SlideShare uma empresa Scribd logo
História A - Módulo 8
Portugal e o Mundo da Segunda Guerra Mundial
ao início da década de 80 – Opções Internas e
Contexto Internacional
Unidade 3
As transformações sociais e culturais do
terceiro quartel do século XX
http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
Módulo 8, História A 2
3.1 Artes, Letras, Ciência e Técnica (não é de aprofundamento)
3.1.1 A importância dos polos culturais anglo-americanos
O fim da Segunda Guerra Mundial levou a uma mudança de
consciência no homem ocidental depois de assistir à crueldade da
guerra;
A liderança mundial da Europa começou a desbotar em 1914-1918,
os totalitarismos dos anos 20 e 30 e a Segunda Guerra Mundial
destruíram-na quase completamente;
Módulo 8, História A 3
Os EUA assumiram o papel de condução do Ocidente num mundo
bipolarizado;
O protagonismo cultural das grandes cidades europeias (Paris,
Londres, Berlim, Milão, etc.) é substituído pela cidade de Nova
Iorque;
Doravante as grandes inovações provêm dessa cidade americana;
Muitos artistas, intelectuais e cientistas europeus procuraram
refúgio nos EUA durante os anos 30;
Módulo 8, História A 4
A prosperidade económica dos EUA incentivou um generoso
mecenato, surgem colecionadores, museus, galerias, espaços
culturais;
Einstein, Brecht, André Breton, Chagal, Mondrian, Gropius, Salvador
Dalí, são algumas dos artistas e cientistas que se exilaram nos EUA;
Conjuntamente com os artistas e intelectuais americanos irão
transformar Nova Iorque na grande dinamizadora da cultura e arte
mundiais;
Módulo 8, História A 5
3.1.2 A Reflexão sobre a Condição Humana nas Artes e nas Letras
O expressionismo abstrato (1945-1960)
A pintura expressionista de tipo
informalista surgiu nos EUA nos finais
dos anos 40;
Resulta da fusão do Surrealismo com o
Abstraccionismo;
É uma pintura que procura as emoções e
estados de espírito, angústias, raiva,
etc.;
Pollock, Forma Livre
Dentro do Expressionismo Abstracto
distingue-se Jackson Pollock (1912-
1956);
Criou a “action painting”, pintura de
accção;
Desenvolve o conceito surrealista de
automatismo psíquico;
É uma pintura gestualista;
Módulo 8, História A 6
Pollock, Convergência
O resultado final, não é uma representação, mas o conjunto dos
gestos que o artista imprime na tela para exprimir as suas pulsões
emotivas e que, pelo menos nas intenções, não são ditados por
uma ideia premeditada;
não geométrica e de carácter gestualista, trata-se geralmente de
telas de grandes dimensões que os pintores realizam no próprio
chão do atelier;
7Módulo 8, História A
Pollock a pintar
O termo ”action painting”, criado em 1952 pelo crítico americano
Harold Rosenberg, designa uma pintura não-descritiva, cujo
tema é o próprio ato de pintar;
Módulo 8, História A 8
A action paiting retoma o conceito central da teoria surrealista,
ou seja, a definição de automatismos de André Breton;
Utilizam as descobertas da psicanálise, o automatismo psíquico;
Estabelecem uma relação direta entre entre o inconsciente e o
gesto criativo, sem qualquer controlo ético ou estético;
Jackson Pollock, costumava pintar em telas de grandes
dimensões estendidas no chão, para estabelecer com elas um
contacto mais envolvente;
Andando à volta da tela e fazendo jorrar a tinta diretamente de
latas perfuradas, Pollock, renuncia à relação frontal com a obra,
característica da pintura de cavalete, e instaura com a tela uma
relação mais física;
Módulo 8, História A 9
Pollock, nº 3
Módulo 8, História A 10
Pollock: “a mão, o braço e o corpo do artista não dependiam da
vontade nem da mente mas eram o instrumento de uma espécie
de furor e euforia, desligadas de quaisquer normas compositivas
ou estéticas;
A execução da obra era uma espécie de ritual e a tela ficava toda
coberta de riscos de tinta, de uma forma caótica;
Utilizam a técnica do dripping; A obra de arte será tanto mais
autêntica quanto menos a sua execução for racionalmente
controlada;
Dripping: deixar cair a tinta sobre a tela;
Módulo 8, História A 11
Pollock, Ritmos de Outono
Módulo 8, História A 12
Gorky, Os Esponsais, Vermelho e Crista de Galo
Módulo 8, História A 13
Kooning, Excavations
Módulo 8, História A 14
Kooning, Duas Mulheres, Mulher I,Mulher VI
Módulo 8, História A 15
Rothko, vermelho-claro sobre preto,Nº8
Módulo 8, História A 16
Rothko, Terra Verde
Módulo 8, História A 17
Motherwell, Elegia à República Espanhola
Módulo 8, História A 18
A abstração geométrica nasceu
nos EUA, nos anos 50, são
influenciados por Josef Albers
(1888-1976) (professor da
Bauhaus, naturalizado
americano), pelo
Neoplasticismo;
19Módulo 8, História A
Albers, Abertura ao Exterior
Homenagem ao Quadrado curioso
Módulo 8, História A 20
A cor sobrepõe-se à forma;
Procuram realizar uma pintura
estritamente pictórica;
É a pintura despojada de todo o
significado extra visual, a recusa
de tudo o que não seja pictórico;
21Módulo 8, História A
Newman, Covenant
Módulo 8, História A 22
Newman, Tundra
Módulo 8, História A 23
Reinhardt, Pintura
Abstrata
Módulo 8, História A
24
Reinhardt, Pintura
Vermelha
Módulo 8, História A
25
Numa sociedade caracterizada
pelo consumo surge uma arte
que é o reflexo das novas
formas de relacionamento
social, onde determinados
objetos, imagens ou pessoas se
impõem como ícones;
Módulo 8, História A 26
A Pop Art,
um movimento iconoclasta
A arte do século XX, a partir dos
anos 60, muda radicalmente,
quer na forma quer no
pensamento;
Opondo-se ao abstracionismo
intelectualizado e hermético
dos anos 50, surge uma arte
virada para o concreto e o
quotidiano;
Módulo 8, História A 27
A Pop Art (Popular Art) é um
movimento que instaura o seu
programa na cultura da
civilização urbana, nos mass
media, nos objetos e imagens
produzidos pela sociedade de
consumo;
Módulo 8, História A 28
Oldenburg, Hamburger
Gigante, 1962, 2,13 m x
1,32 m
A Pop Art nasceu em meados dos anos 50, sobretudo nos
grandes núcleos urbanos como Nova Iorque e Londres;
Utilizou uma linguagem figurativa recorrendo a símbolos, figuras
e objectos próprios da cidade e do seu quotidiano;
Não se baseou em teorias, não teve atitudes programáticas
Módulo 8, História A 29
A sua temática esteve ligada à “cultura popular” constituída por
imagens do quotidiano, retiradas da BD, das revistas e dos jornais,
da fotografia, do cinema e da televisão;
Os mitos da vida diária, que se manifestam na cultura de consumo,
os meios de comunicação de massas e a euforia tecnológica
manifestam-se na Pop Art
Módulo 8, História A 30
Utilizou recursos mecânicos ou semimecânicos como a serigrafia,
fotografia e a fotomontagem;
Foi influenciada pelo dadaísmo utilizando a descontextualização
de objetos de uso quotidiano, tornando-os ícones da sociedade
de consumo;
Módulo 8, História A 31
Warhol, Caixa de sabão Brillo
Módulo 8, História A 32
O movimento nasceu em Inglaterra, onde desenvolve-se uma
atitude mais crítica em relação à sociedade de consumo, do que nos
EUA;
Hamilton, O que é que faz
exatamente os lugares de hoje
tão diferentes, tão atrativos?,
1956
Módulo 8, História A 33
Em Inglaterra os artistas de maior renome são:
Richard Hamilton (1922);
Peter Blake (1932);
David Hockney (1937);
Allen Jones (1937);
Módulo 8, História A 34
Blake, A varanda
Módulo 8, História A 35
Foi nos EUA que a Pop Art exprimiu completamente o seu
significado;
Desenvolve-se em duas vertentes, uma “neodadaísta” que
