28 DE JULHO DE 2010
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES
       DO MULTIRÃO




     PARCEIR
     OS
QUEM SOMOS: É uma organização, de              Instituto Ambiental Conservacionista
direito privado, de caráter sócio-                         5º Elemento
ambientalista, científico, cultural e
assistencial, sem fins lucrativos, de
duração indeterminada. Apresenta um
grupo de sócios heterogêneo com pessoas
de diversos segmentos da sociedade:
professores, estudantes, pesquisadores,
comerciantes, artistas, profissionais
liberais, empresários, lideres comunitários,
etc.
                               OBJETIVOS:
                               I – Conscientização do ser humano através de
                               atividades de educação ambiental para reintegrá-lo aos
                               ecossistemas naturais buscando o equilíbrio ecológico e
                               qualidade de vida para todos.
                               II – Conservação e recuperação da biodiversidade,
                               através da elaboração, execução, gerenciamento,
                               desenvolvimento de projetos;
                               III - Promover estudos e pesquisas, desenvolvimento de
                               tecnologias alternativas, produção e divulgação de
                               informações e conhecimentos técnicos e científicos;
ONDE ESTAMOS???




            MAPA DO ESTADO
            DO RIO DE
            JANEIRO
A BACIA HIDROGRÁFICA COMO MODELO DE
           GESTÃO AMBIENTAL
SISTEMA HÍDRICO INTEGRADO
ARRANJO HIDROGRÁFICO
PARA GESTÃO NO ESTADO
DO RIO DE JANEIRO
A LEI 3239, DE 02 DE AGOSTO DE 1999.
       INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE RECURSOS
HÍDRICOS; CRIA O SISTEMA ESTADUAL DE GERENCIAMENTO DE
RECURSOS HÍDRICOS; REGULAMENTA A CONSTITUIÇÃO
ESTADUAL, EM SEU ARTIGO 261, PARÁGRAFO 1º, INCISO VII; E
DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS

Art. 1º - A água é um recurso essencial à vida , de disponibilidade
limitada, dotada de valores econômico, social e ecológico, que, como bem de
domínio público, terá sua gestão definida através da Política Estadual de
Recursos Hídricos, nos termos desta Lei.§ 2º - A bacia ou região
hidrográfica constitui a unidade básica de gerenciamento dos
recursos hídricos.
Art. 35 - § 2º - Os projetos de disposição de resíduos sólidos e
efluentes , de qualquer natureza, no solo, deverão conter a descrição
detalhada das características hidrogeológicas e da vulnerabilidade
do aqüífero da área , bem como as medidas de proteção a serem
implementadas pelo responsável pelo empreendimento.
LEI Nº 4191, DE 30 DE SETEMBRO
                                                        DE 2003-POLÍTICA ESTADUAL DE
                                                        RESÍDUOS SÓLIDOS
                                                        Art. 14 - A ação do Poder Público para
                                                        implementação dos objetivos previstos
•   PROPOSIÇÃO DE CONSÓRCIOS:
                                                        nesta Lei será orientada pelas seguintes
O programa da Secretaria de Estado do Ambiente
                                                        diretrizes
    (SEA) de erradicação dos lixões em todo o Rio
                                                        VIII - estímulo à implantação de consórcios
    de Janeiro, com a implantação de aterros
                                                        intermunicipais com vistas à viabilização de
    sanitários pelas prefeituras, de forma
                                                        soluções conjuntas na área de resíduos
    consorciada, foi reforçado com a aprovação, de
                                                        sólidos;
    recursos para sua execução.
Por articulação da SEA, foram liberadas verbas do
    Fundo Estadual de Conservação Ambiental
    (Fecam) e da Fundação Nacional da Saúde
    (Funasa) para a construção de três aterros
    sanitários solicitados por consócios
    intermunicipais, que deverão estar implantados
    em 2008.
Na Baixada Fluminense, Paracambi, Paulo de
    Frontin, Mendes e Japeri se consorciaram para
    a implantação de aterro sanitário intermunicipal.
• Reuniões com organismos envolvidos na área de
  resíduos sólidos (MPE, MPF, MMA, MinCidades,
  FEEMA, SERLA, IEF, IBAMA, Prefeituras Municipais);
• Apoio a implantação de Consórcios Municipais para
  contratação de serviços de implantação de Aterros
  Sanitários e modelos de gestão integrada das unidades
  instaladas;
• Elaboração e análise dos projetos básicos ;
GESTÃO DE RESÍDUOS
     SÓLIDOS
O QUE É UM ATERRO
SANITÁRIO???
CENTRAL DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA BR 040 - ATERRO
SANITÁRIO MINAS GERAIS
FONTE: http://aterrossanitarios.blogspot.com/
TRATAMENTO DE CHORUME
OS IMPACTOS
                  CONSIDERAR PARA ANALISE FUTURAS:

IMPACTOS SOBRE OS RECURSOS                       IMPACTOS SOCIAIS:
HÍDRICOS:                                        • desenvolvimento sócio-
• Infiltração do chorume no solo;                econômico local;
• abastecimento humano com água em               •Desvalorização imobiliária;
quantidade e qualidade compatíveis com a         •Impacto visual;
população atual e futura da região de            •Modificação dos padrões
influência do manancial;                         culturais;
•proteção e segurança sanitária de estações de
tratamento de água;                              IMPACTOS SOBRE O
• impactos às metas de enquadramento dos         AMBIENTE NATURAL:
corpos hídricos em classes de usos da água;      •Afugentamento da fauna;
•Assoreamento dos corpos hídricos;               •Desmatamento;
•Alterações nos padrões de drenagem;
                                                 IMPACTOS DECORRENTES
IMPACTOS SOBRE A SAÚDE:                          CONTAMINAÇÃO
•Aumento de pragas e vetores;                    ATMOSFÉRICA:
• falta de atendimento às normas ambientais e    •Odor;
de saúde pública;                                •Poeira;
•Instabilidade psicossocial;
•ruído
IMPACTO VIÁRIO
Apres workshop aterro 2010

