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História A


     Módulo 7
As opções totalitárias

 Carlos Jorge Canto Vieira
                               Versão 1.0
                             Novembro 2012
Totalitarismos
• Fim da Primeira Guerra Mundial:
  – parecia que a democracia liberal se ia impor em todos os
    países da Europa;
  – porém, o período entre as duas guerras acabou por ser um
    período negro para a demografia europeia.




                                                           2
Totalitarismos
• Surgem
  – movimentos políticos de extrema-direita favoráveis ao
    autoritarismo:
     • Ataque à democracia parlamentar e propunham a implantação de
       ditaduras;
     • Na Rússia soviética, o totalitarismo adquiriu uma feição
       revolucionária:
         – nasce da aplicação do marxismo-leninismo e culminou no
           estalinismo.
     • Na Itália e posteriormente na Alemanha:
         – o Estado totalitário foi produto do fascismo e do nazismo e revestiu
           um cariz mais conservador.


                                                                                  4
Totalitarismos
• Movimentos de extrema-direita
  – o primeiro a tomar o poder foi, o
    Partido Nacional Fascista, em Itália.
     • A expressão fascismos passou a ser
       usada de forma mais geral para
       caracterizar partidos e regimes políticos
       de outros países, com semelhanças com
       o exemplo Italiano.




                                                   5
Totalitarismos
• Características dos regimes nazi-fascistas
   – rejeitam:
      • o individualismo:
          – o respeito pelos direitos do Homem e pela dignidade humana, pois os direitos
            do indivíduo tinham de estar submetidos ao interesse do Estado;
      • o principio liberal da igualdade:
          – defendiam a existência de raças superiores e que nasciam para comandar e
            outras inferiores que nasciam para obedecer;
      • o principio liberal da liberdade
          – a liberdade era vista como uma forma de divisão e enfraquecimento do
            grupo;
      • o principio liberal da fraternidade:
          – os totalitarismos contêm em si a guerra que irão ser conduzidos a Europa e o
            Mundo;

                                                                                           6
Totalitarismos
• a democracia:
    – considerado como um regime de fraqueza, assim como a escolha dos
      governantes pelo povo de inútil demagogia;

• o pluripartidarismo:
    – põe em causa a coesão e força da Nação e geram divisões e discussões;

• o socialismo e o comunismo:
    – assentavam na luta de classes que conduz a divisões e enfraquecimento
      do corpo social;
    – propõem formas de poder em que a maioria de indigentes nascidos para
      obedecer se sobrepõe às elites nascidas para governar;
    – com a sua politica de internacionalização contrariam a coesão e a
      afirmação nacional;

• o liberalismos económico
    – por privilegiar os interesses individuais contra os interesses do Estado.


                                                                                  7
Totalitarismos
• Os totalitarismos defendem:
   – o ultranacionalismo:
       • consideram a Nação como um valor sagrado, um bem supremo;

   – o imperialismo:
       • defendem que o nacionalismo deve ser altivo e ambicioso;

   – o autoritarismo do Estado:
       • contra os particularismos locais, defendem a centralização do poder;
       • o interesse colectivo sobre os interesses individuais, dos grupos
         profissionais ou das classes sociais.
       • A justiça é colocada às suas ordens, na esconjuração das impurezas
         nacionais, pela condenação mais pelas intenções dos acusados do que
         pelos seus actos;

                                                                                8
Totalitarismos
– o culto do chefe:
    • providencial, guia e salvador da Nação;
    • o culto do chefe traduz-se pela difusão ilimitada da sua imagem em todos os sítios que a isso se
      proporcionem;


– o partido único
    • intermediação das relações entre o chefe e o povo, onde se forma a classe dirigente;


– o socialismo nacional na forma corporativista:
    • considerado como a melhor arma para combater o internacionalismo comunista e a luta de
      classes.
    • Contrapõe uma forma de socialismo através da qual os patrões e operários cooperam no mesmo
      objectivo de grandeza nacional, em vez de lutarem por interesses individuais;


