O Jogo como
Prática de Ensino
Interdisciplinar
OBJETIVO
Através do jogo, aplicar conteúdos pedagógicos
integrados. O objetivo é o tratamento diferenciado
entre as disciplinas, utilizando-se do lúdico e da
motivação através do desafio proporcionado pelo
jogo.
O jogo interdisciplinar tem como proposta
motivar o aluno para que tenha interesse não
apenas por uma ou outra materia, mas pelo
aprendizado como um todo, relacionando os
conteúdos e contextualizando com a realidade
escolar, integrando a educação afetiva, cognitiva,
social e motora
O JOGO
“...é no jogo e pelo jogo que a civilização surge e se desenvolve”
Huizinga (1996)
“Os jogos constituem-se admiráveis instituições sociais...Exercitam a
autonomia e a cidadania, pois as crianças aprendem a julgar, a
argumentar, a chegar a um consenso, a raciocinar” Piaget (1975)
“O jogo ajuda a construir novas descobertas, desenvolve e enriquece
sua personalidade e simboliza um instrumento pedagógico que leva
ao professor a condição de condutor, estimulador e avaliador da
aprendizagem.” Celso Antunes (1998)
O JOGO
“O jogo toma diferentes formas de acordo com a idade, está centrado
no prazer proporcionado por sua prática... Constitui no motor
essencial de desenvolvimento”. Le Boulch (1987)
”A ludicidade e a aprendizagem não podem ser consideradas como
ações com objetivos distintos. O jogo e a brincadeira são, por si só,
uma situação de aprendizagem. As regras e a imaginação favorecem á
criança comportamento além dos habituais”. Vygotysk (1988)
“O Jogo possa servir como meio de análise de caráter... a criança dá
inteiramente a seu jogo, porque este lhe serve para firmar sua
personalidade total”. Jean Chateau (1987)
COMPETITIVO
COOPERATIVO
DRAMÁTICO
TABULEIROS/MESA
GINCANAS
RPG
TIPOS DE JOGOS
A INTERDISCIPLINARIDADE
NA ESCOLA
“Interdisciplinaridade não se ensina, não se aprende, apenas vive-se,
exerce-se e por isso exige uma nova pedagogia, a da comunicação”.
Ivani Fazenda (1979)
A interdisciplinaridade segundo Ferreira (in Fazenda, 1997) “surge
como possibilidade de enriquecer e ultrapassar a integração dos
elementos do conhecimento”.
“Não pode ser entendida como conceito e sim como ação, que
precisa ser exercitada, “não possui um sentido únicoe instável”,
segundo ela pensar em um conceito seria a própria prática”. Ivani
Fazenda (1979)
CONCLUSÃO
A interdisciplinaridade  é  algo  que  deve 
ser  trabalhada,  discutida  e  enfatizada 
constantemente,  pois  através  dela 
tornamos  o  estudo  mais  dinâmico, 
interessante  e  interativo.  A  Educação 
como um todo tem muito a acrescentar 
para todas as disciplinas e  o jogo é um 
possível  caminho  para  o  ensino 
interdisciplinar na escola.
“Muda,  que  quando  a  gente  muda,  o 
mundo muda com a gente. A gente muda o 
mundo na mudança da mente. E quando a 
gente  muda  à  gente  anda  pra  frente.  Na 
mudança de atitude não há mal que não se 
mude,  nem  doença  sem  cura.  Na  mudança 
de  postura  a  gente  fica  mais  seguro,  na 
mudança  do  presente  a  gente  molda  o 
futuro”. 
Gabriel Pensador
REFLEXÃO
BIBLIOGRAFIA
 ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. Petrópolis:
Vozes, 1998.
 ANTUNES, Celso. Manual de técnicas de dinâmicas de grupo de sensibilização de
ludo pedagogia. 16 ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
 BRASIL. Secretaria de Educação infantil. Referencial curricular nacional para a
educação infantil, v. 1. MEC/SEF - Brasília, 1998.
 BRASIL Secretaria de Educação fundamental. Parâmetros curriculares nacionais –
Pluralidade cultural e orientação sexual. MEC/SEF - Brasília, 2003.
 BROTO, Fábio O. Jogos cooperativos – se o importante é competir, o fundamental é
cooperar! 2 ed. Santos: Projeto Cooperação, 1999.
 CHATEAU, Jean. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
 FAZENDA, Ivani (Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. 4 ed. São Paulo:
Cortez, 2001.