incluiu artistas como:
Robert Rauschenberg (1925-1997);
Jasper Jones (1930);
O artista mais conhecido foi Andy Warhol (1928-1987);
Módulo 8, História A 36
Rauschenberg, Cama, 1959
Módulo 8, História A 37
Jones, Três bandeiras, 1958
Módulo 8, História A 38
A outra vertente é composta por artistas como:
Roy Lichtenstein (1923), que utilizou personagens retiradas da
BD (banda desenhada), pintadas com cores lisas onde é quase
impossível ver as pinceladas;
Módulo 8, História A 39
Lichtenstein, Wham
Módulo 8, História A 40
Lichtenstein,
Rapariga lavada em
lágrimas
Módulo 8, História A 41
Wesselmann, The
Great American
Nude, 1963
Tom Wesselmann (1931-2004) que utilizou a assemblage para criar
ambientes de tipo “classe média”;
Módulo 8, História A 42
Módulo 8, História A 43
Coca-Cola (1961)
Andy Warhol (1928-1987)
Cronologia:
1928 – Nasce Andrew Warhola;
1949 – Depois de concluídos os estudos parte para Nova Iorque
para trabalhar como artista comercial;
1952 – realiza uma exposição do seu trabalho;
Warhol, Auto-retrato, 1964
Módulo 8, História A 44
1961 – Série de pinturas baseadas em produtos comerciais (Sopa
Campbell, detergente Brillo, Coca-Cola);
1963 – Criação do atelier “Factory”, local de reunião de pintores,
músicos, filosofos, etc.;
1964 – Exposição de serigrafias com o tema das Flores
(relacionados com a ideologia hippie);
1966 – Exposição de serigrafias cujo tema é a vaca;
1975 – Publica obras literárias;
1987 – Morre após uma operação à vesícula;
Módulo 8, História A 45
Warhol, 100 latas de
sopa Campbell
Filho de emigrantes eslovacos, Andy Warhol é a figura mais
conhecida e controversa da Pop Art;
Utilizou imagens da BD, de objetos de consumo e retratos de
personalidades (conhecidas são as suas séries das sopas Campbell e
as garrafas de Coca-Cola;
Módulo 8, História A 46
Warhol,
Marylin,
díptico
Este artista não quis só converter em arte algo de trivial e vulgar,
mas também trivializar e vulgarizar a própria arte;
Os temas pictóricos da Pop são motivados pela vida quotidiana,
reflectem as realidades de uma época;
Módulo 8, História A 47
Warhol, 16 Jackies
Os grandes símbolos da época, os
mitos produzidos pelos mass
media (as grandes marcas, os
produtos de consumo, as estrelas
de cinema, etc.) vão integrar o
programa do movimento cujo
propósito é evidenciar a extrema
vulgaridade, o kitsch e o mau
gosto que a crescente cultura de
massas e a globalização
conduziram o homem;
Módulo 8, História A 48
Warhol, Sopas
Campbell
Nos inícios dos anos 60 começa a criar, sobretudo serigrafias,
representando objectos da sociedade de consumo;
Reproduziu-as continuamente, introduzindo alterações;
Módulo 8, História A 49
Warhol, Coca-Cola, serigrafia
As suas garrafas de Coca-Cola tornaram-se num ícone da cultura
pop;
A Coca-Cola, quer pela bebida, quer pela conceção da garrafa, era já
um símbolo de consumismo;
Tornam-se um símbolo do “american way of life”;
Módulo 8, História A 50
Warhol, Coca-Cola
Verdes, 1962
A serigrafia permitia desmultiplicação da imagem, tornando-a
acessível a um público numeroso, tornando-a num produto
comercial como qualquer outro;
Módulo 8, História A 51
Warhol, Coca-
Cola, serigrafia,
1961
As imagens eram representadas sem qualquer conotação intelectual,
elevando os objetos comuns à categoria de arte;
Módulo 8, História A 52
Warhol, Coca-Cola, 1960
Usando a arte como a vida, tão fugaz quanto os “quinze minutos
de fama” que considerava ao alcance de todos, Warhol concebeu a
arte mais popular de todo o movimento;
Módulo 8, História A 53
No seu livro de 1975, A Filosofia de Andy Warhol afirmava: “Foi a
América que atingiu a verdadeira democratização da sociedade, os
consumidores ricos compram essencialmente a mesma coisa que os
pobres. Podes ver TV e pensar, eu também posso beber uma Coca-
Cola; o presidente bebe Coca-Cola, Liz Taylor bebe Coca-Cola (…).
Todas as Coca-Colas são iguais e igualmente boas”;
Módulo 8, História A
Warhol, Coca-Cola, serigrafia
Módulo 8, História A 55
A Arte Conceptual iniciou-se nos anos 60 e implicou uma profunda
revisão dos processos criativos;
O mais importante é a ideia, o conceito, ou seja, a conceção do
objeto mais do que a sua realização;
Arte Conceptual
Magritte, A Traição das Imagens,1929,
obra surrealista demonstra um carácter
conceptual, Magritte é um precursor da
arte conceptual
Módulo 8, História A 56
Kosuth, Uma e três cadeiras, 1966. Mostra três tipos de
linguagem: a cadeira, a fotografia da cadeira e a definição
de cadeira. O artista interroga-se acerca da relação que
existe entre um objeto, a representação dele e a linguagem.
Módulo 8, História A 57
Valoriza o processo
mental e a reflexão
sobre o trabalho, a
teoria ocupa o lugar da
prática;
Kosuth, Luz eléctrica de néon, Inglês, Letras de vidro, 1966
Recorreu a referências e bases teóricas questionando:
Os fundamentos da arte;
A colocação da obra de arte na sociedade;
O reconhecimento público do artista;
Põe em causa a razão de existir e a função da arte;
Módulo 8, História A 58
Arnatt, Autofuneral, 1969, fotografias sobre cartão
Atribui à arte um papel de
documento;
Afirmam: “A arte é uma
coisa mental, é reflexão
filosófica desprovida de
aplicação prática”;
“O artista da sociedade
multimédia e da era da
informática trata
exclusivamente de
problemas filosóficos”;
Módulo 8, História A 59
Kosuth, Alinhamento, Transparente, Vidro, Quadrado, 1965, 4
quadrados de vidro (1mx1m)
Este movimento inspirou-se em Magritte e Duchamp, no
Abstraccionismo, na Action Paiting e no Informalismo;
A arte é uma acção linguística como comunicação e formação do
pensamento;
Utilizaram suportes pouco comuns: fotografia, vídeo, documentos
escritos, vidro, etc.;
Módulo 8, História A 60
Módulo 8, História A 61
A literatura existencialista
As vanguardas artísticas criaram o conceito de “não arte”, o
Expressionismo Abstrato tornou-a a pulsão do irracional, a Pop Art
vulgarizou-a e a Arte Conceptual desmaterializou-a;
Na literatura, sob a influência da filosofia existencialista, colocava-se
a tónica na existência humana;
O Homem é um ser responsável? Pode escolher o seu destino?
A resposta a estas questões levou filósofod como Karl Jasper (1883-
1969), Martin Heidegger (1889-1976) e Jean Paul Sartre (1905-1980)
a pensarem que o Homem, antes de pensar, existe e é em torno da
existência que surge a vontade de comunicar, de saber e de
procurar a verdade;
Módulo 8, História A 62
Para Sartre o Homem é obra de si próprio, produto das suas ações,
um ser absolutamente livre que elabora o seu projeto pessoal como
reação aos seus problemas pessoais;
Sartre afirma que num Mundo sem Deus o indivíduo estava
condenado à liberdade de encontrar um sentido para a vida;
O existencialismo tornou-se uma teoria atraente nos anos 40 e 50;
A contingência da existência, a culpa, a morte e o absurdo passam a
fazer parte de obras literárias de Sartre, Simone Beauvoir (1908-
1986) e Albert Camus (193-1960);
Módulo 8, História A 63
O existencialismo influenciou as artes, o cinema, a música;
Afetou os hábitos de vida dos jovens incentivando a crítica aos
valores tradicionais e à busca da liberdade pessoal;
Módulo 8, História A 64
3.1.3 O Progresso Científico e a Inovação Tecnológica
No pós-guerra assiste-se a um desenvolvimento dos avanços
científicos e tecnológicos;
A competição entre empresas, o mundo bipartido incentiva a
