LLivroivro TTerceiroerceiro
Das Leis Morais
Capítulo IV
Da Lei de Reprodução
““E Deus os abençoou e lhes disse: SedeE Deus os abençoou e lhes disse: Sede
fecundos, multiplicai-vos, enchei a terrafecundos, multiplicai-vos, enchei a terra
[…].”[…].”
(Gênesis 1,28)
Definição
“Reprodução - dá-se este nome à série de
processos pelos quais os seres vivos transmi-
tem a vida a novos indivíduos e asseguram a
continuação das espécies. A reprodução dos
seres vivos se faz através de outro preexis-
tente. Pode ser assexuada ou agâmica e se-
xuada ou singâmica.
==>
Na reprodução assexuada é uma célula ou
um aglomerado celular que se destaca do
indivíduo produtor, tornando-se independen-
te, para dar início a um novo ser semelhante
ao primeiro.
==>
Na reprodução sexuada a célula (esperma
tozoide) se destaca de um ser vivo e junta-
se a uma outra célula (óvulo). Os óvulos for-
mam-se no organismo feminino e os esper-
matozoides no organismo masculino. Quando
os dois órgãos existem no mesmo indivíduo
diz-se que ele é hermafrodita; estando em
indivíduos separados a espécie é unissexua-
da, como se dá com a espécie humana e os
animais superiores.” (Enciclopédia Didática de Infor-
mação e Pesquisa Educacional, citada por Sérgio Biagi Gre-
gório)
a) População do globo
Tendo em vista que a população do globo é
sempre crescente, poder-se-ia pensar que,
num certo momento no futuro, ela tornar-se-
ia excessiva na Terra; porém, como “Deus a
isso provê e mantém sempre o equilíbrio”
(LE, q. 687) tal situação não se realizará.
Ademais é bom não nos esquecermos de que
absolutamente nada escapa ao controle do
Criador, uma vez que “todos os cabelos de
vossas cabeças estão contados” (Mt 10,30).
O economista britânico Thomas Robert Mal-
thus (1766-1834), considerado o pai da de-
mografia, desenvolveu sua teoria para o con-
trole do aumento populacional, conhecida co-
mo malthusianismo.
Demografia: ciência que investiga as populações hu-
manas (em aspectos como natalidade, produção econô-
mica, migração, distribuição étnica etc.) sob uma pers-
pectiva quantitativa. (HOUAISS)
Malthus observou que o crescimento popula-
cional, entre 1650 e 1850, dobrou decorren-
te do aumento da produção de alimentos,
das melhorias das condições de vida nas ci-
dades, do aperfeiçoamento do combate as
doenças, das melhorias no saneamento bási-
co, e os benefícios obtidos com a Revolução
Industrial, fizeram com que a taxa de morta-
lidade declinasse, ampliando assim o cresci-
mento natural.
Em razão disso concluiu que:
alimentos ==> progressão aritmética;
população ==> progressão geométrica.
Preocupado com o crescimento populacional
acelerado, Malthus publica em 1798 uma sé-
rie de ideias alertando a importância do con-
trole da natalidade, afirmando que o bem es-
tar populacional estaria intimamente relacio-
nado com crescimento demográfico do plane-
ta. Malthus alertava que o crescimento desor
denado acarretaria na falta de recursos ali-
mentícios para a população gerando, como
consequência, a fome, que inevitavelmente
seria uma realidade caso não houvesse um
controle imediato da natalidade.
A solução defendida por Malthus foi:
a) a sujeição moral de retardar o casa-
mento;
b) a prática da castidade antes do casa-
mento, e
c) ter somente o número de filhos que se
pudesse sustentar.
b) Sucessão e aperfeiçoamento
das raças
Quando da Codificação Espírita, a Ciência con
siderava que a humanidade se constituía de
quatro raças: amarela (Ásia), negra (África),
branca (Europa) e vermelha (América). (KAR-
DEC, A Gênese)
Hoje, definiu-se que a raça humana é uma
só; porém, constituída de etnias diferentes.
Kardec, ao tratar do aperfeiçoamento das ra-
ças, mesmo inserido no contexto científico de
sua época, jamais advogou qualquer tipo de
discriminação racial.
Quando ele contava com apenas 24 anos de
idade disse: ==>
“Certamente, não está no
meu pensamento, nem nos
meus princípios, desprezar
ninguém, e menos ainda
de rebaixar o nascimento
de quem quer que seja,
pois nenhuma classe tem o
privilégio exclusivo de dar
à sociedade homens esti-
máveis; […].” (INCONTRI e
GRZYBOWSK, Kardec Educador –
Textos pedagógicos, p. 66)(300 páginas)
Os Espíritos Superiores, envolvidos no pro-
cesso da Codificação Espírita, também consi-
deravam que as raças “pertencem todas à
grande família humana, qualquer que tenha
sido o tronco primitivo de cada uma […].”
(KARDEC, LE, q. 690)
Raça: 1. O conjunto dos ascendentes e
descendentes duma família, tribo ou povo,
com origens comuns; 2. O conjunto de
indivíduos cujas características corporais são
semelhantes e transmitidas por hereditarie-
dade, embora possam variar dum indivíduo
para outro; […]. (AURÉLIO)
Etnia: Antrop. População ou grupo social que
apresenta homogeneidade cultural,
comparti-lhando história e origem comuns.
(AURÉLIO)
Raça: 1. O conjunto dos ascendentes e
descendentes duma família, tribo ou povo,
com origens comuns; 2. O conjunto de
indivíduos cujas características corporais são
semelhantes e transmitidas por hereditarie-
dade, embora possam variar dum indivíduo
para outro; […]. (AURÉLIO)
Etnia: Antrop. População ou grupo social que
apresenta homogeneidade cultural,
comparti-lhando história e origem comuns.
(AURÉLIO)
O aperfeiçoamento dos corpos, como conse-
quência natural do progresso evolutivo, tanto
físico quanto moral, a que os homens estão
sujeitos, é algo inevitável.
E pela miscigenação dos povos (etnias, ou
qualquer nome que se queira dar), acabará,
provavelmente, produzindo, ao longo dos
tempos, um novo biótipo compatível com o
seu estágio evolutivo.
c) Obstáculos à reprodução
Obstáculos à reprodução
- os naturais
- os provocados pela ação do homem
Sabemos que inúmeros homens e mulheres
têm, na infertilidade, um impedimento natu-
ral quanto à reprodução; sem generalizar,
muitos deles são Espíritos que se comprome-
teram sobremaneira perante a justiça divina.
Mas será justo que um casal
coloque obstáculo à
reprodução ou será que o
“crescei e multiplicai-vos”
deve ser aplicado ao pé da
letra?
“Deus concedeu ao homem, sobre todos os
seres vivos, um poder de que ele deve usar
para o bem, mas não abusar. Pode, pois, re-
gular a reprodução de acordo com as neces-
sidades, mas não deve entravá-la desneces-
sariamente.” (LE, 693-a)
Pessoalmente, acreditamos que os elevados
compromissos, que nós pais temos perante os
filhos, não nos permitem, hoje em dia, ter mui
tos filhos. Antigamente era comum encontrar-
se casal com 10, 12, 15 e até mais filhos.
