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INTRODUÇÃO
A doutrina da Trindade é a verdade mais crucial do
pensamento cristão, mas como conciliar o
monoteísmo revelado no Antigo Testamento com a
divindade de cada pessoa da Trindade? Esse é o
enfoque da presente lição.
I - CONSTRUÇÕES BÍBLICAS TRINITÁRIAS
1. A unidade na Trindade (1 Co 12.4-6).
Uma leitura superficial dessa passagem pode levar
alguém a argumentar que o texto não diz que cada
uma dessas pessoas é Deus, como costumam fazer
determinados grupos tidos como cristãos. O apóstolo
Paulo se refere à Trindade usando outra linguagem. Ele
afirma a unidade de Deus, uma só essência e
substância, em diversidade de manifestações de cada
Pessoa distinta. E declara que o Espírito é o mesmo, o
Senhor é o mesmo e o Deus Pai é o mesmo. É a
unidade na diversidade.
2. A bênção apostólica (2 Co 13.13).
Há aqui certo paralelismo com a bênção sacerdotal
(Nm 6.24-26). Essa saudação final não é comum
nas epístolas paulinas. Não parece haver aqui
intenção de explicar a doutrina da Trindade. Trata-
se do pronunciamento habitual do ministro de
culto ao despedir os fiéis no fim das reuniões nas
primeiras décadas da história da Igreja. Se isso
puder ser confirmado, significa que os cristãos já
estavam conscientes dessa realidade divina desde
muito cedo na vida da Igreja. A fonte da graça do
Senhor Jesus é o amor de Deus no Espírito Santo. É
uma saudação trinitária.
3. O Deus trino e uno revelado (Ef 4.4-6).
Temos aqui a diversidade de operações e funções
na unidade de Deus. É Deus quem nos chama por
meio do Espírito Santo. Jesus é o nosso Senhor, a
fonte de nossa fé e esperança. O Pai, o Filho e o
Espírito Santo são iguais em poder, glória e
majestade, que subsistem desde a eternidade em
uma só substância indivisível, mas manifestos na
história salvífica em formas pessoais e funções
distintas (1 Pe 1.2).
II - O DEUS TRINO E UNO
1. Uma questão crucial.
A Bíblia mostra com clareza meridiana a divindade do
Filho: "e o Verbo era Deus" (Jo 1.1). Trata-se de uma
divindade plena e absoluta: "porque nele habita
corporalmente toda a plenitude da divindade" (Cl 2.9).
As Escrituras afirmam também que o Espírito Santo é
Deus: "Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que
o Espírito de Deus habita em vós?" (1 Co 3.16); e é
também Senhor: "Ora, o SENHOR é o Espírito" (2 Co
3.17, ARA). Como conciliar essa verdade com o
monoteísmo ratificado pelo próprio Senhor Jesus? (Mc
12.29,30). Tal não se trata de triteísmo, isto é, "três
deuses", pois existe um só Deus e Deus é um só (1 Co
8.6; Gl 3.20). A única explicação é a Trindade.
2. A Trindade.
A Trindade está presente na Bíblia desde o Antigo Testamento
(Gn 1.26; 3.22; Is 6.8). O Senhor Jesus apresenta o Pai e o
Espírito Santo num tipo de relacionamento "eu, tu ele" (Jo
16.7-16). Antes de sua ascensão ao céu, Jesus mandou que os
discípulos batizassem "em nome do Pai, e do Filho e do
Espírito Santo" (Mt 28.19). Essa é a passagem bíblica mais
contundente em favor da Trindade. Temos aqui um conceito
trinitário muito claro e vívido. Trata-se de um resumo da
realidade divina ensinada durante seu ministério acerca de si
mesmo e do Pai (Mt 11.27) e do Espírito Santo (Mt 12.28). A
Igreja, desde a antiguidade, resume essas passagens bíblicas
na fé em um só Deus que subsiste eternamente em três
pessoas distintas.
III - AS CRENÇAS INADEQUADAS
1. Os monarquianistas dinâmicos.
Trata-se de um movimento que surgiu após a metade do
segundo século em torno do monoteísmo cristão.
