www.projetoasas.org/
    aglomere
Cidades
Informais
_Maior favela de Belo Horizonte

_46.000 habitantes (Urbel)

_8 vilas

_Surgiu na década de 60
BREVE HISTÓRIA
Durante a Guerra de Canudos, entre 1896 e 1897, milhares de
sertanejos com dificuldades de sobreviver em uma região hoje definida
como Nordeste do Brasil, constroem a CIDADADELA DE CANUDOS.
O local em que a Cidadela
foi contruída, era
recoberto por uma região
montanhosa e bem
seca, ele recebeu o nome
Morro da Favela, assim
batizado em virtude de
uma planta espinhenta
e extremamente
resistente, típica da
caatinga.
ILUSTRAÇÃO: EUCLIDES
DA CUNHA, 1987
ILUSTRAÇÃO: GUAZZELLI
DIMENSÃO SÓCIO-ECONOMICA                                  DIMENSÃO SÓCIO-ESPACIAL
                                    Exôdo rural
 Desigualdade     Concentração                          Ordem jurídica     Regulação       Concentração
                                    e imigração
sócio-econômica    Espacial do       superior à          anacrônica e      urbanística       fundiária
                   crescimento      geração de                              elitista e
 e educacional                                            exclusiva         excessiva         urbana
                    econômico        empregos



                     PROBREZA                                            ELEVADO PREÇO
                     URBANA E                                               DA TERRA
                  INFORMALIDADE                                             URBANA


                                   Carência nas políticas
                                   públicas de habitação.

                              FORMAÇÃO DE FAVELAS
      Fluxograma criado João Bosco Tonucci (2007), com base nos levantamentos da UN-HABITAT (2003).
_destacam-se: prêmio Cidadania sem Fronteiras, promovido pela
secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do MINISTÉRIO
DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO, prêmio Top Educacional da
ABMES, prêmio UNISOL SANTANDER Universidades.

_O website APRESENTADO SE CARACTERIZA COMO UMA
ORGANIZAÇÃO DO SETOR 2.5 (NEGÓCIO SOCIAL)
_As ações dos projetos envolvidos pelo ASAS
tem em comum serem iniciativas individuais
ou coletivas que visam proporcionar a
MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA de pessoas e
comunidades. (conceito de saúde para a ONU)
PLATAFORMA
PLATAFORMA PARA GESTORES (OBJETIVO DE DESIGN)
_Projetar interface que possibilite interações
entre os atuantes dos projetos envolvidos no
ASAS que não são possíveis no mundo físico.

>>Virtualização da metodologia do
Programa ASAS.
OBJETIVO MERCADOLÓGICO
Uma vez que traz NOVAS RELAÇÕES e apresenta os
projetos envolvidos em uma plataforma acessada
no meio digital, o programa ASAS viabiliza
também a formação DE PARCERIAS, APOIOS
E POSSÍVEIS PATROCÍNIOS AOS PROJETOS
ENVOLVIDOS.
OBJETIVO SOCIOCULTURAL

No momento em que os profissionais dos
projetos precisam FORMALIZAR OS MÉTODOS
para serem aplicadas virtualmente,
ELES SE RESPONSABILIZAM
PUBLICAMENTE POR ESTES MÉTODOS,
trazendo uma nova consciência sobre os projetos
envolvidos.
Web 2.0 é um termo criado em 2004
pela empresa americana O'Reilly Media
para designar uma SEGUNDA GERAÇÃO de
comunidades e serviços, tendo como conceito a
"WEB COMO PLATAFORMA",
envolvendo wikis, aplicativos baseados em
folksonomia, redes sociais e Tecnologia da
Informação.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0
FICHA DE OFICINA
(dropbox)
COORDENAÇÃO
  EXECUTIVA
ensino    pesquisa


    extensão
equipe executora
                     economia
                     solidária




