Analyze the Future”, mostra
que em 2015 a internet via
dispositivo móvel será maior
que acesso via conexão PC
ou Notebook.
Fonte: Ericsson Mobility Report
conceitos
Índice Qualcomm da Sociedade da Inovação, estudo
encomendado pela Qualcomm à Convergência Research:
pouco mais de um quarto das PMEs brasileiras (26%)
atualmente usam um aplicativo em nuvem, número que sobe
para 47% entre as grandes, com mais de 250 funcionários.
Entre as PMEs que
usam a nuvem, os
aplicativos adotados
não são complexos.
A maioria usa
sistemas de
armazenamento de
dados e cita como
razão para a adoção
a simplicidade de
trocar arquivos
(31%), a
portabilidade de
documentos (27%) e
as vantagens de
capacidade de
armazenamento
(18%)
O fim da
subjetividade e
o
prevalecimento
da ciência
O CONSUMIDOR
conceitos
O PROSUMER*
Opinião do cliente antes do
processo de fabricação/criação de
produtos: durante e principalmente
depois;
Amazon, Ebay etc –
compartilhamento de
gostos/experiências com produtos.
*Neologismo criado por Alvin Toffler, autor de A Terceira Onda
NOVAS MODALIDADES
Financiamento coletivo
CROWDFUNDING
PROJETOS E PRODUTOS
E alguém que acredita nela...
UMA IDEIA NA CABEÇA
Um comportamento
coletivo
UMA NOVA FORMA DE CONSUMO
PRETAIL- PRÉ VAREJO -
CONSUMIR PRODUTOS ANTES DE SEREM
LANÇADOS
UMA NOVA CONSCIÊNCIA
Fonte: Estadão
NOVOS INVESTIDORES
CONSUMO DE IDEIAS
C
R
O
W
D
S
O
U
R
C
I
N
G
QUERO AJUDAR!
EU PRECISO!
ISSO É ANTIGO!
O QUE É?
SEEDING
conceitos
A ERA DA TRANSPARÊNCIA
CASE MCDONALDS
E DAQUI PRA FRENTE?
CIDADANIA
IDENTIDADE
REPORTAGEM
MINORITY REPORT
CONECTIVIDADE
COMPLETA
WIKILEAKS
PENSAMENTO CRÍTICO
ERA DE ESCOLHAS
FIM DOS MITOS
GERENTES DE IDENTIDADE
Na próxima década, a população virtual será maior do que a da Terra
Fonte: “A nova era digital”
Eric Schmidt e Jared Cohen
PRA AULA DE REDES
SOCIAIS...
COMO SER UM MEDIA
Entender a dinâmica das redes;
Ser um bom usuário;
Descobrir como empacotar cada conteúdo para seu devido
ambiente digital;
Pensar de forma integrada;
Ativar o modo multimídia
Estudar as evoluções das redes;
Interagir;
Estudar;
Planejar
DÚVIDAS?
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@elismonteiro
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OBRIGADA!

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  • 3. POR QUÊ? POR QUÊ?Quem é o líder? Como ele pensa? O que ele prioriza? Como é o seu processo? Qual é seu diferencial? Por que ele é líder e outros não o são?
  • 4. TED - SIMON SIMEK
  • 5. Termo cunhado por Nicholas Negroponte em 1985 (Livro Being Digital) * O CONCEITO * Há controvérsias. Há quem diga que o termo Economia Digital foi cunhado por Don Tapscott, no livro “Economia Digital: promessas e perigos na era das redes inteligentes” (“The Digital Economy: promise and peril in the Age of Networked Intelligence”, 1995). Em Being Digital, Negroponte usa uma metáfora da passagem do modelo do átomo (matéria, massa, transporte) para o modelo de bits de processamento (imponderabilidade, virtualidade, instantaneidade e globalização).  Nesta nova economia, as redes e infraestruturas de comunicação digital fornecem uma plataforma global na qual pessoas e organizações definem estratégias, interagem, comunicam, colaboram e procuram informações para atuações coletivas (crowdsoucing crowdfunding etc). 
