1. O Esgotamento dos recursos como limite ao crescimento económico
Qual a ligação entre ecologia e economia? “ Falar de crescimento económico obriga-nos, então, a pensar em termos ecológicos, isto é, a tentar perceber quais as consequências sobre a Natureza, resultantes directas do que se produz, de como se produz, e da intensidade dessa produção. É neste quadro que faz sentido falar-se dos riscos que a produção pode trazer ao mundo natural. É neste âmbito que se torna imperioso reflectir acerca de fenómenos como a poluição, a diminuição dos recursos disponíveis ou as fontes de poluição.” Economia C – 12.º Textos editores
Revolução Industrial Aumento explosivo da população mundial  Produz consequências sobre o equilíbrio ambiental O consumo dos recursos disponíveis; Os níveis de poluição;
Acções desenvolvidas pelos agentes económicos Um conjunto de impactos, sobre o ambiente e o bem estar de outros agentes causam Externalidades negativas –  se o  resultado da acção prejudica o bem estar dos outros. Externalidades positivas  –  se o resultado da acção melhora ou participa na melhoria do bem estar de outros. Externalidades Efeitos  gerados pelas actividades exercidas por um agente económico, e que se reflectem nos outros agentes, independentemente da sua vontade de os impedir ou de os pagar, referem-se ao impacto de uma decisão sobre aqueles que não participam nessa decisão.
Os recursos explorados são  bens comuns . (bens que pertencem à colectividade) Ninguém tem qualquer direito de propriedade sobre eles, não podendo, portanto, impedir essas exploração. O ambiente é um bem comum a que todos temos acesso O estado cria  leis   que regulamentem o seu uso.  - Impostos e  taxas ecológicas que assentam no principio do poluidor-pagador
Poluidor pagador Em Portugal, apesar das múltiplas declarações de intenções, os instrumentos económicos de ambiente estão praticamente no início. Os princípios do poluidor-pagador e do utilizador pagador, consagrados há mais de 15 anos na lei de bases do ambiente, não são suficientemente aplicados. Os recursos ambientais não são sujeitos a taxas de utilização, ou esse valorização fica muito aquém do custo real, seja para salvaguardar do património ambiental, seja para a gestão eficiente do recurso em termos económicos. Por outro lado, os sistemas ficais e de incentivos são geralmente cegos  às consequências ambientais e, nalguns casos, são mesmo claramente promotores de disfunções ambientais. Esse efeito sobrepõe-se largamente aos escassos apoios à protecção do ambiente. Esta situação gera distorções para o ambiente por parte dos agentes económicos.  Instrumentos económicos para a sustentabilidade, in www.geotas.pt (adaptado)
Origem da poluição Um dos resultados mais graves  da explosão da produção industrial  e do acelerado  crescimento populacional  é, sem dúvida, o  aumento da poluição das águas , dos  solos  e da  atmosfera . A poluição das águas tem origem em diversos factores dos quais se destacam: Provoca a aceleração da transferência das partículas poluentes do ar para a água (ex: chuvas ácidas) Provocada pelas fossas sépticas, por rupturas dos aterros sanitários e pelas águas residuais da agricultura, da pecuária e de outras actividades. (pesticidas, fertilizantes, metais pesados e radioactivos) que são lançados nas águas dos mares, rios, lagos e oceanos; - Poluição das águas -   contaminação dos lençóis freáticos  O aumento da poluição atmosférica O aumento de substância tóxicas
Esquematização das diversas fontes de poluição das águas:
- Poluição dos solos -   A poluição dos solos tem assumido contornos cada vez mais graves, o que põe em causa a base de que depende a produção alimentar dos seres vivos. Calcula-se que, anualmente, cerca de 6 milhões de hectares de solos agrícolas são transformados em deserto, em consequência da sua  sobre-exploração A poluição dos solos pode ter origem em diversos factores, nomeadamente: Transportadas pelas chuvas ácidas Na agricultura e na pecuária, o que contamina os solos A contaminação provocada por aterros sanitários mal construídos e por lixeiras a céu aberto  Uso de produtos químicos  Deposição das partículas poluentes  Lixeiras e aterros sanitários
- Poluição atmosférica   A  poluição atmosférica  é a contaminação de ar provocada por desperdícios sólidos, líquidos ou gasosos e que podem pôr em risco a saúde humana e a dos restantes seres vivos.  Factores que contribuem para a poluição atmosférica: A actividade industrial;  A circulação rodoviária; A actividade industrial  Lança para o ar gases e poeiras em quantidades superiores à capacidade de absorção do meio ambiente, ficando assim estas substancias acumuladas na atmosfera.
