A natureza é vida. Precisamos amar e respeitar tudo que faz a vida existir, tendo consciência da nossa responsabilidade perante a vida.                                                               Planejar nossas atitudes e ações para que não prejudiquem a vida. Carta dos Princípios de Proteção à Vida.                                                                           		Brasília, 12 de outubro de 1999
OS CAMINHOS DE UMA NOVA ETICA PLANETARIA	Proteção do meio ambiente é o desafio do tempo, agir juntos e conjunto, conscientes que cada coisa certa e pertinente que fizermos repercute sobre o Todo. 	Por isso tudo é importante, seja o que é feito num grande laboratório, numa decisão política ou numa manifestação, no interior da floresta Amazônica ou no centro da grande cidade. Tudo concorre para resgatar, curar e animar a vida do Planeta e a nossa própria vida.  	“Agir local, pensar global” exige de cada pessoa um compromisso responsável e concreto acreditando que o mundo melhor é possível e que a crise é uma nova oportunidade de mudança para outro tipo de sociedade mais respeitadora da natureza e mais inclusiva de todos os seres humanos.
ecoFM MMissionárias
	A preservação do meio ambiente é hoje uma preocupação mundial. Todo indivíduo, família, organização e comunidade têm um papel vital a desempenhar. As artes, as ciências, as religiões, as instituições educativas, os meios de comunicação, as empresas, as organizações não-governamentais e os governos são todos chamados a oferecer uma liderança criativa e responsável. 	A parceria entre governo e sociedade civil é essencial para uma governabilidade efetiva. Precisamos deixar o discurso e agir em co-responsabilidade numa ética ambiental, tomando novas atitudes, solidárias, que no fim formam uma sociedade mais justa e respeitosa pela Terra.
	Agir em co-responsabilidade significa que existe a colaboração entre os diferentes setores da sociedade por meio de ações em parceria, estabelecendo um novo espaço de pensar e agir às questões sociais, começando ou continuando os caminhos para uma nova ética planetária.	A proposta do conceito “Agir Local, Pensar Global”, é agir na defesa do ambiente exatamente onde estamos, em cada momento, em cada situação cotidiana. Assim, fazemos a nossa parte, que terá efeitos abrangentes e benéficos para a nossa casa comum, o planeta Terra. 	A mobilização a nível local pode fazer toda a diferença a nível global. Precisamos começar a traduzir a “sustentabilidade” nas nossas atitudes, em nossas interações diárias, seja no trabalho, no bairro, em casa, em nossos compromissos cidadãos ou associativos, individuais ou coletivos.
	Desde a década dos 90, a Congregação das Franciscanas Missionárias de Maria - FMM vem se preocupando com problemática ecológica. 	Assim, percebeu-se que diante das demandas crescentes neste campo e inseridas numa região estratégica do ponto de vista ambiental, tinham o conhecimento e a atuação pouco atualizados, dispersos e descuidados.
	Uma primeira “janela aberta”, aconteceu com a palestra da doutoranda em engenharia florestal Rosana Barbosa, que ajudou a aprofundar a problemática ecológica, especialmente aplicada em neste região amazônico.Conhecer para preservar: Saiba o que é EcologiaEng. Florestal Rosana Barbosa de Castro Lopes, Msc.
	As Irmãs FMM e ALFRAMIMA – Associadas-Leigas FMM expressaram o desejo de continuar o compromisso neste campo, porém, organizando algo mais amplo e envolvendo outras pessoas e entidades. Assim, nasceu a idéia do AJURI da ECOLOGIA. 	Atendendo os objetivos do Projeto AJURI da Ecologia, as 5 (cinco) comunidades de AFMMBN desempenharam as atividades relacionadas ao meio ambiente com ações concretas e compromisso com a sustentabilidade.  	Todas as comunidades fizeram enorme esforço para buscar novas informações, para mudar os comportamentos e adotar para preservar a natureza.
