ATITUDE   DE MUDAR  Dignidade a mães que sofreram  violência doméstica Cooperativa Habitacional Autofinanciável
Situação do Brasil em números Em 2001, a   Fundação   Perseu   Abramo   mostrou que:  uma em cada cinco brasileiras já foi agredida por um homem e  pelo menos 6,8 milhões de mulheres, no Brasil, já foram espancadas pelo menos uma vez, sendo que, no mínimo, 2,1 milhões de mulheres são espancadas por ano – ou uma a cada 15 segundos!  Nas Casas Abrigo   : Mulheres em média de 25 a 30 anos de idade, baixa escolaridade e renda, três ou mais filhos, a maioria nunca teve um trabalho formal e depende do marido
Violência Doméstica em números no Brasil A Pesquisa sobre Violência Doméstica Contra a Mulher, realizada pelo  DataSenado , em 2007, acrescenta que:  - para 35% das mulheres agredidas no Brasil, a violência doméstica começa por volta dos 19 anos;  - ao menos para 28% delas, os atos de agressão se repetem e  - as causas da violência doméstica normalmente estão associadas a ciúme e embriaguez do parceiro.  Das mais de 20 mil denúncias feitas à  Central de  Atendimento  à  Mulher  ( Ligue  180) , em julho de 2007:  - 73% se referiam à violência praticada pelo marido;  - 59% alegaram sofrer agressões diárias;  - 70% sentem correr risco de espancamento ou morte e  - 57% afirmaram que os agressores faziam uso de entorpecentes
CASAS ABRIGO NO BRASIL Alojamento que oferece assistência e uma oportunidade de recomeçar a vida, porém somente 3 meses,   para mulheres que chegaram ao limite de temer pela sua vida e de seus filhos Existem hoje cerca de 72 Casas Abrigo no Brasil  pelas pesquisas o marido é o principal agressor, apontado como responsável por 70% da quebradeira, 56% dos espancamentos e 53%das ameaças com arma a integridade física. Em segundo lugar, aparece o ex-marido, ex-companheiro, ex-namorado como autor das agressões revela a pesquisa da FPA
ESTRUTURA APOIO DA CASA ABRIGO realizam exames médicos (ginecologista, psicologa) recebem cursos de capacitação profissional (do Senac, Senai, Sebrae, etc) Assistem a oficinas e palestras de trabalho preventivo à violência doméstica (advogados, assistentes sociais) filhos dessas mulheres abrigadas, tem reforço escolar e cursinho, ( essas crianças geralmente se apresentam extremamente agressivos, por vivenciarem de perto e absorverem a situação de violência doméstica ) São atendidas por programas de acesso a moradia
MINHA CASA , MINHA VIDA ! Para os mutuários de até três salários mínimos, só serão permitidos em nome da Mulher, da Chefe da família.  Mulher é Protagonista!! Segundo IBGE, as mulheres embora ainda ganhem 39,8% menos que os homens, elas são mais preocupadas com questões que envolvem moradia, alimentação, educação dos filhos, sendo mais equilibradas no orçamento doméstico  Na faixa de renda até 3 salários mínimos concentra-se a maior parte da população feminina pobre e negra
Idosos e reconstrução de laços Uma Casa de Terceira Idade em cada núcleo do projeto Faltam políticas públicas para manter os idosos no meio familiar e a deficiência de atenção do Estado não é percebida por eles. “A ociosidade deles é grande. A própria representação que o idoso tem, do ponto de vista capitalista, é de que ele não tem valor por não produzir, eles são abandonados pela família e pela utilidade na vida a visita a algumas instituições mostrou que considerar os idosos em situação de abandono era um pré-julgamento. “Essa condição é, do ponto de vista do grupo estudado, excludente na medida em que eles não têm valor na sociedade capitalista,  ao mesmo tempo, porém, o Asilo é inclusiva porque acolhe e provê essas pessoas, que não têm a quem recorrer.  Cada núcleo do projeto terá uma Casa da Terceira Idade, para  que tanto os idosos quanto as crianças vindas de famílias que sofreram violência criem cumplicidade emocional e laços afetivos
 

Atitude De Mudar

  • 1.
