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ANATOMIA DA COLUNA
VERTEBRAL
PETERSON XAVIER DA SILVA
MEDICO RESIDENTE NEURORICURGIA
HOSPITAL SANTA MARCELINA
EMBRIOLOGIA
Podemos Dividir em Três Partes
Parte I (Gastrulação): Transformação do
embrião de dois folhetos, em três;
Parte II (Primeira Neurulação):
Parte III (Segunda Neurulação):
Destino dos Folhetos Embrionários
Ectoderme
epiderme e seus anexos
encéfalo e medula espinhal
Mesoderme
notocorda (posteriormente é substibuída por vértebras)
Epímero
dermátono - derme
miótomo - musculatura estriada
esclerótomo - esqueleto axial (coluna)
Mesômero - aparelho urogenital
Hipômero
sistema circulatório
musculatura lisa
peritônio e mesentérios
esqueleto apendicular (membros)
Endoderme
aparelho respiratório
tubo digestivo e glândulas anexas
Formação da Placa Neural
Porção especializada do ectoderma, que dá origem às células
gliais e aos neurônios.
 Formação do blastocisto. O
blastocisto contém um
”nódulo” periférico de céls e
um tecido circundante, o
trofoblasto;
 Entre o 4-6d ocorre a
formação do epiblasto e do
hipoblasto à partir deste
nódulo de céls;
 No 13d: hipoblasto se dirige
cranialmente para formar o
blastodisco, que é precursor
da placa neural;
 A placa neural ira se fechar,
formando o tubo neural.
Anatomia da coluna vertebral
Parte I: Gastrulação
É a transformação do embrião de dois folhetos em três
Aparece a fenda primitiva (fenda
neural) , na porção caudal da placa
neural e se alonga cranialmente
A proliferação celular ao longo da
placa neural é muito maior que na
fenda neural, formando assim, a crista
neural e o sulco neural;
O epiblasto dá origem aos três
folhetos, ecto, meso e endoderma;
Formação do Notocorda
Na porção caudal do hipoblasto,
origina-se a linha primitiva, que
continua-se cranialmente com o Nó
primitivo, ou nó de Hensen, que tem
porção média chamada fosseta
primitiva;
À partir de células do Nodo de
Hensen, forma-se o notocorda;
Foto 4- 5 e 4-6
Formação do NotocordA
- Com 21d oblitera-se o canal e
a notocorda dobra-se
ventralmente até se separar do
endoderma (excalação).
Primeira Neurulação
(formação do Tubo Neural)
Se inicia quando ocorre espessamento do
neuroctoderma, formando a placa neural;
Seu desenvolvimento é estimulado pelo notocorda,
que é originário do mesoderma adjacente;
Ocorre a formação do sulco neural, que é aderido à
notocorda, separado desta somente pela membrana
basal;
As pregas se aproximam, fechando a placa neural,
formando o tubo neural (TN).
 TN começa a se fechar na porção caudal do
rombencéfalo e daí cranial e caudalmente;
 Existe a teoria da fusão em múltiplos pontos, fazendo
supor existência de neuróporos adicionais;
 Após o fechamento do neuróporo caudal, o SN está
recoberto por pele, seu desenvolvimento adicional se
deve à neurulação secundária.
“Zíper” Ondas de Fechamento
Various waves of NT closure in human embryos.
There are thought to be at least five waves of closure
in normal human embryogenesis. Anencephaly is
thought to represent failure of Wave 2,
myelomeningocele a failure at the junction of Waves
4 and 5 (representing the junction of primary and
secondary neurulation).