Pessoalmente, acreditamos que os elevados
compromissos, que nós pais temos perante os
filhos, não nos permitem, hoje em dia, ter mui
tos filhos. Antigamente era comum encontrar-
se casal com 10, 12, 15 e até mais filhos.
Será que teríamos condições de dar vida dig-
na a uma prole desse tamanho? É em razão
disso que, na atualidade, muitos casais elabo-
ram uma programação familiar estabelecendo
quantos filhos irão ter.
O que jamais se deve fazer é…
“[…] obstar à reprodução, para satisfação da
sensualidade […], isso prova a predominân-
cia do corpo sobre a alma e quanto o homem
é material.” (KARDEC, LE, q. 694 - miscelânea)
d) Casamento
“A palavra casamento vem do latim medieval
(casamentu) e significa ato solene – festejos
formalizados por leis e costumes – de união
entre duas pessoas de sexos diferentes atra-
vés da legitimação religiosa e/ou civil.” (JERRI
ALMEIDA e SILVANO MARQUES, Família: frente e verso)
“A união livre dos sexos pertence ao estado
de natureza. O casamento constitui um dos
primeiros atos de progresso nas sociedades
humanas, porque estabelece a solidariedade
fraterna e se encontra entre todos os povos,
embora em condições diversas. A abolição do
casamento seria, pois, regredir à infância da
Humanidade e colocaria o homem abaixo
mesmo de certos animais que lhe dão o
exemplo de uniões constantes.” (KARDEC, LE, q.
696)
“Mas, na união dos sexos, a par da lei divina
material, comum a todos os seres vivos, há
outra lei divina imutável como todas as leis
de Deus, exclusivamente moral: a lei de
amor. Quis Deus que os seres se unissem
não só pelos laços da carne, mas também
pelos da alma, a fim de que a afeição mútua
dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e
que fossem dois, e não um somente, a amá-
los, a cuidar deles e a fazê-los progredir.
[…].” (KARDEC, ESE, cap. XXII)
“[…] Casamento é compromisso e compro-
misso gera, evidentemente, responsabilida-
de.
Pelo reencontro de almas, que se endivida-
ram entre si, casamento é, sobretudo, en-
sejo de reabilitação e progresso. […].” (MAR-
TINS PERALVA, O pensamento de Emmanuel)
“No capítulo das afeições terrenas, o casar ou
não casar está fora da vontade dos seres hu-
manos?
O matrimônio na Terra é sempre uma resultan
te de determinadas resoluções tomadas na vi-
da do Infinito, antes da reencarnação dos Espí
ritos, seja por orientação dos mentores mais
elevados […], ou em consequência de compro-
missos livremente assumidos pelas almas, an-
tes de suas novas experiências no mundo; ra-
zão pela qual os consórcios humanos estão pre
vistos na existência dos indivíduos, no quadro
escuro das provas expiatórias ou no acervo de
valores das missões que regeneram e santifi-
cam.” (EMMANUEL, O Consolador, q. 179)
As principais funções do casamento são:As principais funções do casamento são:
Formação do lar:
Através do casamento haverá a formação do
grupo familiar, permitindo que novos Espíri-
tos mergulhem nos fluidos do planeta, para
avançarem em sua fieira evolutiva. A poliga-
mia permitiria a reprodução, mas sem estru-
tura do lar, indispensável ao crescimento es-
piritual da criatura.
==>
As principais funções do casamento são:As principais funções do casamento são:
Permuta afetiva:
A instituição do casamento vai tornar harmô-
nica e sadia a relação entre os casais,
permi-tindo a troca de valores energéticos,
através da permuta de vibrações
simpáticas.
==>
As principais funções do casamento são:As principais funções do casamento são:
Aprimoramento sexual:
O casamento é um dos elementos mais efe-
tivos no burilamento do instinto sexual.
Com o passar dos anos, haverá um natural
arre-fecimento do interesse sexual entre os
côn-juges, e eles estarão aprendendo a se
ali-mentarem do afeto do parceiro através
de métodos mais espiritualizados. Aprende,
igualmente, o casal a conduzir a sua
energia erótica para outras atividades,
sublimando a sua função hedonista. (IDE,
Curso Básico de Espiri-tismo)
“Martins Peralva [Estudando a Mediunidade] apre-
senta uma divisão didática dos diferentes tipos de
casamento em 5 tipos distintos:
“Martins Peralva [Estudando a Mediunidade] apre-
senta uma divisão didática dos diferentes tipos de
casamento em 5 tipos distintos:
Afins: São aqueles formados por parceiros
simpáticos, afins, onde há uma verdadeira afeição
da alma. Geralmente, eles sobrevivem à morte do
corpo e mantém-se em encarnações diversas.
Pouco comuns na Terra.
“Martins Peralva [Estudando a Mediunidade] apre-
senta uma divisão didática dos diferentes tipos de
casamento em 5 tipos distintos:
Afins: São aqueles formados por parceiros
simpáticos, afins, onde há uma verdadeira afeição
da alma. Geralmente, eles sobrevivem à morte do
corpo e mantém-se em encarnações diversas.
Pouco comuns na Terra.
Transcendentais: São casamentos afins entre
almas enobrecidas, que juntas, vão dedicar-se a
obras de grande valor para a Humanidade.
Provacionais: São uniões entre almas mutuamen-
te comprometidas, que estão juntas para pacifica-
rem as consciências ante erros graves perpetrados
no passado e simultaneamente desenvolverem os
valores da paciência, da tolerância e da resignação.
São os mais comuns.
Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por
uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges.
Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o
consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo
em seu progresso espiritual.
Acidentais: São os casamentos que não foram pro
gramados no mundo espiritual. Obedecem apenas à
afeição física, sem raízes na afetividade sincera.
(Apostila-IDE, Juiz de Fora)
Provacionais: São uniões entre almas mutuamen-
te comprometidas, que estão juntas para pacifica-
rem as consciências ante erros graves perpetrados
no passado e simultaneamente desenvolverem os
valores da paciência, da tolerância e da resignação.
São os mais comuns.
Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por
uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges.
Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o
consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo
em seu progresso espiritual.
Acidentais: São os casamentos que não foram pro
gramados no mundo espiritual. Obedecem apenas à
afeição física, sem raízes na afetividade sincera.
(IDE, Curso Básico de Espiritismo)
Provacionais: São uniões entre almas mutuamen-
te comprometidas, que estão juntas para pacifica-
rem as consciências ante erros graves perpetrados
no passado e simultaneamente desenvolverem os
valores da paciência, da tolerância e da resignação.
São os mais comuns.
Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por
uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges.
Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o
consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo
em seu progresso espiritual.
Acidentais: São os casamentos que não foram pro
gramados no mundo espiritual. Obedecem apenas à
afeição física, sem raízes na afetividade sincera.