Circulação rodoviária Emissão de gases e as substâncias químicas nocivas libertadas pelos veículos motorizados.
Resultante da emissão para a atmosfera dos clorofluorcarbonetos (CFC), cuja decomposição, ao chegarem à estratosfera, provoca a destruição do ozono. Sendo a principal função da camada de ozono presente na atmosfera a filtragem das radiações ultravioleta. Resultam da dissolução nas nuvens e na gotas de chuva dos poluentes lançados na atmosfera, formando ácido sulfúrico e ácido nítrico.  Provocadas pelas emissões de CO2, gás que absorve o calor e impede a dispersas das radiações infravermelhas emitidas pela superfície terrestre. Chuvas ácidas Redução da camada de ozono  Perturbações no efeito de estufa Tendo efeitos poluidores sobre:  As florestas;  Os solos;  A agricultura;  Os ecossistemas; Os edifícios; As pessoas e animais. Os raios atingem a vida na Terra, causando sérios danos, como: O aumento do cancro da pele e de problemas oftalmológicos;  A destruição do plâncton dos oceanos e a ruptura das cadeias alimentares. Provocando alterações: O aumento da temperatura média do ar e consequentemente Climáticas,  Do regime de precipitações,  Do ciclo hidrológico, a fusão dos glaciares,  O aumento do nível médio das águas dos mares e dos oceanos; A poluição atmosférica está na origem de fenómenos como:
Medidas que podemos tomar para a  preservação da Natureza: A utilização de filtros nas chaminés das fábricas; A promoção de energias alternativas, não poluentes; A eliminação da utilização de CFC; A utilização de tecnologias “limpas”. A promoção da reciclagem; A reutilização de determinados produtos, por exemplo a utilização de garrafas de vidro em substituição das de plástico descartáveis; A redução na utilização de determinados produtos mais poluentes, como o plástico - Poluição -
Poluição  - Gráficos e Quadros -
 
 
Industrialização + explosão demográfica   aceleraram   Degradação do  MEIO AMBIENTE Alterações no equilíbrio ecológico  CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: corrida aos alimentos; aumento da produção (agricultura intensiva); esgotamento dos solos; florestas destruídas em detrimento de superfícies agrícolas e de pastorícia. “ Sociedade do desperdício” Crescimento económico ilimitado  –  países industrializados –  estimulou comportamentos e estilos de vida incompatíveis com a  renovação dos recursos e com a sua escassez “ Há um ponto de não retorno para tudo,  mesmo para a Terra . Para a vida” 1.1. O Mundo em mudança e a escassez dos recursos
Recursos energéticos Ritmo acelerado do consumo dos recursos  contrasta Lenta regeneração Desequilíbrios sociais  Reflectem-se Acesso e utilização  “ Susto” Percepção da dimensão da crise Os recursos são escassos e alguns não são renováveis Fluxo de  combustíveis fósseis  Origem  (reservas) Capacidade de depósitos  ( atmosfera, hidrosfera, litosfera) 1.1.1. O esgotamento dos recursos não renováveis
Carvão  –  grande quantidade  no entanto   Uso limitado  –  capacidade da atmosfera em absorver o CO 2  durante a sua utilização Petróleo  –  esgotar-se-á no decurso do próximo século reforço  Efeito de Estufa
recursos não renováveis extremamente limitados ritmo crescente da utilização aumenta Uso de combustíveis fósseis e a sua exploração; Produção de resíduos; Emite poluentes.  A degradação dos recursos renováveis produção de alimentos intensificou-se a exploração agrícola empobrecimento e esgotamento dos solos; desperdícios e distribuição desigual; racionamento. A capacidade da Terra em produzir alimento dependerá: da maior eficiência dos mecanismos de distribuição – equidade; da redução da expansão das aglomerações urbanas e das áreas de pastagem –  que ocupam terrenos de boa  aptidão agrícola; da gestão racional da água e da diminuição dos riscos de contaminação (adubos, pesticidas); da utilização de técnicas agrícolas mais adaptadas.  Recursos energéticos