Teorias de Fechamento
x
Anatomia da coluna vertebral
Defeitos do Fechamento do
Tubo Neural (DFTN)
Defeitos da Gastrulação
1) Espinha Bífida
 Diplomielia;
 Diastematomielia
2) Cisto Neuroentérico
 Não fechamento caudal;
 Também chamados de Disrafismo Oculto (sem exposição do
SNC) e Aberto (com exposição do SNC);
 Assintomáticos até cerca de 2 anos;
 Pode evoluir com disfunções esfincterianas e alterações
ortopédicas ligadas ao ancoramento da medula;
 Diagnóstico: Raio-X e TC com reconstrução tridimencional. A
RNM se reserva a suspeita de siringomielia;
 Tratamento: Cirúrgico no momento do diagnóstico;
 Os complexos disrráficos têm em comum alterações nos
tecidos das três origens embrionárias;
 O elemento comum é o split, separação, da medula em
qualquer porção do neuroeixo;
 Split pode ocorrer com DTN abertas, ou mais comumente,
como malformações ocultas isoladas ou em associação com
outras anormalidades (espinha bífida, mielomeningocele,
agenesia caudal, cisto neuroentérico).
Disrafismo Espinhal ou Espinha Bífida
1) Diastematomielia (fenda na medula)
 Duplicação completa, com duplicidade da saída das raízes
ventrais e dorsais e dois envoltórios de dura-máter;
 Apresentação cutânea com tufo piloso na linha média
sobre coluna vertebral (55% dos casos) ou angioma
plano (50%);
 Dividida por tecido cartilaginoso ou ósseo depende da
idade.
2) Diplomielia (medula dupla)
 Medula dividida em duas partes iguais com apenas uma
saída de raízes ventrais e dorsais envolvidas por um único
invólucro dural;
 Pode estar associada a malformações ósseas: vértebras
em borboleta, hemivértebras, fusão de vértebras (Sd. De
Klippel-Feil) e escoliose; Também se associa a Sinus
dérmico, lipomas e MMC.
Dois tipos Principais
Diastematomielia
Diplomielia
Defeitos da Primeira Neurulação
a) Anencefalia
b) Mielomeningocele (MMC);
c) Malformação de Chiari;
d) Sinus Dermal.
Mielomeningocele (MMC)
É a DFTN mais comum compatível coma vida;
Teoria mais aceita é do distúrbio da primeira
neurulação, antes do fechamento do Tubo Neural;
Preferencialmente nas regiões mais baixas da coluna;
Ausência de arcos posteriores vertebrais com redução
do canal e aumento da distância interpedicular;
Presença do placódio;
Cisto de LCR, que excede os limites do canal
vertebral, em parte constituído por aracnóide;
Coexistência com Chiari II;
Hidrocefalia na maioria;
Associação com anomalias encefálicas, medulares,
neurais, esqueléticas e viscerais.
Mielomenigocele
Diagnóstico
Imagem
- USG obstétrica;
- defeitos aparecem
após 16ª. Ou 17ª.
Semana de gestação,
quando a coluna fetal
já está ossificada;
- Imagem de
herniação contendo
líquor.
Mielomeningocele
Imagens
Mielomeningocele
Malformações Associadas
Malformação de
Chiari II;
Hidrocefalia (80%);
Diastematomielia e
Diplomielia;
Malformação de Chiari II
Quase 100% dos MMC;
Herniação do verme cerebelar, 4º.ventrículo
e porção inferior do bulbo;
Em RN e lactentes é > o comprometimento
dos NN cranianos bulbares;
Sinais aparecem após 2ª. semana de vida;
Observa-se: estridor laríngeo, apnéia,
cianose, pescoço retrovertido e epistótono;
Hidrocefalia pode agravar o quadro.
Malformação de Chiari II
Imagens
Sinus Dermal
 Separação incompleta entre neuroectoderma do ectoderma
cutâneo. Falha pequena, já que tecido circundante é normal;
 Exame neurológico normal;
 Episódios freqüentes de meningite;
 Trato de ectoderma cutâneo, da porção dorsal da pele, na linha
média, que se estende pelo mesênquima até porções variáveis do
tubo neural;
 60% fazem parte ou terminam em tumores epidermóides ou
dermóides;
 30% dos tumores epidermóides ou dermóides têm associação
com sinus dermal;
 Anomalias cutâneas são freqüentes, inclusive seio epitelial (trato
sinus dermal), tumores epidermóides ( ectoderma), tumores
dermóides (ecto e mesoderma), localizados em qualquer lugar
entre a pele e o TN;
 Pode ocorrer em qualquer nível do neuroeixo, com predileção
lombosacra (neuróporo caudal) e frontonasal (neuróporo cranial);
Sinus Dermal Lombosacro
 Lombosacro geralmente
ocorre acima da prega
interglútea;
 Maioria penetra entre as
duas lâminas vertebrais
adjacentes ou pela
lâmina bífida;
 Ascende para se
conectar com o cone
medular;
Defeitos da Segunda Neurulação
a) Agenesia Caudal;
b) Teratomas;
c) Lipomas;
d) Encefalocele;
Agenesia Caudal ou Síndrome da
Regressão Caudal
Múltiplas malformações da coluna vertebral
distal, desde agenesia do cóccix até agenesia da
coluna sacral, lombar ou torácica;
Outras malformações associadas:
- ~ 30% dos pacientes com ânus
imperfurado têm agenesia sacral;
- 75% das extrofias de cloaca ( parede
abdominal, tratos genitais e GI);
- 16% filhos de mães diabéticas.