    ATITUDE DE MUDAR Dignidade a mães que sofreram violência doméstica Cooperativa Habitacional Autofinanciável
  • 2.
    Situação do Brasilem números Em 2001, a Fundação Perseu Abramo mostrou que: uma em cada cinco brasileiras já foi agredida por um homem e pelo menos 6,8 milhões de mulheres, no Brasil, já foram espancadas pelo menos uma vez, sendo que, no mínimo, 2,1 milhões de mulheres são espancadas por ano – ou uma a cada 15 segundos!  Nas Casas Abrigo : Mulheres em média de 25 a 30 anos de idade, baixa escolaridade e renda, três ou mais filhos, a maioria nunca teve um trabalho formal e depende do marido
  • 3.
    Violência Doméstica emnúmeros no Brasil A Pesquisa sobre Violência Doméstica Contra a Mulher, realizada pelo DataSenado , em 2007, acrescenta que: - para 35% das mulheres agredidas no Brasil, a violência doméstica começa por volta dos 19 anos; - ao menos para 28% delas, os atos de agressão se repetem e - as causas da violência doméstica normalmente estão associadas a ciúme e embriaguez do parceiro. Das mais de 20 mil denúncias feitas à Central de Atendimento à Mulher ( Ligue 180) , em julho de 2007: - 73% se referiam à violência praticada pelo marido; - 59% alegaram sofrer agressões diárias; - 70% sentem correr risco de espancamento ou morte e - 57% afirmaram que os agressores faziam uso de entorpecentes
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    CASAS ABRIGO NOBRASIL Alojamento que oferece assistência e uma oportunidade de recomeçar a vida, porém somente 3 meses, para mulheres que chegaram ao limite de temer pela sua vida e de seus filhos Existem hoje cerca de 72 Casas Abrigo no Brasil pelas pesquisas o marido é o principal agressor, apontado como responsável por 70% da quebradeira, 56% dos espancamentos e 53%das ameaças com arma a integridade física. Em segundo lugar, aparece o ex-marido, ex-companheiro, ex-namorado como autor das agressões revela a pesquisa da FPA
  • 5.
    ESTRUTURA APOIO DACASA ABRIGO realizam exames médicos (ginecologista, psicologa) recebem cursos de capacitação profissional (do Senac, Senai, Sebrae, etc) Assistem a oficinas e palestras de trabalho preventivo à violência doméstica (advogados, assistentes sociais) filhos dessas mulheres abrigadas, tem reforço escolar e cursinho, ( essas crianças geralmente se apresentam extremamente agressivos, por vivenciarem de perto e absorverem a situação de violência doméstica ) São atendidas por programas de acesso a moradia
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    MINHA CASA ,MINHA VIDA ! Para os mutuários de até três salários mínimos, só serão permitidos em nome da Mulher, da Chefe da família. Mulher é Protagonista!! Segundo IBGE, as mulheres embora ainda ganhem 39,8% menos que os homens, elas são mais preocupadas com questões que envolvem moradia, alimentação, educação dos filhos, sendo mais equilibradas no orçamento doméstico Na faixa de renda até 3 salários mínimos concentra-se a maior parte da população feminina pobre e negra
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    Idosos e reconstruçãode laços Uma Casa de Terceira Idade em cada núcleo do projeto Faltam políticas públicas para manter os idosos no meio familiar e a deficiência de atenção do Estado não é percebida por eles. “A ociosidade deles é grande. A própria representação que o idoso tem, do ponto de vista capitalista, é de que ele não tem valor por não produzir, eles são abandonados pela família e pela utilidade na vida a visita a algumas instituições mostrou que considerar os idosos em situação de abandono era um pré-julgamento. “Essa condição é, do ponto de vista do grupo estudado, excludente na medida em que eles não têm valor na sociedade capitalista, ao mesmo tempo, porém, o Asilo é inclusiva porque acolhe e provê essas pessoas, que não têm a quem recorrer. Cada núcleo do projeto terá uma Casa da Terceira Idade, para que tanto os idosos quanto as crianças vindas de famílias que sofreram violência criem cumplicidade emocional e laços afetivos
  • 8.