 FAZENDA, Ivani (Org.) Práticas interdisciplinares na escola, 4 ed. São Paulo:
Cortez, 1997.
 FAZENDA, I.C.A. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade
ou ideologia? São Paulo: Loyola, 1979.
 FREIRE, João Batista. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física.
São Paulo: Scipione, 1997.
 FREIRE, Paulo. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.
 FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido, 17 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
 HUIZINGA, Johan. Homo ludens. São Paulo: Perspectiva, 1996.
 JACQUIN, Guy. A educação pelo jogo. 2 ed. São Paulo: Flamboyant, 1963.
BIBLIOGRAFIA
 KOUDELA, Ingrid D. Jogos teatrais. 4 ed. São Paulo: Perspectiva, 1984.
 LE BOULCH, Jean. A Educação pelo movimento: a psicocinética na idade escolar.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.
 MATTOS, Mauro G.; NEIRA Marcos G. Educação Física na adolescência:
construindo o conhecimento na escola. São Paulo: Phorte, 2003.
 MAZZEI, Julio; TEIXEIRA, Mauro S. Coleção v 1. Cultura, educação, educação
física, esportes e recreação.2 ed. São Paulo: Fulgor, 1967
 NOT, Louis. Ensinando a aprender: elementos de psicodidática geral. São Paulo:
Summus, 1993.
 PIAGET, Jean. A construção do real da criança. Rio de Janeiro: Zahar/MEC, 1975.
 PIAGET, Jean. Para onde vai a educação? 7 Ed. Rio de Janeiro: José Olympio
Editora, 1980.
 PICCOLO, Vilma. L. N. (Org). Educação física escolar: ser... ou não ter? Campinas:
Unicamp, 1995.
 PONTUSCHKA, Nídia Nacib (Org.). Ousadia no diálogo – Interdisciplinaridade na
Escola Pública. São Paulo: Loyola, 1993.
 QUEIROS, Tânia D.; MARTINS, João. L. Pedagogia lúdica – jogos e brincadeiras de
A á Z. São Paulo: Rideel, 2002.
 SLADE, Peter. O jogo dramático infantil. Vol. 2, (Tradução Tatiana Belinky) São
Paulo: Sumus, 1978.
 SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979.
 VYGOTSKY, L. L. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. Rio de Janeiro:
Scipione, 1988.

Apresentação formação 18 e 19

  • 1.
    O Jogo como Práticade Ensino Interdisciplinar
  • 2.
    OBJETIVO Através do jogo,aplicar conteúdos pedagógicos integrados. O objetivo é o tratamento diferenciado entre as disciplinas, utilizando-se do lúdico e da motivação através do desafio proporcionado pelo jogo. O jogo interdisciplinar tem como proposta motivar o aluno para que tenha interesse não apenas por uma ou outra materia, mas pelo aprendizado como um todo, relacionando os conteúdos e contextualizando com a realidade escolar, integrando a educação afetiva, cognitiva, social e motora
  • 3.
    O JOGO “...é nojogo e pelo jogo que a civilização surge e se desenvolve” Huizinga (1996) “Os jogos constituem-se admiráveis instituições sociais...Exercitam a autonomia e a cidadania, pois as crianças aprendem a julgar, a argumentar, a chegar a um consenso, a raciocinar” Piaget (1975) “O jogo ajuda a construir novas descobertas, desenvolve e enriquece sua personalidade e simboliza um instrumento pedagógico que leva ao professor a condição de condutor, estimulador e avaliador da aprendizagem.” Celso Antunes (1998)
  • 4.
    O JOGO “O jogotoma diferentes formas de acordo com a idade, está centrado no prazer proporcionado por sua prática... Constitui no motor essencial de desenvolvimento”. Le Boulch (1987) ”A ludicidade e a aprendizagem não podem ser consideradas como ações com objetivos distintos. O jogo e a brincadeira são, por si só, uma situação de aprendizagem. As regras e a imaginação favorecem á criança comportamento além dos habituais”. Vygotysk (1988) “O Jogo possa servir como meio de análise de caráter... a criança dá inteiramente a seu jogo, porque este lhe serve para firmar sua personalidade total”. Jean Chateau (1987)
  • 5.
  • 6.