Lipomas Espinhais
 É o disrafismo oculto mais frequente;
 É um lipoma subcutâneo da região lombar, que se conecta
através de uma haste permeando um defeito ósseo até uma
massa adiposa intramedular;
 Disjunção prematura focal entre o ectoderma cutâneo e o
neuroectoderma, com migração do mesoderma periaxial para
o interior do TN em desenvolvimento, antes da fusão da crista
neural;
 O mesoderma inicialmente se diferencia em tecido adiposo;
 Envolve: cone medular, filum terminale e medula lombosacra;
 Pode repousar sobre o saco dural sem ocorrer defeito dural,
mas geralmente ocupam espaço intra e extra dural, com
massa subcutânea contínua, entre a lâmina bífida e o defeito
dural;
 O saco dural na altura do lipoma tem disrrafismo dorsal. Na
porção ventral repousam os gânglios de onde saem as raízes
dorsais.
Lipoma Espinhal
Lipomeningocele
OUTRAS LESOES ASSOCIADAS
• SINDROME DA MEDULA ANCORADA
• MA FORMACOES CRANIOCERVICAIS
• MA FORMACAO JUNCAO ATLANTOAXIAL
• MA FORMACAO PROCESSO ODONTOIDE
• ALTERACOES SUBAXIAIS
• ESCOLIOSE CONGENITA
• ESTENOSE CONGENITA CANAL LOMBAR
• ESPONDILOLISTESE CONFENITA
• DISGENESIAS SEGMENTARES
• MA FORMACOES SACRAIS.
ANATOMIA
COLUNA VERTEBRAL
PETERSON XAVIER DA SILVA
RESIDENTE NEURORICURGIA
HOSPITAL SANTA MARCELINA
Coluna Vertebral
Conceito
- Pilar anatômico de sustentação
formado por uma série de ossos
denominados vértebras.
- 33 vertebras dividas em segmento
cervical, torácica, lombar, sacral e
coccígea
- O comprimento médio da coluna
vertebral no sexo masculino é de 71
cm e no sexo feminino de 61cm.
Vértebras cervicais - 7
Vértebras Torácicas - 12
Vértebras Lombares - 5
Vértebras Sacrais - 5
Vértebras Coccígeas - 4
Entre as vértebras, a partir da segunda vértebras (áxis) até o
sacro, há discos intervertebrais.