Tertuliano, um dos líderes cristãos daquela geração,
polemizou com eles, chamando-os de monarquianistas
(do grego, monarchia, "governo exercido por um único
soberano"). Eles ensinavam que Jesus recebeu a dynamis,
"poder", em grego, por ocasião do seu batismo no rio
Jordão; outros afirmavam que Jesus se tornou divino por
ocasião de sua ressurreição. Todas as ideias do
movimento negavam a deidade absoluta de Jesus e
contrariavam a crença desde a Era Apostólica, que
considerava Jesus "o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1
Jo 5.20). Eles são os ancestrais do arianismo.
2. Os monarquianistas modalistas.
Esses são assim identificados porque ensinavam que Deus
aparece de modos diferentes. Para eles, Deus aparece com
a máscara de Pai na obra criadora, com a máscara de Filho
no seu nascimento e na ascensão, e a partir daí aparece
com a máscara de Espírito Santo. Pai, Filho e Espírito Santo
não são três pessoas, mas três faces, semblantes ou
máscaras. É a doutrina unicista que nega a Trindade. Trata-
se de um erro teológico crasso, pois a Bíblia é clara na
distinção dessas pessoas (Mt 3.16,17; Jo 8.17,18; 2 Jo 3). O
bispo Sabélio foi o principal expoente dessa doutrina, por
isso ela é conhecida como sabelianismo. Seus herdeiros
espirituais ainda estão por aí. O resumo teológico deles é o
seguinte: Deus é Jesus; no entanto, a Bíblia ensina que Jesus
é Deus.
3. O arianismo.
É o nome da doutrina formulada por Ário e do movimento
que ele fundou em Alexandria, Egito, no ano 318. Sua
doutrina contrariava a crença ortodoxa seguida pelas
igrejas desde o período apostólico. Ário ensinava que o
Senhor Jesus não era da mesma substância do Pai; era
criatura, criado do nada, uma classe divina de natureza
inferior, nem divina nem humana, uma terceira classe
entre a deidade e a humanidade. A palavra de ordem de
seus seguidores era: "Houve tempo em que o Verbo não
existia". Mas o ensino bíblico sustentado pelas igrejas
desde o princípio afirma que o Filho é eterno (Is 9.6), pois
transcende a criação: "E ele é antes de todas as coisas, e
todas as coisas subsistem por ele" (Cl 1.17).
IV - RESPOSTA ÀS OBJEÇÕES ACERCA DA TRINDADE
1. Esclarecimento.
Os unicistas modernos pregam que a doutrina da Trindade é
uma invenção do Concílio de Niceia, por ordem de um
imperador romano pagão. Mas esses movimentos estão
equivocados, pois mais de cem anos antes Tertuliano já havia
formulado a doutrina da Trindade. Além disso, o tema do
referido Concílio, o Filho, reafirma a deidade de Jesus e a sua
consubstancialidade com o Pai. O Credo não traz informação
alguma sobre o Espírito Santo. O documento aprovado em
Niceia tornou-se ponto de partida, ao invés de ponto de
chegada. A controvérsia prosseguiu por duas razões
principais: a volta do arianismo e a indefinição sobre o
Espírito Santo.
2. A definição de Tertuliano.
Ele foi o neologista da Igreja que criou o termo "Trindade",
na seguinte declaração: "Todos são um, por unidade de
substância, embora ainda esteja oculto o mistério da
dispensação que distribui a unidade numa Trindade,
colocando em sua ordem os três, Pai, Filho e Espírito
Santo; três contudo, não em essência, mas em grau; não
em substância, mas em forma; não em poder, mas em
aparência; pois eles são de uma só substância e de uma só
essência e de um poder só, já que é de um só Deus que
esses graus e formas e aspectos são reconhecidos com o
nome de Pai, Filho e Espírito Santo (Contra Práxeas, II). Um
só Deus, portanto, a essência, a substância e o poder são
um só; mas a diferença está no grau, na forma e na
aparência que chamamos de "pessoas" (Mt 28.19).
3. Formulação definitiva da Trindade.
Isso só aconteceu no Concílio de Constantinopla
em 381, com base nos trabalhos de Atanásio que
combateram os arianistas e também os grupos
contrários à doutrina do Espírito Santo, como os
pneumatomacianos e os tropicianos; e com base
nas obras dos chamados pais capadócios: Basílio de
Cesareia, Gregório de Nissa e Gregório de
Nazianzo. O Credo Niceno-Constantinopolitano
reafirma o Credo de Niceia e define a divindade do
Espírito Santo, estabelecendo de uma vez por todas
a doutrina da Santíssima Trindade.