– o Estado deve ser auto-suficiente:
    • desenvolvimento da produção nacional que o Estado se pode tornar forte e
      independente, proporcionando emprego aos seus
                                                                                                     9
Totalitarismos
• Elites e enquadramento das
  Massas
  – Homens providenciais ou super-
    homens, os chefes foram
    promovidos à categorização de
    heróis.
  – Simbolizam o Estado
    totalitário, encarnavam a Nação e
    guiavam os seus destinos.
  – Deviam ser seguidos sem
    hesitação, prestando-se-lhes um
    verdadeiro culto que raiava a
    idolatria.
                                        10
Totalitarismos
– Mas as elites não incluíam apenas
  os chefes.
– Delas faziam parte a raça
  dominante, os soldados e as forças
  militares, os filiados no partido, os
  homens de uma forma geral.
– Numa sociedade profundamente
  hierarquizada e rígida, as elites
  mereciam o elevado respeito das
  massas. Em todos os locais, cabia-
  lhes veicular a ideologia
  dominante, assegurar o
  cumprimento estrito da
  ordem, manter a Nação submissa.

                                          11
Totalitarismos
• Formação
  – A obediência cega das massas obedeceu a pratica
    fascista, totalmente avessa a qualquer manifestação de
    vontade individual e de espírito crítico.
  – Começava logo nos primeiros anos com a integração das
    crianças em organizações:
     • Na Itália, depois de passarem por sucessivos escalões de
       formação, os jovens integravam, a partir dos 18 anos, as
       Juventudes Fascistas.
     • Na Alemanha, entravam nas Juventudes Hitlerianas. Eram desta
       forma dada uma forte inculcação de valores nacionalistas e
       anticomunistas nas crianças e jovens.

                                                                      12
Totalitarismos
– A arregimentação de italianos e alemães prosseguia na
  idade adulta, deles esperando a total adesão e a
  identificação com o fascismo;
– Contava-se, para efeito, com diversas organizações de
  enquadramento de massas:
   • o Partido Único (Nacional-Fascista – na Itália; Nacional Socialista –
     na Alemanha), cuja filiação se tornava indispensável para o
     desempenho das funções publicas e militares e de cargos de
     responsabilidade;




                                                                         13
Totalitarismos
• a Frente do Trabalho Nacional-Socialista e as corporações
  italianas, que forneciam aos trabalhadores condições favoráveis
  na obtenção de emprego (substituíram os sindicatos
  livres, entretanto proibidos)
• a Dopolavoro na Itália e a Kraft durch Freud na
  Alemanha, associações destinadas a ocupar os tempos livres dos
  trabalhadores com actividades recreativas e culturais.




                                                                    14
Totalitarismos
• Controlo das mentes e das vontades.
  – A propaganda mostrou-se como um forte auxilio;
  – Máquina de propaganda apoiada:
     • nas técnicas audiovisuais:
         – promoção do culto ao chefe;
         – publicava as realizações do regime
         – submissão da cultura a critérios
         nacionalistas e até racistas.




                                                     15
O CULTO DA FORÇA E DA VIOLENCIA
E A NEGAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS

                                     16
Totalitarismos
• A violência esteve no âmago do fascismo e do
  nazismo.
   – Ambas as ideologias repudiavam o legado racionalista e
     humanista da cultura ocidental.
   – A violência acompanhou, desde o inicio, a prática fascista.
      • Na Itália, Mussolini não conquistara o poder e já os camisas negras
        semeavam o pânico:
          – Mais tarde, foram reconhecidos oficialmente como milícias armadas
            do Partido Nacional-Fascista;
          – Cabia-lhes vigiar, denunciar e reprimir qualquer acto conspiratório.
          – Idênticas funções que competiam à policia politica.



                                                                               17
Totalitarismos
• Alemanha
  – aparato repressivo e atentatório dos mais elementares
    direitos humanos à liberdade e à segurança.
  – O Partido Nacional-Socialista criou as
     • Secções de Assalto (S.A.)     milícias temidas pela
     • Secções de Segurança (S.S.)   brutalidade das suas acções.




                                                                    18
Totalitarismos
– Com a vitória do nazismo:
   • as milícias e a polícia política (Gestapo) exerceram um
     controlo apertado sobre a população e a opinião
     pública.
   • A criação dos campos de concentração, completou o
     dispositivo repressivo do nazismo:
      – administrados pela S.S.
      e pela Gestapo, neles se
      encerraram os opositores
      políticos.



                                                               19
Totalitarismos
• Raça Superior
  – Os nazis acreditavam descender de uma raça superior:
     • a raça ariana, a quem incumbia a obrigação de dominar o mundo
       pela eliminação das raças inferiores.


