SlideShare uma empresa Scribd logo
Módulo 4
Interpretação da norma
NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.5, 6.51,
6.5.2, 6.5.3, 6.5.4, 6.5.5, 6.5.6, 6.5.7, 6.6,
6.6.1, 6.6.2, 6.7, 6.8
Exercícios
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.1 Conduzindo a reunião de abertura
Convém que uma reunião de abertura seja realizada com a direção do auditado ou com o
responsável pelos processos a serem auditados. O propósito de uma reunião de abertura
é:
Confirmar o plano de auditoria,
Fornecer um pequeno resumo de como as atividades da auditoria serão empreendidas,
Confirmar canais de comunicação, e
Fornecer oportunidade para o auditado fazer perguntas.
A reunião de abertura também é um excelente quebra gelo entre auditores e auditados o
que facilita a condução da auditoria.
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.1 Conduzindo a reunião de abertura
A realização da reunião de abertura é uma definição que depende da estrutura, tamanho
e cultura da organização, uma auditoria interna em uma pequena empresa esta reunião
pode consistir na comunicação dos objetivos e natureza da auditoria, para outras
situações os seguintes pontos devem ser considerados:
apresentação dos participantes;
confirmação dos objetivos, escopo e critério da auditoria;
confirmação da programação;
definição de métodos e procedimentos, inclusive amostragem;
confirmação dos canais formais de comunicação;
confirmação do idioma a ser usado durante a auditoria;
confirmação de que o auditado será mantido informado;
confirmação dos recursos e instalações necessários à equipe de auditoria;
confirmação de assuntos relativos a confidencialidade;
confirmação de procedimentos de segurança e emergência;
confirmação dos guias;
método de relatar, incluindo qualquer classificação de NC
informações sobre condições nas quais a auditoria pode ser encerrada; e
informações sobre qualquer sistema de apelação referente a conclusão da auditoria.
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.2 Comunicação durante a auditoria
Dependendo do escopo e da complexidade da
auditoria, pode ser necessário fazer arranjos
formais para comunicação dentro da equipe da
auditoria e com o auditado durante a auditoria.
Convém que a equipe auditora se comunique
periodicamente para trocar informações, availar
o progresso da auditoria e redistribuir o trabalho
entre os membros da equipe da auditoria , se
necessário.
O auditor líder deve comunicar periodicamente
ao auditado o progresso da auditoria e qualquer
preocupação, principalmente quando uma
evidência coletada sugira um risco imediato e
significativo.
Necessidade de alteração de escopo
identificada deve ser analisada pelo auditor
líder, aprovada pelo cliente da auditoria e se
apropriado pelo auditado.
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.2 Comunicação durante a auditoria
Caso as evidências indiquem que os objetivos da auditoria são inatingíveis o líder da
auditoria deveria relatar a situação ao cliente da auditoria e do auditado para determinar a
ação apropriada, que pode ser modificação do plano de auditoria, mudanças nos
objetivos ou no escopo da auditoria ou o encerramento da auditoria.
Qualquer comunicação com o cliente de auditoria e o auditado deve
sempre ser realizada com tranqüilidade e empatia, auditorias são
estressantes e os auditores devem se preocupar em conduzir a
comunicação sem conflitos.
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.3 Funções e resp. de guias e observadores
Guias e observadores podem acompanhar a equipe da auditoria, mas não
são parte dela. Convém que eles não influenciem ou interfiram na realização
da auditoria.
Quando guias são designados pelo auditado, convém que eles prestem ajuda
à equipe da auditoria e ajam a pedido do líder da equipe da auditoria. Suas
responsabilidades podem incluir:
estabelecer contato e programas para entrevistas;
organizar as visitas;
orientar e garantir que sejam respeitadas as regras de segurança;
testemunhar a auditoria em nome do auditado;
fornecer esclarecimento ou ajuda na coleta de informações.
Os guias são uma excelente ajuda para os auditores, eles podem esclarecer
perguntas do auditor para o auditado quando por falta de conhecimento da
cultura este não usa o vocabulário adequado e vice versa.
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.4 Coletando e verificando informações
Visão geral do processo de auditoria da coleta de informações até as conclusões
Coletando informações por amostragem
apropriada e verificando
Fontes de informação
Evidências de auditoria
(verificáveis)
Avaliando contra o critério de auditoria
Constatações da auditoria
Analisando criticamente
Conclusões da auditoria
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.4 Coletando e verificando informações
Métodos para coletar informações incluem:
Entrevistas: com empregados e outras pessoas,
Observação de atividades e do ambiente de trabalho circunvizinho,
Análise crítica de documentos como políticas, objetivos, planos,
procedimentos, normas, instruções, licenças, permissões, especificações,
desenhos, contratos,
Registros, como registros de inspeção, notas de reuniões, relatórios de
auditoria, registros de monitoramento, de programas e o resultado de
medições,
Resumo de dados, análises e indicadores de desempenho,
Informações sobre programas de amostargem do auditado e sobre processos
de medição,
Relatórios de outras fontes, como, por exemplo, realimentação de cliente,
outras informações pertinentes de partes externas e classificações de
fornecedor,
Bancos de dados e web sites.
Durante um processo de auditoria o auditor não consegue ver todos os
processos e documentos do auditado, deve-se manter uma trilha e conduzir a
auditoria nesta direção, o auditor deve sempre se lembrar que auditoria é uma
amostragem e que ela se repete periodicamente, portanto, outros temas serão
auditados em uma próxima visita e deve-se buscar cumprir o tempo planejado.
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.4 Coletando e verificando informações
Entrevistas são um dos meios importantes para coletar
informações e convém que sejam conduzidas de maneira
adaptada a pessoa entrevistada, convém que o auditor considere:
Entrevistas devem ser realizadas com pessoas apropriadas – não
adianta entrevistar um operador sobre o planejamento das
atividades,
Entrevistas devem ser realizadas durante o horário normal de
trabalho e no local de trabalho da pessoa que está sendo
entrevistada – se houver mais de um turno convém que uma
amostra de todos os turnos seja realizada,
O auditor deve colocar o auditado a vontade e explicar qualquer
anotação que esteja realizando,
Pedir ao auditado que descreva seu trabalho é um bom início
para o processo de entrevista e perguntas direcionadas (resposta
sim / não) devem ser evitadas,
Ao término da entrevista um resumo das constatações deveria
ser apresentado ao auditado,
Ao final da auditoria convém que se agradeça ás pessoas pela
sua participação e cooperação.
Muitas vezes o auditor se apressa nas conclusões e coloca
palavras na boca do auditado ou insiste em determinada direção
por não ouvir e entender o auditado.
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.5 Gerando constatações da auditoria
Convém que as evidências de auditoria sejam avaliadas de acordo com o critério de
auditoria para gerar as constatações de auditoria, que podem ser conformes ou não
conformes com o critério definido e caso seja definido pelo critério de auditoria também
podem ser identificadas oportunidades de melhoria.
Se necessário a equipe de auditoria deve se reunir para discutir as constatações.
Um relatório de auditoria não deve indicar somente as não conformidades e
oportunidades de melhoria identificadas junto com as evidências, convém que as
conformidades também sejam indicadas, por exemplo por processo ou departamento e
que as constatações de evidências de conformidades também sejam documentadas.
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.5 Gerando constatações da auditoria
Não conformidades podem ser graduadas e devem ser analisadas
junto com o auditado para garantir que foram corretamente
compreendidas e que as evidências são precisas. Convém que
todo empenho seja feito para solucionar qualquer opinião
divergente relativa às evidências e/ou constatações da auditoria, e
convém que sejam registrados os pontos não resolvidos.
Normalmente, se identificamos corretamente uma não
conformidade e a exclarecemos ao auditado ele não irá contra
argumentar, é muito raro que uma não conformidade verdadeira
não seja aceita, agora se o auditado insistir em afirmar que não há
não conformidade é boa prática ouvi-lo, provavelmente o auditor
não levou todos os aspectos em consideração; e uma
característica importante em um auditor é a humildade, se estiver
errado aceite e diga que errou.
Oportunidades de melhoria muitas vezes não são aceitas pelo
auditado pelas mesmas razões acima ou porque ele sabe que não
conseguirá implementar ou por falta de recursos ou por desalinha
mento com seu processo atual. Quando um auditado divergir
realmente de uma oportunidade de melhoria não se deve discutir
com ele e deve ser decidido pelo auditor se vai documentar
aquela OM ou não.
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.6 Preparando conclusões de auditoria
Convém que a equipe da auditoria se comunique, anteriormente à reunião de
encerramento, para:
analisar criticamente as constatações da auditoria e quaisquer outras informações
apropriadas coletadas durante a auditoria, contra os objetivos da auditoria,
acordar quanto às conclusões da auditoria, levando em conta a incerteza inerente ao
processo de auditoria,
preparar recomendações, se especificado pelos objetivos de auditoria, e
discutir sobre ações de acompanhamento de auditoria, se incluído no plano de
auditoria.
Conclusões de auditoria podem apontar assuntos tais como:
A extensão da conformidade do sistema de gestão com os
critérios de auditoria,
A implementação eficaz, manutenção e melhoria do sistema
de gestão, e
A capacidade do processo de análise crítica pela direção em
assegurar a contínua pertinência, adequação, eficácia e melhoria
do sistema de gestão.
Se especificado nos objetivos da auditoria, as conclusões da auditoria podem conduzir a
recomendações tendo em vista melhorias, relações empresariais, certificação ou
atividades de futuras auditorias.
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.7 Conduzindo a reunião de encerramento
Convém que seja realizada uma reunião de encerramento, presidida pelo líder da equipe
da auditoria para apresentar as constatações e conclusões da auditoria de uma tal
maneira que elas sejam compreendidas e reconhecidas pelo auditado e para negociar o
prazo para o auditado apresentar um plano de ações corretivas e preventivas, se houver.
Convém que participem da reunião de encerramento: auditores, auditados e se possível o
cliente da auditoria.
Em auditorias internas de pequenas organizações a reunião de encerramento pode
consistir apenas em comunicar as constatações e conclusões de auditoria. Para outras
situações convém que a reunião seja formal.
Convém que opiniões divergentes entre auditores e auditados sejam discutidas e
resolvidas preferencialmente antes da reunião de encerramento e se não forem
resolvidas essas opiniões devem ser registradas no relatório de auditoria.
Se especificado pelos objetivos da