pesquisa tecnológica;
A Física, a Biologia e a Química foram as áreas onde se deram os
maiores progressos;
Módulo 8, História A 65
Após o lançamento das bombas atómicas em Hiroxima e
Nagasáqui, na década 50 a energia nuclear é aplicada na produção
de eletricidade;
Constroem-se navios e submarinos nucleares;
A energia é aplicada na Medicina, Tomografia Axial Computorizada
(TAC);
A utilização da energia nuclear levanta problemas e riscos bastante
elevados;
Módulo 8, História A 66
A invenção do transístor (1948) permite substituir as válvulas
eletrónicas a torna possível a miniaturização dos aparelhos
eletrónicos;
Na década de 50 é inventado o chip (circuito integrado);
Este invento levou ao desenvolvimento do rádio, televisão,
telefones, eletrodomésticos e do computador;
Módulo 8, História A 67
O primeiro computador (ENIAC) é criado em 1948 por uma
universidade americana;
O primeiro computador era de válvulas, os primeiros computadores
pessoais vão ser criados em meados da década de 70;
Módulo 8, História A 68
Na década de 40 surge a robótica;
Em 1928, Ian Fleming descobre a penicilina que começou a ser
produzida comercialmente na década de 40 e vai levar à descoberta
de novos antibióticos;
As vacinas também se desenvolvem;
Em 1967, um médico sul africano, Christian Barnard, realizou a
primeira transplantação de um coração;
Em 1978 é realizada a primeira “fertilização in vitro”, isto é. Fora do
corpo humano;
Em 1953 descobre-se a estrutura do ADN e do código genético;
Dão-se progressos na agronomia e são cultivadas variedades de
milho, trigo e arroz mais resistentes às pragas;
Módulo 8, História A 69
3.2 Media e Hábitos Socioculturais (não é de aprofundamento)
3.2.1 Os Novos Centros de Produção Cinematográfica
O cinema, no pós guerra tornou-se um espetáculo de massas: a
cores, e projetados em grandes ecrãs panorâmicos;
A produção norte-americana é afetada pela concorrência da
televisão e pela perseguição movida pela Comissão de Atividades
Antiamericanas (criada em 1947 pelo senador Joseph McCarthy) e
que perseguia todos os que fossem minimamente suspeitos de
simpatias comunistas, foi a época do macarthismo;
Módulo 8, História A 70
Surgem as grandes produções de Hollywood direcionadas para o
público mais jovem;
Surgem outros centros de produção cinematográfica:
Índia, em Bollywood desenvolve-se a indústria cinematográfica que
conhece nos anos 50 a sua idade de ouro;
Nos anos 50 desenvolve-se o cinema no Japão;
Em Itália desenvolve-se uma corrente neorrealista do cinema com
Roberto Rossellini e Vittorio de Sica;
Em França surge a “Nouvelle Vague” de realizadores, François
Truffaut e Jean Luc Godard que lutou pelo “cinema como arte”, e os
realizadores “como autores de filmes”;
Em Portugal surge Manoel de Oliveira que em 1942 realiza o seu
primeiro filme Aniki Bobó;
Módulo 8, História A 71
3.2.2 O Impacto da Televisão e da Música no Quotidiano
Após 1945 a televisão torna-se um meio de comunicação de
massas;
Rapidamente assume-se como um veículo privilegiado de
entretenimento;
É uma forte manifestação de massificação cultural e de
padronização de comportamentos;
É também um veículo de informação e influente nos
comportamento socias e políticos das massas;
É também uma forte orientador do consumo;
Módulo 8, História A 72
Nos anos 50 o “rock & roll” torna-se um enorme sucesso;
Em 1956 emerge a primeira grande estrela, Elvis Presley, em 1962
surgem os Beatles e os Rolling Stones;
A música tornou-se um instrumento de irreverência e de
demonstração de rebeldia da juventude;
Por vezes assume a contestação social como nos casos, nos anos 60
de Bob Dylan ou Joan Baez;
O Festival de Woodstock, 1969, tornou-se um símbolo dos anos 60;
Módulo 8, História A 73
3.2.3 A Hegemonia dos Hábitos Socioculturais Norte-Americanos
Os filmes de Hollywood, os programas de televisão, a música
difundem os valores e os estereótipos do “american way of life”;
É a americanização do Mundo;
Os produtos e os hábitos americanos invadem todos os lares do
mundo;
Módulo 8, História A 74
3. 3 Alterações na Estrutura Social nos Comportamentos (não é de
aprofundamento)
3.3.1 A terciarização da sociedade
O desenvolvimento económico dos “Trinta Gloriosos” provocou a
mecanização do setor produtivo e a alteração da estrutura da
população ativa;
A mecanização da agricultura levou a que cada vez menos gente
trabalhe nos campos, o êxodo rural acelerou;
Cresceu a população urbana;
Módulo 8, História A 75
A população empregue no setor secundário não cresceu de modo
significativo devido à mecanização da indústria;
A terciarização da sociedade é uma característica da sociedade do
pós-guerra;
Cada vez mais pessoas têm emprego na educação, saúde, turismo,
transportes, comunicação, comércio, funcionalismo privado e
público, etc.;
Esta situação exige uma maior escolarização;
A classe média cresce nas sociedades capitalistas;
Aumentam os níveis salariais que provocam uma alteração dos
padrões de consumo e comportamentos sociais;
Há uma melhoria generalizada da qualidade de vida;
Módulo 8, História A 76
3.3.2 Os Anos 60 e a Gestação de uma Nova Mentalidade
A sociedade dos anos 60 procura novas referências ideológicas;
É na juventude que mais se encontra o inconformismo;
É a geração do “baby boom”, a geração nascida no pós-guerra que
não passou por dificuldades económicas e viveu a adolescência em
pleno;
Aderiu ao pacifismo e à ecologia, ao idealismo revolucionário, à
afirmação da mulher;
A Igreja Católica também passou por algumas alterações;
Módulo 8, História A 77
A proliferação de centrais nucleares levou ao nascimento do
movimento antinuclear;
Nos anos 60 surge o movimento hippie cujo slogan mais conhecido
é “façam amor e não a guerra”;
Em 1971, no Canadá é fundada a Greenpeace;
Nos anos 80, em muitos países surgem os partidos políticos
denominados os “Verdes”, com preocupações ecológicas;
Módulo 8, História A 78
Ainda nos anos 60 desenvolvem-se a contestação do sistema por
parte dos jovens;
Nos EUA contra a guerra do Vietname, o racismo, contra a corrida
ao armamento nuclear e a exploração dos povos do Terceiro
Mundo;
Na URSS denunciam a corrida ao nuclear, o centralismo
democrático, a falta de liberdade;
Nas democracias ocidentais também surgem movimentos contra o
nuclear, a exploração dos povos do Terceiro Mundo, etc.;
Módulo 8, História A 79
Surgem movimentos revolucionários empenhados na
transformação do Mundo:
Movimentos antirracistas;
Movimento de luta contra o imperialismo americano;
Movimentos feministas;
Módulo 8, História A 80
Em França, em maio de 1968 surgiu uma contestação estudantil que
rapidamente se espalhou a vários setores do trabalho e levou à
contestação do próprio regime político;
Surgem movimentos feministas que lutam pela igualdade de direitos
civis e políticos das mulheres;
O afastamento dos setores jovens da tradição levou a uma perda de
influência da Igreja Católica;
O Papa João XXIII, eleito em 1958, convocou um concílio que ficou
conhecido como o Concílio do Vaticano II que pretendeu modificar a
atuação da Igreja.
Módulo 8, História A 81
Esta apresentação foi construída tendo por base a seguinte
bibliografia:
COUTO, Célia Pinto, ROSAS, Maria Antónia Monterroso, O tempo
da História 112, Porto Editora, 2013
Antão, António, Preparação para o Exame Nacional 2014, História
A, 2013

