O artigo analisa a produção poética do Rio Grande do Norte entre 1950 e 2000, destacando autores relevantes e movimentos, como o poema-processo dos anos 60 e a geração marginal dos anos 70/80. Também discute a marginalização da poesia potiguar na literatura brasileira e a busca por uma identidade poética própria no contexto de transformações culturais e sociais. A pesquisa aponta a modernidade presente na obra de Jorge Fernandes como marco inicial de uma corrente poética que, apesar de periférica, foi significativa na construção da literatura contemporânea brasileira.