         exposição               psicologia
Justificativa
Quando o website “www.projetoasas.org” viabiliza o
compartilhamento e a reaplicação de tecnologias sociais
diversas, entre diferentes projetos atuantes no Aglomerado
da Serra que tem objetivos semelhantes, ela torna-se uma
FERRAMENTA ÚTIL PARA A CONTRIBUIÇÃO DE
UMA REALIDADE SOCIAL MAIS SUSTENTÁVEL.
Manifesto de Ken Lagard:
“Nós, abaixo assinados, somos designers gráficos, fotógrafos e estudantes
criados num mundo no qual as técnicas e o aparato da publicidade nos foram
persistentemente apresentados como os meios mais desejáveis, efetivos e
lucrativos para o uso dos nossos talentos. (...)Junto a um número crescente de
pessoas, alcançamos um ponto de saturação no qual o anúncio mais gritante
não passa de mero ruído. Acreditamos que outras coisas são mais merecedoras
da nossa habilidade e experiência: sinalização de ruas e edifícios, livros
e periódicos, catálogos, manuais didáticos, fotografia industrial, suporte
educativo, filmes, programas de destaque na televisão, publicações científicas
e industriais, e todos os outros meios de comunicação nos quais promovemos
uma maior consciência do mundo, a cultura, a educação e o comércio.”
(GARLAND apud, 1964, pag. 47)
UM NOVO MANIFESTO, de conteúdo semelhante ao “First Thing First”
original, foi publicado no ANO DE 2000.


Foi publicada quase simultaneamente nas mais importantes revistas de
design da época, como A REVISTA ÉMIGRÉ (EUA), A AIGA JOURNAL
OF GRAPHIC DESIGN (EUA), A EYE MAGAZINE, A BLUEPRINT
(INGLATERRA) E A PUBLICAÇÃO ITEMS (HOLANDA). Assim como o
documento original, o manifesto atualizado contou com a assinatura de
22 profissionais renomados das áreas de comunicação visual, entre eles:
MILTON GLASER, ZUZANA LICKO, ELLEN LUPTON, KATHERINE
MCCOY E ERIK SPIEKERMANN.
_A UTILIZAÇÃO DO MEIO VIRTUAL, tendo como base conceitos
contemporâneos, é uma escolha eficaz, já que este meio e
as ferramentas compreendidas pelo design de interação
POSSIBILITAM INTERAÇÕES MUITO ÚTEIS A ESTE PÚBLICO.

_ AS FERRAMENTAS VIRTUAIS SÃO FACILITADORES do
acontecimento contemporâneo: “INTELIGÊNCIA COLETIVA” :
“No ciberespaço, (...), cada um é potencialmente emissor e
receptor num espaço qualitativamente diferenciado, não fixo (...) e
explorável” (LEVY, 1996, PÁG. 39).
Problema
de design
EXCESSO
de informação
Conceito
Fundamentação
Teórica
geográfico
                               +
Território                   social
(Felix Guattari:
As Três Ecologias, 1995)
                               +
                            cultural
rizoma
(Gilles Deleuze e Félix
Guattari)
Preece, Rogers e Sharp
Design de Interação. Além da interação homem-
computador. (2005)
> SOFTWARES COLABORATIVOS
(GROUPWARES)
“sistema baseado em computador que auxilia
grupos de pessoas envolvidas em tarefas comuns
(ou objetivos) e que provê interface para um
ambiente compartilhado”.
Para se conceber um software colaborativo, os autores definem
uma metodologia pontuada em três categorias...
1> MECANISMOS CONVERSACIONAIS
para facilitar o fluxo da conversa.

SÍNCRONO ou ASSÍNCRONO
2> MECANISMOS DE COORDENAÇÃO
que limitam ou expandem a
experiência do usuário. As atividades
colaborativas que ocorrem dentro de
uma plataforma virtual presumem
coordenação já que uma tarefa deve
ser realizada em conjunto.
 
3> MECANISMOS DE PERCEPÇÃO
(awareness)
“É de conhecimento mútuo, principalmente para
profissionais das áreas de web, que a busca por
maior eficiência NA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
COMPLEXOS fez com que as atividades
passassem a ser resolvidas em grupos, com o
objetivo de fazer com que a produção do grupo
todo SUPERE A DE CADA MEMBRO ISOLADO.”
(PREECE, ROGERS e SHARP, 2005, p. 147)
James Kalbach
Design de Navegação Web (2009)

> NAVEGAÇÃO ADAPTATIVA
Conteúdo modificado a partir do uso dos
interatores. É realizado a partir de
FILTROS COLABORATIVOS, processo que baseia-se
em algoritimos de comportamento.
Referencial
estético
Paula Scher
Paula Scher
Paula Scher
João Machado
João Machado
João Machado
João Machado
Primeira Etapa do Projeto "Aglomere".