  • 7. ARPANET - 1969 (Advanced Research Projects Agency Network) - primeira rede operacional de computadores TCP/IP - nasce em 1974 e é adotado em 1983 - Transmission Control Protocol/Internet Protocol - conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em rede INTERNET CHEGA AO MUNDO: FIM DA DÉCADA DE 80 INÍCIO DOS ANOS 90: NASCE A WEB Vint Cerf - pai do TCP/IP
  • 8. Economia digital = Economia baseada em tecnologias digitais
  • 10. • Se fosse um país, a economia da internet seria o QUINTO maior do
  • 11. CARACTERÍSTICAS • CONVERGÊNCIA - de tecnologias, de mercados, de indústrias, de setores, de parceiros comerciais; • INTANGÍVEL - é o que mais valor tem hoje no mercado; implica pensar nos novos multiplicadores de valor: ideias, informação, saber, relações; • SABER - fator de produção por excelência; surge um novo grupo fundamental na força de trabalho das nações e das empresas - o dos trabalhadores do conhecimento; • GLOBALIZAÇÃO: a geografia deixa de limitar as fronteiras do mercado; • UM NOVO CONSUMIDOR: mais exigente, participativo, com menos tempo; • NOVAS NECESSIDADES: infraestrutura, organização, conexão, velocidade; • INTERAÇÃO DIGITAL passa a ter um peso relevante no negócio; • NOVAS FORMAS DE FAZER MARKETING: de anunciar, informar e se relacionar com o público. Surgem novas modalidades de relacionamento com o cliente e novas métricas.
  • 12. Foco na produção de informação em vez de matéria- prima Conhecimento e inovação como diferenciais Capital intelectual A nova economia está sendo construída com base na convergência e integração das quatro principais forças de TI: 1 - Redes sociais 2 - Mobilidade 3 - Nuvem 4 - Informação e ainda... 5 - A internet das Coisas, combinando mundo físico e virtual
  • 13. • Gartner: os pontos fundamentais nas mudanças que já se desenham: Todas as empresas se tornam empresas de tecnologia - dispositivos inteligentes vão produzir um enorme volume de dados e o desafio das companhias será transformá-lo em oportunidades de negócios, oferecendo serviços personalizados. Orçamentos de todas as áreas da empresa se tornam orçamentos de TI. Há 12 anos os gastos que não eram de TI representavam 20% do total do orçamento de tecnologia. Em 2019, representará 90%. Grande parte dessa mudança é atribuída à “digitalização” de receita e serviços. • As organizações estão trocando gastos de marketing analógico para digital, e seu serviço para clientes está cada vez mais digital. Os líderes de negócios se tornam líderes digitais. Tais profissionais deixarão de se concentrar na infraestrutura, sistemas e processos e evoluir para a posição de facilitadores de negócios, pensando em estratégias e inovação. • Nascerá o cargo de Chief Digital Officer: até 2015, 25% das organizações terão este novo executivo, cuja função será ajudar no processo de transformação de empresa analógica para digital. • Em 2020, todos os líderes serão ‘digital officers’ e conduzirão organizações digitais.
  • 14. Da fábrica para o computador
  • 15. PRA GRAVAR • Sociedade da Informação
  • 16. Pra gravar • Sociedade do Conhecimento
  • 17. EXERCÍCIO COMO COMBINADO: Pegue um post it e escreva a palavra que vier à mente - imagine que inovações virão em 2015 na área de Marketing Digital. Depois escolha outra. E outra. Até esvaziar a sua mente.
  • 18. O que já há CASES. CASES. FAILS PRIMEIRA PARTE
  • 19.
  • 21. Nokia: perdi meu amor na balada Belvedere Vodka FAIL
  • 26. O CASO IKEAEm 2009, a Ikea, marca escandinava de móveis, com o objetivo de reduzir custos, mudou a fonte oficial da marca da empresa de Futura para Verdana. Os consumidores se enfureceram e usaram o Twitter para mostrar o descontentamento. Não é considerado um case de fracasso de comunicação, mas de reconhecimento que há muito mais por trás da marca que apenas uma logo. Há raízes emocionais. “Quando a missão da marca cria raízes na mente, no coração e no espírito dos consumidores, eles passam a ser seus proprietários” Kotler, Philip Marketing 3.0
  • 27. GAP E SANDY • No dia 30 de outubro, a marca de roupas norte americana Gap foi infeliz ao twittar uma mensagem para seus seguidores dizendo que eles deveriam permanecer seguros durante a passagem do furacão Sandy, e que poderiam aproveitar o momento para fazer várias compras por meio da loja virtual da marca. O varejista se desculpou por meio de outro tweet.