Função:
• Permitem movimentos da coluna vertebral
• absorvem choque vertical
SÍNFISE INTERVERTEBRAL
Núcleo
Pulposo
Anel
Fibroso
Curvaturas normais
CERVICAL LORDOSE
TORÁCICA
CIFOSE
LOMBAR LORDOSE
SACRO-
CÓCCIX
CIFOSE
Funções das Curvaturas:
 Aumentam a força da coluna vertebral
 Auxiliam a manter o equilíbrio na posição ereta
 Absorvem choques
 Auxiliam a proteger a coluna de uma fratura
Anatomia da coluna vertebral
VERTEBRA
ARCO NEURAL
PROCESSO
ESPINHOSO
PEDÍCULO
PROCESSO
ARTICULAR
LÂMINA
PROCESSO
TRANSVERSO
PEDÍCULO
LÂMINA
CORPO
Estruturas das Vértebras
Arco
vertebral
Região cervical (CI – CVII)
Os processos espinhosos de C1-6 freqüentemente são bífidos;
Todas as vértebras cervicais possuem três forames: um forame
vertebral e dois forames transversários
Região cervical (CI – CVII)
Os processos espinhosos de C1-6 freqüentemente são bífidos;
Todas as vértebras cervicais possuem três forames: um forame
vertebral e dois forames transversários
ATLAS (C1)
• Não tem corpo nem processo espinhoso;
Face
articular
superior
Processo
transvers
o
Sulco p/ a
artéria
vertebral e
primeiro
nervo
espinhal
Se articula com o osso occipital
ATLAS (CI)
faces articulares inferiores se articulam com a segunda vértebra
cervical
ATLAS (CI)
ÁXIS (CII)
VISTA ANTERIOR
 o dente constitui um pivô no qual o atlas e a cabeça fazem
rotação.
ARTICULAÇÃO ATLANTOCCIPITAL
 Membrana
Atlantoccipital
Anterior
(Arco anterior da atlas – borda
anterior do forame magno)
 Membrana
Atlantoccipital
Posterior
(Arco posterior da atlas – borda
posterior do forame magno)
Ligamentos da Coluna Vertebral
Ligamento Nucal
Protuberância occipital externa –
processo espinhoso da C7
Membrana Atlantoccipital Post.
Dente do
axis
Arco Anterior do
atlas
Lig. Transverso do
atlas
Lig Alar
Articulação Atlantoaxial
Ligamento
Cruciforme
 Lig. Transverso do
Atlas
 Lig. Longitudinal
Superior
 Lig. Longitudinal
Inferior
Ligamentos Alares
(limitam os movimentos
de rotação)
Anatomia da coluna vertebral
CIII - CVI
São similares as vértebras cervicais típicas descritas
anteriormente .
Processo
espinhoso curto
bífurcado
Face articular
superior
Pedículo
corpo
De forma
triangular
CERVICAL (C7)
Apresenta um grande processo espinhoso que pode ser visto e palpado na
base da nuca.
Processo
transverso
Sulco do nervo
espinhal
Forame do processo
transverso
Face articular
superior
Forame
vertebral
Processo
espinhoso
Não
bifurcado
Anatomia da coluna vertebral
Anatomia da coluna vertebral
Região torácica (TI – TXII)
• São maiores e mais fortes que as cervicais
• Apresentam as superfícies denominadas fóveas
FACETA
ARTICULAR
• Pedículos menos angulados.
Articulação Costovertebral
Tubérculo da Costela
Cabeça
Da
Costela
Articulação Costovertebral
Fóveas Costais
Superior e inferior
Fóvea
do
Processo Transverso
Anatomia da coluna vertebral
Anatomia da coluna vertebral
Região Lombar (LI – LV)
São as maiores e mais fortes da coluna.
Processo espinhoso bem adaptados para a fixação dos músculos
do dorso
Anatomia da coluna vertebral
Anatomia da coluna vertebral
Anatomia da coluna vertebral
Sacro e Cóccix
O sacro é formado pela união de cinco vértebras sacrais e o
cóccix é formado pela união de quatro vértebras coccígeas.
Canal sacral
Forame sacral
posterior
Promontório
sacral
Forame sacral
anterior
Anatomia da coluna vertebral
Anatomia da coluna vertebral
Ligamentos da Coluna Vertebral
Ligamento Nucal
Ligamento
Interespinal
Ligamento Supra-espinal
Ligamento Nucal
Ligamento
Interespinal
Ligamento Nucal
Ligamento
InterespinalLigamento Interespinal
Ligamento Nucal
Ligamentos da Coluna Vertebral
Membrana Tectória
Ligamento Longitudinal Posterior
Ligamentos da Coluna Vertebral
Ligamento Amarelo
Ligamentos da Coluna Vertebral
Ligamento
Longitudinal
Anterior
Ligamento
Intertransversário
SUPRA
ESPINHOSO
INTER
ESPINHOSO
LONGITUDINAL
ANTERIOR
Anatomia da coluna vertebral
Anatomia da coluna vertebral
BIOMECANICA DA COLUNA
AMPLITUDE DE MOVIMENTO
CARGA AXIAL X DISCO
Anatomia da coluna vertebral
TRACAO
COMPRESSAO
X
AMORTECIMENTO
Anatomia da coluna vertebral
PRESSAO INTRA DISCAL
Anatomia da coluna vertebral
Anatomia da coluna vertebral
Anatomia da coluna vertebral
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DOENCAS ADQUIRIDAS
COLUNA
PETERSON XAVIER DA SILVA
RESIDENTE NEURORICURGIA
HOSPITAL SANTA MARCELINA
DOENCA DEGENERATIVA
DISCAL
ARTRITE REUMATOIDE
 ocorre em 25% dos pacientes com AR e em 70%
dos pacientes com AR e queixas de cervicalgia,
sendo a mais freqüente das subluxações.