(IDE, Curso Básico de Espiritismo)
e) Divórcio
“[…] Nas condições ordinárias do casamento,
a lei de amor é tida em consideração? De mo
do nenhum. Não se leva em conta a afeição
de dois seres que, por sentimentos recípro-
cos, se atraem um para o outro, visto que,
as mais das vezes, essa afeição é rompida. O
de que se cogita, não é da satisfação do co-
ração e sim da do orgulho, da vaidade, da
cupidez, numa palavra: de todos os interes-
ses materiais. […].” (KARDEC, ESE, cap. XXII)
“Nem a lei civil, porém, nem os compromis-
sos que ela faz se contraiam podem suprir a
lei de amor, se esta não preside à união, re-
sultando, frequentemente, separarem-se por
si mesmos os que à força se uniram. […] Daí
as uniões infelizes […] que se evitariam se,
ao estabelecerem-se as condições do matri-
mônio, se não abstraísse da única que o san-
ciona aos olhos de Deus: a lei de amor. […].”
(KARDEC, ESE, cap. XXII)
“Se a união das pessoas pelos laços do casa-
mento é precedida por interesses materiais,
pelo furor das paixões ou pelo jogo das con-
veniências, é uma realidade destinada ao
fra-casso, visto que a lei de amor não foi
cogita-da.
Tais ligações, com o passar do tempo, após
as ilusões dos primeiros momentos, permi-
tirão que entre os consortes se estabeleçam
antipatias mútuas que, com o desgaste natu-
ral, cristalizar-se-ão em relações inamisto-
sas.” (FRANCISCO DE MONTE ALVERNE. Florilégios Espiri-
tuais)
“A satisfação pura e simples dos instintos, no
matrimônio, leva os cônjuges […] a uma sa-
turação recíproca e a um isolacionismo, que
logo deterioram o relacionamento conjugal,
fazendo que o matrimônio decline e degrade.
Indispensável construir uma consciência res-
ponsável por meio da educação moral, do-
méstica e social das criaturas, para que o ma
trimônio mereça pelo menos um pouco mais
de respeito, antes de se assumir o compro-
misso, que logo, por leviandade, se dissolve-
rá.” (FRANCISCO DE MONTE ALVERNE, Florilégios Espiri-
tuais)
“O divórcio é lei humana que tem por objeto
separar legalmente o que já, de fato, está
separado. Não é contrário à lei de Deus, pois
que apenas reforma o que os homens hão
feito e só é aplicável nos casos em que não
se levou em conta a lei divina. […].” (KARDEC,
ESE, Cap. XXII)
“Partindo do princípio de que não existem
uniões conjugais ao acaso, o divórcio, a
rigor, não deve ser facilitado entre as
criaturas.
É aí, nos laços matrimoniais definidos nas
leis do mundo, que se operam burilamentos
e reconciliações endereçadas a precisa subli-
mação da alma.” (EMMANUEL, Vida e Sexo)
“Quanto ao divórcio, somos de parecer que não
deva ser facilitado ou estimulado entre os ho-
mens, porque não existem na Terra uniões con-
jugais, legalizadas ou não, sem vínculos graves
no princípio da responsabilidade assumida em
comum.
Mal saídos do regime poligâmico, os homens e
as mulheres sofrem-lhe ainda as sugestões ani-
malizantes e, por isso mesmo, nas primeiras di-
ficuldades da tarefa a que foram chamados, cos
tumam desertar-se dos postos de serviço em
que a vida os situa, alegando imaginárias incom
patibilidades e supostos embaraços, quase sem-
pre atribuíveis ao desregrado narcisismo de que
são portadores.” (ANDRÉ LUIZ, Evolução em dois mun-
dos)
f) Celibato
“[…] O casamento, isto é, a união permanen-
te de dois seres […] é um progresso na mar-
ca da Humanidade.” (KARDEC, LE, q. 695)
Portanto, levando-se em conta a Natureza, o
que se espera é que o indivíduo se case e
não que se conserve no celibato.
Celibato: O estado de uma pessoa que se mantém
solteira. (AURÉLIO)
O celibato voluntário representa um estado
de perfeição meritório aos olhos de Deus?
“Não, e os que assim vivem, por egoísmo, de
sagradam a Deus e enganam o mundo.” (KAR-
DEC, LE, q. 698)
“[…] Mas, se o celibato, em si mesmo, não é
um estado meritório, outro tanto não se dá
quando constitui, pela renúncia às alegrias
da família, um sacrifício praticado em prol da
Humanidade. Todo sacrifício pessoal, tendo
em vista o bem e sem qualquer ideia egoísta,
eleva o homem acima de sua condição mate-
rial.” (KARDEC, LE, q. 699)
g) Programação familiar
“É preciso se reconheça que o lar não é um
estabelecimento destinado a reproduzir seres
humanos em série, mas sim um santuário-
escola onde os pais devem pontificar como
plasmadores de nobres caracteres, incutindo
nos filhos, a par do amor a Deus, uma vivên-
cia sadia, pautada nos princípios da Moral e
da Justiça, de modo que se tornem elemen-
tos úteis a si mesmos, à família e à socieda-
de.” (RODOLFO CALLIGARIS, As Leis Morais)
“01 - Como deve ser o planejamento da fa-
mília? R.: – Planejamento familiar é o núme-
ro de filhos de cada um dos grupos familiares
que constituem uma comunidade humana,
controle feito através de métodos naturais
(tabelinha, ovulação e temperatura), méto-
dos artificias (preservativo, espermicidas, dia
fragma, pílula anticoncepcional, bem como a
laqueadura de trompa e a vasectomia). A fa-
mília deve ser programada, a fim de que
constitua e se multiplique com equilíbrio, vi-
vência proveitosa e salutar experiência cole-
tiva. […].” (GILMAR ALVES BARBOSA, Planejamento Fa-
miliar)
“O homem pode e deve programar a família
que deseja e lhe convém ter: número de
filhos, período propício para a maternidade,
nunca, porém, se eximirá aos imperiosos
resgates a que faz jus, tendo em vista o seu
próprio passado.
Melhor usar o anticonceptivo do que abor-
tar...” (JOANNA DE ÂNGELIS, S.O.S. Família)
“Os filhos, porém, não são realizações fortui-
tas, decorrentes de circunstâncias secundá-
rias, na vida. Procedem de compromissos
aceitos antes da reencarnação pelos futuros
progenitores, de modo a edificarem a família
de que necessitam para a própria evolução.
É-lhes lícito adiar a recepção de Espíritos que
lhes são vinculados, impossibilitando mesmo
que se reencarnem por seu intermédio.”
(JOANNA DE ÂNGELIS, S.O.S. Família)
h) Poligamia e Monogamia
Poligamia: 1 união conjugal de uma pessoa
com várias outras; 2 soc costume socialmen-
te aceito em certas sociedades que permite
esse tipo de união. (HOUAISS)
Monogamia: 1 regime ou costume em que
é imposto ao homem ou à mulher ter apenas
um cônjuge, enquanto se mantiver vigente o
seu casamento. (HOUAISS)
“Qual das duas, a poligamia ou a monoga-
mia, é mais conforme à lei da Natureza?