  • 28. BURGER KING Uma foto postada em julho DE 2012 no 4Chan complicou a vida da rede de fast food Burger King. A imagem mostrava um funcionário pisando, de sapatos, nas bandejas de alface, e a legenda ainda dizia: "Essa é a alface que você come no Burger King". Não demorou para que a foto se espalhasse pela web. Mas os funcionários que realizaram a postagem esqueceram de desativar o serviço de geolocalização, e logo descobriram que o ato havia partido do BK que fica em Mayfield Heights, Ohio (EUA). Três funcionários foram demitidos.
  • 29. VISOU
  • 34. PÉ NA COVA X BOATE KISS
  • 35. Como consumidor, mais ciente dos seus direitos; Conhece fóruns virtuais; Consegue simpatia de outros consumidores; Reclama em tempo real; Compartilha experiências – negativas e positivas (mais destaque para as negativas). O CLIENTE DO CLIENTE
  • 37.
  • 39. E-BAY, (1995 AMAZON.COM (1995) NETFLIX (1997) GOOGLE.COM (1998) ITUNES (2003)
  • 40. Foi popularizada por Chris Anderson em artigo na revista Wired em outubro de 2004, no qual ele mencionou Amazon.com, Apple e Netflix como exemplos de empresas que aplicam esta estratégia. Chris então elaborou o conceito no seu livro “A Cauda Longa - do mercado de massa para o mercado de nicho”. A CAUDA LONGA Os baixos custos de distribuição e armazenamento de empresas que aplicam esta estratégia com sucesso (por exemplo, com a distribuição digital), as permitem obter uma quantidade significativa de lucro vendendo produtos incomuns para várias pessoas, ao invés de se limitar aos poucos produtos populares que vendem em maior quantidade. O conjunto das vendas desta grande quantidade de produtos não populares é chamada de Cauda Longa. O que é? conceitos
  • 41. Focar o Mercado de Nicho (a cauda) Vender pouco para muitos Mundo físico (custo alto) x Mundo Virtual (custo baixo) Uso da tecnologia para facilitar o processo Conceitos fundamentais VOCÊ SABIA QUE... Uma porção significativa das vendas da Amazon.com são provenientes de livros obscuros que não estão disponíveis em lojas físicas?
  • 42. A cauda se torna maior e mais comprida em novos mercados (linha vermelha). Enquanto revendedores tradicionais se limitam à área à esquerda do gráfico, livrarias online conseguem uma receita maior à partir da área à direita.
  • 43.
  • 44. O CASO NETFLIX • Uma locadora de filmes tradicional possui um espaço de prateleira limitado, o qual é atribuído um certo custo para se manter; para maximizar os lucros, a locadora deve estocar apenas os filmes mais populares para garantir que nenhum espaço na prateleira será desperdiçado. • Já o Netflix, que mantém seus filmes em formato digital, possui um custo de armazenamento extremamente inferior, e o custo de distribuição é o mesmo para um filme, seja ele popular ou não.
  • 46.
  • 47. • Tem mais de 44 milhões de assinantes em mais de 40 países assistindo a mais de um bilhão de horas de filmes, séries de TV e produções originais por mês.
  • 48. WEB SOCIAL - 2.0 Wikipedia (2001) MySpace (2003) Linkedin (2003) Facebook (2004) Youtube (2005) Twitter (2006)
  • 52.