auditoria podem ser apresentadas
oportunidades de melhoria.
6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local
6.5.7 Conduzindo a reunião de encerramento
Reunião agendada (formal ou informal) ou comunicação das constatações;
Participantes: auditores, auditados, cliente, outros;
Agradecimentos;
Registro de freqüência;
Apresentação das constatações (NC e OM);
Opiniões divergentes (resolvidas / registradas);
Informar sobre situações que diminuem a confiança das conclusões;
Prazo para o plano de ações corretivas / preventivas;
Informação sobre os próximos passos.
O tom da reunião de encerramento é muito importante, os auditores precisam mostrar os
pontos fortes da organização e/ou dos processos para que os auditados entendam as
não conformidades e/ou oportunidades de melhoria identificadas dentro de um contexto
global.
Normalmente o auditor líder solicita que todos os auditores apresentem suas
constatações e no final ele apresenta as suas, a conclusão global e realiza o
encerramento da reunião.
Quando não conformidades são de maior importância é boa prática planejar uma visita de
flollow up em um prazo mais curto do que seria o da programação.
6.6 Prepar., aprov. e distr. o relatório de auditoria
6.6.1 Preparando o relatório da auditoria
Convém que o líder da equipe da auditoria seja responsável pela preparação e conteúdo
do relatório de auditoria.
Convém que o relatório da auditoria forneça um registro completo, preciso, conciso e
claro da auditoria, e convém que inclua ou se refira ao seguinte:
Os objetivos da auditoria;
O escopo da auditoria, identificação de unidades / processos auditados;
O período de tempo coberto;
Identificação do cliente da auditoria;
Identificação do líder da equipe da auditoria e seus membros;
As datas e lugares;
O critério da auditoria;
As constatações da auditoria;
As conclusões da auditoria.
6.6 Prepar., aprov. e distr. o relatório de auditoria
6.6.1 Preparando o relatório da auditoria
O relatório da auditoria também pode incluir ou pode se referir ao
seguinte, se apropriado:
Plano de auditoria;
Lista dos representantes do auditado;
Resumo do processo de auditoria incluindo obstáculos e/ou
incertezas encontrados que poderiam diminuir a confiabilidade das
conclusões da auditoria;
Quaisquer áreas não cobertas, embora dentro do escopo da
auditoria;
Quaisquer opiniões divergentes e não resolvidas entre a equipe da
auditoria e o auditado;
As recomendações para melhoria, se especificado nos objetivos da
auditoria;
O plano de ação de acompanhamento negociado, se existir;
Uma declaração da natureza confidencial dos conteúdos;
A lista de distribuição do relatório de auditoria.
É boa prática encerrar a auditoria com a entrega do relatório, isto é
documentá-lo logo após as entrevistas e conclusões e antes da
reunião de encerramento da auditoria.
6.6 Prep., aprov. e distr. o relatório de auditoria
6.6.2 Aprovando e distribuindo o relatório da auditoria
Convém que o relatório de auditoria seja emitido dentro do período de tempo acordado,
datado, analisado criticamente e aprovado de acordo com os procedimentos do programa
de auditoria e então distribuído aos receptores designados e ao cliente da auditoria.
Normalmente em auditorias internas o coordenador do SG verifica o relatório antes da
sua emissão e distribuição, em auditorias de certificação como o auditor é mais
experiente o procedimento das certificadoras normalmente é revisar 100% dos relatórios
de certificação e recertificação e fazer uma amostragem nos relatórios de auditorias de
manutenção da certificação.
O relatório de auditoria é propriedade do cliente de
auditoria, convém que todos os auditores e
receptores mantenham a confidencialidade do
relatório.
6 Atividades de auditoria
6.7 Concluindo a auditoria
A auditoria está concluída quando todas as atividades foram realizadas e o relatório
aprovado foi distribuído.
Convém que documentos de auditoria sejam retidos ou destruídos, conforme acordo
entre as partes, considerando leis, procedimentos etc., conforme aplicável.
A menos que requerido por lei nenhuma das partes deve revelar o conteúdo dos
documentos sem a aprovação explicíta do cliente da auditoria e onde apropriado do
auditado. Se a revelação do conteúdo de um documento de auditoria for solicitado o
cliente da auditoria e o auditado devem ser informados o mais rápido possível.
6 Atividades de auditoria
6.8 Conduzindo ações de acompanh. de auditoria
As conclusões da auditoria podem indicar a necessidade de
ações corretivas, preventivas ou de melhoria, essas ações
devem ser decididas e realizadas pelo auditado em um
prazo acordado e não são consideradas parte da auditoria.
Convém que o auditado mantenha o cliente da auditoria
informado sobre o resultado de tais ações.
Convém que a eficácia das ações seja verificada e esta
verificação pode fazer parte de uma auditoria subseqüente.
O programa de auditoria pode especificar o
acompanhamento por membros da equipe auditora o que
agrega valor por usar a experiência adquirida, em tais
casos convém que seja tomado cuidado para manter a
independência em auditorias subseqüentes.
Exemplo
de
ações
corretivas
Nº
Nº
1
2
3
Nº
Preparar um check list com todos os pontos de monitoramento Miguel 15/5/2007
Nº
CORRETIVA
Auditoria interna
Monitoramento
25/4/2007 39
AÇÃO
PROXIMA ATIVIDADE
Não foi apresentado monitoramento das emissões da caldeira.
DATA
DESCRIÇÃO DO PROBLEMA - PREENCHIDO PELO SOLICITANTE
STATUS
SOLICITAÇÃO DE AÇÃO CORRETIVA E PREVENTIVA
15/5/2007
Implementação
ASSUNTO
FONTE
Meio Ambiente DATAPaulo DEPTOPREENCHIDO POR
EMISSOR
PREENCHIDO PELO RESPONSÁVEL DA INVESTIGAÇÃO
Gestão Meio AmbienteDEPTO
VERIFICADO POR DEPTO
OBSERVAÇÕES
DATA
AÇÃO
VERIFICAÇÃO DA EFICÁCIA DA AÇÃO TOMADA
PREENCHIDO PELO DEPARTAMENTO DE GESTÃO DO MEIO AMBIENTE
PRAZORESP.
AÇÃO
AÇÃO PREVENTIVA (AÇÃO PARA ELIMINAR CAUSAS POTENCIAIS DE NÃO-CONFORMIDADES)
CORREÇÃO (CORREÇÃO IMEDIATA DO PROBLEMA)
ANÁLISE DAS CAUSAS
AÇÃO
reslizar medição das emissões da caldeira
PRAZORESP.
25/4/2007DATA
houve mudança de profissional na área de monitoramento do meio ambiente
Paulo
PRAZORESP.
AÇÃO CORRETIVA (AÇÃO A SER ADOTADA PARA EVITAR A REINCIDÊNCIA)
25/4/2007
Reavaliar a introdução de novos profissionais nos setores de trabalho Maria 15/5/2007
Definir um sempre um responsável por novos profissionais que o oriente sobre as
suas atividade
João 25/5/2007
Exercício
Considere que você como auditor líder realizou uma auditoria interna em um processo de
vendas e
Elabore um modelo de um relatório de auditoria para ser utilizado em auditorias internas
de sistema de gestão de meio ambiente da organização,
Indique uma não conformidade possível, a evidência objetiva e o requisito da norma
ISO 14001,
Indique uma oportunidade de melhoria,
Preencha o relatório com dados fictícios,
Considere que é uma empresa pequena.
Resposta do exercício
RELATÓRIO DE AUDITORIA INTERNA
DISTRIBUIÇÃO DO RELATÓRIO:
Original para o setor GMA e setor Auditado
SETOR AUDITADO: SAV - Vendas
DATA: 21 / 06 / 04
INÍCIO: 15:00 h TÉRMINO: 16:00 h
PROCESSOS:
Vendas
AUDITORES:
Luiz Carlos Montana
AUDITADOS:
Antonio Resende
CRITÉRIO DE AUDITORIA: NORMA ISO 14001.
REQUISITOS DA NORMA AUDITADOS:
4.1, 4.2, 4.3, 4.4 e 4.5
Continua>>>>
Resposta do exercício
CONCLUSÕES:
Os profissionais conhecem a política e os objetivos de gestão ambiental e estão
conscientes do impacto que suas atividades podem causar ao meio ambiente.
OPORTUNIDADES DE MELHORIA:
LM1 – Os resultados das metas e monitoramentos poderiam ser publicados nos quadros
de aviso e não somente na internet.
Continua>>>>
Resposta do exercício
NÃO CONFORMIDADES IDENTIFICADAS (INDICAR REQUISITO E EVIDÊNCIA
OBJETIVA):
LF1- A meta redução de consumo de energia (10% a menos em relação ao ano anterior)
não vem sendo cumprida há 3 meses e não foram apresentadas ações ou ações
corretivas.
Evidência: Relatório AAA de 10/04/06.
Requisito da norma ISO 14001: 4.5.3
LF2 – Foram encontrados copos plásticos no recipiente destinado a papéis.
Evidência: Recipiente de lixo ao lado do café
Requisito da norma ISO 14001: 4.4.6
Exercício
1) Durante uma auditoria de sistema de gestão de meio ambiente é geralmente impraticável examinar
todos os itens, portanto a auditoria deve envolver:
a) Execução de inspeções ou testes somente se o tempo permitir.
b) Examinar somente aqueles itens que o auditado fornecer.
c) Uso de uma técnica de amostragem com coleta de amostra aleatória.
d) Nenhuma das opções acima.
2) Quando não é necessário calibrar aparelhos de inspeção, medição e ensaio com equipamento que
tenha uma relação conhecida e válida com padrões reconhecidos nacionalmente?
a) Quando o equipamento é usado por um técnico treinado.
b) Quando as medições não afetam o resultado de medições ambientais.
c) Quando as medições têm somente um efeito indireto, como a temperatura ambiente na sala de
inspeção.
d) Nenhuma das opções acima.
3) Qual objetivo principal da reunião inicial:
a-) Apresentar a equipe auditora.
b-) Estabelecer ambiente propício e definir as regras gerais para a condução da auditoria.
c-) Discutir o planejamento da auditoria.
d-) Definir o horário e data para realização da reunião final.
e-) n.d.a.
Exercício
4) O principal objetivo da reunião final de auditoria é:
a-) Apresentar as falhas detectadas.
b-) Apresentar um resumo do relatório final.
c-) Assegurar que a organização auditada compreenda as pendências e observações
assinaladas.
d-) Marcar a data para re-auditoria.
5) De maneira geral consideramos a auditoria encerrada quando:
a-) Se termina a reunião de pós-auditoria.
b-) O relatório é submetido ao auditado.
c-) O auditado inicia as ações corretivas.
d-) Todas as pendências foram solucionadas e a eficácia das ações corretivas foi
confirmada em auditoria de acompanhamento.
e-) n.d.a.
6) A auditoria deve ser conduzida de maneira a:
a-) Explanar causas de defeitos e reclamações de clientes.
b-) Assegurar que as não conformidades não irão ocorrer após a auditoria.
c-) Verificar a conformidade do sistema de gestão de meio ambiente com as normas de
referência.
d-) n.d.a.
Exercício
7) Qual das seguintes alternativas não é considerada evidência objetiva:
a-) Documentação permanente ou não permanente assinada pelo responsável.
b-) Observação das atividades com a assinatura de concordância do auditado.
c-) Afirmações verbais feitas pelo auditado.
d-) n.d.a.
Resposta do exercício
1) Durante uma auditoria de sistema de gestão de meio ambiente é geralmente impraticável examinar
todos os itens, portanto a auditoria deve envolver:
c) Uso de uma técnica de amostragem com coleta de amostra aleatória.
2) Quando não é necessário calibrar aparelhos de inspeção, medição e ensaio com equipamento que
tenha uma relação conhecida e válida com padrões reconhecidos nacionalmente?
b) Quando as medições não afetam os resultados de medições ambientais.
3) Qual objetivo principal da reunião inicial:
b-) Estabelecer ambiente propício e definir as regras gerais para a condução da auditoria.
4) O principal objetivo da reunião final de auditoria é:
b-) Apresentar um resumo do relatório final.
5) De maneira geral consideramos a auditoria encerrada quando:
b-) O relatório é submetido ao auditado.
6) A auditoria deve ser conduzida de maneira a:
c-) Verificar a conformidade do sistema de gestão de meio ambiente com as normas de referência.
7) Qual das seguintes alternativas não é considerada evidência objetiva:
d-) n.d.a.
Fim do Módulo 4