  – Defendiam a:
     • A Eugenia;
     • O anti-semitismo.




                                                                       20
Totalitarismos




                 21
Totalitarismos
• Eugenia nazi
  – Primeiro objectivo do nazismo:
    • purificação da raça ariana pela selecção dos
      seus membros mais genuínos e eliminação dos
      impuros;
    • Desenvolveram estudos para determinar as
      características da raça ariana;



                                                     22
Totalitarismos


• Aplicaram as conclusões da analise dos tipos
  fisionómicos e mentais na depuração eugénica
  da raça:
   – Isto é, encontrados os indivíduos perfeitos, machos e fêmeas
     eram acasalados e submetidos à aplicação rigorosa das leis da
     genética a fim de obter novos cidadãos dotados com as
     qualidades raciais superiores.
• Ao mesmo tempo, deficientes
  mentais, doentes, portadores de qualquer deficiência
  ou debilidade eram esterilizados ou eliminados.
                                                                 23
Totalitarismos
• Anti-semitismo
  – preservar a pureza da raça pela
    eliminação das raças inferiores que a
    contaminavam;
  – Entre todas, a mais inferior era
    constituída pelos judeus que acusavam
    de serem causadores de todos os males
    da sociedade.
  – Por conseguinte, fizeram do seu
    extermínio um dos grandes objectivos
    políticos.

                                            24
Totalitarismos




                 25
Totalitarismos
• 1ª fase:
  – os judeus foram
    segregados, boicotados, excluídos.




                                         26
Totalitarismos
• 2ª fase
  – surgiram as primeiras investidas contra as suas
    pessoas e bens com destruições programadas dos
    seus locais de culto e de actividade
    económica, intensificando-se a sua segregação
    com o seu encerramento em guetos.




                                                  27
Totalitarismos
• 3ª fase:
  – começo da II Guerra Mundial, os judeus foram
    submetidos às mais humilhantes condições de
    trabalho;
  – a um extermínio cientificamente preparado que se
    traduziu no genocídio de milhões de
    homens, mulheres e crianças nos campos de
    concentração.


                                                   28
Totalitarismos




                 30
Totalitarismos




                 31
Totalitarismos




                 32
33
34
35
AUTARCIA COMO MODELO ECONÓMICO
Totalitarismos
• Autarcia como modelo económico
  – os totalitarismos cresceram à medida que se
    agravavam as condições económicas e financeiras
    de uma Europa destruída pela guerra;
  – promessas de solução de todos os problemas por
    ideologias fortemente nacionalistas,




                                                  37
Totalitarismos
– Uma vez no poder, os regimes fizeram da auto-
  suficiência económica e da resolução do problema
  do desemprego poderosos veículos de afirmação
  do nacionalismo político.
– Era o ideal de autarcia traduzido na adopção de
  políticas económicas fortemente intervencionistas
  através das quais as actividades produtivas eram
  colocadas ao serviço do Estado.



                                                  38
Totalitarismos
• Itália
   – controlo da economia pelo enquadramento de todas as
     actividades laborais nas corporações;
   – lançamento de amplas campanhas de produção envolvidas
     por poderosas manifestações de propaganda em que os
     trabalhadores eram exortados a trabalhar intensamente de
     forma a conseguir altos níveis de produtividade:
      • “batalha de trigo” -> visava o aumento da produção deste cereal;
      • “batalha da bonificação” -> campanhas de recuperação de terras
        para a agricultura e a construção de grandes obras públicas;
      • “batalha da Lira” -> levar os italianos a poupar.


                                                                           39
Totalitarismos
– As actividades industriais e comerciais passaram também
  por um forte controlo do Estado:
   • anos 30 -> lançamento de programas de industrialização e de
     controlo do volume das exportações e importações.
– Resultados dos programas económicos
   • foram positivos:
       – todavia, o desenvolvimento do país foram conseguido à custa de
         grandes sacrifícios da população, quer em trabalho, quer em
         impostos, quer em sujeição a rigorosos racionamentos do consumo.




                                                                        40
Totalitarismos
• Alemanha
  – Objectivo
     • tornar a Alemanha independente dos empréstimos estrangeiros
       pelo relançamento da economia;
     • resolver o problema de 6 milhões de desempregados foram a
       bandeira da propaganda que levou os nazis ao poder.