    A INTERDISCIPLINARIDADE NA ESCOLA “Interdisciplinaridadenão se ensina, não se aprende, apenas vive-se, exerce-se e por isso exige uma nova pedagogia, a da comunicação”. Ivani Fazenda (1979) A interdisciplinaridade segundo Ferreira (in Fazenda, 1997) “surge como possibilidade de enriquecer e ultrapassar a integração dos elementos do conhecimento”. “Não pode ser entendida como conceito e sim como ação, que precisa ser exercitada, “não possui um sentido únicoe instável”, segundo ela pensar em um conceito seria a própria prática”. Ivani Fazenda (1979)
  • 7.
    CONCLUSÃO A interdisciplinaridade  é  algo que  deve  ser  trabalhada,  discutida  e  enfatizada  constantemente,  pois  através  dela  tornamos  o  estudo  mais  dinâmico,  interessante  e  interativo.  A  Educação  como um todo tem muito a acrescentar  para todas as disciplinas e  o jogo é um  possível  caminho  para  o  ensino  interdisciplinar na escola.
  • 8.
    “Muda,  que  quando a  gente  muda,  o  mundo muda com a gente. A gente muda o  mundo na mudança da mente. E quando a  gente  muda  à  gente  anda  pra  frente.  Na  mudança de atitude não há mal que não se  mude,  nem  doença  sem  cura.  Na  mudança  de  postura  a  gente  fica  mais  seguro,  na  mudança  do  presente  a  gente  molda  o  futuro”.  Gabriel Pensador REFLEXÃO
  • 9.
    BIBLIOGRAFIA  ANTUNES, Celso.Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. Petrópolis: Vozes, 1998.  ANTUNES, Celso. Manual de técnicas de dinâmicas de grupo de sensibilização de ludo pedagogia. 16 ed. Petrópolis: Vozes, 1999.  BRASIL. Secretaria de Educação infantil. Referencial curricular nacional para a educação infantil, v. 1. MEC/SEF - Brasília, 1998.  BRASIL Secretaria de Educação fundamental. Parâmetros curriculares nacionais – Pluralidade cultural e orientação sexual. MEC/SEF - Brasília, 2003.  BROTO, Fábio O. Jogos cooperativos – se o importante é competir, o fundamental é cooperar! 2 ed. Santos: Projeto Cooperação, 1999.  CHATEAU, Jean. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.  FAZENDA, Ivani (Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. 4 ed. São Paulo: Cortez, 2001.  FAZENDA, Ivani (Org.) Práticas interdisciplinares na escola, 4 ed. São Paulo: Cortez, 1997.  FAZENDA, I.C.A. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou ideologia? São Paulo: Loyola, 1979.  FREIRE, João Batista. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. São Paulo: Scipione, 1997.  FREIRE, Paulo. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.  FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido, 17 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.  HUIZINGA, Johan. Homo ludens. São Paulo: Perspectiva, 1996.  JACQUIN, Guy. A educação pelo jogo. 2 ed. São Paulo: Flamboyant, 1963.
  • 10.
    BIBLIOGRAFIA  KOUDELA, IngridD. Jogos teatrais. 4 ed. São Paulo: Perspectiva, 1984.  LE BOULCH, Jean. A Educação pelo movimento: a psicocinética na idade escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.  MATTOS, Mauro G.; NEIRA Marcos G. Educação Física na adolescência: construindo o conhecimento na escola. São Paulo: Phorte, 2003.  MAZZEI, Julio; TEIXEIRA, Mauro S. Coleção v 1. Cultura, educação, educação física, esportes e recreação.2 ed. São Paulo: Fulgor, 1967  NOT, Louis. Ensinando a aprender: elementos de psicodidática geral. São Paulo: Summus, 1993.  PIAGET, Jean. A construção do real da criança. Rio de Janeiro: Zahar/MEC, 1975.  PIAGET, Jean. Para onde vai a educação? 7 Ed. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1980.  PICCOLO, Vilma. L. N. (Org). Educação física escolar: ser... ou não ter? Campinas: Unicamp, 1995.  PONTUSCHKA, Nídia Nacib (Org.). Ousadia no diálogo – Interdisciplinaridade na Escola Pública. São Paulo: Loyola, 1993.  QUEIROS, Tânia D.; MARTINS, João. L. Pedagogia lúdica – jogos e brincadeiras de A á Z. São Paulo: Rideel, 2002.  SLADE, Peter. O jogo dramático infantil. Vol. 2, (Tradução Tatiana Belinky) São Paulo: Sumus, 1978.  SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979.  VYGOTSKY, L. L. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. Rio de Janeiro: Scipione, 1988.