O documento aborda a hierarquização e controle dos indivíduos no capitalismo, enfatizando a banalização de déficits e dívidas, além do aprofundamento das desigualdades na Europa. O texto critica a atuação do Estado, que se torna mais autoritário em tempos de crise, como evidenciado pela gestão da pandemia de COVID-19. Por fim, analisa as mudanças nos rendimentos das famílias em diversos países da UE, destacando as disparidades econômicas e sociais que perpetuam as desigualdades.