A poligamia é lei humana cuja abolição mar-
ca um progresso social. O casamento, segun-
do as vistas de Deus, deve fundar-se na afei-
ção dos seres que se unem. Na poligamia
não há afeição real, há apenas sensualida-
de.” (KARDEC, LE, q. 701)
“Se a poligamia fosse conforme à lei da Na-
tureza, deveria tornar-se universal, o que
seria materialmente impossível, consideran-
do-se a igualdade numérica dos sexos. A po-
ligamia deve ser considerada como um uso
ou legislação particular apropriada a certos
costumes, e que o aperfeiçoamento social faz
que desapareça pouco a pouco.” (KARDEC, LE, q.
701)
“Apesar de, nos dias atuais, existirem povos
que ainda adotam a poligamia, como as popu
lações muçulmanas do Norte da África e gran
de parte dos asiáticos, a tendência, por força
do progresso moral, é a total abolição dessa
prática.” (FEB, ESDE – Programa III)
i) O aborto
“Reconhece-se duas formas de aborto: o
aborto espontâneo e o provocado. O aborto
espontâneo é aquele que se verifica contra a
vontade dos pais, dependente de enfermida-
des maternas ou fetais. O aborto provocado
ou criminoso, como o próprio nome indica,
se deve a uma ação física ou primária
provoca-da pelos pais, ou por outrem, com o
objetivo de destruir o feto intrauterino.
Há uma forma de aborto espontâneo que, na
realidade, ante a Lei Divina, apresenta-se co-
mo criminoso.” (IDE, Curso Básico de Espiritismo)
“Em Missionários da Luz, o diretor Apuleio
denomina-o de aborto inconsciente, onde a
destruição do feto não se efetivará através
de ações físicas ou químicas, mas em conse-
quência de descargas mentais deletérias da
mãe, ou de situações de extremo conflito no
lar, pondo dificuldades magnéticas ao desen-
volvimento da gestação.” (IDE, Curso Básico de Es-
piritismo)
“[…] Uma mãe, ou qualquer outra pessoa,
cometerá crime sempre que tirar a vida de
uma criança antes do nascimento, pois está
impedindo uma alma de suportar as provas
de que serviria de instrumento o corpo que
estava se formando.” (KARDEC, LE, q. 358)
“O aborto somente não será um crime nos
casos em que o nascimento da criança colo-
car em perigo a vida da mãe, aí “É preferível
sacrificar o ser que ainda não existe a sacrifi-
car o que já existe.” (KARDEC, LE, q. 359)
“Admitimos seja suficiente uma breve medi-
tação em torno do aborto delituoso, para re-
conhecermos nele um dos grandes fornece-
dores das moléstias de etiologia obscura e
das obsessões catalogáveis na patologia da
mente, ocupando vastos departamentos de
hospitais e prisões.” (EMMANUEL, Vida e Sexo)
Etiologia: estudo das causas das doenças. (HOUAISS)
Patologia: qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em
relação à normalidade, que constitua uma doença ou
caracterize determinada doença. (HOUAISS)
Referências bibliográficas:
ALMEIDA, J. R. e MARQUES, S. F. Família: frente e verso. Porto Alegre:
Francisco Spinelli, 2009.
CALLIGARIS, R. As leis morais. Rio de Janeiro: FEB, 1989.
FEB. ESDE – Programa III – Leis Morais. Rio de Janeiro: FEB, s/d.
FRANCO, D. P. Florilégios Espirituais. Araras-SP: IDE, 1981.
FRANCO, D. P. S.O.S. Família. Salvador: LEAL, 2000.
INCONTRI, D. e GRZYBOWSKI, P. Kardec Educador - Textos
pedagógicos. Bragança Paulista, SP: Comenius, 2005.
KARDEC, A. A Gênese. Rio de Janeiro: FEB, 2007e.
KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Rio de Janeiro: FEB,
1982.
KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. Rio de Janeiro: FEB, 2006.
XAVIER, F. C. Evolução em dois mundos. Rio de Janeiro: FEB, 1987.
XAVIER, F. C. Missionários da Luz. Rio de Janeiro: FEB, 1986
XAVIER, F. C. Nos domínios da mediunidade. Rio de Janeiro: FEB, 1987.
XAVIER, F. C. O Consolador. Rio de Janeiro: FEB, 1986.
XAVIER, F. C. Vida e Sexo. Rio de Janeiro: FEB, 2010.
PERALVA, M. O pensamento de Emmanuel. Rio de Janeiro: FEB, 1987.
IDE. Apostila Curso Básico de Espiritismo, Juiz de Fora, MG: IDE, 2009.
http://gecasadocaminhosv.blogspot.com.br
http://www.espiritismo.net/familia/planejamento/textos/planejamento_familiar.html
http://cespjoaobatista.com.br
http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Malthus
http://www.radioboanova.com.br
http://www.domthome.com.br
http://www.refletireamar.com.br
Imagens
Cegonha: http://sindmetalgo.com.br/wp-
content/uploads/Fotolia_16680533_Subscription_XXL.jpg
População: http://thoth3126.com.br/wp-content/uploads/2015/01/popula
%C3%A7ao-mundial-cresce-crescimento.jpg
Homídeo e criança: https://heidinnevropa.files.wordpress.com/2016/04/girl-with-
neanderthal-representation.jpg?w=670
Raça e etnia: http://www.significados.com.br/raca/
Evolução:
https://www.nexojornal.com.br/incoming/imagens/SAPIENS_NEXO.jpg/BINARY/S
APIENS_NEXO.jpg
Novo tipo:
http://imgsapp.em.com.br/app/noticia_127983242361/2014/03/27/512316/2014
0327130155556248a.jpg
Muitos filhos: http://1.bp.blogspot.com/_mIreKW2R0ZY/Si6cN-
qpYKI/AAAAAAAAIhQ/74M20oAaa_k/s800/Crian%C3%A7as.jpg e
http://1.bp.blogspot.com/-ijvdjyIjmZA/TuKgkYVLEII/AAAAAAAADRs/I--
_3i_uuc0/s1600/foto+antiga+-+depois.jpg
Obstáculos: http://images.slideplayer.com.br/11/3326739/slides/slide_19.jpg
Mulher grávida:
http://image.shutterstock.com/display_pic_with_logo/625411/104630531/sto
ck-vector-pregnant-naked-woman-silhouette-illustration-104630531.jpg
O 3 Franciscos: http://www.igreja-catolica.com/celibato/celibato.jpg,
http://3.bp.blogspot.com/-
4K5uQvtjg14/T499HYQFSGI/AAAAAAAACBs/O8KdVriG_lM/s1600/Chico+Xavie
r.jpg e http://info.abril.com.br/images/materias/2013/09/thumbs/thumb-
66048090951-papa-francisco-resized.jpg
Casamento: http://www.unidosnafe.com.br/wp-
content/uploads/2012/06/Noivinhos.jpg
Poligamia: http://4.bp.blogspot.com/-
Exg8BfJTy6U/TdsKmfx7_XI/AAAAAAAAAW8/ZE9HAPlm010/s1600/polygamy.g
if
Monogamia: http://sol.sapo.pt/photos/boogie4/images/1097787/259x335.aspx
Planejamento familiar: http://lh3.ggpht.com/-
VeeFAMNwHkA/TyMe1MEP2BI/AAAAAAAABh8/NieLy8EX28E/ScreenShot001%
25255B1%25255D.jpg
Aborto, não: http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Capa-
Droga.jpg
Papa Francisco: http://pastoralfamiliardivinaluz.blogspot.com.br/
Site:
www.paulosnetos.net
E-mail:
paulosnetos@gmail.com
Versão 5

Da Lei de Reprodução

  • 2.
