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SÉRIE VIVÊNCIAS FORMATIVAS 
P R O F . M A R C O S B A R R O S
Prof.
Marcos
Barros
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ARTE E ENSINO 
C I Ê N C I A , I M A G I N A Ç Ã O E
C R I A T I V I D A D E .
Prof.
Marcos
Barros
ARTE X
LUDICIDADE
CURIOSIDADE
IMAGINAÇÃO
 CRIATIVIDADE
A ciência pode ser fonte de
prazer caso possa ser
concebida como atividade
criadora. A imaginação deve ser
pensada como a principal fonte
de criatividade. Explorar esse
potencial nas aulas de ciências
deveria ser atributo essencial e
não periférico nas aulas de
ciências. A curiosidade é o
motor da vontade de conhecer
que coloca nossa imaginação em
marcha. Assim, a curiosidade, a
imaginação e a criatividade
deveriam ser consideradas como
base de um ensino que possa
resultar em prazer.
(PIETROCOLA, 2004)
D E S I G N
J O G O S
P I N T U R A
F O T O G R A F I A
D E S E N H O
C A R T O O N S
C O M I C S
E S C U L T U R A
L I T E R A T U R A
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ENSINO DE
CIÊNCIAS
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Nossa proposta de conciliar a arte
com o ensino de ciências, portanto,
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antes dimensões complementares da
existência.
FRANCISCO ROMÃO FERREIRA
ARTE E
CIÊNCIA
"Na origem do ato criador,
o cientista não se
diferencia do artista,
apenas trabalham materiais
diferentes do universo
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O dispositivo cognitivo
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ou seja, a sinergia entre a
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observação (CACHAPUZ,
2015).
O I N Í C I O
DA EDUCAÇÃO
BÁSICA À
UNIVERSIDADE:
ARTE E ENSINO
DE CIÊNCIAS.
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SEMINÁRIO ARTE, IMAGINAÇÃO, CRIATIVIDADE
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OBRIGADO!W W W . M A R C O S B A R R O S . C O M . B R
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  • 1. SÉRIE VIVÊNCIAS FORMATIVAS  P R O F . M A R C O S B A R R O S Prof. Marcos Barros www.marcosbarros.com.br www.youtube.com/marcosabarros
  • 2. ARTE E ENSINO  C I Ê N C I A , I M A G I N A Ç Ã O E C R I A T I V I D A D E . Prof. Marcos Barros
  • 4. CURIOSIDADE IMAGINAÇÃO  CRIATIVIDADE A ciência pode ser fonte de prazer caso possa ser concebida como atividade criadora. A imaginação deve ser pensada como a principal fonte de criatividade. Explorar esse potencial nas aulas de ciências deveria ser atributo essencial e não periférico nas aulas de ciências. A curiosidade é o motor da vontade de conhecer que coloca nossa imaginação em marcha. Assim, a curiosidade, a imaginação e a criatividade deveriam ser consideradas como base de um ensino que possa resultar em prazer. (PIETROCOLA, 2004)
  • 5. D E S I G N J O G O S P I N T U R A F O T O G R A F I A D E S E N H O C A R T O O N S C O M I C S E S C U L T U R A L I T E R A T U R A P O E S I A D R A M A D A N Ç A M Ú S I C A F I L M E E C I N E M A
  • 6. ENSINO DE CIÊNCIAS MOVIDO PELO PRAZER Nossa proposta de conciliar a arte com o ensino de ciências, portanto, enquadra-se nessa perspectiva de criar estratégias pedagógicas que mobilizem pelo prazer, pela emoção e que valorizem a imaginação, a intuição e a criatividade. Que criem mecanismos de conexão dos alunos com o seu próprio desejo, fazendo- os perceber que tanto o trabalho artístico quanto o científico são formas de expressar a criatividade, de inventar novas possibilidades, de ampliar a percepção da realidade e de conceber novas leituras do mundo. Intuição e razão, criatividade e precisão, prazer e reflexão, corpo e mente, arte e ciência, não são pares opostos, são antes dimensões complementares da existência. FRANCISCO ROMÃO FERREIRA
  • 7. ARTE E CIÊNCIA "Na origem do ato criador, o cientista não se diferencia do artista, apenas trabalham materiais diferentes do universo (PLAZA, 1996). O dispositivo cognitivo fundamental de que se servem arte e ciência na sua construção é o mesmo, ou seja, a sinergia entre a imaginação criadora e a observação (CACHAPUZ, 2015).
  • 8. O I N Í C I O
  • 9. DA EDUCAÇÃO BÁSICA À UNIVERSIDADE: ARTE E ENSINO DE CIÊNCIAS. G R U P O D E E S T U D O
  • 10. SEMINÁRIO ARTE, IMAGINAÇÃO, CRIATIVIDADE E ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA
  • 11.
  • 12. I ENCONTRO DE ENSINO DE BOTÂNICA
  • 13.
  • 15. OBRIGADO!W W W . M A R C O S B A R R O S . C O M . B R W W W . Y O U T U B E . C O M / M A R C O S A B A R R O S Faith & Victory Church