Computadores nas Escolas? 
Não! 
Nome: Fernanda Gomes Marques 
Disciplina Virtual/ Tecnologia e Práticas 
Educativas - Pedagogia 7º Período/ Noite. 
Puc-Minas 2º/2014
Computador X Escola e Educação 
• Porquê e para que permitir a 
entrada e permanência dos 
computadores nas escolas? 
• Já que: ....
Pesquisas explicitam que o 
computador: 
• Prejudica no processo de construção do 
conhecimento. 
• Não promove aprendizagens cooperativas e 
significativas. 
• Dificulta o desenvolvimento das habilidades 
cognitivas 
• Não estimula o a troca de saberes 
pedagógicos
Como? 
• O Filósofo, educador, artista Rudolf 
Steiner com seu modelo de 
desenvolvimento nas escolas Waldorf 
explicita que o pensamento abstrato 
forçado pelo computador prejudica os 
jovens forçando-os a usarem uma 
linguagem e um tipo de pensamento que 
são somente adequados após muita 
maturidade mental.
Computadores X Escolas 
• Almeida (2000: 79), refere-se ao computador como 
“uma máquina que possibilita testar ideias ou 
hipóteses, que levam à criação de um mundo abstrato, 
ao mesmo tempo em que permite introduzir diferentes 
formas de atuação e interação entre as pessoas.” 
• Porém é uma interação efetiva e afetiva? 
• Logo: ....
Computadores X Escolas 
• A presença do computador e de recursos 
midiáticos podem atrapalhar na construção do 
conhecimento 
• Sem promover aprendizagem cooperativas e 
significativas, já que o aluno encontra a solução 
para suas duvidas sem nelas refletir e construir 
seu conhecimento, dificultando assim o 
desenvolvimento das habilidades cognitivas, 
fazendo com que se torne um reprodutor de 
informações
Considerações Finais 
• Assim, assumo o papel de Tecnófobo, pois, sou 
contra a criação de hábitos basilares do dia a dia do 
ser humano, sobre tudo, o individuo ainda em fase 
inicial de formação, dependentes de maquinas que 
anunciam interação comprometida 
• Principalmente contra o uso de computadores na 
escola, já que essa deve ser uma espaço de 
incentivo e referencia de humanização e 
aprendizagem
Referências 
• ALMEIDA, M E de. Informática e formação de 
professores. Brasília: Ministério da Educação, 
2000. 
• V.W.Setzer é Prof.Titular (aposentado) do 
Depto. de Ciência da Computação da USP. Tem 
livros sobre computadores na educação 
publicados no Brasil, Inglaterra, Alemanha e 
Finlândia. 
• VALENTE, J. A. Computadores e 
conhecimento: repensando a educação. 
Campinas: UNICAMP. 1993.

Atividade4 fernandagomesmarques

  • 1.
    Computadores nas Escolas? Não! Nome: Fernanda Gomes Marques Disciplina Virtual/ Tecnologia e Práticas Educativas - Pedagogia 7º Período/ Noite. Puc-Minas 2º/2014
  • 2.
    Computador X Escolae Educação • Porquê e para que permitir a entrada e permanência dos computadores nas escolas? • Já que: ....
  • 3.
    Pesquisas explicitam queo computador: • Prejudica no processo de construção do conhecimento. • Não promove aprendizagens cooperativas e significativas. • Dificulta o desenvolvimento das habilidades cognitivas • Não estimula o a troca de saberes pedagógicos
  • 4.
    Como? • OFilósofo, educador, artista Rudolf Steiner com seu modelo de desenvolvimento nas escolas Waldorf explicita que o pensamento abstrato forçado pelo computador prejudica os jovens forçando-os a usarem uma linguagem e um tipo de pensamento que são somente adequados após muita maturidade mental.
  • 5.
    Computadores X Escolas • Almeida (2000: 79), refere-se ao computador como “uma máquina que possibilita testar ideias ou hipóteses, que levam à criação de um mundo abstrato, ao mesmo tempo em que permite introduzir diferentes formas de atuação e interação entre as pessoas.” • Porém é uma interação efetiva e afetiva? • Logo: ....
  • 6.
    Computadores X Escolas • A presença do computador e de recursos midiáticos podem atrapalhar na construção do conhecimento • Sem promover aprendizagem cooperativas e significativas, já que o aluno encontra a solução para suas duvidas sem nelas refletir e construir seu conhecimento, dificultando assim o desenvolvimento das habilidades cognitivas, fazendo com que se torne um reprodutor de informações
  • 7.
    Considerações Finais •Assim, assumo o papel de Tecnófobo, pois, sou contra a criação de hábitos basilares do dia a dia do ser humano, sobre tudo, o individuo ainda em fase inicial de formação, dependentes de maquinas que anunciam interação comprometida • Principalmente contra o uso de computadores na escola, já que essa deve ser uma espaço de incentivo e referencia de humanização e aprendizagem
  • 8.
    Referências • ALMEIDA,M E de. Informática e formação de professores. Brasília: Ministério da Educação, 2000. • V.W.Setzer é Prof.Titular (aposentado) do Depto. de Ciência da Computação da USP. Tem livros sobre computadores na educação publicados no Brasil, Inglaterra, Alemanha e Finlândia. • VALENTE, J. A. Computadores e conhecimento: repensando a educação. Campinas: UNICAMP. 1993.