SlideShare uma empresa Scribd logo
Universidade Federal do Vale do São Francisco
Colegiado de Ciências Biológicas

NUTRIÇÃO MINERAL
Professora: Marcelle Almeida da Silva
NUTRIÇÃO MINERAL

“A mãe terra quando fertilizada pela chuva
dá vida às plantas que alimentam homens e
animais. Mas aquilo que veio da terra a ela
deve retornar, assim como o que veio do ar
ao ar voltará. Pois a morte não destrói a
matéria, mas somente quebra a união de seus
elementos, os quais voltam a se recombinar
em outras formas”.
Demócrito de Abdera(460 –360 a.C.)
BREVE HISTÓRICO
Bernard Palissy (1510-1589) - fertilidade de solos
suplementados com cinzas de vegetais incinerados decorria da
reposição da matéria removida do solo.
Humismo (teoria vitalista): força vital presente no humus.
Jan Baptistvan Helmont (1580-1644) - crescimento de um
salgueiro durante 5 anos - incremento da massa da planta
devido à água de irrigação.
JonhWoodward (1665-1728) - água contendo partículas do
solo ou de detritos orgânicos era mais eficiente na promoção do
crescimento vegetal do que a água da chuva. Concluiu que a
água tinha a função de carrear elementos do solo para a planta.
BREVE HISTÓRICO
Somente no século XVIII os cientistas renascentistas
passaram a desenvolver experimentos controlados e,
mesmo com a precária base tecnológica da época,
elucidaram o papel central dos minerais, da água,
dos gases e da luz no crescimento vegetal.
Devido a natureza complexa da relação planta-soloatmosfera, estudos na área de nutrição mineral
envolvem químicos que estudam a atmosfera,
pedologistas, hidrologistas, microbiologistas e
ecologistas, além de fisiologistas vegetais.
Taiz e Zeiger,
2004
NUTRIÇÃO MINERAL
O estudo de como as plantas absorvem,
transportam, assimilam e utilizam íons é conhecido
como NUTRIÇÃO MINERAL.
MINERAL
Busca o entendimento das relações iônicas sob
condições naturais de solo (salinidade, alcalinidade,
acidez, presença de elementos tóxicos, etc.).
Maior interesse pela agricultura e à produtividade
das culturas (alta produção agrícola depende da
fertilização com elementos minerais).
ESSENCIALIDADE DOS ELEMENTOS

Um elemento essencial é definido como aquele
cuja ausência impede uma planta de completar
o seu ciclo de vida ou aquele que tem um papel
fisiológico claro (está envolvido no metabolismo
ou constituinte de estruturas celulares ou
moléculas e a função do elemento é específica).
CRITÉRIOS DE ESSENCIALIDADE
A planta não é capaz de completar o seu ciclo
de vida na ausência do elemento;
A função do elemento é específica, ou seja,
nenhum outro poderá substituí-lo naquela
função;
O elemento deve estar envolvido no
metabolismo da planta (como constituinte de
molécula, participar de uma reação, etc.).
CRITÉRIOS DE ESSENCIALIDADE

“Todos os elementos essenciais devem
ser encontrados nas plantas, mas nem
todos os elementos encontrados nas
plantas são elementos essenciais”
ELEMENTOS MINERAIS
Os elementos minerais essenciais são classificados em
macro e micronutrientes de acordo com a sua
concentração relativa no tecido ou de acordo com a
concentração requerida para o crescimento adequado
da planta.
Macronutrientes: N, P, K, Ca, Mg, S.
Micronutrientes: Fe, Cu, Zn, Mn, Mo, B, Cl e Ni.
C, O e H não são considerados elementos minerais por
serem obtidos primariamente da água H2O e CO2.
ELEMENTOS MINERAIS

Os elementos minerais podem ser classificados em
macro e micronutrientes em função de sua concentração
no solo:
Macronutriete - cuja concentração é maior do que 10-6
mol.L-1.
Micronutriente - cuja concentração é menor do que 10-6
mol.L-1.
ESSENCIALIDADE DOS ELEMENTOS
A demonstração da essencialidade desses 17 elementos foi gradual.
Por volta de 1900, fisiologistas vegetais como Knope e Sachs
estabeleceram que as plantas não requerem necessariamente partículas
do solo, matéria orgânica ou microrganismos para completarem seu
ciclo de vida. Esses pesquisadores já sabiam que as plantas podiam
crescer em água com saís dissolvidos contendo N, P, K, S, Ca, Mg e Fe.
Em 1923 já se sabia que além dos macronutrientes e do Fe, quatro
nutrientes a mais (Cu, Mn, Zn e B) aumentavam o crescimento das
plantas quando adicionados em pequenas quantidades.
Em 1939, Arnon & Stout demonstraram que o Mo é essencial para
plantas. Em 1954, com o avanço das técnicas de purificação de sais e de
cultivo hidropônico, descobriu-se a essencialidade do Cl.
ESSENCIALIDADE DOS ELEMENTOS
Para se demonstrar a essencialidade do Ni, primeiro descobriu-se
que ele fazia parte da enzima urease (que transforma uréia em
amônia). Mais tarde, foi preciso provar que as plantas não
completavam seu ciclo produtivo na ausência desse nutriente.
No entanto, o Ni é requerido em concentrações tão baixas que o
conteúdo presente nas sementes já é suficiente para que as novas
plantas completem seu ciclo produtivo.
Em 1987 conseguiu-se demonstrar que o Ni é essencial para as
plantas cultivando-se cevada por três gerações em sua ausência.
Nesse experimento, as sementes produzidas pelas plantas da
terceira geração não foram mais viáveis (Brown et al., 1987).
OUTROS ELEMENTOS

Elementos benéficos: Estimulam o crescimento (Ex: Na+ para o
coqueiro) ou são essenciais apenas para algumas espécies, como o
Na+(halófitas) , Si (algumas gramíneas como arroz e cana) e Al 2+
(espécies de solos ácidos), Co (leguminosas).
Elementos tóxicos: Prejudicam o crescimento
desenvolvimento das plantas, podendo ser letal.
Ex: Metais pesados.
Obs: Qualquer elemento em excesso pode ser tóxico.

e

o
Mengel and Kirkby (1987) propuseram que os elementos essenciais sejam
classificados de acordo com seu papel bioquímico e sua função fisiológica, em
quatro grupos

Primeiro grupo: elementos essenciais que fazem parte de compostos
de carbono. As plantas assimilam esses nutrientes por meio de reações
bioquímicas envolvendo oxidações e reduções. N, S.
Ex:
Mengel and Kirkby (1987) propuseram que os elementos essenciais sejam
classificados de acordo com seu papel bioquímico e sua função fisiológica, em
quatro grupos

Segundo grupo: nutrientes importantes na armazenagem de energia e
na integridade estrutural. P , Si e B.
Ex:
Mengel and Kirkby (1987) propuseram que os elementos essenciais sejam
classificados de acordo com seu papel bioquímico e sua função fisiológica, em
quatro grupos

Terceiro grupo: nutrientes que permanecem na forma iônica ou que estão
ligados a substâncias tais como ácidos pécticos, presentes na parede celular
vegetal. De especial importância são seus papéis como cofatores enzimáticos e
na regulação de potenciais osmóticos. São eles o K , Ca, Mg, Cl, Mn e Na.

Ex: Molécula de clorofila
Mengel and Kirkby (1987) propuseram que os elementos essenciais sejam
classificados de acordo com seu papel bioquímico e sua função fisiológica, em
quatro grupos

Quarto grupo: nutrientes que desempenham funções em reações redox
(envolvendo transporte de elétrons). São eles o Fe, Zn, Cu, Ni e Mo.
Ex:
Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
Solução Estoque

Completa

-N

-P

-K

-Ca

-Mg

NH4H2PO4(1M)

1mL

-

-

1mL

1mL

1mL

KNO3(1M)

6mL

1mL

6mL

-

4mL

4mL

Ca (NO3)2(1M)

4mL

-

4mL

4mL

-

4mL

MgSO4(1M)

2mL

2mL

2mL

-

-

-

K2SO4(1M)

-

5mL

-

-

4mL

4mL

KH2PO4(1M)

-

1mL

-

-

-

-

CaCl2(1M)

-

4mL

-

-

-

-

Mg (NO3)2(1M)

-

-

1mL

1mL

-

(NH4) 2SO4(1M)

-

-

0,5mL

2mL

-

-

NaNO3(1M)

-

-

-

2mL

4mL

2mL

Fe-EDTA*

1mL

1mL

1mL

1mL

1mL

1mL

Micronutrientes*

1mL

1mL

1mL

1mL

1mL

1mL
O relacionamento entre o crescimento ou a
produtividade das plantas e a concentração dos
nutrientes no tecido evidencia a ocorrência de três
zonas distintas:

ZONA DE DEFICIÊNCIA
ZONA ADEQUADA
ZONA DE TOXICIDADE
ZONA DE DEFICIÊNCIA: ocorre quando o
teor do nutriente no tecido é baixo e o crescimento
é reduzido. A adição de fertilizante produz
incremento na produtividade.
ZONA ADEQUADA: Nessa região, aumento
no teor do nutriente não implica em aumento do
crescimento ou da produtividade.
ZONA DE TOXICIDADE: O nutriente
acumulou em excesso, produzindo toxicidade.
Fonte: Taiz e Zeiger, 2004
O suprimento inadequado de um elemento
essencial (excesso ou deficiência) resulta em uma
desordem
nutricional
manifestada
por
características definidas como SINTOMAS.
Os SINTOMAS de deficiência de nutrientes em
uma planta correspondem à expressão da
desordem metabólica resultante do suprimento
insuficiente ou em excesso de um elemento
essencial.
Fonte: Taiz e Zeiger, 2004.
ELEMENTOS ESSENCIAIS: FUNÇÕES E
SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA
O nitrogênio (N) é o elemento essencial
requerido em maior quantidade pelas
plantas. É constituinte de muitos
compostos da célula vegetal, incluindo
aminoácidos e ácidos nucléicos, e
consequentemente
as
proteínas.
Portanto, a deficiência de nitrogênio
rapidamente inibe o crescimento vegetal.
Clorose (amarelecimento das folhas),
sobretudo nas folhas mais velhas.
A intensificação pode causar queda
de folhas.
Pode apresentar acúmulo de
carboidratos -síntese de antocianina
(coloração púrpura)
Uma planta deficiente em nitrogênio
pode ter folhas superiores verde-claras
e folhas inferiores amarelas ou
castanhas.
Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
O enxofre (S) é encontrado em dois
aminoácidos (cisteína e metionina) e é
constituinte
de
várias
coenzimas
(AcetilCo-A, Glutationa, etc.), proteínas,
além
de
vitaminas
essenciais
ao
metabolismo. Assim, muitos dos sintomas
de deficiência de S são semelhantes aos da
deficiência de nitrogênio.
Clorose (nas folhas mais jovens),
consequencia da baixa mobilidade
de S na planta;
Redução do crescimento;
Acúmulo de antocianinas;

Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
O fósforo (P), como fosfato (HPO42-) é um
componente integral de importantes
compostos da planta, incluindo açúcaresfosfato (glicose 6P, frutose 6P, etc.),
intermediários da respiração e fotossíntese,
fosfolipídeos de membranas, nucleotídeos
usados como fonte de energia (ATP) e nos
ácidos nucléicos (DNA e RNA).
Coloração verde escura das
folhas, as quais podem encontrarse malformadas e conter pequenas
manchas
de
tecido
morto,
chamadas manchas necróticas.
Aparecimento da cor púrpura,
devido ao acúmulo de antocianina.
Produção de caules delgados
(mas não lenhosos) e a morte das
folhas mais velhas. A maturação
da planta também pode ser
retardada.

Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
Evidências experimentais sugerem que o
B desempenha funções no alongamento
celular, síntese de ácidos nucléicos,
respostas hormonais e funcionamento de
membranas.
•Necrose preta de folhas jovens e gemas
terminais. A necrose das folhas jovens
ocorre principalmente na base da lâmina
foliar.
•Os caules ficam anormalmente rígidos
e quebradiços.
•A dominância apical pode ser perdida,
tornando a planta altamente ramificada;
•Estruturas como frutos, raízes carnosas
e tubérculos podem exibir necrose ou
anormalidades
relacionadas
à
desintegração de tecidos internos.
Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
O potássio está presente na planta como
cátion monovalente (K+) e executa
importante papel na regulação do
potencial osmótico de células de plantas,
papel importante para o mecanismo de
abertura e fechamento dos estômatos nas
folhas. É também requerido para a
ativação de muitas enzimas da respiração
e da fotossíntese.
Clorose em manchas ou marginal, que
então evolui para necrose principalmente
nos ápices foliares e entre as nervuras.
Em muitas monocotiledôneas, essas
lesões necróticas podem formar-se
inicialmente nos ápices foliares e
margens e, então, estender-se em direção
à base.
Como o potássio pode ser remobilizado
para folhas mais jovens, esses sintomas
aparecem inicialmente nas folhas mais
maduras da base da planta. As folhas
podem também curvar-se e secar.

Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
Os íons cálcio (Ca2+) são utilizados na síntese de novas
paredes celulares, em particular a lamela média que
separa células em divisão.
Também é utilizado no fuso mitótico durante a
divisão celular. Ele é requerido para o funcionamento
normal das membranas vegetais e foi-lhe atribuído o
papel de mensageiro secundário em várias respostas da
planta, tanto a sinais ambientais como hormonais. Pode
se ligar a calmodulina, uma proteína encontrada no
citosol de células vegetais. O complexo calmodulinacálcio regula muitos processos metabólicos.
Necrose de regiões meristemáticas
jovens, como os ápices radiculares ou
folhas jovens, nas quais a divisão celular e
a formação de paredes são mais rápidas.
A necrose de plantas em lento
crescimento pode ser precedida por uma
clorose generalizada e um curvamento para
baixo das folhas.
As folhas jovens também podem
aparecer deformadas. O sistema radicular
de uma planta deficiente em cálcio pode
mostrar-se acastanhado, curto e altamente
ramificado.
O íon magnésio (Mg2) tem papéis
específicos na ativação de enzimas da
respiração, da fotossíntese e da síntese
de ácidos nucléicos (DNA e RNA). O Mg
é também parte da estrutura em anel da
molécula de clorofila.
Clorose
internervural
inicialmente em folhas mais
velhas
por
causa
da
mobilidade do elemento.
Se a deficiência é muito
grande, as folhas podem
tornar-se
amarelas
ou
brancas.
Um sintoma adicional da
deficiência de magnésio pode
ser
a
abscisão
foliar
prematura.

Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
O elemento cloro é encontrado na planta
como íon cloreto (Cl-). Ele é necessário para
as reações de quebra da molécula de água na
fotossíntese, pelas quais o oxigênio é
produzido. Além disso, o cloro pode ser
necessário para a divisão celular tanto em
folhas, quanto em raízes.
Murcha dos ápices foliares, seguida
por clorose e necrose generalizada.
As folhas podem exibir crescimento
reduzido. Eventualmente
podem
assumir uma coloração bronzeada
(bronzeamento).
Os íons cloreto são muito solúveis e
geralmente disponíveis nos solos.
Portanto, a deficiência de cloro é
desconhecida nas plantas que crescem
em hábitos nativos ou agrícolas.
Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
Íons Mn2+ativam algumas enzimas na
célula, em particular, descarboxilases e
desidrogenases envolvidas no ciclo de
Krebs (respiração). No entanto, a função
mais bem definida do Mn2+é a sua
participação na reação da fotossíntese, na
qual o O2 é produzido a partir da água
(H2O).
O principal sintoma de deficiência
de Mn2+é uma clorose internervural
associada com pequenas manchas
necróticas.
Esta clorose pode ocorrer em
folhas jovens ou velhas, dependendo
da espécie vegetal e da taxa de
crescimento.

Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
O ferro tem um papel importante como
componente de enzimas envolvidas na
transferência de elétrons (reações redox),
como citocromos e os centros Fe-S. Nesse
papel, ele é reversivelmente oxidado de
Fe2+a Fe3+ durante a transferência de
elétrons.
Como no caso do Mg2+, deficiência
de Fe apresenta-se como uma clorose
internervural. Esta, no entanto, ocorre
primeiramente nas folhas mais novas
devido a baixa mobilidade do Fe
(precipita como óxidos ou fosfatos de
ferro insolúveis ou como complexos
da fitoferritina).
A folha torna-se clorótica porque o
ferro é requerido para a síntese de
alguns complexos proteína-clorofila,
nos cloroplastos.
Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
Como o ferro, o cobre (Cu2+) está associado a
algumas enzimas envolvidas nas reações redox,
sendo reversivelmente oxidado de Cu +a Cu2+. O
principal exemplo é o complexo citocromo
oxidase da cadeia de transporte de elétrons
mitocondrial (respiração). Outro exemplo é a
plastocianina, a qual está envolvida na
transferência de elétrons durante as reações de
luz da fotossíntese.
Produção de folhas verde-escuras,
que
podem
conter
manchas
necróticas.
As manchas necróticas aparecem
primeiro no ápice das folhas jovens e
então se estendem em direção à base
da folha, ao longo das margens.
As folhas podem também ficar
retorcidas ou malformadas.
Sob deficiência severa as folhas
podem cair prematuramente.
Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
Algumas enzimas (desidrogenase alcoólica,
e carbônica, superóxido dismutase, etc.)
requerem Zn2+para suas atividades e ele
pode ser requerido para biossíntese de
clorofila em algumas espécies.
Redução do crescimento internodal, e,
como resultado, a planta apresenta um
hábito de crescimento rosetado.
As folhas podem ser também pequenas e
retorcidas, com margens de aparência
enrugada. Tais sintomas podem resultar da
perda da capacidade de produzir
quantidades suficientes da auxina, ácido
indol-3-acético.
Em algumas espécies (milho, sorgo,
feijoeiro), as folhas mais velhas podem
tornar-se cloróticas entre as nervuras e,
então, desenvolver manchas necróticas
brancas. É possível que a clorose seja uma
expressão da necessidade de zinco a
síntese de clorofila.

Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
Os íons Mo (Mo4+ a Mo6+) são componentes
de algumas enzimas, incluindo a redutase do
nitrato e a nitrogenase, enzimas envolvidas
na redução de nitrato para nitrito e de
nitrogênio
atmosférico
para
amônio,
respectivamente.
Clorose generalizada entre as
nervuras e a necrose das folhas mais
velhas.
Em algumas plantas, como a couveflor e brócolis, por exemplo, as folhas
podem não se tornar necróticas, mas,
podem parecer retorcidas e morrer.
A deficiência de molibdênio pode
aparecer
como
deficiência
de
nitrogênio se a fonte de N for o nitrato
ou se a planta depende da fixação
biológica de N2 (simbiose).

Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
A urease é a única enzima que se conhece
em plantas superiores que contém níquel,
embora microrganismos fixadores de
nitrogênio exijam níquel para a enzima que
reprocessa parte do gás hidrogênio gerado
durante a fixação (hidrogenase).
Plantas deficientes em níquel acumulam uréia
nas folhas e, em conseqüência, apresentam
necrose nos ápices foliares.
Plantas cultivadas em solo raramente, ou
mesmo nunca, mostram sinais de deficiência de
níquel, pois as quantidades requeridas de níquel
são minúsculas.
SOLO - Fonte de nutrientes para
as plantas.
0,2% -dissolvido na solução do
solo;
97,8% -forma de serrapilheira,
húmus, ligados ao material
inorgânico ou incorporados em
minerais;
2% -adsorvidos nos colóides do
solo.
SOLO
Resultado da
(intemperismo);

decomposição

das

rochas

Minerais primários (resultante do material
originário do intemperismo);
Minerais secundários
minerais primários).

(decompostos

dos
Os nutrientes minerais são íons resultantes da
progressiva hidrólise destes minerais compostos.
Se eles não são rapidamente absorvidos pelas
plantas e microorganismos, podem sofrer lixiviação,
sendo removidos do solo pela percolação da água da
chuva.
No entanto, porções significativas destes íons ficam
retidos na superfície das partículas de argila.
Florestas húmicas constituem a principal fonte de íons oriunda
da oxidação enzimática de compostos orgânicos que gera
produtos, tais como os íons NO3-, SO42-, H2PO4-.
A biodiversidade e a exuberância da vegetação das Matas
Atlântica e Amazônica são sustentadas pela eficiência no
processo de decomposição dos resíduos orgânicos e assimilação
desses produtos.
ABSORÇÃO é o processo pelo qual o
elemento (na forma iônica ou molecular)
passa do substrato para uma parte
qualquer da célula (parede, citoplasma,
vacúolo).
TRANSPORTE é o movimento do nutriente do
local de absorção para outra qualquer, dentro ou
fora da raiz;
REDISTRIBUIÇÃO é o movimento do nutriente
do local de residência (órgão) para outro: Ex: de
uma folha velha para uma folha jovem, de uma
folha para um fruto.
Interceptação radicular
Fluxo em massa
Difusão
Interceptação radicular
A raiz, ao se desenvolver,
encontra o elemento na
solução do solo, na qual
ele tem que estar para que
possa ser absorvido.
Fluxo em massa
Consiste no movimento do elemento em
uma fase aquosa móvel (=solução do solo),
de uma região mais úmida distante da raiz,
até outra mais seca (próxima da superfície
radicular).
Difusão
O nutriente caminha por distâncias
curtas, dentro de uma fase aquosa
estacionária, indo de uma região de maior
concentração para outra de concentração
menor, na superfície da raiz.
Passivo: O elemento entra sem que a célula
necessite gastar energia, deslocando-se de uma
região de maior concentração, a solução externa,
para outra de menor concentração, a qual
corresponde à parede celular, espaços
intercelulares e superfície externa do
plasmalema.
Os mecanismos passivos ocorrem a favor de um
gradiente de potencial químico ou eletroquímico.
Ativo: O processo ativo faz com que o nutriente
atravesse a barreira lipídica do plasmalema, atingindo
o citoplasma, podendo chegar ao vacúolo
(atravessando o tonoplasto).
Exige gasto de energia (fornecida pela respiração).
O mecanismo ativo ocorre contra o gradiente de
potencial químico ou eletroquímico.
Fonte: Taiz e Zeiger, 2004.
São proteínas integrais que
funcionam como poro seletivo na
membrana.
Estes canais não permanecem
constantemente abertos e parecem
abrir em resposta a sinais
ambientais.
O transporte por canais é
passivo (a favor de um gradiente
eletroquímico).
As substâncias são inicialmente
ligadas a um sítio específico do
carreador;
A ligação causa mudança na
conformação da proteína, a qual expõe a
substância na solução do outro lado da
membrana;
O transporte é completado quando a
substância dissocia do sítio de ligação
do carreador e este retorna para a
configuração inicial.
O transporte pode ser passivo ou ativo.
Passivo: difusão facilitada –a favor de um
gradiente eletroquímico.
Ativo: Acopla o transporte de soluto
contra o seu gradiente de potencial
eletroquímico com o transporte de outro
soluto a favor do seu gradiente (transporte
ativo secundário)
Conhecido
como
transporte ativo primário.
É acoplado diretamente a
uma
fonte
de
energia
metabólica, tal como a
hidrólise de ATP.
Muitas dessas proteínas
(bombas) transportam íons,
tais como H+e Ca2+.
Acoplamento do transporte contra o
gradiente de um soluto com o transporte de
outro soluto a favor do seu gradiente.
Esse co-transporte mediado por carreador é
denominado
TRANSPORTE
ATIVO
SECUNDÁRIO,
sendo
impulsionado
indiretamente por bombas.
SIMPORTE: Quando as duas substâncias ligadas
são transportadas na mesma direção.
ANTIPORTE: O movimento de um H+ impulsiona
o transporte ativo de um soluto na direção oposta.
OBS:Em ambos os casos, o soluto que está sendo
transportado simultaneamente com o H+ se move
contra um gradiente de potencial eletroquímico,por
isso o transporte é ATIVO.
FATORES EXTERNOS
Disponibilidade
Temperatura
Umidade
Aeração
pH
Interações iônica (sinergismo , antagonismo ou
inibição)
Microorganismos (micorrizas, bactérias fixadoras
de nitrogênio, etc.)
SINERGISMO: a absorção de um elemento é
estimulada pela presença de outro. Ex: Mg aumenta a
absorção de P.
ANTAGONISMO: a presença de um elemento diminui
a absorção de outro, cuja toxidez é assim eliminada ou
diminuída. Ex: Ca impede a absorção exagerada do Cu.
INIBIÇÃO: a presença de um íon inibe ou diminui a
absorção do outro. Pode ser competitiva ou não
competitiva.
FATORES INTERNOS
Potencialidade genética
Estado iônico interno
Nível de carboidratos
Intensidade transpiratória
Morfologia das raízes
1.Quais os critérios básicos para classificar um elemento
como essencial?
2.De acordo com Mengele Kirkby (1987), como são
classificados os elementos minerais?
3.Como se explica ser o cloro um elemento essencial, se o
mesmo não entra na composição de nenhum composto
tido como essencial?
4.Cite as principais funções e sintomas de deficiência dos
macro e micronutrientes essenciais.
5.Defina zona de deficiência, zona adequada e zona de
toxicidade de um elemento no tecido.
6.Defina transporte ativo e passivo.
7.Cite e caracterize as proteínas transportadoras da
membrana celular.
8.Defina simporte e antiporte.
9.Indique como ocorre a absorção de íons e o
transporte desde o solo até o xilema radicular.
10.Cite os fatores internos e externos que afetam a
absorção de nutrientes minerais.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Adubação
AdubaçãoAdubação
Aula 1 nutrição mineral
Aula 1 nutrição mineralAula 1 nutrição mineral
Aula 1 nutrição mineral
Pbsmal
 
Manejo da Materia Orgânica
Manejo da Materia OrgânicaManejo da Materia Orgânica
Manejo da Materia Orgânica
Bruno Anacleto
 
Fertilidade do Solo
Fertilidade do SoloFertilidade do Solo
Fertilidade do Solo
Gustavo Avila
 
Nutrição mineral de plantas_Fósforo (P)
Nutrição mineral de plantas_Fósforo (P)Nutrição mineral de plantas_Fósforo (P)
Nutrição mineral de plantas_Fósforo (P)
Dayenne Herrera
 
Agricultura geral aula 1 de_adubacao
Agricultura geral aula 1 de_adubacaoAgricultura geral aula 1 de_adubacao
Agricultura geral aula 1 de_adubacao
Emanuel Malai
 
MANEJO DO SOLOS EM SISTEMAS DE PLANTIO
MANEJO DO SOLOS EM SISTEMAS DE PLANTIOMANEJO DO SOLOS EM SISTEMAS DE PLANTIO
MANEJO DO SOLOS EM SISTEMAS DE PLANTIO
Geagra UFG
 
Fertilidade do solo
Fertilidade do soloFertilidade do solo
Fertilidade do solo
Alfredo Cossa
 
Manejo Integrado de Doenças de Plantas
Manejo Integrado de Doenças de PlantasManejo Integrado de Doenças de Plantas
Manejo Integrado de Doenças de Plantas
AgriculturaSustentavel
 
Classificação de doenças de McNew
Classificação de doenças de McNewClassificação de doenças de McNew
Classificação de doenças de McNew
Giovani de Oliveira Arieira
 
Col.agro 14.interpretacao da analise do solo
Col.agro 14.interpretacao da analise do soloCol.agro 14.interpretacao da analise do solo
Col.agro 14.interpretacao da analise do solo
gastao ney monte braga
 
Aula 10 plantas c3 c4 cam pdf
Aula 10 plantas c3 c4 cam pdfAula 10 plantas c3 c4 cam pdf
Aula 10 plantas c3 c4 cam pdf
Erica Oliveira
 
Estresses ambientais em vegetais
Estresses ambientais em vegetaisEstresses ambientais em vegetais
Estresses ambientais em vegetais
Heitor de Oliveira Braga
 
Biofertilizantes
BiofertilizantesBiofertilizantes
Biofertilizantes
Josimar Oliveira
 
Cultivo do tomate orgânico (Olericultura)
Cultivo do tomate orgânico (Olericultura)Cultivo do tomate orgânico (Olericultura)
Cultivo do tomate orgânico (Olericultura)
Ariana Francielle
 
Fisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantasFisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantas
Ana Carolina Boa
 
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do MilhoCultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Ítalo Arrais
 