 Acontece pelo comprometimento inflamatório do
ligamento transverso
 RX obtidas em perfil e em flexão máxima, quando a
distância é maior que 3mm
DOENCA DE PAGET
ESPONDILITE ANQUILOSANTE
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Anatomia da coluna vertebral

  • 1. ANATOMIA DA COLUNA VERTEBRAL PETERSON XAVIER DA SILVA MEDICO RESIDENTE NEURORICURGIA HOSPITAL SANTA MARCELINA
  • 3. Podemos Dividir em Três Partes Parte I (Gastrulação): Transformação do embrião de dois folhetos, em três; Parte II (Primeira Neurulação): Parte III (Segunda Neurulação):
  • 4. Destino dos Folhetos Embrionários Ectoderme epiderme e seus anexos encéfalo e medula espinhal Mesoderme notocorda (posteriormente é substibuída por vértebras) Epímero dermátono - derme miótomo - musculatura estriada esclerótomo - esqueleto axial (coluna) Mesômero - aparelho urogenital Hipômero sistema circulatório musculatura lisa peritônio e mesentérios esqueleto apendicular (membros) Endoderme aparelho respiratório tubo digestivo e glândulas anexas
  • 5. Formação da Placa Neural Porção especializada do ectoderma, que dá origem às células gliais e aos neurônios.  Formação do blastocisto. O blastocisto contém um ”nódulo” periférico de céls e um tecido circundante, o trofoblasto;  Entre o 4-6d ocorre a formação do epiblasto e do hipoblasto à partir deste nódulo de céls;  No 13d: hipoblasto se dirige cranialmente para formar o blastodisco, que é precursor da placa neural;  A placa neural ira se fechar, formando o tubo neural.
  • 7. Parte I: Gastrulação É a transformação do embrião de dois folhetos em três Aparece a fenda primitiva (fenda neural) , na porção caudal da placa neural e se alonga cranialmente A proliferação celular ao longo da placa neural é muito maior que na fenda neural, formando assim, a crista neural e o sulco neural; O epiblasto dá origem aos três folhetos, ecto, meso e endoderma;
  • 8. Formação do Notocorda Na porção caudal do hipoblasto, origina-se a linha primitiva, que continua-se cranialmente com o Nó primitivo, ou nó de Hensen, que tem porção média chamada fosseta primitiva; À partir de células do Nodo de Hensen, forma-se o notocorda; Foto 4- 5 e 4-6
  • 9. Formação do NotocordA - Com 21d oblitera-se o canal e a notocorda dobra-se ventralmente até se separar do endoderma (excalação).
  • 10. Primeira Neurulação (formação do Tubo Neural) Se inicia quando ocorre espessamento do neuroctoderma, formando a placa neural; Seu desenvolvimento é estimulado pelo notocorda, que é originário do mesoderma adjacente; Ocorre a formação do sulco neural, que é aderido à notocorda, separado desta somente pela membrana basal; As pregas se aproximam, fechando a placa neural, formando o tubo neural (TN).
  • 11.  TN começa a se fechar na porção caudal do rombencéfalo e daí cranial e caudalmente;  Existe a teoria da fusão em múltiplos pontos, fazendo supor existência de neuróporos adicionais;  Após o fechamento do neuróporo caudal, o SN está recoberto por pele, seu desenvolvimento adicional se deve à neurulação secundária.