CONCLUSÃO
Diante do exposto, está claro que a doutrina da
Trindade é bíblica e está presente desde o Gênesis
até o Apocalipse.
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Lição 03 - a santíssima trindade, um só deus em três pessoas

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  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5. INTRODUÇÃO A doutrina da Trindade é a verdade mais crucial do pensamento cristão, mas como conciliar o monoteísmo revelado no Antigo Testamento com a divindade de cada pessoa da Trindade? Esse é o enfoque da presente lição.
  • 6.
  • 7. I - CONSTRUÇÕES BÍBLICAS TRINITÁRIAS 1. A unidade na Trindade (1 Co 12.4-6). Uma leitura superficial dessa passagem pode levar alguém a argumentar que o texto não diz que cada uma dessas pessoas é Deus, como costumam fazer determinados grupos tidos como cristãos. O apóstolo Paulo se refere à Trindade usando outra linguagem. Ele afirma a unidade de Deus, uma só essência e substância, em diversidade de manifestações de cada Pessoa distinta. E declara que o Espírito é o mesmo, o Senhor é o mesmo e o Deus Pai é o mesmo. É a unidade na diversidade.
  • 8.
  • 9. 2. A bênção apostólica (2 Co 13.13). Há aqui certo paralelismo com a bênção sacerdotal (Nm 6.24-26). Essa saudação final não é comum nas epístolas paulinas. Não parece haver aqui intenção de explicar a doutrina da Trindade. Trata- se do pronunciamento habitual do ministro de culto ao despedir os fiéis no fim das reuniões nas primeiras décadas da história da Igreja. Se isso puder ser confirmado, significa que os cristãos já estavam conscientes dessa realidade divina desde muito cedo na vida da Igreja. A fonte da graça do Senhor Jesus é o amor de Deus no Espírito Santo. É uma saudação trinitária.
  • 10.
  • 11. 3. O Deus trino e uno revelado (Ef 4.4-6). Temos aqui a diversidade de operações e funções na unidade de Deus. É Deus quem nos chama por meio do Espírito Santo. Jesus é o nosso Senhor, a fonte de nossa fé e esperança. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são iguais em poder, glória e majestade, que subsistem desde a eternidade em uma só substância indivisível, mas manifestos na história salvífica em formas pessoais e funções distintas (1 Pe 1.2).
  • 12.
  • 13.
  • 14. II - O DEUS TRINO E UNO 1. Uma questão crucial. A Bíblia mostra com clareza meridiana a divindade do Filho: "e o Verbo era Deus" (Jo 1.1). Trata-se de uma divindade plena e absoluta: "porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade" (Cl 2.9). As Escrituras afirmam também que o Espírito Santo é Deus: "Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?" (1 Co 3.16); e é também Senhor: "Ora, o SENHOR é o Espírito" (2 Co 3.17, ARA). Como conciliar essa verdade com o monoteísmo ratificado pelo próprio Senhor Jesus? (Mc 12.29,30). Tal não se trata de triteísmo, isto é, "três deuses", pois existe um só Deus e Deus é um só (1 Co 8.6; Gl 3.20). A única explicação é a Trindade.
  • 15.
  • 16. 2. A Trindade. A Trindade está presente na Bíblia desde o Antigo Testamento (Gn 1.26; 3.22; Is 6.8). O Senhor Jesus apresenta o Pai e o Espírito Santo num tipo de relacionamento "eu, tu ele" (Jo 16.7-16). Antes de sua ascensão ao céu, Jesus mandou que os discípulos batizassem "em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28.19). Essa é a passagem bíblica mais contundente em favor da Trindade. Temos aqui um conceito trinitário muito claro e vívido. Trata-se de um resumo da realidade divina ensinada durante seu ministério acerca de si mesmo e do Pai (Mt 11.27) e do Espírito Santo (Mt 12.28). A Igreja, desde a antiguidade, resume essas passagens bíblicas na fé em um só Deus que subsiste eternamente em três pessoas distintas.
