O documento discute o conceito de marketing de guerrilha, definindo-o como estratégias pouco convencionais que geram mídia espontânea de baixo custo e com alto impacto no consumidor. Exemplos incluem ações de emboscada, uso de blogs e astroturfing para promover marcas de forma não tradicional. A diferença para marketing viral é que o de guerrilha surpreende as pessoas quando menos esperam, enquanto o viral explora redes sociais.