  – Como:
     • politica de grandes obras públicas:
         – construção de auto-estradas e outras vias de comunicação;
         – desenvolvimento do sector
           automóvel, aeronáutico, químico, siderúrgico e da energia eléctrica.


                                                                              41
Totalitarismos
– Relevante no combate ao desemprego e na captação da
  simpatia dos grandes industriais alemães foi o
  relançamento da indústria militar e a reconstituição do
  exército e da força aérea, contrariando as imposições de
  Versalhes.

– Nos finais da década de 30, a Alemanha estava
  plenamente remilitarizada e preparada para se lançar na
  conquista da Europa.




                                                             45

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  • 1. História A Módulo 7 As opções totalitárias Carlos Jorge Canto Vieira Versão 1.0 Novembro 2012
  • 2. Totalitarismos • Fim da Primeira Guerra Mundial: – parecia que a democracia liberal se ia impor em todos os países da Europa; – porém, o período entre as duas guerras acabou por ser um período negro para a demografia europeia. 2
  • 3.
  • 4. Totalitarismos • Surgem – movimentos políticos de extrema-direita favoráveis ao autoritarismo: • Ataque à democracia parlamentar e propunham a implantação de ditaduras; • Na Rússia soviética, o totalitarismo adquiriu uma feição revolucionária: – nasce da aplicação do marxismo-leninismo e culminou no estalinismo. • Na Itália e posteriormente na Alemanha: – o Estado totalitário foi produto do fascismo e do nazismo e revestiu um cariz mais conservador. 4
  • 5. Totalitarismos • Movimentos de extrema-direita – o primeiro a tomar o poder foi, o Partido Nacional Fascista, em Itália. • A expressão fascismos passou a ser usada de forma mais geral para caracterizar partidos e regimes políticos de outros países, com semelhanças com o exemplo Italiano. 5
  • 6. Totalitarismos • Características dos regimes nazi-fascistas – rejeitam: • o individualismo: – o respeito pelos direitos do Homem e pela dignidade humana, pois os direitos do indivíduo tinham de estar submetidos ao interesse do Estado; • o principio liberal da igualdade: – defendiam a existência de raças superiores e que nasciam para comandar e outras inferiores que nasciam para obedecer; • o principio liberal da liberdade – a liberdade era vista como uma forma de divisão e enfraquecimento do grupo; • o principio liberal da fraternidade: – os totalitarismos contêm em si a guerra que irão ser conduzidos a Europa e o Mundo; 6
  • 7. Totalitarismos • a democracia: – considerado como um regime de fraqueza, assim como a escolha dos governantes pelo povo de inútil demagogia; • o pluripartidarismo: – põe em causa a coesão e força da Nação e geram divisões e discussões; • o socialismo e o comunismo: – assentavam na luta de classes que conduz a divisões e enfraquecimento do corpo social; – propõem formas de poder em que a maioria de indigentes nascidos para obedecer se sobrepõe às elites nascidas para governar; – com a sua politica de internacionalização contrariam a coesão e a afirmação nacional; • o liberalismos económico – por privilegiar os interesses individuais contra os interesses do Estado. 7
  • 8. Totalitarismos • Os totalitarismos defendem: – o ultranacionalismo: • consideram a Nação como um valor sagrado, um bem supremo; – o imperialismo: • defendem que o nacionalismo deve ser altivo e ambicioso; – o autoritarismo do Estado: • contra os particularismos locais, defendem a centralização do poder; • o interesse colectivo sobre os interesses individuais, dos grupos profissionais ou das classes sociais. • A justiça é colocada às suas ordens, na esconjuração das impurezas nacionais, pela condenação mais pelas intenções dos acusados do que pelos seus actos; 8
  • 9. Totalitarismos – o culto do chefe: • providencial, guia e salvador da Nação; • o culto do chefe traduz-se pela difusão ilimitada da sua imagem em todos os sítios que a isso se proporcionem; – o partido único • intermediação das relações entre o chefe e o povo, onde se forma a classe dirigente; – o socialismo nacional na forma corporativista: • considerado como a melhor arma para combater o internacionalismo comunista e a luta de classes. • Contrapõe uma forma de socialismo através da qual os patrões e operários cooperam no mesmo objectivo de grandeza nacional, em vez de lutarem por interesses individuais; – o Estado deve ser auto-suficiente: • desenvolvimento da produção nacional que o Estado se pode tornar forte e independente, proporcionando emprego aos seus 9