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Procedimento de Controle de Documentos
Procedimento de Controle de DocumentosProcedimento de Controle de Documentos
Procedimento de Controle de Documentos
Marcos Abreu
 
Procedimento de aspectos e impactos ambientais
Procedimento de aspectos e impactos ambientaisProcedimento de aspectos e impactos ambientais
Procedimento de aspectos e impactos ambientais
Universidade Federal Fluminense
 
Procedimento operacional padrão
Procedimento operacional padrãoProcedimento operacional padrão
Procedimento operacional padrão
Régis Pinheiro Martins Bezerra
 
Acreditação de laboratórios
Acreditação de laboratóriosAcreditação de laboratórios
Acreditação de laboratórios
fcanico
 
Check List de Auditoria ISO 45001-2018.docx
Check List de Auditoria ISO 45001-2018.docxCheck List de Auditoria ISO 45001-2018.docx
Check List de Auditoria ISO 45001-2018.docx
Adejar Cj
 
Apresentação nr 12 reciclagem
Apresentação nr 12 reciclagemApresentação nr 12 reciclagem
Apresentação nr 12 reciclagem
Rerisson Cristiano R Rodrigues
 
Check list 5 s
Check list 5 sCheck list 5 s
Check list 5 s
odmg
 
Procedimento para controle de dispositivos de medição e monitoramento
Procedimento para controle de dispositivos de medição e monitoramentoProcedimento para controle de dispositivos de medição e monitoramento
Procedimento para controle de dispositivos de medição e monitoramento
Universidade Federal Fluminense
 
Check list auditoria
Check list auditoriaCheck list auditoria
Check list auditoria
Ana Paula Valente Da Silva
 
Check list-inspecao-de-seguranca
Check list-inspecao-de-segurancaCheck list-inspecao-de-seguranca
Check list-inspecao-de-seguranca
Marcos Gaspar
 
Check list-conformidade-nr-18
Check list-conformidade-nr-18Check list-conformidade-nr-18
Check list-conformidade-nr-18
Nelice Morena
 
Curso Interpretação e Transição da Norma ISO 45001:2018 - Curso online
Curso Interpretação e Transição da Norma ISO 45001:2018 - Curso onlineCurso Interpretação e Transição da Norma ISO 45001:2018 - Curso online
Curso Interpretação e Transição da Norma ISO 45001:2018 - Curso online
GAC CURSOS ONLINE
 
Trabalho em altura nr35
Trabalho em altura nr35Trabalho em altura nr35
Trabalho em altura nr35
NRFACIL www.nrfacil.com.br
 
G9 check list para ai da iso 9001 2000 - generico
G9   check list para ai da  iso 9001 2000 - genericoG9   check list para ai da  iso 9001 2000 - generico
G9 check list para ai da iso 9001 2000 - generico
Ana Paula Valente Da Silva
 
Power+point+nr+35
Power+point+nr+35Power+point+nr+35
Power+point+nr+35
Gil Mendes
 
Plano De Auditoria Tipo
Plano De Auditoria TipoPlano De Auditoria Tipo
Plano De Auditoria Tipo
instituto monitor
 