  • 53. PARA AS EMPRESAS • COMER WEB ALIMENTAR A WEB
  • 55. E- GOV BR: MAL NA FITA • ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) e Boston Consulting Group (BCG) avaliaram onde há + barreiras impedindo pessoas e empresas de desfrutar dos benefícios da economia da internet. • No ranking de 65 países, o Brasil ficou na 52a posição, atrás de Argentina, África do Sul e México e uma posição acima da China. • Primeiros lugares: Suécia, Finlândia, Dinamarca e Suíça. Índice de e-fricção Foram usados como critérios 55 fatores em 4 categorias: infraestrutura, com metade do peso, diz respeito ao acesso, custo e velocidade das conexões Com peso de 1/6 cada, entram obstáculos internos das indústrias (como falta de mão-de-obra qualificada) e do ponto de vista do consumidor (sistemas de pagamento ruins e falta de proteção aos dados), além dos obstáculos "de informação", como a quantidade de material disponível na língua do país e o compromisso dos governos com a liberdade dos conteúdos.
  • 56. E-COMMERCE:• Em 2013, movimentou R$ 28,8 bilhões, segundo dados da consultoria E-bit. • Mas o potencial é muito maior: o faturamento dos micro, pequenos e médios negócios é em torno de 10 vezes mais do que o comércio virtual. Pesquisa “Mapa do E-commerce no Brasil”, realizada pela Conversion (empresa de SEO): analisou mais de 100 milhões de visitas em lojas virtuais nacionais. Descoberta: empresas que atuam com e- commerce no Brasil devem atingir o patamar de 130 milhões de pedidos até o final do ano A expectativa de faturamento do setor é de R$ 39 bilhões em 2014 (ABComm).
  • 57. E-LEARNING Entre 2009 a 2012 o crescimento do mercado foi de 11%. Os cursos presenciais cresceram 6,45%; O MEC permite até 20% de sua grande no formato e-Learning; São 142 instituições credenciadas; São 990 mil alunos matriculados (em 2003 tínhamos apenas 5 mil matrículas); Há 1.044 cursos em andamento Há 7.511 pólos EAD credenciados pelo MEC para aplicar avaliações nos alunos; A taxa de desistência do modelo EAD é de 13,7%; a dos cursos tradicionais é de 57%. Fonte: O Globo
  • 59. Globalização M-Commerce Social Commerce Uma nova moeda Novos mandantes Ativos intangíveis Estoque baixo Cadeia menor de fornecedores Uso massivo de dados pessoais TRIBUTAÇÃO?
  • 65. A provocação O embate O vencedor MAIS “HUMANAS”?
  • 66.
  • 67. PALAVRA DE ORDEM • INTERAÇÃO!
  • 68. QUE MAGIA É ESSA?
  • 71.
  • 73.
  • 74.
  • 75. PC Siqueira - maspoxavida Daniel Furlan – TV Quase FORMADORES DE OPINIÃO
  • 77. MARKETING/TECNOLOGIA Comunicação integrada Comunicação direcionada Social CRM Comércio Social Retargeting Tudo novo na publicidade online Mobile Big Data Cloud Computing
  • 78. PRODUTOS DE MARKETING E-mail marketing Produção de conteúdo para sites Produção de conteúdo para blogs corporativos/pessoais (celebridades) Produção de conteúdo para Redes Sociais Produção de conteúdo para intranets Produção de conteúdo para redes sociais corporativas Produção de conteúdo para comunicação interna Ações de endomarketing Gestão de canais digitais - Youtube, Facebook, Twitter, Instagram etc Gestão de crises em redes sociais Produção/edição/roteirização de vídeos curtos para Web/aplicativos Produção de conteúdo para aplicativos (via CMSs específicos) Monitoramento de redes sociais (na mão e/ou via software)
  • 79.
  • 81. ANÁLISE DE SENTIMENTO • A IBM lançou uma ferramenta de análise de sentimento em rede social chamada FAMA, nome inspirado na deusa grega responsável pela propagação de mensagens. A palavra fama vem do grego e significa o que é exposto, revelado, divulgado através da palavra. A explosão de dados nas redes sociais tornou-se uma mina de ouro para as empresas. Consumidores se tornaram formadores de opinião, compartilhando publicamente, entre centenas de amigos e milhares de usuários, seus pensamentos com relação a eventos, produtos e serviços. Para explorar tais dados valiosos, as empresas têm usado a análise de sentimentos para entender a preferência dos clientes, tendências e reconhecimento da sua marca pelo mercado. Resumo da ópera: a voz pública pode revelar bem mais do que imaginamos.
  • 83.
  • 84.
  • 86.
  • 87.
  • 88.
  • 91.
  • 93.