  • 10. Totalitarismos • Elites e enquadramento das Massas – Homens providenciais ou super- homens, os chefes foram promovidos à categorização de heróis. – Simbolizam o Estado totalitário, encarnavam a Nação e guiavam os seus destinos. – Deviam ser seguidos sem hesitação, prestando-se-lhes um verdadeiro culto que raiava a idolatria. 10
  • 11. Totalitarismos – Mas as elites não incluíam apenas os chefes. – Delas faziam parte a raça dominante, os soldados e as forças militares, os filiados no partido, os homens de uma forma geral. – Numa sociedade profundamente hierarquizada e rígida, as elites mereciam o elevado respeito das massas. Em todos os locais, cabia- lhes veicular a ideologia dominante, assegurar o cumprimento estrito da ordem, manter a Nação submissa. 11
  • 12. Totalitarismos • Formação – A obediência cega das massas obedeceu a pratica fascista, totalmente avessa a qualquer manifestação de vontade individual e de espírito crítico. – Começava logo nos primeiros anos com a integração das crianças em organizações: • Na Itália, depois de passarem por sucessivos escalões de formação, os jovens integravam, a partir dos 18 anos, as Juventudes Fascistas. • Na Alemanha, entravam nas Juventudes Hitlerianas. Eram desta forma dada uma forte inculcação de valores nacionalistas e anticomunistas nas crianças e jovens. 12
  • 13. Totalitarismos – A arregimentação de italianos e alemães prosseguia na idade adulta, deles esperando a total adesão e a identificação com o fascismo; – Contava-se, para efeito, com diversas organizações de enquadramento de massas: • o Partido Único (Nacional-Fascista – na Itália; Nacional Socialista – na Alemanha), cuja filiação se tornava indispensável para o desempenho das funções publicas e militares e de cargos de responsabilidade; 13
  • 14. Totalitarismos • a Frente do Trabalho Nacional-Socialista e as corporações italianas, que forneciam aos trabalhadores condições favoráveis na obtenção de emprego (substituíram os sindicatos livres, entretanto proibidos) • a Dopolavoro na Itália e a Kraft durch Freud na Alemanha, associações destinadas a ocupar os tempos livres dos trabalhadores com actividades recreativas e culturais. 14
  • 15. Totalitarismos • Controlo das mentes e das vontades. – A propaganda mostrou-se como um forte auxilio; – Máquina de propaganda apoiada: • nas técnicas audiovisuais: – promoção do culto ao chefe; – publicava as realizações do regime – submissão da cultura a critérios nacionalistas e até racistas. 15
  • 16. O CULTO DA FORÇA E DA VIOLENCIA E A NEGAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS 16
  • 17. Totalitarismos • A violência esteve no âmago do fascismo e do nazismo. – Ambas as ideologias repudiavam o legado racionalista e humanista da cultura ocidental. – A violência acompanhou, desde o inicio, a prática fascista. • Na Itália, Mussolini não conquistara o poder e já os camisas negras semeavam o pânico: – Mais tarde, foram reconhecidos oficialmente como milícias armadas do Partido Nacional-Fascista; – Cabia-lhes vigiar, denunciar e reprimir qualquer acto conspiratório. – Idênticas funções que competiam à policia politica. 17
  • 18. Totalitarismos • Alemanha – aparato repressivo e atentatório dos mais elementares direitos humanos à liberdade e à segurança. – O Partido Nacional-Socialista criou as • Secções de Assalto (S.A.) milícias temidas pela • Secções de Segurança (S.S.) brutalidade das suas acções. 18
  • 19. Totalitarismos – Com a vitória do nazismo: • as milícias e a polícia política (Gestapo) exerceram um controlo apertado sobre a população e a opinião pública. • A criação dos campos de concentração, completou o dispositivo repressivo do nazismo: – administrados pela S.S. e pela Gestapo, neles se encerraram os opositores políticos. 19
  • 20. Totalitarismos • Raça Superior – Os nazis acreditavam descender de uma raça superior: • a raça ariana, a quem incumbia a obrigação de dominar o mundo pela eliminação das raças inferiores. – Defendiam a: • A Eugenia; • O anti-semitismo. 20