	Outro passo do Projeto AJURI da Ecologia foi a conscientização das outras pessoas. O grupo ALFRAMIMA iniciouum estudo sobre a temática socioambiental e temas correlatos para melhorar seus conhecimentos e habilidades necessárias ao seu desenvolvimento pessoal e profissional, e também pela realização de projetos concretas na vida cotidiana. 	No dia 22 de maio de 2010 pela iniciativa da AFMMBN foi realizado o encontro no INPA (Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia) com as diferentes palestras: 	* Dr. Henrique dos Santos Pereira, Ecologista, agrônomo 	   e professor da UFAM – Ecologia 	* Professor Miquel Ângelo da Silva, Farmacêutico e 	      	   professor da UFAM – Economia e Vida 	* Dra. Catarina, representante do MUSA
	Outro encontro aconteceu no ITEPES (Instituto de Teologia Pastoral e Ensino Superior da Amazônia) nos dias 31 de janeiro – 2 de fevereiro 2011 durante o curso Realidade Amazônicas.
OBJETIVOS do Projeto AJURI da ECOLOGIA Geral: Colaborar na prevenção da “Pacha-Mama” e como Franciscanas ver a melhor forme de vida que é o grande desafio dos habitantes do Planeta  Específicos: 	* Ampliar uma consciência ecológica.	* Mostrar como a teoria existente poderá ser aplicada em 	   	   todos os níveis.	* Promover a qualidade de vida sustentável e responsável, 	    	  em colaboração com os organismos técnico-cientificos.
META 	Atender as pessoas e grupos que colaboram com as associadas da AFMMBN para promover um maior conhecimento sobre o ambiente natural e sensibilizar o participante quanto ao seu papel na conservação do ambiente em que está inserido.  	Desenvolver um aprendizado prático por meio de dinâmicas lúdicas e interativas.
MEDIDAS DE IMPLEMENTAÇÃO 	As atividades apresentadas pela AFMMBN, através do projeto, são articuladas pela Comissão do projeto e todos os membros da associação AFMMBN e grupo ALFRAMIMA.	Este Projeto AJURI da Ecologia ajuda para formar atitude critica perante a inter-relação entre ambiente e a sociedade, através da educação ambiental e ações concretas. 	Tudo é importante, seja o que é feito pelos “grandes deste mundo” ou os grupos, empresas ou indivíduos. Todas as mudanças importantes começam nas mentes, nos sonhos e na consciência das pessoas.
POSSIBILIDADES DE MULTIPLICAÇÃO 	A avaliação dos resultados mostra a importância de sensibilização e informação sobre a temática socioambiental. Com esta experiência, a Associação AFMMBN tentará ampliar a reflexão e compromissos com as outras pessoas e grupos, para que eles se tornem capacitados para a realização de outros projetos ambientais e atuando como multiplicadores sócio-ambientais nas comunidades.
Nosso caminho...
E encontros...
Com as jovens
Encontro com os casaisNossa Senhora de Nazaré
Grupo franciscano
Pastoral da CriançaParóquia Santo Antonio
CasaisParóquia São Bento Cidade Nova
Paróquia Santa Terezinha
Jovens – Igreja N.Sra. de AssunçãoCasais - Menino Jesus de PragaDiáconosAs Crianças da Paróquia da Cachoeirinha
Parceiros:* SARES – Associação Serviço de Ação e         Educação Social  * JH RECICLAGEM DE PAPEL * PET – Plástico
 Tudo concorre para curar e animar a vida do Planeta e a nossa própria vida.  	Precisamos defender a Amazônia, devemos nos unir para preservá-la, respeitá-la articulando um diálogo entre todos os setores da sociedade.	“Agir local, pensar global” exige de cada pessoa ou grupo um compromisso responsável e concreto acreditando que o mundo melhor é possível e que a crise é uma nova oportunidade de mudança para outro tipo de sociedade mais respeitadora da natureza e mais inclusiva de todos os seres humanos.

