O documento descreve a história da educação especial desde o século XVI, quando médicos e pedagogos começaram a acreditar na capacidade educacional de indivíduos considerados "ineducáveis" na época. Ao longo dos séculos, houve uma transição da segregação para a integração escolar, com base em argumentos morais, científicos e econômicos. A partir da década de 1970, o princípio da normalização passou a defender a inclusão de pessoas com deficiência na comunidade e na escola regular.