Pr 0015-procedimento para fabricação e montagem de tubulações-revisão1
Pr 0015-procedimento para fabricação e montagem de tubulações-revisão1Pr 0015-procedimento para fabricação e montagem de tubulações-revisão1
Pr 0015-procedimento para fabricação e montagem de tubulações-revisão1
Graciele Soares
 
NR7 PCMSO
NR7 PCMSONR7 PCMSO
NR7 PCMSO
Rose Oliveira
 
Check List de Auditoria de Segurança em Empresa Terceirizadas
Check List de Auditoria de Segurança em Empresa TerceirizadasCheck List de Auditoria de Segurança em Empresa Terceirizadas
Check List de Auditoria de Segurança em Empresa Terceirizadas
IZAIAS DE SOUZA AGUIAR
 
Formacao comitê de qualidade wgb
Formacao comitê de qualidade wgbFormacao comitê de qualidade wgb
Formacao comitê de qualidade wgb
Carla Da Silva
 

Mais procurados (20)

Procedimento de Controle de Documentos
Procedimento de Controle de DocumentosProcedimento de Controle de Documentos
Procedimento de Controle de Documentos
 
Procedimento de aspectos e impactos ambientais
Procedimento de aspectos e impactos ambientaisProcedimento de aspectos e impactos ambientais
Procedimento de aspectos e impactos ambientais
 
Procedimento operacional padrão
Procedimento operacional padrãoProcedimento operacional padrão
Procedimento operacional padrão
 
Acreditação de laboratórios
Acreditação de laboratóriosAcreditação de laboratórios
Acreditação de laboratórios
 
Check List de Auditoria ISO 45001-2018.docx
Check List de Auditoria ISO 45001-2018.docxCheck List de Auditoria ISO 45001-2018.docx
Check List de Auditoria ISO 45001-2018.docx
 
Apresentação nr 12 reciclagem
Apresentação nr 12 reciclagemApresentação nr 12 reciclagem
Apresentação nr 12 reciclagem
 
Check list 5 s
Check list 5 sCheck list 5 s
Check list 5 s
 
Procedimento para controle de dispositivos de medição e monitoramento
Procedimento para controle de dispositivos de medição e monitoramentoProcedimento para controle de dispositivos de medição e monitoramento
Procedimento para controle de dispositivos de medição e monitoramento
 
Check list auditoria
Check list auditoriaCheck list auditoria
Check list auditoria
 
Check list-inspecao-de-seguranca
Check list-inspecao-de-segurancaCheck list-inspecao-de-seguranca
Check list-inspecao-de-seguranca
 
Check list-conformidade-nr-18
Check list-conformidade-nr-18Check list-conformidade-nr-18
Check list-conformidade-nr-18
 
Curso Interpretação e Transição da Norma ISO 45001:2018 - Curso online
Curso Interpretação e Transição da Norma ISO 45001:2018 - Curso onlineCurso Interpretação e Transição da Norma ISO 45001:2018 - Curso online
Curso Interpretação e Transição da Norma ISO 45001:2018 - Curso online
 
Trabalho em altura nr35
Trabalho em altura nr35Trabalho em altura nr35
Trabalho em altura nr35
 
G9 check list para ai da iso 9001 2000 - generico
G9   check list para ai da  iso 9001 2000 - genericoG9   check list para ai da  iso 9001 2000 - generico
G9 check list para ai da iso 9001 2000 - generico
 
Power+point+nr+35
Power+point+nr+35Power+point+nr+35
Power+point+nr+35
 
Plano De Auditoria Tipo
Plano De Auditoria TipoPlano De Auditoria Tipo
Plano De Auditoria Tipo
 
Pr 0015-procedimento para fabricação e montagem de tubulações-revisão1
Pr 0015-procedimento para fabricação e montagem de tubulações-revisão1Pr 0015-procedimento para fabricação e montagem de tubulações-revisão1
Pr 0015-procedimento para fabricação e montagem de tubulações-revisão1
 
NR7 PCMSO
NR7 PCMSONR7 PCMSO
NR7 PCMSO
 
Check List de Auditoria de Segurança em Empresa Terceirizadas
Check List de Auditoria de Segurança em Empresa TerceirizadasCheck List de Auditoria de Segurança em Empresa Terceirizadas
Check List de Auditoria de Segurança em Empresa Terceirizadas
 
Formacao comitê de qualidade wgb
Formacao comitê de qualidade wgbFormacao comitê de qualidade wgb
Formacao comitê de qualidade wgb
 

Destaque

Pr 2-auditoria-interna-rev2
Pr 2-auditoria-interna-rev2Pr 2-auditoria-interna-rev2
Pr 2-auditoria-interna-rev2
luiz souza pereira
 
Iso 19011 em portugues
Iso 19011 em portuguesIso 19011 em portugues
Iso 19011 em portugues
Fátima Coimbra
 
Bíblia ISO - 9001
Bíblia   ISO - 9001Bíblia   ISO - 9001
Bíblia ISO - 9001
Mauro Sobrenome
 
Nbr iso 19011
Nbr iso 19011Nbr iso 19011
Nbr iso 19011apatinhas
 
Auditoria iso 9001
Auditoria iso 9001Auditoria iso 9001
Auditoria iso 9001
José Alberto Bezerra da Silva
 
ABNT NBR ISO 19011:2012 - Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão
ABNT NBR ISO 19011:2012 - Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão ABNT NBR ISO 19011:2012 - Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão
ABNT NBR ISO 19011:2012 - Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão
Luciano Moreira
 
NORMA DE AUDITORIA SISTEMA DE GESTION iso 19011
NORMA DE AUDITORIA SISTEMA DE GESTION iso 19011NORMA DE AUDITORIA SISTEMA DE GESTION iso 19011
NORMA DE AUDITORIA SISTEMA DE GESTION iso 19011
Jersey Ampuero
 
Auditoria ISO 19011:2011 para Laboratorios
Auditoria ISO 19011:2011 para LaboratoriosAuditoria ISO 19011:2011 para Laboratorios
Auditoria ISO 19011:2011 para Laboratorios
LUIS GONZALEZ BACA
 
Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.
Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.
Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.
Secretaria de Estado da Tributação do RN
 
Iso 19011 esta es la buena
Iso 19011 esta es la buenaIso 19011 esta es la buena
Iso 19011 esta es la buena
Jesus Guadalupe Benitez Cabuto
 
Auditoria
AuditoriaAuditoria
Formación de auditores internos-Norma ISO 19011:2002 SGC
Formación de auditores internos-Norma ISO 19011:2002 SGCFormación de auditores internos-Norma ISO 19011:2002 SGC
Formación de auditores internos-Norma ISO 19011:2002 SGC
Juan Manuel Agüera Castro
 
Clase 10. generalidades auditorias y norma iso 19011
Clase 10. generalidades auditorias y norma iso 19011Clase 10. generalidades auditorias y norma iso 19011
Clase 10. generalidades auditorias y norma iso 19011
oscarreyesnova
 
Guia de utilização iso9001 2015
Guia de utilização iso9001 2015Guia de utilização iso9001 2015
Guia de utilização iso9001 2015
Denyse Evany Silveira Marquini
 
Auditorias de calidad
Auditorias de calidadAuditorias de calidad
Auditorias de calidad
National University of Catamarca
 
Como Elaborar Um Relatório de Auditoria Interna
Como Elaborar Um Relatório de Auditoria InternaComo Elaborar Um Relatório de Auditoria Interna
Como Elaborar Um Relatório de Auditoria Interna
Marlon de Freitas
 

Destaque (16)

Pr 2-auditoria-interna-rev2
Pr 2-auditoria-interna-rev2Pr 2-auditoria-interna-rev2
Pr 2-auditoria-interna-rev2
 
Iso 19011 em portugues
Iso 19011 em portuguesIso 19011 em portugues
Iso 19011 em portugues
 
Bíblia ISO - 9001
Bíblia   ISO - 9001Bíblia   ISO - 9001
Bíblia ISO - 9001
 
Nbr iso 19011
Nbr iso 19011Nbr iso 19011
Nbr iso 19011
 
Auditoria iso 9001
Auditoria iso 9001Auditoria iso 9001
Auditoria iso 9001
 
ABNT NBR ISO 19011:2012 - Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão
ABNT NBR ISO 19011:2012 - Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão ABNT NBR ISO 19011:2012 - Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão
ABNT NBR ISO 19011:2012 - Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão
 
NORMA DE AUDITORIA SISTEMA DE GESTION iso 19011
NORMA DE AUDITORIA SISTEMA DE GESTION iso 19011NORMA DE AUDITORIA SISTEMA DE GESTION iso 19011
NORMA DE AUDITORIA SISTEMA DE GESTION iso 19011
 
Auditoria ISO 19011:2011 para Laboratorios
Auditoria ISO 19011:2011 para LaboratoriosAuditoria ISO 19011:2011 para Laboratorios
Auditoria ISO 19011:2011 para Laboratorios
 
Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.
Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.
Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.
 
