O documento discute a origem e desenvolvimento da doutrina da Trindade. Afirma que a Trindade não é ensinada na Bíblia e tem origem no paganismo, tendo sido introduzida na Igreja nos primeiros séculos através de influências pagãs. Também descreve a controvérsia entre Ário e Atanásio no século IV sobre a natureza de Cristo, que levou ao Concílio de Niceia em 325 d.C.