Os recursos florestais Potencialmente renováveis Poluição + índices de desflorestação  Fim da floresta no  espaço de 100 anos gera e protege os solos atenuando os efeitos erosivos; modera o clima; armazena CO 2  e liberta O 2; reduz os riscos e as consequências das inundações; armazena água; abriga a grande maioria das espécies terrestres.  “ A sobrevivência dos países e a evolução tecnológica seriamente ameaçadas podem ser salvaguardadas?”  Os recursos hídricos Água essencial ilimitada MAS Utilização excessiva + distribuição espacial irregular + poluição Danos irreparáveis Biogeogfráfico  Económico Alternativas ambientalmente sustentáveis Que permitem: maior eficiência – menor desperdício, menor grau de degradação e melhor distribuição; Utilização de opções energéticas renováveis.
Delapidação dos recursos   é necessário crescer a um ritmo mais lento; inverter tendências do crescimento demográfico;  reduzir as necessidades de consumo .  Sustentabilidade do desenvolvimento Dinâmica do crescimento demográfico (quantidade e distribuição) comportamento diferenciados  dos indivíduos nas diferentes regiões GRAVE aumentos populacionais significativos verificam-se em : países de baixas receitas; regiões ecologicamente subdotadas; agregados familiares pobres.  DESAFIO equilíbrio entre a dimensão da população e os recursos disponíveis  1.2. O esgotamento dos recursos e a necessidade de gestão do crescimento demográfico

Apresentação 12ºA e C

  • 1.
    1. O Esgotamentodos recursos como limite ao crescimento económico
  • 2.
    Qual a ligaçãoentre ecologia e economia? “ Falar de crescimento económico obriga-nos, então, a pensar em termos ecológicos, isto é, a tentar perceber quais as consequências sobre a Natureza, resultantes directas do que se produz, de como se produz, e da intensidade dessa produção. É neste quadro que faz sentido falar-se dos riscos que a produção pode trazer ao mundo natural. É neste âmbito que se torna imperioso reflectir acerca de fenómenos como a poluição, a diminuição dos recursos disponíveis ou as fontes de poluição.” Economia C – 12.º Textos editores
  • 3.
    Revolução Industrial Aumentoexplosivo da população mundial Produz consequências sobre o equilíbrio ambiental O consumo dos recursos disponíveis; Os níveis de poluição;
  • 4.
    Acções desenvolvidas pelosagentes económicos Um conjunto de impactos, sobre o ambiente e o bem estar de outros agentes causam Externalidades negativas – se o resultado da acção prejudica o bem estar dos outros. Externalidades positivas – se o resultado da acção melhora ou participa na melhoria do bem estar de outros. Externalidades Efeitos gerados pelas actividades exercidas por um agente económico, e que se reflectem nos outros agentes, independentemente da sua vontade de os impedir ou de os pagar, referem-se ao impacto de uma decisão sobre aqueles que não participam nessa decisão.
  • 5.
    Os recursos exploradossão bens comuns . (bens que pertencem à colectividade) Ninguém tem qualquer direito de propriedade sobre eles, não podendo, portanto, impedir essas exploração. O ambiente é um bem comum a que todos temos acesso O estado cria leis que regulamentem o seu uso. - Impostos e taxas ecológicas que assentam no principio do poluidor-pagador
  • 6.
