O documento discute duas concepções da psicologia aplicada à educação: (1) a concepção inatista, que vê o desenvolvimento como determinado por fatores internos como genética e hereditariedade, minimizando a influência do ambiente; (2) a concepção empirista, que atribui o desenvolvimento principalmente aos fatores ambientais, ignorando aspectos internos do indivíduo. Ambas as concepções apresentam limitações para a educação ao minimizarem um dos lados da interação entre o indivíduo e o ambiente.