O texto discute a relevância do espiritismo como uma etapa avançada das religiões, enfatizando que a verdadeira transformação da humanidade não ocorrerá por cataclismos físicos, mas por um grande cataclismo moral, onde os homens serão os protagonistas. Ele cita passagens bíblicas como Mateus 24 para destacar a necessidade de vigilância e perseverança nos tempos de tribulação. Além disso, convoca os espíritas a trabalharem para a regeneração da humanidade, assegurando que os esforços serão recompensados e que a luta é essencial para o desenvolvimento espiritual.