O documento discute as razões pelas quais os africanos, em vez dos índios, tornaram-se os principais alvos da escravidão no Brasil colonial. Os índios eram inadaptados ao trabalho forçado e havia barreiras culturais, além de doenças trazidas pelos europeus. Já os africanos eram vistos como mais próximos culturalmente dos europeus. O tráfico de escravos africanos também enriquecia a burguesia portuguesa e gerava tributos para o rei.