  • 17.
  • 18.
  • 19. III - AS CRENÇAS INADEQUADAS 1. Os monarquianistas dinâmicos. Trata-se de um movimento que surgiu após a metade do segundo século em torno do monoteísmo cristão. Tertuliano, um dos líderes cristãos daquela geração, polemizou com eles, chamando-os de monarquianistas (do grego, monarchia, "governo exercido por um único soberano"). Eles ensinavam que Jesus recebeu a dynamis, "poder", em grego, por ocasião do seu batismo no rio Jordão; outros afirmavam que Jesus se tornou divino por ocasião de sua ressurreição. Todas as ideias do movimento negavam a deidade absoluta de Jesus e contrariavam a crença desde a Era Apostólica, que considerava Jesus "o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1 Jo 5.20). Eles são os ancestrais do arianismo.
  • 20.
  • 21. 2. Os monarquianistas modalistas. Esses são assim identificados porque ensinavam que Deus aparece de modos diferentes. Para eles, Deus aparece com a máscara de Pai na obra criadora, com a máscara de Filho no seu nascimento e na ascensão, e a partir daí aparece com a máscara de Espírito Santo. Pai, Filho e Espírito Santo não são três pessoas, mas três faces, semblantes ou máscaras. É a doutrina unicista que nega a Trindade. Trata- se de um erro teológico crasso, pois a Bíblia é clara na distinção dessas pessoas (Mt 3.16,17; Jo 8.17,18; 2 Jo 3). O bispo Sabélio foi o principal expoente dessa doutrina, por isso ela é conhecida como sabelianismo. Seus herdeiros espirituais ainda estão por aí. O resumo teológico deles é o seguinte: Deus é Jesus; no entanto, a Bíblia ensina que Jesus é Deus.
  • 22.
  • 23. 3. O arianismo. É o nome da doutrina formulada por Ário e do movimento que ele fundou em Alexandria, Egito, no ano 318. Sua doutrina contrariava a crença ortodoxa seguida pelas igrejas desde o período apostólico. Ário ensinava que o Senhor Jesus não era da mesma substância do Pai; era criatura, criado do nada, uma classe divina de natureza inferior, nem divina nem humana, uma terceira classe entre a deidade e a humanidade. A palavra de ordem de seus seguidores era: "Houve tempo em que o Verbo não existia". Mas o ensino bíblico sustentado pelas igrejas desde o princípio afirma que o Filho é eterno (Is 9.6), pois transcende a criação: "E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele" (Cl 1.17).
  • 24.
  • 25.
  • 26. IV - RESPOSTA ÀS OBJEÇÕES ACERCA DA TRINDADE 1. Esclarecimento. Os unicistas modernos pregam que a doutrina da Trindade é uma invenção do Concílio de Niceia, por ordem de um imperador romano pagão. Mas esses movimentos estão equivocados, pois mais de cem anos antes Tertuliano já havia formulado a doutrina da Trindade. Além disso, o tema do referido Concílio, o Filho, reafirma a deidade de Jesus e a sua consubstancialidade com o Pai. O Credo não traz informação alguma sobre o Espírito Santo. O documento aprovado em Niceia tornou-se ponto de partida, ao invés de ponto de chegada. A controvérsia prosseguiu por duas razões principais: a volta do arianismo e a indefinição sobre o Espírito Santo.
  • 27.
  • 28. 2. A definição de Tertuliano. Ele foi o neologista da Igreja que criou o termo "Trindade", na seguinte declaração: "Todos são um, por unidade de substância, embora ainda esteja oculto o mistério da dispensação que distribui a unidade numa Trindade, colocando em sua ordem os três, Pai, Filho e Espírito Santo; três contudo, não em essência, mas em grau; não em substância, mas em forma; não em poder, mas em aparência; pois eles são de uma só substância e de uma só essência e de um poder só, já que é de um só Deus que esses graus e formas e aspectos são reconhecidos com o nome de Pai, Filho e Espírito Santo (Contra Práxeas, II). Um só Deus, portanto, a essência, a substância e o poder são um só; mas a diferença está no grau, na forma e na aparência que chamamos de "pessoas" (Mt 28.19).