Preparação do solo, uso de corretivos e tecnologias de aplicação.
Preparação do solo,  uso de corretivos e tecnologias de aplicação.Preparação do solo,  uso de corretivos e tecnologias de aplicação.
Preparação do solo, uso de corretivos e tecnologias de aplicação.
AM Placas Ltda. Placas
 
AULA 1 INTRODUÇÃO A OLERICULTURA.pptx
AULA 1 INTRODUÇÃO A OLERICULTURA.pptxAULA 1 INTRODUÇÃO A OLERICULTURA.pptx
AULA 1 INTRODUÇÃO A OLERICULTURA.pptx
MateusGonalves85
 
A cultura do Milho
A cultura do MilhoA cultura do Milho
A cultura do Milho
Killer Max
 

Mais procurados (20)

Adubação
AdubaçãoAdubação
Adubação
 
Aula 1 nutrição mineral
Aula 1 nutrição mineralAula 1 nutrição mineral
Aula 1 nutrição mineral
 
Manejo da Materia Orgânica
Manejo da Materia OrgânicaManejo da Materia Orgânica
Manejo da Materia Orgânica
 
Fertilidade do Solo
Fertilidade do SoloFertilidade do Solo
Fertilidade do Solo
 
Nutrição mineral de plantas_Fósforo (P)
Nutrição mineral de plantas_Fósforo (P)Nutrição mineral de plantas_Fósforo (P)
Nutrição mineral de plantas_Fósforo (P)
 
Agricultura geral aula 1 de_adubacao
Agricultura geral aula 1 de_adubacaoAgricultura geral aula 1 de_adubacao
Agricultura geral aula 1 de_adubacao
 
MANEJO DO SOLOS EM SISTEMAS DE PLANTIO
MANEJO DO SOLOS EM SISTEMAS DE PLANTIOMANEJO DO SOLOS EM SISTEMAS DE PLANTIO
MANEJO DO SOLOS EM SISTEMAS DE PLANTIO
 
Fertilidade do solo
Fertilidade do soloFertilidade do solo
Fertilidade do solo
 
Manejo Integrado de Doenças de Plantas
Manejo Integrado de Doenças de PlantasManejo Integrado de Doenças de Plantas
Manejo Integrado de Doenças de Plantas
 
Classificação de doenças de McNew
Classificação de doenças de McNewClassificação de doenças de McNew
Classificação de doenças de McNew
 
Col.agro 14.interpretacao da analise do solo
Col.agro 14.interpretacao da analise do soloCol.agro 14.interpretacao da analise do solo
Col.agro 14.interpretacao da analise do solo
 
Aula 10 plantas c3 c4 cam pdf
Aula 10 plantas c3 c4 cam pdfAula 10 plantas c3 c4 cam pdf
Aula 10 plantas c3 c4 cam pdf
 
Estresses ambientais em vegetais
Estresses ambientais em vegetaisEstresses ambientais em vegetais
Estresses ambientais em vegetais
 
Biofertilizantes
BiofertilizantesBiofertilizantes
Biofertilizantes
 
Cultivo do tomate orgânico (Olericultura)
Cultivo do tomate orgânico (Olericultura)Cultivo do tomate orgânico (Olericultura)
Cultivo do tomate orgânico (Olericultura)
 
Fisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantasFisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantas
 
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do MilhoCultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
 
Preparação do solo, uso de corretivos e tecnologias de aplicação.
Preparação do solo,  uso de corretivos e tecnologias de aplicação.Preparação do solo,  uso de corretivos e tecnologias de aplicação.
Preparação do solo, uso de corretivos e tecnologias de aplicação.
 
AULA 1 INTRODUÇÃO A OLERICULTURA.pptx
AULA 1 INTRODUÇÃO A OLERICULTURA.pptxAULA 1 INTRODUÇÃO A OLERICULTURA.pptx
AULA 1 INTRODUÇÃO A OLERICULTURA.pptx
 
A cultura do Milho
A cultura do MilhoA cultura do Milho
A cultura do Milho
 

Destaque

As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)
As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)
As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)
Nefer19
 
Metabolismo energético
Metabolismo energéticoMetabolismo energético
Metabolismo energético
MARISTA , UVA, FIC, FAINTER, GÊNESIS
 
Astronomia de Vitrúvio e a datação da sua época - Tese de Marcos Calil
Astronomia de Vitrúvio e a datação da sua época - Tese de Marcos CalilAstronomia de Vitrúvio e a datação da sua época - Tese de Marcos Calil
Astronomia de Vitrúvio e a datação da sua época - Tese de Marcos Calil
Marcos Calil
 
água e biomoléculas
água e biomoléculaságua e biomoléculas
água e biomoléculas
Victor Maciel
 
A paisagem, os lugares e o tempo e o espaço geográfica (módulos 5 e 7) - 6º A...
A paisagem, os lugares e o tempo e o espaço geográfica (módulos 5 e 7) - 6º A...A paisagem, os lugares e o tempo e o espaço geográfica (módulos 5 e 7) - 6º A...
A paisagem, os lugares e o tempo e o espaço geográfica (módulos 5 e 7) - 6º A...
Nefer19
 
Guia de análises de acidentes de trabalho
Guia de análises de acidentes de trabalhoGuia de análises de acidentes de trabalho
Guia de análises de acidentes de trabalho
Josué Sampaio
 
Marcos Calil_Luneta_Colegio Dante Alighieri
Marcos Calil_Luneta_Colegio Dante AlighieriMarcos Calil_Luneta_Colegio Dante Alighieri
Marcos Calil_Luneta_Colegio Dante Alighieri
Marcos Calil
 
Bioquímica componentes inorgânicos e orgânicos
Bioquímica   componentes inorgânicos e orgânicosBioquímica   componentes inorgânicos e orgânicos
Bioquímica componentes inorgânicos e orgânicos
carreiralopes
 
Dietética e confecção de alimentos
Dietética e confecção de alimentosDietética e confecção de alimentos
Dietética e confecção de alimentos
Paulo Vaz
 
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º AnoOs Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
Nefer19
 
As Regiões do Brasil - 7º Ano (2017)
As Regiões do Brasil - 7º Ano (2017)As Regiões do Brasil - 7º Ano (2017)
As Regiões do Brasil - 7º Ano (2017)
Nefer19
 
História da Astronomia - Johannes Kepler - Parte 6 de 7
História da Astronomia - Johannes Kepler - Parte 6 de 7História da Astronomia - Johannes Kepler - Parte 6 de 7
História da Astronomia - Johannes Kepler - Parte 6 de 7
Instituto Iprodesc
 
Ap. fundamentos bioquímica
Ap. fundamentos bioquímicaAp. fundamentos bioquímica
Ap. fundamentos bioquímica
Fernanda Sanches
 
Evoluçao 1.2
Evoluçao 1.2Evoluçao 1.2
Evoluçao 1.2
Poliedro2asp
 
4.2015 2.observação de objetos celestes noturnos
4.2015 2.observação de objetos celestes noturnos4.2015 2.observação de objetos celestes noturnos
4.2015 2.observação de objetos celestes noturnos
Instituto Iprodesc
 
Mesopotâmia - 6º Ano (2017)
Mesopotâmia - 6º Ano (2017)Mesopotâmia - 6º Ano (2017)
Mesopotâmia - 6º Ano (2017)
Nefer19
 
História da Astronomia - Copérnico e Tycho Brahe - Parte 4 de 7
História da Astronomia - Copérnico e Tycho Brahe - Parte 4 de 7História da Astronomia - Copérnico e Tycho Brahe - Parte 4 de 7
História da Astronomia - Copérnico e Tycho Brahe - Parte 4 de 7
Instituto Iprodesc
 
Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2017)
Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2017)Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2017)
Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2017)
Nefer19
 
Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2016)
Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2016)Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2016)
Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2016)
Nefer19
 
Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)
Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)
Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)
Nefer19
 

Destaque (20)

As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)
As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)
As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)
 
Metabolismo energético
Metabolismo energéticoMetabolismo energético
Metabolismo energético
 
Astronomia de Vitrúvio e a datação da sua época - Tese de Marcos Calil
Astronomia de Vitrúvio e a datação da sua época - Tese de Marcos CalilAstronomia de Vitrúvio e a datação da sua época - Tese de Marcos Calil
Astronomia de Vitrúvio e a datação da sua época - Tese de Marcos Calil
 
água e biomoléculas
água e biomoléculaságua e biomoléculas
água e biomoléculas
 
A paisagem, os lugares e o tempo e o espaço geográfica (módulos 5 e 7) - 6º A...
A paisagem, os lugares e o tempo e o espaço geográfica (módulos 5 e 7) - 6º A...A paisagem, os lugares e o tempo e o espaço geográfica (módulos 5 e 7) - 6º A...
A paisagem, os lugares e o tempo e o espaço geográfica (módulos 5 e 7) - 6º A...
 
