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ECOPEDAGOGIA
E SOCIOPOÉTICA
Equipe: Jessica Emanuelle
Joana Emily
Karine Gabrielle
Leandro Luiz
Márcio Henrique
DINÂMICAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
ABORDAGENS
ECOPEDAGOGIA E SOCIOPOÉTICA;
ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM ADULTOS;
O SENTIDO DA APRENDIZAGEM;
O CONTEXTO DAS COMUNIDADES EM UM PROGRAMA DE
EDUCAÇÃO AMBIENTAL;
O APREÇO DAS CRIANÇAS PELA NATUREZA;
ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM CRIANÇAS.
ECOPEDAGOGIA E
SOCIOPOÉTICA
O que é a carta da Terra?
Carta da Terra
A Carta da Terra é expressão deste
novo movimento é resulta da interação de
diversas referências do conhecimento, incluindo
a ecologia e outras ciências contemporâneas, as
tradições religiosas e as filosóficas.
Na Eco-92 formou-se uma secretaria
internacional incumbida de dar
prosseguimento ao projeto de elaboração da
Carta da Terra. Porém, foi somente na Rio+5
que foi estruturada a minuta da Carta da Terra,
Entre os princípios da minuta de referência destacam-se os
seguintes:
1) o respeito à Terra e à sua existência;
2) a proteção e a restauração da diversidade, da integridade e da beleza dos
ecossistemas da Terra.;
3) a produção, o consumo e a reprodução sustentáveis;
4) o respeito aos direitos humanos, incluindo o direito a um meio ambiente
propício à dignidade e ao bem-estar dos humanos;
5) a erradicação da pobreza; a paz e a solução não violenta dos conflitos; 6) a
distribuição equitativa dos recursos da Terra;
7) a participação democrática nos processos de decisão;
8) a igualdade de gênero;
9) a responsabilidade e a transparência nos processos administrativos;
10) a promoção e aplicação dos conhecimentos e tecnologias que facilitam o
cuidado com a Terra;
11) a educação universal para uma vida sustentada;
12) o sentido da responsabilidade compartilhada, pelo bem-estar da
comunidade da Terra e das gerações futuras. (FERRERO; HOLLAND, 2004).
A CARTA DA TERRA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO
Em São Paulo, no período de 23 a
26 de agosto de 1999, foi realizado o
Primeiro Encontro Internacional, sob a
organização do Instituto Paulo Freire e o
Apoio do Conselho da Terra e a UNESCO-
Brasil, originando o movimento pela
Ecopedagogia que elaborou A Carta da
Ecopedagogia.
ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO
AMBIENTAL COM ADULTOS
“A educação visa redefinir os padrões
atuais de globalização da sociedade
de consumo e de predomínio do
urbano sobre as sociedades locais.
Os padrões de desenvolvimento
global impedem a autonomia e
autoconfiança regional das
populações locais.”
“A Educação Ambiental é
responsabilidade ampla da
sociedade (empresas privadas e
comunitárias, organização sociais,
escolas, universidades) assim
formando uma rede de educadores
ambientais.”
O Poder Público atribui responsabilidades aos
agentes empresariais e não formais para
promover a educação ambiental. Busca-se a ação
integrada envolvendo um conjunto amplo de
parcerias que visam gerar iniciativas públicas e
privadas e constituir uma rede de educadores
ambientais, conforme define a lei de Educação
Ambiental, n° 9.795, de 27 de abril de 1999:
Os meios de comunicação
são um exemplo da
insuficiente penetração da
proposta de Educação
Ambiental: mantêm uma
perspectiva informacional
parcial, fragmentada e
acrítica, não realizando o
papel de esclarecimento
necessário ao próprio
entendimento público da
questão ambiental na sua
complexidade desejada.
Os meios ficam a serviço dos grandes grupos
econômicos que o financiam perdendo a
dimensão da liberdade do mercado e a verdade
da informação.
O SENTIDO DA APRENDIZAGEM
● A aprendizagem do educando na ecopedagogia
● Gutiérrez e Prado (1999) “educar-se é impregnar de
sentido as práticas da vida cotidiana”.