  • 94. PUBLICIDADE X REDES SOCIAIS • O relatório com o nome de “Confiar na  Publicidade 2013“, revela que cada vez mais os consumidores de todo o mundo buscam informações online sobre marcas e empresas. Ainda segundo essa pesquisa a publicidade online é o segundo formato mais confiável, com 69% de aprovação em 2013. Um salto de 9% desde 2007 quando estava ranqueado em quarto lugar. • A boa e velha indicação boca-a-boca de amigos, familiares e conhecidos ainda aparece como a forma mais confiável e influente de publicidade com 84% de aprovação. • Em terceiro lugar com 68% de aprovação ficou a opinião de consumidores online, as recomendações tiveram um aumento de 7 pontos percentuais comparado com 2007.  A publicidade online com o formato de newsletter  também cresceu na confiança dos consumidos, 56% enquanto que em 2007 apenas 49% votaram neste formato como confiável. • Os anúncios nos resultados de pesquisa como Adwords, vídeos online e redes sociais apareceram com 48% de confiabilidade.  Já os banners online foram escolhidos por 42% dos entrevistados contra 26% em 2007. Esta é uma boa notícia para os anunciante, pois investiram 26% a mais nesta forma de publicidade no primeiro trimestre do ano. • Por fim, 45% dos entrevistados afirmaram que sentem confiança em anúncios exibidos em dispositivos móveis, em comparação com 37 % que confiam em anúncios de texto. • O que podemos perceber através da análise desses dados é que o investimento nestas plataformas online deve aumentar cada vez mais, assim como foi com os banners. É uma ótima oportunidade para quem quer ser a ponte entre anunciantes e consumidores.
  • 96. MOBILE conceitos Pesquisa do IDC chamada “Analyze the Future”, mostra que em 2015 a internet via dispositivo móvel será maior que acesso via conexão PC ou Notebook.
  • 98. conceitos Índice Qualcomm da Sociedade da Inovação, estudo encomendado pela Qualcomm à Convergência Research: pouco mais de um quarto das PMEs brasileiras (26%) atualmente usam um aplicativo em nuvem, número que sobe para 47% entre as grandes, com mais de 250 funcionários.
  • 99. Entre as PMEs que usam a nuvem, os aplicativos adotados não são complexos. A maioria usa sistemas de armazenamento de dados e cita como razão para a adoção a simplicidade de trocar arquivos (31%), a portabilidade de documentos (27%) e as vantagens de capacidade de armazenamento (18%)
  • 100.
  • 101. O fim da subjetividade e o prevalecimento da ciência O CONSUMIDOR conceitos
  • 102. O PROSUMER* Opinião do cliente antes do processo de fabricação/criação de produtos: durante e principalmente depois; Amazon, Ebay etc – compartilhamento de gostos/experiências com produtos. *Neologismo criado por Alvin Toffler, autor de A Terceira Onda
  • 103.
  • 107. E alguém que acredita nela... UMA IDEIA NA CABEÇA
  • 108. Um comportamento coletivo UMA NOVA FORMA DE CONSUMO PRETAIL- PRÉ VAREJO - CONSUMIR PRODUTOS ANTES DE SEREM LANÇADOS UMA NOVA CONSCIÊNCIA Fonte: Estadão NOVOS INVESTIDORES
  • 110.
  • 115.
  • 116. A ERA DA TRANSPARÊNCIA
  • 118. E DAQUI PRA FRENTE? CIDADANIA IDENTIDADE REPORTAGEM MINORITY REPORT CONECTIVIDADE COMPLETA WIKILEAKS PENSAMENTO CRÍTICO ERA DE ESCOLHAS FIM DOS MITOS GERENTES DE IDENTIDADE Na próxima década, a população virtual será maior do que a da Terra Fonte: “A nova era digital” Eric Schmidt e Jared Cohen
  • 119. PRA AULA DE REDES SOCIAIS...
  • 120. COMO SER UM MEDIA Entender a dinâmica das redes; Ser um bom usuário; Descobrir como empacotar cada conteúdo para seu devido ambiente digital; Pensar de forma integrada; Ativar o modo multimídia Estudar as evoluções das redes; Interagir; Estudar; Planejar