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

As transformações provocadas pela I Guerra Mundial
As transformações provocadas pela I Guerra MundialAs transformações provocadas pela I Guerra Mundial
As transformações provocadas pela I Guerra Mundial
Teresa Maia
 
As Vanguardas: Ruturas com os Cânones das Artes
As Vanguardas: Ruturas com os Cânones das ArtesAs Vanguardas: Ruturas com os Cânones das Artes
As Vanguardas: Ruturas com os Cânones das Artes
Jorge Fernandes
 
A questão colonial e o 25 de abril
A questão colonial e o 25 de abrilA questão colonial e o 25 de abril
A questão colonial e o 25 de abril
Carlos Vieira
 
Historia a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumoHistoria a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumo
Escoladocs
 
2 Um novo equilíbrio global
2   Um novo equilíbrio global2   Um novo equilíbrio global
2 Um novo equilíbrio global
Núria Inácio
 
7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
Vítor Santos
 
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
Vítor Santos
 
9 01 fim da guerra fria
9 01 fim da guerra fria9 01 fim da guerra fria
9 01 fim da guerra fria
Vítor Santos
 
9 02 a viragem para uma nova era
9 02 a viragem para uma nova era9 02 a viragem para uma nova era
9 02 a viragem para uma nova era
Vítor Santos
 
Implantação do Marxismo-Leninismo na Rússia
Implantação do Marxismo-Leninismo na RússiaImplantação do Marxismo-Leninismo na Rússia
Implantação do Marxismo-Leninismo na Rússia
home
 
Geografia c 12
Geografia c 12Geografia c 12
Geografia c 12
Ilda Bicacro
 
6 05 os caminhos da cultura
6 05 os caminhos da cultura6 05 os caminhos da cultura
6 05 os caminhos da cultura
Vítor Santos
 
China de Mao Tsé-Tung
China de Mao Tsé-TungChina de Mao Tsé-Tung
China de Mao Tsé-Tung
home
 
Globalização t2
Globalização t2Globalização t2
Globalização t2
Anabelafernandes
 
Portugal no primeiro pós-guerra.
Portugal no primeiro pós-guerra.Portugal no primeiro pós-guerra.
Portugal no primeiro pós-guerra.
home
 
Portugal. naturalismo e vanguardas
Portugal. naturalismo e vanguardasPortugal. naturalismo e vanguardas
Portugal. naturalismo e vanguardas
home
 
A regressão do demoliberalismo
A regressão do demoliberalismoA regressão do demoliberalismo
A regressão do demoliberalismo
home
 
O estalinismo
O estalinismoO estalinismo
O estalinismo
Douglas Valdo
 
Portugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da Democracia
Portugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da DemocraciaPortugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da Democracia
Portugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da Democracia
home
 
Teste modulo 7
Teste modulo 7Teste modulo 7
Teste modulo 7
Sérgio Machado
 

Mais procurados (20)

As transformações provocadas pela I Guerra Mundial
As transformações provocadas pela I Guerra MundialAs transformações provocadas pela I Guerra Mundial
As transformações provocadas pela I Guerra Mundial
 
As Vanguardas: Ruturas com os Cânones das Artes
As Vanguardas: Ruturas com os Cânones das ArtesAs Vanguardas: Ruturas com os Cânones das Artes
As Vanguardas: Ruturas com os Cânones das Artes
 
A questão colonial e o 25 de abril
A questão colonial e o 25 de abrilA questão colonial e o 25 de abril
A questão colonial e o 25 de abril
 
Historia a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumoHistoria a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumo
 
2 Um novo equilíbrio global
2   Um novo equilíbrio global2   Um novo equilíbrio global
2 Um novo equilíbrio global
 
7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
 
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
 
9 01 fim da guerra fria
9 01 fim da guerra fria9 01 fim da guerra fria
9 01 fim da guerra fria
 
9 02 a viragem para uma nova era
9 02 a viragem para uma nova era9 02 a viragem para uma nova era
9 02 a viragem para uma nova era
 
Implantação do Marxismo-Leninismo na Rússia
Implantação do Marxismo-Leninismo na RússiaImplantação do Marxismo-Leninismo na Rússia
Implantação do Marxismo-Leninismo na Rússia
 
Geografia c 12
Geografia c 12Geografia c 12
Geografia c 12
 
6 05 os caminhos da cultura
6 05 os caminhos da cultura6 05 os caminhos da cultura
6 05 os caminhos da cultura
 
China de Mao Tsé-Tung
China de Mao Tsé-TungChina de Mao Tsé-Tung
China de Mao Tsé-Tung
 
Globalização t2
Globalização t2Globalização t2
Globalização t2
 
Portugal no primeiro pós-guerra.
Portugal no primeiro pós-guerra.Portugal no primeiro pós-guerra.
Portugal no primeiro pós-guerra.
 
Portugal. naturalismo e vanguardas
Portugal. naturalismo e vanguardasPortugal. naturalismo e vanguardas
Portugal. naturalismo e vanguardas
 
A regressão do demoliberalismo
A regressão do demoliberalismoA regressão do demoliberalismo
A regressão do demoliberalismo
 
O estalinismo
O estalinismoO estalinismo
O estalinismo
 
Portugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da Democracia
Portugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da DemocraciaPortugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da Democracia
Portugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da Democracia
 
Teste modulo 7
Teste modulo 7Teste modulo 7
Teste modulo 7
 

Destaque

12º A Cultura De Massas Ii
12º   A Cultura De Massas   Ii12º   A Cultura De Massas   Ii
12º A Cultura De Massas Ii
Professores História
 
Reflexão sobre a condição humana nas artes
Reflexão sobre a condição humana nas artesReflexão sobre a condição humana nas artes
Reflexão sobre a condição humana nas artes
Carlos Vieira
 
01 cultura da catedral
01 cultura da catedral01 cultura da catedral
01 cultura da catedral
Vítor Santos
 
Portugal:Do autoritarismo à democracia
Portugal:Do autoritarismo à democraciaPortugal:Do autoritarismo à democracia
Portugal:Do autoritarismo à democracia
João Costa
 
00 3 preparação_exame_nacional_2017
00 3 preparação_exame_nacional_201700 3 preparação_exame_nacional_2017
00 3 preparação_exame_nacional_2017
Vítor Santos
 
11 a guerra_fria
11 a guerra_fria11 a guerra_fria
11 a guerra_fria
Vítor Santos
 
10 1 crise_ditaduras e democracias na década de 30
10 1 crise_ditaduras e democracias na década de 3010 1 crise_ditaduras e democracias na década de 30
10 1 crise_ditaduras e democracias na década de 30
Vítor Santos
 
9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional
Vítor Santos
 
União Europeia (CDEUC) - CEF-Módulo B6
União Europeia (CDEUC) - CEF-Módulo B6União Europeia (CDEUC) - CEF-Módulo B6
União Europeia (CDEUC) - CEF-Módulo B6
Jorge Almeida
 
O milagre japonês
O milagre japonêsO milagre japonês
O milagre japonês
guestfe54e6
 
00 1 preparação_exame_nacional_2017
00 1 preparação_exame_nacional_201700 1 preparação_exame_nacional_2017
00 1 preparação_exame_nacional_2017
Vítor Santos
 
10 2 a _2_guerra_mundial_violência_reconstrução
10 2 a _2_guerra_mundial_violência_reconstrução10 2 a _2_guerra_mundial_violência_reconstrução
10 2 a _2_guerra_mundial_violência_reconstrução
Vítor Santos
 
03 1 cultura_do_mosteiro
03 1 cultura_do_mosteiro03 1 cultura_do_mosteiro
03 1 cultura_do_mosteiro
Vítor Santos
 
Seminário: Arte na alta idade média - A arte germânica
Seminário: Arte na alta idade média - A arte germânicaSeminário: Arte na alta idade média - A arte germânica
Seminário: Arte na alta idade média - A arte germânica
Emanuel Fontinhas
 
Aula 1
Aula 1Aula 1
00 2 preparação_exame_nacional_2017
00 2 preparação_exame_nacional_201700 2 preparação_exame_nacional_2017
00 2 preparação_exame_nacional_2017
Vítor Santos
 
Literatura existencialista
Literatura existencialistaLiteratura existencialista
Literatura existencialista
tanilam
 
How to Make Awesome SlideShares: Tips & Tricks
How to Make Awesome SlideShares: Tips & TricksHow to Make Awesome SlideShares: Tips & Tricks
How to Make Awesome SlideShares: Tips & Tricks
SlideShare
 
Aula 8
Aula 8Aula 8
Aula 2 E 3
Aula 2 E 3Aula 2 E 3
Aula 2 E 3
josepedrosilva
 

Destaque (20)

