SlideShare uma empresa Scribd logo
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228
Volume 17 - Número 2 - 2º Semestre 2017
Avaliação da qualidade da água em áreas de ressaca no município de Macapá-
AP-Brasil
Everton Pantoja Vale¹, Luane da Silva Carvalho², Juvanete Amora Távoras³
RESUMO
O presente estudo teve como objetivo, avaliar a qualidade da água de áreas de ressaca do bairro são
Lazaro e Congós, localizados na Zona Norte e Sul de Macapá – AP, através da análise dos
parâmetros selecionados para a formulação do índice: microbiológicas (pesquisa de coliformes
fecais), parasitológicas, pH, Densidade e a Turbidez. Segundo a legislação, aplicando-se um índice
de qualidade da água (IQA). Foram colhidas 10 amostras de água em coletores estéreis devidamente
identificados das áreas de ressaca dos bairros São Lázaro e Congós no ano de 2013. Foram
realizados testes in loco, para verificar o pH e densidade, sendo estes, mensurados através de fita
reativa. No Laboratório foram semeadas amostras em meio de cultura Agar Nutriente e incubados
em estufa a 37° C durante 48 horas, posteriormente feita uma análise quantitativa de bactérias nas
amostras e coloração de Gram, também foram realizadas análises parasitológicas através do método
Direto. Para melhor expor como se deu o procedimento das coletas nas áreas de ressaca, foram
registradas imagens dos locais em estudo. As análises estatísticas foram do tipo descritivo e
inferencial. Verificou-se que essas áreas se encontram bastante poluídas por lixo doméstico e que as
populações dessas localidades estão vulneráveis a contrair qualquer tipo de doença, principalmente
as crianças, devido imaturidade imunológica se comparando a um adulto.
Palavras-chave: Índices; ANA; IQA; Poluição, Meio Ambiente.
Evaluation of water quality in areas of surf city of Macapá-AP-Brazil
ABSTRACT
The objective of the present study was to evaluate the water quality of the areas of “ressaca”. Are
located in the North and South Zone of Macapá - AP, through the analysis of the parameters
selected for the index formulation: microbiological fecal coliforms), parasitological, pH, Density
and Turbidity. According to the legislation, a water quality index (WQI) is applied. Ten samples of
water were collected in properly identified sterile collectors from the São Lázaro and Congós
neighborhoods in the year 2013. In situ tests were performed to verify the pH and density, and these
were measured by means of a reactive tape. Samples were seeded in Nutrient Agar culture and
incubated at 37 ° C for 48 hours, followed by a quantitative analysis of bacteria in the samples and
Gram staining. Parasitological analyzes were also performed using the Direct method. In order to
better explain how the sampling procedure in the hangover areas occurred, images of the sites under
study were recorded. Statistical analyzes were descriptive and inferential. These areas were found to
be heavily polluted by household waste and the populations of these localities are vulnerable to
contracting any type of disease, especially children, due to immunological immaturity when
compared to an adult.
Keywords: Indices; ANA; IQA; Pollution, Environment.
01
1 INTRODUÇÃO
Segundo a SEMA - AP (Secretaria do
Meio Ambiente do Estado do Amapá) podemos
conceituar as áreas de ressaca, como sendo:
Bacias de recepção, rica em biodiversidade, de
dimensões e formas variadas, configurando
como fontes naturais hídricas, e composição
clorídrica e fauna variada (junco, buritizeiro,
aningas, carana, camaleões, camarões,
jacurarus, insetos, ofídios, etc), encravadas na
formação barreira, apresentando características
evidentes argila e areia no seu domínio, com
comunicação endógena e exógena pertencente a
rede de drenagem da bacia do Amazonas,
confluindo com o Oceano Atlântico. Exercem
função de: amenizadores do clima, locais de
reprodução da fauna que povoa toda a área da
foz do Rio Amazonas e também de ponto de
equilíbrio das águas fluviais e pluviais.
Dentre as vantagens ambientais que as
áreas de conservação podem oferecer ao
ambiente têm-se como as mais relevantes a
captação e drenagem das chuvas, a
disponibilização de água potável, a estabilização
e manutenção do solo e a manutenção do clima
(SILVA, OLIVEIRA, 2014)
É importante destacar que, o uso
indevido das ressacas situadas nas áreas urbanas
do município de Macapá/AP se deve
principalmente ao crescimento desordenado da
mesma e a falta de políticas pública apropriada,
levando assim a destruição dessas áreas pela
ocupação humana, a qual faz uso indiscriminado
retirando a vegetação do local acompanhado de
aterramento, o que provoca a obstrução dos
canais naturais, causando assim, a ruptura do
ciclo biológico de reprodução da fauna e
flora(SILVA, 2005).
A Lei Estadual nº 0455/99, que
estabelece o tombamento de todas as áreas de
ressacas do Estado do Amapá e impõe
limitações ao uso e ocupação precisa de suporte
técnico no que diz respeito à definição do que é
uma área de ressaca. Para a regulamentação
desta lei é necessário que o conceito de ressaca
possa ser conhecido pelos diversos setores da
sociedade e pelos Poderes Constituídos, a fim
de que a fiscalização e a preservação desses
ambientes sejam de responsabilidade da
população em geral (PORTILHO, 2010).
A Lei estadual No. 686/2002 de 7 de
junho de 2002 foi recentemente criada e
estabelece instrumentos importantes de gestão
dos recursos hídricos (PORTILHO, 2010).
Em termos de legislação federal, existe a
Resolução do Conselho Nacional de Meio
Ambiente (CONAMA), publicada 20 de junho
de 1986 que estabelece limites de vários
parâmetros de qualidade de água de acordo com
a classificação das águas baseada no uso das
mesmas. A Classe 2 é a que mais adequada para
as águas das ressacas e é descrita como:
Águas Doces
III - Classe 2 - águas destinadas:
a) ao abastecimento doméstico, após tratamento
convencional;
b) à proteção das comunidades aquáticas;
Assim, o presente estudo avaliou a
qualidade de Água das áreas de ressaca das