  • 22. Totalitarismos • Eugenia nazi – Primeiro objectivo do nazismo: • purificação da raça ariana pela selecção dos seus membros mais genuínos e eliminação dos impuros; • Desenvolveram estudos para determinar as características da raça ariana; 22
  • 23. Totalitarismos • Aplicaram as conclusões da analise dos tipos fisionómicos e mentais na depuração eugénica da raça: – Isto é, encontrados os indivíduos perfeitos, machos e fêmeas eram acasalados e submetidos à aplicação rigorosa das leis da genética a fim de obter novos cidadãos dotados com as qualidades raciais superiores. • Ao mesmo tempo, deficientes mentais, doentes, portadores de qualquer deficiência ou debilidade eram esterilizados ou eliminados. 23
  • 24. Totalitarismos • Anti-semitismo – preservar a pureza da raça pela eliminação das raças inferiores que a contaminavam; – Entre todas, a mais inferior era constituída pelos judeus que acusavam de serem causadores de todos os males da sociedade. – Por conseguinte, fizeram do seu extermínio um dos grandes objectivos políticos. 24
  • 26. Totalitarismos • 1ª fase: – os judeus foram segregados, boicotados, excluídos. 26
  • 27. Totalitarismos • 2ª fase – surgiram as primeiras investidas contra as suas pessoas e bens com destruições programadas dos seus locais de culto e de actividade económica, intensificando-se a sua segregação com o seu encerramento em guetos. 27
  • 28. Totalitarismos • 3ª fase: – começo da II Guerra Mundial, os judeus foram submetidos às mais humilhantes condições de trabalho; – a um extermínio cientificamente preparado que se traduziu no genocídio de milhões de homens, mulheres e crianças nos campos de concentração. 28
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  • 36. AUTARCIA COMO MODELO ECONÓMICO
  • 37. Totalitarismos • Autarcia como modelo económico – os totalitarismos cresceram à medida que se agravavam as condições económicas e financeiras de uma Europa destruída pela guerra; – promessas de solução de todos os problemas por ideologias fortemente nacionalistas, 37
  • 38. Totalitarismos – Uma vez no poder, os regimes fizeram da auto- suficiência económica e da resolução do problema do desemprego poderosos veículos de afirmação do nacionalismo político. – Era o ideal de autarcia traduzido na adopção de políticas económicas fortemente intervencionistas através das quais as actividades produtivas eram colocadas ao serviço do Estado. 38
  • 39. Totalitarismos • Itália – controlo da economia pelo enquadramento de todas as actividades laborais nas corporações; – lançamento de amplas campanhas de produção envolvidas por poderosas manifestações de propaganda em que os trabalhadores eram exortados a trabalhar intensamente de forma a conseguir altos níveis de produtividade: • “batalha de trigo” -> visava o aumento da produção deste cereal; • “batalha da bonificação” -> campanhas de recuperação de terras para a agricultura e a construção de grandes obras públicas; • “batalha da Lira” -> levar os italianos a poupar. 39
  • 40. Totalitarismos – As actividades industriais e comerciais passaram também por um forte controlo do Estado: • anos 30 -> lançamento de programas de industrialização e de controlo do volume das exportações e importações. – Resultados dos programas económicos • foram positivos: – todavia, o desenvolvimento do país foram conseguido à custa de grandes sacrifícios da população, quer em trabalho, quer em impostos, quer em sujeição a rigorosos racionamentos do consumo. 40
  • 41. Totalitarismos • Alemanha – Objectivo • tornar a Alemanha independente dos empréstimos estrangeiros pelo relançamento da economia; • resolver o problema de 6 milhões de desempregados foram a bandeira da propaganda que levou os nazis ao poder. – Como: • politica de grandes obras públicas: – construção de auto-estradas e outras vias de comunicação; – desenvolvimento do sector automóvel, aeronáutico, químico, siderúrgico e da energia eléctrica. 41
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  • 45. Totalitarismos – Relevante no combate ao desemprego e na captação da simpatia dos grandes industriais alemães foi o relançamento da indústria militar e a reconstituição do exército e da força aérea, contrariando as imposições de Versalhes. – Nos finais da década de 30, a Alemanha estava plenamente remilitarizada e preparada para se lançar na conquista da Europa. 45