12º A Cultura De Massas Ii
12º   A Cultura De Massas   Ii12º   A Cultura De Massas   Ii
12º A Cultura De Massas Ii
 
Reflexão sobre a condição humana nas artes
Reflexão sobre a condição humana nas artesReflexão sobre a condição humana nas artes
Reflexão sobre a condição humana nas artes
 
01 cultura da catedral
01 cultura da catedral01 cultura da catedral
01 cultura da catedral
 
Portugal:Do autoritarismo à democracia
Portugal:Do autoritarismo à democraciaPortugal:Do autoritarismo à democracia
Portugal:Do autoritarismo à democracia
 
00 3 preparação_exame_nacional_2017
00 3 preparação_exame_nacional_201700 3 preparação_exame_nacional_2017
00 3 preparação_exame_nacional_2017
 
11 a guerra_fria
11 a guerra_fria11 a guerra_fria
11 a guerra_fria
 
10 1 crise_ditaduras e democracias na década de 30
10 1 crise_ditaduras e democracias na década de 3010 1 crise_ditaduras e democracias na década de 30
10 1 crise_ditaduras e democracias na década de 30
 
9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional
 
União Europeia (CDEUC) - CEF-Módulo B6
União Europeia (CDEUC) - CEF-Módulo B6União Europeia (CDEUC) - CEF-Módulo B6
União Europeia (CDEUC) - CEF-Módulo B6
 
O milagre japonês
O milagre japonêsO milagre japonês
O milagre japonês
 
00 1 preparação_exame_nacional_2017
00 1 preparação_exame_nacional_201700 1 preparação_exame_nacional_2017
00 1 preparação_exame_nacional_2017
 
10 2 a _2_guerra_mundial_violência_reconstrução
10 2 a _2_guerra_mundial_violência_reconstrução10 2 a _2_guerra_mundial_violência_reconstrução
10 2 a _2_guerra_mundial_violência_reconstrução
 
03 1 cultura_do_mosteiro
03 1 cultura_do_mosteiro03 1 cultura_do_mosteiro
03 1 cultura_do_mosteiro
 
Seminário: Arte na alta idade média - A arte germânica
Seminário: Arte na alta idade média - A arte germânicaSeminário: Arte na alta idade média - A arte germânica
Seminário: Arte na alta idade média - A arte germânica
 
Aula 1
Aula 1Aula 1
Aula 1
 
00 2 preparação_exame_nacional_2017
00 2 preparação_exame_nacional_201700 2 preparação_exame_nacional_2017
00 2 preparação_exame_nacional_2017
 
Literatura existencialista
Literatura existencialistaLiteratura existencialista
Literatura existencialista
 
How to Make Awesome SlideShares: Tips & Tricks
How to Make Awesome SlideShares: Tips & TricksHow to Make Awesome SlideShares: Tips & Tricks
How to Make Awesome SlideShares: Tips & Tricks
 
Aula 8
Aula 8Aula 8
Aula 8
 
Aula 2 E 3
Aula 2 E 3Aula 2 E 3
Aula 2 E 3
 

Semelhante a 8 03 as transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século xx alunos

8 03 as transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século xx
8 03 as transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século xx8 03 as transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século xx
8 03 as transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século xx
Vítor Santos
 
Ensino Médio- A segunda metade do século XX - (3o. bimestre)
Ensino Médio- A segunda metade do século XX - (3o. bimestre)Ensino Médio- A segunda metade do século XX - (3o. bimestre)
Ensino Médio- A segunda metade do século XX - (3o. bimestre)
ArtesElisa
 
Periodo pop arte
Periodo pop artePeriodo pop arte
Periodo pop arte
gil junior
 
Art pop
Art popArt pop
OP - ART e POP - ART
OP - ART e POP - ARTOP - ART e POP - ART
OP - ART e POP - ART
Cristiane Seibt
 
02 a materialização da vida nos movimentos
02 a materialização da vida nos movimentos02 a materialização da vida nos movimentos
02 a materialização da vida nos movimentos
Vítor Santos
 
24 pop art 2020
24 pop art 202024 pop art 2020
24 pop art 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Pop art lele
Pop art   lelePop art   lele
Pop art lele
Karoline Oliveira
 
A arte da segunda metade do século xx
A arte da segunda metade do século xxA arte da segunda metade do século xx
A arte da segunda metade do século xx
CEF16
 
poparte.pdf
poparte.pdfpoparte.pdf
poparte.pdf
LucimeireMello
 
Art Pop
Art PopArt Pop
Das Novas Figurações à Arte Conceitual
Das Novas Figurações à Arte ConceitualDas Novas Figurações à Arte Conceitual
Das Novas Figurações à Arte Conceitual
Zimaldo Melo
 
pop art.pptx
pop art.pptxpop art.pptx
pop art.pptx
Lú Feitosa
 
Pop arte
Pop artePop arte
Pop arte
Bruno Toneto
 
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
Vítor Santos
 
Futurismos
FuturismosFuturismos
Futurismos
ISJ
 
popart-141114195619-conversion-gate02.pdf
popart-141114195619-conversion-gate02.pdfpopart-141114195619-conversion-gate02.pdf
popart-141114195619-conversion-gate02.pdf
MillenaCouzi
 
Pop Art
Pop ArtPop Art
Arte na segunda metade do século xx
Arte na segunda metade do século xxArte na segunda metade do século xx
Arte na segunda metade do século xx
Itamir Beserra
 
Pop Art
Pop ArtPop Art

Semelhante a 8 03 as transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século xx alunos (20)

8 03 as transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século xx
8 03 as transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século xx8 03 as transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século xx
8 03 as transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século xx
 
Ensino Médio- A segunda metade do século XX - (3o. bimestre)
Ensino Médio- A segunda metade do século XX - (3o. bimestre)Ensino Médio- A segunda metade do século XX - (3o. bimestre)
Ensino Médio- A segunda metade do século XX - (3o. bimestre)
 
Periodo pop arte
Periodo pop artePeriodo pop arte
Periodo pop arte
 
Art pop
Art popArt pop
Art pop
 
OP - ART e POP - ART
OP - ART e POP - ARTOP - ART e POP - ART
OP - ART e POP - ART
 
02 a materialização da vida nos movimentos
02 a materialização da vida nos movimentos02 a materialização da vida nos movimentos
02 a materialização da vida nos movimentos
 
24 pop art 2020
24 pop art 202024 pop art 2020
24 pop art 2020
 
Pop art lele
Pop art   lelePop art   lele
Pop art lele
 
A arte da segunda metade do século xx
A arte da segunda metade do século xxA arte da segunda metade do século xx
A arte da segunda metade do século xx
 
poparte.pdf
poparte.pdfpoparte.pdf
poparte.pdf
 
Art Pop
Art PopArt Pop
Art Pop
 
Das Novas Figurações à Arte Conceitual
Das Novas Figurações à Arte ConceitualDas Novas Figurações à Arte Conceitual
Das Novas Figurações à Arte Conceitual
 
pop art.pptx
pop art.pptxpop art.pptx
pop art.pptx
 
Pop arte
Pop artePop arte
Pop arte
 
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
 
Futurismos
FuturismosFuturismos
Futurismos
 
popart-141114195619-conversion-gate02.pdf
popart-141114195619-conversion-gate02.pdfpopart-141114195619-conversion-gate02.pdf
popart-141114195619-conversion-gate02.pdf
 
Pop Art
Pop ArtPop Art
Pop Art
 
Arte na segunda metade do século xx
Arte na segunda metade do século xxArte na segunda metade do século xx
Arte na segunda metade do século xx
 
Pop Art
Pop ArtPop Art
Pop Art
 

Mais de Vítor Santos

5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
Vítor Santos
 
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
Vítor Santos
 
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
Vítor Santos
 
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
Vítor Santos
 
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
Vítor Santos
 
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
Vítor Santos
 
03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf
Vítor Santos
 
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
Vítor Santos
 
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
Vítor Santos
 
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
Vítor Santos
 
02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf
Vítor Santos
 
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
Vítor Santos
 
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
Vítor Santos
 
01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf
Vítor Santos
 
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
Vítor Santos
 
0_história_A.pdf
0_história_A.pdf0_história_A.pdf
0_história_A.pdf
Vítor Santos
 
Cronologia prec
Cronologia precCronologia prec
Cronologia prec
Vítor Santos
 

Mais de Vítor Santos (20)