    LLivroivro TTerceiroerceiro Das LeisMorais Capítulo IV Da Lei de Reprodução
  • 3.
    ““E Deus osabençoou e lhes disse: SedeE Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terrafecundos, multiplicai-vos, enchei a terra […].”[…].” (Gênesis 1,28)
  • 4.
  • 5.
    “Reprodução - dá-seeste nome à série de processos pelos quais os seres vivos transmi- tem a vida a novos indivíduos e asseguram a continuação das espécies. A reprodução dos seres vivos se faz através de outro preexis- tente. Pode ser assexuada ou agâmica e se- xuada ou singâmica. ==>
  • 6.
    Na reprodução assexuadaé uma célula ou um aglomerado celular que se destaca do indivíduo produtor, tornando-se independen- te, para dar início a um novo ser semelhante ao primeiro. ==>
  • 7.
    Na reprodução sexuadaa célula (esperma tozoide) se destaca de um ser vivo e junta- se a uma outra célula (óvulo). Os óvulos for- mam-se no organismo feminino e os esper- matozoides no organismo masculino. Quando os dois órgãos existem no mesmo indivíduo diz-se que ele é hermafrodita; estando em indivíduos separados a espécie é unissexua- da, como se dá com a espécie humana e os animais superiores.” (Enciclopédia Didática de Infor- mação e Pesquisa Educacional, citada por Sérgio Biagi Gre- gório)
  • 8.
  • 9.
    Tendo em vistaque a população do globo é sempre crescente, poder-se-ia pensar que, num certo momento no futuro, ela tornar-se- ia excessiva na Terra; porém, como “Deus a isso provê e mantém sempre o equilíbrio” (LE, q. 687) tal situação não se realizará. Ademais é bom não nos esquecermos de que absolutamente nada escapa ao controle do Criador, uma vez que “todos os cabelos de vossas cabeças estão contados” (Mt 10,30).
  • 10.
    O economista britânicoThomas Robert Mal- thus (1766-1834), considerado o pai da de- mografia, desenvolveu sua teoria para o con- trole do aumento populacional, conhecida co- mo malthusianismo. Demografia: ciência que investiga as populações hu- manas (em aspectos como natalidade, produção econô- mica, migração, distribuição étnica etc.) sob uma pers- pectiva quantitativa. (HOUAISS)
  • 11.
    Malthus observou queo crescimento popula- cional, entre 1650 e 1850, dobrou decorren- te do aumento da produção de alimentos, das melhorias das condições de vida nas ci- dades, do aperfeiçoamento do combate as doenças, das melhorias no saneamento bási- co, e os benefícios obtidos com a Revolução Industrial, fizeram com que a taxa de morta- lidade declinasse, ampliando assim o cresci- mento natural. Em razão disso concluiu que: alimentos ==> progressão aritmética; população ==> progressão geométrica.
  • 13.
    Preocupado com ocrescimento populacional acelerado, Malthus publica em 1798 uma sé- rie de ideias alertando a importância do con- trole da natalidade, afirmando que o bem es- tar populacional estaria intimamente relacio- nado com crescimento demográfico do plane- ta. Malthus alertava que o crescimento desor denado acarretaria na falta de recursos ali- mentícios para a população gerando, como consequência, a fome, que inevitavelmente seria uma realidade caso não houvesse um controle imediato da natalidade.
  • 14.
    A solução defendidapor Malthus foi: a) a sujeição moral de retardar o casa- mento; b) a prática da castidade antes do casa- mento, e c) ter somente o número de filhos que se pudesse sustentar.
  • 15.
    b) Sucessão eaperfeiçoamento das raças
  • 16.
    Quando da CodificaçãoEspírita, a Ciência con siderava que a humanidade se constituía de quatro raças: amarela (Ásia), negra (África), branca (Europa) e vermelha (América). (KAR- DEC, A Gênese) Hoje, definiu-se que a raça humana é uma só; porém, constituída de etnias diferentes. Kardec, ao tratar do aperfeiçoamento das ra- ças, mesmo inserido no contexto científico de sua época, jamais advogou qualquer tipo de discriminação racial. Quando ele contava com apenas 24 anos de idade disse: ==>
  • 17.
    “Certamente, não estáno meu pensamento, nem nos meus princípios, desprezar ninguém, e menos ainda de rebaixar o nascimento de quem quer que seja, pois nenhuma classe tem o privilégio exclusivo de dar à sociedade homens esti- máveis; […].” (INCONTRI e GRZYBOWSK, Kardec Educador – Textos pedagógicos, p. 66)(300 páginas)
  • 18.
    Os Espíritos Superiores,envolvidos no pro- cesso da Codificação Espírita, também consi- deravam que as raças “pertencem todas à grande família humana, qualquer que tenha sido o tronco primitivo de cada uma […].” (KARDEC, LE, q. 690)
  • 19.
    Raça: 1. Oconjunto dos ascendentes e descendentes duma família, tribo ou povo, com origens comuns; 2. O conjunto de indivíduos cujas características corporais são semelhantes e transmitidas por hereditarie- dade, embora possam variar dum indivíduo para outro; […]. (AURÉLIO) Etnia: Antrop. População ou grupo social que apresenta homogeneidade cultural, comparti-lhando história e origem comuns. (AURÉLIO)
  • 20.
    Raça: 1. Oconjunto dos ascendentes e descendentes duma família, tribo ou povo, com origens comuns; 2. O conjunto de indivíduos cujas características corporais são semelhantes e transmitidas por hereditarie- dade, embora possam variar dum indivíduo para outro; […]. (AURÉLIO) Etnia: Antrop. População ou grupo social que apresenta homogeneidade cultural, comparti-lhando história e origem comuns. (AURÉLIO)
  • 22.
    O aperfeiçoamento doscorpos, como conse- quência natural do progresso evolutivo, tanto físico quanto moral, a que os homens estão sujeitos, é algo inevitável.
  • 23.
    E pela miscigenaçãodos povos (etnias, ou qualquer nome que se queira dar), acabará, provavelmente, produzindo, ao longo dos tempos, um novo biótipo compatível com o seu estágio evolutivo.
  • 24.
    c) Obstáculos àreprodução
  • 25.
    Obstáculos à reprodução -os naturais - os provocados pela ação do homem
  • 26.
    Sabemos que inúmeroshomens e mulheres têm, na infertilidade, um impedimento natu- ral quanto à reprodução; sem generalizar, muitos deles são Espíritos que se comprome- teram sobremaneira perante a justiça divina.
  • 27.
    Mas será justoque um casal coloque obstáculo à reprodução ou será que o “crescei e multiplicai-vos” deve ser aplicado ao pé da letra?
  • 28.
    “Deus concedeu aohomem, sobre todos os seres vivos, um poder de que ele deve usar para o bem, mas não abusar. Pode, pois, re- gular a reprodução de acordo com as neces- sidades, mas não deve entravá-la desneces- sariamente.” (LE, 693-a)
  • 29.