Primeira Etapa do Projeto "Aglomere".

  • 1.
  • 2.
  • 4.
    _Maior favela deBelo Horizonte _46.000 habitantes (Urbel) _8 vilas _Surgiu na década de 60
  • 9.
    BREVE HISTÓRIA Durante aGuerra de Canudos, entre 1896 e 1897, milhares de sertanejos com dificuldades de sobreviver em uma região hoje definida como Nordeste do Brasil, constroem a CIDADADELA DE CANUDOS.
  • 10.
    O local emque a Cidadela foi contruída, era recoberto por uma região montanhosa e bem seca, ele recebeu o nome Morro da Favela, assim batizado em virtude de uma planta espinhenta e extremamente resistente, típica da caatinga.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    DIMENSÃO SÓCIO-ECONOMICA DIMENSÃO SÓCIO-ESPACIAL Exôdo rural Desigualdade Concentração Ordem jurídica Regulação Concentração e imigração sócio-econômica Espacial do superior à anacrônica e urbanística fundiária crescimento geração de elitista e e educacional exclusiva excessiva urbana econômico empregos PROBREZA ELEVADO PREÇO URBANA E DA TERRA INFORMALIDADE URBANA Carência nas políticas públicas de habitação. FORMAÇÃO DE FAVELAS Fluxograma criado João Bosco Tonucci (2007), com base nos levantamentos da UN-HABITAT (2003).
  • 15.
    _destacam-se: prêmio Cidadaniasem Fronteiras, promovido pela secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO, prêmio Top Educacional da ABMES, prêmio UNISOL SANTANDER Universidades. _O website APRESENTADO SE CARACTERIZA COMO UMA ORGANIZAÇÃO DO SETOR 2.5 (NEGÓCIO SOCIAL) _As ações dos projetos envolvidos pelo ASAS tem em comum serem iniciativas individuais ou coletivas que visam proporcionar a MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA de pessoas e comunidades. (conceito de saúde para a ONU)
  • 33.
  • 34.
    PLATAFORMA PARA GESTORES(OBJETIVO DE DESIGN) _Projetar interface que possibilite interações entre os atuantes dos projetos envolvidos no ASAS que não são possíveis no mundo físico. >>Virtualização da metodologia do Programa ASAS.
  • 35.
    OBJETIVO MERCADOLÓGICO Uma vezque traz NOVAS RELAÇÕES e apresenta os projetos envolvidos em uma plataforma acessada no meio digital, o programa ASAS viabiliza também a formação DE PARCERIAS, APOIOS E POSSÍVEIS PATROCÍNIOS AOS PROJETOS ENVOLVIDOS.
  • 36.
    OBJETIVO SOCIOCULTURAL No momentoem que os profissionais dos projetos precisam FORMALIZAR OS MÉTODOS para serem aplicadas virtualmente, ELES SE RESPONSABILIZAM PUBLICAMENTE POR ESTES MÉTODOS, trazendo uma nova consciência sobre os projetos envolvidos.
  • 37.
    Web 2.0 éum termo criado em 2004 pela empresa americana O'Reilly Media para designar uma SEGUNDA GERAÇÃO de comunidades e serviços, tendo como conceito a "WEB COMO PLATAFORMA", envolvendo wikis, aplicativos baseados em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação. http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0
  • 41.
  • 42.
  • 43.
    ensino pesquisa extensão
  • 44.
    equipe executora economia solidária exposição psicologia
  • 45.
  • 46.
    Quando o website“www.projetoasas.org” viabiliza o compartilhamento e a reaplicação de tecnologias sociais diversas, entre diferentes projetos atuantes no Aglomerado da Serra que tem objetivos semelhantes, ela torna-se uma FERRAMENTA ÚTIL PARA A CONTRIBUIÇÃO DE UMA REALIDADE SOCIAL MAIS SUSTENTÁVEL.
  • 47.