5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
 
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
 
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
 
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
 
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
 
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
 
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
 
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
 
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
 
03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf
 
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
 
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
 
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
 
02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf
 
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
 
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
 
01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf
 
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
 
0_história_A.pdf
0_história_A.pdf0_história_A.pdf
0_história_A.pdf
 
Cronologia prec
Cronologia precCronologia prec
Cronologia prec
 

Último

Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Falcão Brasil
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Falcão Brasil
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
JocelynNavarroBonta
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
principeandregalli
 
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdfLivro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
CarolineSaback2
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
Ceiça Martins Vital
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
portaladministradores
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdfAdaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
CamilaSouza544051
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
Sandra Pratas
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 

Último (20)

Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
 
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdfLivro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdfAdaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 

8 03 as transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século xx alunos

  • 1. História A - Módulo 8 Portugal e o Mundo da Segunda Guerra Mundial ao início da década de 80 – Opções Internas e Contexto Internacional Unidade 3 As transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século XX http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
  • 2. Módulo 8, História A 2 3.1 Artes, Letras, Ciência e Técnica (não é de aprofundamento) 3.1.1 A importância dos polos culturais anglo-americanos O fim da Segunda Guerra Mundial levou a uma mudança de consciência no homem ocidental depois de assistir à crueldade da guerra; A liderança mundial da Europa começou a desbotar em 1914-1918, os totalitarismos dos anos 20 e 30 e a Segunda Guerra Mundial destruíram-na quase completamente;
  • 3. Módulo 8, História A 3 Os EUA assumiram o papel de condução do Ocidente num mundo bipolarizado; O protagonismo cultural das grandes cidades europeias (Paris, Londres, Berlim, Milão, etc.) é substituído pela cidade de Nova Iorque; Doravante as grandes inovações provêm dessa cidade americana; Muitos artistas, intelectuais e cientistas europeus procuraram refúgio nos EUA durante os anos 30;
  • 4. Módulo 8, História A 4 A prosperidade económica dos EUA incentivou um generoso mecenato, surgem colecionadores, museus, galerias, espaços culturais; Einstein, Brecht, André Breton, Chagal, Mondrian, Gropius, Salvador Dalí, são algumas dos artistas e cientistas que se exilaram nos EUA; Conjuntamente com os artistas e intelectuais americanos irão transformar Nova Iorque na grande dinamizadora da cultura e arte mundiais;
  • 5. Módulo 8, História A 5 3.1.2 A Reflexão sobre a Condição Humana nas Artes e nas Letras O expressionismo abstrato (1945-1960) A pintura expressionista de tipo informalista surgiu nos EUA nos finais dos anos 40; Resulta da fusão do Surrealismo com o Abstraccionismo; É uma pintura que procura as emoções e estados de espírito, angústias, raiva, etc.; Pollock, Forma Livre
  • 6. Dentro do Expressionismo Abstracto distingue-se Jackson Pollock (1912- 1956); Criou a “action painting”, pintura de accção; Desenvolve o conceito surrealista de automatismo psíquico; É uma pintura gestualista; Módulo 8, História A 6
  • 7. Pollock, Convergência O resultado final, não é uma representação, mas o conjunto dos gestos que o artista imprime na tela para exprimir as suas pulsões emotivas e que, pelo menos nas intenções, não são ditados por uma ideia premeditada; não geométrica e de carácter gestualista, trata-se geralmente de telas de grandes dimensões que os pintores realizam no próprio chão do atelier; 7Módulo 8, História A
  • 8. Pollock a pintar O termo ”action painting”, criado em 1952 pelo crítico americano Harold Rosenberg, designa uma pintura não-descritiva, cujo tema é o próprio ato de pintar; Módulo 8, História A 8
  • 9. A action paiting retoma o conceito central da teoria surrealista, ou seja, a definição de automatismos de André Breton; Utilizam as descobertas da psicanálise, o automatismo psíquico; Estabelecem uma relação direta entre entre o inconsciente e o gesto criativo, sem qualquer controlo ético ou estético; Jackson Pollock, costumava pintar em telas de grandes dimensões estendidas no chão, para estabelecer com elas um contacto mais envolvente; Andando à volta da tela e fazendo jorrar a tinta diretamente de latas perfuradas, Pollock, renuncia à relação frontal com a obra, característica da pintura de cavalete, e instaura com a tela uma relação mais física; Módulo 8, História A 9
  • 10. Pollock, nº 3 Módulo 8, História A 10
  • 11. Pollock: “a mão, o braço e o corpo do artista não dependiam da vontade nem da mente mas eram o instrumento de uma espécie de furor e euforia, desligadas de quaisquer normas compositivas ou estéticas; A execução da obra era uma espécie de ritual e a tela ficava toda coberta de riscos de tinta, de uma forma caótica; Utilizam a técnica do dripping; A obra de arte será tanto mais autêntica quanto menos a sua execução for racionalmente controlada; Dripping: deixar cair a tinta sobre a tela; Módulo 8, História A 11
  • 12. Pollock, Ritmos de Outono Módulo 8, História A 12
  • 13. Gorky, Os Esponsais, Vermelho e Crista de Galo Módulo 8, História A 13
  • 15. Kooning, Duas Mulheres, Mulher I,Mulher VI Módulo 8, História A 15
  • 16. Rothko, vermelho-claro sobre preto,Nº8 Módulo 8, História A 16
  • 17. Rothko, Terra Verde Módulo 8, História A 17
  • 18. Motherwell, Elegia à República Espanhola Módulo 8, História A 18
  • 19. A abstração geométrica nasceu nos EUA, nos anos 50, são influenciados por Josef Albers (1888-1976) (professor da Bauhaus, naturalizado americano), pelo Neoplasticismo; 19Módulo 8, História A
  • 20. Albers, Abertura ao Exterior Homenagem ao Quadrado curioso Módulo 8, História A 20
  • 21. A cor sobrepõe-se à forma; Procuram realizar uma pintura estritamente pictórica; É a pintura despojada de todo o significado extra visual, a recusa de tudo o que não seja pictórico; 21Módulo 8, História A
  • 22. Newman, Covenant Módulo 8, História A 22
  • 23. Newman, Tundra Módulo 8, História A 23
  • 26. Numa sociedade caracterizada pelo consumo surge uma arte que é o reflexo das novas formas de relacionamento social, onde determinados objetos, imagens ou pessoas se impõem como ícones; Módulo 8, História A 26 A Pop Art, um movimento iconoclasta
  • 27. A arte do século XX, a partir dos anos 60, muda radicalmente, quer na forma quer no pensamento; Opondo-se ao abstracionismo intelectualizado e hermético dos anos 50, surge uma arte virada para o concreto e o quotidiano; Módulo 8, História A 27
  • 28. A Pop Art (Popular Art) é um movimento que instaura o seu programa na cultura da civilização urbana, nos mass media, nos objetos e imagens produzidos pela sociedade de consumo; Módulo 8, História A 28