    Pessoalmente, acreditamos queos elevados compromissos, que nós pais temos perante os filhos, não nos permitem, hoje em dia, ter mui tos filhos. Antigamente era comum encontrar- se casal com 10, 12, 15 e até mais filhos.
  • 30.
    Pessoalmente, acreditamos queos elevados compromissos, que nós pais temos perante os filhos, não nos permitem, hoje em dia, ter mui tos filhos. Antigamente era comum encontrar- se casal com 10, 12, 15 e até mais filhos. Será que teríamos condições de dar vida dig- na a uma prole desse tamanho? É em razão disso que, na atualidade, muitos casais elabo- ram uma programação familiar estabelecendo quantos filhos irão ter.
  • 31.
    O que jamaisse deve fazer é… “[…] obstar à reprodução, para satisfação da sensualidade […], isso prova a predominân- cia do corpo sobre a alma e quanto o homem é material.” (KARDEC, LE, q. 694 - miscelânea)
  • 32.
  • 33.
    “A palavra casamentovem do latim medieval (casamentu) e significa ato solene – festejos formalizados por leis e costumes – de união entre duas pessoas de sexos diferentes atra- vés da legitimação religiosa e/ou civil.” (JERRI ALMEIDA e SILVANO MARQUES, Família: frente e verso)
  • 34.
    “A união livredos sexos pertence ao estado de natureza. O casamento constitui um dos primeiros atos de progresso nas sociedades humanas, porque estabelece a solidariedade fraterna e se encontra entre todos os povos, embora em condições diversas. A abolição do casamento seria, pois, regredir à infância da Humanidade e colocaria o homem abaixo mesmo de certos animais que lhe dão o exemplo de uniões constantes.” (KARDEC, LE, q. 696)
  • 35.
    “Mas, na uniãodos sexos, a par da lei divina material, comum a todos os seres vivos, há outra lei divina imutável como todas as leis de Deus, exclusivamente moral: a lei de amor. Quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e que fossem dois, e não um somente, a amá- los, a cuidar deles e a fazê-los progredir. […].” (KARDEC, ESE, cap. XXII)
  • 36.
    “[…] Casamento écompromisso e compro- misso gera, evidentemente, responsabilida- de. Pelo reencontro de almas, que se endivida- ram entre si, casamento é, sobretudo, en- sejo de reabilitação e progresso. […].” (MAR- TINS PERALVA, O pensamento de Emmanuel)
  • 37.
    “No capítulo dasafeições terrenas, o casar ou não casar está fora da vontade dos seres hu- manos? O matrimônio na Terra é sempre uma resultan te de determinadas resoluções tomadas na vi- da do Infinito, antes da reencarnação dos Espí ritos, seja por orientação dos mentores mais elevados […], ou em consequência de compro- missos livremente assumidos pelas almas, an- tes de suas novas experiências no mundo; ra- zão pela qual os consórcios humanos estão pre vistos na existência dos indivíduos, no quadro escuro das provas expiatórias ou no acervo de valores das missões que regeneram e santifi- cam.” (EMMANUEL, O Consolador, q. 179)
  • 38.
    As principais funçõesdo casamento são:As principais funções do casamento são: Formação do lar: Através do casamento haverá a formação do grupo familiar, permitindo que novos Espíri- tos mergulhem nos fluidos do planeta, para avançarem em sua fieira evolutiva. A poliga- mia permitiria a reprodução, mas sem estru- tura do lar, indispensável ao crescimento es- piritual da criatura. ==>
  • 39.
    As principais funçõesdo casamento são:As principais funções do casamento são: Permuta afetiva: A instituição do casamento vai tornar harmô- nica e sadia a relação entre os casais, permi-tindo a troca de valores energéticos, através da permuta de vibrações simpáticas. ==>
  • 40.
    As principais funçõesdo casamento são:As principais funções do casamento são: Aprimoramento sexual: O casamento é um dos elementos mais efe- tivos no burilamento do instinto sexual. Com o passar dos anos, haverá um natural arre-fecimento do interesse sexual entre os côn-juges, e eles estarão aprendendo a se ali-mentarem do afeto do parceiro através de métodos mais espiritualizados. Aprende, igualmente, o casal a conduzir a sua energia erótica para outras atividades, sublimando a sua função hedonista. (IDE, Curso Básico de Espiri-tismo)
  • 41.
    “Martins Peralva [Estudandoa Mediunidade] apre- senta uma divisão didática dos diferentes tipos de casamento em 5 tipos distintos:
  • 42.
    “Martins Peralva [Estudandoa Mediunidade] apre- senta uma divisão didática dos diferentes tipos de casamento em 5 tipos distintos: Afins: São aqueles formados por parceiros simpáticos, afins, onde há uma verdadeira afeição da alma. Geralmente, eles sobrevivem à morte do corpo e mantém-se em encarnações diversas. Pouco comuns na Terra.
  • 43.
    “Martins Peralva [Estudandoa Mediunidade] apre- senta uma divisão didática dos diferentes tipos de casamento em 5 tipos distintos: Afins: São aqueles formados por parceiros simpáticos, afins, onde há uma verdadeira afeição da alma. Geralmente, eles sobrevivem à morte do corpo e mantém-se em encarnações diversas. Pouco comuns na Terra. Transcendentais: São casamentos afins entre almas enobrecidas, que juntas, vão dedicar-se a obras de grande valor para a Humanidade.
  • 44.
    Provacionais: São uniõesentre almas mutuamen- te comprometidas, que estão juntas para pacifica- rem as consciências ante erros graves perpetrados no passado e simultaneamente desenvolverem os valores da paciência, da tolerância e da resignação. São os mais comuns. Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges. Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo em seu progresso espiritual. Acidentais: São os casamentos que não foram pro gramados no mundo espiritual. Obedecem apenas à afeição física, sem raízes na afetividade sincera. (Apostila-IDE, Juiz de Fora)
  • 45.
    Provacionais: São uniõesentre almas mutuamen- te comprometidas, que estão juntas para pacifica- rem as consciências ante erros graves perpetrados no passado e simultaneamente desenvolverem os valores da paciência, da tolerância e da resignação. São os mais comuns. Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges. Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo em seu progresso espiritual. Acidentais: São os casamentos que não foram pro gramados no mundo espiritual. Obedecem apenas à afeição física, sem raízes na afetividade sincera. (IDE, Curso Básico de Espiritismo)
  • 46.
    Provacionais: São uniõesentre almas mutuamen- te comprometidas, que estão juntas para pacifica- rem as consciências ante erros graves perpetrados no passado e simultaneamente desenvolverem os valores da paciência, da tolerância e da resignação. São os mais comuns. Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges. Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo em seu progresso espiritual. Acidentais: São os casamentos que não foram pro gramados no mundo espiritual. Obedecem apenas à afeição física, sem raízes na afetividade sincera. (IDE, Curso Básico de Espiritismo)
  • 47.
  • 48.