Zonas Norte e Sul, respectivamente, ressaca dos
Bairros São Lázaro e Congós. Utilizamos o IQA
(Índice de Qualidade de Água), criado pela
National Sanitation Fundation com o objetivo
de desenvolver um indicador que, por meio de
resultados de análise de características físicas,
químicas e biológicas.
2 MATERIAL E MÉTODOS
A área de estudo compreende, áreas de
ressaca dos bairros São Lazaro e Congós.
Metodologia
Para o desenvolvimento desta pesquisa,
foram colhidas 10 amostras de água em
coletores estéreis devidamente identificados das
áreas de ressaca dos bairros São Lazaro e
Congós, no ano de 2013. Subdivididas,
respectivamente em, 05 amostras (SL1; SL2;
SL3; SL4; SL5) e 05 amostras (C1; C2; C3; C4;
C5).
Foram realizados testes in loco, para
verificar o pH, Nitrito e Densidade, para estes
testes, utilizamos fita reativa, os resultados
foram imediatamente interpretados.
Os Transportes das amostras coletadas
foi encaminhado até o laboratório de
Microbiologia da Faculdade Estácio Seama,
para semear as amostras em meio de cultura
(técnica de membrana filtrante de acordo com o
Standard Methods (APHA et al., 2005) e
incubar em estufa a 37° C durante 48 horas, e
realizar as análises parasitológicas.
Na análise parasitológica as amostras
foram centrifugadas (3 ml de cada amostra) à
2500/RPM por 5 minutos, em seguida,
desprezamos o sobrenadante e extraímos o
sedimento para realizar o método à fresco,
usando objetiva de 10x e 40x.
Após o período de 48 horas, verificamos
o crescimento nos meios de cultura e
quantificamos as Unidades Formadoras de
Colônia – UFC.
Realizamos a coloração de Gram de
todas as amostras e verificamos as lâminas em
microscópio com óleo de imersão na objetiva de
100x. Para melhor expor como se deu o
procedimento das coletas nas áreas de ressaca,
registramos imagens dos locais em estudo.
Análise de Dados
Foram realizadas análises estatísticas
descritivas e inferenciais. Para a caracterização
da qualidade da água foi aplicado o Índice de
Qualidade de Água – IQA/NSF (National
Sanitation Foudantion), com o auxílio do
programa Excel. Este índice utiliza os seguintes
parâmetros físico-químicos e microbiológicos:
oxigênio dissolvido, coliformes termo
tolerantes, pH, demanda bioquímica de
oxigênio, nitrato, fosfato, temperatura da água,
turbidez e sólidos totais (SEMAD, 2005). O
índice é calculado pelo produtório ponderado da
qualidade de água correspondente aos
parâmetros conforme a equação:
Sendo:
IQA=Índice de qualidade da água, variando de
0 a
qi = qualidade do parâmetro i obtido através da
curva média específica de qualidade; e
wi = peso atribuído ao parâmetro em função de
sua importância na qualidade (0 a 1).
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Local de Estudo
Devido a difícil situação econômica de
muitas famílias e a ineficácia das políticas
habitacionais e de infraestrutura, as áreas de
ressaca tornaram-se alvo para habitação de
muitas famílias, que de forma precária,
convivem nessas áreas. A situação progride para
uma qualidade de vida muito baixa, pois não há
coleta de lixo devida, o que contribui para o
acúmulo de lixo nesses locais, além dos dejetos
domésticos lançados constantemente nos corpos
hídricos, fazendo com que haja contaminação e
desequilíbrio das microfaunas e microflora
naturais (TAKIYAMA, et. al 2003).
As (IMAGENS 1, 2, 3), demonstra a real
situação dos locais estudados e o descaso
público contra a população, os habitantes estão
constantemente expostos a agentes
transmissores de diversas doenças, o que pode
acarretar um problema de saúde pública, isso
devido ao grande acumulo de lixo e a
precariedade no fornecimento de água para o
consumo pessoal, visto que as encanações estão
em péssimo estado e que as mesmas passam por
dentro dos lagos contaminando assim a água de
consumo.
IMAGEM 1. Local de coleta das amostras.
IMAGEM2 Local de coleta das amostras.
IMAGEM3 Local de coleta das amostras.
Parâmetros obtidos
Na TABELA 3 E 4, apresentada a
seguir, mostra os valores obtidos dos parâmetros
analisados das respectivas áreas de estudo.
Verificou-se que as mesmas estavam bastante
poluídas por lixo doméstico e que apresentavam
pH inferior a 6, abaixo do adequado, segundo a
Agência Nacional de Águas (ANA).
TABELA 3: Parâmetros encontrados da água do
São Lázaro
M: Moderado F: Fraco
TABELA 4: Parâmetros encontrados da água
dos Congós
M: Moderado F: Fraco
O termo pH (potencial hidrogeniônico) é
usado universalmente para expressar o grau de
acidez ou basicidade de uma solução, ou seja, é
o modo de expressar a concentração de íons de
hidrogênio nessa solução. Pode indicar a
presença de poluição, ácidos húmicos,
carbonatos e outros íons em solução
(ESTEVES, 2011).
Na turbidez, micro partículas e micro
partículas podem causar, pelas partículas em
suspensão, a degradação da qualidade de água
para os usos humanos, além de impedir a
penetração da luz e calor, reduzindo a atividade
da fotossíntese necessária à salubridade dos
corpos de água e alterar a vida aquática (SILVA
e OLIVEIRA, 2014).
Coliformes fecais
O GRÁFICO 1, mostra a quantificação
de bactérias encontradas nas amostras, pode-se
Parâmetros SL1 SL2 SL3 SL4 SL5
Coliformes
Fecais + + + + +
pH 6,5 <6 <6 <6 <6
Turbidez M M F M M
Densidade 1005 1000 1000 1000 1000
Parâmetro C1 C2 C3 C4 C5
Coliformes
Fecais
+ + + + +
Ph <6 <6 <6 <6 <6
Turbidez M F M M F
Densidade 1000 1005 1000 1005 1000
perceber que todas as amostras foram positivas
para coliformes fecais.
Segundo Greghi (2005), A pesquisa de
coliformes fecais ou de Escherichia coli fornece
com maior segurança, informações sobre as
condições higiênica da água e melhor indicação
da eventual presença de enteropatógenos.
GRÁFICO 1: Quantificação de bactérias
nas amostras
A avaliação microbiológica da qualidade
da água pode ser realizada através da
identificação de bactérias indicadoras de
contaminação fecal, do grupo coliforme. Os
Coliformes termotolerantes incluem a
Escherichia coli e espécies dos gêneros
Klebsiella e Enterobacter que apresentam