Guia de análises de acidentes de trabalho
Guia de análises de acidentes de trabalhoGuia de análises de acidentes de trabalho
Guia de análises de acidentes de trabalho
 
Marcos Calil_Luneta_Colegio Dante Alighieri
Marcos Calil_Luneta_Colegio Dante AlighieriMarcos Calil_Luneta_Colegio Dante Alighieri
Marcos Calil_Luneta_Colegio Dante Alighieri
 
Bioquímica componentes inorgânicos e orgânicos
Bioquímica   componentes inorgânicos e orgânicosBioquímica   componentes inorgânicos e orgânicos
Bioquímica componentes inorgânicos e orgânicos
 
Dietética e confecção de alimentos
Dietética e confecção de alimentosDietética e confecção de alimentos
Dietética e confecção de alimentos
 
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º AnoOs Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
 
As Regiões do Brasil - 7º Ano (2017)
As Regiões do Brasil - 7º Ano (2017)As Regiões do Brasil - 7º Ano (2017)
As Regiões do Brasil - 7º Ano (2017)
 
História da Astronomia - Johannes Kepler - Parte 6 de 7
História da Astronomia - Johannes Kepler - Parte 6 de 7História da Astronomia - Johannes Kepler - Parte 6 de 7
História da Astronomia - Johannes Kepler - Parte 6 de 7
 
Ap. fundamentos bioquímica
Ap. fundamentos bioquímicaAp. fundamentos bioquímica
Ap. fundamentos bioquímica
 
Evoluçao 1.2
Evoluçao 1.2Evoluçao 1.2
Evoluçao 1.2
 
4.2015 2.observação de objetos celestes noturnos
4.2015 2.observação de objetos celestes noturnos4.2015 2.observação de objetos celestes noturnos
4.2015 2.observação de objetos celestes noturnos
 
Mesopotâmia - 6º Ano (2017)
Mesopotâmia - 6º Ano (2017)Mesopotâmia - 6º Ano (2017)
Mesopotâmia - 6º Ano (2017)
 
História da Astronomia - Copérnico e Tycho Brahe - Parte 4 de 7
História da Astronomia - Copérnico e Tycho Brahe - Parte 4 de 7História da Astronomia - Copérnico e Tycho Brahe - Parte 4 de 7
História da Astronomia - Copérnico e Tycho Brahe - Parte 4 de 7
 
Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2017)
Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2017)Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2017)
Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2017)
 
Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2016)
Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2016)Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2016)
Aspectos populacionais do Brasil 2 - 7º Ano (2016)
 
Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)
Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)
Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)
 

Semelhante a Aula de nutrição mineral

Beatriz e evellyn 4ano e
Beatriz e evellyn 4ano eBeatriz e evellyn 4ano e
Beatriz e evellyn 4ano e
4eprofessoravaleria
 
Nutrição mineral
Nutrição mineralNutrição mineral
Nutrição mineral
Faculdade Guaraí
 
1 teórica - conceitos de fertilidade do solo
1   teórica - conceitos de fertilidade do solo1   teórica - conceitos de fertilidade do solo
1 teórica - conceitos de fertilidade do solo
Vanessa 2 DOMINGOS
 
001 fundamentos planta - apostila técnica
001   fundamentos planta - apostila técnica001   fundamentos planta - apostila técnica
001 fundamentos planta - apostila técnica
Saymon Acchile'
 
Segundo EXPERIENCIA LAB Sifa.docx
Segundo EXPERIENCIA LAB Sifa.docxSegundo EXPERIENCIA LAB Sifa.docx
Segundo EXPERIENCIA LAB Sifa.docx
abondio
 
Química e fertilidade do solo unidades
Química e fertilidade do solo  unidadesQuímica e fertilidade do solo  unidades
Química e fertilidade do solo unidades
Rogger Wins
 
Iv nutricao mineral
Iv nutricao mineralIv nutricao mineral
Iv nutricao mineral
Rodrigo Marques
 
Batista2018 [capítulo][obs. título - Princípios de fertilidade do solo, aduba...
Batista2018 [capítulo][obs. título - Princípios de fertilidade do solo, aduba...Batista2018 [capítulo][obs. título - Princípios de fertilidade do solo, aduba...
Batista2018 [capítulo][obs. título - Princípios de fertilidade do solo, aduba...
VeryTrue1
 
4a Parte do Curso de Fertirrigação, Matéria Orgânica Solofértil-2017 (1).pdf
4a Parte do Curso de Fertirrigação, Matéria Orgânica Solofértil-2017 (1).pdf4a Parte do Curso de Fertirrigação, Matéria Orgânica Solofértil-2017 (1).pdf
4a Parte do Curso de Fertirrigação, Matéria Orgânica Solofértil-2017 (1).pdf
paulo882111
 
Nutricao das plantas 1
Nutricao das plantas 1Nutricao das plantas 1
Nutricao das plantas 1
AnaSantos1304
 
Fisiologia Vegetal
Fisiologia VegetalFisiologia Vegetal
Fisiologia Vegetal
Osmilde Lavigne Gaspar
 
Silvia Puc Salvador Microoganismos
Silvia Puc Salvador MicrooganismosSilvia Puc Salvador Microoganismos
Silvia Puc Salvador Microoganismos
PEDRO PACHECO
 
Nutrição mineral
Nutrição mineralNutrição mineral
Nutrição mineral
UEG
 
Relatorio nutrientes
Relatorio nutrientesRelatorio nutrientes
Relatorio nutrientes
Igor Bulhões
 
Enzima
EnzimaEnzima
Enzima do Solo
Enzima do SoloEnzima do Solo
Enzima do Solo
Francinete Alves
 
Revisão para o 3º ano matéria do 2º ano
Revisão para o 3º ano matéria do 2º anoRevisão para o 3º ano matéria do 2º ano
Revisão para o 3º ano matéria do 2º ano
Atividades Diversas Cláudia
 
Revisão para o 3º ano matéria do 2º ano
Revisão para o 3º ano matéria do 2º anoRevisão para o 3º ano matéria do 2º ano
Revisão para o 3º ano matéria do 2º ano
Atividades Diversas Cláudia
 
Metabolitos secundarios nas plantas
Metabolitos secundarios nas plantasMetabolitos secundarios nas plantas
Metabolitos secundarios nas plantas
Ana Lúcia
 
4646 16678-1-pb
4646 16678-1-pb4646 16678-1-pb

Semelhante a Aula de nutrição mineral (20)

Beatriz e evellyn 4ano e
Beatriz e evellyn 4ano eBeatriz e evellyn 4ano e
Beatriz e evellyn 4ano e
 
Nutrição mineral
Nutrição mineralNutrição mineral
Nutrição mineral
 
1 teórica - conceitos de fertilidade do solo
1   teórica - conceitos de fertilidade do solo1   teórica - conceitos de fertilidade do solo
1 teórica - conceitos de fertilidade do solo
 
001 fundamentos planta - apostila técnica
001   fundamentos planta - apostila técnica001   fundamentos planta - apostila técnica
001 fundamentos planta - apostila técnica
 
Segundo EXPERIENCIA LAB Sifa.docx
Segundo EXPERIENCIA LAB Sifa.docxSegundo EXPERIENCIA LAB Sifa.docx
Segundo EXPERIENCIA LAB Sifa.docx
 
Química e fertilidade do solo unidades
Química e fertilidade do solo  unidadesQuímica e fertilidade do solo  unidades
Química e fertilidade do solo unidades
 
Iv nutricao mineral
Iv nutricao mineralIv nutricao mineral
Iv nutricao mineral
 
Batista2018 [capítulo][obs. título - Princípios de fertilidade do solo, aduba...
Batista2018 [capítulo][obs. título - Princípios de fertilidade do solo, aduba...Batista2018 [capítulo][obs. título - Princípios de fertilidade do solo, aduba...
Batista2018 [capítulo][obs. título - Princípios de fertilidade do solo, aduba...
 
4a Parte do Curso de Fertirrigação, Matéria Orgânica Solofértil-2017 (1).pdf
4a Parte do Curso de Fertirrigação, Matéria Orgânica Solofértil-2017 (1).pdf4a Parte do Curso de Fertirrigação, Matéria Orgânica Solofértil-2017 (1).pdf
4a Parte do Curso de Fertirrigação, Matéria Orgânica Solofértil-2017 (1).pdf
 
Nutricao das plantas 1
Nutricao das plantas 1Nutricao das plantas 1
Nutricao das plantas 1
 
Fisiologia Vegetal
Fisiologia VegetalFisiologia Vegetal
Fisiologia Vegetal
 
Silvia Puc Salvador Microoganismos
Silvia Puc Salvador MicrooganismosSilvia Puc Salvador Microoganismos
Silvia Puc Salvador Microoganismos
 
Nutrição mineral
Nutrição mineralNutrição mineral
Nutrição mineral
 
Relatorio nutrientes
Relatorio nutrientesRelatorio nutrientes
Relatorio nutrientes
 
Enzima
EnzimaEnzima
Enzima
 
Enzima do Solo
Enzima do SoloEnzima do Solo
Enzima do Solo
 
Revisão para o 3º ano matéria do 2º ano
Revisão para o 3º ano matéria do 2º anoRevisão para o 3º ano matéria do 2º ano
Revisão para o 3º ano matéria do 2º ano
 
Revisão para o 3º ano matéria do 2º ano
Revisão para o 3º ano matéria do 2º anoRevisão para o 3º ano matéria do 2º ano
Revisão para o 3º ano matéria do 2º ano
 
Metabolitos secundarios nas plantas
Metabolitos secundarios nas plantasMetabolitos secundarios nas plantas
Metabolitos secundarios nas plantas
 
4646 16678-1-pb
4646 16678-1-pb4646 16678-1-pb
4646 16678-1-pb
 

Mais de Bruno Rodrigues

11628 37607-1-pb
11628 37607-1-pb11628 37607-1-pb
11628 37607-1-pb
Bruno Rodrigues
 
Eapt 2012-903
Eapt 2012-903Eapt 2012-903
Eapt 2012-903
Bruno Rodrigues
 
Manicoba
ManicobaManicoba
Manicoba
Bruno Rodrigues
 
832 3044-1-pb
832 3044-1-pb832 3044-1-pb
832 3044-1-pb
Bruno Rodrigues
 
Viveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerrado
Viveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerradoViveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerrado
Viveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerrado
Bruno Rodrigues
 
Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01
Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01
Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01
Bruno Rodrigues
 