    Manifesto de KenLagard: “Nós, abaixo assinados, somos designers gráficos, fotógrafos e estudantes criados num mundo no qual as técnicas e o aparato da publicidade nos foram persistentemente apresentados como os meios mais desejáveis, efetivos e lucrativos para o uso dos nossos talentos. (...)Junto a um número crescente de pessoas, alcançamos um ponto de saturação no qual o anúncio mais gritante não passa de mero ruído. Acreditamos que outras coisas são mais merecedoras da nossa habilidade e experiência: sinalização de ruas e edifícios, livros e periódicos, catálogos, manuais didáticos, fotografia industrial, suporte educativo, filmes, programas de destaque na televisão, publicações científicas e industriais, e todos os outros meios de comunicação nos quais promovemos uma maior consciência do mundo, a cultura, a educação e o comércio.” (GARLAND apud, 1964, pag. 47)
  • 48.
    UM NOVO MANIFESTO,de conteúdo semelhante ao “First Thing First” original, foi publicado no ANO DE 2000. Foi publicada quase simultaneamente nas mais importantes revistas de design da época, como A REVISTA ÉMIGRÉ (EUA), A AIGA JOURNAL OF GRAPHIC DESIGN (EUA), A EYE MAGAZINE, A BLUEPRINT (INGLATERRA) E A PUBLICAÇÃO ITEMS (HOLANDA). Assim como o documento original, o manifesto atualizado contou com a assinatura de 22 profissionais renomados das áreas de comunicação visual, entre eles: MILTON GLASER, ZUZANA LICKO, ELLEN LUPTON, KATHERINE MCCOY E ERIK SPIEKERMANN.
  • 49.
    _A UTILIZAÇÃO DOMEIO VIRTUAL, tendo como base conceitos contemporâneos, é uma escolha eficaz, já que este meio e as ferramentas compreendidas pelo design de interação POSSIBILITAM INTERAÇÕES MUITO ÚTEIS A ESTE PÚBLICO. _ AS FERRAMENTAS VIRTUAIS SÃO FACILITADORES do acontecimento contemporâneo: “INTELIGÊNCIA COLETIVA” : “No ciberespaço, (...), cada um é potencialmente emissor e receptor num espaço qualitativamente diferenciado, não fixo (...) e explorável” (LEVY, 1996, PÁG. 39).
  • 50.
  • 51.
  • 52.
  • 54.
  • 55.
    geográfico + Território social (Felix Guattari: As Três Ecologias, 1995) + cultural
  • 56.
    rizoma (Gilles Deleuze eFélix Guattari)
  • 57.
    Preece, Rogers eSharp Design de Interação. Além da interação homem- computador. (2005) > SOFTWARES COLABORATIVOS (GROUPWARES) “sistema baseado em computador que auxilia grupos de pessoas envolvidas em tarefas comuns (ou objetivos) e que provê interface para um ambiente compartilhado”. Para se conceber um software colaborativo, os autores definem uma metodologia pontuada em três categorias...
  • 58.
    1> MECANISMOS CONVERSACIONAIS parafacilitar o fluxo da conversa. SÍNCRONO ou ASSÍNCRONO
  • 59.
    2> MECANISMOS DECOORDENAÇÃO que limitam ou expandem a experiência do usuário. As atividades colaborativas que ocorrem dentro de uma plataforma virtual presumem coordenação já que uma tarefa deve ser realizada em conjunto.
  • 61.
  • 62.
    3> MECANISMOS DEPERCEPÇÃO (awareness) “É de conhecimento mútuo, principalmente para profissionais das áreas de web, que a busca por maior eficiência NA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS COMPLEXOS fez com que as atividades passassem a ser resolvidas em grupos, com o objetivo de fazer com que a produção do grupo todo SUPERE A DE CADA MEMBRO ISOLADO.” (PREECE, ROGERS e SHARP, 2005, p. 147)
  • 64.
    James Kalbach Design deNavegação Web (2009) > NAVEGAÇÃO ADAPTATIVA Conteúdo modificado a partir do uso dos interatores. É realizado a partir de FILTROS COLABORATIVOS, processo que baseia-se em algoritimos de comportamento.
  • 66.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
  • 75.
  • 76.
  • 77.
  • 78.