Nutrição mineral da soja
Rosana Alves Gonçalves
Índice
• Introdução:
- Classificação e absorção dos nutrientes;
- Leis da fertilidade;
- Disponibilidade dos nutrientes;
- Necessidades nutricionais da soja.
• Nutrientes no solo e na soja;
• Avaliação do solo e da planta;
• Correção e adubação do solo.
Introdução
Definição
• O crescimento e o desenvolvimento das plantas dependem
de um fluxo contínuo de sais minerais;
**Estudo de como as plantas absorvem, transportam,
assimilam e utilizam os íons.
Fonte: Sustentabiliarte, 2018.
Classificação
• Elementos essenciais:
- Não completa seu ciclo de vida na ausência deste
elemento;
- A função de um elemento não pode ser realizada por
outro;
- O elemento deve estar diretamente envolvido no
metabolismo vegetal ou ser necessário para realizar um
“processo metabólico”.
Classificação
• Macronutrientes:
- Constituintes de compostos orgânicos (proteínas, ac.
nucléicos) ou atuam em processos metabólicos.
• Micronutrientes:
- Geralmente são constituintes de enzimas e são
necessários em pequenas quantidades.
Classificação
•Elementos benéficos:
-Compensar os efeitos tóxicos de outros elementos;
-Substituir outros elementos em algumas funções menos
específicas;
-Podem contribuir para o crescimento, produção ou para a
resistência a condições desfavoráveis do meio.
Absorção
•Existem 3 maneiras com que os nutrientes na solução do
solo entram em contato com as raízes das plantas:
-Interceptação radicular;
-Fluxo de massa;
-Difusão.
Fonte: Sintrainduscafe, 2018.
Absorção
Fonte: Biogeogondomar, 2018.
Leis da fertilidade
-Mínimo (Liebig);
-Restituição;
-Máximo;
-Incrementos decrescentes;
-Interações.
Fonte: Josnalterraforte, 2018.
Disponibilidade de nutrientes
• Fatores do solo:
- pH;
Fonte:Biosoja-Agrociência,2018.
Disponibilidade de nutrientes
-Matéria orgânica: benefícios X malefícios;
-Densidade:
Fonte:Biosoja-Agrociência,2018.
- Textura;
Fonte: Nutrição de safras, 2018.
-Umidade do solo;
-Interações entre os nutrientes mais comuns:
Nitrogênio e Enxofre;
Nitrogênio e Potássio;
Potássio, Cálcio e Magnésio;
Fósforo e Nitrogênio.
Fonte: Terra saiba por aqui, 2018.
• Fatores da planta:
- Abaixamento do pH da rizosfera (excreção de íons H+
);
- Excreção de compostos orgânicos redutores;
- Excreção de ácidos orgânicos capazes de aumentar a
solubilidade dos micronutrientes catiônicos ou seu
transporte até as raízes das plantas.
Necessidades nutricionais
• Extração de nutrientes pela parte aérea da planta
(grãos + palha): N > K > S > Ca > Mg = P;
• Dos macronutrientes, são exportados pelos grãos: N >
K > S > P > Ca > Mg.
Fonte: Biosoja - Agrociência, 2018.
Nutrientes no solo e na soja
Nitrogênio
Fonte:Educabras,2018.
Nitrogênio
• Disponibilidade: teor de matéria orgânica, pluviosidade,
secas prolongadas, acidez;
• Funções: desenvolvimento vegetativo, síntese de
compostos nitrogenados, produção da clorofila, estimula
a formação e o desenvolvimento das gemas floríferas.
Sintomas de deficiência
Fonte:Biosoja-Agrociência,2018.
Fósforo
• O P encontra-se na solução e na fase sólida do solo;
• A maior parte do P do solo encontra-se na fase sólida e é
dividida em P-lábil e P-não lábil;
• Transporte: difusão, sendo absorvido na forma de íon
fosfato (H2PO4-
).
