A Península IbéricaA Península Ibérica
nos séc. VIII aténos séc. VIII até
XIIIXIII
EBI C/JI Fialho de Almeida Cuba
Trabalho elaborado por:
•Cláudia Caixeiro nº4
•Helena Pires nº18
•Raquel Manhita nº19
Cristãos e Muçulmanos naCristãos e Muçulmanos na
Península IbéricaPenínsula Ibérica
• Ocupação Muçulmana;
• Resistência Cristã;
• Contrastes Civilizacionais;
• A Herança Muçulmana.
Ocupação muçulmanaOcupação muçulmana
• Os Muçulmanos, atravessaram a Península Ibérica,
derrotando os Visigodos na batalha de Guadalete (sul de
Espanha).
• Os Visigodos conquistaram toda a Península Ibérica
(exceto região montanhosa), também tentaram
conquistar o reino franco, mas foram derrotados na
Batalha de Poitiers.
Resistência CristãResistência Cristã
• Os Cristãos refugiaram-se nas Astúrias e Pirinéus.
• O movimento da Reconquista Cristã foi lento (marcada
por sucessivos avanços e recuos).
Contrastes CivilizacionaisContrastes Civilizacionais
• As civilizações muçulmana e cristã (existiram durante
oito séculos) na Península Ibérica.
• Apresentavam fortes contrastes na religião, língua,
sociedade, cultura e arte.
• Os cristãos que se converteram ao Islamismo ou
• Os que adaptaram formas de vida e costumes Árabes são
chamados de Moçárabes.
• Os árabes convertidos são os Mouros.
A herança MuçulmanaA herança Muçulmana
• A sua influência está presente em muitos aspectos:
língua, cultura, economia, arte, ciências e nas técnicas
agrícolas, etc.
• Os instrumentos que nos deixaram os árabes foi bússola,
nora, astrolábio, etc.
• Deixaram-nos várias marcas da sua arquitectura (ex.
cobertura em cúpula, arcos em ferradura, azulejos na
decoração, etc).
A formação dos reinos cristãos noA formação dos reinos cristãos no
processo da reconquistaprocesso da reconquista
• Os reinos cristãos;
• Do Condado Portucalense ao Reino Cristão.
Os reinos cristãosOs reinos cristãos
• À medida que a reconquista cristã avança formam-se
vários reinos: Leão e Castela, mais tarde unidos num só
Navarra e Aragão.
• Os cristãos saíram derrotadas na batalha de Zalaca, isto
levou que o rei pedisse auxílio á nobreza francesa, a
guerreiros cristãos, a cruzados e ordens religiosas.
• D. Henrique e D.Raimundo foram os que se destacaram
mais na luta contra os muçulmanos e por isso foram
recompensados pelo rei.
Do condado Portucalense ao ReinoDo condado Portucalense ao Reino
de Portugalde Portugal
• D. Henrique cumpriu os deveres de vassalagem, mas
procurou sempre ganhar a autonomia do condado,
morreu sem que tal acontecesse.
• Em 1112 sucedeu-lhe D.Teresa a qual ,inicialmente
seguiu os seus deveres de vassalagem, mais tarde, aliou-
se ànobreza galega.
• Isto provocou o descontentamento da maior parte da
nobreza portucalense, que prestou apoio ao príncipe
D.Afonso Henriques, para lutar contra sua mãe.
• Em 1128, D.Afonso Henriques saiu vitorioso na batalha
de S.Mamede e assumiu o governo do condado. A partir
O reconhecimento daO reconhecimento da
independência de Portugalindependência de Portugal
• O Reconhecimento da Independência de Portugal;
• A Definição do Território Português.
O reconhecimento daO reconhecimento da
independência de Portugalindependência de Portugal
• D. Afonso Henriques passou a usar o título de rei, após
a sua vitória sobre os Mouros, na Batalha de Ourique.
• Esta situação provocou conflitos político-militares com
o seu primo D.Afonso VII.
• Houve um acordo de paz em 1143, com a independência
política de Portugal, pelo Tratado de Zamora.
• Mas só quarenta anos depois é que o Papa Alexandre
III reconheceu a independência de Portugal através da
Bula Manifestis Probatum.
A definição do territórioA definição do território
portuguêsportuguês
• D. Afonso Henriques empenhou-se em alargar o
território para sul, conquistando terras aos Muçulmanos
com a ajuda dos Cruzados.
• As ordens religiosas e militares também desempenharam
um papel muito importante.
• D. Afonso Henriques morre em 1185.
• Os reinados que lhe sucederam-lhe continuaram o
alargamento.
• As fronteiras de Portugal só ficaram definitivas através
do Tratado de Alcanises.
FFiimm!!!!