    Poluidor pagador EmPortugal, apesar das múltiplas declarações de intenções, os instrumentos económicos de ambiente estão praticamente no início. Os princípios do poluidor-pagador e do utilizador pagador, consagrados há mais de 15 anos na lei de bases do ambiente, não são suficientemente aplicados. Os recursos ambientais não são sujeitos a taxas de utilização, ou esse valorização fica muito aquém do custo real, seja para salvaguardar do património ambiental, seja para a gestão eficiente do recurso em termos económicos. Por outro lado, os sistemas ficais e de incentivos são geralmente cegos às consequências ambientais e, nalguns casos, são mesmo claramente promotores de disfunções ambientais. Esse efeito sobrepõe-se largamente aos escassos apoios à protecção do ambiente. Esta situação gera distorções para o ambiente por parte dos agentes económicos. Instrumentos económicos para a sustentabilidade, in www.geotas.pt (adaptado)
  • 7.
    Origem da poluiçãoUm dos resultados mais graves da explosão da produção industrial e do acelerado crescimento populacional é, sem dúvida, o aumento da poluição das águas , dos solos e da atmosfera . A poluição das águas tem origem em diversos factores dos quais se destacam: Provoca a aceleração da transferência das partículas poluentes do ar para a água (ex: chuvas ácidas) Provocada pelas fossas sépticas, por rupturas dos aterros sanitários e pelas águas residuais da agricultura, da pecuária e de outras actividades. (pesticidas, fertilizantes, metais pesados e radioactivos) que são lançados nas águas dos mares, rios, lagos e oceanos; - Poluição das águas - contaminação dos lençóis freáticos O aumento da poluição atmosférica O aumento de substância tóxicas
  • 8.
    Esquematização das diversasfontes de poluição das águas:
  • 9.
    - Poluição dossolos - A poluição dos solos tem assumido contornos cada vez mais graves, o que põe em causa a base de que depende a produção alimentar dos seres vivos. Calcula-se que, anualmente, cerca de 6 milhões de hectares de solos agrícolas são transformados em deserto, em consequência da sua sobre-exploração A poluição dos solos pode ter origem em diversos factores, nomeadamente: Transportadas pelas chuvas ácidas Na agricultura e na pecuária, o que contamina os solos A contaminação provocada por aterros sanitários mal construídos e por lixeiras a céu aberto Uso de produtos químicos Deposição das partículas poluentes Lixeiras e aterros sanitários
  • 10.
    - Poluição atmosférica A poluição atmosférica é a contaminação de ar provocada por desperdícios sólidos, líquidos ou gasosos e que podem pôr em risco a saúde humana e a dos restantes seres vivos. Factores que contribuem para a poluição atmosférica: A actividade industrial; A circulação rodoviária; A actividade industrial Lança para o ar gases e poeiras em quantidades superiores à capacidade de absorção do meio ambiente, ficando assim estas substancias acumuladas na atmosfera.
  • 11.
    Circulação rodoviária Emissãode gases e as substâncias químicas nocivas libertadas pelos veículos motorizados.
  • 12.
    Resultante da emissãopara a atmosfera dos clorofluorcarbonetos (CFC), cuja decomposição, ao chegarem à estratosfera, provoca a destruição do ozono. Sendo a principal função da camada de ozono presente na atmosfera a filtragem das radiações ultravioleta. Resultam da dissolução nas nuvens e na gotas de chuva dos poluentes lançados na atmosfera, formando ácido sulfúrico e ácido nítrico. Provocadas pelas emissões de CO2, gás que absorve o calor e impede a dispersas das radiações infravermelhas emitidas pela superfície terrestre. Chuvas ácidas Redução da camada de ozono Perturbações no efeito de estufa Tendo efeitos poluidores sobre: As florestas; Os solos; A agricultura; Os ecossistemas; Os edifícios; As pessoas e animais. Os raios atingem a vida na Terra, causando sérios danos, como: O aumento do cancro da pele e de problemas oftalmológicos; A destruição do plâncton dos oceanos e a ruptura das cadeias alimentares. Provocando alterações: O aumento da temperatura média do ar e consequentemente Climáticas, Do regime de precipitações, Do ciclo hidrológico, a fusão dos glaciares, O aumento do nível médio das águas dos mares e dos oceanos; A poluição atmosférica está na origem de fenómenos como:
  • 13.