Fósforo
• Disponibilidade: principalmente adsorção aos colóides;
• Funções: armazenamento e transferência de energia,
metabolismo energético das plantas, acelera o
enraizamento e atua na divisão celular, favorece o vigor e
a frutificação.
Sintomas de deficiência
Fonte:Biosoja-Agrociência,2018.Fonte:Biosoja-Agrociência,2018.Fonte:Biosoja-Agrociência,2018.
Potássio
• K da solução do solo - é reposto pelo K trocável e pelo K
não-trocável;
• Nos solos intemperizados, a contribuição do K não-
trocável e o K dos minerais primários para a reposição do
K na solução do solo é muito pequena;
• Transporte: difusão, sendo absorvido na forma iônica de
K+
.
Potássio
• Disponibilidade: é afetada pelo pH do solo - o pH do
solo, a disponibilidade de K;
• Solos com desequilíbrio nos teores de cátions básicos -
disponibilidade de K;
• Em solos arenosos, com baixa CTC, e alta precipitação,
podem ocorrer perdas de K.
Fonte:Nutriçãodesafras,2018.
Sintomas de deficiência
Fonte:Biosoja-Agrociência,2018.
Cálcio
• O Ca do solo é proveniente de rochas minerais;
• Em solos intemperizados é perdido por lixiviação;
• O Ca disponível às plantas está na forma iônica de Ca2+
e
encontra-se na solução do solo e adsorvido aos colóides;
• Transporte: fluxo de massa.
Cálcio
• Disponibilidade: pH entre 6 e 6,5;
• Nos solos com desequilíbrio entre os cátions básicos (altos
teores de Mg2+
e/ou K+
e baixos teores de Ca2+
) ocorre
redução na disponibilidade de Ca à cultura da soja.
Fonte:Nutriçãodesafras,2018.
Sintomas de deficiência
Fonte:Biosoja-Agrociência,2018.
Magnésio
• O Mg do solo é proveniente de rochas minerais;
• Em solos intemperizados é perdido por lixiviação – Baixa
concentração;
• O Mg é o terceiro cátion mais abundante, superado
apenas pelo Ca2+
e pelo H+
;
• Transporte: fluxo de massa.
Magnésio
• Disponibilidade: pH acima de 5,4.
• Saturação por magnésio mais adequada à cultura da soja:
CTC < 80 mmolc dm3-
situa-se na faixa de 13 a 18%;
CTC > 80 mmolc dm3-
, é de 13 a 20%.
Magnésio
Funções: É constituinte da clorofila, ativador das enzimas
relacionadas à síntese de carboidratos e outras, está
envolvido com o metabolismo do fosfato na soja e é o
carreador do P nas plantas.
Fonte: Teralternat, 2018.
Sintomas de deficiência
Fonte:Biosoja-Agrociência,2018.Fonte:Biosoja-Agrociência,2018.
Enxofre
• A maior parte do S nos solos está na forma orgânica -
sulfato (SO42-
), forma prontamente disponível às plantas;
• Sulfato é lixiviado de forma similar ao N, acumulando-se
nas camadas mais profundas do solo;
• Transporte: fluxo de massa.
Fonte:Nutriçãodesafras,2018.
Sintomas de deficiência
Fonte:Biosoja-Agrociência,2018.
Micronutrientes
  Boro Cobalto Cobre Ferro
Solo M.O.; fluxo de massa 
de H3BO3
Derivados de rochas 
ígneas – pouco em 
solos arenosos; 
difusão de Co2+
; pH
Rochas ígneas; difusão 
de Cu2+
; pH; M.O. 
desfavorece; Fe, Mn e 
Zn atrapalham
+ abundante; 
reduzido – Fe2+
; 
oxidado – Fe3+
; 
difusão; M.O. 
atrapalha; teores de 
Cu, Mn e P
Planta Baixa mobilidade; 
não está em 
compostos vitais
Baixa mobilidade; 
elemento benéfico
Baixa mobilidade Baixa mobilidade
Funções Translocação de 
açúcares; divisão e 
maturação celular; 
formação da P.C.