  • 29. Oldenburg, Hamburger Gigante, 1962, 2,13 m x 1,32 m A Pop Art nasceu em meados dos anos 50, sobretudo nos grandes núcleos urbanos como Nova Iorque e Londres; Utilizou uma linguagem figurativa recorrendo a símbolos, figuras e objectos próprios da cidade e do seu quotidiano; Não se baseou em teorias, não teve atitudes programáticas Módulo 8, História A 29
  • 30. A sua temática esteve ligada à “cultura popular” constituída por imagens do quotidiano, retiradas da BD, das revistas e dos jornais, da fotografia, do cinema e da televisão; Os mitos da vida diária, que se manifestam na cultura de consumo, os meios de comunicação de massas e a euforia tecnológica manifestam-se na Pop Art Módulo 8, História A 30
  • 31. Utilizou recursos mecânicos ou semimecânicos como a serigrafia, fotografia e a fotomontagem; Foi influenciada pelo dadaísmo utilizando a descontextualização de objetos de uso quotidiano, tornando-os ícones da sociedade de consumo; Módulo 8, História A 31
  • 32. Warhol, Caixa de sabão Brillo Módulo 8, História A 32
  • 33. O movimento nasceu em Inglaterra, onde desenvolve-se uma atitude mais crítica em relação à sociedade de consumo, do que nos EUA; Hamilton, O que é que faz exatamente os lugares de hoje tão diferentes, tão atrativos?, 1956 Módulo 8, História A 33
  • 34. Em Inglaterra os artistas de maior renome são: Richard Hamilton (1922); Peter Blake (1932); David Hockney (1937); Allen Jones (1937); Módulo 8, História A 34
  • 35. Blake, A varanda Módulo 8, História A 35
  • 36. Foi nos EUA que a Pop Art exprimiu completamente o seu significado; Desenvolve-se em duas vertentes, uma “neodadaísta” que incluiu artistas como: Robert Rauschenberg (1925-1997); Jasper Jones (1930); O artista mais conhecido foi Andy Warhol (1928-1987); Módulo 8, História A 36
  • 37. Rauschenberg, Cama, 1959 Módulo 8, História A 37
  • 38. Jones, Três bandeiras, 1958 Módulo 8, História A 38
  • 39. A outra vertente é composta por artistas como: Roy Lichtenstein (1923), que utilizou personagens retiradas da BD (banda desenhada), pintadas com cores lisas onde é quase impossível ver as pinceladas; Módulo 8, História A 39
  • 42. Wesselmann, The Great American Nude, 1963 Tom Wesselmann (1931-2004) que utilizou a assemblage para criar ambientes de tipo “classe média”; Módulo 8, História A 42
  • 43. Módulo 8, História A 43 Coca-Cola (1961) Andy Warhol (1928-1987)
  • 44. Cronologia: 1928 – Nasce Andrew Warhola; 1949 – Depois de concluídos os estudos parte para Nova Iorque para trabalhar como artista comercial; 1952 – realiza uma exposição do seu trabalho; Warhol, Auto-retrato, 1964 Módulo 8, História A 44
  • 45. 1961 – Série de pinturas baseadas em produtos comerciais (Sopa Campbell, detergente Brillo, Coca-Cola); 1963 – Criação do atelier “Factory”, local de reunião de pintores, músicos, filosofos, etc.; 1964 – Exposição de serigrafias com o tema das Flores (relacionados com a ideologia hippie); 1966 – Exposição de serigrafias cujo tema é a vaca; 1975 – Publica obras literárias; 1987 – Morre após uma operação à vesícula; Módulo 8, História A 45
  • 46. Warhol, 100 latas de sopa Campbell Filho de emigrantes eslovacos, Andy Warhol é a figura mais conhecida e controversa da Pop Art; Utilizou imagens da BD, de objetos de consumo e retratos de personalidades (conhecidas são as suas séries das sopas Campbell e as garrafas de Coca-Cola; Módulo 8, História A 46
  • 47. Warhol, Marylin, díptico Este artista não quis só converter em arte algo de trivial e vulgar, mas também trivializar e vulgarizar a própria arte; Os temas pictóricos da Pop são motivados pela vida quotidiana, reflectem as realidades de uma época; Módulo 8, História A 47
  • 48. Warhol, 16 Jackies Os grandes símbolos da época, os mitos produzidos pelos mass media (as grandes marcas, os produtos de consumo, as estrelas de cinema, etc.) vão integrar o programa do movimento cujo propósito é evidenciar a extrema vulgaridade, o kitsch e o mau gosto que a crescente cultura de massas e a globalização conduziram o homem; Módulo 8, História A 48
  • 49. Warhol, Sopas Campbell Nos inícios dos anos 60 começa a criar, sobretudo serigrafias, representando objectos da sociedade de consumo; Reproduziu-as continuamente, introduzindo alterações; Módulo 8, História A 49
  • 50. Warhol, Coca-Cola, serigrafia As suas garrafas de Coca-Cola tornaram-se num ícone da cultura pop; A Coca-Cola, quer pela bebida, quer pela conceção da garrafa, era já um símbolo de consumismo; Tornam-se um símbolo do “american way of life”; Módulo 8, História A 50
  • 51. Warhol, Coca-Cola Verdes, 1962 A serigrafia permitia desmultiplicação da imagem, tornando-a acessível a um público numeroso, tornando-a num produto comercial como qualquer outro; Módulo 8, História A 51
  • 52. Warhol, Coca- Cola, serigrafia, 1961 As imagens eram representadas sem qualquer conotação intelectual, elevando os objetos comuns à categoria de arte; Módulo 8, História A 52
  • 53. Warhol, Coca-Cola, 1960 Usando a arte como a vida, tão fugaz quanto os “quinze minutos de fama” que considerava ao alcance de todos, Warhol concebeu a arte mais popular de todo o movimento; Módulo 8, História A 53
  • 54. No seu livro de 1975, A Filosofia de Andy Warhol afirmava: “Foi a América que atingiu a verdadeira democratização da sociedade, os consumidores ricos compram essencialmente a mesma coisa que os pobres. Podes ver TV e pensar, eu também posso beber uma Coca- Cola; o presidente bebe Coca-Cola, Liz Taylor bebe Coca-Cola (…). Todas as Coca-Colas são iguais e igualmente boas”; Módulo 8, História A
  • 56. A Arte Conceptual iniciou-se nos anos 60 e implicou uma profunda revisão dos processos criativos; O mais importante é a ideia, o conceito, ou seja, a conceção do objeto mais do que a sua realização; Arte Conceptual Magritte, A Traição das Imagens,1929, obra surrealista demonstra um carácter conceptual, Magritte é um precursor da arte conceptual Módulo 8, História A 56
  • 57. Kosuth, Uma e três cadeiras, 1966. Mostra três tipos de linguagem: a cadeira, a fotografia da cadeira e a definição de cadeira. O artista interroga-se acerca da relação que existe entre um objeto, a representação dele e a linguagem. Módulo 8, História A 57 Valoriza o processo mental e a reflexão sobre o trabalho, a teoria ocupa o lugar da prática;
  • 58. Kosuth, Luz eléctrica de néon, Inglês, Letras de vidro, 1966 Recorreu a referências e bases teóricas questionando: Os fundamentos da arte; A colocação da obra de arte na sociedade; O reconhecimento público do artista; Põe em causa a razão de existir e a função da arte; Módulo 8, História A 58
  • 59. Arnatt, Autofuneral, 1969, fotografias sobre cartão Atribui à arte um papel de documento; Afirmam: “A arte é uma coisa mental, é reflexão filosófica desprovida de aplicação prática”; “O artista da sociedade multimédia e da era da informática trata exclusivamente de problemas filosóficos”; Módulo 8, História A 59
  • 60. Kosuth, Alinhamento, Transparente, Vidro, Quadrado, 1965, 4 quadrados de vidro (1mx1m) Este movimento inspirou-se em Magritte e Duchamp, no Abstraccionismo, na Action Paiting e no Informalismo; A arte é uma acção linguística como comunicação e formação do pensamento; Utilizaram suportes pouco comuns: fotografia, vídeo, documentos escritos, vidro, etc.; Módulo 8, História A 60
  • 61. Módulo 8, História A 61 A literatura existencialista As vanguardas artísticas criaram o conceito de “não arte”, o Expressionismo Abstrato tornou-a a pulsão do irracional, a Pop Art vulgarizou-a e a Arte Conceptual desmaterializou-a; Na literatura, sob a influência da filosofia existencialista, colocava-se a tónica na existência humana; O Homem é um ser responsável? Pode escolher o seu destino? A resposta a estas questões levou filósofod como Karl Jasper (1883- 1969), Martin Heidegger (1889-1976) e Jean Paul Sartre (1905-1980) a pensarem que o Homem, antes de pensar, existe e é em torno da existência que surge a vontade de comunicar, de saber e de procurar a verdade;