Manual de análise de sementes
Manual de análise de sementesManual de análise de sementes
Manual de análise de sementes
Bruno Rodrigues
 
Guia de sementes_final_203
Guia de sementes_final_203Guia de sementes_final_203
Guia de sementes_final_203
Bruno Rodrigues
 
Documentos -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
Documentos  -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemiDocumentos  -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
Documentos -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
Bruno Rodrigues
 
Curation protocol portuguese
Curation protocol portugueseCuration protocol portuguese
Curation protocol portuguese
Bruno Rodrigues
 
12261 sementes -web
12261 sementes -web12261 sementes -web
12261 sementes -web
Bruno Rodrigues
 
2012 05-r1
2012 05-r12012 05-r1
2012 05-r1
Bruno Rodrigues
 
5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado
5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado
5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado
Bruno Rodrigues
 
Germinação e dormência de sementes florestais (1)
Germinação e dormência de sementes florestais (1)Germinação e dormência de sementes florestais (1)
Germinação e dormência de sementes florestais (1)
Bruno Rodrigues
 
Genética agropecuária
Genética agropecuáriaGenética agropecuária
Genética agropecuária
Bruno Rodrigues
 
Administração rural
Administração ruralAdministração rural
Administração rural
Bruno Rodrigues
 
Adm. rural 3
Adm. rural 3Adm. rural 3
Adm. rural 3
Bruno Rodrigues
 
Unidade 06 vigor em sementes
Unidade 06 vigor em sementesUnidade 06 vigor em sementes
Unidade 06 vigor em sementes
Bruno Rodrigues
 
Unidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementesUnidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementes
Bruno Rodrigues
 
Unidade 04 germinação das sementes
Unidade 04 germinação das sementesUnidade 04 germinação das sementes
Unidade 04 germinação das sementes
Bruno Rodrigues
 

Mais de Bruno Rodrigues (20)

11628 37607-1-pb
11628 37607-1-pb11628 37607-1-pb
11628 37607-1-pb
 
Eapt 2012-903
Eapt 2012-903Eapt 2012-903
Eapt 2012-903
 
Manicoba
ManicobaManicoba
Manicoba
 
832 3044-1-pb
832 3044-1-pb832 3044-1-pb
832 3044-1-pb
 
Viveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerrado
Viveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerradoViveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerrado
Viveiro e-producao-de-mudas-de-algumas-especies-arboreas-nativas-do-cerrado
 
Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01
Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01
Sementesflorestais guiaparagerminaode100espciesnativas-130806124231-phpapp01
 
Manual de análise de sementes
Manual de análise de sementesManual de análise de sementes
Manual de análise de sementes
 
Guia de sementes_final_203
Guia de sementes_final_203Guia de sementes_final_203
Guia de sementes_final_203
 
Documentos -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
Documentos  -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemiDocumentos  -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
Documentos -colheita_de_sementes_e_producao_de_mudas_-_noemi
 
Curation protocol portuguese
Curation protocol portugueseCuration protocol portuguese
Curation protocol portuguese
 
12261 sementes -web
12261 sementes -web12261 sementes -web
12261 sementes -web
 
2012 05-r1
2012 05-r12012 05-r1
2012 05-r1
 
5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado
5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado
5 producao-de-mudas-de-plantas-nativa-do-cerrado
 
Germinação e dormência de sementes florestais (1)
Germinação e dormência de sementes florestais (1)Germinação e dormência de sementes florestais (1)
Germinação e dormência de sementes florestais (1)
 
Genética agropecuária
Genética agropecuáriaGenética agropecuária
Genética agropecuária
 
Administração rural
Administração ruralAdministração rural
Administração rural
 
Adm. rural 3
Adm. rural 3Adm. rural 3
Adm. rural 3
 
Unidade 06 vigor em sementes
Unidade 06 vigor em sementesUnidade 06 vigor em sementes
Unidade 06 vigor em sementes
 
Unidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementesUnidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementes
 
Unidade 04 germinação das sementes
Unidade 04 germinação das sementesUnidade 04 germinação das sementes
Unidade 04 germinação das sementes
 

Último

Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdfCertificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
joaovmp3
 
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdfManual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
WELITONNOGUEIRA3
 
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdfDESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
Momento da Informática
 
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptxLogica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Momento da Informática
 
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdfTOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
Momento da Informática
 
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptxHistória da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
TomasSousa7
 

Último (6)

Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdfCertificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
 
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdfManual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
 
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdfDESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
 
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptxLogica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
 
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdfTOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
 
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptxHistória da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
 