FBN 
(leghemoglobina)
Ativador ou 
constituinte de 
enzimas; fotossíntese, 
respiração e outros
Constituinte da 
clorofila
Sintomas
 
Morte da gema 
apical – 
superbrotamento; 
amarelecimento e 
necrose (toxidez)
Semelhantes aos do 
N
Acúmulo de composto 
fenólicos, redução de 
lignina; inibe a síntese 
de etileno
Clorose internerval 
da ponta para a 
base; folhas 
cloróticas e 
esbranquiçadas
Micronutrientes
  Manganês Molibdênio Níquel Zinco
Solo Rochas ígneas – 
pouco em solos 
arenosos; difusão de 
Mn2+
Rochas ígneas – 
pouco em solos 
arenosos; difusão de 
MoO4
2-
; pH
Rochas ígneas; difusão 
de Ni2+
; pH;  
atrapalham Ca, Mg, Cu, 
Fe, Mn, Zn e P; 
complexado pelo 
glifosato
Rochas ígneas; 
difusão de Zn2+
; pH;  
atrapalham P
Planta Baixa mobilidade Móvel no floema Baixa/intermediária 
mobilidade
Baixa mobilidade
Funções Ativador de enzimas 
da síntese de 
metabólitos 
secundários
Componente da 
redutase e 
nitrogenase do 
nitrato - FBN
FBN (hidrogenase); 
inibe etileno; 
germinação de 
sementes; controle de 
doenças
Síntese do 
triptofano – 
precursor de AIA 
(crescimento 
vegetal)
Sintomas
 
Clorose internerval 
com tom amarelo-
esverdeado e 
nervuras vede 
escuro
Pequenas estrias 
cloróticas 
longitudinais no 
terço apical da folha
Acúmulo de teores 
tóxicos de uréia 
provocando necrose 
nas extremidades de 
folhas e folíolos
Folhas pequenas, 
estreitas e 
alongadas, com 
clorose internerval; 
encurtamento de 
internódios
Avaliação do solo e da planta
Interpretação da análise
Fonte: Tecnologia e produção – Soja e milho, 2018.
Diagnose foliar
• 50 % das plantas do talhão 
estão no início do 
florescimento (R1);
• Deve-se colher, por talhão, em 
torno de 35 folhas (os três 
folíolos, sem o pecíolo) recém-
maduras.
Auxílio... Próxima safra**
Fonte: Tecnologia e produção – Soja e milho, 2018.
Fonte: Tecnologia e produção – Soja e milho, 2018.
Fonte: Tecnologia e produção – Soja e milho, 2018.
Correção e adubação do solo
Calagem
• Eleva o pH; 
• Fornece Ca e Mg como nutrientes; 
• Diminui ou elimina os efeitos tóxicos do Al, Mn e Fe; 
• Diminui a “fixação” de P; 
• Disponibilidade do N, P, K, Ca, Mg, S e Mo; e eficiência 
dos fertilizantes; 
• Aumenta  a  atividade  microbiana  e  a  liberação  de 
nutrientes; 
• Soja responde bem a calagem.
Calagem
• Saturação por Bases:
-  Relação  entre  pH,  saturação  por  bases  e  levando  em 
consideração  parâmetros  referentes  à  solo,  corretivo  e 
cultura específica.
Onde: 
NC = necessidade de calcário;
T = capacidade de troca de cátions = meq(K+Ca+Mg+H+Al)/100 cm3
;
V2 = saturação por bases desejada;
V1 = saturação por bases atual do solo = S x 100/T;
S = soma de bases = meq (K + Ca + Mg)/100 cm3
;
F = 100/PRNT.
Calagem
• Calagem para solos arenosos:
- Quando o teor de argila < 15%.
**Utilizar o maior valor.
Calagem
• Época de aplicação:
- 30 a 60 dias de antecedência ao plantio;
- Ou final do período chuvoso;
- Em  solos arenosos: final do período das chuvas, após a 
colheita da cultura de verão.