Iso 19011 esta es la buena
Iso 19011 esta es la buenaIso 19011 esta es la buena
Iso 19011 esta es la buena
 
Auditoria
AuditoriaAuditoria
Auditoria
 
Formación de auditores internos-Norma ISO 19011:2002 SGC
Formación de auditores internos-Norma ISO 19011:2002 SGCFormación de auditores internos-Norma ISO 19011:2002 SGC
Formación de auditores internos-Norma ISO 19011:2002 SGC
 
Clase 10. generalidades auditorias y norma iso 19011
Clase 10. generalidades auditorias y norma iso 19011Clase 10. generalidades auditorias y norma iso 19011
Clase 10. generalidades auditorias y norma iso 19011
 
Guia de utilização iso9001 2015
Guia de utilização iso9001 2015Guia de utilização iso9001 2015
Guia de utilização iso9001 2015
 
Auditorias de calidad
Auditorias de calidadAuditorias de calidad
Auditorias de calidad
 
Como Elaborar Um Relatório de Auditoria Interna
Como Elaborar Um Relatório de Auditoria InternaComo Elaborar Um Relatório de Auditoria Interna
Como Elaborar Um Relatório de Auditoria Interna
 

Semelhante a Auditoria iso14001 modulo4

auditoriaiso14001modulo4-160430181300.pdf
auditoriaiso14001modulo4-160430181300.pdfauditoriaiso14001modulo4-160430181300.pdf
auditoriaiso14001modulo4-160430181300.pdf
Raquel Lopes
 
Auditoria da qualidade
Auditoria da qualidadeAuditoria da qualidade
Auditoria da qualidade
Andressa Ribeiro
 
Auditoria iso 9001
Auditoria iso 9001Auditoria iso 9001
Auditoria iso 9001
Valeria Carneiro
 
Auditoria iso 90011
Auditoria iso 90011Auditoria iso 90011
Auditoria iso 90011
Valeria Carneiro
 
Como_fazer_uma_boa_auditoria.ppt
Como_fazer_uma_boa_auditoria.pptComo_fazer_uma_boa_auditoria.ppt
Como_fazer_uma_boa_auditoria.ppt
sandra468841
 
Como fazer uma_boa_auditoria
Como fazer uma_boa_auditoriaComo fazer uma_boa_auditoria
Como fazer uma_boa_auditoria
Oicram Santos
 
Auditoria
AuditoriaAuditoria
Auditoria de Software.ppt
Auditoria de Software.pptAuditoria de Software.ppt
Auditoria de Software.ppt
TacianoBalardin1
 
Ua 4
Ua 4Ua 4
Ua 4
ITHPOS
 
4.5.5 auditoria interna
4.5.5 auditoria interna4.5.5 auditoria interna
4.5.5 auditoria interna
Samantha Kathryn Soares Medeiros
 
auditoriasinternas.pptx
auditoriasinternas.pptxauditoriasinternas.pptx
auditoriasinternas.pptx
ZE RIKI
 
Slide Auditoria - 2a. unidade -Aula (1).ppt
Slide Auditoria - 2a. unidade  -Aula (1).pptSlide Auditoria - 2a. unidade  -Aula (1).ppt
Slide Auditoria - 2a. unidade -Aula (1).ppt
Zoraide6
 
Palestra 5 S.pptx
Palestra 5 S.pptxPalestra 5 S.pptx
Palestra 5 S.pptx
Daniel765585
 
Psq 00x auditorias-internas_modelo_v00
Psq 00x auditorias-internas_modelo_v00Psq 00x auditorias-internas_modelo_v00
Psq 00x auditorias-internas_modelo_v00
Marcos Henrique
 
Slide 02.1 Auditoria1 - 2a. unidade (1).ppt
Slide 02.1 Auditoria1 - 2a.  unidade (1).pptSlide 02.1 Auditoria1 - 2a.  unidade (1).ppt
Slide 02.1 Auditoria1 - 2a. unidade (1).ppt
Zoraide6
 
7 dicas para Gestão da Qualidade Total
7 dicas para Gestão da Qualidade Total7 dicas para Gestão da Qualidade Total
7 dicas para Gestão da Qualidade Total
Portal Qualidade Brasil
 
Formação de-auditores-líderes-23-03-2014
Formação de-auditores-líderes-23-03-2014Formação de-auditores-líderes-23-03-2014
Formação de-auditores-líderes-23-03-2014
Andrew Rocha
 
Qualidade
QualidadeQualidade
Qualidade
José Luismar
 
Workshop sobre Auditoria de Projetos
Workshop sobre Auditoria de ProjetosWorkshop sobre Auditoria de Projetos
Workshop sobre Auditoria de Projetos
Robes Baima, PMI-PMP, PMI-RMP
 
5 auditoria financeira
5 auditoria financeira5 auditoria financeira
5 auditoria financeira
Pedro Luis Moraes
 

Semelhante a Auditoria iso14001 modulo4 (20)

auditoriaiso14001modulo4-160430181300.pdf
auditoriaiso14001modulo4-160430181300.pdfauditoriaiso14001modulo4-160430181300.pdf
auditoriaiso14001modulo4-160430181300.pdf
 
Auditoria da qualidade
Auditoria da qualidadeAuditoria da qualidade
Auditoria da qualidade
 
Auditoria iso 9001
Auditoria iso 9001Auditoria iso 9001
Auditoria iso 9001
 
Auditoria iso 90011
Auditoria iso 90011Auditoria iso 90011
Auditoria iso 90011
 
Como_fazer_uma_boa_auditoria.ppt
Como_fazer_uma_boa_auditoria.pptComo_fazer_uma_boa_auditoria.ppt
Como_fazer_uma_boa_auditoria.ppt
 
Como fazer uma_boa_auditoria
Como fazer uma_boa_auditoriaComo fazer uma_boa_auditoria
Como fazer uma_boa_auditoria
 
Auditoria
AuditoriaAuditoria
Auditoria
 
Auditoria de Software.ppt
Auditoria de Software.pptAuditoria de Software.ppt
Auditoria de Software.ppt
 
Ua 4
Ua 4Ua 4
Ua 4
 
4.5.5 auditoria interna
4.5.5 auditoria interna4.5.5 auditoria interna
4.5.5 auditoria interna
 
auditoriasinternas.pptx
auditoriasinternas.pptxauditoriasinternas.pptx
auditoriasinternas.pptx
 
Slide Auditoria - 2a. unidade -Aula (1).ppt
Slide Auditoria - 2a. unidade  -Aula (1).pptSlide Auditoria - 2a. unidade  -Aula (1).ppt
Slide Auditoria - 2a. unidade -Aula (1).ppt
 
Palestra 5 S.pptx
Palestra 5 S.pptxPalestra 5 S.pptx
Palestra 5 S.pptx
 
Psq 00x auditorias-internas_modelo_v00
Psq 00x auditorias-internas_modelo_v00Psq 00x auditorias-internas_modelo_v00
Psq 00x auditorias-internas_modelo_v00
 
Slide 02.1 Auditoria1 - 2a. unidade (1).ppt
Slide 02.1 Auditoria1 - 2a.  unidade (1).pptSlide 02.1 Auditoria1 - 2a.  unidade (1).ppt
Slide 02.1 Auditoria1 - 2a. unidade (1).ppt
 
7 dicas para Gestão da Qualidade Total
7 dicas para Gestão da Qualidade Total7 dicas para Gestão da Qualidade Total
7 dicas para Gestão da Qualidade Total
 
Formação de-auditores-líderes-23-03-2014
Formação de-auditores-líderes-23-03-2014Formação de-auditores-líderes-23-03-2014
Formação de-auditores-líderes-23-03-2014
 
Qualidade
QualidadeQualidade
Qualidade
 
Workshop sobre Auditoria de Projetos
Workshop sobre Auditoria de ProjetosWorkshop sobre Auditoria de Projetos
Workshop sobre Auditoria de Projetos
 
5 auditoria financeira
5 auditoria financeira5 auditoria financeira
5 auditoria financeira
 

Mais de Derbi Mota de Souza

Keri smith teacher_packet_tg
Keri smith teacher_packet_tgKeri smith teacher_packet_tg
Keri smith teacher_packet_tg
Derbi Mota de Souza
 
28201 acaba este_libro
28201 acaba este_libro28201 acaba este_libro
28201 acaba este_libro
Derbi Mota de Souza
 
