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Prof(a) Esp. Marília Sousa
Fisioterapia
3º Período
Esta disciplina estuda a organização,
desenvolvimento e divisão do sistema nervoso humano,
bem como a sua Anatomia e funções das diversas
estruturas que compõe o sistema nervoso central e
periférico e sua correlação com distúrbios patologias e
lesões.
INTRODUÇÃO A NEUROANAOMIA
ASPECTOS DA FILOGÊNESE DO SISTEMA
NERVOSO
Os seres vivos, mesmo os mais primitivos, devem continuamente
se ajustar ao meio ambiente para sobreviver. Para isto, três propriedades
do protoplasma são especialmente importantes:
Irritabilidade Condutibilidade Contratilidade
Propriedade de ser
sensível a um estímulo,
permite a uma célula
detectar as modificações
do meio.
É o impulso que é
conduzido através do
protoplasma
Resposta celular ao
estímulo recebido.
Esta resposta pode se
manifestar por
encurtamento da célula
ASPECTOS DA FILOGÊNESE DO SISTEMA
NERVOSO
 Amebas
Se tocarmos uma ameba, observa-se
que ela afasta-se do ponto onde foi
tocada.
Ela é sensível e conduz informações
sobre o estímulo a outras partes da
célula, determinando retração de um
lado e emissão de pseudópodos do
outro.
 Poríferos
Em seres um pouco mais complexos
como as esponjas parte do citoplasma
se especializou para a contração e outra, na
superfície, desenvolveu mais as propriedades
de irritabilidade (ou excitabilidade) e
condutibilidade.
ASPECTOS DA FILOGÊNESE DO SISTEMA
NERVOSO
Celenterados
Nos celenterados é provável
que tenha surgido os
Primeiros neurônios e
Receptores nervosos.
 Anelídeos e Platelmintos
o Centralização do sistema
nervoso.
o Neurônios aferentes
(sensitivos) e neurônios
eferentes (motores) aparecem
pela primeira vez
 Neurônios sensitivos ou aferentes: recebem os estímulos e
conduzem os impulsos ao centro.
 Neurônios motores ou eferentes: neurônios situados no
gânglio e especializado na condução do impulso do centro até o
efetuador, no caso músculo.(Resposta)
 Neurônios de associação (ou internuncial): Faz associação de um
segmento com outro.
NEURÔNIO
MOTOR
GÂNGLIO
NEURÔNIO
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NEURÔNIO DE ASSOCIAÇÃO
CENTRALIZAÇÃO DO SISTEMA
NERVOSO
 Intra-segmentares: A conexão entre o neurônio aferente e o
eferente envolve apenas um segmento.
 Inter-segmentares: Envolve mais de um segmento, duas sinapses
e três neurônios, sensitivo, motor e de associação.
CENTRALIZAÇÃO DO SISTEMA
NERVOSO
Tipos de Arco reflexo
Esquema de um arco reflexo simples no homem.
Reflexo Intra-segmentar
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1) Neurônio aferente ou sensitivo: Conduz impulso da
superfície ao centro.
o Durante a filogênese
tendência de centralização do
corpo do neurônio.
Obs: Nos vertebrados tendência a
Centralização do corpo.
Evolução dos três neurônios
fundamentais do Sistema Nervoso
2) Neurônio eferente ou motor: Conduz impulso nervoso ao
órgão efetuador, músculo ou glândula.
o Durante a evolução a maioria dos corpos dos neurônios
surgiram e permaneceram dentro do SNC, exceto os corpos
dos neurônios que inervam os músculos lisos, músculo
cardíaco ou glândulas, que se localizam nos gânglios viscerais
e pertencem ao SNA
3)Neurônios de associação ou internunciais: Situa-se entre o
neurônio aferente e um neurônio eferente.
o Torna possível a grande variabilidade e complexidade das
respostas frente a um estímulo nervoso.
o Aumento do número de sinapses.
o Ajudou a formar o encéfalo.
o Permitiu as funções mentais superiores.
o O ápice do sistema nervoso está no ser humano.
EMBRIOLOGIA DO SISTEMA
NERVOSO
Prof(a) Esp. Marília Sousa
 O estudo da organogênese embrionária do SN é importante ,
uma vez que permite entender muitos aspectos de sua anatomia.