Calagem
• Sistema Convencional:
- Quantidade  de  calcário-  correção  de  20cm  de 
profundidade  de  solo,  por  meio  de  incorporação  com 
aração e gradagem.
•  SPD:
- Antes de iniciar o sistema de semeadura direta em áreas 
sob cultivo convencional;
- Corrigir integralmente a acidez do solo.
Gessagem
• Camadas  mais  profundas  do  solo  podem  apresentar 
excesso de alumínio tóxico;
• A  aplicação  de  gesso  agrícola  diminui  a  saturação  por 
alumínio nas camadas mais profundas, num tempo menor;
• Gesso não neutraliza a acidez do solo.
Fonte: Calcarionutrical, 2018.
Gessagem
• Saturação  por  alumínio  maior  que  20%  (m  >  20%)  e/ou 
quando o teor de cálcio for menor que 0,5 cmolcdm3
;
• A  dose  máxima  (15%  de  S)  é  de  700,  1200,  2200  e  3200 
kg/h;
• Para  solos  de  textura    arenosa  (<20%  de  argila),  média 
(20%  a  40%  de  argila),  argilosa  (40%  a  60%  de  argila)  e 
muito argilosa (>60% de argila);
• O  efeito  residual  destas  dosagens  é  de  cinco  anos,  no 
mínimo.
Gessagem
Fonte: Tecnologia e produção – Soja e milho, 2018.
Adubação nitrogenada
• Inoculação  –  FBN:  Principal  fonte  de  N  para  a  cultura  da 
soja;
• Supre toda a necessidade de N da planta;
• Fertilizantes:
• Reduz a nodulação e a eficiência da FBN;
• > perdas;
• > custo;
• Não aplicar mais do que 20 kg de N/ha.
Adubação nitrogenada
• Fontes de N: 
• Uréia (45% de N);
• Sulfato de amônio (20% de N e 22% de enxofre – S);
• Nitrato de potássio (12% de N e 44% de K2O);
• Fosfato monoamônico ou MAP (11% de N e 48% de P2O5);
• Fosfato diamônico ou DAP (17% de N e 45% de P2O5).
Adubação fosfatada
• muito baixo, baixo ou médio: correção no sulco de 
semeadura em doses até a faixa de 120 - 140 kg ha de P2O5;
Fonte: Tecnologia e produção – Soja e milho, 2018.
Tomada de decisão
adequado ou alto: adubação de manutenção de 45 a 60 kg ha
de P2O5 no sulco de semeadura ou lanço em superfície antes
da semeadura.
Fonte: Embrapa, 2016.
Tomada de decisão
• Fontes minerais de fósforo:
• MAP (11% de N e 48% de P2O5);
• DAP (17% de N e 45% de P2O5);
• Super simples (18% de P2O5, 16% de Ca e 10% de S);
• Super triplo (41% de P2O5 e 10% de Ca);
• Termofosfato magnesiano (17 % de P2O5, 4% de Mg, 16% de
Ca e 8% de SiO4).
Adubação fosfatada
Sulco ou a Lanço?
Fonte:Embrapa,2016.
Adubação fosfatada
Fonte:Embrapa,2016.
Adubação fosfatada
Fonte: Embrapa, 2016.
Adubação potássica
Fonte: Tecnologia e produção – Soja e milho, 2018.
Adubação potássica
Fonte: Tecnologia e produção – Soja e milho, 2018.
Tomada de decisão
• Níveis médios a baixos - correção da seguinte forma:
- Em áreas de abertura: aplicar a lanço e incorporar com a
última grade niveladora até 8-10 cm juntamente com a
fosfatagem;
- Nas áreas em cultivo sob plantio direto: aplicar a lanço ou,
com semeadora no espaçamento de 17 a 20 cm e
profundidade de 2-3 cm.
Tomada de decisão
• Fontes minerais de potássio:
• Cloreto de potássio (50% de K2O);
• Nitrato de potássio (12% de N e 44% de K2O).