característica de termotolerância (POPE et al,
2003).
Análise Parasitológica
A TABELA 5 mostra os resultados da
análise parasitológica feita nas amostras
coletadas. As amostras C1 e C2, além de
parasitos, apresentaram larvas de mosquitos,
popularmente conhecidos cabeça de prego.
TABELA 5: Análise Parasitológica da Água nas
áreas de Ressacas
As enfermidades causadas por estes
patógenos encontram-se listadas entre as
Doenças Tropicais Negligenciadas que, segundo
a OMS, acometem mais de 1 bilhão de pessoas
ao redor do mundo. O termo doenças
negligenciadas é geralmente utilizado para as
doenças de alto impacto social em grande parte
do planeta, mas que, por tipicamente afetarem
países em desenvolvimento e nestes as
populações mais empobrecidas, não despertam o
interesse da indústria farmacêutica e de insumos
biológicos e mesmo dos meios acadêmicos. As
doenças infecciosas e parasitárias atingem uma
expressiva população menos privilegiada, de
baixa renda, com baixo nível escolar e que não
dispõe de condições de saneamento básico e
assistência primária à saúde, sendo, portanto,
mais susceptível a não notificação dos óbitos
(SANTOS, et al. 2012).
Índice de qualidade da água- IQA
O Índice de Qualidade da Água (IQA)
classificou as águas do trecho monitorado como
qualidade “aceitável” nas áreas de ressaca do
bairro São Lázaro, obteve um Índice IQA de
43,3. Já do bairro Congós, obteve um Índice
IQA de 30,1, o que indica um nível “Ruim”.
Segundo a tabela de qualidade (TABELA 6) da
Agencia Nacional de água.
Leveduras
Larvas
Entamoeba histolytica
Ovos de Schistosoma mansoni
Ascaris lumbricoides
Trichuris trichiura
Larvas de Mosquito
Artefatos
TABELA 6: Tabela de qualidade
FONTE: CETESB, 2009
Os índices de qualidades são bastante
úteis para obter informações a respeito do
estado geral da água e transmitir essas
informações ao público em geral, avaliando
assim, as diferentes transformações da qualidade
no decorrer do tempo e das mudanças naquela
região (PORTO, 1991).
Em relação ao IQA das diferentes
regiões estudas, ouve uma variação no que diz
respeito a presença de coliformes fecais das
diferentes áreas.
É importante mencionar que o índice de
qualidade de água, talvez não reflita desvios
com relação às características do ambiente
natural. Em seus estudos realizados em áreas de
ressaca no Amapá, notou-se que o IQA serviu
para indicar a deteriorização da qualidade da
água (TAKIYAMA, et. al 2003).
4 CONCLUSÃO
Em análise dos resultados do IQA
calculado na pesquisa realizada, o pior índice foi
encontrado no Congós sendo de 30,1 o que
indica que a qualidade da água dessa área
encontra-se ruim, quanto ao melhor índice, foi
de 43,3 no bairro São Lázaro, o que classifica as
águas dessa área como aceitável. Com as
análises realizadas, verificou-se que as áreas
estão bastante poluídas por lixo doméstico e que
a população dessas localidades está vulnerável a
contrair qualquer tipo de doença, principalmente
as crianças, devido imaturidade imunológica se
comparando a um adulto.
Com a habitação humana nessas áreas o
impacto no meio ambiente e bastante amplo,
tendo como conseqüências o desequilíbrio
ecológico nas ressacas, riscos de proliferações
de doenças, acúmulo de lixo doméstico, risco de
incêndio, principalmente nos períodos de
estiagem. Ao longo prazo, esses fatores
contribuem para a formação de problemas
sócios - ambientais, que ocorrem em função da
ocupação descontrolada e inapropriada dessas
áreas, visto que as mesmas são fundamentais
para um perfeito equilíbrio ambiental.
5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AGUIAR, J.S. E SILVA,
L.M.S.Caracterização E Avaliação Das
Condições De Vida Das Populações
Residentes Nas Ressacas Urbanas Dos
Municípios De Macapá E Santana. pp. 165-
236.
APHA, AWWA, WEF. Standard Methods for
the Examination of Water and
Wastewater.21ª edição, 2005.
ESTEVES, F. A.Fundamentos de
Limnologia.Interciência 3ªed. Rio de Janeiro
2011..
GREGHI, S. Q.“Avaliação Da Eficiência De
Métodos Rápidos Usados Para Detecção De
Coliformes Totais E Coliformes Fecais E M
Amostras De Água, Em Comparação Com A
Técnica De Fermentação Em Tubos
Múltiplos”.Dissertação apresentada ao
programa de Pós Graduação em Alimentos e
Nutrição- Área de Ciências dos Alimentos.
Araraquara 2005.
LR TAKIYAMA, AQ SILVA, WJP COSTA -
CPAQ/IEPA e DGEO/SEMA. , 2003 -
Qualidade Das Águas Das Ressacas Das Bacias
Do Igarapé Da Fortaleza E Do Rio Curiaú.
Acesso: 19/11/2012.
PORTILHO, I. S.Áreas De Ressaca E Dinâmica
Urbana Em Macapá/Ap.VI Seminário Latino-
Americano de Geografia Física e II
Índice IQA Qualidade
80 – 100 Ótimo
52 – 79 Boa
37- 51 Aceitável
20 – 36 Ruim
0 – 19 Péssima
Seminário Ibero-Americano de Geografia
Física Universidade de Coimbra, Maio de
2010.
PORTO, R. L. L. (Org.). Hidrologia
ambiental.São Paulo: Edusp: ABRH, 1991.
POPE, M. L; et al.Assessment of the Effects of
Holding Time and Temperature on Escherichia
coli Densities in Surface Water Samples.Appl
Environ Microbiol.October; 69(10):6201–
6207, 2003.
SILVA, E. S.; OLIVEIRA, J. C. S.Avaliação da
qualidade da água da Reserva Particular do
Patrimônio Natural (RPPN) SeringalTriunfo,
Rio Araguari, Ferreira Gomes-ap-Brasil.Biota
AmazôniaMacapá, v. 4, n. 2, p. 28-42, 2014.
SILVA, A.C.G.O Uso Indevido Das Áreas De
Ressacas Na Cidade De Macapá’,2005
Acesso: 23/11/2012.
SEMAD. SECRETARIA DE MEIO
AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO.
Instituto Mineiro de Gestão das Águas. Sistema
de cálculo da qualidade da água (SCQA).Belo
Horizonte. 2005.
SANTOS, J.G., PIVELI,R.P., CAMPOS,F.,
SUNDEFELD,G. SOUSA, T. S., CUTOLO,S.
A.Análise ParasitolÓgicaEm Efluentes De Esta
Ções De Trata MentoDe Águas Residuárias.
REVISTA DE PATOLOGIA TROPICAL.
Vol. 41 (3): 319-336. jul.-set. 2012.
______________________________________
1- Biomédico pela Faculdade Estácio
Seama e graduando em Farmácia pela
Universidade Federal do Amapá – UNIFAP.
2 Biomédica pela Faculdade Estácio
Seama.
3 Biomédica Pela Universidade Federal do
Pará – UFPA e Docente da Faculdade Estácio
Seama.
07