Diversos termos largamente usados para denominar partes do
encéfalo do adulto baseiam-se na embriologia.
EMBRIOLOGIA DO SISTEMA
NERVOSO
DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA
NERVOSO
 O SN se desenvolve a partir do Ectoderma, que é o folheto ou
camada mais externa do embrião. (18º dia)
Nessa fase o estágio inicial de gastrulação está completo e o
embrião passa a presentar 3 folhetos embrionário: Ectoderma,
Mesoderma e Endoderma.
Gastrulação
 introd a neuro, filogenese, embriologia e divisão do Sistema Nervosos
FORMAÇÃO DA NOTOCORDA
Notocorda: é um cordão com eixo craniocaudal, situado na
região posterior do embrião responsável pelo desenvolvimento
da coluna vertebral.
1) Espessamento do ectoderma induzido pela notocorda,
formando a placa neural
2) Essa placa neural cresce, e vai apresentar progressivamente
um invaginação que formará o sulco neural.
3) Que se aprofunda para formar a goteira neural
DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA
NERVOSO
4) Esse processo chamado de neurulação, leva ao fechamento da
goteira, criando o tubo neural. (Responsável pela origem do SNC)
5) No ponto em que o ectoderma encontra os lábios da goteira
neural, desenvolvem-se células que formam uma lâmina
longitudinal de cada lado chamada de crista neural.
6) O ectoderma não diferenciado, se fecha posteriormente, sobre
o tubo neural, isolando-o do meio externo.
 O tubo neural dá origem a elementos do SNC, ao passo que a crista neural
dá origem a elementos do SNP, além de elementos não pertecentes ao
sistema nervoso.
DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA
NERVOSO
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CRISTAS NEURAIS
 Logo após a sua formação as cristas são contínuas no sentido
craniocaudal.
 Se dividem dando origem a diversos fragmentos que vão
formar os gânglios espinhais, situados na raiz dorsal dos
nervos espinhais.
 Formam o SNP e células em tecidos situados longe do SNC.
São derivados das cristas neurais: gânglios sensitivos,
gânglios motores viscerais(SNA), medula da glândula
suprarenal, paragânglios, melanócitos, células de Schwann,
odontoblastos, menisnges dura-máter e aracnóide.
TUBO NEURAL
 Origina elementos o SNC.
 A fusão dos lábios da goteira
neural inicia no meio, sendo
mais lento nas
extremidades. Isso gera
pequenos orifícios nas
extremidades cranial e
caudal, denominados,
respectivamente,
neuróporo cefálico ou
cranial e neuróporo
caudal.
A falha no fechamento do Neuróporo Anterior causa a má
formação do Encéfalo caracterizando o aparecimento de
uma Anencefalia
A falha no fechamento do Neuróporo Posterior causa a má
formação da medula espinhal o que caracteriza o
aparecimento da Espinha Bífida.
 Camada ependimária(interna):
origina o epêndima, epitélio de
revestimento das cavidades
ventriculares.
 Camada do manto(média):
origina a substância cinzenta da
medula espinhal.
 Camada marginal(externa)-
origina a substância branca da
medula espinhal.
PAREDES DO TUBO NEURAL
ESTRUTURA DA PAREDE O TUBO
NEURAL
 Duas lâminas alares
 Duas lâminas basais
 Uma lâmina do tecto e
 Uma lâmina do assoalho.
 Nas lâminas alares: conexão de filamentos dos neurônios
sensitivos.
 Nas lâminas basais: diferenciação de neurônios motores.
Lâmina do tecto: origina o epêndima da tela corióide e dos
plexos corióides.
Lâmina do assoalho: forma o sulco mediano do assoalho
do IV ventrículo.
Estrutura da Parede do Tubo Neural:
 Sulco Limitante: separa as
funções motoras das sensitivas
Lâmina Alar: Sensibilidade
Lâmina basal: Motricidade
Lâminas do Tecto: Tela
coróide/plexo coróide
Lâmina do assoalho: sulco
mediano do assoalho do IV
ventrículo.
 Desde o início de sua formação, o calibre do tubo neural
não é uniforme.