Aula de nutrição mineral

  • 1. Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado de Ciências Biológicas NUTRIÇÃO MINERAL Professora: Marcelle Almeida da Silva
  • 2. NUTRIÇÃO MINERAL “A mãe terra quando fertilizada pela chuva dá vida às plantas que alimentam homens e animais. Mas aquilo que veio da terra a ela deve retornar, assim como o que veio do ar ao ar voltará. Pois a morte não destrói a matéria, mas somente quebra a união de seus elementos, os quais voltam a se recombinar em outras formas”. Demócrito de Abdera(460 –360 a.C.)
  • 3. BREVE HISTÓRICO Bernard Palissy (1510-1589) - fertilidade de solos suplementados com cinzas de vegetais incinerados decorria da reposição da matéria removida do solo. Humismo (teoria vitalista): força vital presente no humus. Jan Baptistvan Helmont (1580-1644) - crescimento de um salgueiro durante 5 anos - incremento da massa da planta devido à água de irrigação. JonhWoodward (1665-1728) - água contendo partículas do solo ou de detritos orgânicos era mais eficiente na promoção do crescimento vegetal do que a água da chuva. Concluiu que a água tinha a função de carrear elementos do solo para a planta.
  • 4. BREVE HISTÓRICO Somente no século XVIII os cientistas renascentistas passaram a desenvolver experimentos controlados e, mesmo com a precária base tecnológica da época, elucidaram o papel central dos minerais, da água, dos gases e da luz no crescimento vegetal. Devido a natureza complexa da relação planta-soloatmosfera, estudos na área de nutrição mineral envolvem químicos que estudam a atmosfera, pedologistas, hidrologistas, microbiologistas e ecologistas, além de fisiologistas vegetais. Taiz e Zeiger, 2004
  • 5. NUTRIÇÃO MINERAL O estudo de como as plantas absorvem, transportam, assimilam e utilizam íons é conhecido como NUTRIÇÃO MINERAL. MINERAL Busca o entendimento das relações iônicas sob condições naturais de solo (salinidade, alcalinidade, acidez, presença de elementos tóxicos, etc.). Maior interesse pela agricultura e à produtividade das culturas (alta produção agrícola depende da fertilização com elementos minerais).
  • 6. ESSENCIALIDADE DOS ELEMENTOS Um elemento essencial é definido como aquele cuja ausência impede uma planta de completar o seu ciclo de vida ou aquele que tem um papel fisiológico claro (está envolvido no metabolismo ou constituinte de estruturas celulares ou moléculas e a função do elemento é específica).
  • 7. CRITÉRIOS DE ESSENCIALIDADE A planta não é capaz de completar o seu ciclo de vida na ausência do elemento; A função do elemento é específica, ou seja, nenhum outro poderá substituí-lo naquela função; O elemento deve estar envolvido no metabolismo da planta (como constituinte de molécula, participar de uma reação, etc.).
  • 8. CRITÉRIOS DE ESSENCIALIDADE “Todos os elementos essenciais devem ser encontrados nas plantas, mas nem todos os elementos encontrados nas plantas são elementos essenciais”
  • 9. ELEMENTOS MINERAIS Os elementos minerais essenciais são classificados em macro e micronutrientes de acordo com a sua concentração relativa no tecido ou de acordo com a concentração requerida para o crescimento adequado da planta. Macronutrientes: N, P, K, Ca, Mg, S. Micronutrientes: Fe, Cu, Zn, Mn, Mo, B, Cl e Ni. C, O e H não são considerados elementos minerais por serem obtidos primariamente da água H2O e CO2.
  • 10. ELEMENTOS MINERAIS Os elementos minerais podem ser classificados em macro e micronutrientes em função de sua concentração no solo: Macronutriete - cuja concentração é maior do que 10-6 mol.L-1. Micronutriente - cuja concentração é menor do que 10-6 mol.L-1.
  • 11. ESSENCIALIDADE DOS ELEMENTOS A demonstração da essencialidade desses 17 elementos foi gradual. Por volta de 1900, fisiologistas vegetais como Knope e Sachs estabeleceram que as plantas não requerem necessariamente partículas do solo, matéria orgânica ou microrganismos para completarem seu ciclo de vida. Esses pesquisadores já sabiam que as plantas podiam crescer em água com saís dissolvidos contendo N, P, K, S, Ca, Mg e Fe. Em 1923 já se sabia que além dos macronutrientes e do Fe, quatro nutrientes a mais (Cu, Mn, Zn e B) aumentavam o crescimento das plantas quando adicionados em pequenas quantidades. Em 1939, Arnon & Stout demonstraram que o Mo é essencial para plantas. Em 1954, com o avanço das técnicas de purificação de sais e de cultivo hidropônico, descobriu-se a essencialidade do Cl.
  • 12. ESSENCIALIDADE DOS ELEMENTOS Para se demonstrar a essencialidade do Ni, primeiro descobriu-se que ele fazia parte da enzima urease (que transforma uréia em amônia). Mais tarde, foi preciso provar que as plantas não completavam seu ciclo produtivo na ausência desse nutriente. No entanto, o Ni é requerido em concentrações tão baixas que o conteúdo presente nas sementes já é suficiente para que as novas plantas completem seu ciclo produtivo. Em 1987 conseguiu-se demonstrar que o Ni é essencial para as plantas cultivando-se cevada por três gerações em sua ausência. Nesse experimento, as sementes produzidas pelas plantas da terceira geração não foram mais viáveis (Brown et al., 1987).
  • 13. OUTROS ELEMENTOS Elementos benéficos: Estimulam o crescimento (Ex: Na+ para o coqueiro) ou são essenciais apenas para algumas espécies, como o Na+(halófitas) , Si (algumas gramíneas como arroz e cana) e Al 2+ (espécies de solos ácidos), Co (leguminosas). Elementos tóxicos: Prejudicam o crescimento desenvolvimento das plantas, podendo ser letal. Ex: Metais pesados. Obs: Qualquer elemento em excesso pode ser tóxico. e o
  • 14. Mengel and Kirkby (1987) propuseram que os elementos essenciais sejam classificados de acordo com seu papel bioquímico e sua função fisiológica, em quatro grupos Primeiro grupo: elementos essenciais que fazem parte de compostos de carbono. As plantas assimilam esses nutrientes por meio de reações bioquímicas envolvendo oxidações e reduções. N, S. Ex:
  • 15. Mengel and Kirkby (1987) propuseram que os elementos essenciais sejam classificados de acordo com seu papel bioquímico e sua função fisiológica, em quatro grupos Segundo grupo: nutrientes importantes na armazenagem de energia e na integridade estrutural. P , Si e B. Ex:
  • 16. Mengel and Kirkby (1987) propuseram que os elementos essenciais sejam classificados de acordo com seu papel bioquímico e sua função fisiológica, em quatro grupos Terceiro grupo: nutrientes que permanecem na forma iônica ou que estão ligados a substâncias tais como ácidos pécticos, presentes na parede celular vegetal. De especial importância são seus papéis como cofatores enzimáticos e na regulação de potenciais osmóticos. São eles o K , Ca, Mg, Cl, Mn e Na. Ex: Molécula de clorofila
  • 17. Mengel and Kirkby (1987) propuseram que os elementos essenciais sejam classificados de acordo com seu papel bioquímico e sua função fisiológica, em quatro grupos Quarto grupo: nutrientes que desempenham funções em reações redox (envolvendo transporte de elétrons). São eles o Fe, Zn, Cu, Ni e Mo. Ex:
  • 18. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 19. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 20. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 25. O relacionamento entre o crescimento ou a produtividade das plantas e a concentração dos nutrientes no tecido evidencia a ocorrência de três zonas distintas: ZONA DE DEFICIÊNCIA ZONA ADEQUADA ZONA DE TOXICIDADE
  • 26. ZONA DE DEFICIÊNCIA: ocorre quando o teor do nutriente no tecido é baixo e o crescimento é reduzido. A adição de fertilizante produz incremento na produtividade. ZONA ADEQUADA: Nessa região, aumento no teor do nutriente não implica em aumento do crescimento ou da produtividade. ZONA DE TOXICIDADE: O nutriente acumulou em excesso, produzindo toxicidade.
  • 27. Fonte: Taiz e Zeiger, 2004
  • 28. O suprimento inadequado de um elemento essencial (excesso ou deficiência) resulta em uma desordem nutricional manifestada por características definidas como SINTOMAS. Os SINTOMAS de deficiência de nutrientes em uma planta correspondem à expressão da desordem metabólica resultante do suprimento insuficiente ou em excesso de um elemento essencial.
  • 29. Fonte: Taiz e Zeiger, 2004.
  • 30. ELEMENTOS ESSENCIAIS: FUNÇÕES E SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA
  • 31. O nitrogênio (N) é o elemento essencial requerido em maior quantidade pelas plantas. É constituinte de muitos compostos da célula vegetal, incluindo aminoácidos e ácidos nucléicos, e consequentemente as proteínas. Portanto, a deficiência de nitrogênio rapidamente inibe o crescimento vegetal.
  • 32. Clorose (amarelecimento das folhas), sobretudo nas folhas mais velhas. A intensificação pode causar queda de folhas. Pode apresentar acúmulo de carboidratos -síntese de antocianina (coloração púrpura) Uma planta deficiente em nitrogênio pode ter folhas superiores verde-claras e folhas inferiores amarelas ou castanhas. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 33. O enxofre (S) é encontrado em dois aminoácidos (cisteína e metionina) e é constituinte de várias coenzimas (AcetilCo-A, Glutationa, etc.), proteínas, além de vitaminas essenciais ao metabolismo. Assim, muitos dos sintomas de deficiência de S são semelhantes aos da deficiência de nitrogênio.
  • 34. Clorose (nas folhas mais jovens), consequencia da baixa mobilidade de S na planta; Redução do crescimento; Acúmulo de antocianinas; Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 35. O fósforo (P), como fosfato (HPO42-) é um componente integral de importantes compostos da planta, incluindo açúcaresfosfato (glicose 6P, frutose 6P, etc.), intermediários da respiração e fotossíntese, fosfolipídeos de membranas, nucleotídeos usados como fonte de energia (ATP) e nos ácidos nucléicos (DNA e RNA).
  • 36. Coloração verde escura das folhas, as quais podem encontrarse malformadas e conter pequenas manchas de tecido morto, chamadas manchas necróticas. Aparecimento da cor púrpura, devido ao acúmulo de antocianina. Produção de caules delgados (mas não lenhosos) e a morte das folhas mais velhas. A maturação da planta também pode ser retardada. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 37. Evidências experimentais sugerem que o B desempenha funções no alongamento celular, síntese de ácidos nucléicos, respostas hormonais e funcionamento de membranas.
  • 38. •Necrose preta de folhas jovens e gemas terminais. A necrose das folhas jovens ocorre principalmente na base da lâmina foliar. •Os caules ficam anormalmente rígidos e quebradiços. •A dominância apical pode ser perdida, tornando a planta altamente ramificada; •Estruturas como frutos, raízes carnosas e tubérculos podem exibir necrose ou anormalidades relacionadas à desintegração de tecidos internos. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 39. O potássio está presente na planta como cátion monovalente (K+) e executa importante papel na regulação do potencial osmótico de células de plantas, papel importante para o mecanismo de abertura e fechamento dos estômatos nas folhas. É também requerido para a ativação de muitas enzimas da respiração e da fotossíntese.
  • 40. Clorose em manchas ou marginal, que então evolui para necrose principalmente nos ápices foliares e entre as nervuras. Em muitas monocotiledôneas, essas lesões necróticas podem formar-se inicialmente nos ápices foliares e margens e, então, estender-se em direção à base. Como o potássio pode ser remobilizado para folhas mais jovens, esses sintomas aparecem inicialmente nas folhas mais maduras da base da planta. As folhas podem também curvar-se e secar. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 41. Os íons cálcio (Ca2+) são utilizados na síntese de novas paredes celulares, em particular a lamela média que separa células em divisão. Também é utilizado no fuso mitótico durante a divisão celular. Ele é requerido para o funcionamento normal das membranas vegetais e foi-lhe atribuído o papel de mensageiro secundário em várias respostas da planta, tanto a sinais ambientais como hormonais. Pode se ligar a calmodulina, uma proteína encontrada no citosol de células vegetais. O complexo calmodulinacálcio regula muitos processos metabólicos.
