O documento discute a violência estrutural enfrentada por uma comunidade vulnerável no Rio de Janeiro e os esforços de uma equipe de saúde da família para enfrentá-la. A equipe realiza um diagnóstico situacional da comunidade, identificando problemas de saúde, violência, pobreza e falta de acesso a serviços. Eles trabalham de forma intersetorial com outras organizações para promover a participação da comunidade, gerar diálogo e planejar ações que melhorem a qualidade de vida dos moradores.