● Gadotti (2004, p. 404): a aprendizagem com sentido
forma protagonistas, não repetidoras de ideias. Os autores
insistem muito o sem sentido da educação atual, que
obriga crianças e jovens a repetir conhecimentos e
informações absolutamente sem qualquer relação com a
vida deles e que nada significam e jamais significarão
para o resto das suas vidas.[...]
PESQUISA COMO FORMA DE APRENDIZADO
COM SENTIDO
Histórias de vida e ações da sociedade na natureza
Estudos de caso no aprendizado da realidade ambiental local
Gincanas
As pesquisas podem aperfeiçoar a compreensão da realidade
ambiental, destacamos três metodologias que ajudam nessa
compreensão, são elas:
O CONTEXTO DAS COMUNIDADES EM UM PROGRAMA DE
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
possibilidades metodológicas de
reconhecimento da realidade local.
Práticas participativas
projetos de educação e formação ambiental
tradicional distanciamento entre o
conhecimento formal e os saberes
populares na construção das práticas de
produção agrícola e de criações animais,
causando discrepâncias nas práticas de
uso dos recursos naturais, adequadas à
legislação ambiental.
a) sensibilização, conhecimento e habilidades -
diagnóstico da realidade socioeconômica e cultural dos
moradores (conhecimento e habilidades); estudo das
representações sociais; definição dos temas geradores,
palestras e oficinas de educação ambiental;
b) projeção - reuniões de moderação para
problematização da realidade;
c) mobilização, ação ambiental e participação -
mutirões de limpeza do ribeirão e para plantios de
mudas em áreas de mata ciliar.
Superação de impasses
O apreço das crianças pela
natureza
● Segundo Dalmora(2021), a sensibilização é o ponto
de partida do trabalho da educação ambiental. E
para atingir o objetivo é necessário caminhar com o
sentido de aprender com sentido;
● Por isso, é de suma importância que as crianças
convivam com a natureza, para que desenvolvam
sentimentos de respeito que influenciarão na sua
vida adulta.
De acordo com (GADOTTI,2004,P.369):
● É Importante que tenhamos
o sentimento profundo de
afetividade com a terra,
para o desenvolvimento de
uma consciência planetária.
Relato de infância (GADOTTI,2004,P.365):
Um lindo lugar. Nasci ali, onde não havia
eletricidade, nem rádio;
onde se consumia o que a terra dava. [...]
Passei ali os primeiros 12
anos, que me marcaram: a necessidade de
ter espaço ao redor, de
respirar profundamente, de deitar no chão.
Gostava de andar na
chuva, de tomar água com as mãos, de
andar, de apreciar as flores, as
árvores, as pedras.
Ambientalistas:
● Rachel Carson, e John Muir ressaltam que essas
experiências vividas com intensidade podem
contribuir significativamente para o engajamento
dos cidadãos para as questões ambientais.
A perda de afetividade na infância
● Adultos adormecidos;
● Perde-se o apreço pelos momentos simples;
● Infância vivida em ambientes fechados;
● Jogos e brincadeiras são confinados em clubes e
shoppings center;
Constituindo brincadeiras e
aprendizados na infância
● Buscar o equilíbrio entre as atividades da
mente e do corpo;
● Atividades ao ar livre com interação com a
natureza ;
● Atividades de cultivo de plantas, colheita de
alimentos;
● Brinquedos com materiais disponíveis no local.
ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO
AMBIENTAL COM CRIANÇAS
IMPLICAÇÕES TEÓRICAS E SOCIAIS DA EDUCAÇÃO
AMBIENTAL
• A CONCEPÇÃO FINALISTA GRECO-MEDIEVAL
• A CONCEPÇÃO NATURALISTA DE ROUSSEAU
• A CONCEPÇÃO DIALÉTICA DE M A R X
 OS MOVIMENTOS ECOLÓGICOS
 O MOVIMENTO ECOLÓGICO N A TU R A LISTA
 O MOVIMENTO ECOLÓGICO INSTITUCIONAL
 O MOVIMENTO ECOLÓGICO P O L ÍT IC O
 O MOVIMENTO ECOLÓGICO NO B R AS IL
 REPRESENTAÇÕES DE MEIO AMBIENTE E CONCEITO DE EC O LO G IA
 REPRESENTAÇÕES DE MEIO AMBIENTE
 CONCEITO DE ECOLÓGICO
GADOTTI, 2000, p. 86
[...] A experiência própria é o que conta.