A península ibérica

  • 1.
    A Península IbéricaAPenínsula Ibérica nos séc. VIII aténos séc. VIII até XIIIXIII EBI C/JI Fialho de Almeida Cuba Trabalho elaborado por: •Cláudia Caixeiro nº4 •Helena Pires nº18 •Raquel Manhita nº19
  • 2.
    Cristãos e MuçulmanosnaCristãos e Muçulmanos na Península IbéricaPenínsula Ibérica • Ocupação Muçulmana; • Resistência Cristã; • Contrastes Civilizacionais; • A Herança Muçulmana.
  • 3.
    Ocupação muçulmanaOcupação muçulmana •Os Muçulmanos, atravessaram a Península Ibérica, derrotando os Visigodos na batalha de Guadalete (sul de Espanha). • Os Visigodos conquistaram toda a Península Ibérica (exceto região montanhosa), também tentaram conquistar o reino franco, mas foram derrotados na Batalha de Poitiers.
  • 4.
    Resistência CristãResistência Cristã •Os Cristãos refugiaram-se nas Astúrias e Pirinéus. • O movimento da Reconquista Cristã foi lento (marcada por sucessivos avanços e recuos).
  • 5.
    Contrastes CivilizacionaisContrastes Civilizacionais •As civilizações muçulmana e cristã (existiram durante oito séculos) na Península Ibérica. • Apresentavam fortes contrastes na religião, língua, sociedade, cultura e arte. • Os cristãos que se converteram ao Islamismo ou • Os que adaptaram formas de vida e costumes Árabes são chamados de Moçárabes. • Os árabes convertidos são os Mouros.
  • 6.
    A herança MuçulmanaAherança Muçulmana • A sua influência está presente em muitos aspectos: língua, cultura, economia, arte, ciências e nas técnicas agrícolas, etc. • Os instrumentos que nos deixaram os árabes foi bússola, nora, astrolábio, etc. • Deixaram-nos várias marcas da sua arquitectura (ex. cobertura em cúpula, arcos em ferradura, azulejos na decoração, etc).
  • 7.
    A formação dosreinos cristãos noA formação dos reinos cristãos no processo da reconquistaprocesso da reconquista • Os reinos cristãos; • Do Condado Portucalense ao Reino Cristão.
  • 8.
    Os reinos cristãosOsreinos cristãos • À medida que a reconquista cristã avança formam-se vários reinos: Leão e Castela, mais tarde unidos num só Navarra e Aragão. • Os cristãos saíram derrotadas na batalha de Zalaca, isto levou que o rei pedisse auxílio á nobreza francesa, a guerreiros cristãos, a cruzados e ordens religiosas. • D. Henrique e D.Raimundo foram os que se destacaram mais na luta contra os muçulmanos e por isso foram recompensados pelo rei.
  • 9.
    Do condado Portucalenseao ReinoDo condado Portucalense ao Reino de Portugalde Portugal • D. Henrique cumpriu os deveres de vassalagem, mas procurou sempre ganhar a autonomia do condado, morreu sem que tal acontecesse. • Em 1112 sucedeu-lhe D.Teresa a qual ,inicialmente seguiu os seus deveres de vassalagem, mais tarde, aliou- se ànobreza galega. • Isto provocou o descontentamento da maior parte da nobreza portucalense, que prestou apoio ao príncipe D.Afonso Henriques, para lutar contra sua mãe. • Em 1128, D.Afonso Henriques saiu vitorioso na batalha de S.Mamede e assumiu o governo do condado. A partir
  • 10.
    O reconhecimento daOreconhecimento da independência de Portugalindependência de Portugal • O Reconhecimento da Independência de Portugal; • A Definição do Território Português.
  • 11.
    O reconhecimento daOreconhecimento da independência de Portugalindependência de Portugal • D. Afonso Henriques passou a usar o título de rei, após a sua vitória sobre os Mouros, na Batalha de Ourique. • Esta situação provocou conflitos político-militares com o seu primo D.Afonso VII. • Houve um acordo de paz em 1143, com a independência política de Portugal, pelo Tratado de Zamora. • Mas só quarenta anos depois é que o Papa Alexandre III reconheceu a independência de Portugal através da Bula Manifestis Probatum.
  • 12.
    A definição doterritórioA definição do território portuguêsportuguês • D. Afonso Henriques empenhou-se em alargar o território para sul, conquistando terras aos Muçulmanos com a ajuda dos Cruzados. • As ordens religiosas e militares também desempenharam um papel muito importante. • D. Afonso Henriques morre em 1185. • Os reinados que lhe sucederam-lhe continuaram o alargamento. • As fronteiras de Portugal só ficaram definitivas através do Tratado de Alcanises.
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