Apres workshop aterro 2010

  • 1.
    28 DE JULHODE 2010 ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO MULTIRÃO PARCEIR OS
  • 2.
    QUEM SOMOS: Éuma organização, de Instituto Ambiental Conservacionista direito privado, de caráter sócio- 5º Elemento ambientalista, científico, cultural e assistencial, sem fins lucrativos, de duração indeterminada. Apresenta um grupo de sócios heterogêneo com pessoas de diversos segmentos da sociedade: professores, estudantes, pesquisadores, comerciantes, artistas, profissionais liberais, empresários, lideres comunitários, etc. OBJETIVOS: I – Conscientização do ser humano através de atividades de educação ambiental para reintegrá-lo aos ecossistemas naturais buscando o equilíbrio ecológico e qualidade de vida para todos. II – Conservação e recuperação da biodiversidade, através da elaboração, execução, gerenciamento, desenvolvimento de projetos; III - Promover estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos;
  • 3.
    ONDE ESTAMOS??? MAPA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
  • 4.
    A BACIA HIDROGRÁFICACOMO MODELO DE GESTÃO AMBIENTAL
  • 5.
  • 6.
    ARRANJO HIDROGRÁFICO PARA GESTÃONO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
  • 7.
    A LEI 3239,DE 02 DE AGOSTO DE 1999. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS; CRIA O SISTEMA ESTADUAL DE GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS; REGULAMENTA A CONSTITUIÇÃO ESTADUAL, EM SEU ARTIGO 261, PARÁGRAFO 1º, INCISO VII; E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS Art. 1º - A água é um recurso essencial à vida , de disponibilidade limitada, dotada de valores econômico, social e ecológico, que, como bem de domínio público, terá sua gestão definida através da Política Estadual de Recursos Hídricos, nos termos desta Lei.§ 2º - A bacia ou região hidrográfica constitui a unidade básica de gerenciamento dos recursos hídricos. Art. 35 - § 2º - Os projetos de disposição de resíduos sólidos e efluentes , de qualquer natureza, no solo, deverão conter a descrição detalhada das características hidrogeológicas e da vulnerabilidade do aqüífero da área , bem como as medidas de proteção a serem implementadas pelo responsável pelo empreendimento.
  • 8.
    LEI Nº 4191,DE 30 DE SETEMBRO DE 2003-POLÍTICA ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Art. 14 - A ação do Poder Público para implementação dos objetivos previstos • PROPOSIÇÃO DE CONSÓRCIOS: nesta Lei será orientada pelas seguintes O programa da Secretaria de Estado do Ambiente diretrizes (SEA) de erradicação dos lixões em todo o Rio VIII - estímulo à implantação de consórcios de Janeiro, com a implantação de aterros intermunicipais com vistas à viabilização de sanitários pelas prefeituras, de forma soluções conjuntas na área de resíduos consorciada, foi reforçado com a aprovação, de sólidos; recursos para sua execução. Por articulação da SEA, foram liberadas verbas do Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam) e da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) para a construção de três aterros sanitários solicitados por consócios intermunicipais, que deverão estar implantados em 2008. Na Baixada Fluminense, Paracambi, Paulo de Frontin, Mendes e Japeri se consorciaram para a implantação de aterro sanitário intermunicipal.
  • 9.
    • Reuniões comorganismos envolvidos na área de resíduos sólidos (MPE, MPF, MMA, MinCidades, FEEMA, SERLA, IEF, IBAMA, Prefeituras Municipais); • Apoio a implantação de Consórcios Municipais para contratação de serviços de implantação de Aterros Sanitários e modelos de gestão integrada das unidades instaladas; • Elaboração e análise dos projetos básicos ;
  • 10.
  • 11.
    O QUE ÉUM ATERRO SANITÁRIO???
  • 12.
    CENTRAL DE TRATAMENTODE RESÍDUOS SÓLIDOS DA BR 040 - ATERRO SANITÁRIO MINAS GERAIS
  • 13.
  • 14.
  • 16.
    OS IMPACTOS CONSIDERAR PARA ANALISE FUTURAS: IMPACTOS SOBRE OS RECURSOS IMPACTOS SOCIAIS: HÍDRICOS: • desenvolvimento sócio- • Infiltração do chorume no solo; econômico local; • abastecimento humano com água em •Desvalorização imobiliária; quantidade e qualidade compatíveis com a •Impacto visual; população atual e futura da região de •Modificação dos padrões influência do manancial; culturais; •proteção e segurança sanitária de estações de tratamento de água; IMPACTOS SOBRE O • impactos às metas de enquadramento dos AMBIENTE NATURAL: corpos hídricos em classes de usos da água; •Afugentamento da fauna; •Assoreamento dos corpos hídricos; •Desmatamento; •Alterações nos padrões de drenagem; IMPACTOS DECORRENTES IMPACTOS SOBRE A SAÚDE: CONTAMINAÇÃO •Aumento de pragas e vetores; ATMOSFÉRICA: • falta de atendimento às normas ambientais e •Odor; de saúde pública; •Poeira; •Instabilidade psicossocial; •ruído
  • 17.