  • 42. Necrose de regiões meristemáticas jovens, como os ápices radiculares ou folhas jovens, nas quais a divisão celular e a formação de paredes são mais rápidas. A necrose de plantas em lento crescimento pode ser precedida por uma clorose generalizada e um curvamento para baixo das folhas. As folhas jovens também podem aparecer deformadas. O sistema radicular de uma planta deficiente em cálcio pode mostrar-se acastanhado, curto e altamente ramificado.
  • 43. O íon magnésio (Mg2) tem papéis específicos na ativação de enzimas da respiração, da fotossíntese e da síntese de ácidos nucléicos (DNA e RNA). O Mg é também parte da estrutura em anel da molécula de clorofila.
  • 44. Clorose internervural inicialmente em folhas mais velhas por causa da mobilidade do elemento. Se a deficiência é muito grande, as folhas podem tornar-se amarelas ou brancas. Um sintoma adicional da deficiência de magnésio pode ser a abscisão foliar prematura. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 45. O elemento cloro é encontrado na planta como íon cloreto (Cl-). Ele é necessário para as reações de quebra da molécula de água na fotossíntese, pelas quais o oxigênio é produzido. Além disso, o cloro pode ser necessário para a divisão celular tanto em folhas, quanto em raízes.
  • 46. Murcha dos ápices foliares, seguida por clorose e necrose generalizada. As folhas podem exibir crescimento reduzido. Eventualmente podem assumir uma coloração bronzeada (bronzeamento). Os íons cloreto são muito solúveis e geralmente disponíveis nos solos. Portanto, a deficiência de cloro é desconhecida nas plantas que crescem em hábitos nativos ou agrícolas. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 47. Íons Mn2+ativam algumas enzimas na célula, em particular, descarboxilases e desidrogenases envolvidas no ciclo de Krebs (respiração). No entanto, a função mais bem definida do Mn2+é a sua participação na reação da fotossíntese, na qual o O2 é produzido a partir da água (H2O).
  • 48. O principal sintoma de deficiência de Mn2+é uma clorose internervural associada com pequenas manchas necróticas. Esta clorose pode ocorrer em folhas jovens ou velhas, dependendo da espécie vegetal e da taxa de crescimento. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 49. O ferro tem um papel importante como componente de enzimas envolvidas na transferência de elétrons (reações redox), como citocromos e os centros Fe-S. Nesse papel, ele é reversivelmente oxidado de Fe2+a Fe3+ durante a transferência de elétrons.
  • 50. Como no caso do Mg2+, deficiência de Fe apresenta-se como uma clorose internervural. Esta, no entanto, ocorre primeiramente nas folhas mais novas devido a baixa mobilidade do Fe (precipita como óxidos ou fosfatos de ferro insolúveis ou como complexos da fitoferritina). A folha torna-se clorótica porque o ferro é requerido para a síntese de alguns complexos proteína-clorofila, nos cloroplastos. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 51. Como o ferro, o cobre (Cu2+) está associado a algumas enzimas envolvidas nas reações redox, sendo reversivelmente oxidado de Cu +a Cu2+. O principal exemplo é o complexo citocromo oxidase da cadeia de transporte de elétrons mitocondrial (respiração). Outro exemplo é a plastocianina, a qual está envolvida na transferência de elétrons durante as reações de luz da fotossíntese.
  • 52. Produção de folhas verde-escuras, que podem conter manchas necróticas. As manchas necróticas aparecem primeiro no ápice das folhas jovens e então se estendem em direção à base da folha, ao longo das margens. As folhas podem também ficar retorcidas ou malformadas. Sob deficiência severa as folhas podem cair prematuramente. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 53. Algumas enzimas (desidrogenase alcoólica, e carbônica, superóxido dismutase, etc.) requerem Zn2+para suas atividades e ele pode ser requerido para biossíntese de clorofila em algumas espécies.
  • 54. Redução do crescimento internodal, e, como resultado, a planta apresenta um hábito de crescimento rosetado. As folhas podem ser também pequenas e retorcidas, com margens de aparência enrugada. Tais sintomas podem resultar da perda da capacidade de produzir quantidades suficientes da auxina, ácido indol-3-acético. Em algumas espécies (milho, sorgo, feijoeiro), as folhas mais velhas podem tornar-se cloróticas entre as nervuras e, então, desenvolver manchas necróticas brancas. É possível que a clorose seja uma expressão da necessidade de zinco a síntese de clorofila. Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 55. Os íons Mo (Mo4+ a Mo6+) são componentes de algumas enzimas, incluindo a redutase do nitrato e a nitrogenase, enzimas envolvidas na redução de nitrato para nitrito e de nitrogênio atmosférico para amônio, respectivamente.
  • 56. Clorose generalizada entre as nervuras e a necrose das folhas mais velhas. Em algumas plantas, como a couveflor e brócolis, por exemplo, as folhas podem não se tornar necróticas, mas, podem parecer retorcidas e morrer. A deficiência de molibdênio pode aparecer como deficiência de nitrogênio se a fonte de N for o nitrato ou se a planta depende da fixação biológica de N2 (simbiose). Fonte: Plant Physiology, Taiz e Zeiger, 2004
  • 57. A urease é a única enzima que se conhece em plantas superiores que contém níquel, embora microrganismos fixadores de nitrogênio exijam níquel para a enzima que reprocessa parte do gás hidrogênio gerado durante a fixação (hidrogenase).
  • 58. Plantas deficientes em níquel acumulam uréia nas folhas e, em conseqüência, apresentam necrose nos ápices foliares. Plantas cultivadas em solo raramente, ou mesmo nunca, mostram sinais de deficiência de níquel, pois as quantidades requeridas de níquel são minúsculas.
  • 59. SOLO - Fonte de nutrientes para as plantas. 0,2% -dissolvido na solução do solo; 97,8% -forma de serrapilheira, húmus, ligados ao material inorgânico ou incorporados em minerais; 2% -adsorvidos nos colóides do solo.
  • 60. SOLO Resultado da (intemperismo); decomposição das rochas Minerais primários (resultante do material originário do intemperismo); Minerais secundários minerais primários). (decompostos dos
  • 61. Os nutrientes minerais são íons resultantes da progressiva hidrólise destes minerais compostos. Se eles não são rapidamente absorvidos pelas plantas e microorganismos, podem sofrer lixiviação, sendo removidos do solo pela percolação da água da chuva. No entanto, porções significativas destes íons ficam retidos na superfície das partículas de argila.
  • 62. Florestas húmicas constituem a principal fonte de íons oriunda da oxidação enzimática de compostos orgânicos que gera produtos, tais como os íons NO3-, SO42-, H2PO4-. A biodiversidade e a exuberância da vegetação das Matas Atlântica e Amazônica são sustentadas pela eficiência no processo de decomposição dos resíduos orgânicos e assimilação desses produtos.
  • 63. ABSORÇÃO é o processo pelo qual o elemento (na forma iônica ou molecular) passa do substrato para uma parte qualquer da célula (parede, citoplasma, vacúolo).
  • 64. TRANSPORTE é o movimento do nutriente do local de absorção para outra qualquer, dentro ou fora da raiz; REDISTRIBUIÇÃO é o movimento do nutriente do local de residência (órgão) para outro: Ex: de uma folha velha para uma folha jovem, de uma folha para um fruto.
  • 66. Interceptação radicular A raiz, ao se desenvolver, encontra o elemento na solução do solo, na qual ele tem que estar para que possa ser absorvido.
  • 67. Fluxo em massa Consiste no movimento do elemento em uma fase aquosa móvel (=solução do solo), de uma região mais úmida distante da raiz, até outra mais seca (próxima da superfície radicular).
  • 68. Difusão O nutriente caminha por distâncias curtas, dentro de uma fase aquosa estacionária, indo de uma região de maior concentração para outra de concentração menor, na superfície da raiz.
  • 69.
  • 70. Passivo: O elemento entra sem que a célula necessite gastar energia, deslocando-se de uma região de maior concentração, a solução externa, para outra de menor concentração, a qual corresponde à parede celular, espaços intercelulares e superfície externa do plasmalema. Os mecanismos passivos ocorrem a favor de um gradiente de potencial químico ou eletroquímico.
  • 71. Ativo: O processo ativo faz com que o nutriente atravesse a barreira lipídica do plasmalema, atingindo o citoplasma, podendo chegar ao vacúolo (atravessando o tonoplasto). Exige gasto de energia (fornecida pela respiração). O mecanismo ativo ocorre contra o gradiente de potencial químico ou eletroquímico.
  • 72. Fonte: Taiz e Zeiger, 2004.
  • 73. São proteínas integrais que funcionam como poro seletivo na membrana. Estes canais não permanecem constantemente abertos e parecem abrir em resposta a sinais ambientais. O transporte por canais é passivo (a favor de um gradiente eletroquímico).
  • 74. As substâncias são inicialmente ligadas a um sítio específico do carreador; A ligação causa mudança na conformação da proteína, a qual expõe a substância na solução do outro lado da membrana; O transporte é completado quando a substância dissocia do sítio de ligação do carreador e este retorna para a configuração inicial.
  • 75. O transporte pode ser passivo ou ativo. Passivo: difusão facilitada –a favor de um gradiente eletroquímico. Ativo: Acopla o transporte de soluto contra o seu gradiente de potencial eletroquímico com o transporte de outro soluto a favor do seu gradiente (transporte ativo secundário)
  • 76. Conhecido como transporte ativo primário. É acoplado diretamente a uma fonte de energia metabólica, tal como a hidrólise de ATP. Muitas dessas proteínas (bombas) transportam íons, tais como H+e Ca2+.
  • 77. Acoplamento do transporte contra o gradiente de um soluto com o transporte de outro soluto a favor do seu gradiente. Esse co-transporte mediado por carreador é denominado TRANSPORTE ATIVO SECUNDÁRIO, sendo impulsionado indiretamente por bombas.
  • 78.
  • 79. SIMPORTE: Quando as duas substâncias ligadas são transportadas na mesma direção. ANTIPORTE: O movimento de um H+ impulsiona o transporte ativo de um soluto na direção oposta. OBS:Em ambos os casos, o soluto que está sendo transportado simultaneamente com o H+ se move contra um gradiente de potencial eletroquímico,por isso o transporte é ATIVO.
  • 80. FATORES EXTERNOS Disponibilidade Temperatura Umidade Aeração pH Interações iônica (sinergismo , antagonismo ou inibição) Microorganismos (micorrizas, bactérias fixadoras de nitrogênio, etc.)
  • 81. SINERGISMO: a absorção de um elemento é estimulada pela presença de outro. Ex: Mg aumenta a absorção de P. ANTAGONISMO: a presença de um elemento diminui a absorção de outro, cuja toxidez é assim eliminada ou diminuída. Ex: Ca impede a absorção exagerada do Cu. INIBIÇÃO: a presença de um íon inibe ou diminui a absorção do outro. Pode ser competitiva ou não competitiva.
  • 82. FATORES INTERNOS Potencialidade genética Estado iônico interno Nível de carboidratos Intensidade transpiratória Morfologia das raízes
  • 83. 1.Quais os critérios básicos para classificar um elemento como essencial? 2.De acordo com Mengele Kirkby (1987), como são classificados os elementos minerais? 3.Como se explica ser o cloro um elemento essencial, se o mesmo não entra na composição de nenhum composto tido como essencial? 4.Cite as principais funções e sintomas de deficiência dos macro e micronutrientes essenciais. 5.Defina zona de deficiência, zona adequada e zona de toxicidade de um elemento no tecido.
  • 84. 6.Defina transporte ativo e passivo. 7.Cite e caracterize as proteínas transportadoras da membrana celular. 8.Defina simporte e antiporte. 9.Indique como ocorre a absorção de íons e o transporte desde o solo até o xilema radicular. 10.Cite os fatores internos e externos que afetam a absorção de nutrientes minerais.