A parte cranial, dá origem ao encéfalo do adulto, torna-se
dilatada e constitui o encéfalo primitivo, ou arquencéfalo
a parte caudal que dá origem á medula do adulto,
permanece com calibre uniforme e constitui a medula
primitiva do embrião.
DILATAÇÕES DO TUBO NEURAL
 No arquencéfalo distingue-se inicialmente três dilatações
chamadas vesículas encefálicas primitivas:
Prosencéfalo Meséncéfalo Rombencéfalo
Telencefálo Diencéfalo Metencéfalo Mielencéfalo
 introd a neuro, filogenese, embriologia e divisão do Sistema Nervosos
1. Arquencéfalo: encéfalo primitivo
1.2 Prosencéfalo
a. Telencéfalo
b. Diencéfalo
2. Mesencéfalo
3. Rombencéfalo:
a. Metencéfalo
b. Mielencéfalo
4. Medula Espinhal
 introd a neuro, filogenese, embriologia e divisão do Sistema Nervosos
 introd a neuro, filogenese, embriologia e divisão do Sistema Nervosos
Divisões do SN com base em critérios
embriológicos
FLEXURAS DO TUBO NEURAL
1. Cefálica: Entre o prosencéfalo e mesencéfalo. É a única que
permanece no adulto.
2. Cervical: Flexão ventral de toda a cabeça do embrião (região do
futuro pescoço). Entre o rombencéfalo e a medula primitiva.
3. Pontina: Contrária às outras duas. No ponto de união do
metencéfalo e mielencéfalo.
Obs: No desenvolvimento só permanece no adulto a flexura
cefálica.
Flexura
cefálica
Flexura cervical
Flexura pontina
Flexura
cefálica
Flexura cervical
Flexura
cefálica
Flexura pontina
Flexura cervical
 Telencéfalo: parte mediana e vesículas laterais. Estas
crescem para formar os hemisférios cerebrais.
 Diencéfalo: apresenta 4 divertículos:
• Dois laterais: vesículas ópticas, que forma a retina.
• Um dorsal: forma o corpo pineal.
• Um ventral: infundíbulo, que forma a neurohipófise.
Cavidade dilatada do rombencéfalo forma o IV
ventrículo.
 Cavidade do diencéfalo e parte mediana do telencéfalo
formam o III ventrículo.
A luz do mesencéfalo permanece estreita e forma o
aqueduto cerebral ou de Sylvius, que une o III ao IV
ventrículo.
A luz das vesículas telencefálicas laterais formam os
ventrículos laterais.
CAVIDADE DO TUBO NEURAL
 introd a neuro, filogenese, embriologia e divisão do Sistema Nervosos
Cavidades do Tubo Neural
Obs: Todas estas cavidades são revestidas pelo epêndima e possuem
líquor no seu interior.
 Quanto aos critérios anatômicos:
o divide-se em Sistema Nervoso Central (SNC) e Sistema
Nervoso Periférico( SNP).
 SNC localiza-se dentro do esqueleto axial(cavidade
craniana e canal vertebral).
 SNP situado fora deste esqueleto.
Divisão do SN com Base em Critérios Anatômicos
SNC
 introd a neuro, filogenese, embriologia e divisão do Sistema Nervosos
SNP
Divisão quanto aos critérios
embriológicos
Divisão do SN com base em critérios
embriológicos
Prosencéfalo
 Telencéfalo – hemisférios cerebrais
 Diencéfalo – Parte central do cérebro
Mesencéfalo
Rombencéfalo
 Metencéfalo – cerebelo e ponte
 Mielencéfalo - bulbo
Divisão do SN com base em critérios
funcionais
 Sistema Nervoso Somático (SNS) – É aquele que
relaciona o organismo com o ambiente (meio externo).
 Aferente
 Eferente ( Músc. estriado esquelético - Movimentos Voluntários)
 Sistema Nervoso Visceral- É aquele que se relaciona com a
inervação e controle das estruturas viscerais (homeostase interna).
 Aferente
 Eferente – SN Autônomo (SNA)
Simpático
Parassimpático
Divisão do SN com base em critérios
funcionais
Divisão do SN com base na segmentação
 Sistema segmentar- Estão em conexão direta com os nervos, não
possui cortéx, assim a substância cinzenta pode localizar-se dentro da
substância branca. Na evolução surgiu antes do supra-segmentar, estando
subordinado a este.