    “[…] Nas condiçõesordinárias do casamento, a lei de amor é tida em consideração? De mo do nenhum. Não se leva em conta a afeição de dois seres que, por sentimentos recípro- cos, se atraem um para o outro, visto que, as mais das vezes, essa afeição é rompida. O de que se cogita, não é da satisfação do co- ração e sim da do orgulho, da vaidade, da cupidez, numa palavra: de todos os interes- ses materiais. […].” (KARDEC, ESE, cap. XXII)
  • 49.
    “Nem a leicivil, porém, nem os compromis- sos que ela faz se contraiam podem suprir a lei de amor, se esta não preside à união, re- sultando, frequentemente, separarem-se por si mesmos os que à força se uniram. […] Daí as uniões infelizes […] que se evitariam se, ao estabelecerem-se as condições do matri- mônio, se não abstraísse da única que o san- ciona aos olhos de Deus: a lei de amor. […].” (KARDEC, ESE, cap. XXII)
  • 50.
    “Se a uniãodas pessoas pelos laços do casa- mento é precedida por interesses materiais, pelo furor das paixões ou pelo jogo das con- veniências, é uma realidade destinada ao fra-casso, visto que a lei de amor não foi cogita-da. Tais ligações, com o passar do tempo, após as ilusões dos primeiros momentos, permi- tirão que entre os consortes se estabeleçam antipatias mútuas que, com o desgaste natu- ral, cristalizar-se-ão em relações inamisto- sas.” (FRANCISCO DE MONTE ALVERNE. Florilégios Espiri- tuais)
  • 51.
    “A satisfação purae simples dos instintos, no matrimônio, leva os cônjuges […] a uma sa- turação recíproca e a um isolacionismo, que logo deterioram o relacionamento conjugal, fazendo que o matrimônio decline e degrade. Indispensável construir uma consciência res- ponsável por meio da educação moral, do- méstica e social das criaturas, para que o ma trimônio mereça pelo menos um pouco mais de respeito, antes de se assumir o compro- misso, que logo, por leviandade, se dissolve- rá.” (FRANCISCO DE MONTE ALVERNE, Florilégios Espiri- tuais)
  • 52.
    “O divórcio élei humana que tem por objeto separar legalmente o que já, de fato, está separado. Não é contrário à lei de Deus, pois que apenas reforma o que os homens hão feito e só é aplicável nos casos em que não se levou em conta a lei divina. […].” (KARDEC, ESE, Cap. XXII)
  • 53.
    “Partindo do princípiode que não existem uniões conjugais ao acaso, o divórcio, a rigor, não deve ser facilitado entre as criaturas. É aí, nos laços matrimoniais definidos nas leis do mundo, que se operam burilamentos e reconciliações endereçadas a precisa subli- mação da alma.” (EMMANUEL, Vida e Sexo)
  • 54.
    “Quanto ao divórcio,somos de parecer que não deva ser facilitado ou estimulado entre os ho- mens, porque não existem na Terra uniões con- jugais, legalizadas ou não, sem vínculos graves no princípio da responsabilidade assumida em comum. Mal saídos do regime poligâmico, os homens e as mulheres sofrem-lhe ainda as sugestões ani- malizantes e, por isso mesmo, nas primeiras di- ficuldades da tarefa a que foram chamados, cos tumam desertar-se dos postos de serviço em que a vida os situa, alegando imaginárias incom patibilidades e supostos embaraços, quase sem- pre atribuíveis ao desregrado narcisismo de que são portadores.” (ANDRÉ LUIZ, Evolução em dois mun- dos)
  • 55.
  • 56.
    “[…] O casamento,isto é, a união permanen- te de dois seres […] é um progresso na mar- ca da Humanidade.” (KARDEC, LE, q. 695) Portanto, levando-se em conta a Natureza, o que se espera é que o indivíduo se case e não que se conserve no celibato. Celibato: O estado de uma pessoa que se mantém solteira. (AURÉLIO)
  • 57.
    O celibato voluntáriorepresenta um estado de perfeição meritório aos olhos de Deus? “Não, e os que assim vivem, por egoísmo, de sagradam a Deus e enganam o mundo.” (KAR- DEC, LE, q. 698)
  • 58.
    “[…] Mas, seo celibato, em si mesmo, não é um estado meritório, outro tanto não se dá quando constitui, pela renúncia às alegrias da família, um sacrifício praticado em prol da Humanidade. Todo sacrifício pessoal, tendo em vista o bem e sem qualquer ideia egoísta, eleva o homem acima de sua condição mate- rial.” (KARDEC, LE, q. 699)
  • 59.
  • 60.
    “É preciso sereconheça que o lar não é um estabelecimento destinado a reproduzir seres humanos em série, mas sim um santuário- escola onde os pais devem pontificar como plasmadores de nobres caracteres, incutindo nos filhos, a par do amor a Deus, uma vivên- cia sadia, pautada nos princípios da Moral e da Justiça, de modo que se tornem elemen- tos úteis a si mesmos, à família e à socieda- de.” (RODOLFO CALLIGARIS, As Leis Morais)
  • 61.
    “01 - Comodeve ser o planejamento da fa- mília? R.: – Planejamento familiar é o núme- ro de filhos de cada um dos grupos familiares que constituem uma comunidade humana, controle feito através de métodos naturais (tabelinha, ovulação e temperatura), méto- dos artificias (preservativo, espermicidas, dia fragma, pílula anticoncepcional, bem como a laqueadura de trompa e a vasectomia). A fa- mília deve ser programada, a fim de que constitua e se multiplique com equilíbrio, vi- vência proveitosa e salutar experiência cole- tiva. […].” (GILMAR ALVES BARBOSA, Planejamento Fa- miliar)
  • 62.
    “O homem podee deve programar a família que deseja e lhe convém ter: número de filhos, período propício para a maternidade, nunca, porém, se eximirá aos imperiosos resgates a que faz jus, tendo em vista o seu próprio passado. Melhor usar o anticonceptivo do que abor- tar...” (JOANNA DE ÂNGELIS, S.O.S. Família)
  • 63.
    “Os filhos, porém,não são realizações fortui- tas, decorrentes de circunstâncias secundá- rias, na vida. Procedem de compromissos aceitos antes da reencarnação pelos futuros progenitores, de modo a edificarem a família de que necessitam para a própria evolução. É-lhes lícito adiar a recepção de Espíritos que lhes são vinculados, impossibilitando mesmo que se reencarnem por seu intermédio.” (JOANNA DE ÂNGELIS, S.O.S. Família)
  • 64.
    h) Poligamia eMonogamia
  • 65.
    Poligamia: 1 uniãoconjugal de uma pessoa com várias outras; 2 soc costume socialmen- te aceito em certas sociedades que permite esse tipo de união. (HOUAISS) Monogamia: 1 regime ou costume em que é imposto ao homem ou à mulher ter apenas um cônjuge, enquanto se mantiver vigente o seu casamento. (HOUAISS)
  • 66.
    “Qual das duas,a poligamia ou a monoga- mia, é mais conforme à lei da Natureza? A poligamia é lei humana cuja abolição mar- ca um progresso social. O casamento, segun- do as vistas de Deus, deve fundar-se na afei- ção dos seres que se unem. Na poligamia não há afeição real, há apenas sensualida- de.” (KARDEC, LE, q. 701)
  • 67.