Plantar e seguir o crescimento de uma
árvore ou de uma plantinha,
caminhando pelas ruas da cidade ou
aventurando-se numa floresta, sentindo
o cantar dos pássaros nas manhãs
ensolaradas ou não, observando como o
vento move as plantas, sentindo a areia
quente de nossas praias, olhando para
as estrelas numa noite escura. [...]
COMO LIDAR COM A FASE DOS PORQUÊS Das
crianças?
QUAIS SÃO OS IMPACTOS DA CURIOSIDADE
INFANTIL?
“É essencial estimular a curiosidade infantil”
• “Em muitos relatos de educadores, observa-se a tendência de
introduzir nos conteúdos os temas ambientais como um problema e
não como uma condição de sobrevivência humana.”
• “Por outro lado, crianças de periferia que conhecem um riacho
poluído têm a experiência negativa do convívio, percebem o local
como foco de doenças, como depósito de dejetos ou de resíduos.”
• “Cabe ao educador proporcionar à criança outras experiências e a
descoberta de que nem todos os rios são poluídos e, portanto,
desagradáveis. Esta é uma fase delicada em que a compreensão
da realidade requer a compreensão crítica das causas, geralmente
de natureza multifacetada, com profundo caráter político e social. “
A DISSEMINAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS NO BRASIL
“Uma cidade ou casa limpa, não é aquela que
mais se limpa, mas aquela que menos se suja”.
(Waldman e Schneder, 2007)
“Ambiente limpo não é o que
mais se limpa e sim o que
menos se suja”.
Chico Xavier
EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Disseminação do Conhecimento
Ecológico.
“Ao longo de mais de quatro décadas em
que se promove a educação ambiental
nos espaços de ensino aprendizagem,
tivemos múltiplas experiências e como
resultado as novas gerações já replicam
comportamentos e concepções
diferenciados, se estabelecendo novos
ideários de cidadania planetária. “
EDUCAÇÃO AMBIENTAL pg. 176
O envolvimento de ONGs,
pesquisadores e estudantes
universitários tem colaborado
para motivar os educadores o
que tem feito a diferença na
formação dos sujeitos que
fazem e vivem a educação. “
EDUCAÇÃO AMBIENTAL PG. 177
Referências
DALMORA, Eliane. Educação ambiental. Uniasselvi, Indaial, 2011.
p.197.

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  • 2. ABORDAGENS ECOPEDAGOGIA E SOCIOPOÉTICA; ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM ADULTOS; O SENTIDO DA APRENDIZAGEM; O CONTEXTO DAS COMUNIDADES EM UM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL; O APREÇO DAS CRIANÇAS PELA NATUREZA; ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM CRIANÇAS.
  • 3. ECOPEDAGOGIA E SOCIOPOÉTICA O que é a carta da Terra?
  • 4. Carta da Terra A Carta da Terra é expressão deste novo movimento é resulta da interação de diversas referências do conhecimento, incluindo a ecologia e outras ciências contemporâneas, as tradições religiosas e as filosóficas. Na Eco-92 formou-se uma secretaria internacional incumbida de dar prosseguimento ao projeto de elaboração da Carta da Terra. Porém, foi somente na Rio+5 que foi estruturada a minuta da Carta da Terra,
  • 5. Entre os princípios da minuta de referência destacam-se os seguintes: 1) o respeito à Terra e à sua existência; 2) a proteção e a restauração da diversidade, da integridade e da beleza dos ecossistemas da Terra.; 3) a produção, o consumo e a reprodução sustentáveis; 4) o respeito aos direitos humanos, incluindo o direito a um meio ambiente propício à dignidade e ao bem-estar dos humanos; 5) a erradicação da pobreza; a paz e a solução não violenta dos conflitos; 6) a distribuição equitativa dos recursos da Terra; 7) a participação democrática nos processos de decisão; 8) a igualdade de gênero; 9) a responsabilidade e a transparência nos processos administrativos; 10) a promoção e aplicação dos conhecimentos e tecnologias que facilitam o cuidado com a Terra; 11) a educação universal para uma vida sustentada; 12) o sentido da responsabilidade compartilhada, pelo bem-estar da comunidade da Terra e das gerações futuras. (FERRERO; HOLLAND, 2004).