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Parecer ictiofauna no Rio das Velhas: revitalização, barragens e conexões com...
Parecer ictiofauna no Rio das Velhas: revitalização, barragens e conexões com...Parecer ictiofauna no Rio das Velhas: revitalização, barragens e conexões com...
Parecer ictiofauna no Rio das Velhas: revitalização, barragens e conexões com...
Agência Peixe Vivo
 
439729511 metodos-e-tecnicas-de-pesquisa-em-bacias-hidrograficas
439729511 metodos-e-tecnicas-de-pesquisa-em-bacias-hidrograficas439729511 metodos-e-tecnicas-de-pesquisa-em-bacias-hidrograficas
439729511 metodos-e-tecnicas-de-pesquisa-em-bacias-hidrograficas
rejanr
 
MODELAGEM DA OSCILAÇÃO DO NÍVEL FREÁTICO PARA MENSURAR O VOLUME EXPLORÁVEL DA...
MODELAGEM DA OSCILAÇÃO DO NÍVEL FREÁTICO PARA MENSURAR O VOLUME EXPLORÁVEL DA...MODELAGEM DA OSCILAÇÃO DO NÍVEL FREÁTICO PARA MENSURAR O VOLUME EXPLORÁVEL DA...
MODELAGEM DA OSCILAÇÃO DO NÍVEL FREÁTICO PARA MENSURAR O VOLUME EXPLORÁVEL DA...
Gabriella Ribeiro
 
I 242
I 242I 242
06
0606
CRESCIMENTO DE MUDAS DE CAJUEIRO ANÃO PRECOCE FERTIRRIGADAS COM ESGOTO DOMÉST...
CRESCIMENTO DE MUDAS DE CAJUEIRO ANÃO PRECOCE FERTIRRIGADAS COM ESGOTO DOMÉST...CRESCIMENTO DE MUDAS DE CAJUEIRO ANÃO PRECOCE FERTIRRIGADAS COM ESGOTO DOMÉST...
CRESCIMENTO DE MUDAS DE CAJUEIRO ANÃO PRECOCE FERTIRRIGADAS COM ESGOTO DOMÉST...
Sílvio Roberto
 
Apresentação josinei valdir dos santos - seminário cianobactérias
Apresentação   josinei valdir dos santos - seminário cianobactériasApresentação   josinei valdir dos santos - seminário cianobactérias
Apresentação josinei valdir dos santos - seminário cianobactérias
Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce - CBH-Doce
 
08 camarao
08 camarao08 camarao
Artigo algas bentônicas da laguna de piratininga 2002
Artigo algas bentônicas da laguna de piratininga 2002Artigo algas bentônicas da laguna de piratininga 2002
Artigo algas bentônicas da laguna de piratininga 2002
AlexandrePedrini
 
Livro de resumos do II EIEP
Livro de resumos do II EIEPLivro de resumos do II EIEP
Livro de resumos do II EIEP
Luan Felipe Frade
 
Consumo de agua em descargas
Consumo de agua em descargasConsumo de agua em descargas
Consumo de agua em descargas
mjmcreatore
 
Tratamento de águas residuárias
Tratamento de águas residuárias Tratamento de águas residuárias
Tratamento de águas residuárias
FATEC Cariri
 
composição,estrutura e diversidade das assembléias de peixes em lago de várzea
 composição,estrutura e diversidade das assembléias de peixes em lago de várzea composição,estrutura e diversidade das assembléias de peixes em lago de várzea
composição,estrutura e diversidade das assembléias de peixes em lago de várzea
Otavio Matos
 
Conversando com as águas itu
Conversando com as águas   ituConversando com as águas   itu
Conversando com as águas itu
Josuel Rodrigues
 
Boletim no 8 Wetlands Brasil
Boletim no 8 Wetlands BrasilBoletim no 8 Wetlands Brasil
Boletim no 8 Wetlands Brasil
Samara RH
 
Dissertação de Mestrado Portilho-Ramos2006
Dissertação de Mestrado Portilho-Ramos2006Dissertação de Mestrado Portilho-Ramos2006
Dissertação de Mestrado Portilho-Ramos2006
Rodrigo da Costa Portilho Ramos
 
Apresentacao do SCBH Ribeirao da Mata
Apresentacao do SCBH Ribeirao da MataApresentacao do SCBH Ribeirao da Mata
Apresentacao do SCBH Ribeirao da Mata
CBH Rio das Velhas
 

Mais procurados (17)

Parecer ictiofauna no Rio das Velhas: revitalização, barragens e conexões com...
Parecer ictiofauna no Rio das Velhas: revitalização, barragens e conexões com...Parecer ictiofauna no Rio das Velhas: revitalização, barragens e conexões com...
Parecer ictiofauna no Rio das Velhas: revitalização, barragens e conexões com...
 
439729511 metodos-e-tecnicas-de-pesquisa-em-bacias-hidrograficas
439729511 metodos-e-tecnicas-de-pesquisa-em-bacias-hidrograficas439729511 metodos-e-tecnicas-de-pesquisa-em-bacias-hidrograficas
439729511 metodos-e-tecnicas-de-pesquisa-em-bacias-hidrograficas
 
MODELAGEM DA OSCILAÇÃO DO NÍVEL FREÁTICO PARA MENSURAR O VOLUME EXPLORÁVEL DA...
MODELAGEM DA OSCILAÇÃO DO NÍVEL FREÁTICO PARA MENSURAR O VOLUME EXPLORÁVEL DA...MODELAGEM DA OSCILAÇÃO DO NÍVEL FREÁTICO PARA MENSURAR O VOLUME EXPLORÁVEL DA...
MODELAGEM DA OSCILAÇÃO DO NÍVEL FREÁTICO PARA MENSURAR O VOLUME EXPLORÁVEL DA...
 
I 242
I 242I 242
I 242
 
06
0606
06
 
CRESCIMENTO DE MUDAS DE CAJUEIRO ANÃO PRECOCE FERTIRRIGADAS COM ESGOTO DOMÉST...
CRESCIMENTO DE MUDAS DE CAJUEIRO ANÃO PRECOCE FERTIRRIGADAS COM ESGOTO DOMÉST...CRESCIMENTO DE MUDAS DE CAJUEIRO ANÃO PRECOCE FERTIRRIGADAS COM ESGOTO DOMÉST...
CRESCIMENTO DE MUDAS DE CAJUEIRO ANÃO PRECOCE FERTIRRIGADAS COM ESGOTO DOMÉST...
 