    “Se a poligamiafosse conforme à lei da Na- tureza, deveria tornar-se universal, o que seria materialmente impossível, consideran- do-se a igualdade numérica dos sexos. A po- ligamia deve ser considerada como um uso ou legislação particular apropriada a certos costumes, e que o aperfeiçoamento social faz que desapareça pouco a pouco.” (KARDEC, LE, q. 701)
  • 68.
    “Apesar de, nosdias atuais, existirem povos que ainda adotam a poligamia, como as popu lações muçulmanas do Norte da África e gran de parte dos asiáticos, a tendência, por força do progresso moral, é a total abolição dessa prática.” (FEB, ESDE – Programa III)
  • 69.
  • 70.
    “Reconhece-se duas formasde aborto: o aborto espontâneo e o provocado. O aborto espontâneo é aquele que se verifica contra a vontade dos pais, dependente de enfermida- des maternas ou fetais. O aborto provocado ou criminoso, como o próprio nome indica, se deve a uma ação física ou primária provoca-da pelos pais, ou por outrem, com o objetivo de destruir o feto intrauterino. Há uma forma de aborto espontâneo que, na realidade, ante a Lei Divina, apresenta-se co- mo criminoso.” (IDE, Curso Básico de Espiritismo)
  • 71.
    “Em Missionários daLuz, o diretor Apuleio denomina-o de aborto inconsciente, onde a destruição do feto não se efetivará através de ações físicas ou químicas, mas em conse- quência de descargas mentais deletérias da mãe, ou de situações de extremo conflito no lar, pondo dificuldades magnéticas ao desen- volvimento da gestação.” (IDE, Curso Básico de Es- piritismo)
  • 72.
    “[…] Uma mãe,ou qualquer outra pessoa, cometerá crime sempre que tirar a vida de uma criança antes do nascimento, pois está impedindo uma alma de suportar as provas de que serviria de instrumento o corpo que estava se formando.” (KARDEC, LE, q. 358) “O aborto somente não será um crime nos casos em que o nascimento da criança colo- car em perigo a vida da mãe, aí “É preferível sacrificar o ser que ainda não existe a sacrifi- car o que já existe.” (KARDEC, LE, q. 359)
  • 73.
    “Admitimos seja suficienteuma breve medi- tação em torno do aborto delituoso, para re- conhecermos nele um dos grandes fornece- dores das moléstias de etiologia obscura e das obsessões catalogáveis na patologia da mente, ocupando vastos departamentos de hospitais e prisões.” (EMMANUEL, Vida e Sexo) Etiologia: estudo das causas das doenças. (HOUAISS) Patologia: qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. (HOUAISS)
  • 75.
    Referências bibliográficas: ALMEIDA, J.R. e MARQUES, S. F. Família: frente e verso. Porto Alegre: Francisco Spinelli, 2009. CALLIGARIS, R. As leis morais. Rio de Janeiro: FEB, 1989. FEB. ESDE – Programa III – Leis Morais. Rio de Janeiro: FEB, s/d. FRANCO, D. P. Florilégios Espirituais. Araras-SP: IDE, 1981. FRANCO, D. P. S.O.S. Família. Salvador: LEAL, 2000. INCONTRI, D. e GRZYBOWSKI, P. Kardec Educador - Textos pedagógicos. Bragança Paulista, SP: Comenius, 2005. KARDEC, A. A Gênese. Rio de Janeiro: FEB, 2007e. KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Rio de Janeiro: FEB, 1982. KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. Rio de Janeiro: FEB, 2006. XAVIER, F. C. Evolução em dois mundos. Rio de Janeiro: FEB, 1987. XAVIER, F. C. Missionários da Luz. Rio de Janeiro: FEB, 1986 XAVIER, F. C. Nos domínios da mediunidade. Rio de Janeiro: FEB, 1987. XAVIER, F. C. O Consolador. Rio de Janeiro: FEB, 1986. XAVIER, F. C. Vida e Sexo. Rio de Janeiro: FEB, 2010. PERALVA, M. O pensamento de Emmanuel. Rio de Janeiro: FEB, 1987. IDE. Apostila Curso Básico de Espiritismo, Juiz de Fora, MG: IDE, 2009.
  • 76.
    http://gecasadocaminhosv.blogspot.com.br http://www.espiritismo.net/familia/planejamento/textos/planejamento_familiar.html http://cespjoaobatista.com.br http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Malthus http://www.radioboanova.com.br http://www.domthome.com.br http://www.refletireamar.com.br Imagens Cegonha: http://sindmetalgo.com.br/wp- content/uploads/Fotolia_16680533_Subscription_XXL.jpg População: http://thoth3126.com.br/wp-content/uploads/2015/01/popula %C3%A7ao-mundial-cresce-crescimento.jpg Homídeoe criança: https://heidinnevropa.files.wordpress.com/2016/04/girl-with- neanderthal-representation.jpg?w=670 Raça e etnia: http://www.significados.com.br/raca/ Evolução: https://www.nexojornal.com.br/incoming/imagens/SAPIENS_NEXO.jpg/BINARY/S APIENS_NEXO.jpg Novo tipo: http://imgsapp.em.com.br/app/noticia_127983242361/2014/03/27/512316/2014 0327130155556248a.jpg Muitos filhos: http://1.bp.blogspot.com/_mIreKW2R0ZY/Si6cN- qpYKI/AAAAAAAAIhQ/74M20oAaa_k/s800/Crian%C3%A7as.jpg e http://1.bp.blogspot.com/-ijvdjyIjmZA/TuKgkYVLEII/AAAAAAAADRs/I-- _3i_uuc0/s1600/foto+antiga+-+depois.jpg Obstáculos: http://images.slideplayer.com.br/11/3326739/slides/slide_19.jpg
  • 77.
    Mulher grávida: http://image.shutterstock.com/display_pic_with_logo/625411/104630531/sto ck-vector-pregnant-naked-woman-silhouette-illustration-104630531.jpg O 3Franciscos: http://www.igreja-catolica.com/celibato/celibato.jpg, http://3.bp.blogspot.com/- 4K5uQvtjg14/T499HYQFSGI/AAAAAAAACBs/O8KdVriG_lM/s1600/Chico+Xavie r.jpg e http://info.abril.com.br/images/materias/2013/09/thumbs/thumb- 66048090951-papa-francisco-resized.jpg Casamento: http://www.unidosnafe.com.br/wp- content/uploads/2012/06/Noivinhos.jpg Poligamia: http://4.bp.blogspot.com/- Exg8BfJTy6U/TdsKmfx7_XI/AAAAAAAAAW8/ZE9HAPlm010/s1600/polygamy.g if Monogamia: http://sol.sapo.pt/photos/boogie4/images/1097787/259x335.aspx Planejamento familiar: http://lh3.ggpht.com/- VeeFAMNwHkA/TyMe1MEP2BI/AAAAAAAABh8/NieLy8EX28E/ScreenShot001% 25255B1%25255D.jpg Aborto, não: http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Capa- Droga.jpg Papa Francisco: http://pastoralfamiliardivinaluz.blogspot.com.br/
  • 78.