Adubação com enxofre
Fonte: Tecnologia e produção – Soja e milho, 2018.
Adubação com enxofre
Fonte: Tecnologia e produção – Soja e milho, 2018.
Tomada de decisão
• Análise de solo - 0 a 20 cm e 20 a 40 cm, devido à mobilidade
deste nutriente no solo e acúmulo na camada de 20 a 40 cm;
• Fontes: gesso agrícola (15 a 18% de S), super simples (10% S),
enxofre elementar pó (95% S), enxofre elementar granulado
(90% S), o enxofre elementar peletizado (90% S).
Adubação com micronutrientes
Fonte: Tecnologia e produção – Soja e milho, 2018.
Adubação com micronutrientes
• Aplicar: a lanço quando dose total, no sulco de semeadura –
1/3 da dose recomendada por 3 anos consecutivos;
• Efeito residual –5 anos.
• Dificuldade de aplicação devido pequena quantidade:
- Formulações NPK com micronutrientes;
- FTE–adubo exclusivo de micronutrientes;
- Aplicação via semente;
- Aplicação via foliar.
Via semente: 2 a 3 g de Co/ha e 12 a 25 g de Mo/ha;
Via foliar:
-2 a 3 g de Co/ha e 12 a 25 g de Mo/ha;
-Aplicar antes do florescimento (V3 –V5);
-350 g de Mn/ha (1,5 kg de MnSO4) diluído em 200 litros de
água com 0,5% de uréia;
-Aplicar nos estádios iniciais da cultura –até R1.
Obrigada!
Rosana Alves Gonçalves
rosa_nation@hotmail.com

NUTRIÇÃO MINERAL DA SOJA

Notas do Editor

  • #5 O crescimento e o desenvolvimento das plantas dependem, de um fluxo contínuo de sais minerais; desempenham as principais funções metabólicas das células. Os nutrientes são adquiridos primariamente na forma de íons inorgânicos e entram na biosfera predominantemente através do sistema radicular da planta.
  • #7 A exigência varia em função do elemento, mas em geral são exigidos em quantidades superiores às dos micronutrientes.
  • #16 Excreção de compostos orgânicos redutores. Por exemplo, os íons Fe3+ e Mn3+ são reduzidos para as formas Fe2+ e Mn3+; que são disponíveis às plantas;
  • #20 Fluxo de massa** É componente de ácidos nucleicos, enzimas, coenzimas e vitaminas.
  • #22 O teor de P da solução do solo é muito baixo e está em equilíbrio com o P da fase sólida. O P-lábil é aquele que está adsorvido aos coloides minerais e orgânicos do solo, mas em equilíbrio com o P da solução do solo, podendo ser considerado como disponível às plantas. O P-não lábil é o P precipitado em compostos insolúveis com o Ca, Fe e Al ou adsorvido em sítios de elevada energia e, deste modo, o seu aproveitamento pelas plantas é incerto.
  • #23 Atp fundamental no processo de fotossíntese proporciona maior uniformidade na maturação dos grãos e reduz a incidência de grãos defeituosos.
  • #25 K trocável (K adsorvido aos coloides minerais e orgânicos)
  • #26 Atp fundamental no processo de fotossintese
  • #27 K trocável (K adsorvido aos coloides minerais e orgânicos)
  • #30 Atp fundamental no processo de fotossintese
  • #31 Atp fundamental no processo de fotossintese
  • #34 Atp fundamental no processo de fotossintese
  • #35 Atp fundamental no processo de fotossíntese melhora a absorção do P dos solos, atua na síntese de proteínas, transferência de energia aos aminoácidos.
  • #37 Nas últimas décadas, houve aumento na incidência da deficiência de S na soja devido à utilização de fertilizantes com alta concentração de N, P e K e baixos teores de S. A maior parte do S nos solos está na forma orgânica (60 a 90% do S total) - sulfato (SO42-), forma prontamente disponível às plantas;
  • #38 Atp fundamental no processo de fotossintese