 Medula
 Tronco encefálico
 SNP
Sistema Supra-segmentar- A substância cinzenta localiza-se por
fora da substância branca e forma uma camada fina- o cortéx, que reveste
toda a superfície do orgão.
 Cérebro
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Esquema com a Organização Morfo-Funcional do Sistema Nervoso.
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introd a neuro, filogenese, embriologia e divisão do Sistema Nervosos

  • 1. Prof(a) Esp. Marília Sousa Fisioterapia 3º Período
  • 2. Esta disciplina estuda a organização, desenvolvimento e divisão do sistema nervoso humano, bem como a sua Anatomia e funções das diversas estruturas que compõe o sistema nervoso central e periférico e sua correlação com distúrbios patologias e lesões. INTRODUÇÃO A NEUROANAOMIA
  • 3. ASPECTOS DA FILOGÊNESE DO SISTEMA NERVOSO Os seres vivos, mesmo os mais primitivos, devem continuamente se ajustar ao meio ambiente para sobreviver. Para isto, três propriedades do protoplasma são especialmente importantes: Irritabilidade Condutibilidade Contratilidade Propriedade de ser sensível a um estímulo, permite a uma célula detectar as modificações do meio. É o impulso que é conduzido através do protoplasma Resposta celular ao estímulo recebido. Esta resposta pode se manifestar por encurtamento da célula
  • 4. ASPECTOS DA FILOGÊNESE DO SISTEMA NERVOSO  Amebas Se tocarmos uma ameba, observa-se que ela afasta-se do ponto onde foi tocada. Ela é sensível e conduz informações sobre o estímulo a outras partes da célula, determinando retração de um lado e emissão de pseudópodos do outro.
  • 5.  Poríferos Em seres um pouco mais complexos como as esponjas parte do citoplasma se especializou para a contração e outra, na superfície, desenvolveu mais as propriedades de irritabilidade (ou excitabilidade) e condutibilidade. ASPECTOS DA FILOGÊNESE DO SISTEMA NERVOSO
  • 6. Celenterados Nos celenterados é provável que tenha surgido os Primeiros neurônios e Receptores nervosos.
  • 7.  Anelídeos e Platelmintos o Centralização do sistema nervoso. o Neurônios aferentes (sensitivos) e neurônios eferentes (motores) aparecem pela primeira vez
  • 8.  Neurônios sensitivos ou aferentes: recebem os estímulos e conduzem os impulsos ao centro.  Neurônios motores ou eferentes: neurônios situados no gânglio e especializado na condução do impulso do centro até o efetuador, no caso músculo.(Resposta)  Neurônios de associação (ou internuncial): Faz associação de um segmento com outro. NEURÔNIO MOTOR GÂNGLIO NEURÔNIO SENSITIVO NEURÔNIO DE ASSOCIAÇÃO CENTRALIZAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO
  • 9.  Intra-segmentares: A conexão entre o neurônio aferente e o eferente envolve apenas um segmento.  Inter-segmentares: Envolve mais de um segmento, duas sinapses e três neurônios, sensitivo, motor e de associação. CENTRALIZAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO Tipos de Arco reflexo
  • 10. Esquema de um arco reflexo simples no homem. Reflexo Intra-segmentar
  • 12. 1) Neurônio aferente ou sensitivo: Conduz impulso da superfície ao centro. o Durante a filogênese tendência de centralização do corpo do neurônio. Obs: Nos vertebrados tendência a Centralização do corpo. Evolução dos três neurônios fundamentais do Sistema Nervoso
  • 13. 2) Neurônio eferente ou motor: Conduz impulso nervoso ao órgão efetuador, músculo ou glândula. o Durante a evolução a maioria dos corpos dos neurônios surgiram e permaneceram dentro do SNC, exceto os corpos dos neurônios que inervam os músculos lisos, músculo cardíaco ou glândulas, que se localizam nos gânglios viscerais e pertencem ao SNA
  • 14. 3)Neurônios de associação ou internunciais: Situa-se entre o neurônio aferente e um neurônio eferente. o Torna possível a grande variabilidade e complexidade das respostas frente a um estímulo nervoso. o Aumento do número de sinapses. o Ajudou a formar o encéfalo. o Permitiu as funções mentais superiores. o O ápice do sistema nervoso está no ser humano.