  • 6. A CARTA DA TERRA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO Em São Paulo, no período de 23 a 26 de agosto de 1999, foi realizado o Primeiro Encontro Internacional, sob a organização do Instituto Paulo Freire e o Apoio do Conselho da Terra e a UNESCO- Brasil, originando o movimento pela Ecopedagogia que elaborou A Carta da Ecopedagogia.
  • 8. “A educação visa redefinir os padrões atuais de globalização da sociedade de consumo e de predomínio do urbano sobre as sociedades locais. Os padrões de desenvolvimento global impedem a autonomia e autoconfiança regional das populações locais.”
  • 9. “A Educação Ambiental é responsabilidade ampla da sociedade (empresas privadas e comunitárias, organização sociais, escolas, universidades) assim formando uma rede de educadores ambientais.” O Poder Público atribui responsabilidades aos agentes empresariais e não formais para promover a educação ambiental. Busca-se a ação integrada envolvendo um conjunto amplo de parcerias que visam gerar iniciativas públicas e privadas e constituir uma rede de educadores ambientais, conforme define a lei de Educação Ambiental, n° 9.795, de 27 de abril de 1999:
  • 10. Os meios de comunicação são um exemplo da insuficiente penetração da proposta de Educação Ambiental: mantêm uma perspectiva informacional parcial, fragmentada e acrítica, não realizando o papel de esclarecimento necessário ao próprio entendimento público da questão ambiental na sua complexidade desejada. Os meios ficam a serviço dos grandes grupos econômicos que o financiam perdendo a dimensão da liberdade do mercado e a verdade da informação.
  • 11. O SENTIDO DA APRENDIZAGEM ● A aprendizagem do educando na ecopedagogia ● Gutiérrez e Prado (1999) “educar-se é impregnar de sentido as práticas da vida cotidiana”. ● Gadotti (2004, p. 404): a aprendizagem com sentido forma protagonistas, não repetidoras de ideias. Os autores insistem muito o sem sentido da educação atual, que obriga crianças e jovens a repetir conhecimentos e informações absolutamente sem qualquer relação com a vida deles e que nada significam e jamais significarão para o resto das suas vidas.[...]
  • 12. PESQUISA COMO FORMA DE APRENDIZADO COM SENTIDO Histórias de vida e ações da sociedade na natureza Estudos de caso no aprendizado da realidade ambiental local Gincanas As pesquisas podem aperfeiçoar a compreensão da realidade ambiental, destacamos três metodologias que ajudam nessa compreensão, são elas:
  • 13. O CONTEXTO DAS COMUNIDADES EM UM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL possibilidades metodológicas de reconhecimento da realidade local. Práticas participativas projetos de educação e formação ambiental tradicional distanciamento entre o conhecimento formal e os saberes populares na construção das práticas de produção agrícola e de criações animais, causando discrepâncias nas práticas de uso dos recursos naturais, adequadas à legislação ambiental.
  • 14. a) sensibilização, conhecimento e habilidades - diagnóstico da realidade socioeconômica e cultural dos moradores (conhecimento e habilidades); estudo das representações sociais; definição dos temas geradores, palestras e oficinas de educação ambiental; b) projeção - reuniões de moderação para problematização da realidade; c) mobilização, ação ambiental e participação - mutirões de limpeza do ribeirão e para plantios de mudas em áreas de mata ciliar. Superação de impasses
  • 15.
  • 16.
  • 17. O apreço das crianças pela natureza
  • 18. ● Segundo Dalmora(2021), a sensibilização é o ponto de partida do trabalho da educação ambiental. E para atingir o objetivo é necessário caminhar com o sentido de aprender com sentido; ● Por isso, é de suma importância que as crianças convivam com a natureza, para que desenvolvam sentimentos de respeito que influenciarão na sua vida adulta.
  • 19. De acordo com (GADOTTI,2004,P.369): ● É Importante que tenhamos o sentimento profundo de afetividade com a terra, para o desenvolvimento de uma consciência planetária.