  • 12. “Zíper” Ondas de Fechamento Various waves of NT closure in human embryos. There are thought to be at least five waves of closure in normal human embryogenesis. Anencephaly is thought to represent failure of Wave 2, myelomeningocele a failure at the junction of Waves 4 and 5 (representing the junction of primary and secondary neurulation). Teorias de Fechamento x
  • 14. Defeitos do Fechamento do Tubo Neural (DFTN)
  • 15. Defeitos da Gastrulação 1) Espinha Bífida  Diplomielia;  Diastematomielia 2) Cisto Neuroentérico
  • 16.  Não fechamento caudal;  Também chamados de Disrafismo Oculto (sem exposição do SNC) e Aberto (com exposição do SNC);  Assintomáticos até cerca de 2 anos;  Pode evoluir com disfunções esfincterianas e alterações ortopédicas ligadas ao ancoramento da medula;  Diagnóstico: Raio-X e TC com reconstrução tridimencional. A RNM se reserva a suspeita de siringomielia;  Tratamento: Cirúrgico no momento do diagnóstico;  Os complexos disrráficos têm em comum alterações nos tecidos das três origens embrionárias;  O elemento comum é o split, separação, da medula em qualquer porção do neuroeixo;  Split pode ocorrer com DTN abertas, ou mais comumente, como malformações ocultas isoladas ou em associação com outras anormalidades (espinha bífida, mielomeningocele, agenesia caudal, cisto neuroentérico). Disrafismo Espinhal ou Espinha Bífida
  • 17. 1) Diastematomielia (fenda na medula)  Duplicação completa, com duplicidade da saída das raízes ventrais e dorsais e dois envoltórios de dura-máter;  Apresentação cutânea com tufo piloso na linha média sobre coluna vertebral (55% dos casos) ou angioma plano (50%);  Dividida por tecido cartilaginoso ou ósseo depende da idade. 2) Diplomielia (medula dupla)  Medula dividida em duas partes iguais com apenas uma saída de raízes ventrais e dorsais envolvidas por um único invólucro dural;  Pode estar associada a malformações ósseas: vértebras em borboleta, hemivértebras, fusão de vértebras (Sd. De Klippel-Feil) e escoliose; Também se associa a Sinus dérmico, lipomas e MMC. Dois tipos Principais
  • 20. Defeitos da Primeira Neurulação a) Anencefalia b) Mielomeningocele (MMC); c) Malformação de Chiari; d) Sinus Dermal.
  • 21. Mielomeningocele (MMC) É a DFTN mais comum compatível coma vida; Teoria mais aceita é do distúrbio da primeira neurulação, antes do fechamento do Tubo Neural; Preferencialmente nas regiões mais baixas da coluna; Ausência de arcos posteriores vertebrais com redução do canal e aumento da distância interpedicular; Presença do placódio; Cisto de LCR, que excede os limites do canal vertebral, em parte constituído por aracnóide; Coexistência com Chiari II; Hidrocefalia na maioria; Associação com anomalias encefálicas, medulares, neurais, esqueléticas e viscerais.
  • 22. Mielomenigocele Diagnóstico Imagem - USG obstétrica; - defeitos aparecem após 16ª. Ou 17ª. Semana de gestação, quando a coluna fetal já está ossificada; - Imagem de herniação contendo líquor.
  • 24. Mielomeningocele Malformações Associadas Malformação de Chiari II; Hidrocefalia (80%); Diastematomielia e Diplomielia;
  • 25. Malformação de Chiari II Quase 100% dos MMC; Herniação do verme cerebelar, 4º.ventrículo e porção inferior do bulbo; Em RN e lactentes é > o comprometimento dos NN cranianos bulbares; Sinais aparecem após 2ª. semana de vida; Observa-se: estridor laríngeo, apnéia, cianose, pescoço retrovertido e epistótono; Hidrocefalia pode agravar o quadro.