  • 29.
  • 30. 3. Formulação definitiva da Trindade. Isso só aconteceu no Concílio de Constantinopla em 381, com base nos trabalhos de Atanásio que combateram os arianistas e também os grupos contrários à doutrina do Espírito Santo, como os pneumatomacianos e os tropicianos; e com base nas obras dos chamados pais capadócios: Basílio de Cesareia, Gregório de Nissa e Gregório de Nazianzo. O Credo Niceno-Constantinopolitano reafirma o Credo de Niceia e define a divindade do Espírito Santo, estabelecendo de uma vez por todas a doutrina da Santíssima Trindade.
  • 31.
  • 32.
  • 33. CONCLUSÃO Diante do exposto, está claro que a doutrina da Trindade é bíblica e está presente desde o Gênesis até o Apocalipse.
  • 34.
  • 35. Visite e tenha mais informações danielfelipek.blogspot.com.br

Notas do Editor

  1. A Santíssima Trindade: Um só Deus em Três Pessoas. (Copie e Cole) Pr. Elias Barbosa EBPemFOCO. Introdução Teremos por base nessa lição a explicação de como Deus uno, se designa em três, como se manifestou e se manifesta ao longo de toda a história bíblica. Essa lição nos mostrará que Pai, Filho e Espírito Santo são três pessoas distintas, separadas, mas que em poder e glória são iguais, são infinitas, eternas e trabalham com um mesmo objetivo, salvar o homem das mãos de Satanás.
  2. A unidade de diversidade de Deus é explicada por Paulo em 1 Cor. 12. 4,6, nos mostrando que existe uma cooperação de todos em um processo único, o crescimento das boas novas, o desenvolvimento e aperfeiçoamento da igreja. Os grupos que se apoiam em (Dt. 6.4) dizendo que Adonai é o único Deus e não três, precisa entender que o texto se trata de Deus como o único entre os demais deuses, não se pode tratar o termo único como se referindo a um ser isolado, mas se comparado com as divindades pagãs Ele é o único. Observe (Gn. 11.7) e perceba Deus se referindo a si mesmo em forma verbal.
  3. A intenção da benção apostólica nunca foi e nem será uma explicação para a trindade bíblica, mas sim uma forma de abençoar o povo de Adonai como aconteceu no AT em (Nm. 6.24,26) que é uma ordem do próprio Adonai, assim como também vimos apostolo Paulo em algumas cartas demonstrar a mesma atitude, além de abençoar ela também serve como união entre o povo de Deus através do Espirito Santo sendo confirmado por todos com o Amém
  4. O Espirito Santo dentro da trindade tem um papel magnifico dentre tantas outras manifestações, (1 Pe 1.2) diz que Ele nos separou para Jesus com o intuito de obedecermos ao Messias pelo sacrifício do calvário, espiritualmente só obedece quem está ligado no espirito, vivendo em espirito para entender e aceitar o sacrifício do calvário. O relacionamento de Deus com Seu Filho ficou notório desde o batismo de Jesus e a pessoa do Espírito Santo que também se fez presente no momento (Mat. 3. 16-17 Lc. 3. 21-22): “E aconteceu que como todo povo se batizava, sendo batizado também Jesus, orando Ele, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu sobre Ele e ouviu-se uma vós do céu que dizia: Tu és meu Filho amado, em ti tenho prazer”.
  5. Tanto o Espirito Santo quanto Jesus são um ser único como Deus, note o pedido de Felipe em (João 14. 8-11) e veja que Jesus é enfático em dizer que ambos são uma só pessoa e que mesmo que não conseguissem observar tal fato, eles deveriam olhar para os milagres. Paulo afirma em (1 Cor. 3.16) que somos casas de Adonai e do Espirito Santo, sendo casas somos habitados e temos a presença de todos em nós.
  6. É preciso entender algo muito profundo de Deus deixado em (Dt. 6. 4) para nós, quando Ele diz “Único Deus” no original hebraico é “basar ehad” significando unidade composta assim como o termo usado em (Gn. 2.24) uma só carne, nos mostrando o ligamento existente entre os cônjuges no casamento como a trindade de Deus, uma só pessoa, diferente de “yachid” que é unidade simples.