  • 16.  O estudo da organogênese embrionária do SN é importante , uma vez que permite entender muitos aspectos de sua anatomia. Diversos termos largamente usados para denominar partes do encéfalo do adulto baseiam-se na embriologia. EMBRIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO
  • 17. DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA NERVOSO  O SN se desenvolve a partir do Ectoderma, que é o folheto ou camada mais externa do embrião. (18º dia) Nessa fase o estágio inicial de gastrulação está completo e o embrião passa a presentar 3 folhetos embrionário: Ectoderma, Mesoderma e Endoderma.
  • 21. Notocorda: é um cordão com eixo craniocaudal, situado na região posterior do embrião responsável pelo desenvolvimento da coluna vertebral. 1) Espessamento do ectoderma induzido pela notocorda, formando a placa neural 2) Essa placa neural cresce, e vai apresentar progressivamente um invaginação que formará o sulco neural. 3) Que se aprofunda para formar a goteira neural DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA NERVOSO
  • 22. 4) Esse processo chamado de neurulação, leva ao fechamento da goteira, criando o tubo neural. (Responsável pela origem do SNC) 5) No ponto em que o ectoderma encontra os lábios da goteira neural, desenvolvem-se células que formam uma lâmina longitudinal de cada lado chamada de crista neural. 6) O ectoderma não diferenciado, se fecha posteriormente, sobre o tubo neural, isolando-o do meio externo.  O tubo neural dá origem a elementos do SNC, ao passo que a crista neural dá origem a elementos do SNP, além de elementos não pertecentes ao sistema nervoso. DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA NERVOSO
  • 26. CRISTAS NEURAIS  Logo após a sua formação as cristas são contínuas no sentido craniocaudal.  Se dividem dando origem a diversos fragmentos que vão formar os gânglios espinhais, situados na raiz dorsal dos nervos espinhais.  Formam o SNP e células em tecidos situados longe do SNC. São derivados das cristas neurais: gânglios sensitivos, gânglios motores viscerais(SNA), medula da glândula suprarenal, paragânglios, melanócitos, células de Schwann, odontoblastos, menisnges dura-máter e aracnóide.
  • 27. TUBO NEURAL  Origina elementos o SNC.  A fusão dos lábios da goteira neural inicia no meio, sendo mais lento nas extremidades. Isso gera pequenos orifícios nas extremidades cranial e caudal, denominados, respectivamente, neuróporo cefálico ou cranial e neuróporo caudal.
  • 28. A falha no fechamento do Neuróporo Anterior causa a má formação do Encéfalo caracterizando o aparecimento de uma Anencefalia
  • 29. A falha no fechamento do Neuróporo Posterior causa a má formação da medula espinhal o que caracteriza o aparecimento da Espinha Bífida.
  • 30.  Camada ependimária(interna): origina o epêndima, epitélio de revestimento das cavidades ventriculares.  Camada do manto(média): origina a substância cinzenta da medula espinhal.  Camada marginal(externa)- origina a substância branca da medula espinhal. PAREDES DO TUBO NEURAL
  • 31. ESTRUTURA DA PAREDE O TUBO NEURAL  Duas lâminas alares  Duas lâminas basais  Uma lâmina do tecto e  Uma lâmina do assoalho.  Nas lâminas alares: conexão de filamentos dos neurônios sensitivos.  Nas lâminas basais: diferenciação de neurônios motores. Lâmina do tecto: origina o epêndima da tela corióide e dos plexos corióides. Lâmina do assoalho: forma o sulco mediano do assoalho do IV ventrículo.
  • 32. Estrutura da Parede do Tubo Neural:  Sulco Limitante: separa as funções motoras das sensitivas Lâmina Alar: Sensibilidade Lâmina basal: Motricidade Lâminas do Tecto: Tela coróide/plexo coróide Lâmina do assoalho: sulco mediano do assoalho do IV ventrículo.