Apresentação josinei valdir dos santos - seminário cianobactérias
Apresentação   josinei valdir dos santos - seminário cianobactériasApresentação   josinei valdir dos santos - seminário cianobactérias
Apresentação josinei valdir dos santos - seminário cianobactérias
 
08 camarao
08 camarao08 camarao
08 camarao
 
Artigo algas bentônicas da laguna de piratininga 2002
Artigo algas bentônicas da laguna de piratininga 2002Artigo algas bentônicas da laguna de piratininga 2002
Artigo algas bentônicas da laguna de piratininga 2002
 
Livro de resumos do II EIEP
Livro de resumos do II EIEPLivro de resumos do II EIEP
Livro de resumos do II EIEP
 
Consumo de agua em descargas
Consumo de agua em descargasConsumo de agua em descargas
Consumo de agua em descargas
 
Tratamento de águas residuárias
Tratamento de águas residuárias Tratamento de águas residuárias
Tratamento de águas residuárias
 
composição,estrutura e diversidade das assembléias de peixes em lago de várzea
 composição,estrutura e diversidade das assembléias de peixes em lago de várzea composição,estrutura e diversidade das assembléias de peixes em lago de várzea
composição,estrutura e diversidade das assembléias de peixes em lago de várzea
 
Conversando com as águas itu
Conversando com as águas   ituConversando com as águas   itu
Conversando com as águas itu
 
Boletim no 8 Wetlands Brasil
Boletim no 8 Wetlands BrasilBoletim no 8 Wetlands Brasil
Boletim no 8 Wetlands Brasil
 
Dissertação de Mestrado Portilho-Ramos2006
Dissertação de Mestrado Portilho-Ramos2006Dissertação de Mestrado Portilho-Ramos2006
Dissertação de Mestrado Portilho-Ramos2006
 
Apresentacao do SCBH Ribeirao da Mata
Apresentacao do SCBH Ribeirao da MataApresentacao do SCBH Ribeirao da Mata
Apresentacao do SCBH Ribeirao da Mata
 

Semelhante a Artigo bioterra v17_n2_01

REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
Projeto seminarios
Projeto seminarios Projeto seminarios
Projeto seminarios
Adriana Costa
 
17/03 - tarde_Mesa 2 - Ricardo de Oliveira Figueiredo
17/03 - tarde_Mesa 2 - Ricardo de Oliveira Figueiredo17/03 - tarde_Mesa 2 - Ricardo de Oliveira Figueiredo
17/03 - tarde_Mesa 2 - Ricardo de Oliveira Figueiredo
Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce - CBH-Doce
 
34 1 29-38
34 1 29-3834 1 29-38
34 1 29-38
Dioni Bonini
 
Artigo bioterra v17_n2_07
Artigo bioterra v17_n2_07Artigo bioterra v17_n2_07
Artigo bioterra v17_n2_07
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
Trabalho de conclusão de curso avaliação da qualidade da água
Trabalho de conclusão de curso  avaliação da qualidade da águaTrabalho de conclusão de curso  avaliação da qualidade da água
Trabalho de conclusão de curso avaliação da qualidade da água
Rodrigo Aquino
 
Tratamento de águas residuárias raimunda
Tratamento de águas residuárias raimundaTratamento de águas residuárias raimunda
Tratamento de águas residuárias raimunda
FATEC Cariri
 
Tratamento de Águas Residuárias II
Tratamento de Águas Residuárias IITratamento de Águas Residuárias II
Tratamento de Águas Residuárias II
Alan Delamaykon
 
Artigo Sobre Águas Residuárias!
Artigo Sobre Águas Residuárias!Artigo Sobre Águas Residuárias!
Artigo Sobre Águas Residuárias!
Alan Delamaykon
 
Patricia di sessa
Patricia di sessaPatricia di sessa
Patricia di sessa
Carlos Elson Cunha
 
Artigo bioterra v21_n1_06
Artigo bioterra v21_n1_06Artigo bioterra v21_n1_06
Artigo bioterra v21_n1_06
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...
RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...
RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...
Gabriella Ribeiro
 
Artigo qualidade da água
Artigo qualidade da águaArtigo qualidade da água
Artigo qualidade da água
Geordano de Moura Valadão
 
Despoluição e Tratamento dos Mangues
Despoluição e Tratamento dos ManguesDespoluição e Tratamento dos Mangues
Despoluição e Tratamento dos Mangues
Marcelo Portes
 
Agricultura orgânica e Análise físico-química dos diferentes tipos de agua.
Agricultura orgânica e Análise físico-química dos diferentes tipos de agua.Agricultura orgânica e Análise físico-química dos diferentes tipos de agua.
Agricultura orgânica e Análise físico-química dos diferentes tipos de agua.
Fagner Aquino
 
Cinzas
CinzasCinzas
Artigo bioterra v17_n1_06
Artigo bioterra v17_n1_06Artigo bioterra v17_n1_06
Artigo bioterra v17_n1_06
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
A UTILIZAÇÃO DOS MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS COMO FERRAMENTA PARA EDUCAÇÃO ...
A UTILIZAÇÃO DOS MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS COMO FERRAMENTA PARA EDUCAÇÃO ...A UTILIZAÇÃO DOS MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS COMO FERRAMENTA PARA EDUCAÇÃO ...
A UTILIZAÇÃO DOS MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS COMO FERRAMENTA PARA EDUCAÇÃO ...
cefaprodematupa
 
Carolina santos
Carolina santosCarolina santos
Carolina santos
Carlos Elson Cunha
 
Juliana Basile Nassin 2010
Juliana Basile Nassin 2010Juliana Basile Nassin 2010
Juliana Basile Nassin 2010
Juliana Basile Nassin
 

Semelhante a Artigo bioterra v17_n2_01 (20)

REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
Projeto seminarios
Projeto seminarios Projeto seminarios
Projeto seminarios
 
17/03 - tarde_Mesa 2 - Ricardo de Oliveira Figueiredo
17/03 - tarde_Mesa 2 - Ricardo de Oliveira Figueiredo17/03 - tarde_Mesa 2 - Ricardo de Oliveira Figueiredo
17/03 - tarde_Mesa 2 - Ricardo de Oliveira Figueiredo
 
34 1 29-38
34 1 29-3834 1 29-38
34 1 29-38
 
Artigo bioterra v17_n2_07
Artigo bioterra v17_n2_07Artigo bioterra v17_n2_07
Artigo bioterra v17_n2_07
 
Trabalho de conclusão de curso avaliação da qualidade da água
Trabalho de conclusão de curso  avaliação da qualidade da águaTrabalho de conclusão de curso  avaliação da qualidade da água
Trabalho de conclusão de curso avaliação da qualidade da água
 
Tratamento de águas residuárias raimunda
Tratamento de águas residuárias raimundaTratamento de águas residuárias raimunda
Tratamento de águas residuárias raimunda
 
Tratamento de Águas Residuárias II
Tratamento de Águas Residuárias IITratamento de Águas Residuárias II
Tratamento de Águas Residuárias II
 
Artigo Sobre Águas Residuárias!
Artigo Sobre Águas Residuárias!Artigo Sobre Águas Residuárias!
Artigo Sobre Águas Residuárias!
 
Patricia di sessa
Patricia di sessaPatricia di sessa
Patricia di sessa
 
Artigo bioterra v21_n1_06
Artigo bioterra v21_n1_06Artigo bioterra v21_n1_06
Artigo bioterra v21_n1_06
 
RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...
RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...
RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...
 