  • 27. Sinus Dermal  Separação incompleta entre neuroectoderma do ectoderma cutâneo. Falha pequena, já que tecido circundante é normal;  Exame neurológico normal;  Episódios freqüentes de meningite;  Trato de ectoderma cutâneo, da porção dorsal da pele, na linha média, que se estende pelo mesênquima até porções variáveis do tubo neural;  60% fazem parte ou terminam em tumores epidermóides ou dermóides;  30% dos tumores epidermóides ou dermóides têm associação com sinus dermal;  Anomalias cutâneas são freqüentes, inclusive seio epitelial (trato sinus dermal), tumores epidermóides ( ectoderma), tumores dermóides (ecto e mesoderma), localizados em qualquer lugar entre a pele e o TN;  Pode ocorrer em qualquer nível do neuroeixo, com predileção lombosacra (neuróporo caudal) e frontonasal (neuróporo cranial);
  • 28. Sinus Dermal Lombosacro  Lombosacro geralmente ocorre acima da prega interglútea;  Maioria penetra entre as duas lâminas vertebrais adjacentes ou pela lâmina bífida;  Ascende para se conectar com o cone medular;
  • 29. Defeitos da Segunda Neurulação a) Agenesia Caudal; b) Teratomas; c) Lipomas; d) Encefalocele;
  • 30. Agenesia Caudal ou Síndrome da Regressão Caudal Múltiplas malformações da coluna vertebral distal, desde agenesia do cóccix até agenesia da coluna sacral, lombar ou torácica; Outras malformações associadas: - ~ 30% dos pacientes com ânus imperfurado têm agenesia sacral; - 75% das extrofias de cloaca ( parede abdominal, tratos genitais e GI); - 16% filhos de mães diabéticas.
  • 31. Lipomas Espinhais  É o disrafismo oculto mais frequente;  É um lipoma subcutâneo da região lombar, que se conecta através de uma haste permeando um defeito ósseo até uma massa adiposa intramedular;  Disjunção prematura focal entre o ectoderma cutâneo e o neuroectoderma, com migração do mesoderma periaxial para o interior do TN em desenvolvimento, antes da fusão da crista neural;  O mesoderma inicialmente se diferencia em tecido adiposo;  Envolve: cone medular, filum terminale e medula lombosacra;  Pode repousar sobre o saco dural sem ocorrer defeito dural, mas geralmente ocupam espaço intra e extra dural, com massa subcutânea contínua, entre a lâmina bífida e o defeito dural;  O saco dural na altura do lipoma tem disrrafismo dorsal. Na porção ventral repousam os gânglios de onde saem as raízes dorsais.
  • 34. OUTRAS LESOES ASSOCIADAS • SINDROME DA MEDULA ANCORADA • MA FORMACOES CRANIOCERVICAIS • MA FORMACAO JUNCAO ATLANTOAXIAL • MA FORMACAO PROCESSO ODONTOIDE • ALTERACOES SUBAXIAIS • ESCOLIOSE CONGENITA • ESTENOSE CONGENITA CANAL LOMBAR • ESPONDILOLISTESE CONFENITA • DISGENESIAS SEGMENTARES • MA FORMACOES SACRAIS.
  • 35. ANATOMIA COLUNA VERTEBRAL PETERSON XAVIER DA SILVA RESIDENTE NEURORICURGIA HOSPITAL SANTA MARCELINA
  • 36. Coluna Vertebral Conceito - Pilar anatômico de sustentação formado por uma série de ossos denominados vértebras. - 33 vertebras dividas em segmento cervical, torácica, lombar, sacral e coccígea - O comprimento médio da coluna vertebral no sexo masculino é de 71 cm e no sexo feminino de 61cm.
