No documento, Sócrates é acusado de corromper a juventude e de não reconhecer os deuses do estado, levando a um julgamento que resulta em sua condenação à morte. Ele defende sua filosofia e seu papel como questionador da sabedoria, argumentando que sua busca pela verdade é benéfica para a sociedade. Ao final, ele aceita seu destino com serenidade, ressaltando que a verdadeira preocupação deve ser com a moral e não com a morte em si.