A receita de neemias para o sucesso
A receita de neemias para o sucessoA receita de neemias para o sucesso
A receita de neemias para o sucesso
Derbi Mota de Souza
 
Graça
GraçaGraça
Regeneracao
RegeneracaoRegeneracao
Regeneracao
Derbi Mota de Souza
 
capitulo-1-teoria-da-contabilidade-katsumi-tiburcio
capitulo-1-teoria-da-contabilidade-katsumi-tiburciocapitulo-1-teoria-da-contabilidade-katsumi-tiburcio
capitulo-1-teoria-da-contabilidade-katsumi-tiburcio
Derbi Mota de Souza
 
Teste de impairment porto de souza avaliações e perícias
Teste de impairment   porto de souza   avaliações e períciasTeste de impairment   porto de souza   avaliações e perícias
Teste de impairment porto de souza avaliações e perícias
Derbi Mota de Souza
 
Fair value
Fair valueFair value
Livro ebook-a-encarnacao-e-o-nascimento-de-cristo
Livro ebook-a-encarnacao-e-o-nascimento-de-cristoLivro ebook-a-encarnacao-e-o-nascimento-de-cristo
Livro ebook-a-encarnacao-e-o-nascimento-de-cristo
Derbi Mota de Souza
 
Medita baxter
Medita baxterMedita baxter
Medita baxter
Derbi Mota de Souza
 

Mais de Derbi Mota de Souza (10)

Keri smith teacher_packet_tg
Keri smith teacher_packet_tgKeri smith teacher_packet_tg
Keri smith teacher_packet_tg
 
28201 acaba este_libro
28201 acaba este_libro28201 acaba este_libro
28201 acaba este_libro
 
A receita de neemias para o sucesso
A receita de neemias para o sucessoA receita de neemias para o sucesso
A receita de neemias para o sucesso
 
Graça
GraçaGraça
Graça
 
Regeneracao
RegeneracaoRegeneracao
Regeneracao
 
capitulo-1-teoria-da-contabilidade-katsumi-tiburcio
capitulo-1-teoria-da-contabilidade-katsumi-tiburciocapitulo-1-teoria-da-contabilidade-katsumi-tiburcio
capitulo-1-teoria-da-contabilidade-katsumi-tiburcio
 
Teste de impairment porto de souza avaliações e perícias
Teste de impairment   porto de souza   avaliações e períciasTeste de impairment   porto de souza   avaliações e perícias
Teste de impairment porto de souza avaliações e perícias
 
Fair value
Fair valueFair value
Fair value
 
Livro ebook-a-encarnacao-e-o-nascimento-de-cristo
Livro ebook-a-encarnacao-e-o-nascimento-de-cristoLivro ebook-a-encarnacao-e-o-nascimento-de-cristo
Livro ebook-a-encarnacao-e-o-nascimento-de-cristo
 
Medita baxter
Medita baxterMedita baxter
Medita baxter
 

Último

Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicosDNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
jonny615148
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdfCD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
Manuais Formação
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptxDEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
ConservoConstrues
 
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e RiscadoresCap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Shakil Y. Rahim
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
ARIADNEMARTINSDACRUZ
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
MarcoAurlioResende
 
PROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdf
PROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdfPROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdf
PROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdf
MiriamCamily
 
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
Pr Davi Passos - Estudos Bíblicos
 
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdfRazonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Demetrio Ccesa Rayme
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Maurício Bratz
 
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdfO livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
dataprovider
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 

Último (20)

Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicosDNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
 
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdfCD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptxDEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
 
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e RiscadoresCap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
 
PROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdf
PROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdfPROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdf
PROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdf
 
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
(44-ESTUDO - LUCAS) A ESPIRITUALIDADE EM CRISE NO VALE
 
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdfRazonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
 
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdfO livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 