  • 37. Vértebras cervicais - 7 Vértebras Torácicas - 12 Vértebras Lombares - 5 Vértebras Sacrais - 5 Vértebras Coccígeas - 4
  • 38. Entre as vértebras, a partir da segunda vértebras (áxis) até o sacro, há discos intervertebrais. Função: • Permitem movimentos da coluna vertebral • absorvem choque vertical
  • 42. Funções das Curvaturas:  Aumentam a força da coluna vertebral  Auxiliam a manter o equilíbrio na posição ereta  Absorvem choques  Auxiliam a proteger a coluna de uma fratura
  • 48. Região cervical (CI – CVII) Os processos espinhosos de C1-6 freqüentemente são bífidos; Todas as vértebras cervicais possuem três forames: um forame vertebral e dois forames transversários
  • 49. Região cervical (CI – CVII) Os processos espinhosos de C1-6 freqüentemente são bífidos; Todas as vértebras cervicais possuem três forames: um forame vertebral e dois forames transversários
  • 50. ATLAS (C1) • Não tem corpo nem processo espinhoso; Face articular superior Processo transvers o Sulco p/ a artéria vertebral e primeiro nervo espinhal Se articula com o osso occipital
  • 51. ATLAS (CI) faces articulares inferiores se articulam com a segunda vértebra cervical
  • 54.  o dente constitui um pivô no qual o atlas e a cabeça fazem rotação.
  • 55. ARTICULAÇÃO ATLANTOCCIPITAL  Membrana Atlantoccipital Anterior (Arco anterior da atlas – borda anterior do forame magno)  Membrana Atlantoccipital Posterior (Arco posterior da atlas – borda posterior do forame magno)
  • 56. Ligamentos da Coluna Vertebral Ligamento Nucal Protuberância occipital externa – processo espinhoso da C7 Membrana Atlantoccipital Post.
  • 57. Dente do axis Arco Anterior do atlas Lig. Transverso do atlas Lig Alar
  • 58. Articulação Atlantoaxial Ligamento Cruciforme  Lig. Transverso do Atlas  Lig. Longitudinal Superior  Lig. Longitudinal Inferior Ligamentos Alares (limitam os movimentos de rotação)
  • 60. CIII - CVI São similares as vértebras cervicais típicas descritas anteriormente . Processo espinhoso curto bífurcado Face articular superior Pedículo corpo De forma triangular
  • 61. CERVICAL (C7) Apresenta um grande processo espinhoso que pode ser visto e palpado na base da nuca. Processo transverso Sulco do nervo espinhal Forame do processo transverso Face articular superior Forame vertebral Processo espinhoso Não bifurcado
  • 64. Região torácica (TI – TXII) • São maiores e mais fortes que as cervicais • Apresentam as superfícies denominadas fóveas FACETA ARTICULAR • Pedículos menos angulados.
  • 65. Articulação Costovertebral Tubérculo da Costela Cabeça Da Costela
  • 66. Articulação Costovertebral Fóveas Costais Superior e inferior Fóvea do Processo Transverso
  • 69. Região Lombar (LI – LV) São as maiores e mais fortes da coluna. Processo espinhoso bem adaptados para a fixação dos músculos do dorso
  • 73. Sacro e Cóccix O sacro é formado pela união de cinco vértebras sacrais e o cóccix é formado pela união de quatro vértebras coccígeas. Canal sacral Forame sacral posterior Promontório sacral Forame sacral anterior
  • 76. Ligamentos da Coluna Vertebral Ligamento Nucal Ligamento Interespinal Ligamento Supra-espinal Ligamento Nucal Ligamento Interespinal Ligamento Nucal Ligamento InterespinalLigamento Interespinal Ligamento Nucal
  • 77. Ligamentos da Coluna Vertebral Membrana Tectória Ligamento Longitudinal Posterior
  • 78. Ligamentos da Coluna Vertebral Ligamento Amarelo
  • 79. Ligamentos da Coluna Vertebral Ligamento Longitudinal Anterior Ligamento Intertransversário
  • 85. CARGA AXIAL X DISCO
  • 95. DOENCAS ADQUIRIDAS COLUNA PETERSON XAVIER DA SILVA RESIDENTE NEURORICURGIA HOSPITAL SANTA MARCELINA
  • 97. ARTRITE REUMATOIDE  ocorre em 25% dos pacientes com AR e em 70% dos pacientes com AR e queixas de cervicalgia, sendo a mais freqüente das subluxações.  Acontece pelo comprometimento inflamatório do ligamento transverso  RX obtidas em perfil e em flexão máxima, quando a distância é maior que 3mm
  • 102. T1 sagital T2 sagital Listese L4-L5 degenerativa