O documento discute a igualdade natural entre os homens segundo as escrituras e o Espiritismo. Aponta que, perante Deus, todos os homens são iguais, mas suas aptidões podem diferir devido ao grau de desenvolvimento espiritual alcançado. Também distingue entre desigualdades naturais e sociais, sendo estas últimas obra do homem e não de Deus, e que um dia podem desaparecer.