Ajuri 2009-2011

  • 1.
    A natureza évida. Precisamos amar e respeitar tudo que faz a vida existir, tendo consciência da nossa responsabilidade perante a vida. Planejar nossas atitudes e ações para que não prejudiquem a vida. Carta dos Princípios de Proteção à Vida. Brasília, 12 de outubro de 1999
  • 2.
    OS CAMINHOS DEUMA NOVA ETICA PLANETARIA Proteção do meio ambiente é o desafio do tempo, agir juntos e conjunto, conscientes que cada coisa certa e pertinente que fizermos repercute sobre o Todo. Por isso tudo é importante, seja o que é feito num grande laboratório, numa decisão política ou numa manifestação, no interior da floresta Amazônica ou no centro da grande cidade. Tudo concorre para resgatar, curar e animar a vida do Planeta e a nossa própria vida. “Agir local, pensar global” exige de cada pessoa um compromisso responsável e concreto acreditando que o mundo melhor é possível e que a crise é uma nova oportunidade de mudança para outro tipo de sociedade mais respeitadora da natureza e mais inclusiva de todos os seres humanos.
  • 3.
  • 4.
    A preservação domeio ambiente é hoje uma preocupação mundial. Todo indivíduo, família, organização e comunidade têm um papel vital a desempenhar. As artes, as ciências, as religiões, as instituições educativas, os meios de comunicação, as empresas, as organizações não-governamentais e os governos são todos chamados a oferecer uma liderança criativa e responsável. A parceria entre governo e sociedade civil é essencial para uma governabilidade efetiva. Precisamos deixar o discurso e agir em co-responsabilidade numa ética ambiental, tomando novas atitudes, solidárias, que no fim formam uma sociedade mais justa e respeitosa pela Terra.
  • 5.
    Agir em co-responsabilidadesignifica que existe a colaboração entre os diferentes setores da sociedade por meio de ações em parceria, estabelecendo um novo espaço de pensar e agir às questões sociais, começando ou continuando os caminhos para uma nova ética planetária. A proposta do conceito “Agir Local, Pensar Global”, é agir na defesa do ambiente exatamente onde estamos, em cada momento, em cada situação cotidiana. Assim, fazemos a nossa parte, que terá efeitos abrangentes e benéficos para a nossa casa comum, o planeta Terra. A mobilização a nível local pode fazer toda a diferença a nível global. Precisamos começar a traduzir a “sustentabilidade” nas nossas atitudes, em nossas interações diárias, seja no trabalho, no bairro, em casa, em nossos compromissos cidadãos ou associativos, individuais ou coletivos.
  • 6.
    Desde a décadados 90, a Congregação das Franciscanas Missionárias de Maria - FMM vem se preocupando com problemática ecológica. Assim, percebeu-se que diante das demandas crescentes neste campo e inseridas numa região estratégica do ponto de vista ambiental, tinham o conhecimento e a atuação pouco atualizados, dispersos e descuidados.
  • 7.
    Uma primeira “janelaaberta”, aconteceu com a palestra da doutoranda em engenharia florestal Rosana Barbosa, que ajudou a aprofundar a problemática ecológica, especialmente aplicada em neste região amazônico.Conhecer para preservar: Saiba o que é EcologiaEng. Florestal Rosana Barbosa de Castro Lopes, Msc.
  • 8.
    As Irmãs FMMe ALFRAMIMA – Associadas-Leigas FMM expressaram o desejo de continuar o compromisso neste campo, porém, organizando algo mais amplo e envolvendo outras pessoas e entidades. Assim, nasceu a idéia do AJURI da ECOLOGIA. Atendendo os objetivos do Projeto AJURI da Ecologia, as 5 (cinco) comunidades de AFMMBN desempenharam as atividades relacionadas ao meio ambiente com ações concretas e compromisso com a sustentabilidade. Todas as comunidades fizeram enorme esforço para buscar novas informações, para mudar os comportamentos e adotar para preservar a natureza.