Auditoria iso14001 modulo4

  • 1. Módulo 4 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.5, 6.51, 6.5.2, 6.5.3, 6.5.4, 6.5.5, 6.5.6, 6.5.7, 6.6, 6.6.1, 6.6.2, 6.7, 6.8 Exercícios
  • 2. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.1 Conduzindo a reunião de abertura Convém que uma reunião de abertura seja realizada com a direção do auditado ou com o responsável pelos processos a serem auditados. O propósito de uma reunião de abertura é: Confirmar o plano de auditoria, Fornecer um pequeno resumo de como as atividades da auditoria serão empreendidas, Confirmar canais de comunicação, e Fornecer oportunidade para o auditado fazer perguntas. A reunião de abertura também é um excelente quebra gelo entre auditores e auditados o que facilita a condução da auditoria.
  • 3. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.1 Conduzindo a reunião de abertura A realização da reunião de abertura é uma definição que depende da estrutura, tamanho e cultura da organização, uma auditoria interna em uma pequena empresa esta reunião pode consistir na comunicação dos objetivos e natureza da auditoria, para outras situações os seguintes pontos devem ser considerados: apresentação dos participantes; confirmação dos objetivos, escopo e critério da auditoria; confirmação da programação; definição de métodos e procedimentos, inclusive amostragem; confirmação dos canais formais de comunicação; confirmação do idioma a ser usado durante a auditoria; confirmação de que o auditado será mantido informado; confirmação dos recursos e instalações necessários à equipe de auditoria; confirmação de assuntos relativos a confidencialidade; confirmação de procedimentos de segurança e emergência; confirmação dos guias; método de relatar, incluindo qualquer classificação de NC informações sobre condições nas quais a auditoria pode ser encerrada; e informações sobre qualquer sistema de apelação referente a conclusão da auditoria.
  • 4. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.2 Comunicação durante a auditoria Dependendo do escopo e da complexidade da auditoria, pode ser necessário fazer arranjos formais para comunicação dentro da equipe da auditoria e com o auditado durante a auditoria. Convém que a equipe auditora se comunique periodicamente para trocar informações, availar o progresso da auditoria e redistribuir o trabalho entre os membros da equipe da auditoria , se necessário. O auditor líder deve comunicar periodicamente ao auditado o progresso da auditoria e qualquer preocupação, principalmente quando uma evidência coletada sugira um risco imediato e significativo. Necessidade de alteração de escopo identificada deve ser analisada pelo auditor líder, aprovada pelo cliente da auditoria e se apropriado pelo auditado.
  • 5. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.2 Comunicação durante a auditoria Caso as evidências indiquem que os objetivos da auditoria são inatingíveis o líder da auditoria deveria relatar a situação ao cliente da auditoria e do auditado para determinar a ação apropriada, que pode ser modificação do plano de auditoria, mudanças nos objetivos ou no escopo da auditoria ou o encerramento da auditoria. Qualquer comunicação com o cliente de auditoria e o auditado deve sempre ser realizada com tranqüilidade e empatia, auditorias são estressantes e os auditores devem se preocupar em conduzir a comunicação sem conflitos.
  • 6. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.3 Funções e resp. de guias e observadores Guias e observadores podem acompanhar a equipe da auditoria, mas não são parte dela. Convém que eles não influenciem ou interfiram na realização da auditoria. Quando guias são designados pelo auditado, convém que eles prestem ajuda à equipe da auditoria e ajam a pedido do líder da equipe da auditoria. Suas responsabilidades podem incluir: estabelecer contato e programas para entrevistas; organizar as visitas; orientar e garantir que sejam respeitadas as regras de segurança; testemunhar a auditoria em nome do auditado; fornecer esclarecimento ou ajuda na coleta de informações. Os guias são uma excelente ajuda para os auditores, eles podem esclarecer perguntas do auditor para o auditado quando por falta de conhecimento da cultura este não usa o vocabulário adequado e vice versa.
  • 7. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.4 Coletando e verificando informações Visão geral do processo de auditoria da coleta de informações até as conclusões Coletando informações por amostragem apropriada e verificando Fontes de informação Evidências de auditoria (verificáveis) Avaliando contra o critério de auditoria Constatações da auditoria Analisando criticamente Conclusões da auditoria
  • 8. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.4 Coletando e verificando informações Métodos para coletar informações incluem: Entrevistas: com empregados e outras pessoas, Observação de atividades e do ambiente de trabalho circunvizinho, Análise crítica de documentos como políticas, objetivos, planos, procedimentos, normas, instruções, licenças, permissões, especificações, desenhos, contratos, Registros, como registros de inspeção, notas de reuniões, relatórios de auditoria, registros de monitoramento, de programas e o resultado de medições, Resumo de dados, análises e indicadores de desempenho, Informações sobre programas de amostargem do auditado e sobre processos de medição, Relatórios de outras fontes, como, por exemplo, realimentação de cliente, outras informações pertinentes de partes externas e classificações de fornecedor, Bancos de dados e web sites. Durante um processo de auditoria o auditor não consegue ver todos os processos e documentos do auditado, deve-se manter uma trilha e conduzir a auditoria nesta direção, o auditor deve sempre se lembrar que auditoria é uma amostragem e que ela se repete periodicamente, portanto, outros temas serão auditados em uma próxima visita e deve-se buscar cumprir o tempo planejado.
  • 9. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.4 Coletando e verificando informações Entrevistas são um dos meios importantes para coletar informações e convém que sejam conduzidas de maneira adaptada a pessoa entrevistada, convém que o auditor considere: Entrevistas devem ser realizadas com pessoas apropriadas – não adianta entrevistar um operador sobre o planejamento das atividades, Entrevistas devem ser realizadas durante o horário normal de trabalho e no local de trabalho da pessoa que está sendo entrevistada – se houver mais de um turno convém que uma amostra de todos os turnos seja realizada, O auditor deve colocar o auditado a vontade e explicar qualquer anotação que esteja realizando, Pedir ao auditado que descreva seu trabalho é um bom início para o processo de entrevista e perguntas direcionadas (resposta sim / não) devem ser evitadas, Ao término da entrevista um resumo das constatações deveria ser apresentado ao auditado, Ao final da auditoria convém que se agradeça ás pessoas pela sua participação e cooperação. Muitas vezes o auditor se apressa nas conclusões e coloca palavras na boca do auditado ou insiste em determinada direção por não ouvir e entender o auditado.
  • 10. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.5 Gerando constatações da auditoria Convém que as evidências de auditoria sejam avaliadas de acordo com o critério de auditoria para gerar as constatações de auditoria, que podem ser conformes ou não conformes com o critério definido e caso seja definido pelo critério de auditoria também podem ser identificadas oportunidades de melhoria. Se necessário a equipe de auditoria deve se reunir para discutir as constatações. Um relatório de auditoria não deve indicar somente as não conformidades e oportunidades de melhoria identificadas junto com as evidências, convém que as conformidades também sejam indicadas, por exemplo por processo ou departamento e que as constatações de evidências de conformidades também sejam documentadas.
  • 11. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.5 Gerando constatações da auditoria Não conformidades podem ser graduadas e devem ser analisadas junto com o auditado para garantir que foram corretamente compreendidas e que as evidências são precisas. Convém que todo empenho seja feito para solucionar qualquer opinião divergente relativa às evidências e/ou constatações da auditoria, e convém que sejam registrados os pontos não resolvidos. Normalmente, se identificamos corretamente uma não conformidade e a exclarecemos ao auditado ele não irá contra argumentar, é muito raro que uma não conformidade verdadeira não seja aceita, agora se o auditado insistir em afirmar que não há não conformidade é boa prática ouvi-lo, provavelmente o auditor não levou todos os aspectos em consideração; e uma característica importante em um auditor é a humildade, se estiver errado aceite e diga que errou. Oportunidades de melhoria muitas vezes não são aceitas pelo auditado pelas mesmas razões acima ou porque ele sabe que não conseguirá implementar ou por falta de recursos ou por desalinha mento com seu processo atual. Quando um auditado divergir realmente de uma oportunidade de melhoria não se deve discutir com ele e deve ser decidido pelo auditor se vai documentar aquela OM ou não.
  • 12. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.6 Preparando conclusões de auditoria Convém que a equipe da auditoria se comunique, anteriormente à reunião de encerramento, para: analisar criticamente as constatações da auditoria e quaisquer outras informações apropriadas coletadas durante a auditoria, contra os objetivos da auditoria, acordar quanto às conclusões da auditoria, levando em conta a incerteza inerente ao processo de auditoria, preparar recomendações, se especificado pelos objetivos de auditoria, e discutir sobre ações de acompanhamento de auditoria, se incluído no plano de auditoria. Conclusões de auditoria podem apontar assuntos tais como: A extensão da conformidade do sistema de gestão com os critérios de auditoria, A implementação eficaz, manutenção e melhoria do sistema de gestão, e A capacidade do processo de análise crítica pela direção em assegurar a contínua pertinência, adequação, eficácia e melhoria do sistema de gestão. Se especificado nos objetivos da auditoria, as conclusões da auditoria podem conduzir a recomendações tendo em vista melhorias, relações empresariais, certificação ou atividades de futuras auditorias.
  • 13. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.7 Conduzindo a reunião de encerramento Convém que seja realizada uma reunião de encerramento, presidida pelo líder da equipe da auditoria para apresentar as constatações e conclusões da auditoria de uma tal maneira que elas sejam compreendidas e reconhecidas pelo auditado e para negociar o prazo para o auditado apresentar um plano de ações corretivas e preventivas, se houver. Convém que participem da reunião de encerramento: auditores, auditados e se possível o cliente da auditoria. Em auditorias internas de pequenas organizações a reunião de encerramento pode consistir apenas em comunicar as constatações e conclusões de auditoria. Para outras situações convém que a reunião seja formal. Convém que opiniões divergentes entre auditores e auditados sejam discutidas e resolvidas preferencialmente antes da reunião de encerramento e se não forem resolvidas essas opiniões devem ser registradas no relatório de auditoria. Se especificado pelos objetivos da auditoria podem ser apresentadas oportunidades de melhoria.