  • 20. Relato de infância (GADOTTI,2004,P.365): Um lindo lugar. Nasci ali, onde não havia eletricidade, nem rádio; onde se consumia o que a terra dava. [...] Passei ali os primeiros 12 anos, que me marcaram: a necessidade de ter espaço ao redor, de respirar profundamente, de deitar no chão. Gostava de andar na chuva, de tomar água com as mãos, de andar, de apreciar as flores, as árvores, as pedras.
  • 21. Ambientalistas: ● Rachel Carson, e John Muir ressaltam que essas experiências vividas com intensidade podem contribuir significativamente para o engajamento dos cidadãos para as questões ambientais.
  • 22. A perda de afetividade na infância ● Adultos adormecidos; ● Perde-se o apreço pelos momentos simples; ● Infância vivida em ambientes fechados; ● Jogos e brincadeiras são confinados em clubes e shoppings center;
  • 23. Constituindo brincadeiras e aprendizados na infância ● Buscar o equilíbrio entre as atividades da mente e do corpo; ● Atividades ao ar livre com interação com a natureza ; ● Atividades de cultivo de plantas, colheita de alimentos; ● Brinquedos com materiais disponíveis no local.
  • 25. IMPLICAÇÕES TEÓRICAS E SOCIAIS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL • A CONCEPÇÃO FINALISTA GRECO-MEDIEVAL • A CONCEPÇÃO NATURALISTA DE ROUSSEAU • A CONCEPÇÃO DIALÉTICA DE M A R X  OS MOVIMENTOS ECOLÓGICOS  O MOVIMENTO ECOLÓGICO N A TU R A LISTA  O MOVIMENTO ECOLÓGICO INSTITUCIONAL  O MOVIMENTO ECOLÓGICO P O L ÍT IC O  O MOVIMENTO ECOLÓGICO NO B R AS IL  REPRESENTAÇÕES DE MEIO AMBIENTE E CONCEITO DE EC O LO G IA  REPRESENTAÇÕES DE MEIO AMBIENTE  CONCEITO DE ECOLÓGICO
  • 26. GADOTTI, 2000, p. 86 [...] A experiência própria é o que conta. Plantar e seguir o crescimento de uma árvore ou de uma plantinha, caminhando pelas ruas da cidade ou aventurando-se numa floresta, sentindo o cantar dos pássaros nas manhãs ensolaradas ou não, observando como o vento move as plantas, sentindo a areia quente de nossas praias, olhando para as estrelas numa noite escura. [...]
  • 27. COMO LIDAR COM A FASE DOS PORQUÊS Das crianças? QUAIS SÃO OS IMPACTOS DA CURIOSIDADE INFANTIL? “É essencial estimular a curiosidade infantil”
  • 28. • “Em muitos relatos de educadores, observa-se a tendência de introduzir nos conteúdos os temas ambientais como um problema e não como uma condição de sobrevivência humana.” • “Por outro lado, crianças de periferia que conhecem um riacho poluído têm a experiência negativa do convívio, percebem o local como foco de doenças, como depósito de dejetos ou de resíduos.” • “Cabe ao educador proporcionar à criança outras experiências e a descoberta de que nem todos os rios são poluídos e, portanto, desagradáveis. Esta é uma fase delicada em que a compreensão da realidade requer a compreensão crítica das causas, geralmente de natureza multifacetada, com profundo caráter político e social. “
  • 29. A DISSEMINAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS NO BRASIL “Uma cidade ou casa limpa, não é aquela que mais se limpa, mas aquela que menos se suja”. (Waldman e Schneder, 2007) “Ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja”. Chico Xavier
  • 30. EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Disseminação do Conhecimento Ecológico. “Ao longo de mais de quatro décadas em que se promove a educação ambiental nos espaços de ensino aprendizagem, tivemos múltiplas experiências e como resultado as novas gerações já replicam comportamentos e concepções diferenciados, se estabelecendo novos ideários de cidadania planetária. “ EDUCAÇÃO AMBIENTAL pg. 176 O envolvimento de ONGs, pesquisadores e estudantes universitários tem colaborado para motivar os educadores o que tem feito a diferença na formação dos sujeitos que fazem e vivem a educação. “ EDUCAÇÃO AMBIENTAL PG. 177
  • 31. Referências DALMORA, Eliane. Educação ambiental. Uniasselvi, Indaial, 2011. p.197.