  • 62. Módulo 8, História A 62 Para Sartre o Homem é obra de si próprio, produto das suas ações, um ser absolutamente livre que elabora o seu projeto pessoal como reação aos seus problemas pessoais; Sartre afirma que num Mundo sem Deus o indivíduo estava condenado à liberdade de encontrar um sentido para a vida; O existencialismo tornou-se uma teoria atraente nos anos 40 e 50; A contingência da existência, a culpa, a morte e o absurdo passam a fazer parte de obras literárias de Sartre, Simone Beauvoir (1908- 1986) e Albert Camus (193-1960);
  • 63. Módulo 8, História A 63 O existencialismo influenciou as artes, o cinema, a música; Afetou os hábitos de vida dos jovens incentivando a crítica aos valores tradicionais e à busca da liberdade pessoal;
  • 64. Módulo 8, História A 64 3.1.3 O Progresso Científico e a Inovação Tecnológica No pós-guerra assiste-se a um desenvolvimento dos avanços científicos e tecnológicos; A competição entre empresas, o mundo bipartido incentiva a pesquisa tecnológica; A Física, a Biologia e a Química foram as áreas onde se deram os maiores progressos;
  • 65. Módulo 8, História A 65 Após o lançamento das bombas atómicas em Hiroxima e Nagasáqui, na década 50 a energia nuclear é aplicada na produção de eletricidade; Constroem-se navios e submarinos nucleares; A energia é aplicada na Medicina, Tomografia Axial Computorizada (TAC); A utilização da energia nuclear levanta problemas e riscos bastante elevados;
  • 66. Módulo 8, História A 66 A invenção do transístor (1948) permite substituir as válvulas eletrónicas a torna possível a miniaturização dos aparelhos eletrónicos; Na década de 50 é inventado o chip (circuito integrado); Este invento levou ao desenvolvimento do rádio, televisão, telefones, eletrodomésticos e do computador;
  • 67. Módulo 8, História A 67 O primeiro computador (ENIAC) é criado em 1948 por uma universidade americana; O primeiro computador era de válvulas, os primeiros computadores pessoais vão ser criados em meados da década de 70;
  • 68. Módulo 8, História A 68 Na década de 40 surge a robótica; Em 1928, Ian Fleming descobre a penicilina que começou a ser produzida comercialmente na década de 40 e vai levar à descoberta de novos antibióticos; As vacinas também se desenvolvem; Em 1967, um médico sul africano, Christian Barnard, realizou a primeira transplantação de um coração; Em 1978 é realizada a primeira “fertilização in vitro”, isto é. Fora do corpo humano; Em 1953 descobre-se a estrutura do ADN e do código genético; Dão-se progressos na agronomia e são cultivadas variedades de milho, trigo e arroz mais resistentes às pragas;
  • 69. Módulo 8, História A 69 3.2 Media e Hábitos Socioculturais (não é de aprofundamento) 3.2.1 Os Novos Centros de Produção Cinematográfica O cinema, no pós guerra tornou-se um espetáculo de massas: a cores, e projetados em grandes ecrãs panorâmicos; A produção norte-americana é afetada pela concorrência da televisão e pela perseguição movida pela Comissão de Atividades Antiamericanas (criada em 1947 pelo senador Joseph McCarthy) e que perseguia todos os que fossem minimamente suspeitos de simpatias comunistas, foi a época do macarthismo;
  • 70. Módulo 8, História A 70 Surgem as grandes produções de Hollywood direcionadas para o público mais jovem; Surgem outros centros de produção cinematográfica: Índia, em Bollywood desenvolve-se a indústria cinematográfica que conhece nos anos 50 a sua idade de ouro; Nos anos 50 desenvolve-se o cinema no Japão; Em Itália desenvolve-se uma corrente neorrealista do cinema com Roberto Rossellini e Vittorio de Sica; Em França surge a “Nouvelle Vague” de realizadores, François Truffaut e Jean Luc Godard que lutou pelo “cinema como arte”, e os realizadores “como autores de filmes”; Em Portugal surge Manoel de Oliveira que em 1942 realiza o seu primeiro filme Aniki Bobó;
  • 71. Módulo 8, História A 71 3.2.2 O Impacto da Televisão e da Música no Quotidiano Após 1945 a televisão torna-se um meio de comunicação de massas; Rapidamente assume-se como um veículo privilegiado de entretenimento; É uma forte manifestação de massificação cultural e de padronização de comportamentos; É também um veículo de informação e influente nos comportamento socias e políticos das massas; É também uma forte orientador do consumo;
  • 72. Módulo 8, História A 72 Nos anos 50 o “rock & roll” torna-se um enorme sucesso; Em 1956 emerge a primeira grande estrela, Elvis Presley, em 1962 surgem os Beatles e os Rolling Stones; A música tornou-se um instrumento de irreverência e de demonstração de rebeldia da juventude; Por vezes assume a contestação social como nos casos, nos anos 60 de Bob Dylan ou Joan Baez; O Festival de Woodstock, 1969, tornou-se um símbolo dos anos 60;
  • 73. Módulo 8, História A 73 3.2.3 A Hegemonia dos Hábitos Socioculturais Norte-Americanos Os filmes de Hollywood, os programas de televisão, a música difundem os valores e os estereótipos do “american way of life”; É a americanização do Mundo; Os produtos e os hábitos americanos invadem todos os lares do mundo;
  • 74. Módulo 8, História A 74 3. 3 Alterações na Estrutura Social nos Comportamentos (não é de aprofundamento) 3.3.1 A terciarização da sociedade O desenvolvimento económico dos “Trinta Gloriosos” provocou a mecanização do setor produtivo e a alteração da estrutura da população ativa; A mecanização da agricultura levou a que cada vez menos gente trabalhe nos campos, o êxodo rural acelerou; Cresceu a população urbana;
  • 75. Módulo 8, História A 75 A população empregue no setor secundário não cresceu de modo significativo devido à mecanização da indústria; A terciarização da sociedade é uma característica da sociedade do pós-guerra; Cada vez mais pessoas têm emprego na educação, saúde, turismo, transportes, comunicação, comércio, funcionalismo privado e público, etc.; Esta situação exige uma maior escolarização; A classe média cresce nas sociedades capitalistas; Aumentam os níveis salariais que provocam uma alteração dos padrões de consumo e comportamentos sociais; Há uma melhoria generalizada da qualidade de vida;
  • 76. Módulo 8, História A 76 3.3.2 Os Anos 60 e a Gestação de uma Nova Mentalidade A sociedade dos anos 60 procura novas referências ideológicas; É na juventude que mais se encontra o inconformismo; É a geração do “baby boom”, a geração nascida no pós-guerra que não passou por dificuldades económicas e viveu a adolescência em pleno; Aderiu ao pacifismo e à ecologia, ao idealismo revolucionário, à afirmação da mulher; A Igreja Católica também passou por algumas alterações;
  • 77. Módulo 8, História A 77 A proliferação de centrais nucleares levou ao nascimento do movimento antinuclear; Nos anos 60 surge o movimento hippie cujo slogan mais conhecido é “façam amor e não a guerra”; Em 1971, no Canadá é fundada a Greenpeace; Nos anos 80, em muitos países surgem os partidos políticos denominados os “Verdes”, com preocupações ecológicas;
  • 78. Módulo 8, História A 78 Ainda nos anos 60 desenvolvem-se a contestação do sistema por parte dos jovens; Nos EUA contra a guerra do Vietname, o racismo, contra a corrida ao armamento nuclear e a exploração dos povos do Terceiro Mundo; Na URSS denunciam a corrida ao nuclear, o centralismo democrático, a falta de liberdade; Nas democracias ocidentais também surgem movimentos contra o nuclear, a exploração dos povos do Terceiro Mundo, etc.;
  • 79. Módulo 8, História A 79 Surgem movimentos revolucionários empenhados na transformação do Mundo: Movimentos antirracistas; Movimento de luta contra o imperialismo americano; Movimentos feministas;
  • 80. Módulo 8, História A 80 Em França, em maio de 1968 surgiu uma contestação estudantil que rapidamente se espalhou a vários setores do trabalho e levou à contestação do próprio regime político; Surgem movimentos feministas que lutam pela igualdade de direitos civis e políticos das mulheres; O afastamento dos setores jovens da tradição levou a uma perda de influência da Igreja Católica; O Papa João XXIII, eleito em 1958, convocou um concílio que ficou conhecido como o Concílio do Vaticano II que pretendeu modificar a atuação da Igreja.
  • 81. Módulo 8, História A 81 Esta apresentação foi construída tendo por base a seguinte bibliografia: COUTO, Célia Pinto, ROSAS, Maria Antónia Monterroso, O tempo da História 112, Porto Editora, 2013 Antão, António, Preparação para o Exame Nacional 2014, História A, 2013