  • 14. 6.5 Conduzindo atividades de auditoria no local 6.5.7 Conduzindo a reunião de encerramento Reunião agendada (formal ou informal) ou comunicação das constatações; Participantes: auditores, auditados, cliente, outros; Agradecimentos; Registro de freqüência; Apresentação das constatações (NC e OM); Opiniões divergentes (resolvidas / registradas); Informar sobre situações que diminuem a confiança das conclusões; Prazo para o plano de ações corretivas / preventivas; Informação sobre os próximos passos. O tom da reunião de encerramento é muito importante, os auditores precisam mostrar os pontos fortes da organização e/ou dos processos para que os auditados entendam as não conformidades e/ou oportunidades de melhoria identificadas dentro de um contexto global. Normalmente o auditor líder solicita que todos os auditores apresentem suas constatações e no final ele apresenta as suas, a conclusão global e realiza o encerramento da reunião. Quando não conformidades são de maior importância é boa prática planejar uma visita de flollow up em um prazo mais curto do que seria o da programação.
  • 15. 6.6 Prepar., aprov. e distr. o relatório de auditoria 6.6.1 Preparando o relatório da auditoria Convém que o líder da equipe da auditoria seja responsável pela preparação e conteúdo do relatório de auditoria. Convém que o relatório da auditoria forneça um registro completo, preciso, conciso e claro da auditoria, e convém que inclua ou se refira ao seguinte: Os objetivos da auditoria; O escopo da auditoria, identificação de unidades / processos auditados; O período de tempo coberto; Identificação do cliente da auditoria; Identificação do líder da equipe da auditoria e seus membros; As datas e lugares; O critério da auditoria; As constatações da auditoria; As conclusões da auditoria.
  • 16. 6.6 Prepar., aprov. e distr. o relatório de auditoria 6.6.1 Preparando o relatório da auditoria O relatório da auditoria também pode incluir ou pode se referir ao seguinte, se apropriado: Plano de auditoria; Lista dos representantes do auditado; Resumo do processo de auditoria incluindo obstáculos e/ou incertezas encontrados que poderiam diminuir a confiabilidade das conclusões da auditoria; Quaisquer áreas não cobertas, embora dentro do escopo da auditoria; Quaisquer opiniões divergentes e não resolvidas entre a equipe da auditoria e o auditado; As recomendações para melhoria, se especificado nos objetivos da auditoria; O plano de ação de acompanhamento negociado, se existir; Uma declaração da natureza confidencial dos conteúdos; A lista de distribuição do relatório de auditoria. É boa prática encerrar a auditoria com a entrega do relatório, isto é documentá-lo logo após as entrevistas e conclusões e antes da reunião de encerramento da auditoria.
  • 17. 6.6 Prep., aprov. e distr. o relatório de auditoria 6.6.2 Aprovando e distribuindo o relatório da auditoria Convém que o relatório de auditoria seja emitido dentro do período de tempo acordado, datado, analisado criticamente e aprovado de acordo com os procedimentos do programa de auditoria e então distribuído aos receptores designados e ao cliente da auditoria. Normalmente em auditorias internas o coordenador do SG verifica o relatório antes da sua emissão e distribuição, em auditorias de certificação como o auditor é mais experiente o procedimento das certificadoras normalmente é revisar 100% dos relatórios de certificação e recertificação e fazer uma amostragem nos relatórios de auditorias de manutenção da certificação. O relatório de auditoria é propriedade do cliente de auditoria, convém que todos os auditores e receptores mantenham a confidencialidade do relatório.
  • 18. 6 Atividades de auditoria 6.7 Concluindo a auditoria A auditoria está concluída quando todas as atividades foram realizadas e o relatório aprovado foi distribuído. Convém que documentos de auditoria sejam retidos ou destruídos, conforme acordo entre as partes, considerando leis, procedimentos etc., conforme aplicável. A menos que requerido por lei nenhuma das partes deve revelar o conteúdo dos documentos sem a aprovação explicíta do cliente da auditoria e onde apropriado do auditado. Se a revelação do conteúdo de um documento de auditoria for solicitado o cliente da auditoria e o auditado devem ser informados o mais rápido possível.
  • 19. 6 Atividades de auditoria 6.8 Conduzindo ações de acompanh. de auditoria As conclusões da auditoria podem indicar a necessidade de ações corretivas, preventivas ou de melhoria, essas ações devem ser decididas e realizadas pelo auditado em um prazo acordado e não são consideradas parte da auditoria. Convém que o auditado mantenha o cliente da auditoria informado sobre o resultado de tais ações. Convém que a eficácia das ações seja verificada e esta verificação pode fazer parte de uma auditoria subseqüente. O programa de auditoria pode especificar o acompanhamento por membros da equipe auditora o que agrega valor por usar a experiência adquirida, em tais casos convém que seja tomado cuidado para manter a independência em auditorias subseqüentes.
  • 20. Exemplo de ações corretivas Nº Nº 1 2 3 Nº Preparar um check list com todos os pontos de monitoramento Miguel 15/5/2007 Nº CORRETIVA Auditoria interna Monitoramento 25/4/2007 39 AÇÃO PROXIMA ATIVIDADE Não foi apresentado monitoramento das emissões da caldeira. DATA DESCRIÇÃO DO PROBLEMA - PREENCHIDO PELO SOLICITANTE STATUS SOLICITAÇÃO DE AÇÃO CORRETIVA E PREVENTIVA 15/5/2007 Implementação ASSUNTO FONTE Meio Ambiente DATAPaulo DEPTOPREENCHIDO POR EMISSOR PREENCHIDO PELO RESPONSÁVEL DA INVESTIGAÇÃO Gestão Meio AmbienteDEPTO VERIFICADO POR DEPTO OBSERVAÇÕES DATA AÇÃO VERIFICAÇÃO DA EFICÁCIA DA AÇÃO TOMADA PREENCHIDO PELO DEPARTAMENTO DE GESTÃO DO MEIO AMBIENTE PRAZORESP. AÇÃO AÇÃO PREVENTIVA (AÇÃO PARA ELIMINAR CAUSAS POTENCIAIS DE NÃO-CONFORMIDADES) CORREÇÃO (CORREÇÃO IMEDIATA DO PROBLEMA) ANÁLISE DAS CAUSAS AÇÃO reslizar medição das emissões da caldeira PRAZORESP. 25/4/2007DATA houve mudança de profissional na área de monitoramento do meio ambiente Paulo PRAZORESP. AÇÃO CORRETIVA (AÇÃO A SER ADOTADA PARA EVITAR A REINCIDÊNCIA) 25/4/2007 Reavaliar a introdução de novos profissionais nos setores de trabalho Maria 15/5/2007 Definir um sempre um responsável por novos profissionais que o oriente sobre as suas atividade João 25/5/2007
  • 21. Exercício Considere que você como auditor líder realizou uma auditoria interna em um processo de vendas e Elabore um modelo de um relatório de auditoria para ser utilizado em auditorias internas de sistema de gestão de meio ambiente da organização, Indique uma não conformidade possível, a evidência objetiva e o requisito da norma ISO 14001, Indique uma oportunidade de melhoria, Preencha o relatório com dados fictícios, Considere que é uma empresa pequena.
  • 22. Resposta do exercício RELATÓRIO DE AUDITORIA INTERNA DISTRIBUIÇÃO DO RELATÓRIO: Original para o setor GMA e setor Auditado SETOR AUDITADO: SAV - Vendas DATA: 21 / 06 / 04 INÍCIO: 15:00 h TÉRMINO: 16:00 h PROCESSOS: Vendas AUDITORES: Luiz Carlos Montana AUDITADOS: Antonio Resende CRITÉRIO DE AUDITORIA: NORMA ISO 14001. REQUISITOS DA NORMA AUDITADOS: 4.1, 4.2, 4.3, 4.4 e 4.5 Continua>>>>
  • 23. Resposta do exercício CONCLUSÕES: Os profissionais conhecem a política e os objetivos de gestão ambiental e estão conscientes do impacto que suas atividades podem causar ao meio ambiente. OPORTUNIDADES DE MELHORIA: LM1 – Os resultados das metas e monitoramentos poderiam ser publicados nos quadros de aviso e não somente na internet. Continua>>>>
  • 24. Resposta do exercício NÃO CONFORMIDADES IDENTIFICADAS (INDICAR REQUISITO E EVIDÊNCIA OBJETIVA): LF1- A meta redução de consumo de energia (10% a menos em relação ao ano anterior) não vem sendo cumprida há 3 meses e não foram apresentadas ações ou ações corretivas. Evidência: Relatório AAA de 10/04/06. Requisito da norma ISO 14001: 4.5.3 LF2 – Foram encontrados copos plásticos no recipiente destinado a papéis. Evidência: Recipiente de lixo ao lado do café Requisito da norma ISO 14001: 4.4.6
  • 25. Exercício 1) Durante uma auditoria de sistema de gestão de meio ambiente é geralmente impraticável examinar todos os itens, portanto a auditoria deve envolver: a) Execução de inspeções ou testes somente se o tempo permitir. b) Examinar somente aqueles itens que o auditado fornecer. c) Uso de uma técnica de amostragem com coleta de amostra aleatória. d) Nenhuma das opções acima. 2) Quando não é necessário calibrar aparelhos de inspeção, medição e ensaio com equipamento que tenha uma relação conhecida e válida com padrões reconhecidos nacionalmente? a) Quando o equipamento é usado por um técnico treinado. b) Quando as medições não afetam o resultado de medições ambientais. c) Quando as medições têm somente um efeito indireto, como a temperatura ambiente na sala de inspeção. d) Nenhuma das opções acima. 3) Qual objetivo principal da reunião inicial: a-) Apresentar a equipe auditora. b-) Estabelecer ambiente propício e definir as regras gerais para a condução da auditoria. c-) Discutir o planejamento da auditoria. d-) Definir o horário e data para realização da reunião final. e-) n.d.a.
  • 26. Exercício 4) O principal objetivo da reunião final de auditoria é: a-) Apresentar as falhas detectadas. b-) Apresentar um resumo do relatório final. c-) Assegurar que a organização auditada compreenda as pendências e observações assinaladas. d-) Marcar a data para re-auditoria. 5) De maneira geral consideramos a auditoria encerrada quando: a-) Se termina a reunião de pós-auditoria. b-) O relatório é submetido ao auditado. c-) O auditado inicia as ações corretivas. d-) Todas as pendências foram solucionadas e a eficácia das ações corretivas foi confirmada em auditoria de acompanhamento. e-) n.d.a. 6) A auditoria deve ser conduzida de maneira a: a-) Explanar causas de defeitos e reclamações de clientes. b-) Assegurar que as não conformidades não irão ocorrer após a auditoria. c-) Verificar a conformidade do sistema de gestão de meio ambiente com as normas de referência. d-) n.d.a.
  • 27. Exercício 7) Qual das seguintes alternativas não é considerada evidência objetiva: a-) Documentação permanente ou não permanente assinada pelo responsável. b-) Observação das atividades com a assinatura de concordância do auditado. c-) Afirmações verbais feitas pelo auditado. d-) n.d.a.
  • 28. Resposta do exercício 1) Durante uma auditoria de sistema de gestão de meio ambiente é geralmente impraticável examinar todos os itens, portanto a auditoria deve envolver: c) Uso de uma técnica de amostragem com coleta de amostra aleatória. 2) Quando não é necessário calibrar aparelhos de inspeção, medição e ensaio com equipamento que tenha uma relação conhecida e válida com padrões reconhecidos nacionalmente? b) Quando as medições não afetam os resultados de medições ambientais. 3) Qual objetivo principal da reunião inicial: b-) Estabelecer ambiente propício e definir as regras gerais para a condução da auditoria. 4) O principal objetivo da reunião final de auditoria é: b-) Apresentar um resumo do relatório final. 5) De maneira geral consideramos a auditoria encerrada quando: b-) O relatório é submetido ao auditado. 6) A auditoria deve ser conduzida de maneira a: c-) Verificar a conformidade do sistema de gestão de meio ambiente com as normas de referência. 7) Qual das seguintes alternativas não é considerada evidência objetiva: d-) n.d.a.