  7. O monarquianismo, ou monarquismo como é algumas vezes chamado, era um ‘levante’ da cristandade contra a Trindade, é uma série de crenças que enfatizam a Unidade Absoluta de Deus. A crença conflita com a doutrina da Trindade, que vê em Deus uma unidade composta pelo Pai, Filho e Espírito Santo. Os modelos propostos pelo monarquianismo foram rejeitados como heréticos pela Igreja Católica. O monarquianismo por si mesmo não é uma doutrina completa, mas um gênero do qual decorrem algumas espécies doutrinárias teológicas. Há basicamente dois modelos, contraditórios nessa tese que é o “Modalismo e o Adocionismo”.
  8. O Modalismo ou sabelianismo considera que Deus seja uma pessoa, manifestando-se e operando em diferentes "maneiras", como se Adonai estivesse mascarado, as vezes operando como Pai, como Filho e também como Espírito Santo. O proponente desta visão foi Sabélio. A crença foi rotulada Patripassianismo por seus oponentes, por subentender que Deus, o Pai, teria sofrido na cruz.
  9. O arianismo, foi uma visão cristológica propagada por volta do ano de 319 pelos seguidores de Ário, presbítero cristão de Alexandria nos primeiros tempos da Igreja primitiva, que negava a existência da consubstancialidade entre Jesus Cristo e Deus Pai, ou seja, igualdade entre ambos, Jesus então, seria subordinado a Deus Pai, sendo Ele (Jesus) não o próprio Deus em si e por si mesmo. Segundo Ário, só existe um Deus e Jesus é seu filho e não o próprio Deus. Ao mesmo tempo afirmava que Deus seria um grande eterno mistério, oculto em si mesmo, e que nenhuma criatura conseguiria revelá-lo, visto que Ele não pode revelar a si mesmo.
  10. os unicistas- Acreditavam na existência de somente duas pessoas. No final do 1º século a Igreja travou forte batalha apologética contra o gnosticismo, quem mais se destacou foi o Apóstolo João, podemos notar através de suas cartas e do Evangelho que escreveu o qual foi o último dos quatro Evangelhos e cujo propósito foi justamente combater a doutrina dos Nicolaítas. Nunca esse tese esteve tão presente em nosso tempo, Em 1913 John Schepp fundou a seita “Só Jesus” trazendo à tona está mentira que é o unicismo. Daí veio a Igreja Pentecostal Unida do Brasil, Palavra Original e o grupo “Voz da Verdade” da Igreja Voz da Verdade, entre outros. O unicismo não faz parte do movimento evangélico, pois nega uma doutrina fundamental do cristianismo: A Santíssima Trindade. Deve ficar claro que ambos tem o mesmo poder e ambos são a mesma substância porém, com papeis distintos no processo de salvação.
  11. Em alguns círculos teológicos, Tertuliano é considerado hoje, como o “maior teólogo” ortodoxo da Igreja primitiva. Outros chegaram a chamá-lo de “bispo pentecostal de Cartago”. Porém, é interessante observar, que mesmo entre os críticos, Tertuliano é considerado o “mais original” em seu século. Primeiro por reconhecer a Teologia não como um simples satélite girando entorno da filosofia, mais sobre tudo também, como uma “ciência” in-depedente e autônoma, capaz de formular suas próprias ferramentas terminológicas. Tertuliano é também lembrado como o grande “apologético”, tendo como isso, dois objetivos principais que são; a refutação das gravíssimas e aberrantes acusações que os pagãos dirigiam contra a igreja; e também de maneira positiva e missionária, comunicar a mensagem transformadora do evangelho de cristo, em diálogo com a cultura vigente.
  12. Quanto a trindade ser reconhecida no concílio ecumênicos por volta de 381, só nos mostra o quanto a Bíblia é exata, alguns dizem que tais concílios se fazem presentes nas cartas de João, isso é uma grande mentira, porque o Catolicismo Apostólico Romano passou a existir por volta do século IV, já o evangelho de João por volta do século I, cerca de 300 anos antes (João 14.16) Jesus nos deixa claro a divisão da trindade ao afirmar “e pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro conselheiro consolador, semelhante a mim, o Espirito da verdade, para estar com vocês para sempre”.