  • 13.
    Outro passo doProjeto AJURI da Ecologia foi a conscientização das outras pessoas. O grupo ALFRAMIMA iniciouum estudo sobre a temática socioambiental e temas correlatos para melhorar seus conhecimentos e habilidades necessárias ao seu desenvolvimento pessoal e profissional, e também pela realização de projetos concretas na vida cotidiana. No dia 22 de maio de 2010 pela iniciativa da AFMMBN foi realizado o encontro no INPA (Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia) com as diferentes palestras: * Dr. Henrique dos Santos Pereira, Ecologista, agrônomo e professor da UFAM – Ecologia * Professor Miquel Ângelo da Silva, Farmacêutico e professor da UFAM – Economia e Vida * Dra. Catarina, representante do MUSA
  • 16.
    Outro encontro aconteceuno ITEPES (Instituto de Teologia Pastoral e Ensino Superior da Amazônia) nos dias 31 de janeiro – 2 de fevereiro 2011 durante o curso Realidade Amazônicas.
  • 22.
    OBJETIVOS do ProjetoAJURI da ECOLOGIA Geral: Colaborar na prevenção da “Pacha-Mama” e como Franciscanas ver a melhor forme de vida que é o grande desafio dos habitantes do Planeta  Específicos:  * Ampliar uma consciência ecológica. * Mostrar como a teoria existente poderá ser aplicada em todos os níveis. * Promover a qualidade de vida sustentável e responsável, em colaboração com os organismos técnico-cientificos.
  • 23.
    META  Atender as pessoase grupos que colaboram com as associadas da AFMMBN para promover um maior conhecimento sobre o ambiente natural e sensibilizar o participante quanto ao seu papel na conservação do ambiente em que está inserido. Desenvolver um aprendizado prático por meio de dinâmicas lúdicas e interativas.
  • 24.
    MEDIDAS DE IMPLEMENTAÇÃO  Asatividades apresentadas pela AFMMBN, através do projeto, são articuladas pela Comissão do projeto e todos os membros da associação AFMMBN e grupo ALFRAMIMA. Este Projeto AJURI da Ecologia ajuda para formar atitude critica perante a inter-relação entre ambiente e a sociedade, através da educação ambiental e ações concretas. Tudo é importante, seja o que é feito pelos “grandes deste mundo” ou os grupos, empresas ou indivíduos. Todas as mudanças importantes começam nas mentes, nos sonhos e na consciência das pessoas.
  • 25.
    POSSIBILIDADES DE MULTIPLICAÇÃO  Aavaliação dos resultados mostra a importância de sensibilização e informação sobre a temática socioambiental. Com esta experiência, a Associação AFMMBN tentará ampliar a reflexão e compromissos com as outras pessoas e grupos, para que eles se tornem capacitados para a realização de outros projetos ambientais e atuando como multiplicadores sócio-ambientais nas comunidades.
  • 26.
  • 27.
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  • 31.
    Encontro com oscasaisNossa Senhora de Nazaré
  • 33.
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  • 38.
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  • 45.
    Jovens – IgrejaN.Sra. de AssunçãoCasais - Menino Jesus de PragaDiáconosAs Crianças da Paróquia da Cachoeirinha
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    Parceiros:* SARES –Associação Serviço de Ação e Educação Social * JH RECICLAGEM DE PAPEL * PET – Plástico
  • 47.
    Tudo concorrepara curar e animar a vida do Planeta e a nossa própria vida. Precisamos defender a Amazônia, devemos nos unir para preservá-la, respeitá-la articulando um diálogo entre todos os setores da sociedade. “Agir local, pensar global” exige de cada pessoa ou grupo um compromisso responsável e concreto acreditando que o mundo melhor é possível e que a crise é uma nova oportunidade de mudança para outro tipo de sociedade mais respeitadora da natureza e mais inclusiva de todos os seres humanos.