Artigo qualidade da água
Artigo qualidade da águaArtigo qualidade da água
Artigo qualidade da água
 
Despoluição e Tratamento dos Mangues
Despoluição e Tratamento dos ManguesDespoluição e Tratamento dos Mangues
Despoluição e Tratamento dos Mangues
 
Agricultura orgânica e Análise físico-química dos diferentes tipos de agua.
Agricultura orgânica e Análise físico-química dos diferentes tipos de agua.Agricultura orgânica e Análise físico-química dos diferentes tipos de agua.
Agricultura orgânica e Análise físico-química dos diferentes tipos de agua.
 
Cinzas
CinzasCinzas
Cinzas
 
Artigo bioterra v17_n1_06
Artigo bioterra v17_n1_06Artigo bioterra v17_n1_06
Artigo bioterra v17_n1_06
 
A UTILIZAÇÃO DOS MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS COMO FERRAMENTA PARA EDUCAÇÃO ...
A UTILIZAÇÃO DOS MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS COMO FERRAMENTA PARA EDUCAÇÃO ...A UTILIZAÇÃO DOS MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS COMO FERRAMENTA PARA EDUCAÇÃO ...
A UTILIZAÇÃO DOS MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS COMO FERRAMENTA PARA EDUCAÇÃO ...
 
Carolina santos
Carolina santosCarolina santos
Carolina santos
 
Juliana Basile Nassin 2010
Juliana Basile Nassin 2010Juliana Basile Nassin 2010
Juliana Basile Nassin 2010
 

Mais de Universidade Federal de Sergipe - UFS

REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
Universidade Federal de Sergipe - UFS
 

Mais de Universidade Federal de Sergipe - UFS (20)

REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 

Artigo bioterra v17_n2_01

  • 1. REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 Volume 17 - Número 2 - 2º Semestre 2017 Avaliação da qualidade da água em áreas de ressaca no município de Macapá- AP-Brasil Everton Pantoja Vale¹, Luane da Silva Carvalho², Juvanete Amora Távoras³ RESUMO O presente estudo teve como objetivo, avaliar a qualidade da água de áreas de ressaca do bairro são Lazaro e Congós, localizados na Zona Norte e Sul de Macapá – AP, através da análise dos parâmetros selecionados para a formulação do índice: microbiológicas (pesquisa de coliformes fecais), parasitológicas, pH, Densidade e a Turbidez. Segundo a legislação, aplicando-se um índice de qualidade da água (IQA). Foram colhidas 10 amostras de água em coletores estéreis devidamente identificados das áreas de ressaca dos bairros São Lázaro e Congós no ano de 2013. Foram realizados testes in loco, para verificar o pH e densidade, sendo estes, mensurados através de fita reativa. No Laboratório foram semeadas amostras em meio de cultura Agar Nutriente e incubados em estufa a 37° C durante 48 horas, posteriormente feita uma análise quantitativa de bactérias nas amostras e coloração de Gram, também foram realizadas análises parasitológicas através do método Direto. Para melhor expor como se deu o procedimento das coletas nas áreas de ressaca, foram registradas imagens dos locais em estudo. As análises estatísticas foram do tipo descritivo e inferencial. Verificou-se que essas áreas se encontram bastante poluídas por lixo doméstico e que as populações dessas localidades estão vulneráveis a contrair qualquer tipo de doença, principalmente as crianças, devido imaturidade imunológica se comparando a um adulto. Palavras-chave: Índices; ANA; IQA; Poluição, Meio Ambiente. Evaluation of water quality in areas of surf city of Macapá-AP-Brazil ABSTRACT The objective of the present study was to evaluate the water quality of the areas of “ressaca”. Are located in the North and South Zone of Macapá - AP, through the analysis of the parameters selected for the index formulation: microbiological fecal coliforms), parasitological, pH, Density and Turbidity. According to the legislation, a water quality index (WQI) is applied. Ten samples of water were collected in properly identified sterile collectors from the São Lázaro and Congós neighborhoods in the year 2013. In situ tests were performed to verify the pH and density, and these were measured by means of a reactive tape. Samples were seeded in Nutrient Agar culture and incubated at 37 ° C for 48 hours, followed by a quantitative analysis of bacteria in the samples and Gram staining. Parasitological analyzes were also performed using the Direct method. In order to better explain how the sampling procedure in the hangover areas occurred, images of the sites under study were recorded. Statistical analyzes were descriptive and inferential. These areas were found to be heavily polluted by household waste and the populations of these localities are vulnerable to contracting any type of disease, especially children, due to immunological immaturity when compared to an adult. Keywords: Indices; ANA; IQA; Pollution, Environment. 01
  • 2. 1 INTRODUÇÃO Segundo a SEMA - AP (Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Amapá) podemos conceituar as áreas de ressaca, como sendo: Bacias de recepção, rica em biodiversidade, de dimensões e formas variadas, configurando como fontes naturais hídricas, e composição clorídrica e fauna variada (junco, buritizeiro, aningas, carana, camaleões, camarões, jacurarus, insetos, ofídios, etc), encravadas na formação barreira, apresentando características evidentes argila e areia no seu domínio, com comunicação endógena e exógena pertencente a rede de drenagem da bacia do Amazonas, confluindo com o Oceano Atlântico. Exercem função de: amenizadores do clima, locais de reprodução da fauna que povoa toda a área da foz do Rio Amazonas e também de ponto de equilíbrio das águas fluviais e pluviais. Dentre as vantagens ambientais que as áreas de conservação podem oferecer ao ambiente têm-se como as mais relevantes a captação e drenagem das chuvas, a disponibilização de água potável, a estabilização e manutenção do solo e a manutenção do clima (SILVA, OLIVEIRA, 2014) É importante destacar que, o uso indevido das ressacas situadas nas áreas urbanas do município de Macapá/AP se deve principalmente ao crescimento desordenado da mesma e a falta de políticas pública apropriada, levando assim a destruição dessas áreas pela ocupação humana, a qual faz uso indiscriminado retirando a vegetação do local acompanhado de aterramento, o que provoca a obstrução dos canais naturais, causando assim, a ruptura do ciclo biológico de reprodução da fauna e flora(SILVA, 2005). A Lei Estadual nº 0455/99, que estabelece o tombamento de todas as áreas de ressacas do Estado do Amapá e impõe limitações ao uso e ocupação precisa de suporte técnico no que diz respeito à definição do que é uma área de ressaca. Para a regulamentação desta lei é necessário que o conceito de ressaca possa ser conhecido pelos diversos setores da sociedade e pelos Poderes Constituídos, a fim de que a fiscalização e a preservação desses ambientes sejam de responsabilidade da população em geral (PORTILHO, 2010). A Lei estadual No. 686/2002 de 7 de junho de 2002 foi recentemente criada e estabelece instrumentos importantes de gestão dos recursos hídricos (PORTILHO, 2010). Em termos de legislação federal, existe a Resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA), publicada 20 de junho de 1986 que estabelece limites de vários parâmetros de qualidade de água de acordo com a classificação das águas baseada no uso das mesmas. A Classe 2 é a que mais adequada para as águas das ressacas e é descrita como: Águas Doces III - Classe 2 - águas destinadas: a) ao abastecimento doméstico, após tratamento convencional; b) à proteção das comunidades aquáticas; Assim, o presente estudo avaliou a qualidade de Água das áreas de ressaca das Zonas Norte e Sul, respectivamente, ressaca dos Bairros São Lázaro e Congós. Utilizamos o IQA (Índice de Qualidade de Água), criado pela National Sanitation Fundation com o objetivo de desenvolver um indicador que, por meio de resultados de análise de características físicas, químicas e biológicas. 2 MATERIAL E MÉTODOS A área de estudo compreende, áreas de ressaca dos bairros São Lazaro e Congós. Metodologia Para o desenvolvimento desta pesquisa, foram colhidas 10 amostras de água em coletores estéreis devidamente identificados das áreas de ressaca dos bairros São Lazaro e Congós, no ano de 2013. Subdivididas, respectivamente em, 05 amostras (SL1; SL2;
  • 3. SL3; SL4; SL5) e 05 amostras (C1; C2; C3; C4; C5). Foram realizados testes in loco, para verificar o pH, Nitrito e Densidade, para estes testes, utilizamos fita reativa, os resultados foram imediatamente interpretados. Os Transportes das amostras coletadas foi encaminhado até o laboratório de Microbiologia da Faculdade Estácio Seama, para semear as amostras em meio de cultura (técnica de membrana filtrante de acordo com o Standard Methods (APHA et al., 2005) e incubar em estufa a 37° C durante 48 horas, e realizar as análises parasitológicas. Na análise parasitológica as amostras foram centrifugadas (3 ml de cada amostra) à 2500/RPM por 5 minutos, em seguida, desprezamos o sobrenadante e extraímos o sedimento para realizar o método à fresco, usando objetiva de 10x e 40x. Após o período de 48 horas, verificamos o crescimento nos meios de cultura e quantificamos as Unidades Formadoras de Colônia – UFC. Realizamos a coloração de Gram de todas as amostras e verificamos as lâminas em microscópio com óleo de imersão na objetiva de 100x. Para melhor expor como se deu o procedimento das coletas nas áreas de ressaca, registramos imagens dos locais em estudo. Análise de Dados Foram realizadas análises estatísticas descritivas e inferenciais. Para a caracterização da qualidade da água foi aplicado o Índice de Qualidade de Água – IQA/NSF (National Sanitation Foudantion), com o auxílio do programa Excel. Este índice utiliza os seguintes parâmetros físico-químicos e microbiológicos: oxigênio dissolvido, coliformes termo tolerantes, pH, demanda bioquímica de oxigênio, nitrato, fosfato, temperatura da água, turbidez e sólidos totais (SEMAD, 2005). O índice é calculado pelo produtório ponderado da qualidade de água correspondente aos parâmetros conforme a equação: Sendo: IQA=Índice de qualidade da água, variando de 0 a qi = qualidade do parâmetro i obtido através da curva média específica de qualidade; e wi = peso atribuído ao parâmetro em função de sua importância na qualidade (0 a 1). 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO Local de Estudo Devido a difícil situação econômica de muitas famílias e a ineficácia das políticas habitacionais e de infraestrutura, as áreas de ressaca tornaram-se alvo para habitação de muitas famílias, que de forma precária, convivem nessas áreas. A situação progride para uma qualidade de vida muito baixa, pois não há coleta de lixo devida, o que contribui para o acúmulo de lixo nesses locais, além dos dejetos domésticos lançados constantemente nos corpos hídricos, fazendo com que haja contaminação e desequilíbrio das microfaunas e microflora naturais (TAKIYAMA, et. al 2003). As (IMAGENS 1, 2, 3), demonstra a real situação dos locais estudados e o descaso público contra a população, os habitantes estão constantemente expostos a agentes transmissores de diversas doenças, o que pode acarretar um problema de saúde pública, isso devido ao grande acumulo de lixo e a precariedade no fornecimento de água para o consumo pessoal, visto que as encanações estão em péssimo estado e que as mesmas passam por dentro dos lagos contaminando assim a água de consumo.