  • 33.  Desde o início de sua formação, o calibre do tubo neural não é uniforme. A parte cranial, dá origem ao encéfalo do adulto, torna-se dilatada e constitui o encéfalo primitivo, ou arquencéfalo a parte caudal que dá origem á medula do adulto, permanece com calibre uniforme e constitui a medula primitiva do embrião. DILATAÇÕES DO TUBO NEURAL
  • 34.  No arquencéfalo distingue-se inicialmente três dilatações chamadas vesículas encefálicas primitivas: Prosencéfalo Meséncéfalo Rombencéfalo Telencefálo Diencéfalo Metencéfalo Mielencéfalo
  • 36. 1. Arquencéfalo: encéfalo primitivo 1.2 Prosencéfalo a. Telencéfalo b. Diencéfalo 2. Mesencéfalo 3. Rombencéfalo: a. Metencéfalo b. Mielencéfalo 4. Medula Espinhal
  • 39. Divisões do SN com base em critérios embriológicos
  • 40. FLEXURAS DO TUBO NEURAL 1. Cefálica: Entre o prosencéfalo e mesencéfalo. É a única que permanece no adulto. 2. Cervical: Flexão ventral de toda a cabeça do embrião (região do futuro pescoço). Entre o rombencéfalo e a medula primitiva. 3. Pontina: Contrária às outras duas. No ponto de união do metencéfalo e mielencéfalo. Obs: No desenvolvimento só permanece no adulto a flexura cefálica.
  • 43.  Telencéfalo: parte mediana e vesículas laterais. Estas crescem para formar os hemisférios cerebrais.  Diencéfalo: apresenta 4 divertículos: • Dois laterais: vesículas ópticas, que forma a retina. • Um dorsal: forma o corpo pineal. • Um ventral: infundíbulo, que forma a neurohipófise.
  • 44. Cavidade dilatada do rombencéfalo forma o IV ventrículo.  Cavidade do diencéfalo e parte mediana do telencéfalo formam o III ventrículo. A luz do mesencéfalo permanece estreita e forma o aqueduto cerebral ou de Sylvius, que une o III ao IV ventrículo. A luz das vesículas telencefálicas laterais formam os ventrículos laterais. CAVIDADE DO TUBO NEURAL
  • 46. Cavidades do Tubo Neural Obs: Todas estas cavidades são revestidas pelo epêndima e possuem líquor no seu interior.
  • 47.  Quanto aos critérios anatômicos: o divide-se em Sistema Nervoso Central (SNC) e Sistema Nervoso Periférico( SNP).  SNC localiza-se dentro do esqueleto axial(cavidade craniana e canal vertebral).  SNP situado fora deste esqueleto.
  • 48. Divisão do SN com Base em Critérios Anatômicos
  • 49. SNC
  • 51. SNP
  • 52. Divisão quanto aos critérios embriológicos
  • 53. Divisão do SN com base em critérios embriológicos Prosencéfalo  Telencéfalo – hemisférios cerebrais  Diencéfalo – Parte central do cérebro Mesencéfalo Rombencéfalo  Metencéfalo – cerebelo e ponte  Mielencéfalo - bulbo
  • 54. Divisão do SN com base em critérios funcionais  Sistema Nervoso Somático (SNS) – É aquele que relaciona o organismo com o ambiente (meio externo).  Aferente  Eferente ( Músc. estriado esquelético - Movimentos Voluntários)  Sistema Nervoso Visceral- É aquele que se relaciona com a inervação e controle das estruturas viscerais (homeostase interna).  Aferente  Eferente – SN Autônomo (SNA) Simpático Parassimpático
  • 55. Divisão do SN com base em critérios funcionais
  • 56. Divisão do SN com base na segmentação  Sistema segmentar- Estão em conexão direta com os nervos, não possui cortéx, assim a substância cinzenta pode localizar-se dentro da substância branca. Na evolução surgiu antes do supra-segmentar, estando subordinado a este.  Medula  Tronco encefálico  SNP Sistema Supra-segmentar- A substância cinzenta localiza-se por fora da substância branca e forma uma camada fina- o cortéx, que reveste toda a superfície do orgão.  Cérebro  Cerebelo
  • 57. Esquema com a Organização Morfo-Funcional do Sistema Nervoso.