    Medidas que podemostomar para a preservação da Natureza: A utilização de filtros nas chaminés das fábricas; A promoção de energias alternativas, não poluentes; A eliminação da utilização de CFC; A utilização de tecnologias “limpas”. A promoção da reciclagem; A reutilização de determinados produtos, por exemplo a utilização de garrafas de vidro em substituição das de plástico descartáveis; A redução na utilização de determinados produtos mais poluentes, como o plástico - Poluição -
  • 14.
    Poluição -Gráficos e Quadros -
  • 15.
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  • 17.
    Industrialização + explosãodemográfica aceleraram Degradação do MEIO AMBIENTE Alterações no equilíbrio ecológico CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: corrida aos alimentos; aumento da produção (agricultura intensiva); esgotamento dos solos; florestas destruídas em detrimento de superfícies agrícolas e de pastorícia. “ Sociedade do desperdício” Crescimento económico ilimitado – países industrializados – estimulou comportamentos e estilos de vida incompatíveis com a renovação dos recursos e com a sua escassez “ Há um ponto de não retorno para tudo, mesmo para a Terra . Para a vida” 1.1. O Mundo em mudança e a escassez dos recursos
  • 18.
    Recursos energéticos Ritmoacelerado do consumo dos recursos contrasta Lenta regeneração Desequilíbrios sociais Reflectem-se Acesso e utilização “ Susto” Percepção da dimensão da crise Os recursos são escassos e alguns não são renováveis Fluxo de combustíveis fósseis Origem (reservas) Capacidade de depósitos ( atmosfera, hidrosfera, litosfera) 1.1.1. O esgotamento dos recursos não renováveis
  • 19.
    Carvão – grande quantidade no entanto Uso limitado – capacidade da atmosfera em absorver o CO 2 durante a sua utilização Petróleo – esgotar-se-á no decurso do próximo século reforço Efeito de Estufa
  • 20.
    recursos não renováveisextremamente limitados ritmo crescente da utilização aumenta Uso de combustíveis fósseis e a sua exploração; Produção de resíduos; Emite poluentes. A degradação dos recursos renováveis produção de alimentos intensificou-se a exploração agrícola empobrecimento e esgotamento dos solos; desperdícios e distribuição desigual; racionamento. A capacidade da Terra em produzir alimento dependerá: da maior eficiência dos mecanismos de distribuição – equidade; da redução da expansão das aglomerações urbanas e das áreas de pastagem – que ocupam terrenos de boa aptidão agrícola; da gestão racional da água e da diminuição dos riscos de contaminação (adubos, pesticidas); da utilização de técnicas agrícolas mais adaptadas. Recursos energéticos
  • 21.
    Os recursos florestaisPotencialmente renováveis Poluição + índices de desflorestação Fim da floresta no espaço de 100 anos gera e protege os solos atenuando os efeitos erosivos; modera o clima; armazena CO 2 e liberta O 2; reduz os riscos e as consequências das inundações; armazena água; abriga a grande maioria das espécies terrestres. “ A sobrevivência dos países e a evolução tecnológica seriamente ameaçadas podem ser salvaguardadas?” Os recursos hídricos Água essencial ilimitada MAS Utilização excessiva + distribuição espacial irregular + poluição Danos irreparáveis Biogeogfráfico Económico Alternativas ambientalmente sustentáveis Que permitem: maior eficiência – menor desperdício, menor grau de degradação e melhor distribuição; Utilização de opções energéticas renováveis.
  • 22.
    Delapidação dos recursos é necessário crescer a um ritmo mais lento; inverter tendências do crescimento demográfico; reduzir as necessidades de consumo . Sustentabilidade do desenvolvimento Dinâmica do crescimento demográfico (quantidade e distribuição) comportamento diferenciados dos indivíduos nas diferentes regiões GRAVE aumentos populacionais significativos verificam-se em : países de baixas receitas; regiões ecologicamente subdotadas; agregados familiares pobres. DESAFIO equilíbrio entre a dimensão da população e os recursos disponíveis 1.2. O esgotamento dos recursos e a necessidade de gestão do crescimento demográfico