  • 4. IMAGEM 1. Local de coleta das amostras. IMAGEM2 Local de coleta das amostras. IMAGEM3 Local de coleta das amostras. Parâmetros obtidos Na TABELA 3 E 4, apresentada a seguir, mostra os valores obtidos dos parâmetros analisados das respectivas áreas de estudo. Verificou-se que as mesmas estavam bastante poluídas por lixo doméstico e que apresentavam pH inferior a 6, abaixo do adequado, segundo a Agência Nacional de Águas (ANA). TABELA 3: Parâmetros encontrados da água do São Lázaro M: Moderado F: Fraco TABELA 4: Parâmetros encontrados da água dos Congós M: Moderado F: Fraco O termo pH (potencial hidrogeniônico) é usado universalmente para expressar o grau de acidez ou basicidade de uma solução, ou seja, é o modo de expressar a concentração de íons de hidrogênio nessa solução. Pode indicar a presença de poluição, ácidos húmicos, carbonatos e outros íons em solução (ESTEVES, 2011). Na turbidez, micro partículas e micro partículas podem causar, pelas partículas em suspensão, a degradação da qualidade de água para os usos humanos, além de impedir a penetração da luz e calor, reduzindo a atividade da fotossíntese necessária à salubridade dos corpos de água e alterar a vida aquática (SILVA e OLIVEIRA, 2014). Coliformes fecais O GRÁFICO 1, mostra a quantificação de bactérias encontradas nas amostras, pode-se Parâmetros SL1 SL2 SL3 SL4 SL5 Coliformes Fecais + + + + + pH 6,5 <6 <6 <6 <6 Turbidez M M F M M Densidade 1005 1000 1000 1000 1000 Parâmetro C1 C2 C3 C4 C5 Coliformes Fecais + + + + + Ph <6 <6 <6 <6 <6 Turbidez M F M M F Densidade 1000 1005 1000 1005 1000
  • 5. perceber que todas as amostras foram positivas para coliformes fecais. Segundo Greghi (2005), A pesquisa de coliformes fecais ou de Escherichia coli fornece com maior segurança, informações sobre as condições higiênica da água e melhor indicação da eventual presença de enteropatógenos. GRÁFICO 1: Quantificação de bactérias nas amostras A avaliação microbiológica da qualidade da água pode ser realizada através da identificação de bactérias indicadoras de contaminação fecal, do grupo coliforme. Os Coliformes termotolerantes incluem a Escherichia coli e espécies dos gêneros Klebsiella e Enterobacter que apresentam característica de termotolerância (POPE et al, 2003). Análise Parasitológica A TABELA 5 mostra os resultados da análise parasitológica feita nas amostras coletadas. As amostras C1 e C2, além de parasitos, apresentaram larvas de mosquitos, popularmente conhecidos cabeça de prego. TABELA 5: Análise Parasitológica da Água nas áreas de Ressacas As enfermidades causadas por estes patógenos encontram-se listadas entre as Doenças Tropicais Negligenciadas que, segundo a OMS, acometem mais de 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo. O termo doenças negligenciadas é geralmente utilizado para as doenças de alto impacto social em grande parte do planeta, mas que, por tipicamente afetarem países em desenvolvimento e nestes as populações mais empobrecidas, não despertam o interesse da indústria farmacêutica e de insumos biológicos e mesmo dos meios acadêmicos. As doenças infecciosas e parasitárias atingem uma expressiva população menos privilegiada, de baixa renda, com baixo nível escolar e que não dispõe de condições de saneamento básico e assistência primária à saúde, sendo, portanto, mais susceptível a não notificação dos óbitos (SANTOS, et al. 2012). Índice de qualidade da água- IQA O Índice de Qualidade da Água (IQA) classificou as águas do trecho monitorado como qualidade “aceitável” nas áreas de ressaca do bairro São Lázaro, obteve um Índice IQA de 43,3. Já do bairro Congós, obteve um Índice IQA de 30,1, o que indica um nível “Ruim”. Segundo a tabela de qualidade (TABELA 6) da Agencia Nacional de água. Leveduras Larvas Entamoeba histolytica Ovos de Schistosoma mansoni Ascaris lumbricoides Trichuris trichiura Larvas de Mosquito Artefatos
  • 6. TABELA 6: Tabela de qualidade FONTE: CETESB, 2009 Os índices de qualidades são bastante úteis para obter informações a respeito do estado geral da água e transmitir essas informações ao público em geral, avaliando assim, as diferentes transformações da qualidade no decorrer do tempo e das mudanças naquela região (PORTO, 1991). Em relação ao IQA das diferentes regiões estudas, ouve uma variação no que diz respeito a presença de coliformes fecais das diferentes áreas. É importante mencionar que o índice de qualidade de água, talvez não reflita desvios com relação às características do ambiente natural. Em seus estudos realizados em áreas de ressaca no Amapá, notou-se que o IQA serviu para indicar a deteriorização da qualidade da água (TAKIYAMA, et. al 2003). 4 CONCLUSÃO Em análise dos resultados do IQA calculado na pesquisa realizada, o pior índice foi encontrado no Congós sendo de 30,1 o que indica que a qualidade da água dessa área encontra-se ruim, quanto ao melhor índice, foi de 43,3 no bairro São Lázaro, o que classifica as águas dessa área como aceitável. Com as análises realizadas, verificou-se que as áreas estão bastante poluídas por lixo doméstico e que a população dessas localidades está vulnerável a contrair qualquer tipo de doença, principalmente as crianças, devido imaturidade imunológica se comparando a um adulto. Com a habitação humana nessas áreas o impacto no meio ambiente e bastante amplo, tendo como conseqüências o desequilíbrio ecológico nas ressacas, riscos de proliferações de doenças, acúmulo de lixo doméstico, risco de incêndio, principalmente nos períodos de estiagem. Ao longo prazo, esses fatores contribuem para a formação de problemas sócios - ambientais, que ocorrem em função da ocupação descontrolada e inapropriada dessas áreas, visto que as mesmas são fundamentais para um perfeito equilíbrio ambiental. 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGUIAR, J.S. E SILVA, L.M.S.Caracterização E Avaliação Das Condições De Vida Das Populações Residentes Nas Ressacas Urbanas Dos Municípios De Macapá E Santana. pp. 165- 236. APHA, AWWA, WEF. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater.21ª edição, 2005. ESTEVES, F. A.Fundamentos de Limnologia.Interciência 3ªed. Rio de Janeiro 2011.. GREGHI, S. Q.“Avaliação Da Eficiência De Métodos Rápidos Usados Para Detecção De Coliformes Totais E Coliformes Fecais E M Amostras De Água, Em Comparação Com A Técnica De Fermentação Em Tubos Múltiplos”.Dissertação apresentada ao programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição- Área de Ciências dos Alimentos. Araraquara 2005. LR TAKIYAMA, AQ SILVA, WJP COSTA - CPAQ/IEPA e DGEO/SEMA. , 2003 - Qualidade Das Águas Das Ressacas Das Bacias Do Igarapé Da Fortaleza E Do Rio Curiaú. Acesso: 19/11/2012. PORTILHO, I. S.Áreas De Ressaca E Dinâmica Urbana Em Macapá/Ap.VI Seminário Latino- Americano de Geografia Física e II Índice IQA Qualidade 80 – 100 Ótimo 52 – 79 Boa 37- 51 Aceitável 20 – 36 Ruim 0 – 19 Péssima
  • 7. Seminário Ibero-Americano de Geografia Física Universidade de Coimbra, Maio de 2010. PORTO, R. L. L. (Org.). Hidrologia ambiental.São Paulo: Edusp: ABRH, 1991. POPE, M. L; et al.Assessment of the Effects of Holding Time and Temperature on Escherichia coli Densities in Surface Water Samples.Appl Environ Microbiol.October; 69(10):6201– 6207, 2003. SILVA, E. S.; OLIVEIRA, J. C. S.Avaliação da qualidade da água da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) SeringalTriunfo, Rio Araguari, Ferreira Gomes-ap-Brasil.Biota AmazôniaMacapá, v. 4, n. 2, p. 28-42, 2014. SILVA, A.C.G.O Uso Indevido Das Áreas De Ressacas Na Cidade De Macapá’,2005 Acesso: 23/11/2012. SEMAD. SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Instituto Mineiro de Gestão das Águas. Sistema de cálculo da qualidade da água (SCQA).Belo Horizonte. 2005. SANTOS, J.G., PIVELI,R.P., CAMPOS,F., SUNDEFELD,G. SOUSA, T. S., CUTOLO,S. A.Análise ParasitolÓgicaEm Efluentes De Esta Ções De Trata MentoDe Águas Residuárias. REVISTA DE PATOLOGIA TROPICAL. Vol. 41 (3): 319-336. jul.-set. 2012. ______________________________________ 1- Biomédico pela Faculdade Estácio Seama e graduando em Farmácia pela Universidade Federal do Amapá – UNIFAP. 2 Biomédica pela Faculdade Estácio Seama. 3 Biomédica Pela Universidade Federal do Pará – UFPA e Docente da Faculdade Estácio Seama. 07